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“Quilos Mortais”: relembre a história de Melissa, que pesava 269 kg

Aos 36 anos, Melissa Marescot precisou buscar ajuda do reality “Quilos Mortais” para perder peso. Morando sozinha, ela passou a contar com a ajuda de uma amiga devido a limitações de saúde. 

Com o maior índice de massa corporal da temporada, a participante de 1,5 m de altura chegou a pesar 269 quilos. Com sucessivos traumas por ter sofrido ofensas verbais na infância, Melissa também perdeu os pais, o que foi determinante para que ela chegasse a esse peso.

Aos 15 anos, ela engravidou, mas resolveu interromper a gravidez, o que também afetou sua saúde mental.

Chegando ao limite de problemas de saúde, ela buscou ajuda do médico do programa, o Dr. Now, para mudar de vida. Para passar por uma cirurgia, Melissa teria que perder 27 quilos.

Além disso, a paciente acompanhada pelo reality foi instruída a fazer sessões de terapia para conseguir lidar com os problemas que a motivaram a engordar. Em seu relato ao terapeuta, ela admitiu ter tido compulsão alimentar após a morte da mãe, em 2019.

Durante o processo, Melissa Marescot conseguiu ficar apta à cirurgia bariátrica e perdeu 69 quilos. Sem aceitar mudar-se da Flórida para Houston, onde teria um acompanhamento médico mais apropriado, seu último peso registrado foi de 200 quilos.

Depois de se tornar uma das pacientes acompanhadas pelo reality, Melissa Marescot não manteve uma presença constante nas redes sociais para atualizar os internautas sobre sua situação de saúde.

“Quilos Mortais”: relembre quem morreu após o reality show

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Diabéticos lamentam que comparticipação fique nos 15%

Apesar de reconhecerem o "impacto económico da obesidade", a Associação Protetora dos Dabéticos em Portugal alerta que tratar da obesidade "significa também tratar mais de 200 doenças associadas".

© BELGA MAG/AFP via Getty Images

Os médicos de família lamentaram que o Governo dê "uma no cravo e outra na ferradura" na comparticipação dos medicamentos para tratar a obesidade
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Medicamentos para a obesidade passam a ser comparticipados em 15%

O Estado vai comparticipar em 15% o preço de determinados medicamentos destinados ao tratamento da obesidade, desde que prescritos por médicos especialistas em endocrinologia, medicina interna ou pediatria. De acordo com a portaria publicada esta quinta-feira, o regime abrange  medicamentos sujeitos a receita médica destinados que obtenham uma decisão favorável de comparticipação. Este entra em vigor em fevereiro de 2027. O apoio financeiro, correspondente ao escalão D, tem a duração de 12 meses, contados a partir da data da primeira dispensa do medicamento. Este período corresponde ao tempo mínimo de intervenção previsto no Percurso de Cuidados Integrados para a Pessoa

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