Continuam ativos e podem influenciar o envelhecimento. Estudo revela alterações progressivas e aponta pistas sobre o risco de cancro. É um primeiro passo para mapear o envelhecimento dos ovários e abre caminho à investigação de novos biomarcadores e de possíveis estratégias para reduzir o risco de cancro. A menopausa não representa necessariamente o fim da atividade biológica dos ovários. Um novo estudo conclui que estes órgãos continuam a sofrer alterações significativas com o envelhecimento, mesmo depois de deixarem de libertar óvulos. As descobertas poderão ajudar a compreender melhor a saúde das mulheres após a menopausa e a identificar novos fatores associados