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Delta reforça aposta no luxo e renova classe executiva

By: ECO IA
18 October 2026 at 13:24

A Delta vai renovar o serviço da Delta One, com novos menus e mais opções de personalização, começando este outono pelas rotas transoceânicas com partida de Los Angeles, segundo anunciou a companhia no Delta News Hub. A expansão à rede global está prevista para 2027.

A reformulação inclui pratos desenvolvidos com chefs, como hambúrguer de carne wagyu, novos vinhos e artigos de conforto da Missoni. Os passageiros poderão escolher a refeição até 18 horas antes da partida ou optar por um serviço reduzido antes da aterragem para prolongar o descanso.

A estratégia estende-se ao aeroporto, com a parceria com a Porsche a passar de 40 para 70 veículos híbridos, em 15 aeroportos, até 2028. O transporte está associado à reserva do serviço VIP Select. A Delta apresenta a mudança como a sua renovação mais abrangente em quase 30 anos.

Casa Relvas promove produção do azeite alentejano até 15 de dezembro

By: ECO IA
18 October 2026 at 11:12

A Casa Relvas, na Vidigueira, lançou um plano para descobrir o processo de produção do azeite alentejano, do olival até à mesa, através do Programa Especial da Campanha da Azeitona 2026, que decorre até 15 de dezembro. O programa oferece aos visitantes a possibilidade de observar a colheita das azeitonas, comparar diferentes variedades do fruto e acompanhar o processo de extração no lagar. Inclui ainda uma prova técnica de três azeites e dois vinhos produzidos pela Casa Relvas.

“A campanha da azeitona é um momento especial para recebermos quem quer conhecer de perto o nosso trabalho e a nossa ligação ao Alentejo. Do olival ao lagar, queremos mostrar como fazemos os nossos azeites e como o cuidado com a terra e a sustentabilidade fazem parte das decisões que tomamos todos os dias. E, claro, queremos que se sentem à mesa connosco, provem os nossos azeites e vinhos e passem um bom dia no Alentejo“, afirma Alexandre Relvas, CEO da Casa Relvas.

O programa realiza-se de segunda-feira a sábado, entre as 10h30 e as 15h00. O preço é de 45 euros por adulto sem almoço e de 95 euros com almoço. Para crianças dos 7 aos 17 anos, os valores são de 5 euros e 20 euros, respetivamente. Cada participante recebe uma t-shirt, um chapéu e uma garrafa de azeite virgem extra. As reservas devem ser feitas com pelo menos 48 horas de antecedência, para grupos entre duas e 20 pessoas.

Além do programa especial sazonal, o Lagar da Casa Relvas oferece todo o ano três experiências de olivoturismo. Estas incluem:

  1. Visita ao lagar sem prova, com oferta de um azeite e almoço opcional por 15 € por pessoa; crianças dos 7 aos 17 anos pagam 5 €.
  2. Visita ao lagar com prova técnica de azeites acompanhada por dois vinhos e snack, oferta de um azeite e almoço opcional, por 25 € por pessoa; crianças entre 7 e 17 anos pagam 5 €.
  3. Visita ao lagar com prova gastronómica de azeites acompanhada por dois vinhos, oferta de um azeite e almoço opcional, por 45 € por pessoa; crianças pagam 5 €.

Cupra Terramar: Um desportivo disfarçado de carro de família

18 October 2026 at 10:45

Há SUV familiares que desaparecem no parque do supermercado. O Cupra Terramar não é um deles. Estacionei-o numa rua de Lisboa, de manhã, com a pintura mate verde-manganês, e em menos de dez minutos já tinha um vizinho a perguntar que carro era aquele. Os faróis com três triângulos e o tom fosco justificam a curiosidade. A questão é saber se justificam também o preço, porque a unidade ensaiada, uma Tribe Edition VZ 1.5 e-Hybrid 272 DSG, custa mais de 66 mil euros.

Convém explicar como lá se chega. A versão base desta motorização fica nos 60 mil euros e os opcionais somam cerca de 6.200 euros: a pintura mate pesa 2.425 euros, o pack Intelligent Drive 1.195 euros, o Skyline 1.112 euros, os faróis LED Matrix Ultra 884 euros e o som Sennheiser 496 euros, além do cabo de carregamento por 152 euros. Quem quiser pagar menos tem margem. O Terramar arranca nos 44.500 euros com o 1.5 a gasolina e nos 58 mil euros na versão VZ Tribe Edition, sem extras.

A Cupra nasceu em 2018, quando a Seat autonomizou a linha, que vinha de “Cup Racing” e andava desde 1996 colada aos modelos desportivos, carregando um símbolo composto por dois triângulos sobrepostos desenhados por Alejandro Mesonero-Romanos, que procurou uma forma dinâmica, com base estável e direção clara.

O Terramar não nasce em Espanha. Sai da fábrica da Audi em Győr, na Hungria, e assenta na plataforma MQB Evo, a mesma base técnica do Volkswagen Tiguan. O autódromo que deu nome a este modelo nasceu do sonho de Francesc Armengol, apaixonado por corridas e criador de um projeto de cidade-jardim em Sitges, nos anos 20 do século passado. Ficou construído em 300 dias e abriu em 1923. O Terramar da Cupra recorda-o no nome e na ambição de agradar a quem gosta de conduzir.Hugo Amareal/ECO

O nome do Cupra testado pelo ECO vem do autódromo de Terramar, inaugurado em 1923 junto a Sitges. A marca diz que se inspirou na atitude das civilizações tribais. Na Tribe Edition, a referência ao clã está no próprio nome. Este será ainda o último Cupra com motor a combustão, já que a segunda geração passa para uma plataforma elétrica.

A rotina casa-trabalho foi onde este híbrido plug-in mais fez sentido. A bateria de 25,8 kWh dá uma autonomia homologada de 119 quilómetros que, em condições reais, nos permitiu viajar cerca de 90 quilómetros. Para quem faz cerca de 40 quilómetros por dia na cidade, isto significa carregar em casa à noite e passar semanas sem ver uma bomba de gasolina.

O arranque é silencioso, os 272 cv e os 400 Nm estão sempre disponíveis, e a DSG só se atrapalha de vez em quando, nas rotundas, ao escolher a mudança. O ponto fraco aparece nas ruas com remendos de alcatrão.

A suspensão é firme e o carro pesa cerca de 1.900 quilos, o que se sente em cada lomba. O amortecimento adaptativo da versão VZ ajuda, mas só até certo ponto. O ecrã de 12,9 polegadas é nítido, mas os comandos táteis do ar condicionado pedem uma atenção que devia estar na estrada, e os assistentes de condução intervêm com um zelo que acaba por irritar. O alerta de velocidade foi o primeiro que desliguei.

  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
  • Cupra Terramar PHEV Hugo Amareal/ECO
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No fim de semana, a família entrou a bordo: dois adultos, duas crianças e malas para dois dias. Seguimos por estradas nacionais até Sesimbra, com paragem no Cabo Espichel, com o Terramar a mostrar um controlo absoluto da situação, graças a uma direção rápida e precisa e uma forte aderência nas curvas.

Nas retas de ultrapassagem, os 7,3 segundos dos 0 aos 100 km/h chegam para despachar um camião sem dramas. Gastámos a bateria nos primeiros quilómetros e o resto fez-se em modo híbrido, com um consumo aceitável, mas longe dos 5,8 l/100 km oficiais.

Atrás, as crianças viajaram bem, mas não pelas melhores razões. Os bancos da frente, em concha e altos, tapam a visibilidade e comem espaço para as pernas. Contudo, o banco traseiro desliza 150 milímetros para a frente e para trás, reclina e dobra em 40/20/40, dando margem de manobra a quem viaja em segunda fila.

O Terramar não é o carro familiar mais confortável e também não é o desportivo mais divertido, mas mantém-se acima da média nos dois pontos.

A mala é o segundo senão, oferecendo apenas 490 litros contra 540 litros da versão a gasolina, porque a bateria fica debaixo do piso. Cabem as malas de quatro pessoas, mas o carrinho de bebé teve de ser negociado. O Volkswagen Tiguan, que partilha a base técnica, oferece 652 litros e mais espaço atrás.

No Cabo Espichel, parámos para ver o farol e o santuário, e o carro continuou a ser assunto, sobretudo para os miúdos, que gostaram da iluminação ambiente em tom vermelho e dos triângulos luminosos. Dentro do habitáculo, os materiais não desiludem: há cobre nas costuras, microfibra nos bancos e uma montagem sem ruídos parasitas. Em alguns momentos, isso valeu mais do que a ficha técnica.

Resta o preço. Por 66.350 euros, o Terramar enfrenta o Tiguan eHybrid, o Peugeot 3008, o Toyota RAV4 híbrido plug-in, o Kia Sportage e até o BMW X1 e o Audi Q3. Alguns são mais espaçosos, outros têm um tratamento mais premium.

O Cupra ganha no desenho, na condução e no equipamento. Perde na mala, no espaço atrás e no conforto em piso mau. Não é o carro familiar mais confortável e também não é o desportivo mais divertido, mas mantém-se acima da média nos dois pontos.

Para quem faz trajetos curtos e tem a possibilidade de carregar a bateria todas as noites, o Terramar é um bom carro. Mas 6.264 euros de extras compram muita coisa mais útil do que uma pintura mate, por isso vale a pena fazer contas antes de assinar.

Red Universitaria BRICS intercambia avances científicos y experiencias mediante TV BRICS

16 October 2026 at 13:27
La red internacional de medios y la universidad sudafricana, miembro de la Universidad en Red de los BRICS, colaborarán en proyectos informativos y educativos y en la difusión de investigaciones científicas.
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