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Mexico Launches Film Educational Program for Elementary and Middle Schoolers

20 October 2026 at 15:09

The initiative aims to introduce children and teenagers to filmmaking.

On Monday, the Mexican Ministry of Culture, through the National Film Archive (Cineteca Nacional), launched the program “Let’s Go to the Film Archive!” for elementary and middle school students.

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The initiative, in coordination with Mexico City’s Federal Education Authority, aims to introduce children and teenagers to filmmaking through free screenings that promote cinema as an educational and cultural tool.

Minister of Culture Claudia Curiel emphasized that the project aims to incorporate visits to the cinema as part of the educational experience of public school students.

Approximately 1,600 students have already participated in the program’s initial activities, which provide free access to the three locations of the National Film Archive. The project is developed under the principles of the New Mexican School.

🎬 262 estudiantes de las primarias “General Plutarco Elías Calles” y “Niño Jesús Guarneros” disfrutaron “Yuku y la flor del Himalaya” en la Cineteca Nacional Chapultepec.#VamosALaCineteca acerca el cine como experiencia pedagógica y cultural.#NuevaEscuelaMexicana pic.twitter.com/L8W6VWoHZH

— Autoridad Educativa Federal en la Ciudad de México (@AEFCM_SEP) October 17, 2026

The text reads, “262 students from the General Plutarco Elías Calles and Niño Jesús Guarneros elementary schools enjoyed ‘Yuku and the Flower of the Himalayas’ at the Chapultepec National Film Archive.”

The Archive’s Director General Marina Stavenhagen stated that the initiative fosters new cultural experiences and contributes to the development of critical thinking through film analysis and reflection.

The National Film Archive’s locations in Xoco, Chapultepec, and the National Center for the Arts will function as complementary educational spaces, where film will serve as a tool to stimulate dialogue and emotional expression.

The first phase of the program included the screening of Yuku and the Himalayan Flower (2022), directed by Remi Durin and Arnaud Demuynck, and due to high demand from educational institutions, authorities decided to extend the project through 2027.

#WorldCup2026 | @CharlieMontero_ continues his journey through Mexico and discovers the incredible friendship and positive energy shared between Japanese fans and Mexican supporters.

Why is there such a special bond between them?

Find out here on teleSUR English. pic.twitter.com/Tn5dmE83CT

— teleSUR English (@telesurenglish) June 15, 2026

teleSUR: JP

Source: Gobierno de Mexico

“Um país desenvolvido não pode ter 50% das pessoas sem o básico de literacia financeira”

20 October 2026 at 00:24

Annamaria Lusardi começou a dedicar-se à literacia financeira numa altura em que o tema estava longe de ter a importância que hoje lhe é reconhecida.

A economista italiana, que dirige o Initiative for Financial Decision-Making da Universidade de Stanford e estará em Portugal por ocasião das Conferências do Estoril, conversou com o Jornal Económico (JE) sobre a urgência de se repensar a forma como se olha para o tema, individual e coletivamente, e atuar nesse sentido.

“Um país desenvolvido não pode ter metade da população que não saiba o básico de finanças pessoais”, começou por alertar Lusardi.

E a premissa de um mundo que já não é o mesmo, que expõe sem reservas (ou mais a uns do que a outros) a população a riscos de várias naturezas, foi sendo recordada ao longo da meia hora de conversa: “O mundo mudou muito rapidamente. O sistema de pensões mudou. Agora somos responsáveis pela nossa segurança financeira. Os países e os governos têm muitas dificuldades em lidar com pessoas que vivem por muito tempo”, analisou.

Para Annamaria Lusardi, que fez carreira nos Estados Unidos, as pessoas são obrigadas a “tomar decisões que são muito complexas”, nos dias de hoje. “Os nossos pais estavam bem no passado, não precisavam de poupar nem investir muito. Em muitos países, as pessoas estavam bem por ter uma casa, e o governo tratava das suas pensões”, recordou. “O mundo mudou hoje, mas nós não estamos a acompanhar”.

Segundo a professora universitária, a literacia financeira deve começar a ser trabalhada “o mais cedo possível”. E as escolas têm a “responsabilidade” de ajudar à adaptação “ao novo ambiente”. “Temos de tomar decisões e não aprendemos na escola. As pessoas não têm o conhecimento rigoroso necessário para tomar essas decisões”, continuou.

Sobre os mercados financeiros, também eles “são muito mais complexos do que antes”. “Um mundo onde se pode investir em criptomoedas, em muitos instrumentos financeiros diferentes e muito complexos…”, listou. Não só para navegar nestes mercados é preciso ter conhecimento, mas também, e sobretudo, para não incorrer em riscos e armadilhas, apresentadas como oportunidades de investimento, que se têm multiplicado.

E aqui entram as apostas desportivas, tema sobre o qual a instituição que dirige já se debruçou. “Fizemos um estudo no qual alertámos que as pessoas estão muito confusas: pensam que as bets desportivas são investimento”. E, sobre um tema que tem ganhado maior escrutínio e dividido opiniões – afinal de contas, movimenta milhões – continuou: “E, por acaso, eu posso dizer que as apostas desportivas têm um retorno negativo. Então, claramente, não são um bom investimento. Mas não é o que as pessoas pensam e fazem”, explicou a especialista em literacia financeira.

É este um assunto mais reclamado/defendido pela direita? “Não é um assunto político”, respondeu. “Em todos os lugares temos uma economia complexa. Não acho que seja um assunto de esquerda ou de direita. Provavelmente, em alguns países, a direita já fez algumas mudanças ou terá sido mais sensível a este assunto”, avaliou.

“Mas eu acho que não há escolha. É um assunto relacionado com as mudanças em torno de nós. Sem a literacia financeira, eu realmente penso que os países não são capazes de crescer neste momento”, defendeu.

E que desafios identifica na adoção destas práticas? “As pessoas acham que é algo ‘nice-to-have’ (bom, mas não essencial). É algo que veem como caridade, de empoderamento dos pobres, dos jovens… Mas eu acho realmente que é uma necessidade”. Lusardi defende que as pessoas devem ser “capazes e precisam de participar no mercado de ações”. “Olho para Portugal e poucas pessoas investem. Como fazer a riqueza crescer quando a inflação sobe?”.

“Acha-se que o governo deve dar apoio. E sou totalmente a favor desse apoio. O governo não pode forçar as pessoas a participarem no mercado de ações, a tomar decisões… Mas nenhum governo é capaz de lidar com o facto de que as pessoas jovens vão viver até aos 100 anos”, refletiu. E reiterou que cabe aos cidadãos “tomar essas decisões”. “Não há outra maneira. É um tópico urgente e importante para todos os países. E aqueles que não estão a agir serão deixados para trás”.

Lusardi, que foi responsável por desenhar uma estratégia nacional para a literacia financeira em Itália, lança-se mesmo para uma analogia com a proteção da saúde: “Hoje, para mim, é como saúde. Existem médicos, mas para se ser saudável é preciso ter boas práticas. É a mesma coisa para a literacia financeira”. E a ausência de “boas decisões financeiras” abre caminho ao “stress financeiro”, alertou a economista.

Samsung dangles $560,000 bonuses to keep engineers from China

10 October 2026 at 06:08

A Samsung memory chip worker earning about $60,000 a year could receive roughly $560,000 in bonuses before tax, according to the company’s largest union. Its estimate includes both Samsung’s existing profit-sharing bonus and a new special payment. Samsung hasn’t confirmed the amount. On October 7, the company outlined how that special bonus would work: 10.5% […]

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The Beauty of a Stone Wall

29 July 2026 at 12:00

By the time I encountered the fifth photo in Matt Seaton’s contemplative essay about New England’s stone walls, I found myself participating in the image, trying to figure out the maneuvers that had made the structure cohere. That’s a lot of the gratification here—”striving for coherence,” as Seaton, a former Atlantic editor, describes the work of walling. This is a quick read, and Seaton makes every word count, fitting a bit of Robert Frost and a lot of rock knowledge together just like he was building a . . . well, you know.

Bit by bit—which is the way with walls—my interest and knowledge deepened until what had begun as recreation morphed into a hobby job, mending other people’s walls. Eventually, I realized not only that I liked building walls, but also that I could scratch a subsistence living at it. In what probably struck friends and family as an act of lunacy, I quit my day job as an editor at this magazine and became a part-time waller.

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