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Jenna Ortega se inspirou nos sobrinhos para papel de androide em novo filme

22 October 2026 at 17:30

A atriz Jenna Ortega, 24, interpretará uma personagem diferente de todas de sua carreira. Em uma entrevista conjunta com o diretor do filme para a revista People, publicada nesta quinta-feira (22), revelou como buscou novas inspirações para criar os trejeitos da personagem.

Ela dará a vida à personagem Klara no filme “Klara e o Sol“, uma companheira artificial criada para ajudar pessoas solitárias. O longa foi dirigido pelo diretor Taika Waititi e chega aos cinemas dia 23 de outubro.

“Logo no início do processo, Taika comparou Klara a um bebê ou a uma criança pequena”, explica Ortega. “A desajeitada personagem foi inspirada nos meus sobrinhos e sobrinhas”, revelou a artista.

Segundo Jenna, isso serviu como ponto de partida para a construção da personagem, ajudando a incorporar alguns hábitos de seus sobrinhos, para transmitir a curiosidade e a inocência da personagem, que enxerga o mundo de uma maneira diferente.

“Eu queria fazer algo diferente porque essa personagem é muito diferente de tudo que eu já interpretei antes”, compartilhou a atriz.

Durante a entrevista, a atriz também compartilhou que não só os sobrinhos serviram como inspiração, mas os trejeitos de uma amiga serviram para trazer mais detalhes na construção da sua personagem. “Tenho uma amiga que anda com os dedinhos mindinhos levantados”, explica ela. “Eu a chamo de mãos de vidro… Eu sempre quis fazer algo parecido, então simplesmente inverti. Levantei os dedos indicadores.”

Ela ainda acrescentou um detalhe referente à personagem junto ao diretor Taika. “Você tinha mencionado algo sobre sensores no corpo da Klara, então eu meio que usei isso como uma referência geral a dedos extraterrestres ou algo assim, e a partir daí tudo se desenvolveu. Foi basicamente uma reunião de pessoas que eu conhecia”, revelou Jenna.

Por fim, o diretor também compartilhou como foi sua experiência em trabalhar com a atriz: “Foi uma oportunidade incrível trabalhar com alguém tão inteligente e talentosa, que realmente contribuiu muito para o papel”, diz ele. “As pessoas podem tentar fazer o que ela fez neste filme e exagerar, o que acaba saindo do controle e se tornando algo ridículo. Mas aqui, ela foi realista e manteve a emoção, e acho que é isso que faz você se apegar à personagem”, finalizou Taiki.

Saiba mais sobre o filme “Klara e o Sol”

Jenna Ortega e Natasha Lyonne
Jenna Ortega e Natasha Lyonne em ‘Klara and the Sun’. • Reprodução/Sony Pictures Entertainment

Baseado no romance de Kazuo Ishiguro, “Klara e o Sol” acompanha a história de Klara, que é uma “amiga artificial” movida a energia solar que aguarda ser escolhida por uma família. Quando ela é adotada por Josie, uma adolescente que enfrenta uma doença misteriosa, ela passa a observar de perto as complexas relações humanas e desenvolve uma forte ligação com a jovem.

Ao longo de toda a trama, Klara tenta compreender sentimentos humanos como amor, amizade e sacrifício, enquanto o sol possui um poder especial capaz de ajudar a Josie. A história mistura ficção científica e drama, o que faz com que se reflita sobre solidão, esperança e o que significa ser humano.

O filme tem o elenco composto por Jenna Ortega, Mia Tharia, Amy Adams, Natasha Lyonne, Steve Buscemi e Aran Murphy. O longa chega aos cinemas dia 23 de outubro.

*Sob supervisão de Nathalie Ayres, da CNN Brasil

“Wandinha”: o que esperar da segunda temporada? Jenna Ortega responde

 

Chris Pratt atualiza futuro do Star-Lord após último “Guardiões da Galáxia”

22 October 2026 at 14:34

O ator Chris Pratt, 47, deu novidades sobre o futuro de Peter Quill, conhecido como Senhor das Estrelas ou Star-Lord, no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

Em entrevista ao podcast “The Bingeworthy”, durante a divulgação da segunda temporada de “The Terminal List”, o ator afirmou que já conversa com os executivos do estúdio sobre o retorno do personagem.

“Tenho um ótimo relacionamento com Kevin [Feige] e Lou [D’Esposito], e temos tido conversas constantes sobre como cumprir essa promessa, além de ações concretas para garantir que a cumpramos”, disse Pratt no programa.

O ator confirmou que o herói voltará a aparecer, mas não revelou quando isso acontecerá. “Então, sim, vocês verão o Senhor das Estrelas novamente, o que é muito emocionante. Mas não posso dizer quando isso vai acontecer, mas ele não vai a lugar nenhum”, afirmou.

O retorno do personagem é aguardado desde o final de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, lançado em 2023. Na cena que encerra o filme, Peter Quill retorna à Terra e reencontra o avô. Depois, uma mensagem na tela anuncia: “O lendário Senhor das Estrelas retornará”.

Apesar da promessa, a Marvel ainda não anunciou oficialmente em qual produção o herói voltará. Há especulações de que ele possa aparecer em “Vingadores: Guerras Secretas”, previsto para dezembro de 2027, mas a participação de Pratt não foi confirmada.

Chris Pratt interpretou Peter Quill em diferentes produções do estúdio, incluindo os três filmes de “Guardiões da Galáxia”, “Vingadores: Guerra Infinita”, “Vingadores: Ultimato” e “Thor: Amor e Trovão”.

“Visionquest”, saiba tudo sobre a nova série da Marvel

Cinema e streaming, la rivincita dei film italiani: il pubblico torna in sala e guarda sulle piattaforme. I successi: da Buen Camino a La Grazia

22 October 2026 at 13:59

Sorpresa! Il cinema in sala e i film in streaming – in primis i titoli italiani – non si guardano più in cagnesco, anzi si compenetrano con risultati quantitativi di rilievo. C’è grande euforia attorno ai dati snocciolati all’ultima edizione del MIA (Mercato Internazionale dell’Audiovisivo), nella ricerca promossa da ANICA intitolata “Il consumo dei film in Italia: il pubblico tra esperienza in sala e altri schermi”. A partire dalla sottosegretaria del Mibact, Lucia Borgonzoni, che in un affollato panel di addetti ai lavori ha cantato vittoria: “Sembrava che col Covid la sala dovesse scomparire. Si diceva che con le piattaforme i cinema avrebbero chiuso tutti, invece i film (quelli italiani, ndr) vanno visti in tutte le fasi del loro sfruttamento oltre la sala”.

Già, perché cifre e percentuali mostrati dal presidente ANICA, Alessandro Usai, e dal responsabile della ricerca, Michele Casula, dicono che le sale si stanno riprendendo grazie agli under 35 e che molti film italiani già di successo al cinema hanno un’ulteriore lunga vita sulle piattaforme streaming, dove peraltro si sono “accasciati stancamente” (il termine lo ha usato Paolo Orlando di Medusa Film) gli over 50, oramai ben oltre il 50% del pubblico pagante tra le piattaforme online (erano sul 35% dieci anni fa).

Intanto, il motivo di tanti ampi sorrisi tra gli operatori del settore riguarda un primo dato: confrontando il numero di biglietti venduti tra il 2018 e il primo semestre 2019 con quelli del 2025 più il primo semestre 2026, si passa da 29 milioni e 500mila a 29 milioni e 600mila. Insomma, il gap Covid sembra rimarginato.

Ma andiamo con ordine. Sui 68 milioni di ingressi calcolati nel 2025 sono disponibili diversi dati disaggregati. A partire dal fatto che a tirare il rilancio del ritorno in sala sono per il 56% gli under 35 (che rappresentano il 31% della popolazione italiana), con un exploit della fascia 15-24 anni, che stacca più biglietti rispetto al periodo pre-pandemia. Al contrario, gli over 50, che sono il 50% della popolazione, stazionano sul 25%. In pratica, questi ultimi stanno ricominciando a tornare lentamente in sala, ma staccano meno di due biglietti a testa all’anno, mentre gli under 35 sono tra 4 e 5 biglietti a testa.

E ancora: tra il primo semestre 2025 e il primo semestre 2026 si passa da 18 milioni di teste in sala a 22 milioni, escludendo peraltro i risultati di blockbuster campioni d’incassi estivi come Odissea e Spider-Man: Brand New Day, usciti a luglio ’26.

Ma oltre l’ottimismo della matematica c’è qualcosa in più. Perché una parte della ricerca presentata al MIA ha voluto testare anche l’interazione tra sala e streaming, riportando risultati curiosi e inattesi nel lasso temporale di quattro settimane (20 maggio-20 giugno 2026). Sono 32 milioni le visioni di film sul divano di casa, a fronte di 4,2 milioni di biglietti in sala. Su questa cifra il cinema italiano “pesa” per quasi un 20%, contro un 8% in sala nello stesso periodo.

Un risultato ancor più alto se si guarda ai film nuovi, ovvero quelli appena approdati sui servizi pay: su 9,3 milioni di visioni di film nuovi in totale, ben 3 milioni riguardano film italiani, attestandosi sul 32%. “Il cinema italiano va molto bene sui servizi pay, meglio ancora se di produzione recente”, spiegano da ANICA.

Basta guardare la top ten generale, dove sono presenti ben quattro film di produzione italiana, tutti già usciti in sala e con notevole successo di pubblico. Se poi prendiamo la top ten italiana in streaming, svetta sì Buen Camino di Zalone/Nunziante (Netflix), che dopo pochi mesi dalla fine della sua marcia trionfale in sala continua a macinare numeri da capogiro sul piccolo schermo, ma a poche incollature ci sono Diamanti di Ozpetek – visto e rivisto in continuazione da quasi un anno e mezzo – e Le cose non dette di Muccino.

Curioso che poi film che non sono andati benissimo in sala, come Agata Christian, Due cuori e due capanne, La Grazia di Sorrentino e Il Maestro di Di Stefano, siano come rinati in streaming, ricoprendo il quarto, quinto, sesto e settimo posto. Nella top ten Italia delle visioni sul piccolo schermo casalingo o smart, solo all’ottavo posto c’è una produzione esclusiva per l’online di Prime Video: Non è un paese per single. Mentre continua la sua eterna presenza tra i primi dieci film più visti C’è ancora domani della Cortellesi.

Infine, gli uomini sorpassano di nuovo in percentuale le donne sia in sala sia in streaming, mentre comincia a farsi largo una bella percentuale di puristi dello streaming, circa il 30%, che dichiara di non frequentare mai la sala, pur consumando il prodotto film (e tanto cinema italiano) sui servizi pay.

L'articolo Cinema e streaming, la rivincita dei film italiani: il pubblico torna in sala e guarda sulle piattaforme. I successi: da Buen Camino a La Grazia proviene da Il Fatto Quotidiano.

Filme “Memórias do Cárcere” de Sérgio Graciano estreia-se hoje nos cinemas

22 October 2026 at 13:21

O filme “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, a partir de um livro de memórias e de histórias de Camilo Castelo Branco passadas na prisão, estreia-se hoje em mais de 30 salas de cinema.

O filme, produzido pela Leopardo Filmes, é uma adaptação da obra “Memórias do Cárcere”, de Camilo Castelo Branco, e um dos últimos projetos a envolver o argumentista Carlos Saboga, que morreu em março passado.

A produtora descreve o filme como “um fascinante e vívido retrato” de Camilo Castelo Branco (1825-1890), quando esteve preso com Ana Plácido, no Porto, por causa de um “célebre processo por adultério que abalou a sociedade portuguesa do século XIX”.

No livro, Camilo Castelo Branco não só recorda as condições em que encarcerado na antiga Cadeia da Relação do Porto – onde escreveu o romance “Amor de Perdição” – como relata personagens e histórias de crime de outros reclusos.

O elenco do filme conta com Albano Jerónimo e Maria João Bastos nos principais papéis, além de Paulo Pires, Afonso Pimentel, João Pedro Vaz, Marcello Urgeghe e Adriano Carvalho, entre outros.

De acordo com a Leopardo Filmes, “Memórias do Cárcere” chega a mais de 30 salas de cinema, dias antes de ser apresentado em competição no Festival Internacional de Cinema de Tóquio, que começa no dia 26.

O filme tem estreia assegurada em França em março de 2027.

“Memórias do Cárcere” é o segundo filme realizado por Sérgio Graciano a estrear-se este ano nos cinemas portugueses, depois de “Playback”, dedicado ao músico Carlos Paião, que chegou às salas em agosto.

Sérgio Graciano tem no currículo a realização de várias produções para televisão, como as séries “Conta-me como foi” e “Auga Seca”, o programa “Último a Sair” e as telenovelas “Laços de Sangue” e “Prisioneira”.

Em 2012 estreou a primeira longa-metragem de ficção, “Assim Assim”, à qual se seguiram, entre outros, “Uma vida à espera” (2016), “Perdidos” (2017), “Linhas de sangue” (2018), “O som que desce na terra” (2021) e “Soares é fixe” 2024.

Com a Leopardo Filmes Sérgio Graciano também fez o filme “Os papéis do Inglês” (2024), a partir de uma trilogia literária de Ruy Duarte de Carvalho, e prepara, segundo esta produtora, o filme “Os Adeuses”, numa adaptação de uma obra de Juan Carlos Onetti e que será protagonizada pelo produtor Paulo Branco.

Arthur Harari: "Um filme ganha vida quando nos escapa"

22 October 2026 at 10:05
Entrevista com o cineasta francês sobre "A Desconhecida", que se estreia agora em Portugal. Uma obra que não procura tranquilizar o espectador nem esclarecer todas as suas dúvidas. 

© Getty Images for IMDb

Arthur Harari, sobre “A Desconhecida”: “Precisava de dar ao filme uma identidade própria, mesmo sem saber ainda exactamente o que ele viria a ser”

Três filmes para ver esta semana

22 October 2026 at 06:30
A farsa "A Comédia Francesa", o policial "The Moneymaker — O Falsificador", e "Memórias do Cárcere", de Sérgio Graciano, segundo o livro de Camilo, são as escolhas da semana de Eurico de Barros.

"A Comédia Francesa" é uma hilariante farsa passada nos bastidores da Comédie-Française

L’estranea, da Bari a Roma l’incubo corre verso gli Oscar: Jasmine Trinca e Valeria Bruni Tedeschi nel thriller che non dà tregua

22 October 2026 at 06:30

Un film potente, originale e aperto a molteplici interpretazioni. Da vedere, possibilmente senza aspettarsi di uscire dalla sala particolarmente rasserenati

Tra le strade di San Lorenzo e una Capitale assediata dalla pioggia prende forma il dramma familiare diretto da Paolo Strippoli. Un film psicologico inquietante e visionario, scelto per rappresentare l’Italia agli Oscar 2027, che esplora il prezzo dei desideri e l’illusione di poter controllare il destino.

A volte basta alterare la percezione della realtà, incrinare le certezze e trasformare ciò che appare familiare in qualcosa di profondamente minaccioso. È su questo terreno che si muove il nuovo lungometraggio di Strippoli, un’opera che fin dalle sequenze iniziali avverte il pubblico, senza bisogno di dichiararlo: allacciate le cinture, perché i prossimi 115 minuti non saranno una passeggiata.

L’obiettivo è generare inquietudine, disagio, un senso crescente di instabilità. E da questo punto di vista il risultato è pienamente raggiunto. L’estranea è un film che non cerca di piacere a tutti, né di rassicurare chi guarda. Preferisce turbare, insinuare dubbi e lasciare addosso una sensazione sgradevole ma cinematograficamente stimolante.

Una regia che aggredisce i sensi: immagini, musica e suoni diventano protagonisti

Strippoli costruisce un universo visivo e sonoro nel quale ogni elemento contribuisce a destabilizzare lo spettatore. La macchina da presa non si limita a registrare gli avvenimenti, ma si muove incessantemente, gira attorno ai personaggi, li osserva da prospettive impreviste e talvolta sembra volerli imprigionare.

La colonna sonora irrompe con volumi elevati, gli effetti acustici assumono frequenze taglienti, mentre le luci colorate accentuano il carattere quasi allucinatorio di alcune sequenze. Nulla appare casuale: fotografia, montaggio, musica e regia partecipano alla costruzione di un unico organismo narrativo, nervoso e soffocante.

Per certi aspetti viene in mente il cinema di Paolo Sorrentino, soprattutto quello de Il divo, dove suono e immagine si fondono in una rappresentazione fortemente stilizzata. Ma mentre Sorrentino utilizza questa combinazione per creare un universo affabulatorio, barocco e visionario, Strippoli la trasforma in uno strumento di pressione psicologica.

Emblematica, in questo senso, la sequenza ambientata durante i festeggiamenti per la vittoria dell’Italia ai Mondiali di calcio del 2006. L’euforia collettiva diventa una cornice straniante, nella quale il rumore della festa sembra amplificare anziché cancellare l’angoscia individuale.

Da Bari a Roma, una famiglia perfetta e un patto con il destino

La vicenda prende forma a Bari, alla fine degli anni Novanta, all’interno della famiglia Colonna. Una famiglia dell’alta borghesia, economicamente agiata, apparentemente felice e convinta di avere davanti un futuro luminoso.

Anna, interpretata da Jasmine Trinca, e il marito Walter, cui dà volto Adriano Giannini, ripongono grandi aspettative nei figli Alice e Tobia. Il successo sembra un diritto acquisito, la felicità una condizione destinata a durare. Ma il destino, come spesso accade nel cinema e ancor più frequentemente nella vita, non sottoscrive contratti a tempo indeterminato.

Una successione di eventi drammatici incrina progressivamente quella costruzione di certezze, mettendo Anna davanti a un interrogativo terribile: fino a che punto è lecito spingersi per salvare ciò che si ama? È proprio quando la disperazione raggiunge il suo culmine che compare una figura misteriosa, interpretata da Valeria Bruni Tedeschi. Un’estranea dotata di poteri inspiegabili, capace di offrire una via d’uscita dalle tragedie familiari. La sua proposta è apparentemente semplice: rimediare a una sventura in cambio di un sacrificio. Naturalmente, il prezzo potrebbe rivelarsi molto più alto del previsto.

L’ambientazione romana

Il racconto si sviluppa su due piani temporali. Al passato barese si contrappone la Roma contemporanea, dove Anna si presenta nell’appartamento della figlia Alice, interpretata da Romana Maggiora Vergano, per rivelarle il segreto che ha segnato l’esistenza della famiglia. La Capitale non rappresenta soltanto una seconda ambientazione geografica, ma diventa lo scenario nel quale i conti rimasti in sospeso tornano drammaticamente a galla.

Da San Lorenzo a Termini, le location del film

La presenza romana non è affatto marginale. L’estranea è stato girato anche nella Capitale, utilizzando ambientazioni riconoscibili, soprattutto nel quartiere San Lorenzo, nella zona della stazione Termini e in diverse strutture ospedaliere. Tra le location figurano via degli Ausoni, lo scalo ferroviario osservato dall’alto, l’Ospedale San Camillo, l’American Hospital e gli studi cinematografici di via Tiburtina. Anche l’appartamento romano di Alice, spazio fondamentale per la costruzione della tensione narrativa, è legato a questo contesto urbano. Non siamo, tuttavia, davanti alla Roma monumentale delle cartoline, dei palazzi del potere o delle terrazze mondane. Strippoli sceglie una città più quotidiana, contemporanea e claustrofobica.

La pioggia incessante che accompagna il confronto tra madre e figlia finisce per trasformare l’ambiente urbano in una proiezione dello stato d’animo dei personaggi. Roma perde progressivamente i propri contorni rassicuranti, diventando uno spazio ostile, nel quale il passato sembra impossibile da tenere fuori dalla porta. Un utilizzo della Capitale particolarmente interessante: una città che non viene celebrata, ma coinvolta nella costruzione dell’incubo. E che contribuisce alla riuscita di un film finanziato anche attraverso il programma regionale Lazio Cinema International.

Jasmine Trinca e Valeria Bruni Tedeschi, due interpretazioni che reggono il film

Uno degli aspetti più convincenti del lungometraggio è il confronto tra le due protagoniste. Jasmine Trinca conferma la maturità artistica raggiunta attraverso una successione di interpretazioni di notevole spessore. La sua Anna è una donna complessa, attraversata dalla paura e dal bisogno quasi ossessivo di conservare il controllo sulla propria esistenza. Non è soltanto una madre disposta a tutto per proteggere i figli. È anche una donna che desidera sentirsi indispensabile, determinante nelle scelte familiari, capace di indirizzare gli eventi secondo la propria volontà. Il suo dramma nasce proprio dallo scontro tra questa necessità di controllo e l’imprevedibilità della vita.

Valeria Bruni Tedeschi, dal canto suo, costruisce una presenza inquietante senza dover necessariamente ricorrere agli espedienti più convenzionali del cinema horror. La sua estranea possiede un’ambiguità quasi naturale, una capacità di oscillare tra apparente benevolenza e minaccia che rende il personaggio particolarmente efficace. Ma chi è davvero questa donna? Una manifestazione del male? Una creatura soprannaturale? La personificazione del destino, del senso di colpa o delle pulsioni più oscure dell’essere umano?

La sceneggiatura, firmata dallo stesso Strippoli insieme a Salvatore De Chirico, evita opportunamente di offrire una spiegazione univoca. Ed è proprio questa libertà interpretativa a costituire uno dei principali elementi di interesse dell’opera.

Non soltanto horror: il vero mostro è l’illusione di controllare la vita

Ridurre L’estranea a un film horror sarebbe limitante. L’opera attraversa diversi territori narrativi: il dramma familiare, il thriller psicologico, il fantastico e persino la tragedia morale. Al centro non c’è semplicemente una presenza minacciosa, ma un interrogativo antico quanto l’umanità: che cosa siamo disposti a sacrificare pur di cambiare il corso degli eventi? Il riferimento al patto faustiano è evidente. Tuttavia, Strippoli lo rilegge attraverso le dinamiche di una famiglia contemporanea, facendo emergere le contraddizioni che possono nascondersi dietro l’amore, l’ambizione e il desiderio di protezione.

La forza del film risiede nella capacità di trasformare un racconto soprannaturale in una riflessione sulla fragilità delle certezze borghesi, sulla maternità e sul confine, spesso incerto, tra generosità ed egoismo. Non tutto è immediatamente decifrabile e alcune scelte stilistiche possono risultare persino eccessive. Ma si tratta di eccessi che appartengono alla personalità del film, non di semplici esercizi di virtuosismo.

Da Venezia a Toronto, fino alla corsa agli Oscar 2027

La carriera internazionale de L’estranea conferma la particolarità del progetto. Coproduzione tra Italia, Francia e Belgio, il film è stato presentato in concorso all’83ª Mostra Internazionale d’Arte Cinematografica di Venezia, dove ha conquistato il Premio ARCA CinemaGiovani come miglior film italiano, per poi ottenere il secondo posto nel premio del pubblico della sezione Midnight Madness al Toronto International Film Festival. A settembre è arrivata anche la designazione ufficiale dell’Italia per la categoria Miglior film internazionale agli Oscar 2027. Una scelta tutt’altro che scontata, considerando che tradizionalmente il nostro cinema si presenta agli Academy Awards con opere drammatiche, storiche o fortemente legate alla tradizione autoriale nazionale.

Il giudizio: un film coraggioso, imperfetto e decisamente da vedere

L’estranea non è un’opera accomodante. Richiede attenzione, disponibilità a confrontarsi con immagini disturbanti e una certa tolleranza verso un’esperienza sonora e visiva talvolta volutamente esasperata. Eppure, proprio nella sua capacità di spingersi oltre i confini consueti del racconto cinematografico, trova la propria identità.

Strippoli dimostra di possedere una personalità registica riconoscibile e il coraggio di percorrere territori ancora relativamente poco frequentati dal cinema italiano contemporaneo. La sua ambizione non è soltanto spaventare, ma utilizzare la paura per indagare le debolezze umane.

Alla fine della proiezione rimane una domanda in sospeso: siamo davvero padroni delle nostre scelte oppure trascorriamo l’esistenza cercando disperatamente di convincerci di esserlo?

L'articolo L’estranea, da Bari a Roma l’incubo corre verso gli Oscar: Jasmine Trinca e Valeria Bruni Tedeschi nel thriller che non dà tregua proviene da Affaritaliani.it.

Jaafar Jackson revela meta quebrar recordes no cinema com filme “Michael”

22 October 2026 at 02:00

O ator e sobrinho de Michael Jackson (1958-2009), Jaafar Jackson, 30, abriu sobre um sonho que tinha ao ingressar na cinebiografia do tio, “Michael”, que chegou aos cinemas em abril deste ano.

Para a revista Variety, Jaafar, que dá vida ao tio nas telas, falou que, dois anos antes de começar as gravações do longa, ele desejava a história do tio superasse o sucesso da cinebiografia do vocalista da banda Queen, Freddy Mercury. “Escrevi uma lista de objetivos que queria alcançar, e um deles era superar ‘Bohemian Rhapsody’ e ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão”, lembrou.

Os sonhos de Jaafar se realizaram e, com fôlego: menos de dois meses após sua estreia, “Michael” se tornava a maior cinebiografia musical, superando “Bohemian Rhapsody”, dez dias depois se tornava a maior cinebiografia da história do cinema, superando “Oppenheimer”; e em julho se tornou a primeira e única cinebiografia a passar a faixa de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) em bilheteria.

“Quando isso aconteceu, fiquei bastante emocionado. Senti orgulho, porque sei o quanto Michael estaria orgulhoso. Ele queria quebrar muitos recordes, e eu não poderia estar mais grato por este ter sido o caso”, revelou em entrevista. Ele lembrou também ter conhecido Rami Malek, que interpretou Mercury nos cinemas, e que ele foi “extremamente simpático”.

O longa, que foi o primeiro trabalho com atuação de Jaafar, fez com o jovem ator passasse por dois anos de preparação para interpretar o tio após ele ser escalado. Além de construir um acervo de músicas, ensaios, demos, ele teve que ajustar a sua forma de falar para parecer mais com Michael. O mais difícil para ele foi aprender os movimentos de dança que marcaram a carreira de Michael.

“Nos ensaios, o mais desafiador era ficar na ponta dos pés, porque fazer isso repetidamente machuca. Eu me machuquei muitas vezes. Esse movimento foi um problema para mim. Passei a ter um respeito totalmente novo pelos bailarinos”, refletiu e acrescentou que a quantidade de ensaios permitiu que, no dia da gravação de “Bad”, ele se sentisse livre no palco. “Eu estava presente no momento e isso foi divertido.”

Sobre a recepção dos Jackson ao seu trabalho para reviver Michael, Jaafar disse que recebeu muito apoio e se emocionou com a reação da família. “(Pai) Ele me ligou para dizer o quão incrível foi ver seu filho interpretando seu irmão e não conseguir notar a diferença em tantos momentos. Eu disse que era um grande elogio, sendo seu filho, conseguir convencer de que era realmente seu irmão no filme. Ele disse que sentia falta de Michael, e que me ver na tela trouxe de volta a presença que eu transmitia em alguns daqueles momentos mais tranquilos. Foi a maior recompensa.”

Veja as músicas mais ouvidas do cantor Michael Jackson, o Rei do Pop

 

Nicolas Cage surge irreconhecível em trailer de novo filme; assista

21 October 2026 at 21:41

O ator Nicolas Cage, 62, surpreendeu os fãs ao aparecer irreconhecível no trailer do filme “Best Pancakes in the County”. Com próteses no rosto e maquiagem, ele se transformou no personagem S.O.B.

O teaser lançado nesta terça-feira (20) mostrou detalhes do novo thriller policial escrito e dirigido por Ken Sanzel. A história gira em torno de uma lanchonete de uma pequena cidade que se torna o local de um violento confronto envolvendo agentes federais desonestos.

Leia Mais:

Além de Cage, estão no elenco os atores Justin Long, Lauren German, Brandon Mychal Smith, Shelley Hennig, Ravi Patel, Kelly Greyson, Jaylen Moore, Michael Sirow, Tetiana Dar, entre outros.

O último lançamento do ator foi “Spider-Noir”, série do Prime Video, que foi liberada em maio de 2026.

O título é baseado na história em quadrinhos da Marvel, “Spider-Man Noir”, e conta a história de Ben Reilly (Cage), um investigador particular envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade.

Assista ao trailer

Nicolas Cage diz ter “pavor” de inteligência artificial

“Cara-de-Barro” transforma tragédia em horror visceral; saiba mais

21 October 2026 at 20:01

Conhecido como um dos vilões do universo do Batman, o “Cara-de-Barro” ganha, pela primeira vez, um filme solo. Com direção de James Atkins (“Não Fale o Mal”) e roteiro de Mike Flanagan (“A Maldição da Residência Hill”), a produção aposta no body horror — subgênero marcado por transformações e mutilações corporais — sem abrir mão do drama, do romance e da complexidade de seus personagens. A CNN Brasil assistiu ao longa-metragem durante a pré-estreia e traz primeiras impressões sobre a produção.

A trama acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), uma estrela em ascensão de Hollywood que se transforma em um temido homem movido por vingança quando a ambição científica o desvia de sua identidade e humanidade. O longa estreia na próxima quinta-feira (22).

O filme não economiza nas sequências perturbadoras. A transformação do corpo é explorada de maneira visceral, com imagens que provocam desconforto e fazem jus à proposta de body horror, elemento já visto em outras produções populares, como “A Pele que Habito” (2011) e “A Substância” (2024).

A relação do protagonista com a beleza e aparência física ajuda a construir seus conflitos, vulnerabilidades e a maneira como ele enxerga a si mesmo. O corpo mutilado de Matt Hagen vai além de ser apenas um elemento visual do horror, se transformando em uma extensão de seus conflitos internos.

Além do terror

Apesar da brutalidade de determinadas sequências, o filme também encontra espaço para a sensibilidade. O romance entra nessa construção, oferecendo uma perspectiva mais íntima sobre o protagonista. Elementos dramáticos ajudam a aprofundar a atmosfera, construída sob o terror, tornando as consequências de sua transformação ainda mais significativas.

O longa oferece um vislumbre ainda de Gotham City, mas não depende de grandes conexões com outras produções ou de referências constantes aos quadrinhos para justificar sua existência. A cidade funciona como parte do universo em que a história acontece e se conecta com a dramaticidade do protagonista.

E, para quem conhece o personagem dos quadrinhos, o desfecho reserva uma recompensa. Sem entregar os acontecimentos finais, é possível dizer que a conclusão recupera elementos apresentados anteriormente e encerra a trajetória de maneira coerente com o caminho percorrido, oferecendo também um momento especialmente significativo para os fãs da DC.

O filme também é estrelado por Naomi Ackie, David Dencik, Max Minghella, Eddie Marsan, Nancy Carroll e Joshua James.

Assista ao trailer de “Cara-de-Barro”

Halloween 2026: saiba qual filme de terror do ano é o mais buscado

 

“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi”, Julianne Moore alla Festa del Cinema di Roma. Jesse Eisenberg le cuce addosso un ruolo tra teatro, comicità ed emancipazione

21 October 2026 at 17:45

“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi. È un percorso. Non importa da dove parti, dove vivi, chi sei. Conta che a un certo punto arriva una rivoluzione dentro di te e la devi vivere. E sono felicissima e grata a Jesse per questo ruolo che mi ha riempito di gioia”. Non si percepisce alcun filtro nelle parole grate ed entusiastiche di Julianne Moore, alla 21esima Festa del Cinema di Roma dove riceverà il Premio alla Carriera e dove accompagna, da protagonista, il terzo film di Jesse Eisenberg, The Debut.

Una commedia brillante che sa di “lettera d’amore” al teatro (“ma quello amatoriale, un po’ buffo, casalingo…” chiosa l’attore e regista americano) ma che è anche, e soprattutto, il ritratto di una donna rimasta bambina che “cresce” grazie all’esperienza terapeutica della recitazione teatrale. Mona è infatti una timidissima casalinga del New Jersey, moglie e madre di figli laureandi. Ha trascorso l’esistenza nell’invisibilità, nella distrazione della famiglia d’origine e ora nell’indifferenza di quella da lei formata. Quando si appresta a fare un provino per un ruolo secondario nel musical teatrale “Vicini ficcanaso” non sa cosa l’attende.

Scritto e pensato da Eisenberg appositamente per Moore, il film la vede impegnata in uno dei personaggi più vibranti della sua carriera, ruolo che Julianne esprime con il talento che la contraddistingue e che, probabilmente, la proietterà nella corsa verso un suo secondo premio Oscar. “Jesse in realtà mi ha donato due ruoli. Uno era quello di Mona, molto timida, servile, invisibile. L’altro era quello della mutazione in Miss Danielle, il personaggio teatrale. Il teatro le fa da psicoterapia verso un’emancipazione organica, la fa diventare adulta”, spiega l’attrice ben lontana dal dimostrare i suoi 65 anni. The Debut, di fatto, è un film sul doppio processo: da una parte, quello di assunzione di una maschera, ovvero di ingresso in un personaggio immaginario, dall’altra quello di costruzione di una personalità che non ha mai avuto l’opportunità di formarsi. Partner perfetto in questi siparietti di training teatrali è Paul Giamatti, che interpreta il regista “psicologo” della povera Mona. E Julianne è clamorosa nel tradurre sul proprio corpo e voce lo shock di Mona vs Miss Danielle, dove una combatte contro l’altra, in un gioco di maschere eccezionale.

“Spesso ci viene chiesto dove si incontrano la vita dell’attore e quella dei suoi personaggi. Per quanto mi riguarda, il mio metodo consiste nell’avvicinarmi quanto più possibile al mondo emotivo dei personaggi che incarno. La collisione arriva gradualmente, e si compie quando le nostre soggettività, cioè le percezioni di mondo e le emozioni che esse comportano, arrivano quasi a coincidere. È proprio per tutto questo che amo il mio lavoro”, sottolinea Moore. Ed è dunque meraviglioso vederla nella sua “mutazione” comportamentale che entra fin troppo nel suo personaggio fino a diventarlo, in un crescendo del film che tocca notevoli toni di comicità. “È basato sulla mia vita”, spiega Eisenberg. “Da bambino frequentavo la comunità teatrale per via della mia famiglia. Il tono che ho voluto in The Debut è surreale, non realistico. Ma le emozioni che lo attraversano sono assolutamente agganciate alla realtà. Quanto a Julianne: senza di lei non ci sarebbe stato alcun Debut. È un’attrice drammatica favolosa ma è anche un… clown!”

The Debut, già osannato al Festival di Toronto, sarà nelle sale italiane dal 1° gennaio e certamente cavalcherà la Award Season in diverse categorie. Nella giornata dedicata ai “debutti”, è giusto dedicare alcune parole al film concorrente Ulya del lettone Viesturs Kairiss. Opera virtuosa in bianco e nero, racconta la biografia della leggendaria giocatrice di basket lettone Uļjana Semjonova, dotata della straordinaria altezza di 2,13 metri. Il film, che ha visto la sua première al Festival di Cannes, mette a fuoco la sua difficile adolescenza, le origini contadine nella Lettonia sovietica del 1964, il “debutto” nel basket, il bullismo, la solitudine, ma anche i sogni, le speranze e le gioie che nel tempo seppe costruirsi. Un film interessante, visivamente vibrante, e con un protagonista prodigioso – Kārlis Arnolds Avots – che ha voluto a tutti i costi vestire i panni della giovane e collaborare alla sceneggiatura. È il candidato della Lettonia ai prossimi Oscar.

L'articolo “Non è mai troppo tardi per diventare se stessi”, Julianne Moore alla Festa del Cinema di Roma. Jesse Eisenberg le cuce addosso un ruolo tra teatro, comicità ed emancipazione proviene da Il Fatto Quotidiano.

Christopher Lloyd, de “De Volta para o Futuro”, vem ao Brasil para CCXP 26

21 October 2026 at 16:18

O ator americano Christopher Lloyd, 87, mundialmente reconhecido por interpretar o Dr. Emmett “Doc” Brown na trilogia “De Volta para o Futuro”, virá ao Brasil pela primeira vez para marcar presença na CCXP 26, maior evento de cultura pop da América Latina.

Lloyd estará na convenção de 3 a 6 de dezembro, com sessões no “Fotos & Autógrafos”. O artista também marcará presença no Palco Thunder, no dia 4, e no Palco Omelete, no dia 6.

A trilogia de filmes dirigidos por Robert Zemeckis tornou Doc Brown um dos personagens mais emblemáticos da história do cinema. Além da franquia, o ator acumula atuações como o vilão Juiz Doom em “Quem Enquadrou Roger Rabbit?”, o sombrio Tio Fester em “A Família Addams” e o Comandante Klingon Kruge em “Jornada nas Estrelas III: Em Busca de Spock”. Nos últimos anos, integrou o elenco da série “O Mandaloriano” (2019).

O festival de cultura pop está marcado para os dias 3, 4, 5 e 6 de dezembro, na São Paulo Expo, na capital paulista. Os ingressos para a CCXP26 podem ser adquiridos pelo site oficial da Mundo Ticket.

O público pode escolher entre ingressos diários, entrada para todos os dias e o ingresso Coringa — novidade que permite definir a data de visita mais próxima ao evento —, Unlock Business e Unlock + CCXP.

Sylvester Stallone revela motivo que o impede de se aposentar; saiba qual

 

Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

21 October 2026 at 15:39

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

21 October 2026 at 15:39

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

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