O Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Albufeira deteve, , no dia 20 de outubro, um jovem, de 20 anos, suspeito do tráfico de droga, após perseguição.
A primeira edição da INCULTA – Iniciativa Cultural Álvaro de Campos | Tavira –, que decorreu de 15 a 17 de outubro na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, confirmou a palavra como ponto de encontro entre escola, criação e comunidade. Organizada pela Casa Álvaro de Campos, em parceria com o Município e os Agrupamentos de […]
O Município de Tavira abriu concurso público para a concessão de sete lojas nos mercados municipais de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira. Os interessados podem apresentar propostas até às 17h00 de 19 de novembro, com valores mínimos de compensação entre 250 e cinco mil euros, consoante o espaço.
O concurso abrange três lojas no Mercado Municipal de Tavira, uma no Mercado de Cabanas de Tavira e três no Mercado da Luz de Tavira, destinadas ao desenvolvimento de atividades comerciais, de serviços ou de restauração.
Os valores mínimos de compensação são de cinco mil euros para cada uma das três lojas do mercado de Tavira e de mil euros para a loja designada “Padaria”, em Cabanas de Tavira. Na Luz de Tavira, os montantes fixados são de 500 euros para a loja “Verde” e de 250 euros para cada uma das lojas “Vermelha” e “Azul”.
As concessões podem ter uma duração máxima de dez anos, incluindo eventuais renovações.
Com este procedimento, a autarquia pretende atrair novos negócios, reforçar a atividade económica local e valorizar os mercados municipais enquanto espaços de comércio e de proximidade.
As peças do concurso e as restantes informações estão disponíveis nos serviços municipais e no sítio oficial do Município de Tavira.
O presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina, revela que decidiu agir para acabar com uma lixeira a céu aberto e mais de 45 carros abandonados num terreno da autarquia, no Beco do Sol.
A primeira edição da INCULTA – Iniciativa Cultural Álvaro de Campos, que decorreu de 15 a 17 de outubro na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, confirmou“a palavra como ponto de encontro entre escola, criação e comunidade”.
Na exposição “Os Campos de Álvaro de Campos”, inaugurada a 15 de outubro, os trabalhos plásticos dos jovens revelaram “leituras pessoais, sensíveis e criativas” da obra do poeta e de outros criadores.
Na oficina “Ritmo e Poesia — Do Beat ao Videoclipe”, os versos da Ode Triunfal de Campos ganharam “novo fôlego” através do hip-hop e da criação videográfica Rap Triunfal. Também foi apresentada a performance “O menino de sua mãe”, integrada no projeto CriarLab.
A organização considera que a contribuição ativa de alunos e professores foi um dos “traços mais marcantes desta edição”. O empenho dos docentes foi decisivo para integrar as artes no percurso educativo. Os Diálogos INCULTA, com Manuel Moya, Ana Cristina Matias, Adriana Nogueira, Pedro Prista e Lídia Jorge distinguiram-se pela “profundidade e originalidade” das intervenções. Os autores e investigadores convidados apresentaram propostas de reflexão sobre Álvaro de Campos e as relações entre “palavra, cultura, identidade, território, alteridade e lusofonia”.
Já o espetáculo “Mulheres” finalizou o programa e devolveu voz a autoras algarvias pouco conhecidas, cruzando poesia, performance e música.
A iniciativa foi organizada pela Casa Álvaro de Campos, em parceria com o Município e os Agrupamentos de Escolas Dr. Jorge Augusto Correia e D. Manuel I.
O cantor Ney Matogrosso anunciou que ficará afastado dos palcos por cerca de um mês após passar por uma cirurgia. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (21), o artista afirmou que o procedimento não foi motivado por um problema grave, mas que a recuperação exigirá tempo.
“Não é nada grave, mas é uma coisa demoradinha, que está começando a consertar, mas ainda não está consertada”, explicou o cantor. Ele não informou qual cirurgia realizou.
Por orientação médica, Ney precisará interromper temporariamente a agenda de apresentações. A pausa afetou o show que faria neste sábado (24), em Tiradentes, Minas Gerais, como atração do festival Planeta Tiradentes.
A apresentação, que estava com os ingressos esgotados, foi transferida para 27 de fevereiro de 2027.
Em comunicado, a organização do evento lamentou a mudança e destacou que a recuperação do artista é a prioridade. A equipe também manifestou o desejo de que Ney se restabeleça o mais rápido possível.
Turnê prevista para 2027
O afastamento ocorre meses antes do início da turnê comemorativa dos 85 anos do cantor. Anunciada em agosto, a série de apresentações recebeu o nome de “85 Anos de Ousadia” e prevê shows em capitais brasileiras ao longo de 2027.
A estreia está programada para janeiro, no Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento deve ocorrer em 18 de dezembro, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
Até o momento, Ney não divulgou detalhes adicionais sobre a cirurgia. O período de afastamento informado pelo artista é de aproximadamente um mês, conforme a recomendação médica.
With ‘right to housing protestors’ calling for ‘participation’ in a new protest scheduled for Lisbon on Saturday, president of the government of Madeira, Miguel Albuquerque, has said the equivalent of
No dia 31 de outubro, pelas 21h30, Raquel Tavares apresenta o seu mais recente trabalho no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira.
Após uma pausa na carreira musical, durante a qual explorou “novos caminhos na comunicação e na representação”, Raquel Tavares está de volta e a preparar um novo álbum, retomando o fado.
A cantar desde os sete anos, Raquel lançou o seu álbum de estreia homónimo, em 2006, que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues para “Revelação Feminina”. Dois anos mais tarde, edita Bairro (2008).
Já em 2016 apresenta Raquel, do qual faz parte o sucesso “Meu Amor de Longe” e, logo no ano seguinte, lança Roberto Carlos por Raquel Tavares, que atingiu, em poucos meses, o galardão de platina e lhe deu um Globo de Ouro de “Melhor Intérprete”, em 2017.
Em 2023 aceitou o desafio do Festival Internacional de Fado, atuando em Madrid, Barcelona e Sevilha.
Toda a programação do Teatro pode ser consultada aqui.
Sandra Leal, representing Santa Casa da Misericórdia de Tavira, has been crowned the winner of the second edition of Missão D’Chef, a cooking competition aimed at improving the quality of
Raquel Tavares apresenta o seu trabalho mais recente em Tavira, numa fase em que prepara um novo álbum. O concerto realiza-se no Teatro Municipal António Pinheiro, a 31 de outubro.
O Município de Albufeira anuncia ter iniciado o reforço das equipas escolares com a integração faseada de 20 assistentes operacionais até ao final do mês.
O Futebol Clube de Ferreiras conquistou o primeiro lugar na sessão nacional dos Prémios CLUBE TOP 2026, realizada no dia 17 de outubro, em Lisboa. A distinção reconheceu a qualidade do modelo de gestão aplicado ao futebol feminino do clube, que se destacou entre sete candidaturas.
Com a candidatura “SER ATLETA POR INTEIRO” – Modelo de Governação Estratégica dos 7 pilares no Futebol Feminino”, o clube do concelho de Albufeira apresentou uma visão estratégica que associa “a formação desportiva ao desenvolvimento pessoal e à igualdade de oportunidades”.
“O modelo demonstra como uma gestão estruturada pode contribuir para a sustentabilidade dos clubes e para o seu impacto social junto da comunidade”, explica a autarquia em comunicado.
Os sete clubes finalistas apresentaram e defenderam as suas boas práticas de gestão perante um júri nacional, sendo que o apuramento resultou de um processo de avaliação com várias etapas. Na primeira, cada direção regional selecionou cinco candidaturas. Na segunda, uma destas avançou para a final nacional.
A avaliação considerou “a qualidade, a originalidade e a inovação das propostas”, bem como “o seu impacto junto dos destinatários e a articulação com os parceiros, a sustentabilidade das práticas e a possibilidade de adaptação e aplicação noutros clubes”.
A sessão nacional decorreu no Auditório do Centro de Juventude de Lisboa do Instituto Português do Desporto e Juventude – IPDJ, no Parque das Nações.
Incêndio foi dado como dominado às 06h20, sem causar vítimas. Edifícios principais da fábrica de calçado não foram afetados, disse fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana do Porto.
No primeiro mês de funcionamento, 7668 pessoas procuraram os serviços da nova Loja do Cidadão de Olhão, localizada no Ria Shopping.
Ricardo Veia Calé, presidente da Câmara Municipal de Olhão, destaca que “os números não mentem e comprovam a importância de termos estes serviços mais próximos dos olhanenses”.
“Num mês, conseguimos dar resposta a milhares de pessoas. Agora, os olhanenses podem tratar destes assuntos num único espaço com todas as condições”, destaca o autarca.
Esta era uma resposta há muito aguardada pela população, uma obra que custou 1,9 milhões de euros e que foi financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Na nova Loja do Cidadão, inaugurada a 16 de setembro, estão disponíveis serviços da Autoridade Tributária e Aduaneira, Segurança Social, Instituto dos Registos e do Notariado e do Espaço Cidadão do Município de Olhão.
O Balcão Único concentra a generalidade dos serviços ligados à cidadania e os serviços do Espaço Cidadão, ficando de fora, nesta fase, os serviços de Urbanismo, Espaço Público e Publicidade, cuja tramitação continua a ser assegurada nas instalações do Município, por razões de facilidade e agilidade dos procedimentos.
A nova Loja do Cidadão assegura ainda os registos de cidadão europeu, anteriormente realizados noutros locais.
A Loja do Cidadão de Olhão é a 82.ª loja do género a abrir no país.
O técnico Abel Ferreira fez revelações sobre a preparação do Palmeiras — e a dele próprio — para disputas de pênaltis, além de elogiar o goleiro Carlos Miguel. Nesta quarta-feira (22), o time eliminou o Fluminense nas penalidades e avançou para a final da Copa Libertadores da América.
Abel não assistiu às cobranças, prática comum em todas as disputas que o time teve ao longo dos sete anos da passagem do técnico. O treinador disse que criou um protocolo interno para disputas de penalidades, pois o Palmeiras teve seis derrotas em pênaltis com o técnico. Ele disse que nenhum treino consegue repetir a dificuldade do jogo.
“Todos os pênaltis que tiveram aqui, acho que não vi nenhum. Fiz o trabalho que tinha que fazer com os jogadores durante a semana. Não os preparei para bater, porque, em termos de treino, nada replica a emoção do jogo. Em função de termos perdido muitas disputas, fizemos um protocolo de pênaltis. Perdemos algumas vezes nos pênaltis. Agora, ganhamos por competência, mérito e preparação”, explicou.
Carlos Miguel foi o responsável por defender a cobrança de Nonato. O goleiro também pegou na fase anterior, quando o Palmeiras eliminou a LDU nos pênaltis. Abel Ferreira defendeu o jogador de falhas recentes e deu os devidos méritos.
“Estamos aqui por causa do Carlos Miguel. Nós só estamos a jogar contra o Fluminense por causa do Carlos Miguel. O erro faz parte do crescimento do atleta”, afirmou.
Por fim, Abel Ferreira comentou a experiência dos cobradores, já que quatro atletas que disputaram a última Copa do Mundo bateram e converteram.
“Gostaria muito de vos dizer o que eu faço, mas não há receitas mágicas. Perdemos tantas vezes em pênaltis que decidi criar um protocolo. Seguimos ele. Podemos ganhar ou perder, não temos receita mágica. Nessa situação de pênaltis, é fundamental que os batedores consigam fazer o gol e o goleiro apanhar uma. É muito difícil, por muito que se treine. Já conversei com a presidente e o nosso diretor. Nunca vou conseguir treinar pênaltis com a intensidade emocional do jogo”, concluiu.
A final da Libertadores está marcada para o dia 28 de novembro, sábado, em jogo único realizado em Montevidéu, no Uruguai. A próxima partida do Palmeiras é contra o RB Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro.
La carrera por liderar la Organización Mundial de la Salud (OMS) ya ha comenzado. Entre los siete candidatos propuestos por los países para sustituir a Tedros Adhanom Ghebreyesus como director general de este organismo de la ONU está la española María Neira. Esta médica fue durante años directora del Departamento de Salud Pública y del Medio Ambiente de la OMS y ha centrado una parte importante de su labor en poner el foco en los vínculos entre la salud y el medio ambiente.
O Palmeiras garantiu vaga em sua quarta final de Copa Libertadores sob o comando de Abel Ferreira em sete anos. O Verdão superou o Fluminense nos pênaltis, nesta quarta-feira (21), no Nubank Parque, após perder por 1 a 0 no tempo regulamentar, e agora busca o tetracampeonato do torneio continental.
A equipe alviverde havia vencido o jogo de ida por 2 a 1, no Maracanã, e jogava com a vantagem do empate na volta. A decisão por pênaltis veio após um gol de Hércules pelo Fluminense no segundo tempo da partida de volta.
Com o técnico português, o Palmeiras conquistou as edições de 2020 e 2021 da Libertadores, com vitórias sobre Santos e Flamengo, respectivamente. Em 2025, o time chegou novamente à final, mas ficou com o vice-campeonato ao ser derrotado por 1 a 0 para o Flamengo.
Nas outras participações recentes, o Alviverde foi eliminado na semifinal em 2022 pelo Athletico-PR e em 2023 pelo Boca Juniors. Na temporada de 2024, a equipe se despediu do torneio nas oitavas de final, após ser eliminada pelo Botafogo.
Próximo adversário e detalhes da final
Na edição atual da competição, o Verdão enfrentará o vencedor do confronto entre Flamengo e Estudiantes. As equipes se enfrentam nesta quinta-feira (22), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, com o jogo de ida na Argentina tendo terminado em 0 a 0.
A grande final da Copa Libertadores está marcada para o dia 28 de novembro, um sábado. A decisão será disputada em jogo único, na cidade de Montevidéu, no Uruguai.
Antes da final, o Palmeiras terá compromisso pelo Campeonato Brasileiro neste final de semana, contra o RB Bragantino. O Fluminense, por sua vez, enfrentará a Chapecoense.
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Doveva essere andata così: mentre dormiva lo avevano prelevato, condotto in un rifugio alpino e messo a letto, il più comodo in cui Ludovico Spinazzola si fosse mai svegliato. Solo in questo modo poteva spiegare perché di fronte a sé non avesse la tv che ogni notte lo aiutava a prendere sonno, ma un filare di montagne maestose e innevate.
Alzò la testa dal cuscino quel tanto da permettergli un più agile punto di osservazione. Siccome non bastava, le andò dietro con il busto. La spinta fu così energica che rischiò di ruzzolare giù dal letto: da anni gli addominali non rispondevano con tale prontezza. Pensò che sentirsi leggeri non era normale, non per lui, un sessantenne cardiopatico fortemente sovrappeso. Ma pensò anche che tutto sommato non era una sensazione sgradevole. Un’altra cosa non tornava: sentiva la pelle nuda contro le lenzuola, come se avesse addosso solo un paio di boxer. Che fine aveva fatto la camicia da notte? Per dare una sbirciata là sotto sollevò il piumone con circospezione, e allora sì che per poco non gli venne un colpo.
Quelle non erano la sua pancia né le sue ginocchia, bensì la pancia e le ginocchia di un altro; e mica di un altro qualsiasi, ma di un tizio incomparabilmente più in forma di lui. Non credendo ai propri occhi, portò le mani al viso, prima una, poi l’altra: la barba era scomparsa, i capelli erano ricresciuti. Forse durante la notte era stato sottoposto a una specie di… Una specie di cosa? Non ne aveva la più pallida idea. Nel timore che anche la voce – la sua voce tonante, pastosa – potesse aver subito chissà quale trasformazione, deglutì ricacciando gli strilli in gola.
A costo di sentirsi ancora più ridicolo, Ludovico si alzò e cominciò a saltellare in mezzo alla stanza. In teoria, quella nuova elasticità alle ginocchia avrebbe dovuto entusiasmarlo. In pratica lo annichiliva. Pur di non restare fermo, prese a camminare nervosamente, avanti e indietro. La camera era ampia, scaldata in modo delizioso, arredata con il lusso impersonale degli hotel di alta gamma, il genere di sfarzo moderno per cui Ludovico nutriva avversione. Oltre l’ampia vetrata il paesaggio, rischiarato dal sole del mattino, aveva un aspetto primordiale. Niente di strano se ad animarlo fosse sbucata una famiglia di cavernicoli, con tanto di pelliccia e di clava.
A colmarlo di un sentimento ancora più strano, sospeso tra euforia e sgomento, si aggiungeva un’inedita percezione delle cose intorno. Era come se tutto fosse vivido, a fuoco, e proprio per questo assai più sinistro.
Ansimante, sudato, il battito cardiaco fuori controllo, si piantò di fronte a una porta scorrevole. Qualcosa gli diceva che aprendola avrebbe capito tutto. Esitò. Dopo aver messo alla prova i nuovi polmoni, inalando un’euforizzante scorta di ossigeno, con lentezza fece scorrere il pannello ritrovandosi in una specie di boudoir, un disimpegno rivestito di specchi che divideva la camera da letto dal bagno. A quel punto il solo modo per sfuggire all’evidenza sarebbe stato chiudere gli occhi. Ma ciò che aveva appena scorto era così mostruoso che si impose di tenerli aperti.
Per quanto digiuno di certe cose, non lo era al punto da non rendersi conto che il tizio in cui si era trasformato – eccolo là, riflesso a grandezza naturale, se non per i boxer nudo come un’anguilla, il viso stravolto di chi ha appena visto uno spettro – era Ethan Kaffee. Proprio lui, il divo di Hollywood.
Non che a Ethan le cose andassero meglio, tanto più che di motivi per credersi pazzo ne aveva parecchi anche lui. A cominciare dall’omino minaccioso che gli si era parato davanti. Vietnamita, messicano, eschimese, poteva essere qualsiasi cosa. Ma il punto non era questo. Il punto era che fosse lì e non gli togliesse gli occhi di dosso. Anzi, no, il punto era un altro ancora. Che lui, Ethan Kaffee, si fosse svegliato in un luogo mai visto prima, in stato confusionale, in condizioni fisiche pessime.
Aveva freddo in testa, come se durante la notte lo avessero rapato a zero. Aveva la lingua gonfia, la barba lunga, il respiro corto. Un allarmante formicolio non smetteva di corrergli lungo gli arti intorpiditi. E come se non bastasse la vista era appannata. Doveva calmarsi, riprendere il controllo, non lasciarsi sopraffare. “Non dimenticarlo, Ethan Kaffee è l’uomo senza paura.” Gran bell’incoraggiamento, peccato che Ethan pensasse a sé in terza persona solo quando era davvero terrorizzato.
Con il cuore in gola, serrando disperatamente le palpebre, provò a fare mente locale.
Allora, era andato a letto presto, su questo non c’erano dubbi. Lo faceva sempre nelle settimane che precedevano l’inizio delle riprese, e quell’anno più che mai: all’imminente compleanno di Nostro Signore si sommava il secondo anniversario della morte di Joel, il suo unico figlio. Per questo si era andato a isolare nel suo chalet sulle Montagne Rocciose, con il solito, piccolo staff al seguito – governante, chef, personal trainer e Yael, la bodyguard che aveva rubato alle forze speciali israeliane. Del selvaggio Colorado amava soprattutto il modo lento in cui le ore s’accavallavano l’una sull’altra: mattine sugli sci, pomeriggi di meditazione, notti a dormire.
Ecco perché ciò che gli era apparso – per non dire di ciò che continuava a sentire – non poteva essere reale. Doveva trattarsi della coda di un sogno, o di un incubo: non a caso, prima di chiudere gli occhi, ogni cosa gli era sembrata opaca, come se avesse un velo sulle pupille.
Quando si decise a riaprirli, la vista non era migliorata, ma l’omino era ancora lì: talmente addosso che Ethan poteva percepirne l’alito variamente speziato.
«Ti sei addormentato un’altra volta in poltrona? Sei proprio un coglione.»
“Questo è davvero troppo!” ringhiò Ethan tra sé e sé. Va bene ritrovarsi nel posto sbagliato, con il fisico a pezzi, in balia di un astioso sconosciuto, ma, Dio del cielo, ricevere i suoi insulti in una lingua, l’italiano, che in teoria non avrebbe dovuto conoscere, ma che per chissà quale miracolo capiva perfettamente… Be’, questo sì che era assurdo.
«Avevi promesso che ci sareste andati piano… E invece, guarda» tornò a sfidarlo l’omino, «guarda come avete ridotto questo posto, la casa dei tuoi poveri genitori.»
Pile di piatti, file di bicchieri, cumuli di cicche e mezzi toscani schiacciati nei posaceneri… Allergico com’era a sporcizia e disordine, Ethan stava per discolparsi quando, accantonata la teoria di un incubo fin troppo nitido e persistente, si convinse di essere vittima di un rapimento. Per quanto azzardata, la congettura non era assurda: da mesi era sotto scorta. Prima lo avevano drogato, poi con il favore delle tenebre lo avevano condotto lì (già, ma lì dove?). Se non altro, ciò spiegava la nausea, il cerchio alla testa, le spalle anchilosate. Ma no, dài, l’omino aveva tutto fuorché l’aspetto del carceriere. Quanto al lì (il lì che Ethan stentava a riconoscere), non sembrava il classico covo in cui nascondere un ostaggio.
Gli tornò in mente un film girato una decina di anni prima, in cui interpretava la parte di una spia americana in missione a Parigi durante l’occupazione nazista. Rivide la scena in cui la partigiana francese – un’esordiente Marion Cotillard – lo nascondeva nella casa del padre antiquario. Ecco che aria si respirava, nel luogo in cui si era svegliato, l’aria viziata e soffocante di una dimora parigina del secolo scorso. I soffitti erano alti, le tappezzerie lussuose, le pareti piene di madonne e di putti incorniciati, gli scaffali zeppi di libri, mezzibusti e suppellettili. Il pezzo forte era l’arazzo che occupava per intero la parete a est del suo naso. Insomma, tutto, ma proprio tutto, puzzava di vecchia Europa. Parigi? Londra? Budapest?
Al netto della miriade di città visitate e delle migliaia di persone frequentate, Ethan stentava a credere che esistesse ancora qualcuno disposto a vivere in quella specie di museo delle cere. Lui, che di case ne possedeva parecchie – non proprio delle topaie –, in un appartamento del genere non ci avrebbe abitato per niente al mondo!
«Su, Ludovico, datti una mossa. Ci aspetta il dottor Licalzi. Fatti il bagno e cambiati. Io scendo in garage a prendere la macchina.»
“Ora basta” pensò esasperato. Già da un po’ lo scherzo aveva passato il limite. Lui era Ethan Kaffee, Cristo santo. Una volta, durante una pericolosa spedizione in Mali, un’intera tribù di Tuareg gli aveva chiesto un selfie. Se la memoria non lo ingannava, ne avevano preteso uno anche per i loro cammelli.
Ethan fece per alzarsi. O almeno ci provò. Tutto si sarebbe aspettato ma non che una forza uguale e contraria lo ricacciasse indietro; tutto avrebbe creduto ma non che un dolore lancinante, esploso come una bomba nel bacino, s’irradiasse ovunque, e così in fretta da mozzargli il fiato.
«Calma» disse l’omino con voce stranamente sollecita, «ti fai male. Lascia che ti aiuti.»
Per Ethan Kaffee il corpo era un tempio, lo era sempre stato. Alla professione di questa fede aveva improntato ogni scelta di vita: spirituale, atletica, alimentare. E ora? Come spiegare il crollo repentino? Non fece in tempo a chiederselo che un nuovo impulso si impossessò di lui. Sollevò le braccia il tanto da permettergli di guardarsi le mani: erano lisce, paffute, inanellate.
«Ma insomma, si può sapere che cazzo succede?» piagnucolò, e sentendo che lo stava facendo in italiano avvertì un tuffo al cuore.
«Non succede niente, Ludovico. Ieri hai compiuto sessant’anni, hai fatto un po’ di baldoria, come al solito, anche se avevi promesso di no. E come al solito ti sei addormentato sulla poltrona. Ma ora ci sono qua io, il tuo Carlito.»
«Chi?» biascicò Ethan.
«E questi?» disse lo sconosciuto. «Ti erano caduti. Tieni, mettiteli.» E gli mise in mano un paio di occhiali.
Solo dopo averli inforcati, Ethan ne fu certo: non era un sogno