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Otros inesperados ganadores del ‘efecto Ozempic’ en Estados Unidos: los sastres y tiendas de segunda mano

22 October 2026 at 12:23

Lorraine Scott se ha gastado al menos 300 dólares en arreglar pantalones y vaqueros desde que perdió 27 kilos durante el último año gracias a medicamentos para adelgazar.

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© Richard Baker (In Pictures / Getty Images)

Transeuntes caminando por la calle.

Empoderadas: del “no es nada” a investigar tu propio tumor

22 October 2026 at 04:30

Belén Carreño, la periodista que escribe en este diario el boletín Inteligencia económica, publicó la semana pasada un artículo de opinión sobre un tema muy distinto a los que suele tratar: su vida sufriendo una adenomiosis dolorosísima, desde una primera regla incapacitante hasta el diagnóstico tardío de este tipo de endometriosis. La frase que más ha escuchado y que articula su relato de terror es “no es nada”. Las redes sociales, escribe, se volvieron su ventana a la enfermedad, informándola. Ahora consigue manejar el dolor de su cuerpo gracias a una red de profesionales privados que le ayudan a ello. No es la única. “Es un infierno. Yo dedico casi 500 euros al mes a mantenerme en pie y seguir trabajando. Hoy he tenido que pedir presupuesto en una clínica privada porque me han desaparecido las citas que tenía en la pública”, le responde en X Aida dos Santos, último Premio Nacional de Ensayo por Hijas del hormigón. La Vecina Rubia, una autora y personalidad digital, inspiró a Carreño a hablar en público tras contar a casi un millón de seguidores de X y tres millones en Instagram que había perdido su útero y diez años de vida “soportando que ginecólogos y ginecólogas normalizasen mi dolor y el resto de síntomas”.

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Miriam González, ingeniera que ha usado la IA para consultas médicas, en una imagen cedida por ella.

Cómo aprovechan otros negocios el ‘efecto Ozempic’ de Novo Nordisk y Lilly: de nuevos perfumes a cosmética con extra de colágeno

21 October 2026 at 12:09

Todos quieren subirse a la ola de éxito de Ozempic y Zepbound, los exitosos fármacos para adelgazar de las farmacéuticas Novo y de Eli Lilly. Desde el sector de la nutrición al de la cosmética y perfumería, muchas son las compañías que centran sus esfuerzos en cubrir necesidades de los consumidores que han nacido a raíz del auge de los medicamentos antiobesidad.

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© Peter Dazeley (Peter Dazeley)

Una mujer se inyecta Oxempic.

Medicamentos. Investigadores propõem "ouvir" crianças

21 October 2026 at 09:34
Aplicação de questionários pode ser útil em termos de alteração terapêutica como ajuste de dose, suspensão ou reintrodução de medicamentos porque permite perceber como os sintomas afetam as crianças.

© ESTELA SILVA/LUSA

Este tipo de questionários possibilitam "transformar experiências subjetivas, muitas vezes difíceis de captar numa consulta, em informação mais organizada, comparável e útil para acompanhar a segurança dos medicamentos ao longo do tempo"

Acordo Mercosul-Canadá pode transformar relações comerciais com Brasil

21 October 2026 at 08:50

Um acordo de comércio livre entre o Mercosul e o Canadá poderá transformar as relações económicas entre o Brasil e o Canadá e abrir novas oportunidades de investimento, disse à Lusa um responsável brasileiro.

“Entendemos que pode mudar o patamar das relações entre Brasil e Canadá, claro, com todos os outros membros do bloco Mercosul, mas especialmente para o Brasil”, afirmou Igor Brandão, diretor de operações da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para a América do Norte.

Em declarações à Lusa, à margem da 19.ª edição da conferência Doing Business in Brazil, realizada na terça-feira, em Toronto, o responsável considerou que as negociações comerciais poderão reforçar a cooperação em setores como a agricultura, a indústria farmacêutica, a aviação e os produtos transformados.

“O obstáculo principal, o que eu diria, é o calendário. Precisamos acelerar as conversas, isso tem acontecido, já foram 10 rodadas de negociação, mas ainda há alguns capítulos a serem discutidos e concluídos”, explicou.

Segundo Igor Brandão, o acordo poderá beneficiar sobretudo setores de maior valor acrescentado, permitindo diversificar as exportações brasileiras para além das matérias-primas.

“Entendemos que na cadeia de fármacos, por exemplo, manufaturados, alimentos processados, são setores que serão beneficiados e pode gerar um novo perfil do comércio entre o Brasil e o Canadá”, acrescentou.

O responsável destacou a complementaridade das duas economias, apontando a produção canadiana de fertilizantes e a dimensão do setor agrícola brasileiro como exemplos de oportunidades de cooperação.

Também a indústria aeronáutica e os minerais críticos poderão beneficiar de uma maior aproximação económica.

“O Brasil é dono da segunda maior reserva de terras raras. Então, o potencial disso é gigantesco, considerando toda a agenda de transição energética, de economia verde”, salientou.

Igor Brandão sublinhou ainda a experiência canadiana na indústria mineira, considerando que a cooperação tecnológica e a partilha de conhecimento poderão contribuir para uma parceria estratégica de longo prazo.

De acordo com dados da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, as trocas comerciais entre os dois países atingiram cerca de 10,4 mil milhões de dólares norte-americanos (9,3 mil milhões de euros) em 2025, dos quais 7,25 mil milhões de dólares (6,5 mil milhões de euros) corresponderam a exportações brasileiras e 3,14 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros) a importações provenientes do Canadá.

O investimento canadiano acumulado na economia brasileira situava-se em cerca de 33 mil milhões de euros no final de 2025, segundo os valores apresentados por Igor Brandão.

Apesar destes números, o responsável considera que existe uma margem significativa para aumentar as trocas comerciais, tendo em conta a dimensão das duas economias.

Igor Brandão defendeu ainda que o Brasil e o Canadá devem desenvolver uma relação económica de longo prazo, independentemente das mudanças políticas em Washington, Otava ou Brasília, considerando que os dois países apresentam interesses e características económicas complementares.

A ApexBrasil prepara ainda três missões comerciais a Toronto e Montreal até ao final do ano, envolvendo empresas dos setores mineiro, alimentar, audiovisual e da economia criativa.

O responsável confirmou que não foram anunciados novos acordos durante a conferência, mas considerou que os contactos realizados reforçaram a confiança dos investidores canadianos no mercado brasileiro.

Por sua vez, Peter Hawkins, copresidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, identificou a proteção de setores económicos concorrentes como um dos principais obstáculos às negociações comerciais entre o Canadá e o Mercosul.

“Ambos produzimos carne e aço, e existe a preocupação de que um mercado possa prejudicar o outro”, afirmou à Lusa, apontando as reservas dos produtores de carne da província canadiana de Alberta relativamente à entrada de produtos brasileiros.

O responsável defendeu, contudo, que as diferenças entre os produtos e as tecnologias utilizadas poderão favorecer a complementaridade entre as duas economias, em vez de aumentar a concorrência.

Segundo Peter Hawkins, mais de metade das matérias em negociação já estará resolvida, embora subsistam questões importantes por concluir.

“Se houver a oportunidade de concretizar um acordo de comércio livre, poderemos aumentar exponencialmente as trocas comerciais”, afirmou, admitindo a possibilidade de gerar mais 6,2 mil milhões de euros em negócios adicionais.

O empresário destacou ainda os contactos estabelecidos entre empresas tecnológicas e representantes do setor agrícola durante a conferência, bem como a preparação de novas missões empresariais nos próximos meses.

Entre as iniciativas previstas está uma missão de empresárias e dirigentes canadianas a Florianópolis e São Paulo, além de contactos nos setores do vestuário, animação e alimentação.

A 19.ª edição do Doing Business in Brazil, organizada pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá em parceria com a ApexBrasil, reuniu empresários, investidores e representantes institucionais para discutir oportunidades de investimento, comércio bilateral, infraestruturas, energia e minerais críticos.

Ozempic desliga o botão da fome. O que acontece à cabeça?

21 October 2026 at 06:03
Mounjauro, ozempic, wegovy os medicamentos da moda que mudam vidas, mas até que ponto influenciam a vida de quem os usa? Vamos conversar com a endocrinologista Carolina Neves para entender tudo.

Nolotil injetável sai do mercado em fevereiro de 2027

16 October 2026 at 16:49
A Boehringer Ingelheim cessa a comercialização do analgésico. Hospitais são os mais afetados e devem rever protocolos com brevidade.

© NUNO VEIGA/LUSA

Os medicamentos contendo metamizol magnésico estão indicados no tratamento da dor aguda intensa, incluindo dor espasmódica e dor tumoral, e da febre alta, que não responde a outras terapêuticas antipiréticas

Especialista alerta para risco de tratamentos para obesidade

15 October 2026 at 11:25
Endocrinologista alerta que medicamentos para obesidade podem agravar problemas como a anorexia e a ortorexia. Contraceptivos orais tomados simultaneamente com medicamentos injetáveis perdem eficácia.

© Getty Images

Especialista em diabetes e nutrição admitiu que existem pessoas com estas perturbações a usar estes medicamentos, manifestando a esperança de que "não haja médicos a receitar" nestas circunstâncias e de que "ninguém caia nessa"

Medicamentos para emagrecer fazem uma reação adversa por dia

15 October 2026 at 11:05
Infarmed recebeu este ano um total de 266 notificações até 21 de setembro. Vómitos, diarreia e queda de cabelo estão entre as possíveis reações adversas identificadas.

© ANDY RAIN/EPA

Associação alerta sobre alterações do preço dos genéricos

13 October 2026 at 09:46
Posição de associação de utentes surge depois de a Associação Portuguesa de Medicamentos pela Equidade em Saúde ter pedido ao Governo medidas para evitar risco de ruturas de medicamentos essenciais.

© FRED TANNEAU/AFP/Getty Images

Equalmed alegou que a sustentabilidade do setor exige uma intervenção do Governo, num contexto marcado pelo aumento dos custos energéticos e logísticos, pela inflação e pelas dificuldades nas cadeias de produção e abastecimento
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