Charisma or cash: to win an election, candidates need at least one of those two factors. With two weeks to go until the U.S. midterm elections, Republicans are throwing everything they have into the closest states to try to climb back in polls that are unfavorable to them. They have the invaluable help of the vast sums Donald Trump raises through his Super PAC, the political action committee that pools donations coming from the ultraconservative MAGA movement.
Apenas 22,7% dos médicos (2 em cada 10) consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS(Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 57,7%.
Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras”, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).
O estudo ainda aponta que 16,1% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 3,8%.
Veja o índice:
Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.
SUS x particulares
As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa. Notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.
O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.
Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:
Suficiência de leitos: 51,4% ano privado e 24,1% no público
Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% np SIS
Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%
Desigualdade estrutural, diz entidade
Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas que precisa ser tratada como prioridade.
“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.
A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.
“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma o presidente da AMIB.
Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.
Apenas 24,1% — 2 em cada 10 — consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de leitos para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 51,4%.
Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras“, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).
O estudo ainda aponta que 32,6% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 7,8%, sendo 4 vezes menor que no observado no SUS.
Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.
Veja o índice:
SUS x particulares
As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa, as notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.
O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.
Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:
Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% no SIS
Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%
Desigualdade estrutural, dizem médicos
Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas e o futuro para a melhora da medicina é que esse índice seja reduzido.
“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.
A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.
“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma Franke
Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.
La cifra representa el 94 por ciento del producto interno bruto (PIB del Reino Unido y marca un máximo histórico, la primera vez que la deuda pública del país supera ese umbral.
El freno tiene consecuencias macroeconómicas. La lentitud en la construcción ha lastrado el crecimiento de Estados Unidos en cinco de los últimos seis trimestres.
Nas redes sociais há quem denuncie o comportamento “vergonhoso” dos donos que não apanham os dejetos que os seus cães fazem na via pública. O problema é recorrente nas ruas portuguesas. Podem ou não ser aplicadas multas de centenas de euros a quem o fizer? A SIC Verifica.
Carisma o dinero. Para tener éxito en unas elecciones, los candidatos deben tener, al menos, alguno de esos dos factores. A falta de dos semanas para las elecciones de mitad de mandato en Estados Unidos, los republicanos están echando toda la carne en el asador en los Estados más reñidos para tratar de remontar en las encuestas que les son desfavorables. Cuentan con la ayuda inestimable de los ingentes fondos que recauda Donald Trump a través de su Super PAC, el comité de acción política que aglutina las donaciones que recibe gracias al movimiento ultraconservador MAGA (Make America Great Again).
El alcalde de Barcelona, Jaume Collboni, atiende a 20minutos en la segunda edición del evento 'Ciudades 20minutos: Barcelona a fondo', patrocinado por Ibercaja y celebrado este martes en el Eurostars Grand Marina, en un momento en que la ciudad se ve asolada por constantes episodios de lluvias torrenciales.
He oído al señor Feijóo decir que hay que prepararse para los sacrificios... Cuando según qué partido habla de sacrificios, ya sabemos a qué parte de la sociedad le va a tocar
A Barcelona le sienta bien un gobierno socialista en Madrid
James Howell (1594-1666), político e hispanista inglés, fue uno de los primeros en escribir, tras el saco de Magdeburgo (1631), durante la Guerra de los Treinta Años, sobre «no quarter given» –no dar cuartel–, que se resume en no hacer prisioneros, matarlos. El Senado, con un papel secundario en las Cortes españolas, va a ser más relevante que nunca. Decidirá la futura composición del Tribunal Constitucional (TC). Palabras mayores. Para el PSOE, para el PP y para todos. Es tan importante que la izquierda presentará una única candidatura y, por una vez, la izquierda de la izquierda del PSOE, la extrema izquierda, para hablar claro, renuncia a sus siglas en la papeleta electoral. Sánchez se lo ha trabajado desde hace tiempo, y ha sorprendido al PP y a Vox, que soñaban con la mayoría suficiente para elegir a los cuatro miembros que hay que relevar en el TC, que ayer mantuvo la suspensión del voto de los «nietos» decidida por el Supremo. El asunto es tan relevante que Feijóo y Abascal buscan fórmulas para contrarrestar ese movimiento del sanchismo y sus aliados. El líder de Vox, consciente de que su partido tiene remotas posibilidades de obtener senadores, pero de que quitaría votos al PP, parece dispuesto a retirar candidaturas de las provincias más sensibles. Facilitaría concentrar todo el voto a la derecha y hacerle soñar –no es fácil, pero posible– con la mayoría que permitiera escoger a los nuevos magistrados del TC.
Los movimientos tácticos para obtener más representación en el Senado se explican porque la elección de la Cámara Alta se hace por sistema mayoritario. Prima a los partidos que logran más votos y castiga a las minorías. Fomenta la concentración del voto en las formaciones con más opciones y relega al resto. Es tan democrático –o incluso más– como cualquier otro. Favorece el bipartidismo, pero nada impide a ningún partido nuevo convertirse en una alternativa. Facilita las mayorías y, en definitiva, la gobernabilidad, al eludir la dependencia de pequeños partidos. Si la fórmula se aplicara para la elección al Congreso, ni Vox, ni la extrema izquierda, ni los «indepes» habrían tenido nunca en sus manos la sartén por el mango. Toda una enseñanza, en vísperas de una batalla «no quarter given», como escribió Howell.
Uma criatura com rabos, unhas grandes e aparência clara está circulando entre as manchetes do México após ser supostamente flagrada atacando animais em uma área residencial de Ciudad Juarés, na fronteira do país com os Estados Unidos, no último dia 17 de outubro. Internautas acreditam se tratar do lendário “chupacabra“.
As imagens foram divulgadas pelo ufólogo Jaime Maussan e divulgada nos jornais Net Noticias e nos veículos Daily Mail e New York Post. O pesquisador afirmou ter começado a investigar o caso depois que um garoto viu a criatura pegar uma galinha pela cabeça e correr em uma árvore.
Segundo as informações locais, uma equipe foi mobilizada para tentar localizar o “chupacabra”, instalando uma câmera de segurança próximo ao local. Os cientistas dizem ter capturado provas da existência do bicho, após ele ser flagrado escalando um grande muro de tijolos.
Veja a imagem:
Suposta chupacabra no México • Reprodução/DailyMail
Durante uma coletiva de imprensa, a equipe de quatro assistentes de pesquisa que trabalham com Maussan disse aos jornais locais que a criatura tinha quase seis pés de comprimento, da cabeça até a ponta da cauda, que eles acreditam ter, sozinha, aproximadamente um metro e meio de comprimento.
“É um predador. Não estou dizendo que é extraterrestre, mas é algo assustador”, disse Maussan à mídia local mexicana.
O chupacabra, nome que significa “sugador de cabras”, é uma figura do folclore das Américas. A criatura é descrita como responsável por mortes de animais de criação, principalmente cabras, mas também ovelhas e galinhas.
Alimentação pobre em frutas, vegetais e fibras, e o consumo persistente de alimentos processados estão entre os fatores de risco associados ao câncer de intestino. Por outro lado, a ingestão de produtos mais saudáveis e a prática de atividades físicas são vistas como forma de prevenção da doença.
Conhecido também como colorretal, o câncer de intestino causou a morte da atriz Lua Blanco, no último dia 18. O falecimento da artista de apenas 39 anos reacendeu o alerta sobre a importância do diagnóstico precoce e de manter uma vida mais saudável.
Segundo o Ministério da Saúde, o consumo de carnes processadas, comumente conhecidas como embutidos (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, blanquet de peru, peito de peru, salame, entre outras) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) aumentam o risco para este tipo de câncer.
Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são: doenças inflamatórias do intestino, histórico familiar de câncer, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.
Câncer está aumentando entre os mais jovens
Apesar do maior público-alvo de câncer ter mais de 50 anos, outros fatores podem contribuir para o aumento desse diagnóstico entre os mais jovens. Um relatório publicado na última semana pela World Cancer Research Fund identificou um aumento no número de casos de diversos tipos da doença entre pessoas com menos de 50 anos.
Segundo a análise, a mudança comportamental, como a baixa atividade física, consumo de fast food e bebidas açucaradas das novas gerações podem contribuir para o sobrepeso e a obesidade – identificado como o maior fator de risco para o câncer.
Outra hipótese também foi levantada. Segundo a WCRF, por associarem o câncer aos mais velhos, os mais jovens não costumam conhecer os sinais de alerta e demoram para procurar atendimento médico, o que pode influenciar no diagnóstico.
Apesar do aumento, isso não significa que o câncer tenha se tornado “comum” entre os jovens. A idade segue como o principal fator de risco. O que houve foi uma mudança comportamento e que, entre os menores de 50, alguns tipos antes considerados raros nessa faixa etária estão se tornando mais frequentes.
O que é o câncer de intestino?
Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de intestino é uma doença heterogênea e multifatorial, que se desenvolve predominantemente a partir de mutações genéticas no pólipos, lesões benignas. Na colonoscopia, os médicos podem identificar e retirá-los, impedindo que a doença avance.
O instituto calcula 53.810 casos por ano entre 2026 e 2028, sendo 26.270 em homens e 27.540 em mulheres. O número representa um aumento de 18% em relação ao triênio 2023-2025.
Diagnóstico e tratamento
Quando detectado de forma precoce, o câncer apresenta mais chances de cura. O diagnóstico é feito por meio de biópsia, mas também existe exames de rastreamento para identificar a possibilidade de desenvolver a doença.
Já o tratamento depende do estágio do tumor e de sua localização. Podem ser utilizados:
Radioterapia (uso de radiação)
Quimioterapia (uso de medicamentos).
A retirada (ressecção) de parte do intestino que contém o tumor pode implicar na realização de um estoma (colostomia ou ileostomia) – procedimento que cria uma abertura no intestino e faz com que o paciente tenha que utilizar uma bolsa coletora externa
Quando a doença está espalhada, com comprometimento de outros órgãos (metástases), como o fígado ou pulmão, as chances de cura são menores.
Cochilar frequentemente, passar por dificuldades financeiras, ter problemas emocionais e respirar um ar poluído são fatores, além do tabagismo e álcool, que podem estar associados ao risco de desenvolvimento do Alzheimer.
A associação está presente em um estudo desenvolvido por pesquisadores da Harvard, publicado na revista Alzheimer’s & Dementia, da Alzheimer’s Association, na edição de outubro. Os cientistas avaliaram cerca de 500 mil britânicos, entre 40 e 69 anos, do banco de dados UK Biobank, acompanhados por mais de 10 anos.
Ao todo, foram analisados 193 tipos de exposição divididos em cinco grupos (social, estilo de vida, químico, físico e ecossistema). Durante o período, 8.881 participantes, cerca de 1,77%, desenvolveram Alzheimer ou outro tipo de demência relacionada.
Dos fatores analisados, 76 apresentaram associação com a doença. Destes, 45 apresentaram risco e 31 apresentaram proteção.
Veja o índice:
Entre as condições destacadas como predispostas, estão:
Cochilar frequentemente: altera os padrões do sono e compromete a eficiência do sistema glinfático – via responsável por eliminar e limpar metabólitos e proteínas neurotóxicas do cérebro durante o descanso profundo.
Dificuldades financeiras: gera estresse contínuo, piora a qualidade de vida e limita o acesso a cuidados preventivos de saúde.
Polifarmácia: o número de remédios utilizados foi o preditor individual mais forte do modelo do estudo. O fator reflete a uma carga elevada de múltiplas doenças crônicas simultâneas (que podem contribuir), e não aos efeitos diretos dos medicamentos.
Problemas emocionais: depressão, ansiedade, solidão e oscilações do humor ativam respostas de estresse biológicas e sustentam um estado de neuroinflamação que acelera a degradação neurológica.
Ar poluído: a inalação de dióxido de nitrogênio e partículas finas está associada a maior risco e é apontada como agente neurotóxico, que pode causar inflamação no sistema nervoso central.
Cigarro e álcool: fumar atualmente, a exposição à fumaça de tabaco dentro de casa e o consumo inadequado de álcool também aparecem entre os fatores de risco.
Por outro lado, 31 fatores apareceram como associados à redução do risco de desenvolvimento das doenças.
Veja a seguir alguns dos fatores:
Exercícios físicos regulares, atividades manuais e caminhadas: atuam por meio de mecanismos neuroprotetores diretos que podem preservar a idade do cérebro.
Convivência a dois: diminui o isolamento social, a solidão e o estresse, ajudando a promover o estímulo cognitivo. Quem mora com um parceiro teve risco 22% menor em relação a quem mora com outras pessoas.
Renda e segurança financeira: diminui a carga de estresse ligada à degradação do cérebro.
Consumo de ovos: pessoas que nunca comeram ovos apresentaram um risco 76% maior de desenvolver a doença.
Tecnologias digitais: o uso de computador e de celular foi associado a menor risco, o que reflete na estimulação cognitiva e na saúde do cérebro.
O estudo é observacional, ou seja, mostra associações e não comprova os fatores que causam a doença.
A doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo que ataca a memória e a capacidade cognitiva, comprometendo as atividades diárias e o comportamento do paciente.
Segundo a Febraz (Federação Brasileira das Associações de Alzheimer), cerca de 2 milhões de brasileiros vivem com demência, número que pode triplicar até 2030. No mundo, o índice chega a mais de 50 milhões de pessoas convivendo com a doença.
O Alzheimer é uma doença sem cura e não se sabe qual é a sua causa. Apesar disso, existem diversos estudos que tentam identificar fatores de risco que não são atribuídos apenas à genética, como no caso da pesquisa feita pelos cientistas de Harvard.
Quarenta anos depois da primeira cirurgia de reconstrução peniana após o câncer, médicos desenvolveram o primeiro procedimento de reconstrução do clitóris. De forma inédita, o objetivo da técnica é devolver às pacientes o prazer sexual, perdido após a vulvectomia, cirurgia para remover um tumor na vulva, conhecido como “câncer de vulva”.
Ao todo, 23 mulheres já passaram pelo procedimento de reconstrução no centro médico Radboudumc, na Holanda. Cerca de 90% das participantes conseguiram voltar a ter orgasmos após a cirurgia. As sensações costumam acontecer entre três e seis meses após a operação, segundo explica o cirurgião plástico Tim Nijhuis, desenvolvedor da técnica.
Inicialmente, o clitóris pode ficar excessivamente sensível ou, inversamente, menos sensível. No entanto, a recuperação geralmente é ótima após um ano. Na maioria das mulheres, a sensação retorna a um nível comparável ao de antes da cirurgia.
Tim Nijhuis, cirurgião plástico do Radboudumc
O câncer de vulva é um tipo raro de câncer ginecológico que afeta a região externa dosistema reprodutor feminino, incluindo os pequenos e grandes lábios, o clitóris e a região do períneo. Esse tipo de câncer é mais comum em mulheres na pós-menopausa e pode estar associado à infecção pelo HPV (papilomavírus humano), além de outras condições, como doenças dermatológicas crônicas e imunossupressão.
A vulvectomia é a principal maneira de remover a lesão e pode incluir a remoção parcial ou total da vulva, influenciando no prazer sexual feminino, segundo explica a oncologista ginecológica Mieke ten Eikelder, do Radboudumc.
“Quando o tumor está localizado dentro ou ao redor do clitóris, às vezes precisamos remover parte dele. Até agora, a ferida era simplesmente fechada depois, e o clitóris desaparecia sob uma camada de pele, com pouca atenção à qualidade de vida ou à possibilidade de o orgasmo ainda ser possível.”
Mieke ten Eikelder, oncologista ginecológica do Radboudumc
Como acontece o procedimento?
A técnica é realizada após a retirada da lesão, ainda durante a cirurgia, e leva cerca de quinze minutos a mais do que a o procedimento tradicional.
Como a maior parte do clitóris fica localizada abaixo da pele, o cirurgião solta o ligamento que prende essa parte e a puxa para a superfície, com cuidado para manter intactos os nervos e vasos sanguíneos (feixe vasculonervoso dorsal) que geram o prazer.
O tecido é fixado na posição e coberto com um pedaço de mucosa bucal (retirado do interior da bochecha) ou vaginal, por ser um tecido macio e parecido com o revestimento natural da vulva.
A pele ao redor é dobrada sobre a ponta do clitóris e forma um “capuz”, evitando que o atrito direto cause dor no dia a dia.
Uma vez removido o tumor, os feixes nervosos são liberados e reposicionados para criar uma nova ponta clitoriana. Em seguida, cobrimos com um pequeno enxerto de mucosa bucal. Esse tipo de tecido se assemelha muito ao tecido encontrado ao redor da vulva. Essa abordagem ajuda a preservar a sensação clitoriana.
Tim Nijhuis, cirurgião plástico do Radboudumc
Expansão da técnica
O procedimento surge como uma opção para as pacientes com câncer de vulva e que sofreram mutilação genital. Aproximadamente 450 mulheres na Holanda são diagnosticadas com a doença a cada ano.
A técnica de reconstrução clitoriana está sendo introduzida em todo o país como parte de um programa de pesquisa científica. Além do Radboudumc, outros oito hospitais holandeses tratam câncer de vulva. Todos participam de um projeto de acompanhamento no qual oncologistas ginecológicos e cirurgiões plásticos serão treinados pelos desenvolvedores da técnica.
Segundo o Radboudumc, os próximos passos incluem realizar novos estudos para comprovar a efetividade do proceddimento e, assim, expandi-lo para outros centros da Holanda e de outros países.
Duas mulheres de 45 anos procuram atendimento médico para saber quando devem realizar a próxima mamografia. A primeira não apresenta histórico familiar de câncer de mama nem outros fatores relevantes de risco. A segunda tem mãe e irmã diagnosticadas com a doença antes dos 50 anos. Embora tenham a mesma idade, suas necessidades de acompanhamento podem ser bastante diferentes.
Esse exemplo ilustra uma questão fundamental na medicina contemporânea: não basta perguntar quando uma mulher deve começar a fazer mamografia. É igualmente importante compreender qual é o seu risco individual de desenvolver câncer de mama.
A idade continua sendo um dos principais fatores de risco, mas não é o único. Histórico familiar, predisposição genética, antecedentes pessoais, densidade mamária e determinados tratamentos realizados no passado podem modificar as recomendações de acompanhamento.
Isso não significa abandonar as diretrizes de rastreamento. Significa reconhecer que elas são o ponto de partida para um cuidado mais individualizado.
Por que a idade não conta toda a história?
O rastreamento do câncer de mama é uma estratégia de saúde pública destinada a identificar a doença em mulheres sem sintomas, preferencialmente em fases iniciais, quando existem maiores possibilidades de tratamento eficaz.
No Brasil, o Ministério da Saúde atualizou, em 2025, suas orientações para o rastreamento mamográfico no Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo como faixa prioritária a de mulheres entre 50 e 74 anos, com exames a cada dois anos. Para mulheres entre 40 e 49 anos, a realização da mamografia também deve ser considerada mediante informação sobre seus benefícios e possíveis riscos.
As recomendações internacionais não são inteiramente uniformes. Nos Estados Unidos, a US Preventive Services Task Force recomenda mamografia bienal dos 40 aos 74 anos, enquanto outras sociedades científicas adotam intervalos diferentes.
Essa diversidade de orientações não representa necessariamente uma contradição científica. Reflete diferentes interpretações sobre o equilíbrio entre benefícios, riscos e características das populações avaliadas.
A mamografia é um exame essencial para a detecção precoce, mas apresenta limitações. Pode produzir resultados falso-positivos, gerar investigações adicionais e identificar lesões que talvez nunca causassem manifestações clínicas, fenômeno conhecido como sobrediagnóstico.
Por outro lado, algumas mulheres apresentam risco elevado o suficiente para justificar acompanhamento mais intensivo, eventualmente iniciado antes da idade habitual de rastreamento. É nesse contexto que a avaliação individual ganha importância.
O que realmente modifica o risco de câncer de mama?
O histórico familiar é um dos primeiros aspectos a serem investigados. Ter mãe, irmã ou filha diagnosticada com câncer de mama, especialmente em idade jovem, merece atenção. Também são relevantes os antecedentes de câncer de ovário, os casos em múltiplos familiares e a ocorrência de câncer de mama em homens da família. É importante considerar tanto os parentes maternos quanto os paternos.
Entretanto, existe um equívoco frequente: acreditar que a ausência de histórico familiar significa ausência de risco. A maioria dos diagnósticos de câncer de mama ocorre em mulheres sem histórico familiar significativo da doença.
Alterações hereditárias em genes como BRCA1 e BRCA2 podem aumentar expressivamente a probabilidade de desenvolver determinados tipos de câncer. Quando há suspeita de predisposição hereditária, a avaliação especializada pode indicar aconselhamento genético e, em situações específicas, testes moleculares.
Outros fatores também merecem atenção, como radioterapia prévia na região do tórax em idade jovem e determinadas alterações identificadas em biópsias mamárias anteriores.
A densidade mamária é outra característica relevante. Mamas densas podem dificultar a identificação de lesões pela mamografia e estão associadas a maior risco de câncer de mama.
Isso, entretanto, não significa que toda mulher com mamas densas precise realizar automaticamente ultrassonografia ou ressonância magnética complementar. A decisão deve considerar o risco global e as evidências disponíveis.
O objetivo não é transformar cada fator de risco em um novo exame, mas reunir informações para orientar decisões mais adequadas.
Mais exames nem sempre significam mais proteção
É compreensível associar prevenção à realização frequente de exames. Entretanto, a qualidade do acompanhamento não deve ser medida apenas pela quantidade de procedimentos realizados.
Para mulheres com risco habitual, o rastreamento deve seguir recomendações fundamentadas em evidências, considerando idade, periodicidade e equilíbrio entre benefícios e possíveis danos. Já mulheres classificadas como de alto risco podem necessitar de estratégias específicas.
A American Cancer Society, por exemplo, recomenda mamografia e ressonância magnética anuais, geralmente a partir dos 30 anos, para determinados grupos de alto risco, incluindo mulheres com predisposição genética conhecida ou risco estimado ao longo da vida de aproximadamente 20% a 25% ou mais, conforme modelos apropriados.
Essa classificação precisa ser criteriosa. Ter uma familiar com câncer não determina, isoladamente, a necessidade de ressonância magnética, assim como não apresentar histórico familiar não elimina a importância do rastreamento.
Também é fundamental distinguir o rastreamento da investigação de sintomas. Uma mulher que percebe um nódulo persistente, secreção espontânea pelo mamilo (especialmente com sangue), retração recente da pele ou do mamilo, ou alterações suspeitas na mama deve procurar avaliação médica, independentemente da idade ou da data prevista para o próximo exame.
A presença de sintomas exige investigação diagnóstica, e não simplesmente aguardar o calendário de rastreamento.
Prevenir também significa cuidar dos fatores que podemos modificar
Nem todos os fatores de risco estão sob nosso controle. Não podemos modificar a idade, a herança genética ou os antecedentes familiares. Entretanto, algumas escolhas e condições de saúde podem influenciar o risco de desenvolver câncer de mama.
A prática regular de atividade física, a manutenção de um peso saudável, especialmente após a menopausa, e a redução do consumo de bebidas alcoólicas ou, preferencialmente, a abstinência delas são medidas relevantes. O acompanhamento médico também permite avaliar individualmente os riscos e benefícios de determinadas terapias hormonais.
É importante, contudo, distinguir prevenção de detecção precoce. Hábitos saudáveis podem contribuir para reduzir a probabilidade de adoecimento, mas não garantem proteção absoluta. Da mesma forma, a mamografia não impede o aparecimento do câncer: sua principal finalidade é identificar alterações antes do surgimento de sintomas, aumentando as possibilidades de tratamento oportuno.
Outubro Rosa: informação, acesso e cuidado individualizado
O Outubro Rosa representa uma oportunidade de ampliar o debate sobre a saúde da mulher para além da realização de exames. Precisamos falar sobre informação de qualidade, identificação de fatores de risco, acesso aos serviços de saúde e continuidade do cuidado.
A avaliação individualizada não deve ser entendida como um privilégio restrito a determinados grupos. Ela precisa fazer parte de uma assistência médica acessível, responsável e centrada nas necessidades de cada pessoa.
Duas mulheres podem ter a mesma idade e necessitar de estratégias diferentes de acompanhamento. O que não pode ser diferente é o direito à informação, à avaliação adequada e à investigação oportuna de qualquer alteração suspeita.
A melhor estratégia não é necessariamente realizar mais exames, mas oferecer o cuidado certo, no momento adequado, considerando o risco e a realidade de cada mulher.
*Texto escrito por Dr. Alexandre Pimenta, médico e responsável Técnico Nacional da AmorSaúde |CRM-MG 51971Médico
Comprar por internet se ha vuelto tan cotidiano y fácil como ir a la tienda de la esquina de tu barrio y adquirir el producto que te interesa, aunque a menudo con muchas más facilidades. A través del navegador web de tu teléfono móvil inteligente, tableta u ordenador, tienes acceso a cientos de miles de comercios de todo el mundo, cada uno de ellos especializado en una temática determinada y con una amplia variedad de productos que los establecimientos locales difícilmente podrían proporcionar. Y luego tú, como consumidor, tienes la posibilidad de comparar precios para poder hacerte con lo que quieres por el menor dinero posible.
Sin embargo, no todo son ventajas al comprar por internet. En muchas ocasiones, los compradores tienen que pagar gastos de envío para recibir el pedido en la puerta de casa. Además, en algunas compras internacionales, se aplican gastos de gestión aduanera, aranceles e impuestos, lo que acaba encareciendo considerablemente el precio de los productos que, a priori, habíamos encontrado más baratos navegando por la red. Esto es algo que AliExpress ha estado trabajando duramente en los últimos meses, con el fin de ofrecer la mejor experiencia y precio posible.
Pero AliExpress no quiere quedarse ahí. Está constantemente buscando la manera de mejorar la experiencia de todos los usuarios que confían en la plataforma para hacer sus compras. Uno de los aspectos en los que más se centra es en la ampliación de su red logística local para mejorar la experiencia de compra de los consumidores residentes en Europa. ¿Cómo? Pues con el lanzamiento de la entrega al día siguiente para productos seleccionados en las ciudades de Madrid, Barcelona, Valencia, Sevilla y Murcia, así como en otras regiones del Viejo Continente, entre ellas París y Varsovia. Lo mejor es que no solo los usuarios de AliExpress Elite van a poder beneficiarse de todo esto.
Qué es AliExpress Elite, la nueva membresía gratuita de AliExpress
Ventajas de AliExpress Elite
Si tienes cierta experiencia comprando por internet, es muy probable que te hayas dado cuenta de que algunas tiendas impulsan a los consumidores a suscribirse a planes premium para disfrutar de más descuentos, envíos gratuitos y otras ventajas, como una posible atención al cliente más personalizada y efectiva. En estas tiendas, estos planes tienen un coste mensual o anual que solo se aprovecha bien si eres un ávido cliente. El enfoque de AliExpress con AliExpress Elite es totalmente distinto: quiere premiar a los usuarios más fieles, no hacer que paguen más para aprovechar más ventajas.
El pasado 15 de octubre de 2026, hace apenas unos días, AliExpress lanzó en España AliExpress Elite, su nuevo programa de membresía gratuito. A diferencia de otros programas similares, el de AliExpress recompensa a sus clientes más fieles con descuentos exclusivos, además de un servicio de atención al cliente personalizada que resuelva sus problemas y dudas con mayor efectividad. El programa ya está disponible para los usuarios que cumplan los requisitos en España y otros mercados europeos desde la aplicación móvil, que se puede descargar desde la Play Store de Google y la App Store de Apple.
Pero, ¿cuáles son los requisitos para ser miembro AliExpress Elite? Esta membresía funciona exclusivamente por invitación, y solo se activa cuando un cliente ha realizado pedidos en cinco o más días durante el último año y gastado más de 715 euros en el mismo período de tiempo. Esta cantidad puede variar ligeramente, ya que se trata de la equivalencia aproximada de 800 dólares estadounidenses, por lo que su importe dependerá de las fluctuaciones del tipo de cambio. Lo cierto es que son unos requisitos alcanzables, ya que AliExpress se ha convertido en una de las mejores tiendas para comprar productos tecnológicos, que son precisamente algunos de los más caros: teléfonos móviles inteligentes, tabletas, Mini PC y hasta televisores.
Las constantes campañas de AlIExpress, caracterizadas por los cupones (que aplican un descuento u otro dependiendo del precio del producto en cuestión), hacen que sea bastante más fácil comprar alguno de los dispositivos anteriormente mencionados en AliExpress que en otras plataformas, ya que, por si fuera poco, muchos se envían directamente desde España o países vecinos, lo que hace que los tiempos de espera se reduzcan considerablemente. Y dispone de varias opciones de pago para que cada usuarios elija con la que se sienta más cómodo, siendo PayPal una de las preferidas al permitir financiar las compras en 3 cuotas sin intereses.
Las ventajas de AliExpress Elite
Todas las ventajas de ser miembro de AliExpress Elite
Los clientes que cumplan los requisitos establecidos por AliExpress para ser miembro de AliExpress Elite, que verán su membresía directamente en la aplicación para dispositivos móviles, disfrutarán de hasta un 5 % de descuento adicional en millones de productos identificados con la etiqueta «Elite» (incluida en productos seleccionados de Brand+, AliExpress Choice y Local+).
Además, el primer día de cada mes se celebra el Elite Day en AliExpress, y los miembros Elite disfrutarán de un descuento del 8 % en productos seleccionados. Por otro lado, los miembros podrán devolver los productos que cumplan los requisitos en un plazo de 15 días desde su entrega, sin tener que aportar pruebas adicionales. Según Eric Zhang, vicepresidente de AliExpress:
Elite es nuestro primer programa de membresía y hemos tomado una decisión deliberada: que sea gratis. Queremos que nuestros compradores más fieles puedan disfrutar de ventajas adicionales, desde un mayor ahorro hasta un servicio de atención al cliente dedicado. Así reconocemos a los clientes que han contribuido a nuestro crecimiento y seguimos ofreciéndoles más valor. Y esto no ha hecho más que empezar
Eric Zhang, vicepresidente de AliExpress
AliExpress Elite no ha podido llegar en mejor momento, ya que ha coincidido con los preparativos del 11.11 de AliExpress, su mayor evento de compras en todo el año. Celebrado del 1 al 18 de noviembre de 2026, los miembros AliExpress Elite podrán combinar su descuento exclusivo con los precios rebajados de la campaña en las selecciones Brand+, Choice y Local+, permitiéndoles ahorrar todavía más dinero en sus compras.
Desde su lanzamiento en 2010, AliExpress ha mejorado muchísimo. Presente en más de 200 países y regiones, no es que se haya convertido en una alternativa a las plataformas de comercio electrónico “tradicionales”, sino que se ha convertido en una de las mejores para adquirir productos de todo tipo a precios tremendamente bajos. El móvil de última generación de tus sueños, la tableta con la que ver tus series y películas favoritas mientras estás de viaje, o el Mini PC que te ayuda a ser más productivo en tu trabajo o en el desarrollo de tus hobbies, seguramente estén más baratos en AliExpress. Y siendo AliExpress Elite, disfrutarás de mayores descuentos para tenerlos en casa al mejor precio posible.
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