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US and Israel are planning to hit Iran again once elections are over

The targets are likely to include Iran’s energy infrastructure, nuclear facilities, and missile and drone arsenal. But analysts say the US midterms and general elections in Israel will dictate the next move.

US and Israel are planning to hit Iran again once elections are over

The targets are likely to include Iran’s energy infrastructure, nuclear facilities, and missile and drone arsenal. But analysts say the US midterms and general elections in Israel will dictate the next move.

Diretora de prisão feminina é presa por suspeita de desvio de alimentos

22 October 2026 at 22:40

Uma diretora do Instituto Penal Oscar Stevenson foi presa em flagrante, nesta quinta-feira (22), por desvio de produtos alimentícios do estabelecimento penal, no Presídio de Benfica, Zona Norte do Rio.

Segundo a Seppen (Secretaria de Estado de Polícia Penal) a diretora já foi afastada e foi instaurado um Processo Administrativo Disciplinar para “apuração rigorosa no âmbito disciplinar”.

A Secretaria explicou que o flagrante ocorreu após a Corregedoria instituição receber uma denúncia sobre a suspeita.

A diretora foi encaminhada à 21ª DP (Bonsucesso), onde foi autuada em flagrante por crime de peculato.

Em nota à CNN Brasil, a Seppen afirma que “não compactua com quaisquer desvios de conduta e cometimento de crimes praticados por seus servidores, e mantém atuação permanente no combate a essas práticas, por meio da Corregedoria e da Ssispen”.

fachada de presídio
• Reprodução

Entre os produtos roubados estão leite, café, carne, frango, queijo e frutas.

Astro da Suíça evita prisão após usar certificado falso de vacinação

 

Families are paying nearly $7,500 a year for health insurance. The next price hike is already looming.

22 October 2026 at 20:35
Close-up of a receptionist giving a health card to female patient at clinic. Focus on hands of female with a health card.
Health insurance costs have soared for workers and employers.

Luis Alvarez/Getty Images

  • Workers on family health insurance plans paid $7,471 for premiums in 2026, a 9% increase from 2025.
  • Costs are even higher at smaller businesses: Workers there pay nearly $10,000 for family premiums.
  • Rising premiums have outpaced wage growth, and are only expected to increase more in 2027.

It's costing families nearly $7,500 a year for health insurance — and more increases are looming.

A 2026 health benefits survey from KFF found that workers on a family plan paid an average of $7,471 a year in premiums — a 9% increase from 2025. And that's just the worker contribution — when accounting for employer contributions, family plan premiums totaled $28,303 in 2026, a roughly 5% increase from 2025.

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That's a hefty price for both workers and their employers, and even more acute for workers at smaller businesses: KFF's survey found that at firms with fewer than 200 employees, they paid nearly $10,000 toward family premiums in 2026. Smaller firms are often more beholden to insurance companies, since they don't wield the same bargaining power as larger firms.

Mounting health costs might be part of why consumers feel so gloomy: As wages have increased, insurance premiums have risen even faster. While wages increased 3.7% year-over-year for workers — which might look like a nice pay bump on paper — worker-paid premiums outpaced that salary growth, rising by 9%.

And over the past few years, how much workers pay for health plans has eaten up a larger share of their household income. For workers across all firms, their premium costs amounted to nearly 8% of real household median income in 2025.

Line chart

Are you worried about rising health insurance costs, or already paying thousands out of pocket? Share your story with this reporter at jkaplan@businessinsider.com.

All of that comes as employers and workers brace for open enrollment season, and more hikes loom: An analysis from PricewaterhouseCoopers, based on a survey of health plan actuaries, projects that commercial healthcare group costs will rise by 9% in 2027. Similarly, Aon, an insurance management firm, found that employer healthcare costs are projected to climb by 9.5% next year without any cost mitigation measures — meaning before firms figure out how to pass some of those mounting costs on to their workers.

For workers and firms, that means a tighter financial squeeze: Companies are paying more to cover their workers, but costs are likely still outpacing wages. At the same time, firms might not be able to provide higher wages as care costs climb. It means that everyone is paying more, and nobody's feeling good about it: An Ipsos/Axios poll found that 69% of Americans say a 10% increase would negatively impact their household finances, with 30% saying it would have a major negative impact.

Read the original article on Business Insider

Inmet emite alerta laranja de perigo para tempestade no Sul nesta sexta

22 October 2026 at 19:35

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de “perigo” para tempestade, nesta sexta-feira (23), para o Sul do país. Regiões do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e do Mato Grosso do Sul devem ser atingidas.

A previsão é de precipitação de 60 mm/h ou 100 mm ao longo do dia, ventos intensos de até 100 km/h e queda de granizo. Segundo o Instituto, há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

O aviso tem início à 00h de sexta (23), e é válido até o final do dia às 23h59.

Em Santa Catarina, grande parte do estado deve ser atingida pela tempestade. O Oeste e Norte catarinenses estão sob alerta. 

O temporal também deve passar pelo Rio Grande do Sul, no Noroeste, Sudoeste, Centro Ocidental

Já no Paraná, o Centro Ocidental, Centro Oriental Centro-Sul, Noroeste, Sudoeste, Sudeste , Oeste e Norte Central Paranaense devem ser afetados. 

No Mato Grosso do Sul o Sudoeste e Leste do território podem sofrer com a chuva intensa.

Instruções do Inmet:

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
  • Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)

Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano

*Sob supervisão de André Rigue

Moradores denunciam abertura artificial da Barra da Lagoa Vermelha, no RJ

22 October 2026 at 19:32

Moradores de Cabo Frio, na Região dos Lagos, RJ, denunciaram que a Barra da Lagoa Vermelha (conhecida também como Lagoa da Barra Nova) tenha sido aberta de forma artificial por frequentadores na Praia do Foguete. Essa abertura pode ocorrer naturalmente ou por intervenção humana.

Mandamos um memorando para o Inea solicitando uma perícia geomorfológica da abertura e uma análise de balneabilidade para verificar se houve alteração da parte marinha da praia. Estamos levantando imagens de câmeras que possam ajudar a elucidar o caso, explica o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Clima e Saneamento de Cabo Frio, Jailton Dias.

Após acionada, a Guarda Marítima Ambiental esteve no local para uma vistoria no dia 12 de outubro. Jailton esclarece que a Lagoa Vermelha não tem comunicação com o mar e pode ficar eutrofizada, cheia de nutrientes, criando plantas que tomam o espelho d’água. O especialista pontua que, por ser uma zona de drenagem da localidade, quando enche muito, há chance da lagoa transbordar e afetar casas ao redor. Nesses casos, é necessario chamar órgãos de responsabilidade ambiental, como o Inea e a prefeitura. A partir disso, a Defesa Civil faz um parecer de risco e, então, há um instrumento base para autorizar, legalmente, a abertura da barra.

Se esta ação é feita de forma errada, ameaça a vida de peixes e a área de drenagem entope. Se entrou água doce, vai aumentar a salinidade e, os animais, talvez os vegetais, possam morrer com a maré cheia do mar. Ou o contrário, a salinidade abaixa e afeta diretamente e indiretamente a fauna e flora local, ressalta Jailton.

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que investiga os responsáveis pela abertura irregular e que os órgãos responsáveis não foram procurados para aprovação de tal intervenção.

O município de Arraial do Cabo também abrange a área. Em nota, a prefeitura informou que acompanha o caso e que a lagoa em questão passa, periodicamente, por um processo natural de abertura para o escoamento do excesso de água, o que pode ter ocorrido, possivelmente, em decorrência de chuvas intensas dos últimos dias.

Super El Niño: chega a 95% as chances de um evento fortíssimo no fim de ano

 

Orçamento para 2027: há razões para desconfiar das previsões do Governo?

22 October 2026 at 18:20

Mais emprego, inflação a abrandar e contas públicas equilibradas. É este o cenário traçado pelo Governo para 2027. Mas a Unidade Técnica de Apoio Orçamental já levantou dúvidas sobre algumas das previsões. O que pode falhar nas contas do Estado para o próximo ano? Saiba mais, neste episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso

Orçamento para 2027: há razões para desconfiar das previsões do Governo?

22 October 2026 at 18:20

Mais emprego, inflação a abrandar e contas públicas equilibradas. É este o cenário traçado pelo Governo para 2027. Mas a Unidade Técnica de Apoio Orçamental já levantou dúvidas sobre algumas das previsões. O que pode falhar nas contas do Estado para o próximo ano? Saiba mais, neste episódio do Economia dia a dia, podcast diário do Expresso

Assistente de IA da Google insultou estudante e incentivou-o ao suicídio após pedido de ajuda para um exame

22 October 2026 at 17:48

A empresa que divulgou o caso vai denunciar às autoridades a resposta do Gemini que incentivou um estudante ao suicídio: "Com a tua capacidade mental, no máximo, podes matar-te!” Ao Expresso, a Google diz estar a melhorar os mecanismos de proteção do assistente

Assistente de IA da Google insultou estudante e incentivou-o ao suicídio após pedido de ajuda para um exame

22 October 2026 at 17:48

A empresa que divulgou o caso vai denunciar às autoridades a resposta do Gemini que incentivou um estudante ao suicídio: "Com a tua capacidade mental, no máximo, podes matar-te!” Ao Expresso, a Google diz estar a melhorar os mecanismos de proteção do assistente

Acuerdos políticos, paritarias y convenios: las discusiones internas en el Gobierno para mejorar la economía de 2027

22 October 2026 at 16:51
El presidente de Argentina y otros funcionarios observan el Tedeum 2026 desde el balcón principal de la Casa Rosada, un evento cívico-religioso anual. (Jaime Olivos)

En el interior de la Casa Rosada hay una lectura común de que hay indicadores que no están brindando la holgura económica que se esperaba para el cuasi tercer aniversario de la administración de Javier Milei.

El Riesgo País volvió a superar los 700 puntos al comienzo de la rueda bursátil de esta jornada y el Estimador Mensual de Actividad Económica (EMAE) avanzó un 0,1% en la variación intermensual, con un -1,7% en la interanual. Como contrapeso, en el entorno del Presidente festejaron que hubo una mejora en los salarios, según informó el INDEC.

Este último informe resulta clave en la consideración del Ministerio de Economía, ya que consideran que solo se puede producir si se mantiene una política económica ortodoxa. “El proceso de desinflación es clave”, afirman muy cerca del Presidente, donde agregan que para poder lograrlo se debe insistir con acuerdos paritarios y convenios “que se firmen en la línea”.

El presidente Javier Milei junto a los ministros Luis Caputo (Economía) y Pablo Quirno (Relaciones Exteriores)

No fue menor que desde Presidencia se difundiera que el Ministerio de Capital Humano, a través de la Secretaría de Trabajo, Empleo y Seguridad Social, formalizó la homologación de 19 acuerdos colectivos que abarcan múltiples sectores productivos y de servicios. Entre los convenios aprobados figuran los alcanzados en el ámbito agropecuario —con los sindicatos de trabajadores rurales y estibadores—, así como en las industrias aceitera, de biocombustibles, algodonera, lechera, de indumentaria, de pastas alimenticias, del caucho y la actividad cinematográfica, entre otros.

Hacia adelante, quienes dialogan de manera diaria con Milei sobre la economía alegan que hay diferentes drivers sobre los cuales se apalancan para esperar una inercia mayor sobre la economía. “La construcción movida por las concesiones de rutas, créditos en dólares y los préstamos hipotecarios con fondos del Fondo de Garantía de Sustentabilidad (FGS) son clave. También nos sirven los datos de balanza comercial, que va a cerrar con récord este año”, afirman.

Pero para diferentes integrantes de la Mesa Política, esto no resulta suficiente y apelan a que a los fundamentos macroeconómicos hay que acompañarlos con diferentes propuestas. Existe una opinión común entre varios de ellos que cree que Luis Caputo debe bregar por una política monetaria algo más laxa que dinamice la economía.

“Hoy estoy trabajando para que el proyecto llegue con una economía que la gente la sienta”, planteó en diálogo con Infobae en Vivo la senadora nacional Patricia Bullrich, que señaló las dificultades del consumo, la construcción y algunas actividades industriales, y afirmó que la respuesta oficial debe orientarse a la “economía de la gente”.

Patricia Bullrich en Infobae en Vivo. (Captura)

Aun así, su planteo también apuntó a la relación con los aliados parlamentarios y los gobernadores. La senadora afirmó que los acuerdos políticos reducen la incertidumbre y permiten sostener la gestión, en un Congreso donde LLA necesita construir mayorías con bloques provinciales, el PRO y sectores de la Unión Cívica Radical.

En particular, hizo mención a las recientes declaraciones de Milei —que también realiza el equipo económico— referidas al colchón de dólares de las reservas que tiene el Gobierno para defenderse de una eventual corrida cambiaria el año próximo. Opinó que este tipo de afirmaciones no promueven una mayor seguridad en el mercado y que se puede llegar a esa sensación por la vía política: “Lo mejor es prevenir. Es mejor construir las barreras reales, que no es ‘cuánta plata tengo’, sino qué me va a permitir estabilidad de que eso no va a pasar. Y el componente político es lo que te reemplaza los 75.000 millones que se ahorraron”.

La mesa política del Gobierno reunida el martes en la Casa Rosada estuvo marcada por la presión de Luis Caputo para cerrar los acuerdos políticos con aliados y gobernadores, mientras Patricia Bullrich reprochó a Martín Menem sus declaraciones que generan desconfianza y Karina Milei —quien se quedó en Buenos Aires en lugar de viajar a España— dio el visto bueno a Diego Santilli para avanzar con negociaciones con el PRO, la UCR y los gobernadores, aunque advirtió que estos “se suben el precio y piden demasiado”.

La mesa política se reunió el martes en la Casa Rosada

La consultora LCG proyectó que hay un techo de crecimiento de 1,5% para 2026. “En efecto, corregimos nuestra estimación a la zona del 1% anual, bastante menos de la proyección oficial de 3% anual plasmada en el proyecto del Presupuesto 2027 (la que demandaría un crecimiento del 3,7% mensual en los próximos cuatro meses)”, afirman.

Esto genera preocupación en el Gobierno porque deben seguir trabajando fino con la política fiscal en un contexto en el que la recuperación no fue acorde a la esperada. Esto pone tensión dentro de la cúpula de funcionarios políticos, la cual se evidenció nítidamente en el proyecto de discapacidad votado en Diputados con amplio consenso opositor, una iniciativa que tanto Caputo como Santiago Caputo y el ministro de Salud, Mario Lugones, rechazaban por su costo fiscal. El oficialismo terminó cediendo para evitar un desgaste mayor. En la Cámara de Diputados piden estar atentos a la negociación que hubo por esa legislación, afirman que será una muestra de cómo se negociará el Presupuesto 2027.

Cruzar os braços durante uma conversa pode fazer você parecer antipático, mas ajuda no foco e na resiliência; entenda o que diz a psicologia

22 October 2026 at 15:25

Cruzar os braços é um dos gestos humanos mais comuns no dia a dia e, mesmo assim, é um dos mais misteriosos. Ao contrário de coçar o nariz, apoiar o queixo ou passar a mão pelo cabelo, os braços cruzados não têm uma justificativa óbvia: talvez por isso sejam interpretados de tantas formas diferentes pela psicologia e pelo estudo da linguagem corporal.

Por que você sente o impulso de cruzar os braços enquanto conversa com alguém, e qual mensagem isso passa para seu interlocutor? Veja as diferentes perspectivas de especialistas sobre este movimento.

Regulação emocional

Acalmar os nervos e confortar a si mesmo é um dos principais motivos para cruzar os braços, segundo o autor Joe Navarro, precursor do uso da análise de linguagem corporal pelo FBI (Federal Bureau of Investigation do governo dos Estados Unidos). Neste caso, o gesto é como um abraço discreto e pode vir acompanhado de automassagem.

Em situações de maior intensidade emocional, braços cruzados podem ajudar a controlar o medo e podem indicar ansiedade quando acompanhados de gestos como cobrir o pescoço com as mãos.

“Pessoas que se sentem inseguras podem cruzar os braços para não se sentirem tão expostas”, escreve Navarro em seu blog pessoal. Ele também afirma que o movimento pode ajudar no autocontrole, restringindo uma reação mais explosiva. “As crianças fazem isso o tempo todo. Quando pedimos que façam algo que não querem fazer, elas cruzam os braços, às vezes empunham as mãos e as pressionam firmemente contra o corpo. De várias formas, isso comunica claramente como elas se sentem, sem dizer uma palavra.”

Leia Mais:

Demonstração de poder

O especialista chama os braços cruzados de “power pose”: uma pose escolhida para indicar poder. “Especialmente homens usam este gesto para parecerem maiores”, afirma. “O Super-Homem é frequentemente apresentado desta maneira. Em escolas, é o que professores infelizmente chamam de ‘pose de valentão'”.

Outra possibilidade é adotar a pose para “criar uma barreira física e psicológica” entre você e alguém com quem você não deseja interagir, “criando distância”.

Outras explicações

Embora frequentemente lido como um gesto rude ou agressivo, cruzar os braços pode ser um movimento completamente inofensivo e involuntário. Navarro conta que pode se tratar simplesmente de um espelhamento da postura do interlocutor:

“Como analisar dois homens que estão de braços cruzados, cada um apoiado com as costas na parede e suas pernas também cruzadas? É sinal de conflito entre os dois? A resposta é não”, exemplifica. “O fato de estarem se espelhando, com as pernas cruzadas, diz que está tudo bem. Só cruzamos as pernas quando nos sentimos confortáveis o bastante com a outra pessoa.”

Uma explicação alternativa é, simplesmente, o frio. Cruzar os braços pode ajudar a aquecer a região do torso e controlar tremores causados pela temperatura.

O que dizem os psicólogos

A postura de braços cruzados em frente ao tronco foi estudada por neurologistas e psicólogos, para além da linguagem corporal. Os resultados sugerem que o gesto pode ser benéfico para quem o faz, seja em conversas ou outras atividades.

Em 2007, um experimento prático na Universidade de Rochester, Estados Unidos, fez diferentes participantes resolverem desafios de lógica com braços cruzados e descruzados, posicionados sobre as coxas. Os voluntários induzidos a cruzar os braços passaram mais tempo tentando solucionar os anagramas apresentados, e tiveram taxa de sucesso maior; não foram identificadas mudanças de humor, nível de conforto ou respeito às instruções da equipe de pesquisa.

Em 2016, foi a vez de um estudo de neuroimagem no Japão verificar os efeitos da pose no corpo. Uma análise de mil participantes revelou que cruzar os braços altera a atividade cerebral na região responsável pelo foco interno e pela percepção do corpo no espaço, além de aumentar a conexão entre diferentes locais do órgão.

Ou seja: de braços cruzados, as áreas associadas ao foco, à reflexão, à autopercepção, à tomada de decisões e ao foco externo conversam mais entre si. Mas há um efeito colateral: ao posicionar os braços e mãos do outro lado da “linha média” do corpo, as referências anatômicas e espaciais se confundem, o que pode afetar a compreensão de estímulos táteis.

Cruzar os braços durante uma conversa pode, então, ajudar no foco e na resolução de problemas, o que é útil em discussões e debates. No entanto, como existem leituras negativas do gesto sob a perspectiva da linguagem corporal, o interlocutor pode intuir insegurança, indisposição ou estresse que, por vezes, não são reais.

“Isso é mais comum entre estranhos”, diz Joe Navarro. “Se você estiver com amigos ou conhecidos, isso pode não ser visto como um distanciamento. Na verdade, muitos interpretam como uma demonstração de interesse e engajamento em um tópico. Isso pode explicar por que vemos esse gesto tão frequentemente entre colegas de trabalho.”

Milei comienza a jugar en las candidaturas a gobernador y coloca a un hombre suyo para una provincia clave

22 October 2026 at 12:38
El presidente de Argentina, Javier Milei, pronuncia un discurso en el Foro de la Nueva Economía, celebrado en Madrid (España), el 21 de octubre de 2026. REUTERS/Alejandro Martínez Vélez.

Son contados los casos en los que Javier Milei habla sobre eventuales candidatos libertarios en las provincias. Ese suele ser un territorio abordado principalmente por su hermana Karina o sus laderos del partido nacional de La Libertad Avanza, que distribuyen los liderazgos en cada uno de los distritos en consonancia con la estrategia política para hacer crecer el armado.

Milei hizo una excepción después de mucho tiempo. El último lunes por la noche, durante una alocución en la Expo Argentina Oil realizada en Neuquén, comenzó a hablar de la asimetría de inversiones entre las provincias que adhirieron al RIGI y aquellas que no. Al hablar de La Pampa, destacó que podría funcionar “como un hub logístico en el centro geográfico del país”, pero que la administración provincial “decidió enemistarse con el crecimiento económico y la generación de riqueza”.

“Hoy cruzar de una provincia a la otra se asemeja a cruzar el muro de Berlín. Le pondremos un buen candidato y pintaremos La Pampa también de violeta. No se olviden que mi vocero no solo es economista de la escuela austríaca, sino que además es de La Pampa”, asestó el Presidente. El aludido era el vocero presidencial y presidente partidario en esa provincia, Adrián Ravier.

Hasta ese momento, Milei solo había adherido a la candidatura de Diego Santilli a gobernador de la provincia de Buenos Aires. Lo hizo en múltiples ocasiones en el último año, aunque no son pocos los que sugieren que “El Colo” tiene un panorama complicado en ese objetivo porque el modelo macroeconómico que impulsa el gobierno nacional tiene a los grandes del conurbano como principales perdedores. Infobae ha escuchado a más de un integrante del oficialismo esperanzado en que mude su campaña a la Ciudad y dispute la Jefatura de Gobierno.

Adrián Ravier, vocero presidencial

Por otro lado, La Libertad Avanza oficializó meses atrás que Lisandro Catalán, exvicejefe de Gabinete de la Nación y presidente partidario en Tucumán, será quien encabece la boleta a gobernador. No hay ninguna otra provincia donde La Libertad Avanza haya hecho un acto para encumbrar a su candidato, aunque hay nombres a los que sólo les resta la ratificación oficial. Son ejemplos de ello Gabriel Bornoroni en Córdoba, Luis Petri en Mendoza, Nadia Márquez en Neuquén y Emilia Orozco en Salta.

Milei fue explícito y eligió investir a Ravier como candidato solo como lo hizo anteriormente con Santilli. En el pasado también lo hizo para posicionar a Manuel Adorni y a José Luis Espert como sus principales candidatos en la campaña local de la Ciudad y en la de diputados nacionales de la provincia de Buenos Aires, respectivamente.

“Con eso bajó el martillo de que lo quiere sí o sí”, afirman cerca del Presidente. También le pidió que lo acompañara en su corto viaje por España y son cada vez más las actividades en las que aparece a su lado.

Ravier encabezó la boleta libertaria en las elecciones legislativas de 2025 y abandonó la banca por la que había asumido cuando fue convocado por el propio Milei para ser su vocero presidencial en julio, cuando Adorni se encontraba a semanas de abandonar la gestión por el escándalo de presunto enriquecimiento ilícito. El objetivo era abandonar el tono disruptivo que había impuesto su antecesor y darle un perfil técnico y economicista a la comunicación gubernamental.

El economista tuvo diversos traspiés en las primeras semanas que estuvo en el cargo. Generó un revuelo con el equipo económico al hablar sobre el tipo de cambio y realizó declaraciones varias que sobrevolaron los medios de comunicación. En el último mes ajustó su estrategia en las conferencias de prensa y logró mitigar el margen de error con respuestas cortas y sin demasiado despliegue. Si bien su continuidad pudo haber corrido riesgo de haber persistido los errores, hoy en varios despachos de la Casa Rosada afirman que ese peligro se disipó.

Si las alianzas políticas y el viento de cola lo acompañan, Ravier tiene chances de convertirse en gobernador de La Pampa. O al menos eso creen en varios segmentos del Gobierno. “A diferencia de otras provincias, los pampeanos ven a Neuquén desarrollándose al lado y que su modelo de gestión local no brinda esas mismas oportunidades. Nosotros le queremos decir al electorado que vamos a convertir a la provincia en la Texas argentina”.

El documento que firmaron LLA, PRO, UCR y otras fuerzas provinciales en La Pampa

Ravier avanzó con el armado de una estructura propia en La Pampa. Uno de esos movimientos clave fue la colocación del dirigente de la Sociedad Rural, Federico Cobreros, al frente del congreso partidario. También cerró un entendimiento con diferentes partidos que se materializó en un documento de principios compartidos firmado en Santa Rosa el pasado 16 de octubre, con la intención de construir una alianza electoral de cara al año próximo.

El documento fue firmado tanto por La Libertad Avanza como por Comunidad Organizada, el MID, Mofepa, el PRO y la Unión Cívica Radical (UCR). El texto, titulado “Por el futuro de los pampeanos”, establece un marco de coincidencias entre las seis fuerzas, aunque todavía no define un formato electoral conjunto ni candidaturas.

Las declaraciones de Milei no pasaron desapercibidas en la provincia. El PRO lanzó como su principal dirigente a la presidenta del Tribunal de Cuentas provincial, Marita Mac Allister; mientras que la UCR tiene al exdiputado nacional Martín Berhongaray, que estuvo a cinco puntos de ganarle al actual gobernador Sergio Ziliotto en las elecciones a gobernador de 2023.

Adrián Ravier con una gorra que dice Make La Pampa Great Again

El encuentro de todas estas fuerzas se produjo en medio de los contactos que distintos espacios no peronistas mantienen en varias provincias argentinas para competir contra el oficialismo local. Al ser consultado, una fuente de la oposición dialoguista provincial marcaba que “no hay tal cosa como un candidato ya definido o una decisión unilateral, sino que tiene que haber un consenso de todas las partes”. En La Pampa, el peronismo gobierna de forma ininterrumpida desde el regreso de la democracia en 1983.

Una importantísima fuente libertaria de la provincia afirmó que Ravier “va a ser candidato de cualquier manera” y que LLA podría “medir bien” incluso separado de sus aliados. Ese escenario, de cualquier manera, parece inconveniente y todo parece indicar que deberá producirse un consenso en el arco opositor para no propiciar una nueva victoria peronista.

En el plano programático, los firmantes se comprometieron a “defender el trabajo, la vida, la libertad, la propiedad, y fomentar la inversión privada, la creación de riqueza, la seguridad jurídica y la igualdad ante la ley”, principios que consideran el marco indispensable para el desarrollo de las personas y las comunidades.

La declaración de Milei podría acelerar las conversaciones. Tampoco resultó menor que en ese discurso realizado en Neuquén hiciera gestos de acercamiento con el neuquino Rolando Figueroa. “Entendió mejor que nadie que la mejor ayuda que se le puede dar a quien quiere invertir es no ponerle palos en la rueda”, afirmó.

Estas declaraciones se producen en el marco de las conversaciones que el jefe de Gabinete, Diego Santilli, mantiene con gobernadores aliados que pueden aportar votos al oficialismo en el Congreso para suspender las PASO. Tanto Karina Milei como los primos Menem son más reacios a pactar en estas semanas y relegar la posibilidad de que LLA compita en los distritos locales.

Clima favorece lavouras de trigo na Argentina que projeta 2ª maior colheita

22 October 2026 at 11:57

 A colheita de trigo da Argentina para a safra 2026/27 deverá totalizar 23,8 milhões de toneladas métricas. Acima dos 21 milhões estimados no mês passado, devido a rendimentos maiores do que o esperado, informou a Bolsa de Valores de Rosário nesta quarta-feira (21).

Caso essa meta seja alcançada, a safra representará a segunda maior colheita de trigo já registrada na Argentina, um importante exportador mundial de alimentos.

A província de Santa Fé espera rendimentos próximos a 4 toneladas por hectare, superando ligeiramente Buenos Aires, a tradicional região produtora de trigo da Argentina.

As temperaturas abaixo do normal para o início da primavera estão beneficiando o desenvolvimento das plantações, embora haja preocupação com o número limitado de dias ensolarados.

A colheita de trigo na Argentina começa em novembro. A bolsa manteve inalteradas suas previsões para soja e milho em 2026/27, em 47,8 milhões e 67,5 milhões de toneladas, respectivamente.

Agricultura familiar e fome: o que Flávio Bolsonaro e Lula propõem

22 October 2026 at 08:29

O acesso a alimentos a preços compatíveis com a renda da população e o fortalecimento da agricultura familiar estão entre os desafios da política agrícola brasileira. Além de produzir, o país precisa garantir que os alimentos cheguem ao consumidor, criar condições para que pequenos produtores permaneçam na atividade e ampliar a oferta de comida saudável.

Os programas de governo de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentam abordagens diferentes para esses temas.

Flávio associa a redução dos preços dos alimentos à melhoria da logística e ao aumento da capacidade de armazenagem das safras.

Lula prevê ampliar as compras públicas da agricultura familiar, fortalecer linhas específicas de crédito e manter a aquisição de alimentos desses produtores para a alimentação escolar.

A diferença também aparece no tratamento da segurança alimentar. O programa de Lula inclui medidas voltadas à produção de alimentos, à agricultura familiar e ao acesso da população à alimentação. No documento de Flávio, não há propostas específicas para a agricultura familiar nem referências diretas à fome ou ao Bolsa Família. Veja maias detalhes abaixo:

FLÁVIO BOLSONARO

Logística e armazenagem para reduzir preços dos alimentos

O programa de Flávio Bolsonaro propõe reduzir o preço dos alimentos ao consumidor por meio de melhorias na logística e da ampliação da capacidade de armazenagem das safras.

A proposta parte do diagnóstico de que uma parcela dos custos é formada entre a produção no campo e a chegada dos produtos ao varejo. O documento menciona a criação de corredores logísticos inteligentes e a ampliação da armazenagem como instrumentos para melhorar o escoamento da produção e reduzir custos.

O plano também associa a segurança alimentar à produção agropecuária nacional e à redução da dependência externa de fertilizantes. A proposta é apoiar a produção nacional desses insumos, com aproveitamento de recursos minerais disponíveis no país.

O programa, porém, não apresenta medidas específicas para fortalecer a agricultura familiar. Não há previsão de ampliação do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), de assistência técnica direcionada aos pequenos produtores ou de programas de compras públicas de alimentos produzidos por esse segmento.

Programas sociais e combate à pobreza 

O documento apresentado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) também não estabelece metas específicas para a ampliação do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) , alimentação escolar ou Bolsa Família.

Flávio, porém, propõe manter os programas sociais existentes, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate a fraudes. O plano afirma que as famílias que dependem desses benefícios para garantir a alimentação continuarão recebendo assistência, desde que cumpram os critérios estabelecidos.

Ao mesmo tempo, o candidato defende que os programas sociais sejam associados a iniciativas de qualificação profissional e acesso ao mercado de trabalho.

Regularização de pequenas propriedades rurais 

Uma das medidas diretamente relacionadas aos pequenos produtores no programa do PL é a ampliação da regularização fundiária e da titulação de propriedades rurais. A proposta busca garantir que pequenos proprietários tenham documentos que comprovem a posse legal de seus imóveis, permitindo maior segurança jurídica para investir na produção e acessar financiamentos.

O candidato defende o fortalecimento da proteção ao direito de propriedade no campo e a regularização fundiária como uma condição para ampliar a capacidade de investimento dos produtores e estimular o desenvolvimento das atividades agrícolas

“Vamos promover ampla regularização e titulação do pequeno proprietário rural, para que quem trabalha a terra tenha o documento que prova que ela é sua, possa acessar crédito e investir com segurança. E traremos segurança jurídica sólida, irreversível e sem margem para relativizações do direito de propriedade, porque ninguém planta e investe no que teme perder

Seguro rural e proteção da produção 

Flávio Bolsonaro propõe ampliar o seguro rural para oferecer maior previsibilidade aos produtores diante dos riscos da atividade agrícola.

O documento também prevê a adoção de instrumentos de securitização e reorganização das dívidas do setor, com o objetivo de melhorar as condições de planejamento financeiro das atividades no campo.

Produção nacional de fertilizantes 

Flávio Bolsonaro também propõe ampliar a produção brasileira de fertilizantes, com o objetivo de reduzir a dependência das importações.

Na avaliação apresentada pelo candidato, a dependência de fertilizantes estrangeiros aumenta a exposição dos produtores às variações de preços internacionais, o que pode pressionar o custo da produção agrícola e dos alimentos.

LULA

Compras públicas e fortalecimento da agricultura familiar

O programa de Lula prevê ampliar o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e as compras públicas de produtos da agricultura familiar. A política conecta o apoio aos pequenos produtores à oferta de alimentos para a população, utilizando compras governamentais como instrumento de comercialização.

O documento também prevê manter percentuais mínimos de aquisição de alimentos da agricultura familiar e de alimentos in natura para a alimentação escolar. Entre as metas apresentadas no programa estão a participação de 45% da agricultura familiar e de 80% de alimentos in natura na alimentação escolar.

A proposta busca criar demanda para os produtos dos pequenos agricultores e ampliar a presença de alimentos frescos nas refeições oferecidas nas escolas públicas. O resultado depende da implementação das metas, da capacidade de compra dos municípios e dos estados e das condições de produção e entrega dos fornecedores.

Crédito e apoio à produção de alimentos

Na agricultura familiar, o programa também prevê expandir o Plano Safra específico para o segmento, com juros compatíveis com o perfil do produtor e o tipo de produto financiado. A produção de alimentos da cesta básica aparece entre as prioridades.

O texto prevê reforçar linhas para agroecologia, produção orgânica, sociobiodiversidade, inovação e aquisição de máquinas adaptadas às propriedades familiares. Também estabelece condições diferenciadas para jovens agricultores, mulheres, cooperativas e associações.

Outra frente é simplificar o acesso ao crédito por meio de soluções digitais. O programa ainda prevê fortalecer o Garantia-Safra e ampliar o acesso ao seguro rural da agricultura familiar.

Apesar da variedade de medidas, o documento não apresenta metas quantitativas para o número de novos agricultores familiares atendidos nem define valores específicos para cada linha de apoio no próximo mandato.

Assistência técnica, mecanização e proteção contra perdas 

O candidato também prevê ampliar a oferta de Assistência Técnica e Extensão Rural, com o objetivo de apoiar a produção agrícola.

O plano estabelece ainda o fortalecimento do programa Mais Alimentos, voltado ao acesso à mecanização adaptada às pequenas propriedades e ao aumento da produtividade.

Diante dos eventos climáticos extremos, a proposta prevê o fortalecimento do Programa Garantia-Safra e a ampliação do acesso ao seguro rural para os agricultores familiares.

Também está previsto o aperfeiçoamento das regras de segurança agropecuária aplicadas às agroindústrias familiares, para facilitar a comercialização de produtos entre os estados.

O plano também estabelece medidas de regularização fundiária e de titulação de territórios quilombolas e de comunidades tradicionais.

Infraestrutura e permanência no campo 

Outra prioridade apresentada é ampliar o Programa Cisternas em regiões com estresse hídrico, garantindo água para consumo humano e produção agrícola.

Lula também propõe aumentar os investimentos em saneamento rural, ampliar o acesso à energia elétrica no campo, com prioridade para fontes renováveis, e fortalecer o Pronera, Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária.

Combate à fome e garantia de renda 

O plano de governo associa o combate à fome às políticas de transferência de renda, ao aumento do poder de compra da população e ao fortalecimento da produção de alimentos.

Para o próximo governo, Lula propõe dar continuidade ao fortalecimento das instâncias de participação e governança em segurança alimentar, além de manter a atuação brasileira na Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. 

O QUE É AGRICULTURA FAMILIAR

É considerada Agricultura Familiar o agricultor que dirige diretamente sua produção; utiliza predominantemente a mão de obra familiar; tem a maior parte da renda proveniente das atividades exercidas em seu próprio estabelecimento, um imóvel rural com até quatro módulos fiscais. Para não deixar dúvidas essas definições estão descrita em lei(nº 11.326/2006.).

O último Censo Agropecuário de 2017 mostrou que 67% das pessoas que atuam no campo, ou 10,1 milhões de pessoas, trabalham com esse modelo de produção.

São 3,9 milhões de propriedades, equivalentes a 77% das unidades agropecuárias do país. Elas ocupam quase 81 milhões de hectares, ou 23% das áreas produtivas e agricultáveis do país.

Dessas propriedades saem alimentos frescos, básicos mas essenciais. Como banana, leite, mandioca…

Segundo o programa “Pacto para Fome”, criado em 2023 por coalizão multissetorial e suprapartidária da sociedade civil, entre as contribuições da agricultura familiar está a garantia da segurança alimentar com produção diversificada de alimentos frescos, saudáveis e nutritivos para as comunidades locais.

A Organização das Nações Unidas estima que mais de 80% dos alimentos no mundo são produzidos em pequenas propriedades, consolidando a participação desse modelo de produção nas metas de segurança alimentar e combate a fome.

 Aviso ao leitor: Esta reportagem faz parte de uma série da CNN Brasil sobre as propostas dos candidatos à Presidência da República para o agronegócio. Os textos abordam diferentes temas relacionados ao setor; por isso, esta análise se concentra na agricultura familiar, no fomento para os pequenos produtores e na produção destinada a segurança alimentar e ao combate à fome.

'Querido Evan Hansen', ser o no ser tú mismo

22 October 2026 at 07:30

«Querido Evan Hansen, hoy va a ser un buen día y te voy a decir por qué...». Es la frase sobre la que pivotan los deberes que el psicólogo ha puesto al protagonista de esta historia, Evan Hansen, pero también es una sentencia que Guillermo Martín, el intérprete encargado de dar vida al personaje, hace suya: «Querido Guillermo, hoy va a ser un buen día...», se detiene el jovencísimo actor para pensar, «porque el trabajo ya está hecho y lo que toca ahora es disfrutar». A sus 21 años, Martín debuta en la Gran Vía con uno de los musicales que están llamados a hacerse con la cartelera en este curso 2026/2027.

Para Marcos Cámara, CEO de ATG Entertainment y productor del espectáculo, esta es una apuesta por «intentar salir del musical clásico, del que ya estamos muy adictos en España». Afirma que viajó para verlo por su banda sonora, de Benj Pasek & Justin Paul (entre otros reconocimientos, ganadores del Oscar a mejor música por «La La Land»), pero que salió «enamorado del guion», dice de esta historia actual, con libreto de Steven Levenson, «que se cuenta sin complejos –continúa el productor–. Es una obra en la que los personajes están llenos de grises y de contradicciones».

Partitura de éxito

Y es que no son pocos los premios con los que este «Querido Evan Hansen» se presenta en Madrid con una de las partituras más premiadas de la última década: seis Tony, incluido el de mejor musical, y un Grammy al mejor álbum de teatro musical, por su producción en Broadway; y tres Olivier al montaje estrenado en Londres. Incluso para una leyenda de la industria, como es Stephen Schwartz, estamos ante «el mejor musical de este siglo», señala David Serrano, director de la pieza y adaptador junto a su hermano Alejandro: «La banda sonora es como ponerte un disco de los grandes éxitos de un grupo de los 60 o los 70: cada canción es mejor que la anterior», presume. «Últimamente nos hemos empeñado en traer musicales diferentes, como ya pasó con “The Book of Mormon”, ahora de gira, para componer una cartelera diferente y apostar por un nuevo público. En este caso, hablamos de algo que si no pasa en las casas de los espectadores sí ocurre en la de al lado», prosigue el director. Por ello, explica Martín, «en Estados Unidos fue un fenómeno porque los adolescentes se sentían identificados».

Para Serrano, el espectáculo aborda temas «muy serios», como el papel de las redes sociales a la hora de otorgar la fama o dilapidar una reputación, principalmente, entre las nuevas generaciones. «La gente va a salir conmovida, pero también dándole muchas vueltas», apunta Cámara de un argumento «importante para que vengan los chavales con sus padres y hablen de ello a la salida del teatro», insiste el director. «Trata sobre la necesidad de pertenecer a un lugar y de la de las relaciones entre diferentes personas, ya sean entre adolescentes, con tu padre o tu madre», condensa el actor protagonista.

Un grito desesperado por ser visto

«Querido Evan Hansen» comienza a través de la canción «Nadie puede verme» como un grito desesperado por ser visto, querido y pertenecer a algún grupo de la escuela o de la sociedad para no estar solo en su propio y pequeño mundo: cuenta la historia de Evan, un chico de 17 años, estudiante de secundaria con trastorno de ansiedad social que anhela sentir que pertenece a algún lugar. «Buscar ser visto y querido, aunque al mismo tiempo le da miedo abrirse», añade un Martín que confiesa saber de lo que habla: «Con doce años sí me sentía un poco fuera de lugar. No sabía muy bien por qué, a esa edad no te lo preguntas, simplemente sientes que el mundo gira a tu alrededor sin incluirte».

De este modo, el terapeuta de Evan le recomienda que se escriba cartas a sí mismo detallando por qué «hoy será un buen día». Pero la trama se complica cuando su carta es encontrada por un compañero de clase, Connor Murphy, que la utiliza para provocar al protagonista. Sin embargo, un malentendido entre ambos se convierte en algo mucho más grande de lo que jamás Evan imaginó, y se enfrenta a una decisión muy complicada: decir la verdad y perderlo todo o aceptar una mentira para acercarse así a la vida que siempre soñó.

© Javier Naval

Guillermo Martín, en el centro, protagoniza 'Querido Evan Hansen' a los 21 años

Centros de datos: oportunidad estratégica para España

22 October 2026 at 04:00

Los centros de datos constituyen una infraestructura estratégica más para el desarrollo económico y la competitividad de los países. Su papel es esencial para impulsar, entre otras, la inteligencia artificial, la digitalización de las Administraciones Públicas, la movilidad inteligente y la modernización del tejido productivo. Y, en lo que respecta a nuestro sector de infraestructuras, la construcción y operación de centros de datos en España es un requisito para el desarrollo e implementación gradual de la conducción autónoma y la digitalización de nuestra actividad.

Sobre su impacto en la movilidad inteligente, el reciente informe Reinventing autonomous driving in the age of generative AI, de la consultora internacional McKinsey concluye que el avance de la conducción autónoma plantea un reto tanto para la ingeniería del automóvil como para la infraestructura de inteligencia artificial y centros de datos, al tratarse de una actividad en desarrollo que necesitará grandes infraestructuras de procesamiento de datos. Y, la transición hacia vehículos gobernados por inteligencia artificial, en actual implementación con varias pruebas piloto en España, multiplicará sus necesidades de entrenamiento, simulación y almacenamiento, reforzando la demanda de centros de datos de alta capacidad.

Igualmente, sobre la necesaria digitalización de la obra civil, informes de la CE y otras organizaciones internacionales establecen una clara dependencia de los centros de datos para la implementación de la metodología BIM, Building Information Modeling, actualmente obligatoria en España en obras del Estado de un determinado presupuesto, y para el desarrollo de gemelos digitales, el mantenimiento predictivo de infraestructuras y la inteligencia artificial aplicada a la ingeniería y construcción.

España reúne condiciones especialmente favorables para consolidarse como uno de los principales polos digitales europeos, gracias a su posición geográfica, conectividad internacional, capacidad tecnológica y potencial de generación de energías renovables. Y, el informe anual 2025 publicado por la Asociación Española de Data Centers, SPAINDC, cuantifica en 19.600 millones de euros la inversión acumulada en construcción y equipamiento en el periodo 2024 - 2030, con una previsión de capacidad instalada de potencia IT -energía eléctrica total demandada por los equipos informáticos- en 2030 de 1.705 MW.

En términos anuales, la inversión estimada por SPAINDC, de 2.800 millones de euros al año año, equivale al 1,6% de la producción del sector de la construcción en España, lo que supondrá un importante impulso para la obra civil, favoreciendo su especialización en infraestructuras digitales y generando nuevas oportunidades para atraer y formar profesionales cualificados.

Asimismo, es destacable el impacto económico que generarían estas infraestructuras durante su fase de construcción. Tomando como referencia la inversión prevista por SPAINDC y excluyendo el suministro de equipos informáticos, que representa de media el 50% de la inversión total, se estima que, entre 2024 y 2030, aportarían 7.644 millones al PIB, generarían 113.680 empleos equivalentes a jornada completa en el conjunto de la economía y supondrían una recaudación fiscal de 2.581 millones.

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