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Almoço a 230 metros de profundidade vence prémio do concurso INOVA ALGARVE

22 October 2026 at 11:37

O projeto “Almoço Mineiro Subterrâneo”, que propõe uma experiência gastronómica na Mina de Sal-Gema de Loulé, venceu a categoria “Turismo & Recursos Geológicos” do concurso INOVA ALGARVE + DIVERSIFICAR, promovido pelo NERA. A iniciativa, apresentada pela Tech Salt, S.A., foi distinguida a 20 de outubro, em Loulé, com um prémio monetário de 2.500 euros.

Desenvolvido em parceria com a Associação das Terras e das Gentes da Dieta Mediterrânea, o projeto combina uma visita guiada ao património geológico e mineiro com uma refeição inspirada na Dieta Mediterrânica, a cerca de 230 metros de profundidade.

A experiência pretende recriar os momentos de convívio dos antigos mineiros, aliando a gastronomia à valorização da história, das tradições e dos recursos locais. A proposta procura, assim, diversificar a oferta turística algarvia através de uma experiência que cruza património industrial, geologia e cultura gastronómica.

A distinção foi anunciada durante uma conferência dedicada à fileira dos recursos geológicos, realizada nas instalações do NERA, em Loulé. O encontro reuniu representantes de entidades regionais, académicas e empresariais para debater o contexto económico do setor e as oportunidades de inovação.

O primeiro painel contou com a participação de representantes da Região de Turismo do Algarve, da Universidade do Algarve e da Assimagra – Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais. O programa incluiu ainda uma apresentação do designer Miguel Soeiro sobre a inovação na ligação da pedra natural a outros materiais.

O segundo painel, centrado nas boas práticas de inovação empresarial, reuniu representantes do Geoparque Algarvensis, da TECH SALT, da Geowalks and Talks, da Pedramoca e da EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro, proporcionando a partilha de experiências e abordagens inovadoras no setor.

O ciclo de conferências INOVA ALGARVE + DIVERSIFICAR prossegue a 5 de novembro, com uma sessão dedicada à fileira dos citrinos. Ao longo do mês, estão ainda previstas conferências centradas na Economia do Mar e nas Plantas e Flores.

A iniciativa é organizada pelo NERA, em parceria com a Algarve Evolution, a Associação KIPT, a CCDR Algarve, a Região de Turismo do Algarve, a Tertúlia Algarvia e a Universidade do Algarve, no âmbito do projeto INOVA ALGARVE 3.0, cofinanciado pelo programa regional Algarve 2030, integrado no Portugal 2030.

Mais informações sobre os projetos finalistas e o calendário das próximas sessões estão disponíveis em https://inova-algarve.pt/ciclo-de-conferencias.

$ norte-americano | Moeda mais procurada pelos portugueses

22 October 2026 at 11:08

A Unicâmbio regista um aumento da procura por moeda estrangeira face ao ano anterior, com maior dinamismo entre divisas associadas a destinos fora da Europa, nomeadamente o iene japonês, o won sul-coreano, o baht tailandês, a lira turca e a coroa islandesa. A evolução da procura destas moedas sinaliza um interesse crescente por viagens para […]

KlubeSol leva o Walking Football da Fuzeta ao torneio regional em Lagoa

22 October 2026 at 11:07

A Associação KlubeSol, da Fuzeta, no concelho de Olhão, vai participar no I Torneio Walking Football Algarve, que se realiza amanhã, 23 de outubro, no Parque Desportivo Municipal de Estômbar, em Lagoa. A iniciativa reúne praticantes de uma modalidade que alia a atividade física à inclusão social, à promoção do envelhecimento ativo e ao combate ao isolamento.

A participação integra a segunda etapa do V Circuito Nacional de Walking Football e representa uma oportunidade para a associação dar visibilidade ao trabalho que desenvolve na comunidade através do desporto.

Na Fuzeta, a KlubeSol promove duas vertentes da modalidade: Walking Football Recreativo e Walking Football Adaptado. O objetivo é proporcionar oportunidades de prática desportiva, convívio e participação a pessoas de diferentes idades e capacidades físicas.

O Walking Football, ou futebol a caminhar, adapta as regras do futebol tradicional, privilegiando um ritmo de jogo mais acessível. Além de incentivar a atividade física, a modalidade promove o espírito de equipa, a autoestima e o bem-estar emocional, contribuindo também para combater a solidão e o isolamento social.

A associação destaca precisamente esta dimensão social do desporto, defendendo que a prática desportiva deve estar ao alcance de todos, independentemente da idade ou das capacidades físicas.

Treze jogadores representam a Fuzeta

A equipa da KlubeSol que vai participar no torneio é composta por 13 jogadores: Luís Corvo, António Picoito, Elídio Soares, Álvaro Serra, Raul Vicente, Rui Marto, José Carlos Lopes Pereira, Paulo Paulos, Joaquim Piedade, Ismael de Freitas Bruno, Francisco Mesquita, Nuno Oliveira e Luís Soares.

A presença em Estômbar constitui mais um passo na divulgação do projeto de Walking Football desenvolvido pela associação, que procura promover estilos de vida saudáveis e reforçar os laços entre os participantes e a comunidade.

Para além da vertente competitiva, a KlubeSol pretende sensibilizar para a importância do desporto enquanto instrumento de inclusão, envelhecimento ativo e promoção da saúde mental.

Uma associação dedicada à comunidade

A Associação Sócio-Cultural de Animação Clube do Sol – KlubeSol é uma entidade sem fins lucrativos sediada na Fuzeta, com intervenção nas áreas do desporto, da inclusão social, da saúde mental, do envelhecimento ativo, da cultura, da educação ambiental e da sustentabilidade.

Através das suas iniciativas, procura incentivar a participação comunitária, a igualdade de oportunidades e a melhoria da qualidade de vida da população.

Correggere il Green Deal dovrebbe servire a renderlo efficace

22 October 2026 at 11:00

Non c’è tema politico più divisivo del Green Deal nell’Unione Europea, anche all’interno dei singoli Stati. Richieste di soppressione, modifiche radicali, attuazione senza intoppi attraversano le campagne elettorali. Ma è bene ricordare che la ragione per cui è stato promosso non è uno slancio etico ma una valutazione di costi e benefici ambientali ed economici che, certo, deve essere aggiornata, ma non tradita.

In questi giorni il Partito popolare europeo sta spingendo per un nuovo rinvio dell’ETS2 (il mercato delle emissioni per trasporti e riscaldamento, previsto dal 2028) e per allentare le norme sulle emissioni di metano. Sul fronte delle auto, i negoziatori di PPE, Socialisti e Renew hanno raggiunto un compromesso che consentirebbe di ridurre fino all’87,5 per cento il taglio delle emissioni delle nuove auto nel 2035, anche attraverso crediti per l’acciaio europeo a basse emissioni, con aperture a carburanti rinnovabili e ibride plug-in e incentivi contabili per le piccole elettriche efficienti.

Sono iniziative in discussione, non decisioni già approvate: l’intesa sulle auto deve essere confermata dai gruppi politici, diventare la posizione del Parlamento e poi essere negoziata con i governi. Ma il segnale politico è chiaro: il ridimensionamento non viene più soltanto da governi e industria, coinvolge ormai anche la maggioranza europeista del Parlamento, Renew compresa. Imporre nuovi costi a chi non ha alternative accessibili può essere un errore. Ma la domanda di fondo è un’altra: cosa si intende fare del tempo guadagnato? Costruire quelle alternative o rinviarle ancora?

C’è un problema che i critici del Green Deal continuano a sottovalutare: la vulnerabilità di un’Europa che deve comprare all’estero gran parte dell’energia necessaria a vivere e produrre. Nella settimana conclusa il 18 ottobre, i flussi petroliferi dal Medio Oriente, comprese le rotte alternative a Hormuz, hanno superato, secondo il Wall Street Journal, i livelli pre-guerra (oltre 24 milioni di barili al giorno contro 23,3). Ma il recupero delle quantità non è un ritorno alla normalità. Trasporti, assicurazioni e rischio militare continuano a presentare il conto.

Il petrolio può arrivare senza tornare conveniente, e nessuno garantisce che arrivi domani alle stesse condizioni. È il costo della dipendenza, che scompare troppo spesso dal dibattito: si sommano gli oneri della transizione e si tratta la conservazione del sistema precedente come se fosse gratuita.

Intanto il clima ci mette fretta. Il nuovo Emissions Gap Report dell’UNEP avverte che il superamento di 1,5 gradi non è più evitabile. Bisogna contenerne entità e durata, tagliando rapidamente le emissioni per rendere possibile un ritorno sotto quella soglia entro fine secolo. Essere in ritardo è una ragione per accelerare gli interventi efficaci e finanziare l’adattamento, non per fermarsi.

Questo non significa che ogni misura del Green Deal fosse giusta o ogni scadenza ragionevole. Ma alle ragioni climatiche della transizione si aggiungono quelle della sicurezza economica.

Il paradosso è evidente: i conservatori rivendicano la sovranità, ma una parte di quella sovranità passa dalla capacità di produrre energia sul nostro territorio e di consumarne meno. Il nostro sole e il nostro vento non attraversano Hormuz. L’efficienza non richiede una scorta navale. Certo, non sostituiscono direttamente il petrolio dei trasporti: lo fanno attraverso l’elettrificazione e riducono il peso del gas. Servono impianti, reti, accumuli, e bisogna evitare di sostituire una dipendenza con un’altra (questa volta dai componenti cinesi). Ma un combustibile da ricomprare ogni giorno e un impianto che produce per anni non comportano la stessa vulnerabilità.

Difendere il Green Deal non obbliga a difenderne ogni disposizione. Correggerlo dovrebbe servire a renderlo efficace. L’autonomia energetica richiede investimenti e reti comuni, un mercato integrato, una capacità industriale europea. Richiede, insomma, più Europa. Chi invoca la sovranità dovrebbe spiegare come conquistarla continuando a comprare, insieme a gas e petrolio, la propria vulnerabilità.

L'articolo Correggere il Green Deal dovrebbe servire a renderlo efficace proviene da Linkiesta.it.

Trump’s historic unpopularity gives Democrats a shot at last-minute undecided voters

22 October 2026 at 11:00

Democrats are now more trusted than Republicans to handle the economy, inflation, immigration, crime — even national security.

The New York Times released a poll, conducted jointly with Siena University, on Wednesday showing just 34% of registered voters in the United States approve of the job that Donald Trump has been doing as president, while 60% disapprove. The Times noted that this is a lower approval than that of any president at this point before a midterm, with the lone exception of Harry Truman, who limped into the 1946 midterm elections with a 33% approval rating, which the Times noted was “at the dawn of modern polling.”

The numbers are even worse for the president if you compare the difference between his approval and disapproval rating — his “net” rating, as we call it here at FiftyPlusOne — to that of his predecessors. In October 1946, Truman’s approval in our historical average hovered between 35% and 38% — about where Trump is now — but “only” around half of Americans disapproved of him.

Fourteen days before the 1946 midterms, Truman’s net approval stood at −10.3 (37.9% to 48.2%). That is much better than Trump, who, as of our average on Wednesday afternoon, has a 34.8% approval and 62.0% disapproval rating — for a net of −27.2.

Trump approval rating: The latest polls

MS NOW’s polling data partner FiftyPlusOne weights its average by poll quality and recency. Full results are available here.

This comparison makes Trump the most unpopular president of all time, and it isn’t close: The previous record for worst-ever presidential approval before a midterm cycle belonged to George W. Bush in 2006, at −19.3. That was the “thumpin” year of 2006, when Democrats gained 31 House seats and five in the Senate amid widespread backlash to the Iraq War and the federal mismanagement of Hurricane Katrina’s aftermath. Trump is eight points below that level — and 17 below his own standing at this point in 2018, when Democrats gained 40 House seats.

It is not hard to explain this drop in views of the president. Voters elected Trump in 2024 largely because of economic anxiety resulting from rising costs under Joe Biden. But the president has delivered a hard-right agenda — tariffs, mass-deportation tactics — without bringing down the cost of living.

In a CNN/SSRS poll released back in July, 73% of Americans said Trump had not paid enough attention to the country’s most important problems — a record high. Just 27% said he had the right priorities.

That damage has also spread from the president to his party’s reputation — and trust in it to handle those issues. Wednesday’s Times/Siena poll found Democrats ahead by eight to 20 points on the economy, cost of living, gas prices and healthcare. And that’s not a one-poll fluke. FiftyPlusOne compiled every available poll asking which party Americans trust more on a given issue — Gallup back to 1951, plus ABC/Washington Post, NBC/Wall Street Journal, Fox News, CNN and others more recently — and averaged net trust within each two-year cycle, weighting polls taken closer to Election Day more heavily.

The results are shown in the graph below as the gap between the percentage of Americans who said they trust the Democrats and Republicans on each of six key issues. (Positive values indicate Americans are more likely to trust Democrats than Republicans).

Start with the economy. In 2022, Americans trusted Republicans over Democrats on the economy by 14 points in our average; in 2024, it was by 10 points. Today, Democrats lead by six points — a 20-point swing in four years, and the party’s best showing since 2008. Gallup’s long-running measure tells the same story: 51% of Americans now say Democrats will do a better job of keeping the country prosperous, versus 37% for Republicans, the widest Democratic lead since 2007.

The shift on prices is even sharper. Republicans led on inflation by 13 points in 2024. Democrats now lead by 10 — a 23-point swing, and the best Democratic showing according to data going back to 1990.

Immigration has gone from the issue where the GOP posted its best cycle on record — a 14-point Republican lead in 2024, in data going back to 2006 — to a three-point edge, and polls from the latest quarter are roughly even. MS NOW reported the administration’s crackdown is pushing Latino voters away. Republicans still lead on border security and crime, but by far less than they did: 15 points on the border, down from 26, and eight on crime, down from 16.

Even national security, a Republican calling card for decades, has flipped. Gallup now finds 46% of Americans trust Democrats more to protect the country from international terrorism and military threats, compared with 42% for Republicans — the first Democratic lead since 2007. As recently as 2023, Republicans led by 22 points.

The polls indicate Trump has squandered his party’s advantage on several issues it has dominated for decades. The view from political science is that issue advantages take decades to build — but evidently, only a year to crumble.

Low-info or low-engagement voters — the ones only starting to pay attention to the races in the weeks immediately prior to the elections — tend to react more to the general vibes of the incumbent than particular issues. If that holds, and these voters are turning in now to a president with a worst-ever approval, that will bode well for Democrats in a few weeks.

Control of the House: The latest polls

MS NOW’s polling data partner FiftyPlusOne weights its average by poll quality and recency. Full results are available here.

Faced with these numbers, Republicans may be looking for an escape hatch from the damage Trump has done to their party. They may yet get one by the next presidential election, but are unlikely to get one before votes are counted for the midterms next week. In recent weeks, Trump has held a half dozen unhinged rallies throughout the country that are likely to do little to reassure voters about his performance on the economy, cost of living or foreign entanglements.

If the polls are right, this failed strategy could result in one of the largest popular-vote victories for the Democrats since Watergate.

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Elon Musk is trying to make himself more powerful than the government

22 October 2026 at 11:00

Elon Musk is arguably the most powerful man in the world — and increasingly he is using that power in deeply dangerous ways.

The Wall Street Journal, citing “U.S. officials and people familiar with the matter,” reported earlier this week that Musk ordered the slowdown of “a military-grade version” of SpaceX’s Starlink satellite system. Ukraine relies upon the system to intercept incoming Russian missiles and fire its drones against Russian targets.

One sentence in the Journal’s reporting speaks volumes about Musk’s increasingly malign influence on politics at home and foreign policy abroad: “With a seeming flick of a switch, Musk has the power to alter the course of a deadly conflict.” (SpaceX didn’t respond to the Journal’s request for comment.)

Since the beginning of the war, Russia has directly targeted civilians with missile and drone strikes. Thousands have been killed and injured. Just this week, a Russian drone attack in a central park in the city of Nova Vodolaha killed two women and four children. The dead included Inna Mariukhna, a 28-year-old school teacher, and her one-year-old daughter Anhelina, who was still strapped into her stroller as the bombs fell.

Musk’s actions make it more difficult for Ukraine to stop these attacks — and increase the chances of a Russian victory against its neighbor. Never before in human history has a single individual not involved in the fighting exercised such extraordinary power over the direction of a major military conflict.

Why is he doing this? In the past, he’s expressed concern that the satellite-based network could play a role in offensive operations that could escalate the conflict into nuclear war. But that doesn’t explain why he’s now making it harder for Ukraine to defend itself.

The simpler explanation is that the world’s richest person is working in concert with President Donald Trump. Over the past two weeks, Musk has joined Trump in publicly attacking Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy — and blaming him for the continuation of the war.

Trump increasingly holds Zelenskyy and Ukraine responsible for higher global energy prices, which he says are a result of Kyiv’s attacks on Russian diesel refineries. In reality, gas prices are up because of the Iran war that Trump initiated.

Trump is also desperate for a peace deal with Russian President Vladimir Putin and has been increasing pressure on Zelenskyy to capitulate to Russian demands. Hindering Ukraine’s ability to stop drone and missile attacks is consistent with that strategy.

Trump somehow believes that a peace agreement or an end to Ukraine’s attacks on Russia’s energy infrastructure will save Republicans in the midterm elections.

But his obsession with the midterms mirrors that of Musk, who has already spent more than a quarter of a billion dollars supporting GOP candidates this year — which dwarfs the $200 million he spent in 2024.

Musk’s most astounding intervention is in the Texas Senate campaign. Musk, who lives in Texas, has bankrolled Republican candidate Ken Paxton to the tune of $150 million. That windfall has not only kept the state attorney general competitive but also allowed Republicans to spend more freely on non-Texas races.

It is obscene that a single American citizen can exercise so much influence over one election. While we can thank the Supreme Court for loosening campaign rules and allowing such excess, Musk’s profligate spending again speaks to his outsize influence. And now, in addition to millions in donations, Musk’s attempts to boost Republicans have extended to interfering directly in an overseas conflict.

Is America a true democracy when a single, unelected citizen can have such a big impact on an American election? Is it consistent with America’s founding ideals for one citizen, unelected and unaccountable, to have the power to influence the outcome of a foreign war in which vital U.S. national security interests are at stake?

This isn’t the first time Musk has gotten involved in matters of state and left behind a trail of damage. After Trump won back the White House in 2024, he rewarded Musk by putting him in charge of the Orwellian-named Department of Government Efficiency.

In its short, calamitous tenure, DOGE wreaked havoc on the federal government, needlessly firing hundreds of thousands of government employees, weakening the Social Security Administration, undermining decades of scientific research and saving very little money in the process.

Worst of all, in Musk’s own words, DOGE fed the U.S. Agency for International Development to “the wood chipper.” According to the Center for Global Development and researchers at Boston University, the global death toll from USAID’s shuttering is estimated at between half a million and 1 million people.

Musk’s defenders will point to his successful businesses. But clearly Musk is not content with merely being a successful entrepreneur. His net worth is now around a trillion dollars, and he’s using that fortune to exercise power that, in effect, trumps governments and politicians.

He wants vast, outsize domestic and global influence — and that influence is subverting democracy and quite literally leading to deaths around the world.

While once Musk might have played the part of a cartoon villain, he’s increasingly become an actual villain. If Democrats take control of Congress in two weeks, scrutinizing Musk’s business practices, his vast government contracts and his control of the Starlink system should be among the party’s top priorities.

Politico reported this week that senior House Democrats on multiple committees are planning to do just that should the House flip. But investigations are not enough. Making it harder for the obscenely wealthy to exercise such influence in American elections and on American statecraft should also be at the top of the Democrats’ agenda. Musk’s actions over the past two years provide firsthand evidence of the dangers of allowing one man to have so much influence and power.

Musk is increasingly a menace, and since we know Trump won’t rein him in, Democrats must.

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São Julião do Tojal: Despiste de ligeiro faz três feridos ligeiros

22 October 2026 at 12:00
📷Bombeiros Zambujal

Um despiste de um veículo ligeiro de passageiros em São Julião do Tojal provocou, ao final da tarde de quarta-feira, três feridos ligeiros.

Segundo informação disponibilizada Pelos bombeiros do Zambujal, o alerta para a ocorrência foi dado às 17h48 pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa. As três vítimas com ferimentos ligeiros foram prestadas pelos meios de socorro no local e posteriormente transportadas para a unidade hospitalar de Loures.

Nas operações de socorro estiveram empenhadas duas ambulâncias de socorro e um veículo de socorro e assistência táctica. O dispositivo de emergência contou ainda com o apoio de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Fanhões, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Loures e elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) de São Julião do Tojal.

Por: Dino Frazão
22 de outubro de 2026

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Could US advances in drone command give it an edge over the PLA in a Taiwan conflict?

From the cockpit of an F-22 fighter to an aircraft carrier sailing in the Pacific, the US military is showing new ways to command uncrewed aircraft over vast distances. The United States disclosed two tests this month as Washington seeks to outpace Beijing in a technology contest that could redefine air and naval power in the region. Illustrating US military advances and their potential significance for a Taiwan conflict, an F-22 pilot controlled an autonomous YFQ-44A combat drone during flight,...

Meet Alan Bersten, who stepped in for Val Chmerkovskiy on Dancing with the Stars

Dancing with the Stars’ Val Chmerkovskiy did not accompany Jenna Dewan on the stage for the show’s “Dedication Night” this week. This came after he was suspended for making an inappropriate reference to Will Smith’s infamous Oscars run-in with Chris Rock while defending his wife, Jenna Johnson, from judge Carrie Ann Inaba’s critiques. “You almost saw Fresh Prince enter the ballroom last night,” Chmerkovskiy, 40, wrote in a now-deleted TikTok story. The professional dancer was seemingly alluding...

Feira com mais de 500 anos está de volta a Vila Verde

22 October 2026 at 11:59

As centenárias Feiras Novas da Vila de Pico de Regalados, em Vila Verde, estão de volta entre sexta-feira e domingo.

O Largo da Feira volta a ser ponto de encontro para três dias de “celebração das tradições, dos costumes e da identidade local”.

Com mais de 500 anos de história, o certame teve na sua génese a feira franca e as trocas de gado. Segundo a autarquia, séculos depois, “mantém viva essa essência, preservando atividades tradicionais que continuam a marcar a identidade da comunidade, a par de um programa diversificado que atrai anualmente milhares de visitantes à freguesia”.

O programa arranca na sexta-feira, às 21:00, com a abertura oficial e a atuação dos Rusgas.

Feira com mais de 500 anos está de volta a Vila Verde
Imagem: DR

No sábado, a tradição assume especial destaque com a Feira Franca, o Concurso de Gado e a Corrida de Cavalos, manifestações que evocam a forte ligação do território à atividade agrícola e pecuária. À noite, a animação prossegue com um espetáculo equestre, cantares ao desafio e música popular portuguesa, com Daniel Sousa e Valter S. Martinho.

No domingo, a programação começa com um passeio de BTT pelas Terras de Regalados, seguindo-se a Missa das Colheitas. Durante a tarde, o Festival Folclórico reúne o Rancho Infantil e Juvenil de Pico de Regalados e o Rancho das Tradições, num momento dedicado à música, à dança e à preservação da cultura popular.

Integradas na programação “Na Rota das Colheitas 2026”, promovida pelo Município de Vila Verde, as Feiras Novas são organizadas pela ACRDSS Pico de Regalados, em colaboração com a União das Freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós.

A iniciativa reforça a “valorização das tradições, dos produtos e dos saberes locais, contribuindo para manter viva a memória coletiva e para dinamizar o território através de uma programação que cruza património, ruralidade, cultura popular e convívio entre gerações”.

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Linguagem PHP: falha de cibersegurança obriga sites em todo o mundo a desligar-se

Aplicações, páginas governamentais e de várias instituições na internet que utilizam a linguagem de programação PHP tiveram de ser retirados enquanto aguardam por atualização para corrigir vulnerabilidades críticas. Estados Unidos e União...

Vientos muy fuertes y olas de siete metros: la borrasca Austen afectará al extremo norte de España a partir de este viernes

22 October 2026 at 11:58
Imagen de archivo del oleaje en la playa de Ondarreta. (Unanue/Europa Press)

España todavía no se ha recuperado del paso de la DANA Adam, la primera de gran impacto de la temporada 2026-2027, y ya se mantiene alerta ante la llegada de una borrasca que podrá dejar avisos en distintas comunidades autónomas esta semana.

La Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) ha explicado que la borrasca Austen —nombrada por el Met Office, el Servicio Meteorológico del Reino Unido, por el gran impacto que tendrá en las islas Británicas y en otras zonas del norte de Europa— también golpeará España. Su efecto, sin embargo, será menor, aunque esto no significa que no deba mantenerse la precaución.

La borrasca “provocará vientos muy fuertes en las costas del Cantábrico, con mal estado de la mar y olas que podrán superar los siete metros”, ha señalado Rubén del Campo, portavoz de la Aemet. “Esto supone un peligro muy importante, por lo que hay que ser muy prudentes en zonas litorales. También habrá vientos muy fuertes en el Ebro y en Cataluña”.

Avisos naranjas por mala mar

Por el momento, son cinco las comunidades autónomas que para mañana presentan avisos meteorológicos por fenómenos costeros: Asturias, Cantabria, Galicia y País Vasco en nivel naranja (riesgo importante), y Cataluña en amarillo, junto con alerta por fuertes vientos.

Avisos meteorológicos por fenómenos costeros y viento en España el viernes 23 de octubre de 2026. (Aemet)

De hecho, toda la zona del litoral norte y noroeste, desde el área de costa del Miño en Pontevedra hasta el litoral de Gipuzkoa, presenta este viernes aviso naranja. Los vientos serán de hasta fuerza 8 (de 62 a 74 kilómetros por horas) y la mar combinada puede superar los siete metros.

Por el momento, el sábado hay avisos amarillos activos en Cantabria, Gipuzkoa, Bizkaia y Girona por fenómenos costeros, y Tarragona por vientos. Estas alertas podrían modificarse a medida que avancen las horas.

La influencia de la borrasca continuará el fin de semana

El acercamiento de la borrasca ya dejará inestabilidad este jueves en estas zonas. Al temporal marítimo se sumarán lluvias en Galicia que podrían extenderse a zonas próximas.

La situación de vientos fuertes e importante oleaje se mantendrá durante el fin de semana en el extremo norte y nordeste peninsular. El sábado, aunque habrá pocas lluvias, sí podrá ocasionarse alguna precipitación débil en la costa cantábrica y chubascos de carácter aislado en Cataluña y Baleares.

El domingo el tiempo será similar: “Seguirán los vientos muy fuertes en el extremo norte y en el nordeste”, ha explicado Del Campo. También se espera que se produzcan algunas lluvias débiles en Galicia, la costa cantábrica y los Pirineos, sin descartarlo en Canarias, donde lloverá hasta este día.

En el resto del territorio, estos días predominará la estabilidad, pues quedará bajo la influencia de las altas presiones. Con respecto a las temperaturas, los termómetros se situarán en general en valores más propios de la época del año, después de varios días marcados por temperaturas diurnas más frías de lo normal.

Durante el fin de semana, en principio, el mercurio no variará demasiado, con ambiente nuevamente otoñal, Según ha explicado el portavoz de la Aemet, será “propio de la época del año y con madrugadas frescas, aunque de cara al domingo podría iniciarse una subida”.

Madrid ganará nuevas zonas verdes en el complejo de la ONCE en Chamartín

22 October 2026 at 11:58

El Ayuntamiento de Madrid ha aprobado el proyecto de reparcelación del ámbito «Ciudad de Servicios de la ONCE-Calle de María Guilhou», en el distrito de Chamartín, una actuación que permitirá reorganizar cerca de 10.000 metros cuadrados del complejo de la Organización Nacional de Ciegos Españoles (ONCE) y obtener nuevos espacios de titularidad pública.

El proyecto, promovido por la ONCE, afecta a una superficie de 9.943 metros cuadrados y contempla la cesión al Ayuntamiento de 2.959 metros cuadrados destinados a dotaciones públicas. De ellos, 2.010 metros cuadrados se dedicarán a zonas verdes y 948 a viario, es decir, espacios destinados a calles y circulación. A estas cesiones se suma una parcela residencial que también pasará a manos municipales.

La intervención busca mejorar la integración urbana de esta parte de Chamartín, reorganizando el espacio que ocupa actualmente el complejo y creando una trama más conectada con el entorno. La incorporación de nuevas zonas verdes y espacios públicos pretende mejorar la relación entre las parcelas y el tejido urbano del barrio.

Una actuación sobre una parte del complejo

El ámbito objeto de la reparcelación forma parte de una parcela de la ONCE situada en el paseo de la Habana, 208, cuya superficie total asciende a 33.673 metros cuadrados. De esa extensión, 23.730 metros cuadrados quedan fuera de la nueva ordenación y mantienen su clasificación urbanística y su uso como equipamiento privado.

Por tanto, la actuación afecta únicamente a una parte del complejo y no modifica el régimen urbanístico del resto de los terrenos. El objetivo es corregir la falta de integración urbana de la gran manzana que ocupa la organización y configurar un entorno más ordenado, con nuevos espacios libres.

Además de las zonas verdes y el viario, el Consistorio recibirá una parcela residencial de 721 metros cuadrados de suelo, correspondiente a la cesión legal del 10% del aprovechamiento urbanístico. Este terreno tendrá una edificabilidad de 979 metros cuadrados para viviendas de régimen libre.

Se mantiene la protección del patrimonio

El proyecto contempla también la conservación del edificio situado en el lindero norte de la parcela, en la calle Platerías, 9, que cuenta con el máximo nivel de protección patrimonial: nivel 1, grado singular, como Bien de Interés Cultural (BIC).

La iniciativa urbanística fue estimada por el Pleno del Ayuntamiento de Madrid el 30 de abril de 2025. Posteriormente, el proyecto de reparcelación se sometió a información pública durante 20 días, tras su publicación en el Boletín Oficial de la Comunidad de Madrid. Durante ese periodo no se presentaron alegaciones.

Una ciudad de servicios para el Grupo Social ONCE

La actuación se enmarca en el desarrollo de la futura Ciudad de Servicios de la ONCE, un complejo en el paseo de la Habana que reunirá buena parte de las entidades y servicios del Grupo Social ONCE.

El recinto albergará las dependencias de su Consejo General, su Dirección General y su Fundación, además de instalaciones como el Museo Tiflológico, que incorporará experiencias inmersivas dirigidas especialmente a la comunidad educativa. El objetivo es concentrar servicios y actividades orientados a impulsar los derechos, la autonomía y la inclusión de las personas con discapacidad.

El proyecto se ha diseñado con criterios de accesibilidad universal, sostenibilidad y eficiencia energética. Los edificios estarán conectados mediante pasarelas y se articularán en torno a plazas, patios abiertos y espacios verdes concebidos también para el disfrute de los vecinos.

Asimismo, se conservarán y mejorarán elementos históricos protegidos, como el Palacete Jardín Duque de Pastrana, y se mantendrá el edificio del actual centro cultural, que contará con auditorio, museo y zona de restauración. El complejo incluirá también un aparcamiento subterráneo de casi 400 plazas, con espacios reservados para personas con movilidad reducida y vehículos eléctricos.

© LRM

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Pope invites youth to Seoul for 'pilgrimage of faith, friendship and hope'

Pope Leo XIV on Thursday encouraged young Catholics to join a "pilgrimage of faith, friendship and hope," saying he looks forward to meeting them in Seoul for World Youth Day 2027. The pope's remarks came as the organizing committee opened registration for World Youth Day, an international gathering of Catholic youth, set to take place in Seoul in August next year. "This is not merely an invitation to see a new city — it is a call to set out on a pilgrimage of faith, friendship and hope," he said in a video message shared by the Vatican to mark the registration opening. "A pilgrimage gives you the chance not only to discover Christian sites in another location, but also to find the time and space to encounter God more deeply, both personally and within the dynamic life of the Church." In addition to deepening faith, the pontiff said participants will be able to meet young people who speak different languages and come from different cultures to forge lifetime friendships. The pope specifically mentioned the theme of World Youth Day, "Take courage! I have overcome the world," calling on p

Pope Leo XIV on Thursday encouraged young Catholics to join a "pilgrimage of faith, friendship and hope," saying he looks forward to meeting them in Seoul for World Youth Day 2027. The pope's remarks came as the organizing committee opened registration for World Youth Day, an international gathering of Catholic youth, set to take place in Seoul in August next year. "This is not merely an invitation to see a new city — it is a call to set out on a pilgrimage of faith, friendship and hope," he said in a video message shared by the Vatican to mark the registration opening. "A pilgrimage gives you the chance not only to discover Christian sites in another location, but also to find the time and space to encounter God more deeply, both personally and within the dynamic life of the Church." In addition to deepening faith, the pontiff said participants will be able to meet young people who speak different languages and come from different cultures to forge lifetime friendships. The pope specifically mentioned the theme of World Youth Day, "Take courage! I have overcome the world," calling on p
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