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L’Urssaf réclame 2,7 millions pour elle - même, les 231 livreurs attendent toujours
Le 23 septembre 2026, l’Urssaf a exigé 2,7 millions d’euros de Foodora et de deux anciens dirigeants pour travail dissimulé.L'audience d'indemnisation est renvoyée au 27 janvier. Dans le même temps, les 231 anciens coursiers, eux, patientent toujours.
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JE M'INSCRIS lecourrierdesstrateges.frLe feuilleton judiciaire Foodora illustre une mécanique institutionnelle où les créances sociales et les droits individuels s’affrontent désormais devant le tribunal judiciaire de Paris. Et rien n’est encore définitivement réglé.
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S'ABONNER lecourrierdesstrateges.fr2,7 millions réclamés, l’Urssaf passe avant les coursiers
Le 23 septembre 2026, l’Urssaf a demandé la condamnation solidaire de Foodora et de deux anciens dirigeants à lui verser 2,7 millions d’euros. La somme correspond aux cotisations sociales que l’organisme estime avoir été éludées lorsque les coursiers étaient présentés comme indépendants alors que leur relation de travail relevait, selon l’accusation, du salariat. Foodora a cessé son activité en France en 2018 ; 4 600 coursiers avaient été recensés par l’Urssaf.
L’entreprise et ses deux anciens dirigeants avaient déjà reconnu leur culpabilité dans une procédure de plaider-coupable en mars. Foodora avait accepté une amende de 200 000 euros, tandis que Boris Mittermüller et Stéphane Mac Millan Gay avaient accepté respectivement 50 000 et 20 000 euros d’amende, ainsi qu’une interdiction de gérer de trois ans avec sursis.
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REJOINDRE LE FIL t.me/resterlibreL’Urssaf négocie, les victimes patientent
Le nouveau volet financier a toutefois provoqué le report au 27 janvier de l’examen des dommages et intérêts réclamés par les 231 anciens coursiers. La défense invoque des discussions en cours avec l’Urssaf. Son avocat affirme que des « pourparlers avancés » pourraient aboutir à de nouvelles informations début 2027. L’Urssaf elle-même a évoqué un préjudice susceptible d’évoluer puisque des versements de Foodora ont déjà été perçus.
Les avocats des livreurs demandent, eux, plusieurs milliers d’euros par personne au titre du préjudice moral et de la précarité financière. Ils soulignent également que certains documents professionnels, comme les certificats de travail ou attestations France Travail, ne seraient toujours pas régularisés.La procédure est en cours. Aucune décision définitive n'est rendue sur ce redressement, dont le montant et le sort restent à trancher.
Pendant ce temps, les coursiers attendent une réparation que Foodora a pourtant admis leur devoir. On ignore comment l'éventuel redressement s'articulerait avec les indemnités des livreurs, et si la plateforme peut honorer les deux. Une transaction entre la société et l'Urssaf ne prévoit rien pour les victimes, qui n'y sont pas parties.Les livreurs ont été privés de leurs droits une première fois. Ils risquent de l'être une seconde, par une puissance publique qui règle ses comptes d'abord.
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- Savoia, titoli e donazioni: la Procura di Torino guarda i conti. Ma lo scandalo è davvero questo?
Savoia, titoli e donazioni: la Procura di Torino guarda i conti. Ma lo scandalo è davvero questo?
Loulé Criativo promove debate sobre o futuro do artesanato
O Palácio Gama Lobo, em Loulé, recebe no dia 2 de outubro, das 15h00 às 17h00, a mesa-redonda “Criação Artesanal: Valor, Identidade e Futuro”. A sessão integra a programação dos “Dias Abertos” do Loulé Criativo.
O debate vai abordar a sustentabilidade do setor, a preservação da identidade artesanal e os seus caminhos futuros. Participam Carlos Coelho, fundador e presidente da Ivity Brand Corp; Célia Macedo, oleira, autora e investigadora de artesanato contemporâneo; Dália Paulo, diretora municipal da Câmara de Loulé; e Filipa Belo, fundadora da Portugal Manual. A moderação cabe a Henrique Ralheta, coordenador do Design Lab do Loulé Criativo.
Os “Dias Abertos” procuram aproximar residentes e visitantes das artes tradicionais através de demonstrações, experiências criativas e partilha de conhecimento. A programação completa está disponível em loulecriativo.pt.
Nota editorial: O texto enviado indica “quinta-feira, dia 2 de outubro”, mas 2 de outubro de 2026 é sexta-feira. Convém confirmar a data com a organização antes da publicação.
Rede AZul prepara apoio à criação artística e comemorações dos 10 anos
A Rede AZul – Rede de Teatros do Algarve reuniu-se a 28 de setembro, em São Brás de Alportel, para preparar um novo processo de apoio à criação artística e as comemorações dos seus 10 anos. A coordenação da rede nos próximos dois anos será partilhada pelos municípios de São Brás de Alportel e Vila Real de Santo António.
Durante o encontro, os participantes abordaram o calendário e os procedimentos do novo processo de apoio à criação artística, assim como o ponto de situação de uma publicação comemorativa da primeira década da Rede AZul. Foram ainda apresentados a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve e um projeto de Jani Zhao.
A reunião serviu também para analisar os próximos passos do protocolo entre a Rede AZul, a AMAL e a CCDR Algarve, além da execução e do calendário das ações previstas no plano de atividades.
Para a presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, acolher o encontro representa uma oportunidade para reforçar a cooperação cultural regional e criar condições para que os artistas algarvios cheguem a mais públicos e palcos.
Criada em 2016, a Rede AZul reúne equipamentos culturais de municípios algarvios e promove a criação, a produção e a circulação de projetos artísticos na região.
Lagos recebe exposição com cinco nomes da arte urbana contemporânea
A exposição ARTURb 2026 inaugura a 3 de outubro, às 18h, no LAC – Laboratório de Actividades Criativas, em Lagos. A entrada é livre.
Arashida, do Brasil, Cristina Viana e Halfstudio, de Portugal, KMG, da Escócia, e Virginia Bersabé, de Espanha, apresentam trabalhos desenvolvidos durante duas semanas de residência artística no âmbito da 15.ª edição do ARTURb – Artistas Unidos em Residência.
Com co-curadoria de Sofia Fortunato e Tamara Alves, a residência decorreu entre 18 de setembro e 2 de outubro, reunindo diferentes abordagens à arte urbana contemporânea. O programa incluiu intervenções no espaço público e um mural comunitário de Kruella D’Enfer no Bairro 25 de Abril, na Meia Praia.
A inauguração contará também com uma conferência de Miguel Januário, conhecido pelo projeto ± maismenos ±, e um DJ set de Tiago Assis.
A exposição pode ser visitada até 31 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, na sede do LAC. Criado em 2011, o ARTURb promove a experimentação artística e o diálogo entre criadores, território e comunidade local.
Ambienti connessi e ben coordinati: idee per una casa visivamente uniforme
La percezione dello spazio abitativo dipende in larga misura dalla coerenza delle superfici su cui poggia l’arredamento. Quando le stanze condividono una linea visiva comune, l’intero appartamento appare subito più arioso e ordinato.
Scegliere un pratico pavimento PVC a incastro permette di mantenere la medesima finitura in aree diverse della casa, superando i tradizionali limiti tecnici legati all’umidità e all’usura. Una pavimentazione continua che attraversa la zona giorno, i disimpegni e le camere da letto elimina le frammentazioni inutili, donando all’alloggio un respiro architettonico solido e ben calibrato.
Direzione di posa e profondità dei locali
L’orientamento dei listoni determina il modo in cui l’occhio percepisce la metratura effettiva degli ambienti. La regola generale suggerisce di seguire la direttrice della luce naturale principale, posando le doghe perpendicolarmente alle finestre per attenuare la visibilità dei giunti.
Quando si collegano stanze diverse tramite un corridoio stretto, disporre gli elementi nel senso della lunghezza aiuta a dilatare la prospettiva, guidando i passi verso la sala o la cucina. Se invece l’ingresso risulta corto e poco profondo, un orientamento trasversale allarga visivamente le pareti, preparando lo sguardo al passaggio verso i vani successivi senza generare disordine geometrico.
Gestione delle soglie e raccordo tra le superfici
Mantenere la stessa quota di calpestio tra un ambiente e l’altro evita barriere fisiche e fastidiosi inciampi quotidiani. Nei punti in cui due materiali differenti devono per forza incontrarsi, ad esempio tra una ceramica tecnica e una superficie vinilica, la scelta del profilo di separazione diventa fondamentale.
Conviene puntare su lamine ultrapiatte in alluminio anodizzato o profili complanari che scompaiono alla vista, posizionandoli esattamente sotto il battente della porta chiusa. Questo accorgimento tecnico impedisce che lo stacco si noti dalle stanze attigue, preservando la sensazione di una transizione fluida e pulita tra le varie aree dell’abitazione.
Coordinare il battiscopa con pareti e pavimenti
Spesso considerato solo una protezione per l’intonaco, lo zoccolino svolge un ruolo determinante nella definizione dei volumi. Utilizzare un battiscopa coordinato al pavimento allarga la superficie a terra, ma può abbassare visivamente le pareti negli appartamenti con soffitti standard. Al contrario, installare un modello laccato bianco o verniciato nella medesima tinta della muratura slancia la stanza verso l’alto, creando una cornice neutra che lascia risaltare gli arredi.
La continuità del profilo lungo corridoi e stanze funge da filo conduttore visivo, collegando ambienti destinati a usi differenti con grande pulizia formale.
Abbinamento delle texture tra zone umide e zone giorno
La cucina e il bagno richiedono requisiti di pulizia e resistenza all’acqua che in passato imponevano ceramiche totalmente slegate dal resto della casa. Oggi è possibile uniformare le superfici adottando finiture continue ma variando la texture in funzione dell’uso pratico.
Nelle zone operative conviene prediligere superfici opache che mascherano macchie e gocce d’acqua, riservando texture più lisce alle camere da letto e al salotto. Mantenendo toni cromatici affini, ad esempio gradazioni di sabbia o grigi intermedi, la differenza di consistenza non disturba lo sguardo ma risponde perfettamente alle esigenze funzionali dei singoli vani.
Consigli per evitare contrasti visivi indesiderati
Per scongiurare rotture cromatiche sgradevoli tra ambienti contigui, occorre studiare in anticipo i punti di incontro dei materiali prima di procedere con la posa definitiva. Accostare due finiture simili ma non identiche crea un effetto di errore visivo: se non si può usare il medesimo rivestimento, meglio optare per una differenza netta e intenzionale piuttosto che per una somiglianza imperfetta.
Verificare la resa dei campioni sotto la luce delle diverse ore del giorno e pianificare con cura l’allineamento dei tagli lungo le porte garantisce un risultato finale coerente, solido e piacevole da vivere ogni giorno.
L'articolo Ambienti connessi e ben coordinati: idee per una casa visivamente uniforme su Vanilla Magazine scritto da Antonio Pinza
- Sempre à Mão
- Algarvio Tiago Guadalupe publica novo livro sobre liderança e o percurso de João Matos em Loulé
Algarvio Tiago Guadalupe publica novo livro sobre liderança e o percurso de João Matos em Loulé
Durante o Portugal Football Summit foi divulgado o novo livro do algarvio Tiago Guadalupe, funcionário da Câmara Municipal de Loulé e colonista no jornal A Bola.
“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” é a mais recente obra de Tiago Guadalupe e será apresentada a 9 de outubro, na Cidade do Futebol, numa iniciativa da Federação Portuguesa de Futebol.
Com a chancela Portugal Legends, a obra nasce de um projeto desenvolvido pela editora 21Books e pela agência whynote.pt, em parceria oficial com a Decathlon e a União das Freguesias de Carnaxide e Queijas.
Mais do que uma biografia desportiva, o livro parte do percurso de João Matos para propor uma reflexão sobre liderança pelo exemplo, disciplina, consistência, resiliência, comunicação, gestão de equipas, egos e conflitos, tomada de decisão, capacidade de adaptação, inovação, equilíbrio pessoal e legado, procurando transportar as experiências e aprendizagens construídas no desporto de alto rendimento para outros contextos da vida pessoal e profissional.
Ao longo de mais de duas décadas ao mais alto nível, João Matos construiu uma carreira marcada pela longevidade, consistência e liderança. Mais de 40 títulos, mais de 200 internacionalizações, um Campeonato do Mundo e dois Campeonatos da Europa ao serviço de Portugal, além de três títulos europeus pelo Sporting CP, fazem parte de um percurso que o tornou uma referência do futsal português e internacional.
Contudo, são sobretudo as experiências e aprendizagens construídas ao longo desse caminho que constituem o centro da obra. O objetivo passa por transportar princípios provenientes do desporto de alto rendimento para outros contextos, tornando o livro relevante para atletas e treinadores, mas também para gestores, professores, estudantes, empreendedores, dirigentes e líderes de equipas.
“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” reúne ainda diferentes perspetivas sobre o jogador e capitão. Pedro Proença assina a introdução, Frederico Varandas o prefácio e Jorge Braz o posfácio, juntando-se ao livro contributos e reflexões de personalidades como Nuno Dias, Sebastián Coates, Nani, Rui Miguel Nabeiro e Pedro Dias, entre outras.
Frederico Varandas resume uma das ideias centrais da obra ao afirmar que «o seu legado não se mede apenas no que conquistou, mas sobretudo no que inspirou». Pedro Proença considera que João Matos deixa «o Futsal muito melhor do que aquele que encontrou», enquanto Jorge Braz reconhece: «O João ajudou-me a ser melhor treinador.»
O livro inclui igualmente o capítulo “Cocriar para inspirar”, com Tiago Valadas, Diretor de Marketing da Decathlon Portugal, dedicado à relação entre João Matos e a marca e à evolução dessa ligação para um processo de cocriação.
As reflexões reunidas na obra procuram mostrar que muitas das questões enfrentadas no desporto são comuns a organizações e equipas de diferentes áreas: como construir uma cultura vencedora, liderar sem depender de um cargo, reagir ao erro, gerir conflitos, manter a exigência depois do sucesso e preparar o final de um ciclo.
Para Tiago Guadalupe, é precisamente na influência exercida sobre os outros que se encontra uma das principais mensagens do livro:
«Os grandes atletas deixam resultados. Os grandes capitães deixam uma cultura. Os grandes líderes deixam pessoas melhores.»
“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” já está disponível para venda através da editora 21Books: https://www.21books.pt/livros-1/p/capito-joo-matos
Museu Municipal de Loulé integra Rede Nacional do Património Cultural Imaterial
Na semana em que se assinalam as Jornadas Europeias do Património, há uma boa notícia para Loulé: o Museu Municipal de Loulé acaba de integrar formalmente a Rede Nacional do Património Cultural Imaterial (RNPCI), numa decisão que reconhece o trabalho contínuo do Município algarvio na salvaguarda, investigação e valorização das tradições, saberes e memórias locais.
Este momento reflete o forte compromisso do Município de Loulé para com o património vivo, as tradições orais, as práticas sociais e os saber-fazer artesanais que definem a identidade deste território.
A integração nesta plataforma nacional surge como o resultado da estratégia que a Autarquia de Loulé tem desenvolvido através da sua estrutura polinucleada de espaços museológicos, em vários pontos do concelho. Polos como o da Água, em Querença, dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, da Cozinha Tradicional ou dos Frutos Secos, em Loulé, a par das dinâmicas ligadas aos ofícios tradicionais, têm sido fundamentais para manter vivas as memórias e os costumes da comunidade louletana.
Destaca-se igualmente a clara aposta do Museu num programa de atividades educativas, dirigido sobretudo à comunidade escolar, que tem contribuído para tornar este património cultural imaterial num parceiro de aprendizagem dos alunos.
A Rede Nacional do Património Cultural Imaterial funciona como uma plataforma informal e dinâmica de partilha de conhecimento e boas práticas, focada na salvaguarda e revitalização do património cultural imaterial em Portugal. Alinhada com os princípios da UNESCO e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, esta rede procura melhorar a qualidade de vida das populações através da valorização da sua cultura. A sua atuação estruturada combina quatro eixos estratégicos principais: a identificação e salvaguarda, o reconhecimento e promoção, a documentação, comunicação e mediação, e o estabelecimento de redes e parcerias.
A Rede Nacional do Património Cultural Imaterial desempenha um papel crucial na política cultural contemporânea. Em primeiro lugar, porque promove a cooperação e partilha nacional já que funciona como uma plataforma articulada que facilita o intercâmbio de boas práticas, metodologias de investigação e estratégias de salvaguarda entre municípios, museus e investigadores de todo o país.
Por outro lado, contribui para o combate ao desaparecimento de saberes, garantindo uma maior visibilidade e apoio técnico especializado para a proteção de manifestações culturais em risco de extinção, promovendo a transmissão intergeracional.
A integração nesta rede robustece ainda o posicionamento no acesso a fundos nacionais e comunitários específicos para a cultura, potenciando também o turismo sustentável e de base identitária.
Para o executivo municipal, este reconhecimento valida a visão definida na Estratégia Municipal de Cultura Loulé 2034, que assume a cultura e a identidade como pilares de desenvolvimento sustentável e coesão territorial, e reforça a candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2028.
Com esta integração, o Museu Municipal de Loulé assume a responsabilidade acrescida de continuar a trabalhar em estreita proximidade com os portadores do património – os artesãos, os guardiões das tradições orais e a comunidade local – garantindo que a riqueza imaterial de Loulé continue a ser uma fonte de inspiração, educação e dinamismo económico para as futuras gerações.
PAIGC marks 70 years as Guinea-Bissau faces deep political uncertainty
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Acidente grave na EN223 em Santa Maria da Feira provoca um morto e cinco feridos

Um acidente rodoviário grave provocou a morte a um homem de 23 anos e fez mais cinco feridos, esta tarde de domingo, em Santa Maria da Feira. A colisão, que envolveu três veículos automóveis, ocorreu na estrada EN223 (rua do Comércio), no quilómetro 9+,364, em Lobão, em frente à discoteca Hollywood.

O alerta para a ocorrência foi dado por volta das 15h30 aos Bombeiros Voluntários de Arrifana, tendo também sido mobilizadas para o local as equipas de emergência pré-hospitalar da Cruz Vermelha de Sanguedo e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira.

Segundo a Guarda Nacional Republicana, da violenta colisão resultou um óbito no local, além de dois feridos graves e três feridos ligeiros.
As causas do acidente estão ainda por apurar, encontrando-se sob investigação a cargo da GNR de Canedo e do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) da GNR.
Por: Dino Frazão
Data: 27 de setembro de 2026
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Tres glifos pintados hace 1.500 años en una cueva mexicana confirman que Teotihuacan tuvo un sistema de escritura como el de los mayas o los aztecas

No adeus a Zuenir, mestre também no humor
Nome maior do jornalismo brasileiro, Zuenir Ventura morreu esta semana, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, no rádio, nos jornais e na tv, colegas de profissão se despediram do autor de 1968: o Ano que Não Terminou com palavras de carinho e admiração. Quem teve a sorte de trabalhar ao seu lado ressaltou também a sua doçura, paciência e disposição para ajudar e ensinar. Muitos jornalistas o chamavam de Mestre Zu.
Em mais de meio século de ofício, Zuenir se debruçou sobre assuntos que definem o Brasil como nação (a violência urbana, o desrespeito à democracia, a obscena desigualdade social). É autor de algumas reportagens e livros que fazem parte da história do jornalismo no país, como Chico Mendes: Crime e Castigo e Cidade Partida. Recebeu importantes prêmios e reconhecimentos como jornalista, escritor e defensor dos direitos humanos. Ocupava, desde 2015, a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras.
Além do instinto de repórter, do olhar jornalístico apurado e da elegância na escrita, Zuenir tinha um sentido de humor delicioso. E era um maravilhoso contador de histórias. Quando não estava fazendo jornalismo, permitia-se acrescentar uma pitadinha (ou várias) de ficção às suas narrações – sempre sem maldade, para prender a atenção e divertir quem ouvia.


Provavelmente o seu melhor parceiro na arte de fazer graça tenha sido o amigo Luís Fernando Veríssimo. Durante décadas dividiram palco, compartilharam mesas em eventos culturais e fizeram a alegria de quem, em festas e jantares, os teve por perto. Formavam uma dupla perfeita, que se conhecia de olhos fechados. O mineiro era mais falastrão; o gaúcho soltava a palavra certa na hora certa. Um ajudava o outro a brilhar. Os vi contar a mesma anedota, em lugares diferentes, mudando só o protagonista: uma vez tinha passado com um, na outra o protagonista era o outro.
Um dos cenários recorrentes desses “causos” de Zuenir era Paraty e a sua festa literária (a Flip). Certa feita, dizia, uma jovem se aproximou pedindo um autógrafo. Enquanto procurava uma caneta, ele quis saber qual era, entre os livros que tinha escrito, o que ela mais gostava. “O Menino Maluquinho”, respondeu a moça, sem titubear. Para não estragar a ilusão da admiradora de Ziraldo, Zuenir escreveu: “Para Fulana, minha fã, um beijo”. E assinou assim: Z. Às vezes, contava essa mesma história, substituindo a leitora pelo funcionário de um hotel em Paraty. Quando publicou um livro intitulado Inveja – mal secreto, contou que, certa vez, viu o amigo Ziraldo ser aplaudido por 20 mil pessoas no Maracanãzinho ao ser apresentado como jurado do Festival Internacional da Canção. Quando encontrou o cartunista, disse-lhe: “Você saiba que tinha um sujeito lá em cima que estava te vaiando, eu vi”.
Zuenir gostava de brincar com a sua semelhança com outros escritores altos, esguios e carecas. Contava ter sido confundido na Flip várias vezes com Millôr Fernandes e com Drauzio Varella. E uma vez com José Saramago. O chiste envolvendo o português era o mais hilariante e funcionava mais ou menos assim: Zuenir sai da pousada onde está hospedado e é cercado por um enxame de fãs. As leitoras – todas mulheres – começam a elogiá-lo e a dizer que adoram os seus livros. Perguntam se podem tirar uma foto, ele assente, e é abraçado pelo grupo. Sente que finalmente tem o reconhecimento que merece, seu ego está nas alturas. Até que uma das moças grita para outra que vem dobrando a esquina: “Fulana, vem aqui conhecer o Saramago”.
Até quando foi dado como morto, vítima de uma notícia falsa, Zuenir não perdeu o humor. Num dia de 1999, um jovem repórter procurou na agenda do jornal o número de telefone do escritor e ligou. Queria que ele comentasse sobre a morte de uma figura conhecida. Acontece que fazia anos que aquele número já não era mais o de Zuenir. A senhora que atendeu, sabe-se lá por que cargas d’água, achou que era uma boa ideia inventar que o jornalista tinha acabado de morrer em um acidente na Lagoa Rodrigo de Freitas. Sem confirmar a veracidade, o rapaz publicou a informação, que rapidamente se espalhou. Vivinho da Silva, Zuenir estava numa cerimônia cheia de gente importante (incluindo Fernando Henrique Cardoso, então Presidente da República) no Instituto Moreira Salles (IMS). O evento era vedado à imprensa – Zuenir ia na qualidade de convidado – e contava com um forte esquema de segurança. Do lado de fora, a notícia da morte começou a circular entre os jornalistas.
“Lá pelas 9 horas da noite — eu tinha morrido às 16h — a imprensa descobriu que eu estava no IMS e não no IML. Do lado de fora, dezenas de repórteres e fotógrafos aguardavam o presidente atrás de um cordão de isolamento. Veio então uma ordem das redações para que falassem comigo; não valia mais a versão; eu tinha que ser ouvido ao vivo, se é que a expressão ainda se aplicava a mim. Naquele momento, eu era mais importante do que o presidente, o governador, o prefeito e quem mais estivesse lá dentro. Afinal, não é todo dia que se vê alguém morrer e ressuscitar em cinco horas. O recorde era três dias, mas fora batido há muito tempo”, contou Zuenir numa deliciosa coluna n’O Globo dias depois. “Já de madrugada, abri o computador e vi a descrição da minha morte; era tão precisa que não tive dúvida: devia ser verdade. Uma agência séria não colocaria no ar um boato desses.”
Desta vez, infelizmente, foi verdade. Zuenir se foi, o Brasil fica sem um dos seus melhores jornalistas. E perde também um exímio contador de histórias, dono de um sentido de humor de dar inveja.

Leone XIV in Francia: viaggio apostolico, tensioni con l’Eliseo e battaglia dei simboli
Jorge Palma: Uma vida feita de canções e palavras

Jorge Palma, 76 anos, mais de meio século de carreira e uma obra que deixa uma marca profunda na música portuguesa. A notícia da sua morte foi avançada pela família do músico e compositor, numa mensagem publicada nas redes sociais, onde a mulher, os dois filhos e os agentes assinalam a sua “obra assinalável” e pedem que Palma seja recordado, sobretudo, pelas “canções e palavras” de uma vida dedicada à música.
Jorge Palma é um nome incontornável do panorama musical português. Ao longo de décadas, construiu uma obra onde se cruzam a música, a poesia e uma forma muito própria de olhar para a vida. Temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” e “Encosta-te a Mim” tornaram-se parte da memória coletiva e atravessaram gerações.
Compositor, poeta, intérprete e pianista exímio, a sua vida e a sua arte sempre se fundiram num único caminho. Começou a aprender piano com apenas seis anos e, mais tarde, percorreu a Europa de guitarra às costas, atuando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Concluiu o curso superior de piano em 1990, editou diversos discos de originais, acumulou discos de ouro e atingiu a dupla platina com o álbum Voo Noturno.
Em abril deste ano, e em reconhecimento de uma carreira com mais de cinco décadas, Jorge Palma recebeu o Prémio Carreira nos Prémios Play, numa cerimónia realizada no Coliseu de Lisboa. Um reconhecimento que se junta a muitos outros ao longo de um percurso artístico singular.
Em 2019, tivemos oportunidade de conversar com Jorge Palma. Recuperamos agora algumas das palavras que nos deixou nessa entrevista, numa homenagem à sua vida, à sua música e ao homem por detrás das canções. Quando falava sobre a sua carreira, Palma definia-se com a modéstia que também o caracterizava: “Eu sou um mutante… No fundo, sou a mesma pessoa que era aos dez anos. Mas, como passei por tanto, atravessei tanto espaço, tempo e aventuras, acho que as coisas nos vão moldando. Felizmente, posso dizer que até agora tenho tido uma vida excelente.” Para Jorge Palma, a criação musical era um processo misterioso e contínuo. A inspiração podia surgir nos momentos mais inesperados, até naquele instante entre o sono e a vigília. “Um gravador ou ditafone dá muito jeito, nem que seja quando estou a acordar”, contava-nos. “Muitas vezes, naquele ponto em que já estou praticamente a dormir, ouço coisas e penso: ‘Epá, não me apetece levantar.’ Tenho preguiça e digo para mim mesmo que amanhã me lembro. Faço um memorando mental da pauta e, no dia seguinte, não me lembro de nada!” Sobre a origem das melodias e das palavras, explicava que o processo podia nascer de diferentes formas. Às vezes, surgia um texto que já parecia trazer consigo a música. Outras vezes, tudo começava pela construção de uma linha de baixo, seguida da harmonia e da melodia. Depois, vinha a espera, a procura pela palavra certa: “Ficar meses em ‘banho-maria’, à espera da letra certa.” A grande fonte de inspiração era, afinal, a própria vida. As pessoas, o amor, as experiências, os livros que leu, o cinema, o teatro e até as artes plásticas. Chegou mesmo a compor uma canção inteira depois de observar um quadro.
Mas a vida de Jorge Palma também foi feita de confrontos pessoais e de escolhas difíceis. Em 2014, decidiu fazer uma pausa e procurar ajuda para cuidar da sua saúde e ultrapassar a dependência do álcool. “O álcool, por acaso, não me estragou a vida, mas podia ter estragado. Tive a sensatez de olhar para mim e dizer: ‘Chega'”, recordava. A consciência da possibilidade de uma recaída levou-o a manter uma atenção permanente sobre si próprio. “Podemos estar quatro ou cinco anos sem beber e, numa festa, tomar um copo. Eu já sei qual é o percurso. Quando percebo que me está a apetecer ou começo a pensar em álcool, tenho o telefone do meu psiquiatra e vou falar com ele para dizer que estou a escorregar.” Nesse caminho, a presença dos amigos revelou-se fundamental. Alguns afastaram-se por falta de paciência durante a fase da “onda líquida”, mas os verdadeiros amigos permaneceram por perto, disponíveis a qualquer hora. “Isso é muito reconfortante”, dizia. Nos últimos anos, o palco ganhou também uma dimensão familiar e particularmente emotiva. Vicente Palma partilhava o palco com o pai há vários anos, revelando um talento crescente. Francisco, o filho mais novo, seguiu igualmente o caminho da música, tendo estudado piano e guitarra. Sobre os filhos, Jorge Palma brincava: “Toca muito sozinho e toca melhor guitarra do que eu, o que também não é difícil!” E acrescentava: “É muito bom ter dois filhos bastante musicais. O Francisco vai ser tão bom músico como o Vicente.” Jorge Palma tinha ainda um baú cheio de novas canções e ideias.
Até ao fim, manteve o desejo de criar, de partilhar novas músicas com o público e de colaborar com outros artistas. É também por isso que, para além dos discos, dos palcos e dos prémios, ficam as palavras. As que escreveu, as que cantou e aquelas que nos deixou numa conversa em 2019. Uma obra feita de música, poesia, histórias, fragilidades, encontros e vida. Uma obra que permanece e que continuará a fazer de Jorge Palma uma das figuras incontornáveis da música portuguesa.
Para relembrar: pode voltar a ouvir a entrevista de Madalena Balça a Jorge Palma no programa Café Com, da Camões Rádio, e revê-la na Camões TV+. Uma produção MDC Media Group e de Paulo Perdiz, com som e imagem de Guilherme Ferro.
Paulo Perdiz/MS
Ler por prazer faz bem à saúde (e nunca é tarde para começar)

Uma boa notícia para quem gosta de livros: um novo estudo sugere que ler por gosto, seja um romance ligeiro, um clássico ou até banda desenhada, traz benefícios reais para a saúde. A investigação da Universidade de Cambridge associou a leitura a melhor saúde mental, maior empatia e menor risco de desenvolver demência.
Os investigadores não fizeram apenas uma experiência isolada; analisaram dados de estudos já existentes, que envolveram milhares de adultos e crianças. Um deles associou a leitura a uma redução de 33% no risco de doença de Alzheimer. Houve ainda uma descoberta inesperada: além de melhorar a literacia, a leitura foi também relacionada com melhores resultados em matemática, já que ambas partilham processos cognitivos semelhantes.
A líder do estudo, a professora Barbara Sahakian, defende que o hábito deve ser incentivado desde cedo, mas sublinha que nunca é tarde para começar, e que os benefícios se podem sentir ao longo de toda a vida, até à velhice. Há países que já estão a transformar esta ideia em política pública. Em Singapura, os habitantes podem agora acompanhar os seus hábitos de leitura e até ganhar recompensas através da nova plataforma Read SG, uma iniciativa da biblioteca nacional para contrariar o tempo passado a fazer scroll no telemóvel. O objetivo inicial é simples: ler apenas 15 minutos por dia, no autocarro, antes de dormir ou ao almoço. Uma meta ao alcance de qualquer pessoa.
MS
O novo telescópio da NASA já “vê” as estrelas

O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, acaba de passar um dos testes mais importantes da sua missão. Lançado a 30 de agosto de 2026, o observatório está a caminho do ponto L2, a cerca de um milhão e meio de quilómetros da Terra, e já ligou a sua principal ferramenta. A equipa ativou com sucesso o Wide Field Instrument, uma câmara de infravermelhos de 300 megapíxeis capaz de explorar grandes áreas do cosmos rapidamente sem perder detalhe.
Para isso foi preciso paciência: a 11 de setembro, os engenheiros desligaram os aquecedores do instrumento e deixaram-no arrefecer até cerca de 143 graus negativos, o que permitiu ativar os 18 detetores de infravermelhos. As primeiras imagens de teste mostram os primeiros fotões de luz estelar a atingir os sensores, e a equipa confirmou também que o controlo térmico está a funcionar como previsto.
O que torna o Roman especial é a escala. Cada imagem abrangerá uma porção de céu maior do que a Lua cheia, com a nitidez de telescópios como o Hubble. Em cinco anos, deverá cartografar mais de 50 vezes a área de céu que o Hubble observou em 30 anos. Há ainda uma surpresa agradável: uma primeira correção de trajetória muito precisa, juntamente com outras poupanças de combustível, deverá mais do que duplicar a vida útil potencial da missão. O próximo passo é calibrar os instrumentos. As primeiras imagens deverão chegar por volta da época natalícia, e as operações científicas estão previstas para janeiro de 2027, com foco na matéria escura, na energia escura e em planetas fora do Sistema Solar.
MS
La filiera dell’auto vista da dentro *
La filiera automobilistica italiana va ben oltre le case produttrici e i fornitori diretti. I legami indiretti sono altrettanto importanti. E la catena di fornitura comprende molti più settori di quelli tradizionalmente associati all’automotive.
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Faro Ativo volta a promover mostra desportiva do concelho
Ponto alto do evento acontece este sábado e domingo, 26 e 27 de setembro, no Parque de Lazer das Figuras e Forum Algarve
O Município de Faro volta a promover este ano o Faro Ativo, evento que marca habitualmente o início do ano desportivo no concelho e que conta com muitas actividades desportivas para experimentar, descobrir ou praticar, dirigidas a todas as faixas etárias da população.
Entre os destaques desta iniciativa estão a Mostra Desportiva, nos dias 26 e 27 de setembro, que decorre no Parque de Lazer das Figuras e no Forum Algarve, e o Faro Ativo Náutico, nos dias 3 e 4 de outubro, com várias actividades ligadas ao mar e à Ria Formosa. Como é habitual, o Faro Ativo 2026 acontece em estreita colaboração com o tecido associativo e empresarial do concelho e propõe-se oferecer, a todos os interessados, um conjunto diversificado de experiências desportivas.
Já este fim de semana, sábado e domingo, dias 26 e 27, entre as 10h00 e as 19h00, poderão ser experimentadas modalidades como pilates, dança, futebol, futsal, judo, capoeira, kickboxing, atletismo, ginástica, skate, padel, voleibol, capoeira, boxe, patinagem, basquetebol, golfe, basebol, ténis de mesa, entre outras atividades. De salientar duas novidades: o Faro Run & Glow no sábado, pelas 21h30, e a cãominhada no domingo pelas 10h00. O encerramento acontece pelas 18h00 com a Zumba color.
Já nos dias 3 e 4 de outubro, o Centro Náutico é o ponto de encontro para o Faro Ativo Náutico, com um programa que inclui baptismos de canoagem, stand up paddle, vela, windsurf, surf, bodyboard, kitesurf, passeios em caiaque, entre outras experiências náuticas.Com esta iniciativa, que se tem tornado cada vez mais simbólica para o desporto no concelho, o Município de Faro pretende promover a prática de atividade física e os hábitos de vida saudável, aproximando o desporto da comunidade e dando a conhecer a diversidade de modalidades e projetos desportivos existentes no concelho.