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Foto do dia: a joia escondida entre as arribas do Algarve

30 September 2026 at 21:35

É uma espécie de caça ao tesouro pela costa algarvia, que termina com a descoberta de uma verdadeira joia.

O conteúdo Foto do dia: a joia escondida entre as arribas do Algarve aparece primeiro em Algarve Marafado.

Encuentran en un lago alemán maderas talladas hace 10.500 años por cazadores-recolectores del Mesolítico

Hay lagos que devuelven barcos, y el Arendsee ya ha devuelto alguno. Lo que han sacado a la luz en 2026 los arqueólogos del Landesamt für Denkmalpflege und Archäologie (LDA) de Sajonia-Anhalt, el organismo que gestiona el patrimonio arqueológico de este estado alemán, es distinto: maderas talladas por cazadores-recolectores del Mesolítico con una antigüedad de […]

Rede Azul reúne em São Brás de Alportel para preparar novos caminhos na cultura

30 September 2026 at 07:05

A Rede AZul – Rede de Teatros do Algarve reuniu ontem, 28 de setembro, em São Brás de Alportel, para definir os próximos passos da cooperação cultural regional, com uma agenda de trabalho que inclui a abertura de um novo processo de apoio à criação artística, a preparação das comemorações dos 10 anos da Rede e a definição da sua coordenação para os próximos dois anos, que passará a contar com a liderança partilhada dos municípios de São Brás de Alportel e Vila Real de Santo António.

Novos projetos e próximos passos

Entre os principais pontos em análise nesta reunião esteve a abertura do novo processo de apoio à criação artística, com a definição do respetivo calendário e dos próximos procedimentos.

A agenda incluiu ainda o ponto de situação da publicação comemorativa dos 10 anos da Rede AZul, a definição da coordenação da Rede para os próximos dois anos e a apresentação da ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve e do projeto de Jani Zhao.

Na ocasião, foram também analisados os próximos passos do protocolo entre a Rede AZul, a AMAL e a CCDR Algarve, bem como a operacionalização das ações previstas no plano de atividades da Rede e o respetivo calendário.

Uma década de cooperação cultural

Criada em 2016, a Rede AZul reúne equipamentos culturais de municípios algarvios numa plataforma de cooperação dedicada à promoção da criação, produção e circulação artística na região.

Ao longo destes dez anos, a Rede tem contribuído para aproximar artistas, estruturas culturais, equipamentos e públicos, promovendo a circulação de espetáculos e projetos artísticos pelos diferentes municípios parceiros e reforçando a cooperação cultural à escala regional.

Cultura que se constrói em conjunto

Para a Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, acolher esta reunião “é uma oportunidade para reforçar o compromisso do Município com a cooperação cultural regional e com a criação de oportunidades para que os artistas algarvios possam chegar a mais públicos e a mais palcos”.

A autarca sublinha que “a Rede AZul demonstra a importância de trabalharmos em conjunto, partilhando conhecimento, recursos e oportunidades para fortalecer a cultura em todo o Algarve”.

A realização deste encontro em São Brás de Alportel reforça, assim, a participação do Município numa estratégia regional de cooperação cultural, assente na valorização da criação artística, dos equipamentos culturais e dos públicos do Algarve.

Obra de Sophia volta a inspirar jovens na 21ª Edição do Concurso Literário

30 September 2026 at 06:42

As Bibliotecas Municipais de Lagos e Loulé promovem a 21ª edição do Concurso Literário Sophia de Mello Breyner Andresen, iniciativa que, há mais de duas décadas, aproxima as novas gerações da obra de uma das figuras maiores da literatura portuguesa do século XX.

Dirigido aos alunos dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, o concurso contempla as categorias de Texto e Ilustração, tendo como ponto de partida a obra literária da autora. Mais do que estimular a criatividade e a expressão artística dos jovens, a iniciativa procura incentivar a leitura da obra de Sophia, aprofundando o conhecimento do seu universo literário.

Os trabalhos podem ser entregues até 6 de fevereiro de 2027, presencialmente nas Bibliotecas Municipais de Lagos ou Loulé, ou enviados por correio. Cada participação deverá estar obrigatoriamente identificada com pseudónimo, ano de escolaridade, categoria a que concorre e título do trabalho, de acordo com as condições estabelecidas no regulamento.

A apreciação dos trabalhos ficará a cargo de um júri constituído por representantes dos dois municípios organizadores, da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, da Rede de Bibliotecas Escolares e por um autor convidado.

Em cada uma das categorias serão atribuídos 1º e 2º prémios, podendo ainda ser distinguidos trabalhos com menções honrosas. Os vencedores do 1º prémio receberão um cartão-oferta no valor de 400 euros para utilizar em livrarias locais de Lagos e Loulé e diploma de participação, enquanto o 2º prémio corresponde a um cartão-oferta no valor de 200 euros e respetivo diploma. As menções honrosas serão distinguidas com diploma de participação, livros e ofertas de cortesia dos dois municípios.

A cerimónia de entrega dos prémios da 21ª edição terá lugar no dia 17 de abril de 2027, no Centro Cultural de Lagos, reunindo participantes, famílias, comunidade educativa e entidades envolvidas numa celebração da literatura, da criatividade e do legado de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Israeli Troops Release One Detainee in Southwest Syria, Capture Another

29 September 2026 at 18:48
Israeli forces continued to carry out their usual cross-border raids into southwest Syria today, and while operations were reported in both Daraa and Quneitra Governorates, the most immediate focus seems to be on the northern part of Quneitra, with raids targeting local villages there unusually often. The village of Taranja in northern Quneitra got some […]

L’Urssaf réclame 2,7 millions pour elle - même, les 231 livreurs attendent toujours

29 September 2026 at 17:01

Le 23 septembre 2026, l’Urssaf a exigé 2,7 millions d’euros de Foodora et de deux anciens dirigeants pour travail dissimulé.L'audience d'indemnisation est renvoyée au 27 janvier. Dans le même temps, les 231 anciens coursiers, eux, patientent toujours.

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Le feuilleton judiciaire Foodora illustre une mécanique institutionnelle où les créances sociales et les droits individuels s’affrontent désormais devant le tribunal judiciaire de Paris. Et rien n’est encore définitivement réglé.

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2,7 millions réclamés, l’Urssaf passe avant les coursiers

Le 23 septembre 2026, l’Urssaf a demandé la condamnation solidaire de Foodora et de deux anciens dirigeants à lui verser 2,7 millions d’euros. La somme correspond aux cotisations sociales que l’organisme estime avoir été éludées lorsque les coursiers étaient présentés comme indépendants alors que leur relation de travail relevait, selon l’accusation, du salariat. Foodora a cessé son activité en France en 2018 ; 4 600 coursiers avaient été recensés par l’Urssaf.

Travail dissimulé chez Foodora : l’Urssaf réclame 2,7 millions d’euros, le feuilleton continue
Nouvel épisode du feuilleton judiciaire autour de Foodora : l’Urssaf réclame désormais 2,7 millions d’euros alors que 231 ex-coursiers attendent déjà des dommages et intérêts auprès de cette plateforme allemande de livraison de repas ayant plaidé coupable pour

L’entreprise et ses deux anciens dirigeants avaient déjà reconnu leur culpabilité dans une procédure de plaider-coupable en mars. Foodora avait accepté une amende de 200 000 euros, tandis que Boris Mittermüller et Stéphane Mac Millan Gay avaient accepté respectivement 50 000 et 20 000 euros d’amende, ainsi qu’une interdiction de gérer de trois ans avec sursis.

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L’Urssaf négocie, les victimes patientent

Le nouveau volet financier a toutefois provoqué le report au 27 janvier de l’examen des dommages et intérêts réclamés par les 231 anciens coursiers. La défense invoque des discussions en cours avec l’Urssaf. Son avocat affirme que des « pourparlers avancés » pourraient aboutir à de nouvelles informations début 2027. L’Urssaf elle-même a évoqué un préjudice susceptible d’évoluer puisque des versements de Foodora ont déjà été perçus.

URSSAF : il déclare tout, on lui réclame quand même 17 837 €
n auto-entrepreneur de l’Yonne fournit à l’URSSAF l’intégralité de ses factures, corrige ses déclarations et demande le recalcul de ses cotisations sur son chiffre d’affaires réel. Malgré cela, l’organisme lui réclame 17 837 € sur la base de montants qu’il sait inexacts. Le tribunal

Les avocats des livreurs demandent, eux, plusieurs milliers d’euros par personne au titre du préjudice moral et de la précarité financière. Ils soulignent également que certains documents professionnels, comme les certificats de travail ou attestations France Travail, ne seraient toujours pas régularisés.La procédure est en cours. Aucune décision définitive n'est rendue sur ce redressement, dont le montant et le sort restent à trancher.

Pendant ce temps, les coursiers attendent une réparation que Foodora a pourtant admis leur devoir. On ignore comment l'éventuel redressement s'articulerait avec les indemnités des livreurs, et si la plateforme peut honorer les deux. Une transaction entre la société et l'Urssaf ne prévoit rien pour les victimes, qui n'y sont pas parties.Les livreurs ont été privés de leurs droits une première fois. Ils risquent de l'être une seconde, par une puissance publique qui règle ses comptes d'abord.

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Loulé Criativo promove debate sobre o futuro do artesanato

29 September 2026 at 12:22

O Palácio Gama Lobo, em Loulé, recebe no dia 2 de outubro, das 15h00 às 17h00, a mesa-redonda “Criação Artesanal: Valor, Identidade e Futuro”. A sessão integra a programação dos “Dias Abertos” do Loulé Criativo.

O debate vai abordar a sustentabilidade do setor, a preservação da identidade artesanal e os seus caminhos futuros. Participam Carlos Coelho, fundador e presidente da Ivity Brand Corp; Célia Macedo, oleira, autora e investigadora de artesanato contemporâneo; Dália Paulo, diretora municipal da Câmara de Loulé; e Filipa Belo, fundadora da Portugal Manual. A moderação cabe a Henrique Ralheta, coordenador do Design Lab do Loulé Criativo.

Os “Dias Abertos” procuram aproximar residentes e visitantes das artes tradicionais através de demonstrações, experiências criativas e partilha de conhecimento. A programação completa está disponível em loulecriativo.pt.

Nota editorial: O texto enviado indica “quinta-feira, dia 2 de outubro”, mas 2 de outubro de 2026 é sexta-feira. Convém confirmar a data com a organização antes da publicação.

Rede AZul prepara apoio à criação artística e comemorações dos 10 anos

29 September 2026 at 12:00

A Rede AZul – Rede de Teatros do Algarve reuniu-se a 28 de setembro, em São Brás de Alportel, para preparar um novo processo de apoio à criação artística e as comemorações dos seus 10 anos. A coordenação da rede nos próximos dois anos será partilhada pelos municípios de São Brás de Alportel e Vila Real de Santo António.

Durante o encontro, os participantes abordaram o calendário e os procedimentos do novo processo de apoio à criação artística, assim como o ponto de situação de uma publicação comemorativa da primeira década da Rede AZul. Foram ainda apresentados a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve e um projeto de Jani Zhao.

A reunião serviu também para analisar os próximos passos do protocolo entre a Rede AZul, a AMAL e a CCDR Algarve, além da execução e do calendário das ações previstas no plano de atividades.

Para a presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, acolher o encontro representa uma oportunidade para reforçar a cooperação cultural regional e criar condições para que os artistas algarvios cheguem a mais públicos e palcos.

Criada em 2016, a Rede AZul reúne equipamentos culturais de municípios algarvios e promove a criação, a produção e a circulação de projetos artísticos na região.

Lagos recebe exposição com cinco nomes da arte urbana contemporânea

29 September 2026 at 11:48

A exposição ARTURb 2026 inaugura a 3 de outubro, às 18h, no LAC – Laboratório de Actividades Criativas, em Lagos. A entrada é livre.

Arashida, do Brasil, Cristina Viana e Halfstudio, de Portugal, KMG, da Escócia, e Virginia Bersabé, de Espanha, apresentam trabalhos desenvolvidos durante duas semanas de residência artística no âmbito da 15.ª edição do ARTURb – Artistas Unidos em Residência.

Com co-curadoria de Sofia Fortunato e Tamara Alves, a residência decorreu entre 18 de setembro e 2 de outubro, reunindo diferentes abordagens à arte urbana contemporânea. O programa incluiu intervenções no espaço público e um mural comunitário de Kruella D’Enfer no Bairro 25 de Abril, na Meia Praia.

A inauguração contará também com uma conferência de Miguel Januário, conhecido pelo projeto ± maismenos ±, e um DJ set de Tiago Assis.

A exposição pode ser visitada até 31 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, na sede do LAC. Criado em 2011, o ARTURb promove a experimentação artística e o diálogo entre criadores, território e comunidade local.

Ambienti connessi e ben coordinati: idee per una casa visivamente uniforme

29 September 2026 at 10:56

La percezione dello spazio abitativo dipende in larga misura dalla coerenza delle superfici su cui poggia l’arredamento. Quando le stanze condividono una linea visiva comune, l’intero appartamento appare subito più arioso e ordinato.

Scegliere un pratico pavimento PVC a incastro permette di mantenere la medesima finitura in aree diverse della casa, superando i tradizionali limiti tecnici legati all’umidità e all’usura. Una pavimentazione continua che attraversa la zona giorno, i disimpegni e le camere da letto elimina le frammentazioni inutili, donando all’alloggio un respiro architettonico solido e ben calibrato.

Direzione di posa e profondità dei locali

L’orientamento dei listoni determina il modo in cui l’occhio percepisce la metratura effettiva degli ambienti. La regola generale suggerisce di seguire la direttrice della luce naturale principale, posando le doghe perpendicolarmente alle finestre per attenuare la visibilità dei giunti.

Quando si collegano stanze diverse tramite un corridoio stretto, disporre gli elementi nel senso della lunghezza aiuta a dilatare la prospettiva, guidando i passi verso la sala o la cucina. Se invece l’ingresso risulta corto e poco profondo, un orientamento trasversale allarga visivamente le pareti, preparando lo sguardo al passaggio verso i vani successivi senza generare disordine geometrico.

Gestione delle soglie e raccordo tra le superfici

Mantenere la stessa quota di calpestio tra un ambiente e l’altro evita barriere fisiche e fastidiosi inciampi quotidiani. Nei punti in cui due materiali differenti devono per forza incontrarsi, ad esempio tra una ceramica tecnica e una superficie vinilica, la scelta del profilo di separazione diventa fondamentale.

Conviene puntare su lamine ultrapiatte in alluminio anodizzato o profili complanari che scompaiono alla vista, posizionandoli esattamente sotto il battente della porta chiusa. Questo accorgimento tecnico impedisce che lo stacco si noti dalle stanze attigue, preservando la sensazione di una transizione fluida e pulita tra le varie aree dell’abitazione.

Coordinare il battiscopa con pareti e pavimenti

Spesso considerato solo una protezione per l’intonaco, lo zoccolino svolge un ruolo determinante nella definizione dei volumi. Utilizzare un battiscopa coordinato al pavimento allarga la superficie a terra, ma può abbassare visivamente le pareti negli appartamenti con soffitti standard. Al contrario, installare un modello laccato bianco o verniciato nella medesima tinta della muratura slancia la stanza verso l’alto, creando una cornice neutra che lascia risaltare gli arredi.

La continuità del profilo lungo corridoi e stanze funge da filo conduttore visivo, collegando ambienti destinati a usi differenti con grande pulizia formale.

Abbinamento delle texture tra zone umide e zone giorno

La cucina e il bagno richiedono requisiti di pulizia e resistenza all’acqua che in passato imponevano ceramiche totalmente slegate dal resto della casa. Oggi è possibile uniformare le superfici adottando finiture continue ma variando la texture in funzione dell’uso pratico.

Nelle zone operative conviene prediligere superfici opache che mascherano macchie e gocce d’acqua, riservando texture più lisce alle camere da letto e al salotto. Mantenendo toni cromatici affini, ad esempio gradazioni di sabbia o grigi intermedi, la differenza di consistenza non disturba lo sguardo ma risponde perfettamente alle esigenze funzionali dei singoli vani.

Consigli per evitare contrasti visivi indesiderati

Per scongiurare rotture cromatiche sgradevoli tra ambienti contigui, occorre studiare in anticipo i punti di incontro dei materiali prima di procedere con la posa definitiva. Accostare due finiture simili ma non identiche crea un effetto di errore visivo: se non si può usare il medesimo rivestimento, meglio optare per una differenza netta e intenzionale piuttosto che per una somiglianza imperfetta.

Verificare la resa dei campioni sotto la luce delle diverse ore del giorno e pianificare con cura l’allineamento dei tagli lungo le porte garantisce un risultato finale coerente, solido e piacevole da vivere ogni giorno.

L'articolo Ambienti connessi e ben coordinati: idee per una casa visivamente uniforme su Vanilla Magazine scritto da Antonio Pinza

Algarvio Tiago Guadalupe publica novo livro sobre liderança e o percurso de João Matos em Loulé

28 September 2026 at 19:25

Durante o Portugal Football Summit foi divulgado o novo livro do algarvio Tiago Guadalupe, funcionário da Câmara Municipal de Loulé e colonista no jornal A Bola.

“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” é a mais recente obra de Tiago Guadalupe e será apresentada a 9 de outubro, na Cidade do Futebol, numa iniciativa da Federação Portuguesa de Futebol. 

Com a chancela Portugal Legends, a obra nasce de um projeto desenvolvido pela editora 21Books e pela agência whynote.pt, em parceria oficial com a Decathlon e a União das Freguesias de Carnaxide e Queijas.

Mais do que uma biografia desportiva, o livro parte do percurso de João Matos para propor uma reflexão sobre liderança pelo exemplo, disciplina, consistência, resiliência, comunicação, gestão de equipas, egos e conflitos, tomada de decisão, capacidade de adaptação, inovação, equilíbrio pessoal e legado, procurando transportar as experiências e aprendizagens construídas no desporto de alto rendimento para outros contextos da vida pessoal e profissional.

Ao longo de mais de duas décadas ao mais alto nível, João Matos construiu uma carreira marcada pela longevidade, consistência e liderança. Mais de 40 títulos, mais de 200 internacionalizações, um Campeonato do Mundo e dois Campeonatos da Europa ao serviço de Portugal, além de três títulos europeus pelo Sporting CP, fazem parte de um percurso que o tornou uma referência do futsal português e internacional.

Contudo, são sobretudo as experiências e aprendizagens construídas ao longo desse caminho que constituem o centro da obra. O objetivo passa por transportar princípios provenientes do desporto de alto rendimento para outros contextos, tornando o livro relevante para atletas e treinadores, mas também para gestores, professores, estudantes, empreendedores, dirigentes e líderes de equipas.

“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” reúne ainda diferentes perspetivas sobre o jogador e capitão. Pedro Proença assina a introdução, Frederico Varandas o prefácio e Jorge Braz o posfácio, juntando-se ao livro contributos e reflexões de personalidades como Nuno Dias, Sebastián Coates, Nani, Rui Miguel Nabeiro e Pedro Dias, entre outras.

Frederico Varandas resume uma das ideias centrais da obra ao afirmar que «o seu legado não se mede apenas no que conquistou, mas sobretudo no que inspirou». Pedro Proença considera que João Matos deixa «o Futsal muito melhor do que aquele que encontrou», enquanto Jorge Braz reconhece: «O João ajudou-me a ser melhor treinador.»

O livro inclui igualmente o capítulo “Cocriar para inspirar”, com Tiago Valadas, Diretor de Marketing da Decathlon Portugal, dedicado à relação entre João Matos e a marca e à evolução dessa ligação para um processo de cocriação.

As reflexões reunidas na obra procuram mostrar que muitas das questões enfrentadas no desporto são comuns a organizações e equipas de diferentes áreas: como construir uma cultura vencedora, liderar sem depender de um cargo, reagir ao erro, gerir conflitos, manter a exigência depois do sucesso e preparar o final de um ciclo.

Para Tiago Guadalupe, é precisamente na influência exercida sobre os outros que se encontra uma das principais mensagens do livro:

«Os grandes atletas deixam resultados. Os grandes capitães deixam uma cultura. Os grandes líderes deixam pessoas melhores.»

“Capitão João Matos – Liderar, vencer e inspirar” já está disponível para venda através da editora 21Books: https://www.21books.pt/livros-1/p/capito-joo-matos 

Museu Municipal de Loulé integra Rede Nacional do Património Cultural Imaterial

28 September 2026 at 06:24

Na semana em que se assinalam as Jornadas Europeias do Património, há uma boa notícia para Loulé: o Museu Municipal de Loulé acaba de integrar formalmente a Rede Nacional do Património Cultural Imaterial (RNPCI), numa decisão que reconhece o trabalho contínuo do Município algarvio na salvaguarda, investigação e valorização das tradições, saberes e memórias locais. 

Este momento reflete o forte compromisso do Município de Loulé para com o património vivo, as tradições orais, as práticas sociais e os saber-fazer artesanais que definem a identidade deste território.

A integração nesta plataforma nacional surge como o resultado da estratégia que a Autarquia de Loulé tem desenvolvido através da sua estrutura polinucleada de espaços museológicos, em vários pontos do concelho. Polos como o da Água, em Querença, dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, da Cozinha Tradicional ou dos Frutos Secos, em Loulé, a par das dinâmicas ligadas aos ofícios tradicionais, têm sido fundamentais para manter vivas as memórias e os costumes da comunidade louletana.

Destaca-se igualmente a clara aposta do Museu num programa de atividades educativas, dirigido sobretudo à comunidade escolar, que tem contribuído para tornar este património cultural imaterial num parceiro de aprendizagem dos alunos.

A Rede Nacional do Património Cultural Imaterial funciona como uma plataforma informal e dinâmica de partilha de conhecimento e boas práticas, focada na salvaguarda e revitalização do património cultural imaterial em Portugal. Alinhada com os princípios da UNESCO e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, esta rede procura melhorar a qualidade de vida das populações através da valorização da sua cultura. A sua atuação estruturada combina quatro eixos estratégicos principais: a identificação e salvaguarda, o reconhecimento e promoção, a documentação, comunicação e mediação, e o estabelecimento de redes e parcerias.

A Rede Nacional do Património Cultural Imaterial desempenha um papel crucial na política cultural contemporânea. Em primeiro lugar, porque promove a cooperação e partilha nacional já que funciona como uma plataforma articulada que facilita o intercâmbio de boas práticas, metodologias de investigação e estratégias de salvaguarda entre municípios, museus e investigadores de todo o país.

Por outro lado, contribui para o combate ao desaparecimento de saberes, garantindo uma maior visibilidade e apoio técnico especializado para a proteção de manifestações culturais em risco de extinção, promovendo a transmissão intergeracional. 

A integração nesta rede robustece ainda o posicionamento no acesso a fundos nacionais e comunitários específicos para a cultura, potenciando também o turismo sustentável e de base identitária.

Para o executivo municipal, este reconhecimento valida a visão definida na Estratégia Municipal de Cultura Loulé 2034, que assume a cultura e a identidade como pilares de desenvolvimento sustentável e coesão territorial, e reforça a candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2028.

Com esta integração, o Museu Municipal de Loulé assume a responsabilidade acrescida de continuar a trabalhar em estreita proximidade com os portadores do património – os artesãos, os guardiões das tradições orais e a comunidade local – garantindo que a riqueza imaterial de Loulé continue a ser uma fonte de inspiração, educação e dinamismo económico para as futuras gerações.

Acidente grave na EN223 em Santa Maria da Feira provoca um morto e cinco feridos

27 September 2026 at 17:33

Um acidente rodoviário grave provocou a morte a um homem de 23 anos e fez mais cinco feridos, esta tarde de domingo, em Santa Maria da Feira. A colisão, que envolveu três veículos automóveis, ocorreu na estrada EN223 (rua do Comércio), no quilómetro 9+,364, em Lobão, em frente à discoteca Hollywood.

O alerta para a ocorrência foi dado por volta das 15h30 aos Bombeiros Voluntários de Arrifana, tendo também sido mobilizadas para o local as equipas de emergência pré-hospitalar da Cruz Vermelha de Sanguedo e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira.

Segundo a Guarda Nacional Republicana, da violenta colisão resultou um óbito no local, além de dois feridos graves e três feridos ligeiros.

As causas do acidente estão ainda por apurar, encontrando-se sob investigação a cargo da GNR de Canedo e do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) da GNR.

Por: Dino Frazão
Data: 27 de setembro de 2026

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Teotihuacan Could Write Like the Maya and Aztecs — New Cave Glyphs to Honor its War Dead Prove It

27 September 2026 at 09:31
For decades, one question has nagged at specialists in ancient Mexico: did Teotihuacan — the city that dominated central Mexico from roughly the first to the sixth century AD, with a population that may have reached 125,000 — actually have a writing system, or were its symbols just decorative emblems? The stakes of that question […]

Tres glifos pintados hace 1.500 años en una cueva mexicana confirman que Teotihuacan tuvo un sistema de escritura como el de los mayas o los aztecas

Durante décadas, los expertos discutieron si Teotihuacan —la ciudad que dominó el centro de México entre los siglos I y VI d. C., con una población que pudo alcanzar los 125.000 habitantes— poseía un sistema de escritura verdadero o si, por el contrario, sus signos eran simples emblemas decorativos. La pregunta no era menor: los […]

No adeus a Zuenir, mestre também no humor

26 September 2026 at 08:00

Nome maior do jornalismo brasileiro, Zuenir Ventura morreu esta semana, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, no rádio, nos jornais e na tv, colegas de profissão se despediram do autor de 1968: o Ano que Não Terminou com palavras de carinho e admiração. Quem teve a sorte de trabalhar ao seu lado ressaltou também a sua doçura, paciência e disposição para ajudar e ensinar. Muitos jornalistas o chamavam de Mestre Zu. 

Em mais de meio século de ofício, Zuenir se debruçou sobre assuntos que definem o Brasil como nação (a violência urbana, o desrespeito à democracia, a obscena desigualdade social). É autor de algumas reportagens e livros que fazem parte da história do jornalismo no país, como Chico Mendes: Crime e Castigo e Cidade Partida. Recebeu importantes prêmios e reconhecimentos como jornalista, escritor e defensor dos direitos humanos. Ocupava, desde 2015, a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras.

Além do instinto de repórter, do olhar jornalístico apurado e da elegância na escrita, Zuenir tinha um sentido de humor delicioso. E era um maravilhoso contador de histórias. Quando não estava fazendo jornalismo, permitia-se acrescentar uma pitadinha (ou várias) de ficção às suas narrações – sempre sem maldade, para prender a atenção e divertir quem ouvia.

Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo (28/06/2018)
Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo (28/06/2018)
Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo

Provavelmente o seu melhor parceiro na arte de fazer graça tenha sido o amigo Luís Fernando Veríssimo. Durante décadas dividiram palco, compartilharam mesas em eventos culturais e fizeram a alegria de quem, em festas e jantares, os teve por perto. Formavam uma dupla perfeita, que se conhecia de olhos fechados. O mineiro era mais falastrão; o gaúcho soltava a palavra certa na hora certa. Um ajudava o outro a brilhar. Os vi contar a mesma anedota, em lugares diferentes, mudando só o protagonista: uma vez tinha passado com um, na outra o protagonista era o outro. 

Um dos cenários recorrentes desses “causos” de Zuenir era Paraty e a sua festa literária (a Flip). Certa feita, dizia, uma jovem se aproximou pedindo um autógrafo. Enquanto procurava uma caneta, ele quis saber qual era, entre os livros que tinha escrito, o que ela mais gostava. “O Menino Maluquinho”, respondeu a moça, sem titubear. Para não estragar a ilusão da admiradora de Ziraldo, Zuenir escreveu: “Para Fulana, minha fã, um beijo”. E assinou assim: Z. Às vezes, contava essa mesma história, substituindo a leitora pelo funcionário de um hotel em Paraty. Quando publicou um livro intitulado Inveja – mal secreto, contou que, certa vez, viu o amigo Ziraldo ser aplaudido por 20 mil pessoas no Maracanãzinho ao ser apresentado como jurado do Festival Internacional da Canção. Quando encontrou o cartunista, disse-lhe: “Você saiba que tinha um sujeito lá em cima que estava te vaiando, eu vi”. 

Zuenir gostava de brincar com a sua semelhança com outros escritores altos, esguios e carecas. Contava ter sido confundido na Flip várias vezes com Millôr Fernandes e com Drauzio Varella. E uma vez com José Saramago. O chiste envolvendo o português era o mais hilariante e funcionava mais ou menos assim: Zuenir sai da pousada onde está hospedado e é cercado por um enxame de fãs. As leitoras – todas mulheres – começam a elogiá-lo e a dizer que adoram os seus livros. Perguntam se podem tirar uma foto, ele assente, e é abraçado pelo grupo. Sente que finalmente tem o reconhecimento que merece, seu ego está nas alturas. Até que uma das moças grita para outra que vem dobrando a esquina: “Fulana, vem aqui conhecer o Saramago”. 

Até quando foi dado como morto, vítima de uma notícia falsa, Zuenir não perdeu o humor. Num dia de 1999, um jovem repórter procurou na agenda do jornal o número de telefone do escritor e ligou. Queria que ele comentasse sobre a morte de uma figura conhecida. Acontece que fazia anos que aquele número já não era mais o de Zuenir. A senhora que atendeu, sabe-se lá por que cargas d’água, achou que era uma boa ideia inventar que o jornalista tinha acabado de morrer em um acidente na Lagoa Rodrigo de Freitas. Sem confirmar a veracidade, o rapaz publicou a informação, que rapidamente se espalhou. Vivinho da Silva, Zuenir estava numa cerimônia cheia de gente importante (incluindo Fernando Henrique Cardoso, então Presidente da República) no Instituto Moreira Salles (IMS). O evento era vedado à imprensa – Zuenir ia na qualidade de convidado – e contava com um forte esquema de segurança. Do lado de fora, a notícia da morte começou a circular entre os jornalistas. 

“Lá pelas 9 horas da noite — eu tinha morrido às 16h — a imprensa descobriu que eu estava no IMS e não no IML. Do lado de fora, dezenas de repórteres e fotógrafos aguardavam o presidente atrás de um cordão de isolamento. Veio então uma ordem das redações para que falassem comigo; não valia mais a versão; eu tinha que ser ouvido ao vivo, se é que a expressão ainda se aplicava a mim. Naquele momento, eu era mais importante do que o presidente, o governador, o prefeito e quem mais estivesse lá dentro. Afinal, não é todo dia que se vê alguém morrer e ressuscitar em cinco horas. O recorde era três dias, mas fora batido há muito tempo”, contou Zuenir numa deliciosa coluna n’O Globo dias depois. “Já de madrugada, abri o computador e vi a descrição da minha morte; era tão precisa que não tive dúvida: devia ser verdade. Uma agência séria não colocaria no ar um boato desses.”

Desta vez, infelizmente, foi verdade. Zuenir se foi, o Brasil fica sem um dos seus melhores jornalistas. E perde também um exímio contador de histórias, dono de um sentido de humor de dar inveja. 

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