No Dia Internacional do Idoso, que se assinalou esta quinta-feira, 1 de outubro, o Município de Loulé fez o ponto de situação sobre os projetos relativos a três equipamentos sociais de apoio à terceira idade que irão reforçar a cobertura atual em todo o território concelhio.
Durante a semana, a Autarquia reuniu com os responsáveis do Centro Social e Cultural de Vale Judeu, da Associação Esperança e Paz e da Instituição de Solidariedade Social da Serra do Calderão, os promotores do lares que serão criados em breve para dar resposta a uma das necessidades mais prementes no concelho.
Em relação à futura estrutura residencial para idosos de Vale Judeu, neste momento encontra-se em revisão do projeto, “o que significa que, muito em breve, estará pronto para ser lançado o concurso público”. É também neste ponto em que se encontra o lar que irá nascer em Loulé, numa iniciativa que tem o envolvimento direto da Associação Esperança e Paz. “Aguardamos a entrega do projeto de execução para depois ser revisto e também poder ir para concurso”, refere Telmo Pinto.
O alargamento do Centro Comunitário de Nossa Senhora da Conceição, no Barranco do Velho, permitirá criar mais um equipamento para apoiar a população idosa no interior do concelho, um território marcado pelo envelhecimento demográfico. Este será “um processo mais rápido”, até porque já foram entregues as especialidades, prevendo-se que, num curto prazo, seja lançado o concurso.
No total dos três equipamentos, serão mais 120 lugares em lar disponíveis para uma resposta social em que os equipamentos estão longe de ser suficientes. “Continuamos a trabalhar, juntamente com os responsáveis das instituições, coordenando este trabalho para que nada falhe e possamos responder o mais depressa possível às necessidades das pessoas”, realça o autarca Telmo Pinto.
Two shocking incidents reveal how White women are also being targeted in the French school riots. In one incident, a woman who tried to stop vandalism on the edge of a high school protest was struck in the face by flames from an aerosol can used as a makeshift flamethrower. In another video shared online, a White female school supervisor was surrounded and punched during a blockade in Seynod, as student unrest over school conditions spread across France this week.
The Marseille attack with the homemade flamethrower occurred Thursday afternoon near Place of the 4th of September in the city’s 7th arrondissement, according to police sources. Images authenticated by BFMTV network show a White Frenchwoman attempting to stop students from smashing the bus stop with an iron bar.
An individual dressed entirely in black, with a hood over his head, then “used a spray can with a lighter to turn it into a flamethrower, directed at the head of his victim,” BFMTV reported. The flames hit the woman’s face as the crowd screamed in the video.
She filed a complaint Friday in Marseille, but the extent of any injuries remain unknown.
A woman had her face burned in the French city of Marseille during student blockades.
A hooded far-left rioter set the spray from an aerosol can on fire and used it on her face like a flamethrower.
A separate video shows a White female supervisor at Baudelaire High School in Seynod, near Annecy, during a blockade. The woman is completely surrounded when a Black male punches her in the face multiple times.
A White female supervisor at Baudelaire High School is beaten by a mob of multicultural students during a blockade in Seynod.
The woman is completely surrounded when a Black male punches her in the face multiple times.
The incidents come amid days of blockades and clashes at French high schools that serve students roughly ages 15 to 18. While the protests were presumably about poor teaching conditions and poorly maintained schools, they have since expanded into mass rioting, arson attacks, and attempted murder cases, including another incident in Marseille where gasoline was splashed onto a principal and vice principal during an attempted arson outside a high school administrative office.
The Interior Ministry said 1,027 high schools had been affected by demonstrations, with blockades at 222 of them. On Thursday alone, authorities recorded 1,949 arrests and 305 injured police officers, the ministry said.
Education Minister Édouard Geffray said 65 education staff members had been injured, including 40 headteachers, and that there had been “significant damage” to school facilities. Interior Minister Laurent Nuñez said 625 people, mostly young, were detained Wednesday and that 83 officers were hurt that day. Government figures put student and staff injuries over the days of protest at 159, including one student who lost part of the use of a hand after setting off a firework.
JUST IN: A school principal was struck directly in the face by a firework mortar during ongoing violent student blockades in France.
The incident happened at Blaise Pascal High School in Rouen.
Later, the entire entrance of the school was set on fire.
Other attacks on staff have been reported. In La Ciotat, a principal was doused with gasoline and beaten, and in Belfort a police commander was thrown to the ground and beaten unconscious, which Remix News also reported on. That case is also being treated as an attempted murder investigation.
The Education Ministry said 564 schools had been disrupted since Friday morning. More than 400 high schools were closed preventively that day. Prime Minister’s office officials, after a crisis meeting Thursday, described the movement as “a maneuver organized by France Unbowed and its ultra-left proxies.”
Jean-Luc Mélenchon, the leader of the party, urged young people to use “only methods of nonviolent struggle.” However, intelligence reports cited by French government allege the party is backing the violence covertly.
The tanker captain summoned his years of experience when he saw the blast in front of him. He veered his 300-meter-long ship around the vessel ahead and could see a fire had started. He called the US Navy to tell them of the attack.
The war between the United States and Iran is no longer just a confrontation between Washington and Tehran. A second contest is taking shape alongside and behind it. China is not fighting the United States directly, but its economic, technological and diplomatic links to Iran are complicating Washington’s strategy and ability to win the conflict. […]
Os condutores portugueses vão ter boas notícias no momento de abastecer os veículos na próxima semana. A partir de segunda-feira, dia 5 de outubro, os preços dos principais combustíveis vão registar uma nova descida nas postos de abastecimento nacionais.
Segundo fontes do setor, a gasolina deverá apresentar uma redução de 3,5 cêntimos por litro. Por sua vez, o gasóleo, que é o combustível mais utilizado em Portugal, deverá registar uma descida de 3 cêntimos por litro. Esta atualização de valores será válida para a semana de 5 a 11 de outubro de 2026.
As variações de preço podem contudo oscilar dependendo do posto de abastecimento, da marca e da localização geográfica, mantendo-se a tendência geral de alívio nos custos de mobilidade para os consumidores.
A Casa das Beiras de Toronto encerrou, no passado sábado, a Semana Cultural Beirã 2026, que regressou este ano após uma interrupção de sete anos. A iniciativa celebrou a cultura e as tradições das Beiras, através da música, do folclore e da gastronomia.
Ofado voltou a fazer parte da programação, desta vez integrado no Festival Internacional de Fado, que trouxe a Toronto fadistas convidados de Portugal e um artista ligado à comunidade portuguesa no Canadá.
A Casa das Beiras recebeu João Brito, Francisco Moreira, Cláudia Leal e José Geadas, numa sessão marcada pela música e pela celebração da cultura portuguesa. Para Bernardino Nascimento, presidente da Casa das Beiras, a adesão do público foi motivo de orgulho e demonstra a importância de continuar a promover estas iniciativas.
“É um orgulho ver esta casa cheia e fazer parte do Festival Internacional de Fado. É uma forma de manter vivas as nossas tradições e a ligação às nossas raízes.”
A importância da colaboração entre as organizações portuguesas foi igualmente destacada por José Eustáquio, presidente da ACAPO, uma das entidades envolvidas na organização do Festival Internacional de Fado. “O fado representa muito para os portugueses e merece o apoio das nossas organizações. É importante trabalharmos em conjunto para manter esta cultura viva.”
Entre os convidados estiveram também José Manuel Pereira, presidente da Junta de Freguesia de Lardosa, e Miguel Pipa, vereador da Câmara Municipal de Viseu, que viajaram de Portugal para participar nas celebrações.
Para José Manuel Pereira, a visita permitiu conhecer de perto a força da presença portuguesa em Toronto “é a primeira vez em Toronto e foi uma grande surpresa encontrar tantos portugueses reunidos. É um orgulho levar este sentimento de volta para Portugal. A Casa das Beiras faz uma importante ligação entre Viseu e Toronto e ajuda a manter vivas as nossas memórias e tradições.”
Miguel Pipa destacou igualmente o significado de encontrar, tão longe de Portugal, uma comunidade que continua próxima da sua terra “é muito especial ver este pedaço de Portugal tão longe da nossa terra. Mesmo fora de Portugal, os portugueses continuam ligados às suas raízes.”
Com a sala cheia, as luzes apagaram-se e as vozes dos fadistas, acompanhadas pela guitarra portuguesa, tomaram conta do espaço. Para os artistas vindos de Portugal, atuar em Toronto foi vivido com felicidade e orgulho, numa oportunidade de representar o país e partilhar a sua cultura.
João Brito, coorganizador do Festival Internacional de Fado, mostrou-se satisfeito com a adesão “estou felicíssimo com a casa cheia. Agora é cantar e presentear este público maravilhoso com um grande espetáculo.” Sobre a participação dos fadistas vindos de Portugal acrescentou “quisemos dar prioridade aos fadistas que vieram de Portugal e mostrar o seu trabalho à nossa comunidade.”
Os fadistas deram voz a diferentes interpretações, perante um público atento e próximo, num ambiente que voltou a demonstrar a força do fado junto dos portugueses no estrangeiro.
O Festival Internacional de Fado prossegue no sábado, 3 de outubro, no Clube Português de Mississauga, com Lenita Gentil, Natalino de Jesus e Suzy Silva.
No dia 10 de outubro, será a vez da Casa do Alentejo receber Maura Airez, José Geadas, Francisco Moreira e Guida Figueira.
A programação continua, assim, a levar o fado a diferentes espaços da comunidade portuguesa na região de Toronto e arredores, juntando artistas de Portugal e do Canadá e celebrando uma das expressões mais marcantes da cultura portuguesa.
O novo sistema de videovigilância da Praia do Carvoeiro está praticamente concluído, num investimento da Câmara Municipal de Lagoa de quase 600 mil euros.
A Assembleia da República aprovou, na generalidade, a obrigatoriedade do uso de capacete e de vestuário refletor para utilizadores de trotinetes e bicicletas elétricas, segundo a Lusa. A iniciativa legislativa, apresentada pelo PSD, segue agora para debate na especialidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação.
A proposta estabelece a obrigação do uso de capacete para condutores e passageiros de bicicletas elétricas, trotinetes com motor elétrico, dispositivos de circulação autoequilibrados e outros meios análogos. Além do capacete, passa a ser exigido o uso de vestuário refletor ou equipamento retrorrefletor desde o anoitecer ao amanhecer, bem como em condições meteorológicas ou ambientais de visibilidade insuficiente.
As coimas previstas pelo não uso de capacete variam entre 60 e 300 euros para condutores de trotinetes e entre 30 e 150 euros para condutores de bicicletas elétricas. A coima pela falta de equipamento retrorrefletor fixa-se entre 30 e 150 euros em ambos os casos. O diploma prevê ainda que a definição das características do vestuário refletor seja regulamentada por portaria do Governo, sob proposta do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), não sendo obrigatório o uso de colete refletor tradicional, mas sim a presença de elementos visíveis ou roupa técnica refletora.
O projeto de lei do PSD foi aprovado com votos a favor do PSD, Chega, PS, IL, CDS-PP, PCP, BE e JPP, a abstenção do PAN e o voto contra do Livre. Na mesma sessão plenária, foi também aprovado um projeto de lei do PS que previa apenas a obrigatoriedade do capacete para trotinetes elétricas e bicicletas elétricas alteradas, sem a exigência do vestuário refletor.
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O fenómeno climático conhecido como El Niño pode ter impactos que vão muito além das alterações meteorológicas. Em Portugal, os seus efeitos podem refletir-se na disponibilidade de água, na agricultura, nos preços dos alimentos e no risco de incêndios, bem como aumentar a ocorrência de episódios de chuva intensa, cheias e inundações.
A intensidade e a forma como estes efeitos se manifestam dependem da evolução das condições atmosféricas e oceânicas. Períodos prolongados de calor e de baixa precipitação podem aumentar a pressão sobre rios, albufeiras e aquíferos, sobretudo nas regiões mais vulneráveis à seca.
Mais pressão sobre a água
A redução da precipitação e o aumento das temperaturas podem diminuir a disponibilidade de água para consumo, agricultura e atividades económicas. A situação exige uma gestão cuidadosa dos recursos hídricos, incluindo a proteção das nascentes, rios e zonas húmidas, a redução de perdas nas redes de abastecimento e o uso mais eficiente da água.
A responsabilidade, porém, não deve recair apenas sobre os cidadãos. O planeamento das reservas de água, a gestão das albufeiras e a preparação para períodos de escassez são fundamentais para garantir a segurança hídrica.
Seca e chuva intensa podem coexistir
Um período seco não significa necessariamente ausência total de chuva. Depois de semanas ou meses com pouca precipitação, uma chuva muito intensa pode provocar inundações e enxurradas.
Quando o solo está muito seco e compactado, a sua capacidade de absorver rapidamente grandes volumes de água pode ser reduzida. Em zonas urbanas, sistemas de drenagem insuficientes podem agravar o problema. Em áreas de encosta, a saturação rápida do solo pode aumentar o risco de movimentos de terras.
Do campo para o supermercado
A agricultura está entre os setores mais expostos às alterações das condições meteorológicas. A falta de água pode reduzir a produtividade, aumentar as necessidades de rega e elevar os custos de produção. Episódios de chuva intensa, por outro lado, podem danificar culturas, dificultar colheitas e afetar estradas e transportes.
Estas dificuldades podem chegar ao consumidor através dos preços. Se a produção agrícola diminuir ou os custos de energia, água e transporte aumentarem, alguns produtos alimentares poderão ficar mais caros.
Os efeitos podem ser particularmente relevantes em culturas importantes para Portugal, como o olival, a vinha, os cereais, os frutos e os produtos hortícolas.
Maior risco de incêndios
O calor, a baixa humidade e a vegetação seca criam condições favoráveis à propagação rápida de incêndios rurais. Uma pequena ignição pode transformar-se num incêndio de maiores dimensões, sobretudo em períodos de condições meteorológicas adversas.
Além dos prejuízos ambientais e económicos, os incêndios afetam a qualidade do ar e podem representar riscos para a saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.
Preparação é essencial
Perante fenómenos meteorológicos extremos, a prevenção e o acompanhamento dos avisos oficiais assumem particular importância. A proteção civil, os municípios, as entidades responsáveis pela gestão da água, os agricultores, as empresas e a população têm todos um papel a desempenhar.
Poupar água, evitar comportamentos que possam provocar incêndios, manter os terrenos limpos e acompanhar os avisos meteorológicos e da proteção civil são algumas das medidas que podem contribuir para reduzir riscos.
O El Niño é um fenómeno natural e os seus efeitos em Portugal não são iguais em todas as regiões. Ainda assim, períodos de maior calor, seca ou precipitação intensa mostram a importância de reforçar a preparação e a capacidade de resposta.
Mais do que prever todos os impactos, o desafio passa por estar preparado para diferentes cenários e transformar a informação meteorológica em medidas concretas de prevenção.
The European Union is embarking on diplomatic hand-to-hand combat with China in an effort to rework its trade with Beijing and show it is not a geopolitical weakling. Using unusually direct terms, the EU has given China a mid-October deadline to provide ways it will reduce its massive trade advantage over Europe. If not, the […]
A Casa dos Açores do Ontário acolheu uma iniciativa marcada pelo encontro entre a comunidade e representantes do município de Lagoa, numa jornada dedicada à cultura, à identidade portuguesa e aos laços que unem os Açores à sua diáspora.
O encontro contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, e da Vereadora Albertina Oliveira, recebidos pela direção da Casa dos Açores e pelos membros da comunidade com uma mensagem centrada na importância de manter vivas as raízes açorianas e portuguesas, mesmo longe do arquipélago.
A sessão começou com uma mensagem de boas-vindas, na qual foi sublinhado o papel da Casa dos Açores enquanto espaço de encontro e de preservação da identidade. “A Casa dos Açores é açoriana, sim — e com muito orgulho. Mas, acima de tudo, é portuguesa. É de Portugal”, foi uma das ideias centrais deixadas na abertura da noite pelo MC e representante dos sócios, Rómulo Ávila. A mensagem destacou ainda que a instituição pretende ser uma casa aberta a todos, independentemente da ilha de origem ou da ligação específica aos Açores, promovendo aquilo que une a comunidade: as raízes, a cultura, a memória e o sentimento de pertença. Ao longo da intervenção de abertura, foi recordado que viver longe de Portugal não significa perder a ligação à terra de origem. A língua, a música, a gastronomia, as tradições, as memórias familiares e a saudade foram apontadas como elementos que continuam a aproximar portugueses e açorianos espalhados pelo mundo. A presença da comitiva de Lagoa foi, nesse contexto, apresentada como uma oportunidade para reforçar os laços entre a comunidade residente no estrangeiro e a terra de origem.
“Receber dois representantes de uma autarquia é receber um pedaço dos nossos Açores, mas, sobretudo, de Portugal”, foi referido durante a sessão. A imagem dos dois lados do Atlântico esteve igualmente presente na mensagem do MC: “uma comunidade que vive longe, mas que continua ligada às suas origens através da memória, da cultura e das relações construídas ao longo das gerações”.
Por seu turno, a presidente da Casa dos Açores, Suzanne da Cunha, realizou a intervenção de receção, dando as boas-vindas aos convidados e à comunidade presente, destacando o papel da instituição como pilar da açorianidade, mas nunca esquecendo que é Portugal o expoente máximo.
Depois da intervenção de Matthew Correia, Conselheiro da Diáspora Açoriana, foi servido o jantar bem preparado por Patricia Borges (Caloura Bar and Grill), coadjuvada pelas voluntárias da organização.
A intervenção de Vitor Silva, coordenador político, abriu a segunda ronda discursiva, debruçando-se sobre o verdadeiro papel da diáspora, muitas vezes esquecida pelos governos.
Manuel Da Costa, empresário, filantropo e líder da Magellan, dirigiu palavras de incentivo à comunidade e realçou os avanços do “Lar Magalhães”, informando os presentes do verdadeiro ponto da situação da obra e dos passos a dar no futuro. “A união e ajuda de todos” são as palavras de ordem.
Um dos momentos aguardados da noite foi a participação da representação municipal de Lagoa, com a intervenção do presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Frederico Sousa, reforçando a “ligação entre a comunidade açoriana na diáspora e o município de origem, num encontro que procurou aproximar instituições, comunidade e território”. Lagoa foi apresentada pelo autarca “como parte de uma memória coletiva que ultrapassa fronteiras geográficas e que continua presente na vida daqueles que deixaram os Açores para construir novas vidas noutras partes do mundo”. O programa incluiu também a intervenção de Patricia Borges, empresária e uma das responsáveis pela organização do encontro. A sua participação integrou a dimensão empresarial e comunitária da iniciativa, evidenciando também o papel dos membros da diáspora na criação de redes, projetos e relações entre diferentes comunidades.
“Temos um pé em terra e outro no mar.” Uma frase que traduz a ligação de quem mantém as raízes nos Açores enquanto constrói a sua vida longe de casa. Entre o Atlântico e a terra de acolhimento, a Casa dos Açores continua a ser uma ponte de cultura, língua, tradições e pertença. Açores no coração. Portugal na alma. E a Casa como ponte entre nós.
Na sequência de um acidente de viação envolvendo um veículo de transporte público de passageiros, a Unidade Nacional de Trânsito da GNR procedeu à fiscalização do respetivo condutor, segundo a GNR.
No decorrer das diligências, foi verificado que o condutor não se encontrava habilitado com a Carta de Qualificação de Motorista (CQM), exigida para o exercício da condução profissional de determinadas categorias de veículos.
A qualificação e habilitação dos profissionais que asseguram o transporte de passageiros são fundamentais para a segurança de todos os utentes da estrada.
CAM (Certificado de Aptidão para Motorista) é o comprovativo emitido pela entidade formadora após concluir o curso com aproveitamento. O CQM é o título oficial averbado na carta de condução (o registo do “Código 95”) que atesta essa qualificação para o trabalho.
É exigido por lei para motoristas profissionais de pesados na União Europeia, juntamente com a carta de condução adequada.
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Um homem de 84 anos perdeu a vida, na manhã desta quarta-feira, vítima de um atropelamento no IC2, no Lugar de Caniços, na freguesia de Travanca, concelho de Oliveira de Azeméis.
A vítima foi colhida por uma ambulância de transporte não urgente de doentes, que no momento do acidente não seguia em marcha de urgência. Apesar das intensas manobras de reanimação efetuadas pelas equipas de socorro no local, não foi possível reverter o quadro clínico, tendo o óbito sido declarado no local.
O alerta para o acidente foi registado às 10h42. Para o local foram mobilizados os Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis, a ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Oliveira de Azeméis e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira, além de patrulhas da GNR de Oliveira de Azeméis e Cucujães. As causas e circunstâncias do atropelamento estão agora a ser apuradas pelo Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR.
O corpo da vítima foi posteriormente transportado para o Gabinete Médico-Legal da Feira, onde será submetido a autópsia.
Um homem de 20 anos foi detido no concelho do Cadaval pela Guarda Nacional Republicana, através do Posto Territorial do Cadaval, por furto de um veículo motorizado, segundo a Guarda Nacional Republicana.
A detenção ocorreu no âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, na qual os militares da Guarda abordaram e fiscalizaram um ciclomotor. Durante as diligências efetuadas, apurou-se que o veículo constava como furtado, existindo uma denúncia prévia registada na Esquadra da Polícia de Segurança Pública da Nazaré.
A operação resultou na recuperação do ciclomotor e na apreensão de um telemóvel. Os factos foram reportados ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte – Torres Vedras.
O detido foi presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte – Loures para primeiro interrogatório judicial, onde foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência (TIR), tendo sido posteriormente restituído à liberdade.
After years of European governments condemning Israel’s illegal occupation but maintaining extensive economic relations, some economic consequences are reportedly now forthcoming.
On 8 September, twelve governments announced moves towards restricting trade with illegal Israeli settlements. This is a limited but welcome response to grassroots pressure.
It also raises a question: where does the economy of an illegal Israeli settlement end?
Most emerging measures follow economic relationships towards illegal Israeli settlements: do not buy goods produced there, invest there or provide services that enable their construction.
Norway’s proposed legislation is seemingly comprehensive, covering property purchases and services connected to construction and property transactions.
But this all still largely considers illegal Israeli settlements within their territorial bounds.
The problem is treating a spatial category as though the economic relationships producing it share the same boundary. We all know the world does not work like that.
Kinnula, a municipality in central Finland, is now facing this reality: when money from the illegal settlement economy moves into public land in Europe. It is a small case, but it makes the problem unusually visible.
In August, Kinnula council voted 10–3 in favour of a €4m resort development by Israeli property company Dror Bonim Atid, before councillors had been informed of the company’s promotion of projects in illegal Israeli settlements.
However, illegal Israeli settlements are not illicit enterprises from the perspective of Israel. Their expansion is enabled through Israeli state institutions.
A background check sought from Israel is therefore absurd. A more obvious background check reveals something else.
On its own website, Dror Bonim Atid presents its Finnish development alongside a development in Efrat, an illegal Israeli settlement in the occupied West Bank, as well as a development in Dror-Hiran in the Negev. The latter is being built on land where Umm al-Hiran stood until November 2024, when the Bedouin village was completely demolished and its community forcibly displaced.
One company website therefore takes us from an illegal Israeli settlement, through the site of a demolished Bedouin village, to holiday accommodation beside a Finnish lake.
Involvement in illegal Israeli settlements does not fit neatly into the categories through which the transaction is being examined.
Kinnula exposes a gap in the emerging European restrictions on trade with illegal Israeli settlements. Those restrictions follow economic relationships from Europe towards the settlements.
Here the relationship points the other way. What happens when the economies of illegal Israeli settlements come to Europe to acquire public assets, invest and make money here?
This may be a relatively new question for European policymakers. For Palestinian civil society, it is not. Their call for Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) was issued in 2005, drawing in turn on a much longer history of Palestinian boycott and economic resistance.
You could be forgiven for rolling your eyes as European policy discovers these questions inch by inch.
Palestinians have spent generations analysing the economic relationships through which occupation is sustained. BDS has spent more than twenty years turning that knowledge into practical strategies for institutions elsewhere.
So, when a Finnish municipality is deciding whether to sell public land to a company openly involved in illegal occupation, there is clear guidance from Palestinian civil society on how to respond.
There is also now the fact that Europe accepts that it should not economically support illegal Israeli settlements, meaning it should also accept that companies involved in illegal settlements should not be able to come to Europe for public land, contracts and investment.
Um homem de 37 anos foi detido por tráfico de estupefacientes no concelho de Tabuaço, no dia 29 de setembro, revelou o Comando Territorial de Viseu, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Moimenta da Beira.
A detenção ocorreu no âmbito de uma investigação que decorria há cerca de três meses. Segundo a Guarda Nacional Republicana, as diligências policiais culminaram no cumprimento de três mandados de busca — uma domiciliária, uma em veículo e uma em propriedades agrícolas —, além de um mandado de pesquisa informática.
No decorrer das operações, os militares apreenderam 725 doses de canábis, 12 caixas, 90 sacos herméticos e seis frascos para acondicionamento de estupefacientes, quatro pacotes de sementes de canábis, uma balança de precisão, uma arma branca e um telemóvel.
O suspeito recolheu às instalações da Guarda e será presente a primeiro interrogatório judicial hoje, dia 30 de setembro, no Tribunal Judicial de Viseu. A ação contou com o reforço dos militares dos Postos Territoriais da GNR de Moimenta da Beira e de Tabuaço.
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