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La paradoja de Zenón llega a la cosmología: el «confinamiento cósmico» que explica uno de los mayores misterios del Universo

Hay una pregunta incómoda que acompaña a los físicos desde hace décadas: si el universo está hecho de campos invisibles, ¿por qué cada uno se ha quedado en el estado en que lo encontramos y no en otro? Un equipo de la Universidad de Portsmouth, con colaboradores de la Universidad de Syracuse y de la […]

Egipto sacrificaba a sus sirvientes para enterrarlos con el rey: la ciencia forense demuestra lo que hasta ahora solo era una sospecha

Hace unos cinco mil años, cuando la escritura daba sus primeros pasos y Egipto acababa de unificarse bajo un solo rey, los primeros faraones eligieron un rincón del desierto de Abidos, en el Alto Egipto, para su descanso eterno. El lugar se conoce como Umm el-Qaab, que en árabe viene a ser «la madre de […]

Brillan sin tener una sola estrella: la Vía Láctea se formó a partir de un enjambre de miles de galaxias

Hace mucho, el rincón del universo que acabaría siendo nuestro vecindario galáctico no se parecía a una galaxia. Era una colección de miles de galaxias más pequeñas: unas fabricaban estrellas a un ritmo frenético, otras estaban llenas solo de gas y otras salpicadas de estrellas muertas y agujeros negros. Esa es la imagen que dibuja […]

Los primeros humanos entraron en América en lo más crudo de la última Edad de Hielo

Las fechas que se han propuesto para la llegada de los primeros humanos a América se reparten en una horquilla de más de 100.000 años. En un extremo está Cerutti, un yacimiento de California que Holen y sus colegas fecharon en unos 130.000 años en un estudio publicado en Nature en 2017. En el otro, […]

Roubos com arma branca em estabelecimentos comerciais: três feridos e um detido

3 October 2026 at 10:56

Ficou em prisão preventiva um homem, de 33 anos, que tinha sido detido pela GNR, no dia 28 de setembro, suspeito de roubo com recurso a arma branca, no concelho de Albufeira.

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Faziam-se passar por funcionários dos CTT para levantar encomendas. Dois detidos

3 October 2026 at 10:27

A GNR deteve em flagrante delito, no dia 1 de outubro, dois homens, de 19 e 26 anos, suspeitos de burla através do levantamento indevido de encomendas dos CTT, no concelho de Silves.

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Levantamento aponta um caso de violência política a cada 37 horas durante campanha de 2026

2 October 2026 at 18:00

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.

Noite de 12 de setembro de 2026, Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Um grupo de militantes de esquerda se reúne em uma casa após uma atividade política na cidade. Integra o grupo a advogada Fernanda Klitzke, candidata à suplente na chapa de Décio Lima (PT) ao Senado. Vizinhos chamam a Polícia Militar (PM), reclamando de barulho. 

A polícia chega e a candidata se apresenta como advogada aos policiais e questiona uma abordagem. Fernanda é agredida com um mata leão, derrubada no chão, chutada, baleada com tiros de borracha e levada presa. Ela foi liberada em seguida e teve que passar por atendimento médico. 

A partir desse caso, de 12 a 28 de setembro, um levantamento da Agência Pública compilou casos de violência política denunciados por candidatos nas eleições deste ano. Foram identificadas 11 ocorrências em quatro das cinco regiões do Brasil. Ao menos uma a cada 37h. O dado que mais chama a atenção é que dos 11 casos, 6 deles (54,5%) envolvem policiais ou agentes de segurança privada como os agressores. 

A frequência de casos de violência política levantados pela Pública nesses 17 dias de campanha para o primeiro turno é maior do que a aferida no mais recente estudo realizado pelas ONGs Justiça Global e Terra de Direitos, que há 10 anos compila dados de violência política. No período entre o final do 2º turno da eleição de 2024 e a véspera do início da campanha política de 2026, dia 15 de agosto, foram 354 casos, um a cada 44h. Esse foi o período pré-eleitoral mais violento da série histórica, afirmam as organizações autoras do estudo.

Os 354 casos de violência política do estudo das ONGs representam um aumento de 18,4% em relação aos 299 casos registrados no período pré-eleitoral da edição anterior da pesquisa, entre 1º de novembro de 2022 e 15 de agosto de 2024. O levantamento aponta que a violência política não desaparece fora do calendário eleitoral, tanto que em 2025, ano sem eleições, 225 casos foram registrados. 

PMs e seguranças contra a atividade política

O levantamento da Agência Pública encontrou três episódios em que não houve violência física, mas intimidação criminosa a candidatos durante suas atividades de campanha. Foram dois incidentes em São Paulo e um em Pernambuco, envolvendo dois candidatos homens e duas candidatas mulheres. 

No último dia 15, a deputada estadual Rosa Amorim (PT), candidata a deputada federal, e a vereadora Jô Cavalcanti (PSOL), candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco, faziam panfletagem em frente ao Instituto Federal de Pernambuco, no Recife. Ambas são negras. Seguranças de uma empresa que prestava serviço na organização da fila de um exame pré-Enem retiraram o material das mãos dos estudantes e jogavam no lixo. 

Em São Paulo, no Vale do Anhangabaú, o motoboy e candidato a deputado estadual pelo PSOL, Júnior Freitas, um homem negro, realizava uma atividade de campanha, no dia 19 de setembro, com bandeiras com um grupo de apoiadores quando foram abordados por um segurança dizendo que não era possível fazer campanha no local, que seria privado. O Vale do Anhangabaú é uma praça pública que passou por uma recente modernização e a gestão do espaço e segurança foram privatizados pela prefeitura de São Paulo. Depois da abordagem, questionada pelo candidato, a atividade prosseguiu. 

Já o vereador Nabil Bonduki (PT) comandava uma pedalada com apoiadores no Minhocão, no dia 20 de setembro, uma via elevada para carros na capital paulista que aos finais de semana e feriados é liberada para pedestres e bicicletas. Ele foi abordado três vezes durante a atividade, uma delas por uma policial militar que pediu o RG do candidato, perguntou quantas pessoas estavam reunidas com ele e o tempo que ficariam no local. 

Para o advogado Alberto Rollo, especialista em direito eleitoral, apesar de não-violentas, as três abordagens configuram o crime previsto no artigo 332 do código eleitoral: impedir propaganda, com pena de detenção de 1 a 6 meses de prisão e multa. Para o jurista, contudo, o que mais preocupa não é a abordagem em si, mas a presença da PM e um eventual direcionamento da polícia. 

“O que preocupa mais é, pode ser ignorância [da policial militar que abordou o candidato], ela não sabe, ou pode ser ordem de alguém? É isso que preocupa. A Polícia Militar, eu não vou falar de prefeitura, vou falar de Estado. Polícia Militar é do Estado. Será que existe algum tipo de ordem para dificultar a propaganda de adversários políticos?”, questionou Rollo. 

Em Prata, no Cariri paraibano, um grupo de simpatizantes do PT organizou e informou as autoridades locais sobre uma atividade com som em apoio à reeleição do presidente Lula no dia 12 de setembro. PMs e policiais da reserva apareceram no local atirando para o alto e para o chão. Manifestantes foram chamados de baderneiros e vagabundos. O PT denunciou o caso à Corregedoria da PM. A corporação afirmou, entretanto, que houve resistência à abordagem e que, por isso, foi necessário um disparo de advertência. 

Ação suprapartidária contra abuso de autoridade

As ações violentas recentes contra candidaturas de esquerda chamaram a atenção do ex-senador Eduardo Suplicy, 85, fundador do PT e atualmente deputado estadual em busca da reeleição. Em vídeo publicado em seu Instagram, ele compilou diversos episódios ocorridos recentemente e defendeu uma atuação conjunta das forças políticas. “É preciso uma ação suprapartidária e denunciar à corregedoria e à ouvidoria da PM e ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral”, afirmou. 

De acordo com o jurista Alberto Rollo, o policial militar que impede ou atrapalha uma atividade de campanha política “pratica ato de abuso de autoridade, porque está impedindo alguma coisa que é lícita. Então, além do crime do Código Eleitoral, tem o crime de abuso de autoridade”. 

Para o advogado, os candidatos vítimas de violência ou de abordagens policiais atrapalhando suas atividades políticas, devem, além de denunciar os casos à Justiça Eleitoral, procurar também a Justiça comum para denunciar o abuso de autoridade. 

Segundo Gisele Barbieri, coordenadora de incidência política da Terra de Direitos, os casos de violência policial identificados na pesquisa “vem aumentando” e geralmente ocorrem durante manifestações em defesa de demandas populares e na forma de apreensão irregular de materiais de campanha.

“É preciso cobrar respostas quanto à apuração e responsabilização dos [agentes públicos] envolvidos por parte das corporações. São casos que nos preocupam e apontam para abuso de autoridade por agentes de segurança que deveriam proteger esses representantes políticos, principalmente, no período de campanha e no exercício de seus direitos políticos”, afirmou. 

Ameaça à democracia 

Para Glaucia Marinho, diretora-executiva da ONG Justiça Global, a participação de agentes de segurança pública na violência política é uma ameaça à democracia. “A pesquisa mostra que inclusive grupos criminosos e, até mesmo, policiais entre os responsáveis pelos atos de violência. Estamos diante de um cenário que ameaça não apenas a vida de representantes políticos, mas também o funcionamento das instituições democráticas. O Estado brasileiro precisa desenvolver e aperfeiçoar mecanismos eficazes de prevenção, proteção, investigação e responsabilização para enfrentar essa violência de forma contínua.”. 

A pesquisa realizada pelas ONGs indicou ainda que em 64 episódios (18,1% do total) o agressor também possuía mandato eletivo ou cargo público. Quando somados a policiais e outros agentes estatais, os ataques cometidos por representantes do próprio Estado chegam a quase um terço do total (29,9%).

Situação relatada pelo policial civil e deputado estadual Leonel Radde (PT) ilustra essa realidade. Ele participava de uma atividade política em Charqueadas (RS), no dia 20 de setembro, acompanhado de uma vereadora da cidade, quando passou a ser ameaçado de morte por um policial penal armado e que, o deputado afirma, estaria alcoolizado. 

No Rio de Janeiro, em 28 de setembro, o deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) denunciou o colega de Alerj, Alexandre Knoploch (PL), por ameaça e invasão. Ambos disputam a reeleição. Em vídeo registrado por apoiadores de Serafini, Knoploch aparece mostrando uma arma na cintura. Em entrevistas, o candidato do PL admitiu ainda ter usado spray de pimenta contra os adversários políticos e afirmou ter sido intimidado. 

Ataques são racistas e machistas

A menção ao gênero e à identidade racial de alguns dos políticos vítimas dos casos de violência levantados pela Pública nessa reportagem não é aleatória. A pesquisa da ONG Justiça Global e da Terra de Direitos aponta que metade das vítimas de violência política no período analisado é mulher, apesar de as mulheres ocuparem apenas 18% dos cargos no legislativo, segundo dados do TSE. A violência política, aponta a pesquisa das ONGs, além de machista é racista. Uma a cada três vítimas mulheres de violência política é preta ou parda. 

Nos casos compilados pela Pública há 13 vítimas diretas, sendo cinco mulheres, três delas se autodeclaram negras. Entre os oito homens vítimas de violência política, um é negro. 

Uma das mulheres negras vítima de violência política é a vereadora Iza Lourença (PSOL), de Belo Horizonte. Candidata a deputada estadual, ela teve o comitê atacado por adolescentes com uma bomba caseira que explodiu no portão do imóvel. Dois funcionários do comitê foram agredidos. 

No local, afirma a vereadora, foi roubado um banner e outros materiais da candidata e deixado material de campanha do deputado federal e candidato à reeleição Nikolas Ferreira (PL). Imagens que ela obteve de câmeras de segurança mostram os menores correndo e entregando uma sacola com o banner furtado nas mãos de um homem, que se disse apoiador do PL e que foi detido. 

A pesquisa da Justiça Global e da Terra de Direitos encontrou ações assumidas inclusive por grupos ou perfis declaradamente neonazistas ou supremacistas. Foram quatro casos de ameaça, todos contra mulheres pretas, em quatro estados: a prefeita Professora Nilda, de Parnamirim (RN), e as vereadoras Alice Carvalho (Santa Maria, RS), Vivi Reis (Belém, PA) e Adriana Gerônimo (Fortaleza, CE). 

Em uma das ameaças, o grupo exigiu que a vítima renunciasse ao cargo para parar com as agressões. No caso de Belém, um grupo que se denomina “Nova Ordem Ariana”, ameaçou de estupro e morte a vereadora Vivi Reis e fez menção a um massacre. O caso de Fortaleza descreve as armas e um plano de dupla execução na casa da vereadora Adriana Gerônimo, alcançando também a esposa da parlamentar. 

O último incidente do levantamento da reportagem da Pública também aconteceu em Santa Catarina. Na noite de domingo (27), em Itajaí, a casa da mãe do candidato a senador pelo PT, Décio Lima, uma idosa de 88 anos, que tem Alzheimer, foi atacada a pedradas por uma pessoa em um carro. A pedra quebrou uma janela do imóvel e parte de uma estrutura em madeira. Havia três pessoas no local, mas ninguém se feriu. Na frente da casa havia banners do candidato. 

PJ de Portimão detém suspeito de pornografia de menores

2 October 2026 at 18:19

A Polícia Judiciária de Portimão deteve, ontem, dia 1 de outubro, um homem pela presumível autoria de "vários crimes de pornografia de menores que, reiteradamente, acede, detém e partilha tais conteúdos em suporte informático".

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Homem detido em Faro. Apreendidas mais de 10 mil doses de ‘coca’ e uma arma de fogo

2 October 2026 at 17:56

A PSP deteve, no dia 1 de outubro, um homem de 27 anos, suspeito da prática do crime de tráfico de estupefacientes. Foram apreendidas mais de 10 mil doeses de cocaína e uma arma de fogo.

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GNR apreende lancha rápida e mais de 2 300 litros de gasolina em praia algarvia

2 October 2026 at 16:34

A GNR apreendeu esta sexta-feira, dia 2 de outubro, cerca de 2 350 litros de gasolina e uma embarcação de alta velocidade (EAV), na praia da Boca do Rio, no concelho de Vila do Bispo.

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Homem alvo de disparo por engano em zona rural do Algarve. Suspeito detido pela PJ

2 October 2026 at 15:24

A Polícia Judiciária deteve um homem, de 72 anos, suspeito dos crimes de posse de arma proibida e homicídio na forma tentada, ocorridos na zona rural de Vila Real de Santo António, no passado dia 10 de julho.

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Un rey con cuatro espadas sobre los hombros y una princesa con cinturón dorado: así cubrían de oro a sus muertos los micénicos hace 3.400 años

A finales de julio de 1926, el arqueólogo sueco Axel Persson y su equipo llevaban tres semanas excavando la tumba de cúpula de Dendra, en el sur del Peloponeso, y estaban cansados. El suelo de la cámara había aparecido saqueado, de modo que se volvieron hacia las cuatro fosas abiertas bajo él. En la del […]

Juan I de Bohemia, el rey ciego que cargó contra el enemigo en la batalla de Crécy guiado por dos caballeros a modo de lazarillos

El 26 de agosto de 1346 se disputó una de las batallas más importantes de la Guerra de los Cien Años, la de Crécy, en la que el ejército inglés de Eduardo III derrotó al francés de Felipe VI de forma tan contundente que permitió al primero sitiar Calais y determinar el sino de la […]

Morta por PMs, juíza Patrícia Acioli “humilhava policiais”, disse Flávio Bolsonaro em 2011

1 October 2026 at 23:00

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, voltou a circular um comentário do candidato à presidência e então deputado estadual Flávio Bolsonaro sobre o assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros na porta de casa, em Niterói (RJ), em 12 de agosto de 2021. Na data, poucas horas depois da juíza ser morta, Flávio publicou no Twitter, hoje X, uma resposta à rádio CBN Rio, dizendo que a própria magistrada tinha contribuído para ter “mts inimigos” [sic].

“Que Deus tenha essa juíza, mas a forma absurda e gratuita com q ela humilhava Policiais nas sessões contribuiu p ter mts inimigos” [sic], escreveu às 8h39. A Justiça depois condenou 11 policiais militares pelo crime.

O post continua no ar no X. Hoje também é o dia em que a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (AMAERJ) entrega, no centro do Rio, o prêmio de direitos humanos que leva o nome da juíza. Também hoje à noite, na mesma cidade, Flávio, senador e candidato do PL à Presidência da República, participa do último debate na TV Globo antes do primeiro turno.

A relação de Flávio com policiais acusados de integrar milícias já foi alvo de questionamentos. Quando era deputado estadual, ele propôs homenagens na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) a agentes que depois foram investigados ou presos por envolvimento com grupos milicianos. Um deles foi o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do Escritório do Crime e morto em 2020.

A reportagem procurou a assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro e perguntou se ele mantém o que escreveu em 2011, se se arrepende ou pretende apagar a publicação e em que fatos se baseou para dizer que a juíza “humilhava” policiais nas sessões. Também perguntou se, sabendo que o crime foi planejado e executado por policiais militares, ele considera que Patrícia Acioli contribuiu para a própria morte, e como avalia hoje o legado dela no combate às milícias. Por fim, a reportagem pediu que ele comentasse as homenagens que propôs na Alerj, quando era deputado estadual, a policiais depois investigados ou presos por ligação com milícias, como Adriano da Nóbrega. Até a publicação deste texto, não houve resposta. O espaço segue aberto à manifestação.

Quem foi Patrícia Acioli

Patrícia Acioli era a juíza titular da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, e recebia ameaças de morte com frequência. Ela ficou conhecida por julgar policiais militares ligados a milícias e a grupos de extermínio, e mandou para a prisão mais de 60 agentes de segurança.

Ela foi executada na noite de 11 para 12 de agosto de 2011, quando chegava em casa, no bairro de Piratininga, em Niterói. Horas antes, tinha decretado a prisão preventiva de PMs do 7º Batalhão (São Gonçalo) investigados pela morte do jovem Diego da Conceição, em um caso registrado como “auto de resistência”. As investigações concluíram que o crime foi planejado no batalhão para impedir as prisões.

Onze policiais militares foram condenados pelo assassinato, e as penas somadas passam de 250 anos. O mandante, segundo a Justiça, foi o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que comandava o 7º BPM. Em 2014, ele foi condenado a 36 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado e pela formação de quadrilha armada.

O caso virou um marco na discussão sobre a infiltração de milícias nas forças de segurança do Rio e sobre a segurança de magistrados que julgam o crime organizado. Foi a primeira vez que um juiz em exercício foi assassinado no estado.

O prêmio Patrícia Acioli

A cerimônia do 15º Prêmio AMAERJ de Direitos Humanos – Patrícia Acioli acontece nesta quinta-feira, Fórum Central do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A AMAERJ criou a premiação em 2012, um ano após o crime, para “homenagear a memória da juíza” e “dar continuidade à luta da magistrada em prol da dignidade humana”.

Ao longo de 15 edições, o prêmio se tornou uma das principais vitrines do jornalismo e da produção acadêmica sobre direitos humanos no estado. Ele reconhece reportagens sobre violência policial, sistema prisional, racismo e acesso à Justiça, temas próximos aos que custaram a vida da juíza.

Encuentran un gran taller de cerámica de la Galia romana que funcionó durante tres siglos junto a una calzada y documenta todo el proceso de fabricación

Cuando se abre una zanja para un canal de 106 kilómetros, lo normal es encontrarse con restos sueltos, un tramo de camino o una granja aislada. En Sermaize, un pueblo de la región francesa de Hauts-de-France, los arqueólogos del Instituto Nacional de Investigaciones Arqueológicas Preventivas (Inrap) se han topado con algo bastante menos habitual, un […]

Lagos: PSP detém homem suspeito de agressão com faca e ameaças de morte na via pública

1 October 2026 at 16:04

A PSP deteve, na madrugada de 29 de setembro, um homem de 43 anos, suspeito de ter agredido um cidadão com uma arma branca e de ter dirigido ameaças de morte a outras pessoas, no centro da cidade de Lagos.

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Estudo da Universidade de Coimbra identifica alterações nos “genes-relógio” associadas à insónia crónica

1 October 2026 at 13:01
Uma equipa de investigação liderada pelo Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC-UC) e pelo Centro de Inovação em Biotecnologia e Biomedicina (CiBB), em colaboração com a Universidade de Aveiro, identificou, com recurso a um modelo bioinformático, alterações na expressão dos chamados “genes-relógio” que estão associadas ao diagnóstico da insónia crónica. […]

Prisão preventiva para suspeito de roubar idosos no Algarve

1 October 2026 at 11:07

A GNR deteve um homem de 42 anos fortemente indiciado pela prática de vários roubos por esticão nos concelhos de Faro e Olhão.

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