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Livre debate ondas de calor e desigualdades em Portimão
O Livre promove um debate sobre ondas de calor, desigualdades e adaptação climática na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, no sábado, dia 10 de outubro, entre as 16h00 e as 18h00. A sessão terá transmissão em simultâneo na Internet e contará com Maria João Sacadura, António Lopes e Sandra Enteiriço. Sob o título […]
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Evento «Café com Deputados» leva Isabel Mendes Lopes do LIVRE a Faro
O «Café com Deputados» recebe Isabel Mendes Lopes em Faro no dia 3 de outubro às 15h00.
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Revue des livres et des idées
Cette nouvelle publication entend proposer de longues recensions critiques. Elle consacre son premier numéro aux tensions du système-monde, de l'effacement de Gaza à l'ascension de la Chine. Au même sommaire, « En finir avec le cycle du seum » de Nathalie Quintane ou un portrait de Dionys Mascolo. (N° 1, septembre-novembre, trimestriel, 15 euros. — Paris.)
- Le Monde Diplomatique - Français
- La véritable histoire d'un petit gars monté à Paris pour faire la révolution. René Lefeuvre dans les combats du XXe siècle
La véritable histoire d'un petit gars monté à Paris pour faire la révolution. René Lefeuvre dans les combats du XXe siècle
Artisan maçon autodidacte devenu correcteur d'imprimerie, René Lefeuvre (1902-1988) va s'enthousiasmer pour la révolution d'Octobre, mais la lecture de La Révolution russe de Rosa Luxemburg — « la seule femme que j'ai aimée », dira cet homosexuel tourmenté — va éveiller son esprit critique. En 1936, il fonde ce qui sera le grand œuvre de sa vie, les éditions Spartacus, avec pour premier titre Seize Fusillés. Où va la révolution russe ?, de Victor Serge. La grande période, ce sont les années 1968-1979, qui verront la publication d'une centaine de titres avec pour credo l'anticapitalisme, l'anticolonialisme, le refus du fascisme et l'antibolchevisme dans une veine marxiste antiautoritaire. Il avait fait sienne la formule de son ami Jorge Valadas, alias Charles Reeve : « Le désir de changer le monde est indispensable à qui prétend vivre debout. »
Syllepse, Paris, 2026, 144 pages, 12 euros.
« Je ne suis pas un roman »
Nasim Vahabi est iranienne. Elle vit en exil depuis 1998. Deux de ses romans ont été interdits par la République islamique. Le roman présenté ici est un chant général et subtil contre la nature dictatoriale et censitaire d'un pays jamais nommé mais que le lecteur n'aura aucun mal à identifier…
Un texte qui est mis aux arrêts par les censeurs peut-il exister ? Est-il déjà condamné à disparaître ? C'est le thème de ce roman (1), dont la dense brièveté, calculée au trébuchet, décuple l'effet coup de poing. Une succession d'épisodes le compose, où se répondent, comme dans une chambre d'échos, les divers personnages évoqués, en une chaîne du secret où une romancière, son éditeur, la fille de ce dernier, etc., tentent de vivre, de faire vivre l'écrit, et de réaliser leurs projets tout en se sachant sous une dictature.
Tout commence avec la démarche d'une écrivaine « dont le roman est emprisonné depuis quatre longues années » ; elle est venue avec son éditeur connaître le sort réservé à son livre, auprès du chef du conseil de l'autorisation de publication. Ils sont reçus par celui qu'ils pensent être un sous-fifre. On ne parle pas de censure, dans ce pays : « Le mot “censeur” est péjoratif, et les mots “censure” et “censeur” font partie des termes qu'il est interdit d'évoquer dans un roman, et même de prononcer devant les agents lecteurs. » Ces « agents lecteurs », ce sont… les censeurs. Son roman « a été lu par quatre agents lecteurs dont deux sont docteurs en lettres modernes (…) puis par une autre équipe. Ces deux équipes reprochent à ce roman de noircir l'image de la société. C'est un excellent texte hélas avec un peu de pessimisme ». L'écrivaine argumente, lui lit la fin du récit : « Vous voyez, il n'est pas pessimiste, les deux personnages se quittent en disant “à demain” puisqu'ils ont de l'espoir. (…) — Oui, mais ce “à demain” aurait un poids symbolique ! Votre demain n'a pas la même signification que le nôtre. » Pour preuve de sa bonne volonté, il lui propose de visiter la salle des archives et de prendre connaissance d'autres textes semblables au sien, dans cette bibliothèque des manuscrits abandonnés qui gisent par centaines sur les étagères. Mais cette caverne aux trésors, qui a tous les attributs d'un cimetière littéraire, peut s'avérer un piège…
L'épisode suivant est constitué de l'échange entre l'éditeur et sa « Dame », une sorte de parade nuptiale réciproque, dans une aura de tendresse ironique, sous la protection supposée de WhatsApp et de Telegram, car il leur faut être prudents. D'ailleurs, parfois ils effacent certains de leurs textes, participation volontaire à l'entreprise nationale de censure — comme le dit l'éditeur, sans avoir besoin de préciser : « Ils sont là. Ils sont dans nos maisons, nos téléphones, nos familles, nos cerveaux, (…) ces salauds qui sont partout dans cet asile qui s'appelle notre pays. »
Chaque chapitre fait ainsi entendre des voix singulières dans un temps qui a pour particularité de n'être pas vraiment quantifiable : mieux, l'histoire est expressément encouragée à prendre son temps, celui du non-achèvement. La mécanique du livre agence délicatement ses différentes sections comme des particules qui devront finir par prendre sens.
(1) . Nasim Vahabi, Je ne suis pas un roman, traduit du farsi par l'auteure, Tropismes Éditions, Trôo, 2022.
Carnaval de Verão traz energia, foliões e animação a Altura
A Avenida 24 de Junho, em Altura, vai transformar-se num autêntico sambódromo no sábado, dia 8 de agosto, com a realização do Carnaval de Verão, a partir das 22h00, com entrada livre.
Inspirado no cortejo de Carnaval, que é um dos mais celebrados no sotavento algarvio, esta iniciativa contará com carros e estruturas alegóricas, com foco no aproveitamento e na reutilização de materiais da edição que decorreu em fevereiro deste ano.
Com o mesmo tema, “Culturas e Tradições do Mundo”, o desfile contará com centenas de foliões e figurantes, que vão encher de cor e alegria a zona central da Avenida 24 de Junho, ao mesmo tempo que decorre o Mercadinho de Verão.
Integrado na programação da Animação de Verão em Altura, o evento termina no palco da Zona de Lazer, com um concerto dos “Pau de Arara”.
A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.
Tribeca Open Air: Loulé recebe evento de cinema, música e jornalismo
No próximo dia 10 de agosto, segunda-feira, a partir das 20h00, o icónico Convento do Espírito Santo, em Loulé, transforma-se numa sala de cinema ao ar livre para acolher a sessão de estreia do Tribeca Open Air, powered by Toyota.
Loulé e Sintra são as duas localidades por onde irá passar a estreia desta iniciativa do Tribeca Festival Lisboa, que irá transformar espaços emblemáticos em pontos de encontro para celebrar o cinema, a cultura e a partilha de histórias.
Nesta espécie de warm-up para o Festival, que este ano acontece em dezembro, a exibição de um filme é antecedida por uma conversa ao vivo com personalidades do jornalismo, das artes e da criação, seguida de momentos musicais assegurados pela RFM.
A primeira sessão, em Loulé, terá como tema “Como se conta uma história? Do jornalismo à ficção” e será moderada por Rúben Tiago Pereira, jornalista do Expresso, contando com a participação do também jornalista (SIC) André Pacheco, e das atrizes Isabela Valadeiro, Sónia Balacó e Margarida Vila-Nova.
O ponto alto da noite acontece às 22h00 com a projeção em ecrã gigante do filme “Eleanor the Great”, que marca a estreia de Scarlett Johansson na realização cinematográfica. Esta comédia dramática, apresentada em exclusivo na edição de 2025 do Tribeca Festival Lisboa, acompanha a jornada de superação e recomeço de Eleanor Morgenstein, uma carismática mulher de 94 anos que decide mudar-se para Nova Iorque após a perda da sua melhor amiga.
O evento, que cruza a sétima arte com conversas inspiradoras e momentos musicais, tem entrada gratuita mediante levantamento de bilhetes em tribecalisboa.pt.
Esta iniciativa resulta de uma parceria entre o Tribeca Festival Lisboa, a Toyota Portugal e o Município de Loulé.
Programa
10 de agosto | Convento do Espírito Santo, Loulé
20h00: Abertura de portas, food & drinks e DJ Set by RFM
21h00: Como se conta uma história? Do jornalismo à ficção, com moderação de Rúben Tiago Pereira (Expresso) e participação de André Pacheco (SIC), Isabela Valadeiro e Sónia Balacó
22h00: Projeção do filme Eleanor the Great
- Sempre à Mão
- EXISTIR SUMMER 2026 – Loulé volta a celebrar a solidariedade com dois dias de música, convívio e inclusão
EXISTIR SUMMER 2026 – Loulé volta a celebrar a solidariedade com dois dias de música, convívio e inclusão
“Depois do sucesso das edições anteriores, que reuniram milhares de visitantes e dezenas de parceiros, o Existir Summer regressa em 2026 com um programa renovado e a mesma missão: transformar momentos de convívio em oportunidades para apoiar quem mais precisa.”
Nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, o Largo do Salão de Festas de Loulé volta a receber um dos eventos solidários mais aguardados do verão algarvio. A Existir – Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavorecidas promove mais uma edição do Existir Summer, uma iniciativa que une música, animação, gastronomia e responsabilidade social, proporcionando dois dias de convívio, partilha e alegria para toda a comunidade.
Com entrada livre, o evento decorrerá entre as 19h00 e a 01h00, convidando famílias, visitantes e turistas a viver uma experiência onde a diversão se alia à solidariedade. Mais do que um evento de verão, o Existir Summer é uma iniciativa que pretende sensibilizar a comunidade para a importância da inclusão e apoiar o trabalho diário desenvolvido pela Associação Existir na promoção da autonomia, da dignidade e da qualidade de vida das pessoas com deficiência e das suas famílias.
Um cartaz pensado para todas as gerações
A edição de 2026 apresenta um programa musical diversificado, reunindo artistas que prometem proporcionar duas noites memoráveis.
14 de agosto
- Ruben Filipe
- “Obrigado Marco Paulo”, espetáculo de homenagem interpretado por Luís Guilherme
15 de agosto
- Melissa Simplício
- Nuno & Soraia
Ao longo das duas noites, os visitantes poderão ainda desfrutar de uma ampla zona de comes e bebes, ideal para reunir familiares e amigos, bem como de um espaço dedicado aos mais pequenos, com várias atividades e momentos de diversão, tornando o Existir Summer um evento pensado para todas as idades.
Muito mais do que um evento
O Existir Summer nasceu com um objetivo muito claro: unir a comunidade em torno de uma causa solidária. Todas as receitas obtidas durante o evento revertem integralmente para o desenvolvimento das respostas sociais da Associação Existir, contribuindo para a continuidade dos projetos, atividades e serviços prestados diariamente aos seus utentes.
Ao longo das últimas edições, o Existir Summer afirmou-se como uma referência no calendário de verão do concelho de Loulé, reunindo milhares de visitantes, parceiros, voluntários e entidades que acreditam que a inclusão se constrói através da participação de todos.