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O piloto holandês Max Verstappen repetiu o sucesso da anterior classificação destinada à Sprint e alcançou a segunda pole-position neste fim de semana no circuito Marina Bay com 1:31,373s – a sua 50ª pole na carreira de piloto de F1 – e vantagem para amanhã largar na frente do pelotão para o GP de Singapura. O monegasco Charles Leclerc alcançou o segundo crono (+0,054s) e Lewis Hamilton (+0,123s) o terceiro crono, com Antonelli e Norris a fecharem o top-5.
Recordamos que George Russel está penalizado, por troca de motor, e apesar de ter realizado o sexto tempo, vai partir do final da grelha.
As três sessões da Classificação para obtenção da pole-position e composição da grelha de partida para o GP de Singapura, foram hoje realizadas – Q1, Q2 e Q3, respetivamente com 18, 15 e 12 minutos de duração – já em piso completamente seco e em ambiente noturno, depois da vitória de Max Verstappen na Sprint.
Eis como decorreram as sessões de Classificação:
O melhor tempo nesta sessão foi realizado por Hamilton, com 1:32,429s, enquanto Leclerc averbou o segundo crono (+0,345s) e Norris descia para o terceiro crono (+0,346s). Nas quarta e quinta posições, incluíram-se Lawson e Piastri.
Pela Audi, Hülkenberg realizou o 6.º tempo e Bortoleto reteve-se na 16ª posição, no limite do apuramento.
Ficaram impedidos de prosseguir para a sessão seguinte: Alonso, Albon, Stroll, Perez, Bottas e Hadjar.
Hamilton voltou a ser o mais rápido nesta segunda sessão, batento o seu próprio tempo (-0,237) 1:31,529s que fez na primeira tentativa, superando Verstappen (+0,110s) e Norris (+0,366s), respetivamente os segundo e terceiro mais velozes. Leclerc e Antonelli completaram o top-five.
Ambos pilotos da Audi, Hülkenberg e Bortoleto ficaram eliminados do Q3, assim como Bearman, Ocon, Sainz e Colapinto.
Max Verstappen repetiu o sucesso da anterior Classificação para a Sprint e alcançou a pole-position neste fim de semana no circuito Marina Bay com 1:31,373s. O monegasco Charles Leclerc alcançou o segundo crono (+0,054s) e Lewis Hamilton (+0,123s) o terceiro crono.
A composição da Grelha de partida para o GP de Singapura, ficou assim:
1) Max Verstappen (Red Bull Racing), 1:31.373
2) Charles Leclerc (Ferrari), 1:31.427
3) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:31.496
4) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:31.562
5) Lando Norris (McLaren), 1:31.712
6) Oscar Piastri (McLaren), 1:31.860
7) Pierre Gasly (Alpine), 1:32.225
8) Liam Lawson (Racing Bulls), 1:32.369
9) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:32.781
10) Nico Hulkenberg (Audi), 1:32.784
11) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:32.908
12) Esteban Ocon (Haas F1 Team), 1:33.323
13) Carlos Sainz (Williams), 1:33.526
14) Gabriel Bortoleto (Audi), 1:33.658
15) Franco Colapinto (Alpine), 1:33.787
16) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:34.223
17) Alexander Albon (Williams), 1:34.289
18) Lance Stroll (Aston Martin), 1:34.946
19) Sergio Perez (Cadillac), 1:35.123
20) Valtteri Bottas (Cadillac), 1:35.984
21) Isack Hadjar (Red Bull Racing), s/tempo
22) George Russell (Mercedes), 1:31.747*
*punido por troca de motor
Colaboração: F1Mania
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O Rally de Portugal vai ficar fora do Campeonato Mundial de Rallyes (WRC) em 2027 e a próxima edição da prova foi cancelada para outro qualquer campeonato, nacional ou europeu.
O Automóvel Club de Portugal (ACP) atribuiu a decisão a uma alteração de última hora promovida pelo promotor do campeonato – grupo francês Cosmobilis -, afastando qualquer relação com os incidentes registados na edição de 2026.
“O Rally de Portugal não se vai realizar em 2027”, confirmou o ACP à Agência Lusa, admitindo o regresso da prova ao calendário WRC em 2028, porém, a organização garante ainda que a exclusão não está relacionada com questões financeiras nem com a mudança prevista do centro nevrálgico da prova, de Matosinhos para Viseu.
O ACP esclarece que a alteração do calendário teve como objetivo tornar o WRC “geograficamente tão diverso e intercontinental quanto possível”, acabando por afetar o Rally de Portugal, que se realizaria entre 13 e 16 de maio, tendo como base a cidade de Viseu.
A organização rejeita também a existência de indemnizações, explicando que, apesar dos contratos estabelecidos, os calendários são ratificados anualmente pelo promotor e pela Federação Internacional do Automóvel.
A prova portuguesa, uma das fundadoras do Campeonato do Mundo de Rallyes, integrou o WRC desde 1973, com exceções em alguns anos, e regressou ao calendário em 2007, de forma mais regular, tendo então como base o Algarve.

Saliente-se que, esta será apenas a segunda vez desde a primeira edição, em 1967, que o Rally de Portugal não se realiza, depois do cancelamento de 2020 devido à pandemia de Covid-19.
Recorde-se que a primeira temporada WRC contou com 13 provas, sendo cada uma realizada num país ou território diferente, no caso, no Mónaco (Rally de Monte Carlo), Suécia (Rally da Suécia), Portugal (Rally de Portugal), Quénia (Safari Rally), Marrocos (Rally de Marrocos), Grécia (Rally da Acrópole), Polónia (Rally da Polónia), Finlândia (Rally dos 100 Lagos/Rally da Finlândia), Áustria (Rally dos Alpes Austríacos), Itália (Rally de Sanremo), Estados Unidos (Rally Press-on-Regardless), Reino Unido (Rali RAC) e França (Tour de Corse / Rally de Córsega).
O Automóvel Club de Portugal lamenta o impacto da decisão para o país e recorda que o estudo realizado em 2025 apontou para um retorno superior a 193 milhões de euros para a economia nacional através da realização do Rally de Portugal.

Apesar de não se ter disponibilizado para prestar declarações, o presidente do ACP, Carlos Barbosa, partilhou com a Agência Lusa, em resposta por escrito, que “um sentimento de grande surpresa e de choque, do qual resultou uma sensação clara de frustração” com este desfecho.
No calendário WRC para 2027 divulgado na passada semana pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) e pelo Promotor Cosmobilis, o Rally de Portugal é a única prova a ficar de fora em relação a este ano, enquanto que o calendário é alargado de 13 para 15 provas, entrando os Estados Unidos e o Reino Unido, reentrando a Arábia Saudita – que não se realizou este ano -, como jornada de encerramento.
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Vitória de Max Verstappen na Sprint do GP de Singapura, com Lewis Hamilton em segundo e Charles Leclerc em terceiro. Completaram o top-8 da zona de pontos da Sprint: Kimi Antonelli, Liam Lawson, Oliver Bearman, Nico Hulkenberg e Lando Norris pontuaram.
O tetracampeão mundial holandês que partiu da pole-position chegou a perder a liderança, mas com o abandono de George Russell, retomou a liderança donde não mais saiu e venceu à-vontade.

Refira-se que devido à chuva intensa que inundou parte do circuito de Marina Bay, a largada da corrida Sprint foi atrasada, o tempo necessário (mais de meia hora) até que deixasse de chover e a pista ficasse em condições de receber a prova em segurança.
Com a pista a secar muito rapidamente e com pneus intermédios começava a ser muito difícil manter o andamento até final. A corrida estava na volta 14, faltavam seis para o final, os pilotos procuravam as zonas da pista ainda molhadas para refrescar os pneus, mas a solução seria substituir os intermediários por sliks, o que não chegou a acontecer.
A três voltas do final da corrida Verstappen liderava com 4,2s de vantagem sobre Hamilton, que tinha sobre Leclerc uma vantagem inferior a um segundo. Piastri estava em quarto lugar a 2,2s, com Norris em quinto quase colado e Antonelli era sexto colocado ao britânico.
Na última volta, Norris decidiu mergulhar por dentro do carro de Piastri, não havia muito espaço e acertava no pneu traseiro do carro do companheiro de equipa, fazendo os dois McLaren rodarem sobre si mesmos. Piastri desistia e Norris descia para a oitava posição.
Gabriel Bortoleto teve uma prova difícil e após sair em 14º e perder posições, na relargada foi tocado e teve que abandonar a competição.
GP de Singapura, corrida Sprint, resultados:
1) Max Verstappen (Red Bull Racing)
2) Lewis Hamilton (Ferrari)
3) Charles Leclerc (Ferrari)
4) Kimi Antonelli (Mercedes)
5) Liam Lawson (Racing Bulls)
6) Oliver Bearman (Haas F1 Team)
7) Nico Hulkenberg (Audi)
8) Lando Norris (McLaren)
9) Pierre Gasly (Alpine)
10) Esteban Ocon (Haas F1 Team)
11) Fernando Alonso (Aston Martin)
12) Carlos Sainz (Williams)
13) Arvid Lindblad (Racing Bulls)
14) Oscar Piastri (McLaren)
15) Alexander Albon (Williams)
16) Gabriel Bortoleto (Audi)
17) Valtteri Bottas (Cadillac)
18) Franco Colapinto (Alpine)
19) Isack Hadjar (Red Bull Racing)
20) George Russell (Mercedes)
21) Sergio Perez (Cadillac)
22) Lance Stroll (Aston Martin)
Os pilotos voltam à pista ainda hoje (sábado) para a Classificação que definirá a grelha de partida da Corrida do GP de Singapura de Fórmula 1 de amanhã.