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Tunnel sotto la Manica, un autobus si scontra con un treno: 19 feriti

Un minibus si è ribaltato su un fianco all’ingresso della galleria, su un passaggio a livello, prima di essere investito da un treno merci. “Non si registrano decessi e nessuno è in pericolo di vita”, secondo un comunicato della prefettura

Participação do Brasil em pesquisas clínicas cresce após marco legal

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O marco legal para a realização de pesquisas clínicas no Brasil está impulsionando a participação do país em estudos globais. Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento, realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro. 

Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) mostram que a posição brasileira no ranking de países que mais fazem esses testes subiu da 18ª para 12ª, de 2025 até o primeiro semestre de 2026. A associação também projeta que a 10ª posição possa ser alcançada em pouco tempo, com os novos investimentos previstos, superiores a R$ 2 bilhões anuais. 

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A Lei 14.874, ou Lei de Pesquisa Clínica, tramitou no Congresso por quase 10 anos, sendo finalmente sancionada em maio de 2024 e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025. Este é o primeiro marco legal sobre pesquisas clínicas instituído no Brasil, atividade que antes era regulada apenas por normas do Conselho Nacional de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

As pesquisas clínicas são uma etapa fundamental para o desenvolvimento de novos medicamentos, tecnologias e procedimentos de saúde. Geralmente contemplam três fases em que essas inovações são testadas em um número crescente de pessoas, para comprovar se são seguras e eficazes. Isso só acontece depois de testes bem sucedidos em laboratório e animais. 

No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas. 

Novos prazos

A nova lei criou o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, reorganizando os fluxos de trabalho dos comitês, e encurtou os prazos de análise. Agora, o parecer ético deve ser emitido em até 30 dias úteis, e a avaliação da Anvisa, em até 90 dias úteis, excluindo prazos de recurso e esclarecimentos. 

A presidente da Roche Brasil, Lorice Scalise, lembra que nos casos de pesquisas multicêntricas, que recrutam voluntários em diversas cidades, somente o prazo de análise ética poderia se estender por um ano, e só depois a análise sanitária era iniciada. Hoje, os dois processos podem ocorrem em paralelo. 

"Vamos supor que tem dez centros participando de um estudo. Antes a gente precisava da aprovação do comitê de ética local de cada centro de pesquisa. Agora um comitê acreditado é responsável por fazer a comunicação com os demais e dar o parecer final", explica. 

Scalise avalia que a lei simplificou a análise regulatória sem perder o rigor. "A Anvisa é uma das agências mais renomadas, é referência no mundo inteiro. A gente ainda tem alguns gargalos de fila (de processos para análise), mas todas as questões estão sendo trabalhadas. Hoje, a gente tem um excelente processo", acrescenta. 

De acordo com a presidente da Roche Brasil, a redução dos prazos aumentou a atratividade do Brasil, que já é um destino valorizado para pesquisas clínicas por causa da diversidade genética dos voluntários, o que produz resultados confiáveis para populações variadas. 

A nova legislação também possibilita que o país receba mais ensaios de Fase 1 e Fase 2, que envolvem uma quantidade menor de pessoas, mas têm exigências mais rígidas, já que a segurança do medicamento em humanos ainda está sendo avaliada. 

Somente a Roche pretende investir cerca de R$590 milhões por ano em pesquisas clínicas no país. Entre os estudos já em andamento, há novas medicações sendo testadas no Brasil para Alzheimer, Parkinson, câncer de mama, lúpus, e uma nova opção de caneta emagrecedora.

A diretora de investigação clínica da farmacêutica, Danielle Galbiatti, destaca que essas cifras também promovem o desenvolvimento do setor científico do país:

"É um movimento de união com centros de pesquisa, laboratórios. Com essa projeção e a vinda de novos estudos, existe a necessidade de capacitar os profissionais e as unidades" 

Com isso, a indústria também vem investindo na capacitação de centros das regiões Norte e Nordeste, para diminuir a concentração do Sul e Sudeste e garantir mais diversidade genética, social e cultural. "Um estudo é um ambiente controlado. O centro de pesquisa tem que ter uma equipe muito bem estruturada, porque esse paciente precisa de uma assistência diferente", complementa Galbiatti.

Ela acredita que essa capacitação também será impulsionada pelo Programa Nacional de Inovação em Saúde, lançado em julho pelo governo federal. Entre os princípios do programa constam o fortalecimento da base científica nacional, a integração com o setor produtivo, e o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias "emergentes e disruptivas", que sejam de interesse do Sistema Único de Saúde. 

América Latina

Os esforços do Brasil estão alinhados com uma agenda de toda a América Latina. O diretor estratégico do Conselho Administrativo da Fundação de Pesquisa e Inovação da Costa Rica, Mario Urcuyo, declarou no evento que a profissionalização dos centros de pesquisa da região é "a parte mais importante" para enfrentar a grande concentração de investigações clínicas nos Estados Unidos e na Europa. 

"Temos um desafio muito importante, porque nem sempre contamos com coordenadores e monitores de pesquisa. Não existem carreiras profissionais específicas para essas funções e precisamos desenvolver essa estrutura ao longo do tempo", acrescentou. 

De acordo com ele, proporcionar que mais profissionais atuem em pesquisa clínica também gera benefícios para os pacientes em geral:

"Proporciona ferramentas para melhorar a qualidade da assistência, porque os profissionais passam a ter acesso aos mais elevados padrões de qualidade, exigidos para a realização das pesquisas"

Urcuyo defendeu ainda que as pesquisas clínicas oferecem uma grande oportunidade para pessoas com doenças graves acessarem medicamentos promissores de forma antecipada, ao participar dos testes. 

Benefício

A pesquisadora do Centro Médico Nacional 20 de Novembro, referência em pesquisa e tratamentos de alta complexidade do México, Fedra Irazoque, acrescentou que mesmo os participantes incluídos no grupo de comparação, e que portanto não recebem a substância pesquisada, são beneficiados: 

"Estar no grupo placebo não significa ficar sem receber nenhum medicamento, mas sim receber o melhor tratamento já existente. E após algumas semanas, esse paciente também passa a receber a molécula ativa e pode se beneficiar da mesma forma"

Fedra defende que marcos regulatórios, como o que foi aprovado no Brasil, sejam estabelecidos a nível regional. "Não é possível que o Brasil tenha uma regulamentação, a Costa Rica outra, o México outra, sem que cheguemos a um acordo para agilizar esse processo. Assim, poderíamos alcançar uma representatividade muito mais significativa"

*O evento foi realizado pela farmacêutica Roche e a repórter participou a convite da empresa

Dette : la France au pied du mur ?

La France peut-elle équilibrer ses comptes ? C'est ce que réclament le FMI et la BCE. Pour la directrice générale du FMI Kristalina Georgieva : "Il faudra du temps à la France pour ramener les déficits et la dette à des niveaux susceptibles d’inspirer confiance à la population et aux investisseurs". Christine Lagarde, patronne de la BCE, estime que la solution se trouve au niveau de la politique budgétaire. Comment en est-on arrivé là ? Quels sont les risques ? Le budget 2027 peut-il rassurer ?

Chefe da campanha de Flávio Bolsonaro esteve no Senado mas não votou na 6×1

15 October 2026 at 19:39

Enquanto governistas discursavam a favor do projeto que estabelecia o fim da escala de trabalho 6×1, parlamentares da oposição se reuniam para debater estratégias e discursos da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. A reunião durou mais de três horas e aconteceu no gabinete do líder do PL no Senado Federal e chefe da campanha de Flávio, Rogério Marinho (RN), que não compareceu ao plenário nem participou da votação da proposta — aprovada na noite de quarta-feira (14), como mostrou a Agência Pública. Procurado pela reportagem, Marinho não retornou até a publicação. 

Discussão e votação, em primeiro turno, da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1
Discussão e votação, em primeiro turno, da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6×1

Outros dois aliados de Flávio também não votaram: os senadores Sérgio Moro (PL-PR) e Marcio Bittar (PL-AC). O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que presidiu a sessão, não votou. Pelas regras do regimento interno do Senado, o presidente não vota. Entretanto, a norma permite que o parlamentar entregue o comando da Casa a outro senador para que este participe da votação. O texto foi aprovado em dois turnos por 75 votos a favor e um voto contrário: o do ex-vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos-RS). 

Painel de votação do Senado sobre a PEC do fim da escala 6x1
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único parlamentar a votar contra a PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1 no Senado

Rogério Marinho é autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada em maio deste ano, que prevê uma jornada por regime de horas trabalhadas — alternativa da oposição à PEC que estabeleceu o fim da escala 6×1. Flávio Bolsonaro e seus aliados sempre se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho sem impacto nos salários, por considerarem que isso representaria prejuízos econômicos à indústria. No entanto, diante da campanha governista e da mobilização popular em favor da proposta, Flávio recuou e afirmou que votaria a favor da aprovação do texto. A mudança foi anunciada na terça-feira (13), após ele visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. 

Flávio Bolsonaro durante evento de campanha em Porto Alegre
Flávio Bolsonaro trocou a votação sobre o fim da escala 6×1 no Senado por um ato de campanha em Porto Alegre

O novo discurso foi reforçado durante a reunião no gabinete de Rogério Marinho. Além dele, três correligionários do PL estavam no encontro: os senadores Magno Malta (ES), Carlos Portinho (RJ) e o eleito José Medeiros (MT). Também estavam presentes três congressistas do PP: a senadora e ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina (MS); o senador eleito e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (AL); e o deputado federal Ricardo Barros (PR), ministro da Saúde na gestão de Michel Temer. 

“A gente não pode deixar a narrativa nas mãos do adversário”, declarou à Pública, sob reserva, um dos membros da reunião a respeito da mudança no discurso da campanha a menos de duas semanas para o segundo turno das eleições. “Foi uma decisão do presidente [Flávio] e o Lira também concordou”, completou o parlamentar. 

Questionado pela Pública após sair da reunião, Lira afirmou que não foi ao gabinete para tratar da PEC em votação.

Flávio Bolsonaro votou à distância enquanto participava de um ato político em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Ele subiu ao palanque ao lado dos governadores eleitos Luciano Zucco (PL-RS) e Sérgio Moro (PL-PR); e dos governadores reeleitos Jorginho Mello (PL-SC) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Na ocasião, afirmou aos apoiadores que o governo terá que “pagar a conta” do novo modelo de trabalho para compensar empresários que, segundo ele, estariam “quebrados”.

Senado conservador: “não teremos medo de realizar todas as mudanças necessárias”

Aliados de Flávio confirmaram à Pública que a campanha se reuniu, ao longo do último mês, com empresários para discutir as possíveis consequências da implantação da nova jornada de trabalho. A transição de 44 para 40 horas semanais será gradual e começará a valer dois meses após a promulgação da PEC —  função do presidente do Congresso. Durante o primeiro ano da nova regra, a jornada terá um limite de 42 horas. Após esse período, o limite passará a ser oficialmente de 40 horas. 

Diante disso, Flávio sinalizou ao setor empresarial que, caso eleito, pretende aplicar medidas “compensatórias”; entre elas, propostas legislativas que revertam os efeitos do fim da escala 6×1. As ações seriam possíveis com o apoio dos parlamentares do PL no Congresso Nacional. Em 2027, a legenda terá a maior bancada das duas casas: 28 senadores e 121 deputados. “Com um Senado conservador, não teremos medo de realizar todas as mudanças necessárias”, disse uma parlamentar da extrema-direita à reportagem, sob condição de anonimato. 

Após a imprensa revelar a articulação com representantes da indústria, contudo, o discurso da campanha tornou-se mais cauteloso. O senador Carlos Portinho (PL-RJ) declarou que a medida estudada por uma possível nova gestão bolsonarista é a desoneração da folha de pagamento. O benefício já é garantido a 17 setores da economia. Com ele, há uma diminuição expressiva no percentual de impostos pagos pelas empresas, decorrente de uma tributação baseada na receita bruta total, em vez de uma taxa fixa sobre o salário dos funcionários. 

“Como a gente não tem os dados [de possíveis prejuízos com a aprovação], não pode avaliar, a gente entende que a proposta para o trabalhador é um benefício. Para o setor produtivo, a gente terá instrumentos no futuro para tentar mitigar, o que só empiricamente a gente vai poder comprovar se houve dano ou não. A única coisa que falei aqui é que isso vai ser avaliado durante a execução da lei e vai ter impactos, é lógico. E, para mitigar o setor produtivo, pode voltar a desoneração da folha para tentar equilibrar essa relação”, declarou Portinho. 

Na Câmara dos Deputados, a oposição se manifestou de forma mais incisiva contra o novo modelo de trabalho. Durante a discussão do texto no Senado, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), frisou que o partido defende a aprovação, no ano que vem, de uma PEC sobre jornada de trabalho por horas trabalhadas. Conforme o parlamentar, a proposta dará a opção de escolha entre a contratação baseada na Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) ou por meio do modelo de Microempreendedor Individual (MEI). 

Mesmo com os votos favoráveis da oposição em meio a pressão eleitoral, o plenário do Senado foi tomado pela base governista. Uma semana antes da votação, parlamentares do PL ainda acreditavam que a pauta poderia ser adiada com uma possível reavaliação por parte de Davi Alcolumbre, em meio a negociações para se reeleger presidente do Congresso. 

A proposta estava parada no Senado desde maio de 2026, quando foi aprovada na Câmara dos Deputados. Desde então, Alcolumbre fez várias declarações afirmando que não se renderia às “pressões” para votar em pleno ano eleitoral. A postura mudou após negociações com a campanha de Lula, sobretudo com a intensificação da disputa pelo Planalto e os resultados desfavoráveis a Alcolumbre no primeiro turno das eleições. Os dois candidatos apoiados por ele no Amapá foram derrotados: o governador Clécio Luís (União) e o senador Randolfe Rodrigues (PT).

Um dia antes da sessão, parlamentares do PT discutiam nos bastidores a possibilidade de o presidente Lula comparecer ao Congresso para comemorar o resultado. O presidente, por sua vez, comemorou por meio de um vídeo publicado nas redes sociais. “Quero parabenizar o povo que foi para a rua, quero parabenizar os senadores e senadoras que votaram favorável porque o povo merece respeito e conquistou esse respeito”.

Army Wants High-Energy Laser Weapons It Can Put On “Any Vehicle In The Motorpool”

15 October 2026 at 19:15

The U.S. Army is pursuing a family of modular and scalable laser directed energy weapons that can be fitted to any vehicle in its inventory. The service sees this as key to expanding the operational use of lasers, particularly to provide an extra layer of defense against drone threats, and outside of dedicated units. The Army is already fielding high-energy lasers operationally on a limited basis, including along the border wth Mexico, but the technology has faced continued hurdles to more widespread use in recent years.

Army officials and industry representatives discussed what is currently called the Enduring-High Energy Laser (E-HEL) program during a panel discussion this week at the Association of the U.S. Army’s (AUSA) main annual convention, at which TWZ was in attendance. In September, AeroVironment received the first production contract under E-HEL to supply examples of its 30-kilowatt-class LOCUST X3 laser directed energy weapon system. The Army has already acquired earlier LOCUST variants, including vehicle-mounted and palletized types, through more experimental programs, and these are the systems now deployed along the southern border. The U.S. Navy has also at least tested a containerized version of LOCUST for shipboard use as part of its own larger laser ambitions.

“We’re focused on any vehicle in the motorpool. I want to try to integrate future capability of high-energy lasers into it,” Army Brig. Gen. Guy Yelverton, the Capability Program Executive for Defensive Fires with the Portfolio Acquisition Executive Office for Fires, said during the panel on Monday. “And, so, our E-HEL is on a sled. With that, I can look at integrating it onto multiple different vehicles.”

“And then, as I think about vehicle agnosticness, if I open up my aperture to MOS [military occupation speciality] agnostic, and ensure that it’s easy to train, easy to operate, I can not just focus on air and missile defense organizations,” he continued. “I can now look at any formation type to be able to put a high-energy laser capability into it for the counter-UAS [uncrewed aerial systems] fight.”

“That gives me even more opportunities to share this capability across all Army formations, and give our senior leaders [the] maximum amount of thought process and input into where the system goes, who the soldier is that’s operating it, and I’ve given them quite a solution,” he added. “It’s a great dilemma to have of where do I put all this capability.”

In 2022, the Army reactivated the 4th Battalion, 60th Air Defense Artillery Regiment (4-60th ADA) at Fort Sill, Oklahoma, as part of plans to field new laser-armed Directed Energy Maneuver-Short Range Air Defense (DE M-SHORAD) systems based on the 8×8 Stryker light armored vehicle. Reliability and other issues with DE M-SHORAD vehicles led the Army to shift focus, and 4-60th ADA has since assumed a more traditional air defense role. The problems with the DE M-SHORAD system are indicative of struggles that have dogged laser-directed energy weapon developments across the U.S. military, and that have led to several other programs being severely truncated or outright cancelled in recent years.

One of the Stryker-based DE M-SHORAD system prototypes. US Army One of the Army’s initial prototype DE M-SHORAD vehicles. US Army

The Army does now have the aforementioned LOCUST systems, including versions mounted on 4×4 Joint Light Tactical Vehicles (JLTV) and Infantry Squad Vehicles (ISV), as well as the palletized types. Those systems appear to be currently fielded on a more ad hoc level to units at forward locations.

A LOCUST system seen integrated onto a JLTV. AeroVironment

LOCUST is well suited to the Army’s current vision for fielding E-HEL without being tied to specific vehicles or unit types. At the core of the system is a turret with the laser beam projector, as well as built-in electro-optical and infrared video cameras for target acquisition and tracking. Other sensors, such as small-form-factor high-frequency radars and passive radio frequency signal detection systems on host vehicles, as well as off-board radars and other capabilities positioned elsewhere, can be used to cue the turret.

A close-up look at the turret on an earlier palletized version of LOCUST acquired by the Army. US Army

With the 30-kilowatt power rating, the new X3 versions of LOCUST the Army is acquiring now are still at the lower end of the power spectrum for laser directed energy weapons. All versions of LOCUST to date are geared explicitly toward countering small drones.

It is possible that the Army could field other types of laser directed energy weapon systems through E-HEL in the future. The service, in cooperation with other branches of the U.S. military, is also pursuing designs with far higher power ratings through separate programs.

Just being able to field LOCUST X3 more broadly would still offer valuable additional layers of defense against drones across different types of Army units. More broadly speaking, the central benefit that laser directed energy weapons offer is the promise of functionally unlimited magazine depth, though this is dependent on there being sufficient power and cooling capacity. This, in turn, translates to a substantial reduction in the cost-per-intercept equation compared to traditional anti-air interceptors. All of this is especially advantageous for tackling drone threats, which do not have to be large or expensive to present real dangers.

By miniaturizing and ruggedizing lower-power systems like LOCUST, the Army could distribute these capabilities across a broad area, or deploy them in a more concentrated fashion, depending on the fight. Even a convoy with a number of the vehicles sprinkled in with them could help defend it from pop-up attacks

In this context, mobility and flexibility are also important boons. LOCUST systems mounted on light vehicles can be readily positioned and repositioned to respond to changes on the battlefield, as well as be brought to forward locations slung under helicopters. Palletized and containerized versions offer additional kinds of flexibility for providing point defense at sites on land, as well as installation on ships.

Army personnel assigned to Joint Task Force-Southern Border (JTF-SB) prepare to sling load a LOCUST-equipped Infantry Squad Vehicle (ISV) under a CH-47 Chinook helicopter during training as part of an Air Assault Sustainment Course at Fort Bliss, Texas, on July 16, 2025. US Army

At the panel on Monday, Brig. Gen. Yelverton stressed that when it comes to laser weapons systems, in general, the technology is no longer a matter of “science fiction” but has become “science reality.” The U.S. military says laser systems positioned along the border with Mexico have downed real targets, though many questions remain about those deployments. Regardless, challenges do clearly remain.

“Lasers are real. We can do it. We can go out. We can shoot things,” Kirk Williams, Chief Engineer at the Army’s Directed Energy Project Office, another one of the panelists, said. “But what we got to do now is make these systems reliable enough so that the soldiers have the faith in them when they need them, and that’s really the main point that we’re trying to go after right now.”

“We’re getting to the point where the systems are reliable enough, but we still have to make them maintainable and repairable because this is an Army system,” he continued. “It’s going to be on a battlefield. Things are going to break. We can break things in very creative ways, right? So if it’s not reliable, or if it’s not maintainable, if it’s not repairable, that’s a problem.”

“We’re also looking to reduce size, weight, and power,” he added. “JLTV has a lot better payload capacity than ISV. So we really need to be able to get something smaller if we want to have the same effectiveness on an ISV. So that same modular architecture will allow us to go in, take some of those components, make trade-offs.”

A JLTV-based LOCUST system seen deployed near the US-Mexico border. US Army

The focus on modular and open systems architectures will also help when it comes to integrating new and improved functionality down the line. It will also feed into the larger goal of having E-HEL options not tied to a particular vehicle or other platform.

“By going after the modular architecture, that gives us the flexibility to not only go after increases in reliability, but also increases in performance,” Williams further explained. “It gives us the way to inject new technology into existing systems, and then hopefully it also gives us a way of getting better prices out of some of our vendors.”

In addition, “one of the things we learned is you can have a really cool integrated system, and then when that truck needs an oil change, well, then your laser weapon system is down for the count,” he added. “So, trying to make it so that you can just pull it off of any vehicle, put it on any other vehicle is really one of the things that we’re trying to go after.”

The Army is also very cognizant of the basic fact that a single laser can only engage one target at once. The beam from any laser weapon system also drops in power as it gets further from the source, just because of the need to propagate through the atmosphere. Weather and other environmental conditions like smoke and dust then also become a factor. This has driven demand for more power (and cooling capacity) to improve effectiveness, especially at range. Developments in adaptive optics can also help overcome these issues to a degree, but lasers currently remain very short-range weapons overall.

A picture the US Army says shows an engagement of a drone using a laser directed energy weapon near the border with Mexico on August 25, 2026. US Army

“That’s why it’s important to us to get enough energy on the target to kill it as quickly as possible and move on to the next threat. Speaking about the magazine, you know I have battery power on there, so depending upon which system, around 80 seconds, 120 seconds, whatever that is, you know that’s the magazine depth I have,” Brig. Gen. Yelverton said on Monday. “The quicker I get on the target, kill it, and off the target, I start rebuilding, regenerating that magazine depth.”

“It’s the targeting system. It’s the optics system that lets you focus on the target,” Williams also chimed in at this point on the panel discussion. “I mentioned trying to make the trackers better and take some of the onus off of the operator. If we can do better aim point control and keep the laser in the same spot, it gives you a better and a quicker kill.”

Earlier on, Williams had highlighted how artificial intelligence-assisted targeting capabilities could be a particularly important addition to laser directed energy weapons. Networking multiple systems together could help with sorting and assigning targets as efficiently as possible.

When it comes to the actual operational employment of laser directed energy weapons, “as these systems get smaller, as they get more powerful, the quicker we could get them into our soldiers’ hands,” Army Col. Charles Kean, Deputy Commanding Officer for Support at the 7th Infantry Division at Joint Base Lewis-McChord in Washington state, another one of the panelists, said.

A promotional image showing JLTV-based and self-contained configurations of the LOCUST X3. AeroVironment

This, in turn, will open up important new opportunities to “operate with them forward, test them in the mud, the dirt, the humidity of the Pacific, test them down in the southern border where they’re different conditions, whether it’s in the Middle East and Europe, it’s applicable across the board,” Kean continued. “We have to understand it, get it in our hands as quickly as possible, so we could iterate it, iterate on it, and make it better and continue to iterate, because the adversaries continue to iterate in reverse against us.”

This last point is worth highlighting. The U.S. military’s chief global competitor, China, has been particularly active in the development and fielding of ground-based laser and other directed energy weapons, as well as designs for shipboard use. Chinese firms are selling laser weapon systems to foreign armed forces, as well. Other countries, including American allies and partners, are also very actively pursuing these capabilities.

Touted as the "world’s most powerful," China’s LY-1 ship-based laser air defense system was displayed on an eight-wheeled truck, with no specs released. pic.twitter.com/WalkQffaA9

— Polymarket Intel (@PolymarketIntel) September 3, 2025

Col. Kean also stressed that laser directed energy weapons would still only be one part of a larger layered air and missile defense ecosystem for the Army.

As it stands now, the Army hopes to have the first LOCUST X3 systems acquired through E-HEL in operational service by early 2028. A similar timeframe has been put forward for the separate Joint Laser Weapon System (JLWS) program, which the Army is also involved in. JLWS is aiming to produce a viable containerized 150-kilowatt-class laser directed energy weapon, with plans to work toward 300- and 500-kilowatt-class designs. At the panel on Monday, Scott Keeney, CEO of laser systems developer nLIGHT, which has been working together with AeroVironment on LOCUST, among other projects, said he saw further scaling up of capabilities to the one-megawatt-class as being on the horizon. This is a power rating the U.S. Navy has also talked about as a future goal.

The Army clearly sees E-HEL already as a path to truly operationalizing laser directed energy capabilities across the system, but the service itself acknowledges that there is still significant work to be done to make this goal a reality.

Contact the author: joe@twz.com

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União quitou R$ 244 milhões para estados e municípios em setembro

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O governo federal pagou, em setembro, R$ 244,01 milhões em dívidas de estados e municípios que estavam inadimplentes. Os dados de garantias honradas e de recuperação de contragarantias estão no Relatório Mensal de Garantias Honradas pela União em operações de crédito e Recuperação de Contragarantias (RMGH), divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (15).

Do total pago no mês, a maior parcela foi de dívidas do Rio Grande do Sul, que somaram R$ 237,71 milhões; houve também R$ 6,24 milhões para o Rio Grande do Norte e R$ 64,89 mil para o município de Santanópolis (BA).

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No acumulado do ano, as dívidas honradas pela União somam R$ 3,38 bilhões. Desde 2016, a União realizou pagamentos que somam R$ 89,90 bilhões para honrar garantias em operações de crédito de estados e municípios.

A Lei de Responsabilidade Fiscal diz que o governo federal realiza os pagamentos com a condição de que estados e municípios ofereçam contragarantias em valor igual ou superior.

Assim, caso estados ou municípios deixem de pagar prestações de contratos garantidos, caberá à União, além de honrar as dívidas, executar as contragarantias oferecidas para recuperar o crédito. Além do valor original devido, são cobrados do devedor juros de mora, multas e outros encargos previstos nos contratos de empréstimo.

O Tesouro Nacional destaca ainda que, caso estados e municípios não paguem os compromissos ou atrasem o pagamento, ficam impedidos de obter garantia da União para novos contratos de financiamento por até 12 meses.

Já os estados com Regime de Recuperação Fiscal (RRF) em vigor poderão contratar novas operações de crédito com garantia da União. Entretanto, a União fica impedida de aplicar as contragarantias para aqueles que obtiveram liminares judiciais.

Recuperação

O relatório mostra que, desde 2016, a União recuperou R$ 6,06 bilhões dos entes subnacionais. Em setembro, foram recuperados R$ 6,64 milhões. 

“O principal fator que explica esse baixo volume de valores recuperados é que grande parte das garantias honradas, aproximadamente R$ 80,09 bilhões, são de estados que participam ou participaram do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e, por essa razão, têm o benefício de suspensão temporária da execução da contragarantia", informou o Tesouro

Além disso, há R$ 528,05 milhões que não podem ser recuperados pela União em razão de decisões judiciais.

O relatório mostra ainda que há R$ 1,9 bilhão utilizados pelos estados de Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí como compensação por perdas na arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2022.

A Lei Complementar 201/2023 prevê o socorro para estados, municípios e Distrito Federal, para compensar as perdas decorrentes da redução de suas arrecadações.

Docentes usam inteligência artificial para inovar e engajar alunos

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“O que você quer ser quando crescer?”

A corriqueira pergunta feita a crianças sobre qual carreira desejam seguir incentivou a professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP), a usar a inteligência artificial (IA) para mostrar a seus alunos, de 9 e 10 anos, como eles seriam representados, no futuro, desempenhando os ofícios que sonharam.

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A aceleração no tempo da infância à fase adulta, com ajuda do ChatGPT, foi gerada por iniciativa da professora a partir das fotos tiradas, em 2025, dos seus 31 alunos do 4º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Professor Carlos Cristovam Zink, localizada em um bairro de periferia da cidade do interior paulista.

O vídeo com as reações das crianças emocionadas viralizou nas redes sociais e ganhou o mundo. As respostas foram de jogador de futebol a astronauta, passando por veterinária, bailarina, cantor, artista e outras.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por ChatGPT (@chatgpt)

Giovanna explica que a intenção foi permitir que crianças imaginassem uma fase da vida que ainda está distante para elas.

“Para mim, como professora, é muito significativo criar situações em que os alunos se sintam valorizados e vejam que alguém acredita neles, que têm potencial para irem além.”

A professora contou à Agência Brasil que desde a infância tinha o desejo de lecionar. Neste 15 de outubro, Dia do Professor, a jovem de 27 anos comemorou mais um ano de atuação no magistério, carreira que abraçou há 8 anos, em 2018.

Apesar do tempo na profissão, a docente admite que ainda não tem capacitação em inteligência artificial, mas conta que está sempre antenada nas inovações e usa as tecnologias intuitivamente para ter ideias e produzir recursos visuais que tornem suas aulas mais interessantes.

“Mais do que utilizar uma tecnologia nova, nosso papel é encontrar formas de despertar a curiosidade das crianças, fortalecer a autoestima e ampliar os horizontes delas. Quanto mais conseguirmos mostrar o que são capazes de aprender, criar e sonhar, mais sentido terá o nosso trabalho.”

Professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP) que usou I.A  em ação com estudantes.  Foto: Giovanna Macedo/ Arquivo pessoal Professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP) que usou I.A  em ação com estudantes.  Foto: Giovanna Macedo/ Arquivo pessoal
Professora Giovanna Macedo, de Campinas (SP) - Giovanna Macedo/ Arquivo pessoal

Após a repercussão da atividade realizada com auxílio de IA generativa, Giovanna confessa ter planos de fazer uma especialização em metodologias e didática para aprimorar seus conhecimentos da nova tecnologia.

“Gostaria que experiências como essa inspirassem outros educadores a explorar novas metodologias e a pensar em maneiras criativas de aproximar os conteúdos escolares da realidade dos alunos.”

Cultura digital 

Nesta nova cultura digital, em que quadro negro e giz vem sendo substituídos por computadores, as escolas precisam acompanhar as mudanças sociais e tecnológicas com responsabilidade, diante de um cenário em que os estudantes já crescem com acesso a informações entregues em segundos, mas que, muitas vezes, não sabem transformar esse conteúdo em conhecimento. 

O posicionamento é de Kassula Correa, diretora-geral da Start Anglo Bilingual School, uma escola privada do Rio de Janeiro.

“Uma criança pode ter facilidade para mexer no celular e, ainda assim, não saber pesquisar com profundidade, identificar uma informação falsa ou compreender os riscos de compartilhar determinados dados.”

Para a educadora, o uso da inteligência artificial ainda deve considerar as diversidades em sala de aula.

“Precisamos oferecer ferramentas, formação e condições para que o professor consiga ensinar a essa geração em que cada criança tem seu ritmo, suas dúvidas e sua maneira de aprender.”

Mesmo em tempos de transformação digital, Kassula defende que a escola preserve o papel de ambiente de desenvolvimento socioemocional.

“Por mais que a tecnologia avance, a escola continua sendo um lugar de relações humanas. É onde a criança aprende a conviver, a lidar com dificuldades, a se conhecer e a descobrir do que é capaz.”

Formação de professores

Brasília (DF), 14/10/2026 - Dia do Professor: realidade e desafios da inclusão digital no ensino público. O professor do Distrito Federal, Marcio Luiz Dias. Atua há 13 anos na formação de professores para utilização das tecnologias educacionais, com ênfase na Inteligência Artificial na Educação. Foto: Marcio Luiz Dias/Arquivo Pessoal Brasília (DF), 14/10/2026 - Dia do Professor: realidade e desafios da inclusão digital no ensino público. O professor do Distrito Federal, Marcio Luiz Dias. Atua há 13 anos na formação de professores para utilização das tecnologias educacionais, com ênfase na Inteligência Artificial na Educação. Foto: Marcio Luiz Dias/Arquivo Pessoal
Professor Marcio Luiz Dias atua há 13 anos na formação de professores para utilização das tecnologias educacionais, com ênfase na Inteligência Artificial - Marcio Luiz Dias/Arquivo Pessoal

O professor, doutorando e mestre em Educação, Marcio Luiz Dias, atua há 13 anos na formação continuada em tecnologias educacionais do corpo docente da rede pública de ensino do Distrito Federal. Seu foco é a inteligência artificial na educação.

Ele compreende que a formação continuada é indispensável tanto para professores com formação analógica quanto para os recém-formados em licenciaturas.

“No campo digital, as mudanças ocorrem em velocidade tão rápida que torna praticamente impossível que o currículo das faculdades esteja sempre atualizado.”

Marcio acha legítimo o receio de alguns colegas professores em utilizar a inteligência artificial na educação, no entanto, avalia que este é um caminho sem volta. “É algo que se popularizou há relativo pouco tempo, mas que tem ampliado sua presença de forma rápida e abrangente.”

Nas capacitações oferecidas pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), a orientação aos docentes é mediar para que a classe supere o uso mecânico das ferramentas digitais. 

“O Currículo em Movimento das Escolas Públicas do DF preconiza que a formação continuada extrapole o uso instrumental das tecnologias e passe para o uso crítico, colaborativo e focado na intencionalidade pedagógica”, relaciona o professor Marcio Luiz.

Já a gestora educacional Kassula Correa defende a importância de valorizar a experiência analógica prévia dos docentes e aproximá-la das novas tecnologias de forma prática, contínua e acolhedora.

“Muitos deles desenvolveram estratégias incríveis de ensino usando quadro, livros, papel e muita criatividade. O que precisamos é aproximar esses profissionais das novas possibilidades, respeitando suas trajetórias.”

Tarefas

A IA também pode contribuir diretamente para automatizar e otimizar rotinas burocráticas e repetitivas, como tarefas administrativas e operacionais, e também para desenvolver atividades que promovam mais a colaboração e o significativo engajamento estudantil, lista o professor do DF.

Como consequência direta, o professor Marcio Luiz aponta para a liberação de tempo de qualidade para que o professor estude mais, planeje as aulas e se dedique ao acompanhamento individualizado das necessidades dos estudantes.

“Nós professores nos vemos com uma série de rotinas burocráticas, repetitivas, cansativas que, embora essenciais para o andamento da escola, tomam nosso tempo para estudar, planejar aulas, testar formatos e adequações, bem como acompanhar de maneira mais próxima nossos estudantes.”

Apesar de a tecnologia trazer agilidade na hora de diversificar exercícios, adaptar níveis de dificuldade, elaborar planos de aula e agilizar correções objetivas, a diretora Kassula ressalta que a escolha da melhor estratégia para a turma depende exclusivamente do julgamento humano do educador.

“A qualidade do ensino continua dependendo da capacidade de transformar os recursos tecnológicos em experiências que ajudem o aluno a aprender. Avaliar o desenvolvimento de uma criança exige compreender seu percurso, suas dificuldades e seus avanços.”

Sala de aula

O professor do Centro de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional (CEMI) de Taguatinga, cidade do Distrito Federal, Jaime Guilherme de Oliveira, ensina computação gráfica para estudantes de 14 a 18 anos do ensino médio. Muitos deles sequer têm computador em suas residências.

Vindo do mercado corporativo, na rede pública, o docente passou por capacitações via Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE) da secretaria de educação do DF.

São eles: Cursos de Linguagens Digitais e IA na Prática Docente, além de pós-graduação em Proficiência em Tecnologias Digitais para uma Educação Empreendedora e cursos online permanentes.

Como resultado do aprendizado incorporado, Jaime Guilherme coloca a inteligência artificial para trabalhar a seu favor na rotina docente, como na criação de conteúdo para as aulas expositivas que facilitem sua compreensão; no planejamento das atividades de cada turma; na elaboração de avaliações adaptadas às necessidades de alunos com neurodivergências ou necessidades específicas; e no desenvolvimento de jogos educativos para fixação e revisão dos conteúdos.

É de autoria do tutor Jaime, via ChatGPT, o jogo interativo Arena ABNT, com as regras, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ensinadas de forma lúdica para a escrita de trabalhos acadêmicos.

Nas dinâmicas pedagógicas, Jaime vê a IA como uma oportunidade para aproximar os alunos das transformações do mundo do trabalho.

O docente, no entanto, reflete que mais importante do que saber gerar conteúdo é saber por que este está sendo criado, para quem será destinado e quais consequências poderá produzir.

“A ferramenta pode fazer muito por nós, mas a intenção, a sensibilidade, o pensamento crítico e a responsabilidade continuam sendo essencialmente humanas.”

Desafios: da cópia ao aprendizado

Em sua atuação como formador de outros professores, Marcio Luiz Dias enxerga que o acesso a dispositivos móveis e à internet no Distrito Federal é amplo, mas o principal desafio consiste em transformar a conectividade em uso crítico, cidadão e produtivo. E o educador estimula a conectividade para ir além:

“O letramento digital deva atuar fortemente contra riscos, como aplicação de golpes e fakenews propagadas pelas redes sociais, bem como de se tornar uma fonte de novos aprendizados dos quais a pessoa necessite no campo pessoal ou da cidadania.”

Tratando especificamente dos estudantes, o professor Marcio estimula que os profissionais da educação tenham autoridade para estabelecer que a IA seja utilizada pelos estudantes como ferramenta de apoio para assimilar, raciocinar, pesquisar, questionar, debater.

“Reconheço que isso não é fácil, mas o caminho do letramento digital, da formação docente, de estipular e cobrar a análise, a síntese e a argumentação do aluno já foram testados com sucesso”, conclui Marcio.

 O combate ao "atalho" exige dos alunos capacidade de análise, síntese e argumentação própria, desenvolvidas via letramento digital.

Dentro do ambiente escolar, o professor Jaime Guilherme de Oliveira ensina aos jovens que a IA deve ser usada com intencionalidade clara; caso contrário, os atalhos da ferramenta geram entregas vazias. "Quando existe uma intenção clara, a ferramenta amplia o alcance de quem já tem algo a dizer."

Futuro da IA na Educação

O professor de Taguatinga, Jaime Guilherme, projeta a presença crescente da IA no planejamento docente e na personalização da aprendizagem. Ele defende que a tecnologia não substitui o professor, que tem papel insubstituível na mediação pedagógica, orientação ética, checagem de dados e formação crítica dos alunos.

IA e rede pública

O Ministério da Educação (MEC) informou à Agência Brasil que uma nova resolução sobre o uso de inteligência artificial deverá ser publicada em breve, sem precisar uma data.

O documento terá o objetivo de ampliar o uso pedagógico da tecnologia, preservar a autonomia dos professores e garantir a proteção dos estudantes.

Com a futura publicação, a pasta busca estabelecer diretrizes claras e segurança jurídica para que gestores e redes de ensino façam uso das novas tecnologias de forma segura, inclusiva e responsável.

“A partir da resolução, o país passa a contar, de forma inédita, com um parâmetro nacional unificado para orientar a adoção consciente e ética da inteligência artificial em todas as etapas de ensino”, diz a nota do MEC.

Sobre conectividade nas escolas públicas de educação básica em todo o país, o MEC tem a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec).

Em julho deste ano, 108.658 escolas estavam conectadas dentro dos parâmetros de qualidade adequados, classificadas nos níveis 4 e 5 do Indicador Escolas Conectadas (Inec), o que corresponde a 78,7% das 138.086 escolas monitoradas.

The Days Of Army Air Defense Systems Firing Just One Type Of Interceptor Are Ending

14 October 2026 at 23:24

The U.S. Army now has at least five named programs seeking new anti-air interceptors of various tiers to collectively address everything from advanced hypersonic missiles to small weaponized drones. In the process, an important central theme is emerging: the service’s days of fielding air defense systems that can only use one type of interceptor look to be increasingly over. For the U.S. military, the impacts from the war with Iran have made clear that diversifying munitions stockpiles and supplier bases is no longer just valuable, it is critical.

Army Lt. Gen. Frank Lozano, the service’s Portfolio Acquisition Executive for Fires, highlighted this growing trend yesterday during a panel discussion at the Association of the U.S. Army’s (AUSA) main annual convention, at which TWZ has been in attendance.

Secretary Hegseth, second from the left, seen in front of a launcher for the Patriot surface-to-air missile system during a tour of Redstone Arsenal in Alabama earlier this year. Army Lt. Gen. Frank Lozano is seen at far right. DoW/USN Petty Officer 1st Class Alexander Kubitza

To provide some immediate context, with the exception of Patriot, the main ground-based air defense systems in Army inventory today are fielded with just one type of interceptor. In the case of Patriot, the service’s procurement of new interceptors had also been increasingly limited to just one type, the PAC-3 Missile Segment Enhancement (MSE). Production of the preceding PAC-3 Cost Reduction Initiative (CRI) missile ended in 2023. Just earlier this year, the Army placed its first order in decades for new PAC-2 Guidance Enhanced Missile-Tactical (GEM-T) missiles, an older interceptor design for Patriot that has remained in production primarily for U.S. allies and partners.

A graphic showing different interceptor load options for existing trailer-based Patriot launchers. Lockheed Martin

Separately, the Army is in the process of fielding Enduring Shield, a new middle-tier air defense system designed to handle multiple interceptor types. However, the service is currently only acquiring AIM-9X Sidewinders to load into them. We will come back to this later on.

An Enduring Shield launcher. USAF Pfc. Sang Woo Choi

“We have the capabilities we need to have to fight and win, but it’s our job to ensure that victory is achievable in the future inside of any dynamic environment scenario fight we might find ourselves in,” Lt. Gen. Lozano said yesterday. “So, it’s incumbent upon Mr. Ingraham [Assistant Secretary of the Army for Acquisition, Logistics and Technology Brent Ingraham] and I to continue to be creative and looking at, well, should we buy GEM-Ts because they’re being produced?”

“GEM-Ts are a really good missile in the battlespace within they operate. I mean, they’re being employed today by air defense brigades around the world,” he continued. “So if we have the opportunity, it’s probably something we should take advantage of, and we’re looking at doing that.

“We’ve had a lot of discussions about even more interceptors. From a PAC-3 MSE perspective, our goal has always been to get to 2,000 [per year],” he added. “Why we’re running programs like LCI [Low Cost Interceptor], and NGSRI [Next-Generation Short-Range Interceptor], and NGCM [Next-Generation C-UAS Missile], and Second Interceptor, is because I think the easy button answer is just buy more of a great missile. We’re going to buy more [PAC-3 MSEs], but when we start talking about overall missile output, we start looking at numbers like is it 4,000, is it 6,000, is it 8,000, we’re looking at a diverse set of capabilities.”

The LCI program is seeking a lower-cost and lower-tier interceptor for Patriot with a unit price of no more than $1 million. PAC-3 MSE’s average unit cost has been around $4 million in recent years.

A PAC-3 MSE interceptor seen being launched. US military A Patriot launcher fires a newer PAC-3-series missile during a test. DoD

NGSRI is the Army’s program to find a replacement for the venerable Stinger. The new missiles have to be compatible with existing vehicle-based and man-portable launchers.

A US Army soldier fires a Stinger from a man-portable launcher during training. US Army

The Army is working to field a new counter-drone interceptor through NGCM. Those missiles will be integrated into launchers the service has now for the Coyote interceptor.

The Second Interceptor effort is for Enduring Shield, which is also known as the Indirect Fire Protection Capability Increment 2 (IFPC Inc 2). The main goal there is to provide increased capability against incoming cruise missiles compared to the AIM-9X.

There is also the Army’s Future Interceptor effort, which also came up separately at the panel yesterday, and is also for Patriot. Unlike LCI, the aim here is to acquire a new interceptor with improved capabilities against hypersonic missiles and other upper-tier threats.

Historically, Army programs like these would eventually result in the selection of a single winning missile design. Lozano’s remarks yesterday point to the service increasingly taking a very different approach.

On “second interceptor, obviously, we just moved into phase two of that program. We’ve got Lockheed Martin competing with Boeing, who was teamed with Anduril,” Lozano said. “But we wanted to turn up the heat on that program. I constantly get frustrated when a funding profile emerges over the FYDP [the Future Years Defense Program], and then magically we lay in a five-year program.”

At left, a model of the Boeing/Anduril offering for the Second Interceptor effort. At right, a rendering of Lockheed Martin’s proposed Second Interceptor. Jamie Hunter/Lockheed Martin

“I’m like, no, I actually need that capability now,” he continued. “So, have we thought maybe what if we ran a 24-month program or a 36-month program, right? And so, in that vein, what we have decided to do is, while those two companies continue to compete, we’re going to create a shoot-off opportunity in [the] fourth quarter [of Fiscal Year 20]27, and I want to run an in-parallel, what I call an in-stride competition.”

“We just held an industry day, and we basically just said, hey, if there’s any other company who didn’t make the first cut in the phase one, but, oh, by the way, who continued to invest in the IFPC Second Interceptor capability, we’d love for you to come out to the range,” he added. “We’ll give you range time, we’ll present targets, and we’ll allow you to recompete with an opportunity to get back into the program folder.”

The Army is doing the exact same thing with NGSRI, where Lockheed Martin and Raytheon have been competing face-to-face. That program is also now planning to hold a new shoot-off that will be open to other vendors in the fourth quarter of Fiscal Year 2027.

A picture showing a test of Lockheed Martin’s NGSRI entrant, called QuadStar. Lockheed Martin
Raytheon, which is also the prime contractor for Stinger, has previously released this image in relation to work on its NGSRI design. Raytheon

There are signs the Army is moving in a similar direction with NGCM, where it previously selected AeroVironment to supply its Freedom Eagle-1 (FE-1) interceptor. The service put out a request for information seeking new NGCM options in August, with a goal of holding an initial evaluation again in the fourth quarter of Fiscal Year 2027. A deeper operational assessment could then follow in Fiscal Year 2028.

To reiterate, on top of all this, the Army is also now pursuing at least two new interceptor options for Patriot.

“We have to address the threat, and we need to address the threat in a complementary way, meaning we need to fight on a cost curve that’s affordable for the U.S. Army to maintain and sustain that warfighting capability abroad,” Lozano stressed yesterday.

This gets to the crux of the matter. It is not at all a new observation that just having a stockpile of any particular munition on day one of a conflict is not enough, especially if the fight becomes drawn out. There needs to be sufficient depth to those stocks at the start and the ability to readily replenish them in line with expenditures. The war with Iran, compounded by other crises in the Middle East and the ongoing conflict in Ukraine, has made clear that these core truths apply to all armed forces, even the U.S. military.

Lower-cost munitions are part of the solution, but they also need to be producible at scale on reasonable timelines. The lead time for higher-end munitions today is often measured in months, if not years. Furthermore, being locked into a single vendor has been shown to not just be undesirable, but a potential national security risk in an actual conflict. Lozano’s remarks yesterday, and how the Army is now pursuing new anti-air interceptors, reflect larger trends, not just in the acquisition of larger volumes of munitions overall, but also from a broader array of total suppliers.

There has also been a push across the U.S. military to bring in new and non-traditional firms, including in partnership with established prime contractors. An example of this is the Boeing/Anduril team-up for Second Interceptor. This was also underscored by new framework agreements the Pentagon announced back in May regarding the planned purchase of thousands of lower-cost cruise missiles.

The @DeptofWar has reached new framework agreements with a slate of disruptive new entrants to aggressively expand the United States military’s lethal cruise missile and hypersonic missile strike capabilities.
 
Low-Cost Containerized Missiles (LCCM) Program:
• Anduril
•… pic.twitter.com/Fr2xAnBM7y

— Department of War CTO (@DoWCTO) May 13, 2026

With regard to the LCI program, specifically, Lozano highlighted an additional aspect of all of this yesterday.

LCI has “a unique twist to it because we’re looking for companies who have all-up rounds, but I’m also asking for companies to come in at the component level,” he explained. “We typically don’t do that, right? There’s a lot of risk in managing components and generating all-up round systems. But we’re also looking for weapon system integrators, because I want to be able to create two or three teams who can compete with the all-up round guys to see if we can generate some momentum behind the fact that we need to thicken our inventory with low-cost, affordable munitions.”

The U.S. Navy is now pursuing a roughly similar approach with its Naval Modular Missile (NMM) program. NMM envisions an entirely new family of sea-launched surface-to-air missiles that offer very different capabilities, but that all feature certain common components, as you can read more about here.

A graphic laying out the Navy’s vision for the different members of the NMM family, and shared components between them. USN

The Army is also eyeing a new family of launcher vehicles, as well as containerized options, all capable of firing various types of surface-to-air and surface-to-surface munitions. Autonomy is also an important aspect of what is aptly dubbed the Common Autonomous Multi-Domain Launcher (CAML) program.

It is also important to note here that the underlying aim is not to eliminate more exquisite munitions, or the capabilities that they offer, but to create a more affordable, complementary mix of options.

“What I would say is we’re solely focused on delivering on the programs we are executing now,” Lozano said in closing at the end of the panel yesterday. “We have to deliver, and if we deliver on that wide variety of capability, then we can increase and ramp that capacity. And that would be my wish list, that we have enough resources and we achieve programmatic success in the way that we’re planning to, so we can deliver in mass.”

All signs point to the diversity in munitions that Lozano is talking about here being particularly pronounced in future Army air defense capabilities full of systems firing multiple types of interceptors.

Contact the author: joe@twz.com

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How Indian communities earn a living from more than forest timber

15 October 2026 at 17:31
Every year between February and May, when mahua flowers begin to fall, Mamta Tigga collects them. Mamta comes from a village in Gumla in the Indian state of Jharkhand and has been collecting mahua (a flower from Madhuca longifolia), gethi kanda (or air potato, Dioscorea bulbifera) and tendu leaves from the Indian ebony tree (Diospyros melanoxylon) for the past three years. All of these plants are important sources of food, medicine and other traditional uses in her culture. Mamta is not just a tribal gatherer, but a homemaker and a mother of two children. Over the years, she has noticed a change in what the forest gives her. “There is less mahua than before,” she says, and the amount changes with the weather. When there is more heat, more mahua falls and when it rains, the mahua flower sheds off. “This year there was less mahua, between March to April we usually collect around 4-5 quintal [100 kilograms or 220 pounds] but this time due to excessive rain we got around 25 kg of mahua.” Forest produce is an essential source of income for families like Mamta’s. Her husband is a driver, and often, when they are short on money, the funds collected by selling mahua help them survive. But what happens when the resources people depend on begin to change, while the demand for those products continues to grow? A recent review in the journal Frontiers in Sustainable Food Systems examines this question in the Indian states of Jharkhand…This article was originally published on Mongabay

Imprensa estrangeira vê vitória de Lula em aprovação do fim da 6x1

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A aprovação do fim da escala 6x1, com a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, repercutiu na imprensa internacional, que destacou que a votação foi uma vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às vésperas do 2º turno das eleições no Brasil.

O jornal espanhol El País escreveu no título que “dezenas de milhões de trabalhadores conquistam um segundo dia livre no Brasil, uma vitória política para Lula”.

Na Argentina, o jornal Clarín classificou a aprovação como “jogada política de Lula: Brasil aprova redução da jornada de trabalho, a menos de duas semanas do segundo turno das eleições”.

Notícias relacionadas:

O também argentino La Nacion disse que a votação é “a grande aposta de Lula antes do segundo turno”, acrescentando que “o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro mudou de posição e anunciou seu voto favorável 48 horas antes da sessão".  

O jornal inglês Financial Times, especializado em economia e finanças, destacou que os legisladores brasileiros “votaram para abolir uma semana de trabalho de seis dias na maior economia da América Latina”.

O jornal diz que a votação foi uma “vitória para Lula” próxima ao segundo turno eleitoral, acrescentando ainda as críticas dos grupos empresariais que reclamam de aumento de custos. 

“Terminar a semana de trabalho de seis dias alinhará o Brasil com muitas nações de renda mais alta, onde as horas de trabalho diminuíram à medida que a produtividade e a eficiência melhoraram”, escreveu o Financial Times.

O também britânico The Guardian aponta vitória de Lula com a aprovação e calcula que a mudança pode afetar até 30 milhões de pessoas no Brasil.

“A proposta começou como um movimento do TikTok chamado Vida Além do Trabalho, fundado por um assistente de farmácia que entrou na política após seu sucesso e mais tarde foi abraçado por Lula”, escreveu o The Guardian.

Mudança de posição

A imprensa estrangeira ainda lembrou que o candidato Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o 2º turno contra Lula, era contrário à proposta de emenda à constituição (PEC) que acaba com a 6x1, mas acabou mudando de posição poucos dias antes da votação.

“Mesmo depois de mudar sua posição, Bolsonaro disse na terça-feira que ‘apoia algo ainda melhor’, referindo-se a uma proposta alternativa que há muito tempo defendia em que o pagamento seria baseado nas horas realmente trabalhadas”, acrescentou o The Guardian.

A agência de notícias dos Estados Unidos (EUA) Associated Press (AP) apontou que o único voto contrário foi “do ex-vice-presidente Hamilton Mourão, que atuou durante o governo do presidente Jair Bolsonaro”.

A AP explicou que os aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) “deixaram de bloquear a medida popular para que ele não fosse prejudicado em sua disputa acirrada contra Lula”.

 

Rio de Janeiro (RJ), 30/06/2026 – Manifestantes participam de ato pelo fim da escala 6x1 e caminham pela Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Rio de Janeiro (RJ), 30/06/2026 – Manifestantes participam de ato pelo fim da escala 6x1 e caminham pela Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Manifestantes participam de ato pelo fim da escala 6x1 e caminham pela Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Aprovação no Senado

O plenário do Senado concluiu a aprovação da PEC do fim da 6x1 na noite de quarta (14), com 75 votos a favor e apenas um contrário.

A oposição, que era contrária à aprovação da matéria, mudou de lado após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pautar o tema no plenário.

Em entrevista à TV Jovem Pan, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que, se eleito, Flávio Bolsonaro deve aprovar a PEC 12/2026, que prevê um contrato “por hora trabalhada”.

Entenda a PEC

O texto da PEC que acaba com a 6x1 prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

>> Saiba mais detalhes sobre como vai funcionar o fim da 6x1

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para até 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

 

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