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TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Notícias relacionadas:

Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

China previews a world where the algorithm is switched off

16 October 2026 at 07:34

The Australian government has introduced its digital duty of care legislation to parliament today. The bill includes an “off switch” to allow social media users to opt out of recommender algorithms. If passed, Australians could choose to switch off their algorithmic recommendation and consume a news feed populated by the accounts they subscribe to. It’s […]

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Cedência de declarações no portal ou na App da Segurança Social de forma fácil e controlo total

12 October 2026 at 18:45

Sempre que tiver necessidade de apresentar documentos a uma entidade externa pode autorizar a consulta direta das suas declarações tanto no Portal como na App da Segurança Social.

Segundo informação veiculada pela Segurança Social, não há necessidade de descarregar ficheiros, imprimir papéis ou fazer deslocações. Este serviço está facilitado e permite o acesso à Declaração de forma rápida, fácil e segura.

Como funciona o serviço, passo a passo?

O processo é simples, segundo informa a intituição na sua newsletter deste mês. Funciona assim:
Autorização sob Pedido: Quando a entidade solicita o acesso à declaração de que necessita, recebe uma notificação imediata na sua área reservada (no Portal ou na App) e pode escolher ‘autorizar‘ ou ‘rejeitar‘ esse pedido.

Partilha proativa (passo a passo): Se preferir antecipar-se e dar acesso a uma entidade, o processo é muito simples.
Identifique a entidade: Aceda a Declarações > Pedir e gerir acesso a declarações, clique em “Dar nova autorização” e insira o NIF/NISS do destinatário e a finalidade;
Escolha a declaração: Selecione a declaração pretendida da lista e avance;
Emita e defina a validade (Passo Conclusivo): Na lista de autorizações, clique nos três pontos da declaração em estado “Aguarda autorização“, selecione “Emitir documento e autorizar”, defina a data de validade do acesso e confirme em “Autorizar acesso”.

Mas a Segurança Social reforça: tome nota que o processo só fica concluído quando escolhe a data de validade e clica em Autorizar acesso.

Onde aceder?
No Portal da Segurança Social: Aceda à página inicial e selecione Declarações > Declarações a pedido…
Na App da Segurança Social : Aceda ao Menu Declarações > Gerir acesso a declarações…

Este processo concede mais agilidade e segurança, sem papéis e sem perder tempo, como explica a instituição na sua news informativa deste mês de outubro.

He Was One of the World’s Most Wanted Men. So He Bought a West African Country.

23 September 2026 at 12:00

Just a few years ago, Jos Leijdekkers was a gangster in Antwerp, working for a major drug lord. Today he’s the most powerful man in Sierra Leone, which he’s single-handedly turned into a crucial port in the transatlantic cocaine trade. European authorities haven’t been able to track him down. Can a journalist? Alexander Clapp details Leijdekkers’s remarkable, violent rise to power, while looking for the man himself:

“These kinds of people, we are always seeing them in Africa. They come, they disappear. But the moment we learned who he was, it freaked me out,” a local car-dealer who was one of the first people to sell a motor to Leijdekkers, told me. “I left Sierra Leone after finding out. I became really scared. Not small scared.” Sophie van Leeuwen, a Dutch correspondent for RTL News, told me she “had the strong feeling I was being followed by the secret police” during the first days of a reporting trip she took to Sierra Leone in February 2025. She was arrested outside a villa where Leijdekkers was believed to reside, informed that she had intruded upon a “special security situation”, and questioned for 15 hours. Her camera and computer were searched and scrubbed. The Flemish owner of her hotel was interrogated over her alleged role in seeding a European spy network in Sierra Leone.

One evening in the hills above Freetown I attended a cocktail party where Western diplomats mingled with aid-workers. “Careful with that,” a European mission head told me when I mentioned why I had come to Africa, swivelling her blue eyes round the room. A Norwegian mining investor assured me that there would only be one way of knowing whether I was making progress in my investigation: “The government will arrange a car crash for you.”

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