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Instituto Justina realiza oficina e apresenta espetáculo 1888

16 October 2026 at 02:09

O Instituto Justina realiza a oficina gratuita “Palavras Necessárias” com a dramaturga boliviana Claudia Eid Asbún neste sábado (17/10), das 14h às 18h. O espetáculo “1888” será apresentado gratuitamente nos dias 22, 23 e 24 de outubro, em três espaços culturais de Aparecida de Goiânia.

O espetáculo “1888” será apresentado gratuitamente nos dias 22, 23 e 24 de outubro, em três espaços culturais de Aparecida de Goiânia. Com atuação e dramaturgia da atriz goiana Takaiúna e direção da dramaturga boliviana Claudia Eid Asbún, a circulação integra o projeto Temporada 1888 – Dramaturgia Afro-Latinoamericana.

No dia 17 de outubro, sábado, das 14h às 18h, o Instituto Justina oferece a oficina gratuita Palavras Necessárias, ministrada por Claudia Eid, na sede do instituto. A iniciativa contempla ainda a publicação da dramaturgia em livro, com distribuição gratuita. O projeto foi aprovado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás (FAC-GO), por meio do Edital Cultura Negra e Periférica de Goiás – Tradição, Arte e Identidade.

Mais do que revisitar o ano que dá nome ao espetáculo, “1888” lança um olhar sobre aquilo que a abolição formal da escravidão não foi capaz de encerrar. A montagem parte de memórias afro-brasileiras e latino-americanas para investigar a permanência das estruturas escravocratas, as violências que atravessam a existência de mulheres negras e as formas de resistência preservadas pela ancestralidade.

No centro da narrativa está Justina, uma mulher negra e curandeira que vive no Brasil de 1888. Entre ervas, rezas, lembranças e silêncios, a personagem carrega experiências que ultrapassam sua própria existência. Em cena, Justina conversa com um bebê sobre a vida e a liberdade. A música, a dança e a presença física da atriz conduzem uma narrativa em que o tempo deixa de obedecer à cronologia.

Criado em 2022, o espetáculo nasceu de um processo de formação e investigação dramatúrgica desenvolvido por Takaiúna em parceria com Claudia Eid Asbún. Durante a pesquisa, Takaiúna desenvolveu o conceito de “elementos-pontes”, expressão utilizada para identificar elementos cênicos que compartilham uma cosmologia comum em diferentes territórios da América Latina. O trabalho já circulou por festivais, universidades, Pontos de Cultura e espaços culturais comunitários da América Latina e do continente africano.

A presença de Claudia Eid Asbún em Aparecida de Goiânia vai além da direção do espetáculo. A oficina Palavras Necessárias propõe uma investigação sobre os caminhos da escrita para o teatro. A atividade parte das estruturas clássicas da dramaturgia e avança em direção a formas contemporâneas de construir narrativas. Um dos pontos centrais é a identificação dos chamados detonadores criativos: experiências, percepções e inquietações pessoais capazes de impulsionar a criação artística.

Dramaturga, diretora, atriz e jornalista, Claudia Eid Asbún está à frente da companhia independente El Masticadero, fundada em 2005, na Bolívia. Também dirige a Oficina Permanente de Teatro da Universidade Privada Boliviana (UPB), em Cochabamba. Sua produção dramatúrgica integra publicações na Bolívia, Espanha, Argentina e Cuba.

Outro desdobramento da temporada é a publicação de “1888” em formato de livro, que será distribuído gratuitamente a escolas, bibliotecas e Pontos de Cultura. A iniciativa amplia o alcance do projeto ao permitir que a dramaturgia continue circulando para além das apresentações.

A escolha dos espaços que recebem a temporada está diretamente relacionada à trajetória do Instituto Justina, organização sediada em Aparecida de Goiânia que desenvolve, desde 2015, atividades de formação, pesquisa, intercâmbio e circulação artística. Reconhecido como Ponto de Cultura em 2019, o Instituto teve sua metodologia “Dramaturgias Emergentes” reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco Ibero-americano de Saberes, em 2022. Em 2026, passou à condição de Pontão de Cultura.

Oficina gratuita: 17 de outubro (sábado), das 14h às 18h, na sede do Instituto Justina. Apresentações gratuitas: 22 de outubro (quinta-feira), às 19h30, na sede do Instituto Justina; 23 de outubro (sexta-feira), às 14h, no CENFI; 24 de outubro (sábado), às 19h30, no Ponto de Cultura Rosa dos Ventos. Classificação indicativa: 18 anos.

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"Pura Loucura" e "Cock" em cena no Teatro Maria Matos

16 October 2026 at 00:36
"Pura Loucura", com encenação de Michel Simeão, ficará em cena até 29 de novembro e "Cock", encenada por Ricardo Neves-Neves, estará em cena até 22 de dezembro, devido à grande procura.

© José Frade

"Pura Loucura", um "policial em forma de comédia" escrito em 1963 pelo dramaturgo alemão Paul Portner, já "Cock" é da autoria do dramaturgo britânico Mike Bartlett escrito em 1980

Novo ciclo de Teatro Sénior começa com ‘Reunião de Condomínio’ no Centro Pastoral de Pêra

15 October 2026 at 18:00

O grupo de teatro do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra sobe ao palco no próximo sábado, dia 17 de outubro, pelas 21h00, para apresentar a peça original «Reunião de Condomínio», no Centro Pastoral de Pêra. O espetáculo, de entrada livre, assinala o início de mais um ciclo de teatro sénior do concelho de Silves, que irá decorrer até ao final de novembro.

Promovida pelo Município de Silves, a iniciativa tem como objetivo possibilitar uma forma de ocupação criativa dos utentes, sendo um meio de combater o isolamento, a depressão e a promoção da interação física e mental dos utentes destes Polos, tornando o processo de socialização dos seniores mais dinâmico na comunidade.

A autarquia convida todos a assistir às produções originais dos grupos de teatro sénior dos Polos de Educação ao Longo da Vida do concelho de Silves.

Conheça os locais e a programação completa do Ciclo de Teatro Sénior:

  • 17 outubro | Grupo do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra com a peça “Reunião de Condomínio” | 21h00 | Centro Pastoral de Pêra, em Pêra;
  • 25 de outubro | Grupo do Polo de Educação de São Marcos da Serra com a peça “O Pátio das Intrigas” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 7 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Silves com a peça “Prédio n. º13” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 8 de novembro | Grupo do Polo de Educação de São Bartolomeu de Messines com a peça “O Capuchinho veio à Vila” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 13 de novembro | Grupo do Polo de Educação de São Bartolomeu de Messines com a peça “O Capuchinho veio à Vila” | 21h00 | Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, em São Bartolomeu de Messines;
  • 20 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Pêra com a apresentação da peça “A Reunião de Condomínio” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 21 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Armação de Pêra com a apresentação da peça “O verdadeiro tesouro” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 22 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Tunes com a apresentação da peça “Entretanto na estação” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves.

Um guião de teatro está a ajudar crianças a conversar no Japão

By: ZAP
15 October 2026 at 16:40
Um programa de apoio após o horário escolar, em Kobe, no Japão, está a ajudar crianças com dificuldades de desenvolvimento a desenvolver a confiança e a autonomia através de atividades teatrais, numa abordagem ainda relativamente pouco comum no país. O programa, denominado Hokagorubi, promove atividades criativas através de peças teatrais com recurso à improvisação. Foi criado por Masatoshi Odaira, em 2020, depois de este ter adquirido experiência na área do teatro durante os seus estudos universitários e, posteriormente, ter ensinado expressão dramática a alunos de uma escola de educação especial. Segundo Odaira, as crianças que tinham dificuldade em manter uma

“Adesso mi ser­vi­rebbe avere una com­pa­gna. Forse le ver­rebbe un esau­ri­mento, ma se mi amasse sarebbe felice di aiu­tarmi”: la confessione di Filippo Bisciglia

15 October 2026 at 15:25

Filippo Bisciglia in queste settimane, come sta ampiamente documentando sui propri social, si sta preparando al debutto in teatro con lo spettacolo “Prima della prima. Il mio viaggio nei sentimenti”, che partirà con una serie di dodici date dal prossimo 13 novembre, quando esordirà al Teatro Alfieri di Torino.

Proprio raccontando della preparazione che sta effettuando in vista di questo debutto e delle prove che sta svolgendo a casa in questo periodo, Bisciglia ha confidato al settimanale “Oggi” di sentire in questo momento il bisogno di avere una donna al proprio fianco: “Adesso mi ser­vi­rebbe avere una com­pa­gna, una con cui pro­vare le bat­tute e chie­derle: ‘È venuta bene? La devo calcà de ppiù?’. Forse le ver­rebbe un esau­ri­mento, ma se mi amasse sarebbe felice di aiu­tarmi. Invece sto qui da solo con ‘sto copione, recito e canto come un pazzo”.

L’attore ha poi anticipato anche qualcosa riguardo al contenuto dello spettacolo che porterà in scena, non da solo, ma accompagnato da quattro attori e due ballerini. “È uno spet­ta­colo di 90 minuti che rac­conta tutto ciò che accade nel came­rino prima di entrare in scena: gli incon­tri coi gior­na­li­sti, le paure, gli intoppi, le sca­ra­man­zie. Farò dei mono­lo­ghi, can­terò, imi­terò. Rac­con­terò di me, dei miei sen­ti­menti, di come sono matu­rato pur rima­nendo il ragazzo che entrò nella Casa del Grande Fratello 20 anni fa”.

L'articolo “Adesso mi ser­vi­rebbe avere una com­pa­gna. Forse le ver­rebbe un esau­ri­mento, ma se mi amasse sarebbe felice di aiu­tarmi”: la confessione di Filippo Bisciglia proviene da Il Fatto Quotidiano.

Está difícil: peça ia estrear em 1978, nunca foi a palco; ia ser agora – mas foi cancelada

15 October 2026 at 12:00
‘Os Emigrantes’ promete ser tão actual como seria há 48 anos. Mas vai ser preciso esperar para vê-la em Setúbal. Dois emigrantes partilham um espaço escuro, pequeno, num teatro abandonado e com poucas condições. Numa situação de solitude. Um dos emigrantes sai do seu país porque tem a ambição de ganhar mais e mais dinheiro. Mesmo que passe por condições desumanas. Para, depois, voltar ao seu país natal para mostrar como a sua vida melhorou. Essa é a sua prioridade, na verdade. O outro emigrante é mais intelectual. Sai do país por motivos políticos. Mas o que lhe resta é

Francesco Toscani vince la prima edizione di “Teatro, specchio del tempo”

14 October 2026 at 03:45

Si è svolta ieri al Teatro Franco Parenti la presentazione del vincitore della prima edizione di “Teatro, specchio di un territorio”, il bando dedicato alla nuova drammaturgia che racconta la cultura, la storia e i linguaggi della Lombardia. A premiarlo, l’Assessore alla Cultura di Regione Lombardia Francesca Caruso.

L’iniziativa è promossa dalla Fondazione Pier Lombardo, a cura del Teatro Franco Parenti, con il contributo di Regione Lombardia. L’obiettivo è sostenere gli autori che scelgono di misurarsi con l’identità del territorio lombardo, portando sulla scena storie, voci e dialetti di una regione plurale.

Sono quarantacinque i testi che hanno partecipato al bando. Al termine della selezione ne sono rimasti cinque, e tutti i finalisti provengono dalla Lombardia. Francesco Toscani, di Como, con Milano e i morti; Alessandro Ceresi, di Milano, con L’ort; Edoardo Coppi, di Suzzara, nel Mantovano, con Ossa; Riccardo Francesco Vicardi, di Treviglio, in provincia di Bergamo, con Milano non ha paura; Daniela Annamaria Mandelli, di Garbagnate Milanese, con Sem chi. Una geografia che attraversa la regione, dal Lario alla Bassa mantovana, dalla Bergamasca all’hinterland milanese.

Teatro specchio di un territorio – Mise en espace di Milano e i morti di Francesco Toscani, regia di Claudio Autelli. Courtesy of Teatro Franco Parenti

I cinque lavori sono stati infatti affidati ad altrettante realtà lombarde di produzione e formazione teatrale, incaricate di realizzare le mise en espace: Lab121, CTB, Farneto Teatro, Teatro Fraschini e Teatro dei Filodrammatici. Il progetto mette così in relazione la nuova scrittura con teatri e compagnie attivi in diversi territori, creando una rete che unisce autori e professionisti della scena.

Le cinque mise en espace sono state presentate lunedì 12 ottobre al Teatro Franco Parenti, in una sessione interna riservata alla giuria. A valutarle una commissione presieduta da Andrée Ruth Shammah, di cui fanno parte Anna Bernardini per Regione Lombardia e Monica Gattini per la Fondazione Pier Lombardo, insieme a tre giornalisti: Fabio Francione de La Provincia di Lodi, Sara Magnoli de La Prealpina e Giorgia Valeri di Famiglia Cristiana.

A vincere il premio è Milano e i morti, di Francesco Toscani, presentato da Lab121 con la regia di Carlo Autelli. Racconta la storia di due amiche che abitano nella stessa città, Milano, pur vivendola in modo molto diverso. Clara vive in centro, mentre Laura vive a Corsico. Il loro rapporto si sviluppa in una ricerca di salvezza e di evasione dal luogo in cui sono cresciute, un tentativo di evasione dalla propria solitudine. L’evoluzione del loro rapporto racconta anche le trasformazioni della città, attraverso i cambiamenti economici, sociali, e del paesaggio. La storia di due esistenze, che attraversano la città senza essere viste.

Francesco Toscani

  «Milano e i morti di Francesco Toscani risulta fin dalla mise en espace di avere una produzione teatrale per la capacità di leggere con l’elastico temporale di storie minime e private l’essenza stessa della città e del territorio lombardo con le sue contraddizioni, trasformazioni, fragilità, e punti di forza sottolineati anche nella caratterizzazione dei personaggi con le loro interazioni e i loro pensieri interiori – scrivono i giudici –. Il testo riesce inoltre a portare in scena i timori, i dubbi, le aspettative, i sogni e i dialoghi dei e delle giovani di ieri come di oggi e il loro spesso taciuto bisogno di avere ascolto da parte di un mondo adulto che si mostra talvolta incapace di affrontare il mutamento e le paure. Un portato che da un lato mostra l’apertura del cuore e dall’altro dà corpo e voce all’amarezza di chi, anche se ce la fa, non si sente più parte di una comunità».

Per l’opera vincitrice è previsto un percorso di produzione a cura del Teatro Franco Parenti presso la “Bottega dell’arte” di Trivolzio (Pv) e la presentazione a Milano, in una delle sale della sede storica, nella stagione 2026/2027. 

Con questa prima edizione, “Teatro, specchio di un territorio” si propone come un laboratorio stabile per la drammaturgia contemporanea regionale, capace di intercettare nuove voci e di valorizzare il patrimonio di storie, memorie e linguaggi che la Lombardia continua a produrre.

L'articolo Francesco Toscani vince la prima edizione di “Teatro, specchio del tempo” proviene da Linkiesta.it.

'El caballero de Olmedo': más que una obra

13 October 2026 at 18:16
Víctor Sáenz es don Alonso en '·El caballero de Olmedo' de Laila Ripoll.

“Que de noche le mataron / al Caballero, / la gala de Medina, / la flor de Olmedo”. Sabiendo desde el principio lo que va a ocurrir, El caballero de Olmedo te mantiene en vilo de principio a fin. Es una obra escrita con un verso sencillo, bello y de una musicalidad apabullante. Una obra de oscuridad y muerte, pero a la vez alegre, luminosa y vital, como muchas otras de nuestro Siglo de Oro. Una obra marcadamente dramática que se funde con sutiles elementos cómicos, un equilibrio maestro como solo sabía trazarlo el ingenio inigualable de Félix Lope de Vega.

Una obra guiada por un fondo trágico, sombrío y premonitorio, que le anuncia constantemente al espectador un destino inexorable. Una obra profundamente romántica, empapada de un amor arrebatado e imparable que desafía a la lógica. Una obra de lenguaje afilado y palabras cortantes que también hieren las entrañas tanto o más que las espadas sobre la arena.

Una obra imperecedera que recoge, con pulso firme y maduro, los elementos más destacables, vivos y funcionales del Arte nuevo de hacer comedias. Una obra de orfebrería teatral donde las sombras hablan, murmuran entre las esquinas y se erigen casi como un personaje corpóreo más.

Una obra donde late con fuerza el espíritu de aquel Federico García Lorca, donde habita la pureza nómada de La Barraca y la verdad del teatro del pueblo. Una propuesta de la Compañía Nacional de Teatro Clásico bajo la dirección de la siempre impecable Laila Ripoll, quien firma una de sus puestas en escena más personales e inspiradas.

Teatro áureo

Una obra de envidias soterradas y celos enfermizos; retrato fiel de un mal endémico que parece grabado a fuego en nuestra propia naturaleza. Una obra donde el oficio de Toni Misó y la frescura escénica de Víctor Sáinz sobresalen con luz propia en cada intervención, otorgando al texto una verdad tangible. Una obra donde el resto del elenco, cómplice absoluto de la propuesta, se muestra cargado de emociones sinceras e interpreta el verso con una maestría y una naturalidad que se agradece.

Una obra de pasión desmedida y de misterio rural. Una obra con alusiones directas a La Celestina en la siniestra naturaleza de su alcahueta y en el simbólico collar donado como premio y condena. Una obra de contrastes absolutos, con un noble caballero que representa la virtud y un caballero rastrero movido por el rencor.

Una obra donde el sueño premonitorio y los avisos del más allá no logran que el protagonista se retire de su empeño fatal. Una pieza perfecta con dama y con hermana, con padre protector y con soberano justiciero, para no ser menos en el engranaje del teatro áureo. 

En definitiva, una obra de referencia obligada y estudio constante del teatro bien hecho. Una obra con una puesta en escena delicada, de buen ritmo, elegante y respetuosa con un texto excelente. Una joya que uno nunca, por muchas veces que regrese a ella, se cansa de ver si nos la ofrecen sobre las tablas con tanto talento dentro.


El caballero de Olmedo, de Lope de Vega, adaptada y dirigida por Laila Ripoll, en el Teatro de la Comedia de Madrid hasta el 22 de noviembre

Uma Antígona contra o despejo: "Até onde queremos ir?"

13 October 2026 at 16:49
Com a crise da habitação no centro da atualidade, "O Mal na Raiz" recupera a figura da tragédia grega para fixar a reflexão na realidade lisboeta. A peça de Guilherme Gomes estreia-se no São Luiz.

© Luis Belo

Com interpretações de Nuno Nunes, Siobhan Fernandes (na foto) e Sónia Barbosa, a peça não esconde a intenção de se afirmar como manifesto e apelo a uma cidadania ativa.

LAMA Teatro estreia «O Vendedor de Gomas que Ensinava Zeca aos Putos» em Faro

11 October 2026 at 21:25

A peça de João de Brito cruza memória familiar e canções de Abril, de 16 a 18 de outubro, na LAMA Black Box. A estreia assinala os 16 anos da companhia.

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Aitana Sánchez-Gijón: “Ya están aquí. Censurando, denunciando, ganando. Y nos lo estamos comiendo”

11 October 2026 at 04:40

El domingo 27 de septiembre, cuando las primeras tiendas de campaña de la madrileña Puerta del Sol no llevaban ni 24 horas levantadas, Aitana Sánchez-Gijón visitó la acampada naciente. Repartió kilos de plátanos y empanadas a los jóvenes que no pensaban moverse de ahí en los próximos días. Saludó a su hijo mayor, el cantante Teo Lucadamo, quien había pernoctado con ellos. Grabó un vídeo para sus redes sociales: “Si estáis por Madrid, en vuestras ciudades, organizaos, acampad y haceos oír. Todas y todos juntos creo que podemos conseguir grandes cosas”, pidió a sus seguidores. Y se fue a trabajar, a Alcalá de Henares, donde esos días representaba la obra Malquerida, actualmente de gira. Mientras actuaba, el vídeo se viralizó y su visita se convirtió en uno de los momentos más comentados de aquel primer día de acampada. Lo que estaba sucediendo en Sol, esa rabia acumulada, no era solo cosa de jóvenes.

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Estilismo:

Beatriz Machado

Maquillaje y peluquería:

Alba Esteban (TEN Agency)

Manicura:

Lucero Hurtado para OPI

Producción:

Cristina Serrano

Asistentes de fotografía:

Maitane Huidobro y Ayub El Kadmiri

Asistente de estilismo:

Paloma Gutiérrez

Asistente de producción:

Marina Marco

© Pablo Zamora (EL PAÍS)

Aitana Sánchez-Gijón viste con abrigo de Sportmax, camiseta de American Vintage, vaquero de Zara, zapatillas de Veja y anillo de Helena Rohner.

Bárbara Branco ainda se pergunta "Estarei à altura?"

10 October 2026 at 19:27
Estreou-se aos 13 anos, fez telenovelas e aos concerto teatrais e é agora a narradora de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o Podcast Plus do Observador. Esta é a história de Bárbara Branco.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Podia ter sido Annie Silva Pais numa série, mas Bárbara Branco acabou a narrar a história dela em podcast

Como A Caça ao Estripador se transformou numa peça de teatro

10 October 2026 at 01:25
Se adorou ouvir o podcast plus, não vai querer perder a hipótese de mergulhar n'A Caça ao Estripador de Lisboa: a primeira peça de teatro imersivo que nasce de uma investigação do Observador.

Festival de Teatro de Viana do Castelo apresenta 10 espetáculos em nove dias

9 October 2026 at 14:56

 A 10.ª edição do Festival de Teatro de Viana do Castelo, hoje apresentado publicamente, vai apresentar de 13 a 21 de novembro 10 espetáculos diferentes e 12 representações.

O festival, uma organização conjunta do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana e da Câmara Municipal, “que tem como marca a inclusão”, apresenta, pela primeira vez, uma peça com um ator com deficiência em palco.

Paulo Azevedo vai interpretar, no dia 20 de novembro, às 21:30, no teatro Sá de Miranda, a peça “O tamanho das coisas”, com direção de Marco Paiva, da Terra Amarela – Criação Artística Inclusiva.

“Uma das marcas do festival é a acessibilidade, estamos sempre a trabalhar para nos adaptarmos aos desafios da acessibilidade e esta peça ‘O Tamanho das Coisas’ tem, por isso, um simbolismo especial”, sublinhou o diretor artístico do festival, Ricardo Simões

Ricardo Simões destacou ainda a peça “Só eu é que não tenho!”, que arranca em digressão na segunda-feira, com 52 representações nas escolas do concelho de Viana do Castelo, sendo que o evento tem espetáculos para os idosos residentes em lares.

A peça “Os Lusíadas”, com interpretação de António Fonseca, da Companhia Nacional de Espetáculos, sobe ao palco do teatro municipal, no dia 15 às 19:00.

Outros dos destaques apontados por Ricardo Simões são os espetáculos “Veneno”, com Albano Jerónimo, da Teatro Nacional 21, e “Ensaio sobre a lucidez”, pela companhia de teatro do Chapitô.

Como destaque internacional, o diretor artístico do festival realçou a peça “Dolce far niente”, de Lucía Satta, uma coprodução da companhia Desattada/Centro Dramático Galego.

A programação arranca a 13 de novembro com “A Menina”, encenada por Rita Lello, pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana (CDV). No dia 14 de novembro, é levada ao palco “O Despertar das Borboletas”, por Ricardo Ribeiro, também do Teatro do Noroeste-CDV.

“Entrelinhas”, cocriação de Tiago Rodrigues e Tonán Quito, por Homembala, é apresentado a 18 e 19 de novembro.

O programa encerra dia 21 de novembro com “Esta noite improvisa-se com Bergman”, de Mónica Calle.

Uma oficina de escrita com Alex Cassal antecipa, no dia 11, o arranque do festival que inclui ainda uma residência artística com Mónica Calle e uma aula magistral de interpretação.

Com um “forte compromisso com a acessibilidade, o Festival de Teatro de Viana do Castelo é o único em Portugal em que todas as récitas incluem tradução simultânea em língua gestual portuguesa, legendagem em português e inglês, reconhecimento de palco e audiodescrição”.

O TUViana – Transportes Urbanos de Viana é uma das apostas do festival com a iniciativa “Venha ao Festival com o TUViana”.

Presente na conferência de imprensa de apresentação do festival, o vice-presidente da Câmara Municipal e vereador da Cultura, Manuel Vitorino, disse que o evento tem “créditos firmados”, realçando a relação com o público escolar.

O município apoia o evento, através do Contrato Programa de Desenvolvimento Cultural com o Teatro do Noroeste, com cerca de 37.800 euros.

Manuel Vitorino referiu que o festival sofre um interregno no dia 14 de novembro para a antestreia da longa-metragem de animação, produzida pela Watermelon Productions, inspirada numa lenda de Viana do Castelo.

“Viana, a Lenda dos Corações de Ouro” conta com as vozes de, entre outros, Daniela Melchior, Pêpê Rapazote, Diogo Piçarra, Luke Newton, Michael McElhatton, Melânia Gomes, Vasco Palmeirim e Nuno Markl.

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Outubro traz dois festivais , muita música e uma estreia inesperada no Cineteatro Louletano

8 October 2026 at 07:03

Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares, do lado de cá e de lá do Atlântico. Isto porque, neste mês, haverá duas peças com companhias vindas diretamente do Brasil, mais concretamente da Amazónia e de São Paulo.

E no dia 9, sexta-feira, há dança, com a junção da Companhia Maior e a do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A peça chama-se “A esta hora, na infância neva” e é um espetáculo que cruza a infância e as gerações mais velhas e que conta com a participação de crianças previamente selecionadas, que irão “espelhar” os(as) intérpretes adultos(as) em alguns momentos. Na peça, os bailarinos mais velhos têm corpos que perdem força e velocidade, mas que ganham em definição e intenção. Em simultâneo, as gerações mais novas criam um espelho que nos permite refletir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos… 

No fim de semana, sábado e domingo, há duas peças vindas do Brasil, no âmbito do Festival Todos São Palco – Mostra de Teatro Além do Equador, organizado pelo Teatrão. Sábado, dia 10, às 21h00, temos “O Avesso da Pele”, pelo Coletivo Ocutá, de São Paulo. A peça baseia-se no romance premiado de Jeferson Tenório (vencedor do prémio Jabuti 2021 na categoria Romance Literário). Conta a estória de um professor que é assassinado pela polícia, e a procura de um sentido, por parte do filho, numa busca pelo passado da família. 

Já no domingo, às 17h00, é a vez de “As Cores da América Latina”, peça que vem da Amazónia, da cidade de Manaus, com a Companhia Panorando. O espetáculo possui como norte três manifestações latino-americanas, a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e Cavalo-Marinho (Brasil) em intersecção com a Dança e o Teatro. Esta peça conta com o recurso de Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão. O Festival traz consigo três oficinas de participação, nos dias 8, 10 e 11, nas quais se poderá inscrever através do email cinereservas@cm-loule.pt. Mais informações no site do Cineteatro Louletano.

A 13 de outubro, cinema, com mais um filme do ciclo Filme Francês do Mês, organizado pela Alliance Française em colaboração com o CTL. O título é “Grand Paris”, de Martin Jauvat (2022). Conta a estória de Leslie, um jovem parisiense que vive nos subúrbios, e do seu amigo, Renard. Ambos entram numa aventura, com a descoberta de um misterioso objeto que lhes dá dinheiro rapidamente. É no Auditório do Solar da Música Nova, às 21h00. 

À mesma hora, ali ao lado, no Palácio Gama Lobo, entre as 19h00 e as 21h00, decorre a oficina “Experimenta Criar (Invenção da Natureza)”, pela Gira Sol Azul. A oficina parte de conceitos científicos, filosóficos e históricos sobre a natureza e propõe exploração sonora e criação musical coletiva. É dirigida a todas as pessoas do setor da Educação e ao público em geral.  Inscrições pelo email cinereservas@cm-loule.pt

coleTA estreia «A Excepção e a Regra» de Brecht em Lagoa

2 October 2026 at 00:20

O coleTA regressa aos palcos com «A Excepção e a Regra», de Brecht, dirigida por António Durães e interpretada por sete jovens atores residentes no Algarve.

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Loulé celebra Dia Internacional do Idosos com espetáculo de revista

22 September 2026 at 06:34

A Câmara Municipal de Loulé vai assinalar o Dia Internacional do Idoso (1 de outubro), promovendo um espetáculo de teatro de “revista à portuguesa” – “Sempre que a Revista Canta!”, para as pessoas séniores do concelho. Esta iniciativa acontece a 3 de outubro, pelas 15h, no Pavilhão Multiusos 25 de Abril, em Almancil.

Neste espetáculo cheio de humor e música, a crítica social e política é a base. O humor é mordaz, elegante e não foge aos temas que incomodam, sempre com trocadilhos inteligentes.

Inspirado no tema “Sempre que Lisboa canta”, o espetáculo promete momentos de grande comicidade: desde um improvável motorista da UberTuga, a uma carta reveladora que “põe tudo a nu”, sem esquecer brincadeiras com uma das figuras mais populares do momento.

Além do regresso muito esperado de Cidália Moreira, a eterna “Cigana do Fado” e figura incontornável do panorama artístico português, o espetáculo conta com nomes como Vítor Emanuel, Maria Tavares e Bárbara Santos.

Os interessados (com 65 ou mais anos) poderão inscrever-se até ao dia 28 de setembro, através do telefone 289 400 886 ou acao.social@cm-loule.pt

A entrada é livre. O Município assegura também o transporte.

A Autarquia de Loulé pretende, desta forma, proporcionar uma tarde de convívio e animação à população idosa das várias freguesias do concelho.

O Dia Internacional do Idoso é celebrado anualmente a 1 de outubro, e foi instituído em 1990 pela Organização da Nações Unidas, com o propósito central de sensibilizar a sociedade global para as oportunidades e desafios associados ao envelhecimento demográfico. Esta data assume um papel vital na redefinição do lugar que a população sénior ocupa nas nossas comunidades.

As políticas municipais em Loulé pretendem garantir que o envelhecimento seja vivido com dignidade, segurança e inclusão, não apenas como um ato de respeito para com as gerações mais velhas, como também como um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e coesa.

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