Luís Neves assegurou que as forças de segurança agirão dentro da lei, mas avisou: tendas no espaço público "não podem violar" direitos de outros cidadãos.
Questionado sobre se podia garantir que a PSP não ia exceder os poderes que tem sobre os manifestantes, Luís Neves diz que "são essas as instruções da própria lei".
Chega desafia socialistas a aprovarem pacote de medidas para a habitação e negocia com o Governo isenção temporária de IMI no âmbito do Orçamento do Estado.
André Ventura convocou uma conferência de imprensa para a tarde desta segunda-feira para responder ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, depois de este ter dito que o líder do Chega poderia ganhar o prémio Nobel da hipocrisia
Com o início da semana, alguns dos manifestantes abandonaram o Rossio para ir trabalhar, mas prometem uma desmobilização apenas temporária. "Vamos ficar até sermos ouvidos", garantem ao Observador.
Sébastien Lecornu diz que o objetivo é a proteção de pessoas e bens, em particular dos estabelecimentos comerciais. Ainda, Livre agenda debate de urgência sobre habitação para a próxima quarta-feira.
Centenas de estudantes bloquearam a entrada do Louvre. Governo anunciou apoio ao desemprego a 100% e recolher obrigatório após fim-de-semana de violência, com mais de mil detidos.
Partido considera que manifestações da última semana exigem soluções concretas e imediatas. Ainda, falha informática está a afetar o Serviço Nacional de Saúde e obriga à suspensão de consultas.
Num requerimento dirigido ao presidente do Parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, o grupo parlamentar do Livre solicita a marcação de um debate de urgência para o próximo dia 21 de outubro.
Laurent Nuñez, cujo pedido de demissão foi recusado no domingo pelo Presidente Emmanuel Macron, admitiu à rádio France Inter "falta de planeamento" na mobilização das forças de segurança no sábado.
O ministro da Administração Interna defendeu as ações das forças de segurança e destacou as quase 2.400 detenções efetuadas no país e apelou ainda a uma resposta judicial firme
Pelo menos 29 pessoas foram detidas, após um grupo de encapuzados começarem a atacar os carabineros com objetos contundentes e, posteriormente, com objetos incendiários.
Luís Montenegro (que deve ter gostado de ouvir uma manifestante), Pedro Duarte (que cedeu) e André Ventura (que vai recuar outra vez) são o Bom, o Mau e o Vilão.
A PSP apelou à organização para que desmontasse o acampamento, mas os jovens recusaram. Ainda neste jornal, os protestos em França e o debate entre Flávio Bolsonaro e Lula da Silva.
Já ninguém fala daquilo que levou milhares às ruas de França, é o que diz Carlos Pereira, diretor do LusoJornal. A violência apanhou de surpresa o Estado, que agora quer proteger os comerciantes.
Macron não aceitou a demissão de Laurent Nuñez, a quem pediu para que implemente "o mais rapidamente possível novas formas de ação contra os manifestantes". Ainda, as manifestações no Porto em Lisboa.
Manifestantes dormiram, pela segunda noite, no Rossio, em Lisboa. PSP diz que "não houve repressão e "não há vontade disso". No Porto, Acampada está disposta a ficar na praça até 31 de dezembro.
Apesar dos apelos da polícia, os manifestantes mantêm-se na acampada do Porto, na praça D. João I. Ainda, Chega propõe "pacote legislativo de emergência" para responder aos problemas da habitação.
Os activistas podem ocupar e incendiar que não há risco de os acusarem de violar a lei ou serem violentos – se houver uma flor no cabelo é essa flor que se vai ver, não o lenço que lhes esconde a cara
O anúncio foi feito à Rádio Observador por Maria João Calisto, porta-voz do movimento. Ainda, em França, o Presidente promete punir os manifestantes violentos e apoiar as vítimas dos tumultos.
Em declarações aos jornalistas, no Porto, José Luís Carneiro sugere medidas para a habitação e manifesta solidariedade com os protestos. Ainda, Em Lisboa, manifestantes voltam a pernoitar no Rossio.