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Atingido por tiro, Fred Bruno diz que deputado do PL é despreparado para ter arma: 'Não pode passar impune'

19 October 2026 at 22:45

Em um vídeo publicado nas redes sociais o apresentador do Globo Esporte e ex-integrante do canal Desimpedidos, Fred Bruno, disse que o deputado estadual Marcelo Aguiar (PL-SP) é uma pessoa "despreparada" para ter uma arma em mãos e que ficará à disposição das autoridades para apuração do caso. Ele foi atingido por um disparo de arma de fogo durante uma confusão na casa noturna Santo Cupido, no Itaim Bibi, Zona Sul de São Paulo. ‘Senti um impacto muito grande’: Fred Bruno diz estar bem após ser atingido de raspão por tiro dado por deputado do PL Arma apreendida: Deputado do PL Marcelo Aguiar é detido após disparo de arma em festa em SP — Busquei assessoria jurídica e um médico para fazer um laudo. Vou pegar tudo isso e vou apresentar na delegacia para que todo esse caso seja esclarecido. Um fato como esse não pode passar impune — disse o apresentador no Instagram. — Não pode uma pessoa tão despreparada ter uma arma em mãos. Uma pessoa que estava embriagada, importunando outras pessoas. Initial plugin text O disparo ocorreu durante um desentendimento envolvendo o deputado, que foi detido pela Polícia Militar e levado à delegacia na madrugada. No vídeo, o apresentador esclareceu que não estava envolvido na discussão que resultou no tiro. Ele foi atingido de raspão no pé. Apesar do ferimento, ele afirmou que está bem. Fred destacou ainda sua trajetória de posicionamento contra a violência no esporte e disse que tal defesa "se expande para todas as instâncias" da vida do apresentador. O jornalista ainda fez uma reflexão sobre o porte de armas de fogo: — A gente quer se sentir mais seguro ou a gente quer se sentir mais ameaçado? Sabendo que eu tinha sido vítima de uma bala que ricocheteou, eu me senti muito mais ameaçado do que seguro. O que a gente quer para o nosso futuro, o que a gente quer para os nossos próximos dias? Imagens mostram Marcelo Aguiar sendo amparado por policiais militares durante a abordagem e a condução à delegacia. O parlamentar apresentava dificuldade para caminhar e precisou do apoio dos agentes para se locomover. Marcelo Aguiar é detido após disparo de arma em festa em SP Entenda o caso A ocorrência aconteceu na madrugada desta segunda-feira, após uma confusão na casa noturna. Segundo testemunhas, o deputado apresentava sinais de embriaguez e incomodava outros frequentadores. Relatos apontam que ele teria abordado mulheres, pegado nas mãos delas e encostado nelas. A situação teria provocado a reação de clientes e dado início a uma discussão. As circunstâncias do disparo ainda são investigadas. Uma das versões relatadas por testemunhas aponta que Aguiar sacou a arma durante o desentendimento e atirou contra o chão. Outra versão, registrada inicialmente na ocorrência policial, afirma que o parlamentar caiu e que a arma disparou acidentalmente. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o deputado após o episódio. Segundo informações divulgadas sobre a ocorrência, ele estava em estado de exaltação e precisou ser algemado. Aguiar foi levado ao 14º Distrito Policial, em Pinheiros, onde prestou esclarecimentos e foi liberado. A pistola, para a qual ele possui porte federal, foi apreendida para perícia. Em nota, a assessoria de Marcelo Aguiar afirmou que o parlamentar estava sob efeito de medicamentos fortes, que teriam provocado uma reação adversa, e que acabou se envolvendo em uma discussão. A equipe negou que ele tivesse sido preso. “Em nenhum momento o deputado foi preso. Ele apenas prestou esclarecimentos na delegacia e foi liberado em seguida”, declarou a assessoria. Segundo a nota, Aguiar estava em casa após deixar a delegacia e passaria por uma consulta médica. A equipe afirmou ainda que ele confia na Justiça e tem a convicção de que os fatos serão esclarecidos no momento oportuno. Além da arma, a polícia apreendeu um carro utilizado pelo deputado que circulava com uma placa de veículo oficial da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O automóvel, no entanto, não consta na relação oficial de veículos vinculados ao parlamentar. Em nota, a Alesp informou que o veículo não faz parte da frota oficial e que a Casa acompanha o caso. "A Assembleia Legislativa de São Paulo manifesta preocupação com as informações divulgadas sobre a ocorrência envolvendo o deputado estadual Marcelo Aguiar, na madrugada desta segunda-feira. O caso já está em investigação pelas autoridades policiais competentes. No âmbito administrativo, a Casa abriu uma apuração interna, por conta das placas oficiais encontradas em veículo que não faz parte da frota", disse escreveu. A casa noturna confirmou que houve um incidente envolvendo e que acionou as autoridades. O estabelecimento disse que colabora com as investigações e que não fará outros comentários enquanto as apurações estiverem em andamento. O caso ocorre no fim da passagem de Aguiar pela Assembleia. Na eleição de 2026, ele recebeu 37.585 votos, mas não conseguiu se reeleger e ficou como suplente para a próxima legislatura. Após o incidente, as contas do parlamentar nas redes sociais foram colocadas em modo privado. O GLOBO, porém, confirmou que as últimas publicações do cantor eram sobre o ato de campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, na Avenida Paulista, em São Paulo, do qual Aguiar participou. Quem é Marcelo Aguiar? Marcelo Theodoro de Aguiar, de 53 anos, construiu carreira na música antes de entrar para a política. Cantor e compositor, começou no segmento sertanejo e posteriormente passou a se dedicar à música gospel. Foi eleito vereador de São Paulo em 2008 e chegou à Câmara dos Deputados em 2010, onde exerceu dois mandatos, entre 2011 e 2019. Depois de deixar Brasília, tentou retornar à política municipal em 2020, mas não se elegeu vereador. Em 2022, concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa paulista e ficou como suplente. Assumiu uma cadeira na Alesp em janeiro de 2025, após Helinho Zanatta (PSD) deixar o Legislativo estadual para assumir a Prefeitura de Piracicaba, no interior paulista. Em 2026, concorreu à reeleição pelo PL, recebeu 37.585 votos e não conquistou um novo mandato. Aguiar integra a Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Alesp e apresentou propostas relacionadas a temas como turismo religioso e meio ambiente.

Após reunião com organizadas, Boulos reconhece que fim das bets afetou clubes e diz que governo vai 'discutir medidas'

19 October 2026 at 22:22

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), se reuniu nesta segunda-feira (19) com representantes de 35 torcidas organizadas, de diversas equipes de futebol do país, na qual recebeu um documento com demandas do setor. O integrante do governo Lula (PT) se comprometeu a criar um grupo de trabalho permanente no âmbito da gestão federal que vai reunir as torcidas e trabalhar por medidas para este segmento. Leia também: TSE dá 24 horas para Meta comprovar medidas para garantir igualdade entre campanhas de Lula e Flávio Um dos temas que deve ser debatido dentro deste grupo, afirmou Boulos, são alternativas para dirimir o impacto que a proibição das bets e casas de apostas no Brasil, que passou a valer neste mês, no financiamento do futebol nacional. O ministro argumentou que essa é uma “preocupação” e que o governo está “discutindo medidas”, mas que ainda é cedo para se comprometer com alguma ação específica. – As bets patrocinaram boa parte dos clubes de futebol da Série A, da Série B, inclusive inflacionando o patrocínio do futebol. Com a decisão do governo de encerrar a atividade das bets, pelo bem da saúde pública, da sanidade da sociedade brasileira, criou-se um problema, que o nosso governo reconhece, em relação ao financiamento dos clubes de futebol. E o governo está discutindo medidas. Nós não aprofundamos isso aqui hoje com as torcidas, mas certamente será um dos pontos que vamos discutir nesse grupo de trabalho permanente — falou a jornalistas após a reunião. O encontro foi realizado em São Paulo e responde a uma demanda das torcidas organizadas para ter um canal mais direto com o poder público. Realizada a menos de uma semana do segundo turno, a reunião foi fechada e durou mais de duas horas, e nela houve conversas sobre a segurança nos estádios e durante os deslocamentos de torcidas para assistir jogos, e a pauta política não ficou de fora. Alguns representantes reclamaram de uma falta de “atenção” do governo a essas agremiações, que representam a periferia, e que isso estaria levando parte dos torcedores a rejeitarem a esquerda e se aproximarem mais da ideologia da direita. O fim das bets gerou reações diversas no universo do futebol, mas os grandes clubes se uniram para reclamar da medida, argumentando que a proibição vai impactar consideravelmente as finanças dos times, que contavam com o patrocínio das casas de apostas. Até mesmo o Campeonato Brasileiro tinha esse tipo de publicidade. Agora, o governo estuda alternativas para auxiliar o setor sem os recursos vindos deste mercado. Na carta entregue a Boulos nesta segunda, a Associação Nacional das Torcidas Organizadas (Anatorg) pede que Lula se comprometa com uma "agenda de valorização, organização, participação social, prevenção da violência e garantia de direitos das torcidas organizadas", pedindo desde a criação nacional de um dia para homenagear as agremiações, até a revisão de um trecho da Lei Geral do Esporte para diminuir a responsabilização coletiva das torcidas em casos de violência, fazendo com que as punições recaiam sobre os indivíduos que praticam os atos. Boulos com representantes das organizadas, em SP Hyndara Freitas / O GLOBO O grupo de trabalho deve ser montado no Ministério da Secretaria-Geral nas próximas semanas, e vai contar também com integrantes do Ministérios do Esporte, da Justiça e da Cultura. As torcidas organizadas escolherão, coletivamente, como ficará a representação de cada uma delas neste colegiado. Wildner Rocha, conhecido como Pulguinha, integrante da diretoria da Gaviões da Fiel, afirmou que há demandas "de várias áreas do governo, como segurança, cultura e justiça" e que esperam "uma abertura de canal e um diálogo permanente".

Moura e Sebrae lançam programa de formação de fornecedores

19 October 2026 at 22:03

Fortalecer a indústria também significa desenvolver os negócios que integram sua cadeia produtiva. Com essa visão, a Baterias Moura e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) iniciaram o Conexões Corporativas, programa de desenvolvimento de fornecedores que beneficiará 27 pequenas empresas do Agreste pernambucano. A iniciativa prevê uma jornada de capacitação até agosto de 2027, com encontros formativos, consultorias especializadas e acompanhamento individualizado. O programa abordará gestão empresarial, inovação e práticas sustentáveis, de responsabilidade social e de governança, buscando ampliar a eficiência operacional, a competitividade e as oportunidades de crescimento estruturado e de longo prazo dos participantes. Com quase 70 anos de atuação em Belo Jardim, a Moura transformou o município em um dos principais polos industriais da América do Sul, sendo hoje o maior complexo produtivo de soluções em acumulação e armazenamento de energia do continente. A cidade concentra seis das oito plantas industriais da Moura. O Conexões Corporativas integra a estratégia da Moura de fortalecimento do ecossistema empresarial da região, conectando desenvolvimento socioeconômico, sustentabilidade e resiliência da sua cadeia produtiva. Durante o lançamento, Flávio Bruno, diretor de Metalurgia, Compras e Sustentabilidade, e Osenir Virlândio, diretor de Pessoas da Baterias Moura, destacaram a importância da qualificação dos parceiros para construir relações comerciais mais sólidas e gerar oportunidades compartilhadas. A iniciativa também materializa um dos princípios fundamentais da Cultura Empresarial Moura de fortalecer vínculos para construir um futuro melhor. Ao investir no desenvolvimento de fornecedores locais, a companhia reforça seu papel na construção de uma cadeia produtiva mais preparada para os desafios da indústria e para o crescimento econômico do Nordeste e do Brasil.

Menopausa: até 70% das mulheres no climatério relatam sintomas de insônia

19 October 2026 at 22:01

As mudanças hormonais do climatério podem afetar a qualidade do sono e provocar dificuldades para adormecer, despertares durante a noite e cansaço ao longo do dia. Estimativas apresentadas pela ginecologista e pesquisadora Helena Hachul, do Instituto do Sono/Afip, indicam que entre 60% e 70% das mulheres nessa fase relatam sintomas de insônia.

A questão ganha importância diante da expectativa de vida feminina. Como a menopausa ocorre, em média, por volta dos 50 anos, e a expectativa de vida das mulheres brasileiras chega a aproximadamente 80 anos, os cuidados com o sono são importantes para a saúde e a qualidade de vida nas décadas seguintes.

“Compreender o que está por trás das noites mal dormidas é fundamental para direcionar o cuidado e evitar que essas dificuldades sejam consideradas uma consequência inevitável do envelhecimento”, afirma a especialista.

Durante o climatério, as oscilações hormonais podem interferir na regulação da temperatura corporal. Os fogachos e os suores noturnos, por exemplo, podem provocar despertares repentinos, acompanhados de transpiração e aceleração dos batimentos cardíacos. Quando esses episódios são frequentes, o sono pode ficar fragmentado e menos reparador, favorecendo o cansaço e a irritabilidade durante o dia.

No entanto, nem toda dificuldade para dormir está relacionada aos fogachos. A insônia também pode estar associada à ansiedade, às alterações de humor, às dores e a outros problemas de saúde que interferem no descanso.

Menopausa e apneia do sono

A menopausa também está associada ao aumento do risco de apneia obstrutiva do sono, distúrbio caracterizado por interrupções ou reduções da respiração durante a noite. Entre os sinais que merecem atenção estão ronco frequente, cansaço persistente, dor de cabeça ao despertar e sensação de não ter descansado, mesmo após várias horas na cama.

“É importante olhar para o sono de forma individualizada. Duas mulheres podem relatar que dormem mal durante a menopausa, mas apresentar causas diferentes para o problema. Identificar o que provoca os despertares é essencial para definir a abordagem mais adequada”, explica Helena Hachul.

Os efeitos das noites mal dormidas não se limitam à disposição no dia seguinte. A privação persistente do sono e a insônia crônica podem prejudicar a regulação emocional, a memória e a saúde cardiometabólica. Além disso, dificuldades para dormir e alterações de humor podem se influenciar mutuamente, o que reforça a importância de avaliar esses fatores em conjunto.

Quais são os tratamentos?

O tratamento depende das causas das alterações do sono e pode combinar diferentes abordagens. Quando os despertares estão relacionados aos fogachos e aos suores noturnos, controlar esses sintomas pode ajudar a melhorar o descanso.

“Entre as opções estão a terapia hormonal, indicada após avaliação individual, e medicamentos não hormonais específicos para os sintomas vasomotores”, explica a médica.

Em junho de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o fezolinetanto, comercializado com o nome Veoza, para tratar ondas de calor e suores noturnos moderados a intensos associados à menopausa. O medicamento atua nos mecanismos cerebrais envolvidos na regulação da temperatura corporal e pode contribuir para melhorar o sono de mulheres cujo descanso é prejudicado por esses sintomas. Segundo as informações do material divulgado pelo Instituto do Sono/Afip, o medicamento ainda não está disponível nas farmácias brasileiras.

Para casos de insônia crônica, a terapia cognitivo-comportamental específica para o problema é uma das abordagens recomendadas. Quando há suspeita de apneia obstrutiva do sono ou de outro distúrbio, a investigação médica é necessária para definir o tratamento adequado.

A escolha da abordagem deve considerar os sintomas, o histórico de saúde e as necessidades de cada mulher. Por isso, dificuldades persistentes para dormir não devem ser consideradas uma consequência inevitável da menopausa. A avaliação profissional ajuda a identificar as possíveis causas e a orientar os cuidados necessários.

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© MAGNIFIC/BANCO DE IMAGENS

Durante o climatério, as oscilações hormonais podem interferir na regulação da temperatura corporal.

Moradores da Maré se mobilizam para divulgar locais de votação

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“Pensei em todo momento em desistir”. A declaração é do fotógrafo Marlon Soares, morador do Complexo da Maré, conjunto de 16 comunidades onde moram cerca de 140 mil pessoas, na zona norte do Rio de Janeiro.

Ele se refere à a dificuldade para conseguir votar no dia 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições gerais. Marlon é um dos quase 17 mil eleitores da Maré que tiveram o local de votação alterado este ano em relação à eleição de 2024.

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“Eu estou muito incomodado com essa decisão de mudança de local de votação”, disse à Agência Brasil.

“Sempre votei lá, inclusive, é o mesmo local de votação da minha família. Era o melhor local para votar, por conta da fila, que não existia”, complementa ele, que relata ter encontrado “filas gigantescas” no novo endereço.

“Me jogaram para outro bairro. Tive que pegar condução para chegar e fiquei mais de duas horas na fila para conseguir votar”, conta.

Rejane Barcelos é moradora da Vila do João, uma das comunidades da Maré. Ela conta que costumava votar em uma escola perto de casa, mas que, este ano, foi direcionada para uma igreja, em outro bairro. 

“Lá não passa ônibus perto, não passa nada perto. Ainda bem que eu tinha um dinheirinho para pedir Uber”. 

Ela diz ainda que precisou enfrentar uma fila imensa sob sol forte. “Tinha um povo vindo da missa e outro indo votar. Um tumulto. Tive muita dificuldade para conseguir entrar e poder votar”, lembra.

Troca de endereço em relação a 2024

A alteração do local de exercício do voto este ano para seis cargos, incluindo o de presidente, que terá segundo turno no próximo domingo (25), foi decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Segundo o TRE, os novos locais de votação ficam fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, afastados de territórios dominados por facções rivais e o mais próximo possível de cada local de votação substituído.

No estado, 72 locais de votação foram alterados em relação a 2024 por questões de segurança. As mudanças aconteceram em 20 cidades, incluindo a capital. A medida afeta cerca de 202 mil eleitores.

Especificamente no Complexo da Maré foram 16.907 eleitores, todos pertencentes a 41 seções pertencentes à 161ª Zona Eleitoral, segundo informou o TRE-RJ à Agência Brasil.

Veja os locais alterados na região em relação às eleições de 2024:

  • 7.268 eleitores que votavam na Escola Municipal Professor Josué de Castro passaram a votar no Centro Educacional Gama E Souza
  • 4.907 eleitores que votavam na Escola Municipal Teotônio Vilela passaram a votar no Bonsucesso Futebol Clube
  • 4.732 eleitores que votavam na Escola Municipal Professor Paulo Freire passaram a votar na Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso de Inhaúma

Em relação ao local de votação do primeiro turno das eleições deste ano, o Rio de Janeiro terá mudança em apenas um endereço: no bairro de Brás de Pina, na zona norte da capital fluminense (seções 123, 124, 125, 126 e 127 da 188ª Zona Eleitoral), segundo o TRE-RJ.

Abstenção

De acordo com levantamento feito pela Agência Brasil com base nos Boletins de Urna, que mostram o total de votos de cada urna eletrônica, a abstenção nas 41 seções eleitorais da Maré que tiveram o endereço transferidos em relação a 2024 chegou a 31,07%, superando os 21,08% da média nacional.

Segundo o estudo Como vota a Maré, elaborado pela organização não governamental Redes da Maré, os dados não permitem estabelecer uma relação causal direta entre a mudança dos locais e a abstenção, especialmente porque houve crescimento do eleitorado, “mas reforçam a preocupação com as barreiras de acesso produzidas pelos deslocamentos para fora do território”.

No domingo de votação, o TRE não relacionou aumento de abstenção à mudança de local de votação. 

Meses antes da votação, a Justiça Eleitoral orientava os eleitores a consultar previamente o endereço do local de votação. 

À Agência Brasil, o TRE-RJ enfatizou que o transporte público no dia da votação é gratuito no país, com base na Resolução 23.759/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O TRE-RJ informou que ofereceu, por meio do projeto Seu Voto Importa, transporte especial adaptado para eleitores com mobilidade reduzida, no Complexo da Maré, “mas não houve procura”.

Mobilização

Para orientar moradores e tentar baixar a abstenção no conjunto de comunidades, a Redes da Maré realiza de terça-feira (20) a sexta-feira (23) a mobilização Esquinas por Direitos, conversando com os moradores sobre o direito ao voto. Os pontos exatos de ação podem ser consultados diariamente no perfil da instituição. 

A ONG também divulga informações sobre o voto pelas redes sociais, o que inclui o esclarecimento de que quem não votou no primeiro turno pode votar normalmente no dia 25. O mesmo vale para quem ainda não tem a biometria cadastrada. 

“Antes de sair de casa, confira seu local de votação e a situação do seu título eleitoral”, frisa uma das postagens, acrescentando que a ocorrência de filas deve ser menor, uma vez que no Rio de Janeiro, não haverá segundo turno para governador. “Só votaremos em presidente”, orienta.

Além disso, moradores trocam informações sobre o direito democrático por meio de aplicativos de mensagens.

>> Veja aqui como consultar o local de votação e seção eleitoral 

Efeito das alterações

De acordo com o Como Vota a Maré, a abstenção deste ano foi maior que a de 2024 (28%), quando o conjunto de comunidades também tinha passado por mudança massiva de locais de votação.

Nas contas da ONG, em quatro anos, 50% dos eleitores tiveram novos pontos de exercício do voto.

Para a instituição, o impacto dessas mudanças envolve, principalmente, questões de acessibilidade e mobilidade urbana, pois altera rotas de deslocamento entre residências e seções eleitorais, especialmente de eleitores que antes votavam dentro da Maré.

“A transferência pode significar aumento do tempo de caminhada, necessidade de atravessar grandes vias como a Avenida Brasil e Linha Amarela, ausência ou inadequação de transporte público, trajetos percebidos como inseguros e a necessidade de sair do próprio território para votar, o que impacta desproporcionalmente jovens, mulheres chefes de família, pessoas com deficiência e pessoas idosas que vivem na Maré”, avalia a ONG, que estima em 62% a proporção de pretos e pardos no Complexo da Maré.

A Redes da Maré acrescenta que “transporte gratuito não é suficiente quando o transporte não chega ao território”.

A analista de Incidência Política da Redes da Maré, Lia Manso, destaca que o voto e a participação democrática são elementos centrais para qualquer pessoa. Ela lembra que o voto “foi um direito arduamente conquistado e reafirmado em um contexto de redemocratização”.

“A luta por ele não está terminada”, diz à Agência Brasil.

Segundo ela, grande parte dos moradores da Maré “são pessoas que estão, de alguma forma, precarizadas pelos direitos” da segurança pública ao saneamento, passando por educação, cultura e o voto.

“O trabalho da Redes da Maré neste momento é estar nas ruas, trazer a dinâmica do debate sobre o voto e a importância da participação democrática, exercendo o direito ao voto, dizendo que o nosso voto importa, não só porque é um direito individual, mas porque impacta coletivamente o território e a vida de todas nós”, avalia a advogada.

México faz denúncia aos Estados Unidos após morte de migrante sob custódia do ICE

19 October 2026 at 21:40

O governo do México anunciou que apresentará uma nova denúncia às autoridades dos Estados Unidos após a morte de mais um cidadão mexicano sob custódia do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, na sigla em inglês). Emiliano Andrade Covarrubias, de 56 anos, morreu em um centro de processamento migratório em Laredo, no Texas, aumentando para 18 o número de mexicanos mortos sob custódia da agência durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, de acordo com o jornal El País. Leia mais: México busca responsabilização criminal nos EUA por mortes de imigrantes durante operações do ICE Quer morar fora? Veja guia interativo do GLOBO que reúne informações sobre 36 países Quer ler mais notícias de Mundo? Acompanhe o canal no WhatsApp Em sua entrevista coletiva matinal diária, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, lamentou a morte de Emiliano e explicou o quadro de saúde dele: — Este compatriota foi detido em junho e, segundo o que a família nos informou, ele sofria de diabetes e hipertensão e, provavelmente, não tinha acesso a todos os medicamentos de que precisava — contou. Ao jornal The Texas Tribune, o deputado Henry Cuéllar afirmou que a morte de Andrade foi constatada no sábado, às 10h, e que funcionários do Centro de Processamento Rio Grande o encontraram inconsciente durante uma inspeção de rotina. O ICE ainda não divulgou informações oficiais sobre a morte de Andrade. O jornal El País entrou em contato com a agência, mas não obteve resposta. A Secretaria de Relações Exteriores do México enfatizou que o governo de Sheinbaum "adotou medidas diplomáticas e jurídicas", incluindo o envio de notas diplomáticas ao Departamento de Estado dos EUA, denúncias às autoridades competentes e ações para facilitar o acesso das famílias dos migrantes à assistência jurídica. No domingo, a chancelaria mexicana afirmou que "solicitou às autoridades americanas uma investigação rápida, completa e transparente". Na surdina: ICE detém 10 mil imigrantes em cinco dias, dobrando número de prisões diárias A filha de Andrade, Estefani Andrade, contou que soube da morte por meio do escritório do legista do condado de Webb, onde está sendo realizada a autópsia para determinar a causa da morte. Ela, que é cidadã americana e tem 29 anos, disse que a família iria buscar os pertences do pai no centro de detenção nesta segunda-feira. Questionada pelo El País sobre o caso, Jazmín Castillo, porta-voz do consulado mexicano em Laredo afirmou que o governo aguarda os resultados da perícia para divulgar mais informações. A morte de Andrade elevou para 18 o número de cidadãos mexicanos mortos sob custódia do ICE durante o segundo governo de Donald Trump. Mortes sob custódia do ICE Em agosto, o vice-chanceler Roberto Velasco informou que o México já tinha apresentado 20 denúncias relacionadas a mortes de migrantes sob custódia das autoridades americanas. Entretanto, até então, apenas quatro receberam resposta oficial. Um dos promotores estaduais que respondem à denúncia do México atua na Flórida. O Ministério Público local apoiou a atuação do ICE após a morte de Royer Pérez, de 19 anos, a vítima mexicana mais jovem. Initial plugin text O migrante foi detido em janeiro no condado de Volusia, acusado de falsidade ideológica e de ter resistido à prisão. Ele foi transferido para um centro de detenção estadual, onde morreu. A versão do ICE apontava que Pérez teria cometido suicídio, mas um relatório preliminar do Instituto Médico-Legal (IML) indicou a hipótese de um homicídio cometido pelos agentes penitenciários. No caso, quatro procuradores-gerais estaduais, de Illinois, Califórnia, Texas e Flórida, e outros quatro promotores distritais, de Oxnard, San Bernardino, Chicago e Atlanta, responderam às denúncias, mas apenas para confirmar o recebimento do caso apresentado pelo governo mexicano. Neste ano, Andrade é o segundo migrante a morrer em uma instalação do ICE em Laredo. Antes dele, o também mexicano Félix Alcorta Rodríguez, de 63 anos, faleceu no centro de detenção do condado de Webb em junho. Segundo o ICE, o mexicano também foi encontrado inconsciente e recebeu atendimento médico de emergência antes de ser transferido para uma clínica, onde morreu. Ainda durante a coletiva realizada nesta manhã, Sheinbaum reiterou, por meio do seu governo, apoio jurídico aos mexicanos que vivem nos Estados Unidos: — Somos contra qualquer forma de racismo, especialmente quando afeta nossos compatriotas nos Estados Unidos — concluiu.

Lula e a 'gravata da sorte' no debate da Band

19 October 2026 at 21:33

Lula voltou a recorrer a sua “gravata da sorte” no debate da Band neste domingo. É idêntica à que o petista usou em 2022, quando esteve frente a frente com Jair Bolsonaro na mesma emissora. Há pouco tempo, Lula vestiu a peça ao discursar na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em setembro. E não é em vão. O apetrecho virou uma espécie de amuleto do presidente em eventos importantes de sua trajetória política. A primeira vez de que se tem notícia do uso do acessório foi na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, quase duas décadas atrás. No ano seguinte, também pôs a gravata no lançamento do marco regulatório do Pré-Sal, no anúncio do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 e na COP-15, em Copenhague. O petista também vestiu a peça em encontros com Hugo Chávez e Silvio Santos e durante os interrogatórios com Sergio Moro e Marcelo Bretas em meio à Lava-Jato. Com o mesmo acessório, posou para a capa revista “Time” em 2022, ano em que ainda a usou para ir à posse de Alexandre de Moraes como presidente do TSE. Em entrevista ao FlowPodcast naquele ano, Lula explicou a origem da gravata e disse que ganhou 18 unidades do acessório: — Aquela gravata eu ganhei quando o Brasil ganhou as Olimpíadas em Copenhague. Você pode ver que lá em Copenhague, eu estava com aquela gravata, o Pelé estava e foi uma gravata que o Comitê Olímpico deu para nós.

Mostra Cine Rua Infantil promove oficinas gratuitas em três bairros do Recife

19 October 2026 at 21:23

 

A programação começou neste mês de outubro e segue até novembro, com encontros gratuitos em espaços comunitários do Recife. A iniciativa prevê a produção de três curtas-metragens documentais, com lançamento previsto para dezembro. Os filmes serão construídos a partir das histórias e das experiências das crianças nos locais onde vivem.

As oficinas são realizadas no Ibura, na Zona Sul, na Várzea, na Zona Oeste, e no Pina, também na Zona Sul da capital pernambucana. A proposta é aproximar o público infantil da produção audiovisual e estimular a expressão de suas vivências por meio do cinema.

A formação é conduzida pela fotógrafa, artista e educadora popular Layane Santos, natural da comunidade do Coque, no Recife. Durante os encontros, as crianças aprendem a utilizar o celular para registrar imagens, sons e cenas, além de explorar técnicas como enquadramento e iluminação.

Segundo a facilitadora, a proposta vai além do aprendizado técnico e busca incentivar a criatividade, a escuta e o trabalho coletivo. As atividades também abrem espaço para que as crianças contem suas próprias histórias e compartilhem suas percepções sobre os territórios onde vivem.

Programação das oficinas

No Ibura, os encontros ocorrem na Horta Comunitária Mãos de Milagres, nos dias 21, 24 e 28 de outubro e 7 de novembro. Nas quartas-feiras, as atividades acontecem das 15h às 17h. Aos sábados, o horário é das 10h às 12h.

Na Várzea, a Associação Gris Espaço Solidário recebe as oficinas nos dias 23 e 24 de outubro e 6 e 7 de novembro. Às sextas-feiras, os encontros são das 15h às 17h. Aos sábados, acontecem das 14h às 16h.

Já no Pina, as atividades serão realizadas no Compaz Atriz Leda Alves, na comunidade do Bode, nos dias 27 de outubro, 3 e 5 de novembro, das 15h às 17h30.

Mostra Cine Rua Infantil

Idealizada pela produtora cultural e pedagoga Palas Camila, a Mostra Cine Rua Infantil busca ampliar o acesso ao cinema e incentivar a produção audiovisual entre crianças de comunidades recifenses. O projeto também promove atividades educativas e exibições de filmes em espaços públicos.

A primeira edição foi realizada em 2023, com a exibição de 17 filmes em locais como a Praça Dom Vital, o Pátio de São Pedro e a Praça do Diário, no Centro do Recife. Em 2025, a segunda edição contou com atividades educativas e exibições na Rua da Imperatriz, no Pátio de São Pedro e na Ilha de Santa Terezinha, em Santo Amaro.

A terceira edição conta com incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura do Recife (SIC), por meio do Fundo de Incentivo à Cultura (FIC), com financiamento da Prefeitura do Recife.

RESUMO DA PROGRAMAÇÂO

Ibura (Horta Comunitária Mãos de Milagres - Rua Cantora Clara Nunes, s/n)

21 de outubro (quarta-feira) - 15h às 17h

24 de outubro (sábado) - 10h às 12h

28 de outubro (quarta-feira) - 15h às 17h

07 de novembro (sábado) - 10h às 12h

Várzea (Associação Gris Espaço Solidário - Rua Diogo Barbosa Machado, nº15)

23 de outubro (sexta-feira) - 15h às 17h

24 de outubro (sábado) - 14h às 16h

06 de novembro (sexta-feira) - 15h às 17h

07 de novembro (sábado) - 14h às 16h

Pina (Compaz Atriz Leda Alves - Rua José Rodrigues, nº 586)

27 de outubro (terça-feira) - 15h às 17h30

03 de novembro (quarta-feira) - 15h às 17h30

05 de novembro (sexta-feira) - 15h às 17h30

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Mostra Cine Rua Infantil promove oficinas gratuitas em três bairros do Recife

Apple apresentará seu primeiro MacBook Pro com tela sensível ao toque no dia 28 de outubro

19 October 2026 at 20:53

A Apple confirmou nesta segunda-feira que realizará um evento de lançamento de produtos em 28 de outubro, no qual a empresa planeja apresentar seu primeiro MacBook com tela sensível ao toque. iPhone 18 Pro: veja como fazer a bateria durar mais. A gente explica Galaxy Z Fold 8: Novo dobrável da Samsung dá um gostinho sobre o futuro dos smartphones; veja o vídeo O evento, que acontecerá em Los Angeles, recebeu o nome de “Pro and tell”, em uma referência à atualização do MacBook Pro. A Apple também apresentará um novo MacBook Pro de entrada com chip M6, um iMac atualizado e um iPad mini reformulado, com tela de maior definição, conforme noticiado pela Bloomberg News. Os lançamentos vêm na esteira de uma série de outras apresentações de produtos nas últimas semanas, incluindo o novo HomeView, o HomePod mini 2 e uma versão atualizada do aparelho Apple TV. O primeiro iPhone dobrável da empresa, o iPhone Duo, chega às lojas na sexta-feira. Sem previsão de chegada ao Brasil: Apple investe em casa conectada com fechadura, câmeras e painéis com inteligência artificial As lojas de varejo da Apple estão se preparando para começar a vender novos produtos na sexta-feira, 6 de novembro, informou a Bloomberg no domingo. Os novos MacBook Pro com tela sensível ao toque representarão uma mudança significativa de rumo para a empresa, que durante anos afirmou que não combinaria as experiências de uso do iPad e do Mac. A expectativa é que os novos MacBooks com tela sensível ao toque incluam uma interface Dynamic Island — semelhante à do iPhone — e uma tela de maior definição com tecnologia OLED. Ambos os recursos serão inéditos nos computadores Mac. As novas máquinas também terão os chips M5 Pro e M5 Max, equivalentes aos utilizados nos atuais MacBook Pro, apresentados em março.

Brasil é o 1º país depois dos EUA a aprovar remédio para câncer de pulmão avançado com mutação específica; entenda

19 October 2026 at 20:45

O Brasil se tornou o segundo país do mundo —após os Estados Unidos — a aprovar um novo tratamento para câncer de pulmão avançado. O aval foi dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e publicado ontem pelo Diário Oficial da União. Lua Blanco: câncer de intestino cresce entre jovens, veja os principais sintomas Quantos passos por dia são necessários para estimular o funcionamento cerebral? Estudo de 14 anos indica o número ideal Trata-se do telisotuzumabe vedotina, uma terapia-alvo indicada para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) não escamoso, localmente avançado ou metastático, com alta superexpressão da proteína c-Met1, que receberam tratamento prévio. O tratamento foi desenvolvido pela AbbVie, uma biofarmacêutica global de origem americana. A aprovação representa um novo avanço no tratamento do câncer de pulmão no país, em especial par os casos avançados, que representam cerca de 75% dos diagnósticos da doença e cujas possibilidades de tratamento são limitadas. De acordo com informações dos Centros Nacionais de Saúde dos EUA (NIH, na sigla em inglês), o câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) não escamoso representa a maioria dos casos de câncer de pulmão (cerca de 80% a 85% do total) e engloba principalmente subtipos como o adenocarcinoma (câncer diagnosticado no papa Leão XIV), além de carcinomas de grandes células. No CPNPC não escamoso avançado com EGFR selvagem, ou seja, que não apresenta as mutações específicas conhecidas como mutações ativadoras do receptor, a superexpressão de c-Met está presente em aproximadamente 25% dos pacientes e está associada a pior prognóstico. O novo tratamento é um anticorpo droga conjugado (ADC), ou seja, um medicamento que funciona como um sistema de entrega direcionada. O anticorpo reconhece a proteína c-Met, presente na superfície de determinadas células, e transporta até elas uma substância capaz de matá-las. Resultados da última etapa de testes clínicos mostraram que entre os pacientes com alta expressão de c-Met, a taxa de resposta objetiva (porcentagem de pacientes cujo tumor diminuiu de tamanho ou desapareceu) após o tratamento foi de 34,6%, com duração mediana da resposta de 9 meses e sobrevida global mediana de 14,6 meses. Nos EUA, a terapia recebeu aprovação acelerada da FDA. "Esta aprovação representa um avanço importante para pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático, pois oferece uma nova opção de tratamento para pessoas com um perfil específico de biomarcadores que já receberam terapia sistêmica. As terapias-alvo são uma parte importante da oncologia de precisão, pois são desenvolvidas para atuar sobre características moleculares definidas das células tumorais.", afirma Fernando Mos, diretor médico da AbbVie Brasil, em comunicado. Câncer de pulmão O câncer de pulmão é o segundo tipo de tumor mais comum no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados 35.380 novos casos por ano de câncer de pulmão no Brasil durante o triênio de 2026 a 2028. Em 2024, foram registradas mais de 32 mil mortes por câncer de traqueia, brônquios e pulmão no país. No cenário global, o câncer de pulmão permanece como a principal causa de morte por câncer, com quase 2,65 milhões de novos casos e mais de 1,8 milhão de mortes estimados em 2024. A alta mortalidade da doença está associada ao fato de a maior parte dos diagnósticos serem realizados em estágios mais avançados, quando a doença apresenta maior complexidade. O tabagismo é responsável por cerca de 90% dos diagnósticos desse tipo de tumor. Entretanto, casos em não fumantes têm se tornado mais comum nos últimos anos e chamado a atenção de especialistas. Ainda não está muito claro para a medicina quais são as causas do câncer de pulmão nessa população. Alguns fatores que sabidamente aumentam o risco da doença, além do tabagismo, são: fumo passivo, poluição, exposição a substâncias nocivas, como o radônio, pó de vidro e amianto, e histórico familiar. Infecções pulmonares crônicas e doenças pulmonares, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), também parecem aumentar o risco.

​Beawst promove feira online de intercâmbio

19 October 2026 at 20:44

A consolidação dos eventos digitais no pós-pandemia transformou a maneira como brasileiros planejam experiências internacionais. O formato online eliminou barreiras geográficas, permitindo que estudantes e profissionais pesquisem programas de estudos, tirem dúvidas diretamente com instituições estrangeiras e comparem opções de investimento sem a necessidade de deslocamento físico. A Beawst é uma plataforma desenvolvida com o propósito de conectar estudantes diretamente às melhores escolas de idiomas do mundo. Evoluindo sua atuação para além da intermediação de cursos, a marca expandiu sua proposta de valor para se tornar um ecossistema focado no desenvolvimento de carreiras globais e na empregabilidade de profissionais que retornam ao Brasil após vivências no exterior. Fundada pela executiva de Recursos Humanos Camila Fidélis, que acumula 20 anos de experiência no mercado corporativo e global, a plataforma alia expertise em gestão de pessoas ao planejamento de carreira internacional. Dando um novo passo em sua trajetória, a plataforma realiza a sua primeira feira online: o Beawst Global Connect 2026. Sob o tema "Conexões que abrem o mundo", o evento gratuito reúne o portfólio de dezenas de escolas parceiras e fornecedores de serviços essenciais — contando com a presença confirmada do Mundo dos Vistos na assessoria de documentação —, além do apoio institucional da Empresa Júnior Mackenzie e o suporte tecnológico da Evnts, especialista em ambientes virtuais de grande porte. A programação do Beawst Global Connect 2026 conta com a presença de instituições de ensino de mais de cinco países, incluindo destinos renomados como Malta, Estados Unidos, Canadá e Irlanda, com destaque para a participação confirmada da Gateway School of English (GSE) instituição de Malta que conta com mais de 20 opções de cursos em seu portfólio, incluindo programas de Inglês Geral, Inglês para Negócios (Business English) e preparatórios para exames internacionais. Além das escolas parceiras da plataforma, o público terá acesso a uma estrutura de assessoria completa com o suporte especializado do Mundo dos Vistos para orientações sobre passaportes, emissão de vistos, seguros de viagem e passagens aéreas. Entre os destaques do evento está a palestra ministrada por Camila Fidélis, voltada ao impacto do intercâmbio na empregabilidade e no reposicionamento profissional. A apresentação abordará como a imersão internacional e o domínio do idioma aceleram oportunidades no mercado de trabalho e preparam profissionais para posições de liderança em corporações globais. Durante as cinco horas de evento online, os participantes podem acompanhar o painel no palco principal, interagir com os expositores para conhecer a grade curricular dos cursos de inglês, esclarecer dúvidas sobre trâmites burocráticos diretamente com os especialistas do Mundo dos Vistos e acessar condições exclusivas para o planejamento da viagem. "O Beawst Global Connect 2026 nasce para consolidar nossa rede de parceiros e orientar o estudante sobre o valor real do intercâmbio na sua trajetória de carreira. O participante consegue planejar todo o seu projeto de intercâmbio e de desenvolvimento profissional de forma prática, conectando-se diretamente com representantes de escolas internacionais e especialistas do setor, sem sair de casa", destaca Camila Fidélis, fundadora da Beawst. O Beawst Global Connect 2026 nasce para consolidar nossa rede de parceiros e orientar o estudante sobre o valor real do intercâmbio na sua trajetória de carreira. O participante consegue planejar todo o seu projeto de intercâmbio e de desenvolvimento profissional de forma prática, conectando-se diretamente com representantes de escolas internacionais e especialistas do setor, sem sair de casa," destaca Camila Fidélis, fundadora da Beawst. A organização destaca que o ecossistema do evento segue aberto para a adesão de novas instituições de ensino e parceiros estratégicos interessados em conectar suas marcas ao público do Beawst Global Connect 2026. As inscrições para o Beawst Global Connect 2026 são gratuitas para futuros intercambistas e as vagas são limitadas. O cadastro pode ser realizado diretamente na página oficial de inscrição do Beawst Global Connect 2026. Serviço: Evento: Beawst Global Connect 2026 - Conexões que abrem o mundo Realização: Beawst Apoio Institucional: Empresa Júnior Mackenzie Instituições e Parceiros Confirmados: Gateway School of English (GSE) e Mundo dos Vistos (Assessoria em Vistos e Documentação) Plataforma Tecnológica: Evnts Data: 07 de novembro de 2026 Horário: Das 08h às 13h (Horário de Brasília) Formato: 100% Online e Gratuito Inscrições: https://online.evnts.com.br/evento/beawst-global-connect2026

EL NIÑO ATÉ 2027: O MANEJO DECIDE SE A LAVOURA AGUENTA O QUE VEM

19 October 2026 at 20:36

Os boletins climáticos deixaram de ser leitura de curiosidade e viraram ferramenta de trabalho no campo. As projeções mais recentes apontam um El Niño de intensidade rara, com duração que se estende até 2027. Isso significa meses de chuva irregular, calor acima do normal e janelas de plantio mais estreitas.

Para quem depende da lavoura, a notícia não é motivo de pânico, e sim de planejamento. A diferença entre perder e colher vai estar menos no clima e mais no que se faz antes dele chegar.

O que os órgãos de clima estão projetando

O Centro de Previsão Climática da NOAA declarou condições de El Niño no Pacífico ainda em 2026. As atualizações seguintes elevaram a chance de um evento muito forte para patamares acima de 90%. Há também a estimativa de que ele siga atuando pelo menos até março de 2027.

No Brasil, o padrão esperado é de seca mais acentuada no Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Já no Sul e em parte do Sudeste, o risco se inverte, com excesso de chuva e tempestades severas. O INMET e o INPE mantêm boletins mensais que detalham essas tendências por região. Acompanhar essas publicações é gratuito e ajuda a ajustar o calendário da fazenda.

Como o fenômeno mexe com a lavoura

O El Niño altera a circulação de ventos e o transporte de umidade sobre o continente. Na prática, isso bagunça o regime de chuvas que a agricultura usa como referência há décadas. Regiões que esperavam água em determinado mês podem enfrentar veranicos longos.

Outras, acostumadas com estiagem, recebem volumes que o solo não consegue absorver. As temperaturas também sobem, o que acelera a perda de água por evaporação. Cada cultura reage de forma diferente a esse cenário, e o milho está entre as mais sensíveis. Seu ciclo curto e sua exigência hídrica fazem dele um termômetro do que vem por aí.

Os estádios em que o milho mais sofre

A fase de emergência é a primeira a sentir o impacto de um solo seco ou encharcado demais. Depois, o período de florescimento concentra a maior necessidade de água de todo o ciclo.

Um veranico nesta etapa derruba o número de grãos por espiga de forma irreversível. Já o encharcamento prolongado reduz a oxigenação das raízes e abre porta para doenças. O excesso de calor noturno também consome as reservas que a planta acumulou durante o dia. Entender esses pontos permite priorizar recursos onde o retorno da plantação de milho é maior.

Estratégias de manejo para um ciclo instável

A primeira medida é escalonar o plantio, distribuindo a aposta em datas diferentes. Assim, uma janela ruim não compromete a produção inteira da propriedade. A segunda é investir em cobertura de solo, com palhada que reduz a perda de umidade. A terceira é ajustar a população de plantas ao ambiente real de cada talhão.

A quarta é diversificar cultivares, combinando materiais de ciclos distintos. A quinta é reforçar a proteção inicial da semente, que define o arranque da cultura. Nenhuma dessas ações é novidade, mas o contexto exige executá-las com disciplina. O começo da lavoura como ponto de decisão

A qualidade da semente e o cuidado no plantio ganham peso em anos de clima hostil. Um arranque forte permite que a planta explore mais profundidade em busca de água. Isso faz diferença quando a chuva some justamente nas semanas decisivas.

Vale revisar o tratamento de sementes de soja e de milho conforme o alvo de cada área. Também é hora de checar a regulagem da semeadora e a profundidade de deposição. Pequenos ajustes na operação evitam falhas de estande que o clima só piora. Quem acerta no início tem mais margem para lidar com o que não controla.

O que fazer nas próximas semanas

Comece reunindo os boletins climáticos das últimas semanas e comparando com a previsão da sua região. Depois, defina as datas de plantio considerando o risco hídrico de cada talhão. Programe a aquisição de sementes com antecedência, priorizando lotes de bom vigor.

Revise o histórico de produtividade para identificar as áreas mais vulneráveis. Ajuste o cronograma de adubação e de aplicações conforme o cenário previsto. Mantenha um registro simples do que foi feito e do que aconteceu em campo.

Esse hábito constrói um banco de dados que vale mais a cada safra. Com informação organizada, a decisão deixa de ser aposta e passa a ser escolha consciente.

Preparar o solo e a cabeça para o que vem

Nenhum produtor controla o Pacífico, e essa é a parte que precisa ser aceita com naturalidade. O que está ao alcance é a qualidade de cada etapa executada dentro da porteira. Clima adverso castiga quem improvisa e recompensa quem se antecipa.

As projeções até 2027 são um aviso, não uma sentença sobre o resultado da safra. Quem trata o manejo como prioridade encontra espaço para colher mesmo em anos difíceis. A lavoura responde ao cuidado que recebe, e isso nunca foi novidade no campo.

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Projetos sustentáveis de escolas pernambucanas chegam à final do Solve for Tomorrow Brasil

19 October 2026 at 20:30

Duas escolas da rede estadual de Pernambuco estão entre as finalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil, programa de Cidadania Corporativa com coordenação geral do Cenpec.

A Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Gil Rodrigues, localizada em Vertentes, no Agreste do Estado, foi selecionada com o projeto “Pavers Sustentáveis a partir da Casca de Castanha de Caju”.

Orientada pelo professor João Paulo da Silva e desenvolvida pelos estudantes Ana Clara Tomás Bezerra, Jarson Gabriel da Silva Vieira e João Ryan Andrade Deniz, a iniciativa busca uma alternativa mais sustentável e econômica para a pavimentação de calçadas e espaços comunitários, a partir do reaproveitamento de um resíduo agroindustrial que seria descartado.

“Temos uma produção acentuada de castanha de caju na região e percebemos o impacto que o descarte da casca pode causar no solo. Visitamos comunidades e conversamos com pessoas que trabalham com a castanha e percebemos que havia um problema ambiental, mas também uma oportunidade de transformar esse resíduo em algo útil. Foi aí que começamos a pensar no paver”, explicou o professor João Paulo.

A outra representante pernambucana é a Escola Técnica Estadual (ETE) Prof. Paulo Freire, localizada em Carnaíba, no Sertão. A equipe desenvolve o projeto “Sertanino: Uma solução natural para um direito essencial”, que consiste em uma pastilha bioindicadora produzida com extratos de plantas nativas da Caatinga. A proposta busca oferecer uma alternativa acessível para o monitoramento da qualidade da água, especialmente em regiões distantes de laboratórios e equipamentos sofisticados.

Orientada pelo professor Gustavo Bezerra, a iniciativa é desenvolvida pelos estudantes Matheus Gonçalves Lacerda, Jamilly Gadelha da Silva e Leandra Viviane Marques Lins.

“Quando pensamos nas comunidades rurais, indígenas e ribeirinhas, percebemos que muitas vezes o acesso às tecnologias necessárias para identificar parâmetros básicos da qualidade da água é limitado. Existem equipamentos e testes disponíveis, mas eles podem ter um custo elevado ou exigir uma estrutura que nem sempre está próxima dessas populações”, afirmou o professor Gustavo.

 

Desafios reais

O Solve for Tomorrow Brasil incentiva estudantes e professores de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais de suas comunidades, utilizando a abordagem STEM — sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Os projetos selecionados refletem a diversidade de desafios identificados pelos estudantes em seus territórios e demonstram como a ciência e a tecnologia podem contribuir para o desenvolvimento de soluções com potencial de impacto social e ambiental positivo.

Segundo a organização do evento, a região Nordeste concentra o maior número de finalistas desta edição, com seis projetos selecionados. Pernambuco e Goiás são os estados com maior número de representantes, com dois finalistas cada.

Entre os principais temas abordados pelas equipes estão sustentabilidade, saúde e segurança. As propostas incluem iniciativas relacionadas ao tratamento e ao monitoramento da qualidade da água, à pesca sustentável, ao saneamento, ao combate ao mosquito Aedes aegypti, à localização em tempo real e à preservação do patrimônio histórico.

Atividades preparatórias

Nesta etapa final, os estudantes participam de atividades preparatórias e apresentam suas soluções ao público por meio de conteúdos que detalham os desafios identificados, as tecnologias utilizadas e os resultados alcançados até o momento.

No dia 23 de novembro, o Solve for Tomorrow abre a votação do júri popular, permitindo que o público vote em seus projetos favoritos no site oficial do programa.

Para Helvio Kanamaru, diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, conhecer os finalistas do Solve for Tomorrow é acompanhar de perto o potencial dos jovens quando têm a oportunidade de investigar problemas reais e buscar soluções por meio da ciência e da tecnologia.

“Cada projeto representa o empenho de estudantes e professores em transformar o conhecimento em iniciativas conectadas às necessidades de suas comunidades”, afirma.

© Divulgação

Samsung anuncia os 10 projetos finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026

2º turno: 8 seções eleitorais terão mudança de endereço em Pernambuco

19 October 2026 at 19:37

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) informou nesta segunda (19), que até o momento, oito seções eleitorais em três locais de votação, localizadas nos municípios de Buíque, Floresta e Tacaimbó, terão mudança de endereço no segundo turno das Eleições 2026, marcado para domingo, 25 de outubro. Ao todo, as alterações envolvem 2.914 eleitores aptos a votar.

Em Pernambuco, funcionarão no 2º turno 22.091 seções em 3.406 locais de votação. As mudanças são muito pequenas em relação ao total de seções do estado.

De acordo com o Tribunal, as mudanças atendem a solicitações de eleitores, à necessidade de oferecer melhores condições para os trabalhos nas seções eleitorais e, no caso de Tacaimbó, à realização de obras no prédio onde elas funcionaram no 1° turno.

Segundo o TRE-PE, somente essas alterações estão confirmadas até o momento. Eventuais mudanças adicionais poderão ocorrer apenas em situações excepcionais, como problemas estruturais ou outras condições que impeçam o funcionamento adequado dos prédios que abrigam as seções eleitorais. Nesses casos, as alterações deverão ser justificadas e acompanhadas pelo juiz eleitoral responsável.

Nos demais locais de votação de Pernambuco, os endereços permanecem os mesmos utilizados no 1° turno, realizado em 4 de outubro.

Mudanças em Buíque

Em Buíque, no Agreste, as seções eleitorais 005 e 006, que funcionaram provisoriamente na Secretaria Municipal de Assistência Social, na Avenida Jonas Campelo de Almeida, nº 40, retornarão à Câmara Municipal de Buíque, localizada na Rua Doutor João Hiecenio Alves Maciel, nº 111, onde já estavam instaladas em eleições anteriores.

A alteração envolve 756 eleitores aptos a votar e atende a solicitações dos próprios eleitores, além de proporcionar melhores condições para a realização da votação.

O novo endereço fica a apenas 150 metros do local utilizado no 1° turno, facilitando o deslocamento dos eleitores.

Mudanças em Floresta

Em Floresta, no Sertão, quatro seções eleitorais terão novo endereço: 068, 091, 121 e 123. As seções, que funcionaram na Unidade Básica de Saúde Dr. Cantidiano Valgueiro de Carvalho, na Avenida Antônio de Souza Jota, nº 01, serão transferidas para a Creche Municipal Professora Nair Diniz Ferraz, na Rua Adalberto Emílio Novaes, s/n.

A mudança envolve 1.568 eleitores aptos a votar e atende a solicitações dos próprios eleitores e do Ministério Público, com o objetivo de melhorar as condições de atendimento e acomodação no dia da eleição.

O TRE-PE destaca que o novo local fica no mesmo bairro do endereço anterior.

Mudanças em Tacaimbó

Em Tacaimbó, no Agreste, as seções eleitorais de número 107 e 112 também terão mudança de endereço no 2° turno. As seções lotadas na Escola Manoel Martins de Lima, localizada na Vila Igrejinha, zona rural do município, funcionarão na Escola Maria Luíza Pereira, localizada na Rua Velha, nº 13, Centro.

A alteração foi necessária em razão de uma reforma na escola e envolve 590 eleitores aptos a votar. Para garantir o deslocamento dos eleitores até o novo local de votação, haverá transporte disponível para atender o público afetado pela mudança.

Divulgação das mudanças

Para informar os eleitores sobre os novos endereços, os cartórios eleitorais instalaram faixas nos prédios indicando as mudanças. Além da sinalização nos prédios, os cartórios também estão divulgando as alterações por meio de anúncios nas rádios locais e mensagens veiculadas em carros de som, ampliando o alcance das informações e orientando os eleitores antes do dia da votação.

Como consultar o local de votação

O TRE-PE orienta os eleitores a confirmar seu local de votação antes de sair de casa, especialmente aqueles que votam nos municípios onde ocorreram mudanças.

A consulta pode ser feita pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral:

  • WhatsApp: (81) 3194-9400, com atendimento 24 horas pela assistente virtual Júlia.
  • Disque Eleitor: (81) 3194-9400, com atendimento telefônico nos dias úteis, das 8h às 17h.
  • Site: www.tre-pe.jus.br, na opção Autoatendimento Eleitoral.
  • Aplicativo e-Título: disponível gratuitamente para Android e iOS, com informações sobre o local e a seção de votação.


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Lula: 'Me senti muito incomodado de participar de um debate com um miliciano'

19 October 2026 at 19:29

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta segunda-feira (19) que se sentiu "muito incomodado" de debater com o senador Flávio Bolsonaro (PL) na noite do domingo (18) e chamou Flávio de "miliciano".

"Já conversei, negociei e debati com muita gente. Já debati com Trump, Bush, Clinton, Obama, Xi Jinping, Hu Jintao, Medvedev, Putin, Macron, com muita gente importante. Confesso a vocês que me senti muito incomodado de participar de um debate com um miliciano. Uma pessoa desqualificada, que não é possível tirar dele uma única meia verdade", afirmou o presidente, em vídeo publicado no Instagram e em outras redes sociais.

Lula afirmou que Flávio "foi preparado para mentir, para desrespeitar a sabedoria do povo brasileiro" e disse que "o povo brasileiro não merece isso".

O presidente voltou a falar que assumiu os mandatos em 2003 e em 2023 com o Brasil "quebrado". Sobre o caso deste atual mandato, falou sobre a falta de recursos previstos no Orçamento para programas como Farmácia Popular.

"Pegamos o Brasil novamente quebrado, sem dez ministérios, sem Farmácia Popular, sem merenda escolar. Recuperamos o Brasil, temos a menor inflação, a maior massa salarial. Mas ainda o povo precisa mais. E para fazer mais, é preciso de alguém que tenha competência para fazer", declarou Lula.

E completou: "Vocês não podem acreditar em uma pessoa que nunca andou de ônibus, nunca conheceu o chão de fábrica, nunca conheceu o trabalho, não sabe o que é uma carteira profissional. Não podem acreditar que uma pessoa dessa pode governar o País."

Lula e Flávio participaram de debate promovido pela Band na noite do domingo. O encontro foi marcado por acusações entre os dois candidatos e com diversos questionamentos sem resposta, além do conflito na plateia entre as equipes dos candidatos.

 

© Eduardo Carmim/Agência O Dia

Candidato à reeleição, Lula (PT), durante fala no debate da Band

Passagem de graça nos fins de semana: Quanto custa a proposta de Lula, segundo o setor de transporte

19 October 2026 at 19:21

A proposta de oferecer passagem de graça nos fins de semana em todo o País - lançada pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva a dez dias do segundo turno - custaria quase R$ 21 bilhões por ano. Pelo menos esse é o custo calculado pelo setor de transporte público urbano, leia-se a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).

No dia 15/10, Lula anunciou a intenção de enviar, ainda esta semana, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso Nacional para zerar a tarifa do transporte público coletivo aos sábados e domingos. A medida prevê a utilização de recursos de emendas parlamentares para custear a gratuidade nas cidades que contam com sistema de transporte coletivo.

"Eu vou mandar uma PEC para o Congresso garantindo o Passe Livre no final de semana para todas as cidades que tiverem transporte coletivo neste País. Fim de semana tem passagem gratuita para você passear com sua família". Lula também acrescentou que "o povo vai ficar feliz, e os deputados estarão dando utilidade às suas emendas".

A proposta, entretanto, traz para o centro do debate político a questão da sustentabilidade fiscal e do financiamento do transporte público. Anteriormente, a coordenação da campanha havia evitado incluir a Tarifa Zero no plano de governo devido à determinação de Lula por propostas factíveis e à necessidade de uma reestruturação complexa no financiamento do setor. Na ocasião, estudos preliminares encomendados pelo Ministério da Fazenda para avaliar caminhos como o “SUS do Transporte Público” indicaram que o custo fiscal da gratuidade total poderia superar R$ 80 bilhões.

Focando especificamente na gratuidade aos sábados, domingos e feriados, a NTU calculou que a medida teria um custo anual estimado em R$ 20,8 bilhões. Esse valor engloba o custo operacional atual de ônibus urbanos, trens e metrôs nos dias de descanso — avaliado em R$ 17,3 bilhões por ano, sendo R$ 14,5 bilhões correspondentes apenas aos ônibus — somado a uma expectativa de aumento médio de 20% na demanda de passageiros, acompanhando a tendência de cidades que adotaram a isenção.

PASSE LIVRE É BOM, MAS O FINANCIAMENTO CONTÍNUO É O DESAFIO

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Estimativas da NTU apontam que a gratuidade aos sábados, domingos e feriados pode gerar um aumento médio de 20% na demanda de passageiros - Divulgação

A NTU reconheceu a iniciativa da gratuidade do transporte público nos fins de semana como um avanço para valorizar o serviço essencial, favorecer a inclusão social e o acesso ao lazer, à cultura e ao comércio, especialmente para famílias de menor renda. Contudo, a entidade ressalta que a medida tem alcance pontual e não resolve os problemas estruturais do financiamento do transporte coletivo.

“A Tarifa Zero aos fins de semana e feriados coloca o transporte público coletivo no centro do debate político e é um passo importante para valorizar o serviço e ampliar o acesso da população à cidade. Mas precisamos olhar também para quem depende do ônibus de segunda a sexta-feira. O grande desafio é construir um modelo de financiamento que permita reduzir o peso da passagem no orçamento das famílias e, ao mesmo tempo, garantir a qualidade e a sustentabilidade do serviço”, alertou o diretor-presidente da NTU, Francisco Christovam.

A entidade destacou como aspecto altamente positivo a previsão de participação do governo federal no custeio do transporte, uma responsabilidade hoje concentrada nas prefeituras e estados. Para o setor, o envolvimento da União é fundamental para aliviar os orçamentos municipais e viabilizar uma política nacional de mobilidade. “A participação do governo federal no financiamento do transporte é uma reivindicação histórica do setor. Não podemos continuar atribuindo exclusivamente às prefeituras a responsabilidade de custear um serviço essencial para milhões de brasileiros. Precisamos de um modelo permanente, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados, municípios e iniciativa privada”, pontuou Francisco Christovam.

Como alternativa abrangente, a NTU defende a implementação do programa “Transporte para Todos”, apresentado em agosto de 2026, visando reestruturar o modelo atual em que 80% dos custos são cobertos pela arrecadação tarifária paga pelos passageiros. O programa propõe pilares como a modernização do Vale-Transporte do Trabalhador, a criação do Vale-Transporte Social para beneficiários do Bolsa Família e o custeio das gratuidades por orçamentos de áreas correlatas (educação, saúde e assistência social).

“A gratuidade aos fins de semana pode ser um primeiro passo importante, mas o Brasil precisa de uma solução mais ampla. O que defendemos é um transporte público acessível, eficiente e financeiramente sustentável todos os dias. É justamente essa a proposta do Transporte para Todos”, afirmou.

© FELIPE RIBEIRO/JC IMAGEM

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê o uso de emendas parlamentares para custear o transporte gratuito nos fins de semana

Coniben 2026 reúne players do setor energético em 12 e 13 de novembro em Lisboa

19 October 2026 at 18:47

A Conferência Ibero-Brasileira de Energia (Coniben) reúne investidores, especialistas e indústrias do Brasil, de Portugal e da Espanha para atualizar o debate sobre o futuro do setor energético em mais uma edição. O evento acontece nos dias 12 e 13 de novembro no Hotel Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa.

A Coniben 2026 contará com mais de 200 autoridades e especialistas, sendo mais de 40 deles painelistas. O tema deste ano é "Mudanças globais na geopolítica e na geoeconomia - Impacto no setor de energia".

Para o coordenador técnico da Coniben, Reive Barros, o maior desafio mundial atualmente são as mudanças geopolíticas, as mudanças na geoeconomia, que impactam em diversos setores, inclusive no energético. "Nós observamos que o Brasil está preparado para esse momento, até porque nós temos uma diversidade muito grande de fontes de energia, principalmente as fontes renováveis. Então, diferentemente de outros países, o nosso desafio é fazer a gestão de todas as fontes", destaca.

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Salão de eventos no Hotel Tivoli onde se realizou o Coniben 2025 em Lisboa, Portugal - Divulgação

O especialista afirma que o evento é uma oportunidade para mostrar o potencial do Brasil na transição energética. Ele defende que o País não só apresenta, mas tem efetividade para chegar no mercado europeu com custos acessíveis e até melhores do que os concorrentes.

Os painéis da Coniben 2026 abordam não apenas as mudanças globais na geopolítica e na geoeconomia, mas também aspectos regulatórios do setor energético, descarbonização marítma, minerais críticos, data centers e outros temas.

No dia 12 de novembro, o evento também conta com o lançamento do livro "O Peso da Decisão - Bastidores da regulação elétrica no Brasil", do engenheiro e CFO (diretor financeiro) da usina hidrelétrica Itaipu Binacional, André Pepitone da Nóbrega. A obra aborda as circunstâncias e os fundamentos de decisões que marcaram o setor elétrico brasileiro durante seu período como diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), entre 2018 e 2022.

Programação completa

Quinta-feira (12 de novembro)

Abertura Solene

Raimundo Carrero – Embaixador do Brasil em Portugal
Alexandre Silveira – Ministro de Minas e Energia do Brasil
Fernando Dueire – Senador do Brasil
Laercio Oliveira – Senador do Brasil
Arnaldo Jardim – Deputado federal do Brasil
Eduardo Pazuello – General, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia
Bento Albuquerque – Ex-ministro de Minas e Energia do Brasil
José Carlos Aleluia – Ex-deputado federal

1° Painel: Mudanças Globais na Geopolítica e Geoeconomia

Moderador: Bento Albuquerque – Ex-ministro de Minas e Energia do Brasil

Arnaldo Jardim – Deputado Federal do Brasil
Joisa Dutra – Economista e diretora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas
Victor Santos – Ex-Presidente da ERSE e Professor do ISEG
Adriano Pires – Diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

2° Painel: Planejamento da Segurança Energética

Moderador: Arthur Cerqueira – Ex-secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME)

Gustavo Cerqueira Ataide – Secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME)
Reinaldo Garcia – Diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Gustavo de Marchi – Presidente da Companhia de Gás de Minas Gerais (GASMIG)
Maria João Coelho – Diretora-geral da Associação Portuguesa de Empresas do Setor Elétrico (ELECPOR)
Guilherme Sá – Secretário Executivo de Energia de Pernambuco

3° Painel: Aspectos Regulatórios

Moderador: André Pepitone – Diretor Financeiro Executivo (CFO) da Itaipu Binacional

Pedro Verdelho – Presidente do Conselho de Administração da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de Portugal (ERSE)
Sandoval Feitosa – Diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)
Enrique Monasterio Beñaran – Consejero de la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia

4° Painel: Operação de Sistemas Elétricos com Alta Penetração de Renováveis

Moderador: João Daniel – Secretário Nacional de Energia do Ministério de Minas e Energia (MME)

Marcio Rea – Diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS)
Ricardo Takemitsu Simabuku – Diretor da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)
Marcelo Lopes Cruz – Diretor executivo de Marketing, Comercialização e Novos Negócios da ENEVA
Rafael Rangel – Diretor da Evolution Power Partners

5° Painel: Europa-Brasil – Descarbonização Marítima

Moderador: Luiz Piauhylino Filho – Diretor-Presidente da H2 Verde

Armando Monteiro Bisneto – Diretor-Presidente do Porto de SUAPE
João Monnerat – Coordenador da Rede Brasileira de Pesquisa em Combustíveis Sustentáveis de Navegação (RBNAV)
Peter Ellen – CEO e cofundador da First Carbon Investments

Sexta-feira (13 de novembro)

6° Painel: Combustíveis da Transição Energética

Moderador: José Mauro – Presidente da Aurum Energia

José Faustino – Diretor Técnico e Executivo (CTO) da Suape Energia
Marcella Franchi – Diretora Comercial e Head de SAF (Combustível Sustentável de Aviação) da Haffner Energy
Pietro Mendes – Diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) 

7° Painel: Fontes de Geração para Segurança Energética

Moderador: Alexandre Ramos – Presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG)

Pedro Litsek – CEO da Diamante Geração de Energia
Alexandre Americano – Sócio-fundador da Mercurio Partners
Cynthia Zurita – Gerente de Projetos da DNV
Christiano Vieira – Diretor de Regulação da ENEVA

8° Painel: Armazenamento de Energia – UHR

Moderador: Fernando Mosna – Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e Procurador Federal da Advocacia-Geral da União (AGU)

Gentil Nogueira – Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)
Markus Vlasits – Presidente da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento (ABSAE)
Cristiano Braga – CEO da Anodox Brasil
Marisete Pereira - Presidente da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (ABRAGE)
Celso Silva - Diretor de Transição Energética e Infraestrutura na Lorinvest

9° Painel: Desafios para aplicações de Data Centers e Inteligência Artificial com a utilização de fontes renováveis

Moderador: Eduardo Rossi – Diretor de Segurança de Mercado da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Thiago Prado – Presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Guilherme Sá – Secretário-executivo de Energia de Pernambuco
Sumara Ticom – Assessora Executiva da Diretoria de Planejamento do ONS
Alexandre Demarchi – Diretor de Tecnologia (CTO) da Tecto Data Centers

10° Painel: Minerais Críticos, Terras Raras e Desafios Energéticos

Moderador: Renato Campos Amaral – Diretor Comercial e Administrador da Enerwatt

Anderson Barreto Arruda – Secretário-substituto da Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME)
Mauro Souza – Diretor-Geral da Agência Nacional de Mineração (ANM)
Marcelo Moreno Alves – Diretor da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas-PA)
Guilherme Baggio – Sócio da Baggio e Costa Filho Sociedade de Advogados

 

© Divulgação/Coniben

A Coniben 2026 acontece nos dias 12 e 13 de novembro no Hotel Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa

Loulé lança novo número da Revista Al-‘Ulyà e suplemento sobre “Repartição da Fruta” no século XV

19 October 2026 at 20:35

O Arquivo Municipal de Loulé Professor Joaquim Romero Magalhães recebe, no dia 24 de outubro, às 17h00, o lançamento do Nº30 da Revista Al-‘Ulyà, bem como do suplemento “Livro da Repartição da Fruta 1450”, da autoria de Maria Valentina Ferreira. A apresentação da revista estará a cargo de Maria João Valente, professora da Universidade do […]

Clube de benefícios é confiável? O que sustenta o Pix do Milhão, da regulação da SUSEP ao selo RA1000

19 October 2026 at 20:30

Antes da primeira compra de pontos, é natural fazer uma pergunta simples: dá para confiar? Num clube de benefícios, a resposta não está na promessa, está no que pode ser conferido. No Pix do Milhão, ela começa no dia a dia, com o desconto na farmácia e nas mais de 3 mil marcas parceiras, e se completa em quatro pontos que qualquer pessoa pode checar: quem emite e fiscaliza os títulos, de onde sai o resultado, quem foi contemplado e como a empresa responde a quem participa. 1. Quem emite e quem fiscaliza As premiações do Pix do Milhão são estruturadas em Títulos de Capitalização da modalidade Incentivo, emitidos pela ViaCap (Via Capitalização S/A), instituição autorizada e supervisionada pela SUSEP, a Superintendência de Seguros Privados, órgão federal responsável pela regulação do setor. Na modalidade Incentivo, definida pela SUSEP, o título fica vinculado a uma promoção comercial da empresa que o adquire, e quem compra os pontos recebe o direito de participar das premiações. A SUSEP reconhece seis modalidades de títulos de capitalização, e a Incentivo é a que se destina a promoções comerciais. É essa estrutura que dá ao clube um desenho regulado: há uma emissora autorizada, um órgão federal que supervisiona e ações de premiação devidamente autorizadas. Para o participante, significa saber que cada ação segue regras autorizadas antes de acontecer. 2. De onde sai o resultado Nas premiações maiores, o número que define quem é contemplado sai das extrações oficiais da Super Sete, modalidade das Loterias CAIXA. O resultado é público e pode ser conferido por qualquer pessoa, e é isso que dá ao resultado a imparcialidade que o participante procura. Os prêmios instantâneos têm dinâmica própria. Pelo Raspou, Achou, é PIX, o clube distribui mais de 10 mil prêmios a cada edição, em valores que chegam a R$ 1 mil. É a escala em que o resultado chega mais rápido e alcança mais gente ao longo do ano. 3. Resultado com nome, cidade e data Nas premiações maiores, o nome de quem foi contemplado é anunciado ao vivo, durante a transmissão do resultado, mantendo o compromisso com a credibilidade e a segurança dos participantes. Foi assim que Lucinea de Lima Caldeira, de Campo Grande (MS), soube em 5 de junho de 2026 que havia sido contemplada com R$ 1 milhão: ela acompanhava a transmissão de casa, como qualquer outro participante do clube. Luciana de Oliveira Vieira, costureira de São Gonçalo (RJ) que mantém uma oficina em casa, foi contemplada com R$ 100 mil em 8 de julho de 2026 e organizou com calma o uso do valor, sem deixar a oficina. As duas souberam do resultado no mesmo momento que os demais participantes. Em 2026, as premiações do clube já somam mais de R$ 100 milhões, e mais de 90 participantes se tornaram milionários. 4. Como a empresa responde a quem participa A quarta checagem está no atendimento. No Reclame AQUI, o Pix do Milhão tem o selo RA1000, a classificação mais alta de reputação da plataforma. Entre março e agosto de 2026, a empresa teve nota 8,8, respondeu 100% das reclamações recebidas e registrou índice de solução de 96,6%. A nota média dada pelos consumidores ficou em 8,4. O clube também está entre as empresas indicadas ao Prêmio Reclame AQUI 2026, no segmento de programas e clubes. A indicação reúne, em cada categoria, as 15 empresas com as maiores notas médias de avaliação na plataforma. A votação popular vai até 5 de novembro, e as vencedoras são anunciadas em dezembro. 5. A confiança começa no dia a dia Antes de qualquer resultado, é no uso que o clube mostra a que veio. Quem compra pontos do Pix do Milhão, pelo site ou pelo aplicativo, com ou sem plano de assinatura, passa a ter acesso no mesmo dia a uma rede de mais de 3 mil marcas parceiras, presentes nos 26 estados e no Distrito Federal, de Netshoes e Centauro a farmácias, cosméticos, perfumaria e serviços de rotina. Na farmácia, o desconto chega a 80% em medicamentos tarjados e vale todos os dias. Quem assina a recorrência mantém os pontos ativos mês a mês, com o clube presente na rotina sem precisar refazer a compra. É esse uso diário que dá sentido à ideia de nunca estar desamparado: o participante sente o clube no remédio, no tênis do filho e no perfume, muito antes de qualquer contemplação. 6. Conferir é o caminho "Confiança a gente não pede, a gente mostra. O resultado das premiações maiores sai de uma extração oficial que qualquer pessoa pode conferir, o nome de quem é contemplado é lido ao vivo e toda reclamação recebe resposta. E, antes de tudo isso, o participante sente o clube no desconto de todos os dias", afirma Adinael Nobre, COO do Pix do Milhão. Para quem se pergunta se um clube de benefícios é confiável, o caminho é o mesmo que o Pix do Milhão propõe a quem participa: conferir. Os títulos são emitidos por instituição autorizada e supervisionada pela SUSEP, o resultado das premiações maiores vem das Loterias CAIXA, as contempladas têm nome, cidade e data, e o atendimento está registrado no Reclame AQUI. E o benefício começa no primeiro dia. O Pix do Milhão é um clube de benefícios que oferece premiações para quem compra seus pontos. A promoção comercial tem atuação nacional e acontece por meio de Títulos de Capitalização da modalidade Incentivo, emitidos pela ViaCap (Via Capitalização S/A), instituição autorizada e supervisionada pela SUSEP, Superintendência de Seguros Privados, órgão federal responsável pela regulação do setor. Todas as ações de premiação são devidamente autorizadas e têm seus resultados baseados nas extrações oficiais das Loterias CAIXA, garantindo total imparcialidade e transparência. Em 2026, mais de R$ 100 milhões foram distribuídos em prêmios, mais de 90 brasileiros se tornaram milionários e milhares de famílias tiveram suas vidas transformadas.

Decenas de personas se congregan por el cáncer de mama: "No son números, eran nuestras hijas, amigas, hermanas..."

19 October 2026 at 20:22

Decenas de personas se congregan por el cáncer de mama: "No son números, eran nuestras hijas, amigas, hermanas..."

Mujeres atrevesadas por la enfermedad, que se cobró cerca de 7.000 vidas el año pasado, exigen más investigación y financiación mientras relatan sus vivencias

“Aunque sea con miedo, acudan”: Sanidad alerta de que 2 de cada 10 extremeñas faltan a la mamografía que puede salvarles la vida

“Si estáis aquí es porque, de alguna forma, el Cáncer de mama ha llegado a vuestras vidas”, comenzaba a relatar una de las convocantes de la concentración por el Día Internacional del Cáncer de mama. Decenas de personas la han acompañado bajo el lema “El Cáncer de mama no es rosa, ninguno lo es”, frente al Ministerio de Sanidad para relatar sus vivencias y exigir “investigación y financiación”.

Tras esa frase, la mujer ha dejado el altavoz abierto para que, quien quisiera, pronunciara unas palabras. Justo en ese momento, se ha acercado otra mujer, ha posado una cesta con unas flores y ha explicado el motivo: “Las siemprevivas –nombre que reciben las flores– se han convertido en un símbolo de compañeras, amigas y hermanas, que se ha llevado esta maldita enfermedad”. También ha relatado de quien fue la idea: “Surge a raíz de una mujer, de Bilbao, que le dijo a sus allegados que las llevaran siempre cuando ella faltara”.

Justo al instante de finalizar la intervención, varias de personas se han acercado a coger un pequeño matojo. Mientras, se han ido animando a relatar sus experiencias en el megáfono. La primera de ellas ha reclamado “más investigación y tratamientos”, a su vez, una mujer le ha dado flores a la que tenía al lado y le pronuncia: “Gracias por venir”.

Después de la primera, ha proseguido Jesús Maraño, un paciente de cáncer mama: “Somos muy pocos. Cuando se nos diagnostica el pronóstico es tardío y bastante malo”. Entre sus proclamas ha destacado que se les tenga en mayor consideración.

Entre los testimonios, han intervenido padres e hijos. Los segundos han agradecido el cuidado de los primeros: “Si no hubiera sido por los que nos habéis cuidado, no estaríamos aquí, gracias”. Y los progenitores presentes han relatado las pérdidas de sus hijas. José Miguel ha contado que su hija Carlota falleció por esta misma causa y su mujer ha leído uno de los escritos de la joven de 28 años, dónde explicaba que no era una “paciente corriente” de cáncer y visibilizaba su enfado.

“Ojalá haber encontrado este espacio entonces, esto es por ella y por las que vendrán”, finalizaba el padre de Carlota. Como ellos, varias personas que han intervenido para contar experiencias de seres queridos, porque así lo habían pedido. La amiga de Ainara lo contaba: “Vengo en su representación, nos pidió que virilizáramos esto en los lugares públicos. Por eso estoy aquí, por ella”. Otra madre ha acudido en nombre de su hija y se ha dirigido a los otros progenitores: “El proceso de diagnóstico ha sido muy parecido al vuestro. Espero que mi hija tenga más suerte”.

Imagen de la concentración por el cáncer de mama frente al Ministerio de Sanidad.
Imagen de la concentración por el cáncer de mama frente al Ministerio de Sanidad.

Rodeadas de pancartas que visibilizaban la causa y con lemas como: “Más prevención, menos muertos”, “Menos lazos, más investigación”, “¿Cuánto de tu compra va para investigación?” o “Ningún cáncer es cuqui”, varias mujeres han relatado sus propias vivencias.

“Soy superviviente de cáncer de mama, ahora le ha tocado a mi hija”, ha comentado una. “Mi bulto no se notaba, por favor pedid una mamografía siempre”, ha aconsejado otra, “Hay que hacer ecos y resonancias. No os fieis de no tener familiares que han tenido, yo fui la primera”, ha añadido otra interlocutora. “A mí en una quimio me dejaron sin sensibilidad”, justificaba una mujer antes de comenzar su relato.

Cada una compartía su experiencia, mientras el resto se emocionaba con las historias. Al finalizar la concentración, una hora después de su comienzo, una joven ha resumido el sentir: “Bendita red, gracias por estar, por sostenernos. Somos la mejor terapia”. Las intervenciones se iban sucediendo, mientras a muchos de los presentes se les caían las lágrimas y se les escapaban gestos de cariño al prójimo. Así, una tras otra, hasta que ha llegado el momento del manifiesto.

6.389 fallecidas por Cáncer de mama en 2025

Las mujeres, que se han congregado en distintos puntos del país por cuarto año consecutivo, han leído un manifiesto en el que han realizado una exposición de datos –el primero de ellos la cifra de fallecidas en 2025 por esta enfermedad en España, 6.389–, han exigido “más investigación y financiación” y han mostrado su oposición al relato de la “guerrera” y al pinkwashing.

La lectura del manifiesto ha comenzado con una exposición de datos para contextualizar la problemática a la que tildan de “crisis de salud pública”. Frente a la sede del Ministerio de Sanidad, las convocantes han señalado que los fallecimientos a causa de esta enfermedad han incrementado un 2,7% respecto a las cifras anuales anteriores y han realizado una aproximación de diagnósticos para 2026: 38.318 casos más.

Las convocantes han reclamado “un sistema público de investigación”, así como una “industria farmacéutica pública” y han subrayado que estas prioricen al cáncer de mamá metastásico, puesto que es “responsable de la mayoría de muertes por esta enfermedad”: “En 2025 se llevó una vida cada 77 minutos en el Estado español”. Han hecho hincapié en que este reciba una financiación específica, acceso inmediato y equitativo de los medicamentos, mientras continuaban cifrando la gravedad de los casos: “La esperanza de vida tras el diagnóstico de metástasis es de apenas 4 o 5 años”.

En relación con el acceso a los fármacos, denuncian su tardanza: “En España pasan de media 627 días desde que un medicamento oncológico es autorizado en Europa hasta que está disponible para las pacientes de salud pública, frente a 258 en Alemania”, han comparado para después ilustrarlo: “Para una mujer con metástasis, un año y medio de espera puede ser la diferencia entre llegar o no a un tratamiento”.

Rechazo al relato de “guerrera” y al pinkwashing

Las mujeres han mostrado su rechazo ante el uso de la enfermedad como “herramienta publicitaria que trivializa nuestro dolor”. Consideran que esta estrategia “reduce una enfermedad devastadora un gesto superficial de marketing” y han reclamado transparencia en las recaudaciones que se realicen en nombre de esta causa, así como incluir la presencia de las pacientes: “Pedimos que tengamos voz en cada acción que se haga en nombre de nuestra enfermedad y que quien se aprovecha de ella asuma las consecuencias”. Otra mujer, enfadada ante esta mercantilización, ha añadido en una de las intervenciones: “Por supuesto que no es rosa, es una puta mierda”.

Además de incidir en que el cáncer “no es un lazo, un color, un concierto solidario, o una carrera rosa”, han denunciado que sean tratadas como “una historia de superación personal”. Han explicado que el cáncer “no es una prueba que ganan las más fuertes, las más valientes o las más positivas, y quien muere no ha perdido ninguna batalla”, en base a esto han sentenciado: “No queremos que se nos llame guerreras. Basta de pinkwashing”.

Historia colectiva, pero cada una es “única”

Las manifestantes han señalado que sus vivencias son “una historia colectiva” y, ante la cifra “demoledora” de muertes, han matizado: “Las cifras nos enseñan claramente que estamos ante un problema de salud pública. Pero lo más demoledor es despedir a nuestras compañeras”. Tras nombrar a algunas de ellas, han incidido: “No son números, eran nuestras amigas, hermanas, parejas, hijas...”. Casi finalizando la lectura del manifiesto, han reconocido que se han presenciado “por todas las que no pueden estar hoy en la calle”.

“Somos muchas, pero cada es una única”, han relatado, haciendo alusión a que cada mujer tiene distintas circunstancias y no todas responden de igual manera a los tratamientos. Por ello, han exigido “información clara, alternativas” y que se medie con “empatía y tiempo”: “Pedimos que quien nos habla de diagnóstico, tratamiento o cirugía nos mire a los ojos. Si hay que llorar, se llora; pero una mirada digna ayuda más que una caja de pañuelos puesta a la vista”.

Las desigualdades también han sido tema de conversación, puesto que las listas de espera obligan a las mujeres, que pueden, a pagar pruebas privadas para obtener un diagnóstico precoz o acceder a terapias innovadoras: “El acceso a diagnósticos, tratamientos o cuidados no puede depender del código postal ni de la capacidad económica”. Coincidiendo con el aniversario anual de la crisis de los cribados de Andalucía, han subrayado la importancia de los cribados “tempranos y gratuitos”.

También se han referido al ámbito laboral como motivo de desigualdad y exigen “protección real durante y después del tratamiento”: Los tribunales médicos siguen dando altas laborales a pacientes en pleno tratamiento. Reclamamos una reforma laboral y administrativa que contemple la realidad del cáncer como enfermedad de largo recorrido“.

El post cáncer no es “un añito malo”

El cáncer de mama no termina cuando finalizan los tratamientos que solemos asociar como comunes —quimioterapia, radioterapia o sesiones de cirugía—, para muchas mujeres comienza otra etapa compleja en la que conviven con secuelas físicas y emocionales. Entre los síntomas han destacado: “La fatiga crónica, el insomnio, dolor articular, los problemas cardíacos, la niebla mental, etcétera”.

“Sobrevivir al cáncer no significa volver a la vida de antes”, han insistido, por ello han exigido la implicación de diversas unidades sociosanitarias, desde la fisioterapia y nutrición, hasta la atención ginecológica especializada, pasando por la salud mental.

La prohibición de las sustancias tóxicas y cancerígenas

Según han pronunciado, la prevención no puede relegarse a recomendaciones individuales como “llevar una vida sana o tocarse el pecho”. Consideran que la cautela no puede sostenerse en elecciones privadas y “prevenir el cáncer de mama es un deber público”.

Por ello, se han referido a las políticas públicas y a la que consideran la raíz del problema: “No podemos elegir el aire que respiramos ni evitar los tóxicos que contienen los productos. Exigimos políticas valientes como prohibir los contaminantes y químicos que nos enferman”.

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