“O meu filho já não escreve a não ser com IA”


Comprar un móvil es como comprar cualquier otra cosa, porque en primer lugar depende de cuánto dinero puedes gastar y en segundo, de para qué lo vas a usar. Al final tienes que ir reduciendo posibles candidatos, aunque los datos dicen que en España la compra media suele moverse en el entorno de los 300 euros.
Yo siempre digo que, por menos de 300 euros los móviles son decentes, pero que a partir de esa cifra hablamos ya de un nivel tan superior que merece la pena hacer el esfuerzo.
Obviamente, cuanto más gastes, mejor es tu móvil, aunque los modelos premium ya hilan demasiado fino, con ventajas a nivel de cámara y pantalla que quizás no justifican precios que superan los 1.000 euros.
Es por eso que, si tengo que recomendar un móvil, reduzco al máximo el listado a cinco modelos en distintos rangos de precio que rinden brutalmente bien.
El primero que siempre recomiendo, sobre todo para quien no tiene un iPhone –y esto es importante siempre– es el Pixel barato que toque ese año.
Los móviles de Google llevan años destacando dentro del mundillo Android, aunque los Pro son muy pero que muy caros. Afortunadamente, los "A" son mucho más asequibles, y el Pixel 10a encaja ahí.
Hereda el procesador Tensor G4 de sus hermanos mayores, con todas las funciones de inteligencia artificial de Google, incluidas Gemini y Rodea para buscar, entre otras cosas.
La cámara sigue siendo su gran baza, con un sensor principal de 48 megapíxeles y un ultra gran angular de 13 megapíxeles que, junto al software de Google, ofrece resultados difíciles de igualar en su rango de precio.
La pantalla es OLED y alcanza los 3.000 nits de pico, algo que se agradece cuando el sol aprieta. Con 7 años de actualizaciones garantizadas y una batería que aguanta más de 30 horas, es una compra a largo plazo.
Apple sigue empeñada en tener un iPhone para cada bolsillo, y el 17e es su apuesta en este sentido, aunque siendo Apple, lo de "asequible" es relativo. Lo es si lo comparamos con otros iPhone más potentes.
Hablamos de 859 euros –precio oficial– por un móvil que monta el chip A19, el mismo que el iPhone 17, aunque con algún núcleo menos. Por lo demás, se deja calidad en las cámaras y un poco en la pantalla, pero gana en autonomía de batería.
Sinceramente, para el día a día apenas vas a notar las diferencias con uno de 1.000 euros, a menos que hagas muchísimas fotos y vídeos.
Una novedad es que por fin el "iPhone barato" tiene MagSafe, que llega por primera vez a esta gama con carga inalámbrica de 15W.
La gama media de OnePlus sigue siendo una de las más equilibradas del mercado, y son ya muchos años. Es una de las pocas marcas fuera de Apple y Google que fidelizan a sus usuarios año tras año, generación tras generación.
El Nord 5 usa el procesador Snapdragon 8s Gen 3, un procesador de gama alta recortado que mueve cualquier cosa sin despeinarse, volando en Android y con cuerda para seguir haciéndolo muchos años.
Su pantalla AMOLED a 144 Hz es una delicia para consumir contenido, y la carga rápida de 80W te deja la batería lista en menos de una hora, y además tiene también actualizaciones para 4-5 años sin problemas.
Nothing ha vuelto a hacer lo que mejor sabe: un móvil que llama la atención sin necesidad de ser el más potente.
El Phone 4b es estéticamente distinto, con acabado trasero que se aleja de lo que llevamos viendo ya 10 o 15 años en un sector que parece estancado, y además lo hace manteniendo un precio más o menos contenido, rondando los 300 euros.
La pantalla AMOLED con 120 Hz y un pico de 2.000 nits se ve de maravilla, y el Snapdragon 6 Gen 4 ofrece un rendimiento más que solvente para el día a día, sin llegar a lo que tiene por ejemplo el Nord 5 mencionado arriba.
Lo mejor es Nothing OS, limpio, sin aplicaciones basura y con tres años de actualizaciones de Android garantizadas. Si quieres algo diferente y no te importa renunciar a un poco de potencia a cambio de estilo, este es tu móvil.
Con 7.500 mAh de batería y componentes discretos pero suficientes, este móvil presume de 2-3 días de batería, además de precio bajo. Ya está, es todo lo que mucha gente busca y por eso lo recomiendo, según el caso.
Es prácticamente imposible quedarte sin batería en un día, y si lo consigues, la carga de 45W te saca del apuro. Es verdad que la pantalla es "solo" LCD, que se nota si vienes de una AMOLED, y tampoco es una bestia de potencia, pero para WhatsApp, Instagram y alguna cosa más, tiene más que de sobra.
Otro detalle fundamental, poco habitual a estas alturas, es que mantiene el jack de auriculares y la ranura microSD.


A União Europeia anda há uns meses a discutir o orçamento plurianual para o período de sete anos (2028–2034). É a única organização internacional de relevo que apresenta esta singular e boa prática de possuir um orçamento plurianual.
O orçamento proposto para o QFP 28–34 é de €2000 mil milhões. As contribuições dos estados-membros, calculadas sobre uma percentagem do seu Rendimento Nacional Bruto (RNB), representam 64% do atual quadro, e prevê-se que venha a atingir 55% no futuro QFP. Este é um dos fatores que provocam pressão na negociação do orçamento, dividindo os estados-membros entre contribuintes líquidos e beneficiários. Os contribuintes líquidos são a Alemanha, os Países Baixos, a Suécia, a França, a Áustria, a Finlândia, a Dinamarca, a Irlanda e a Itália. Os beneficiários, os restantes. A Alemanha é a grande financiadora do orçamento da UE, contribuindo cada cidadão alemão com €207 para o orçamento comunitário.
Por outro lado, um quadro financeiro plurianual de 7 anos obriga a antecipar prioridades, necessidades de investimento e desafios futuros. E são estes dois fatores, contribuições e definição de prioridades do orçamento, que constituem a base das naturais divergências entre os estados-membros.
A proposta que foi apresentada pela presidência cipriota (em outubro haverá nova proposta elaborada pela presidência da Irlanda) previa que o orçamento 28–34 apresentasse um aumento de 39% a preços constantes (descontada a inflação). Além deste aumento global, há uma alteração significativa da sua composição, uma redução dos recursos destinados à Política de Coesão, à Política Agrícola Comum e ao reforço das verbas destinadas para a competitividade, inovação, defesa, segurança e autonomia estratégica europeia.
A principal e mais relevante mudança não está tanto nos montantes, mas na forma como os fundos serão geridos. Existirão programas de gestão centralizada administrados diretamente pela Comissão Europeia e instrumentos e programas de gestão partilhada geridos pelos estados-membros.
Nesta última modalidade, os estados-membros celebrarão um acordo de parceria com a Comissão Europeia, no qual se vão definir os objetivos gerais e os montantes financeiros. No entanto, contrariamente ao que sucede hoje, haverá uma total autonomia dos estados-membros na definição das prioridades de investimento, nos regulamentos e na aplicação dos apoios. Com esta autonomia, os governos e entidades perdem os argumentos de rigidez e os condicionalismos que imputam a Bruxelas na correta definição das estratégias de competitividade dos países.
De acordo com a atual proposta (que será decerto alterada), Portugal receberá €33,5 mil milhões a preços correntes. A preços constantes, o pacote desce para €28,2 mil milhões, o que significa uma redução em termos reais de 16% dos fundos de coesão e agricultura em relação ao atual quadro. Uma correção feita há pouco tempo no cálculo da dotação do Fundo de Coesão, reduziu-se a diminuição para 11% em termos reais.
Em contrapartida, os programas de gestão centralizada em que as prioridades de investimento, regulamentos, concursos, seleção de projetos serão definidos pela Comissão Europeia terão um reforço significativo de verbas.
A Associação Industrial Portuguesa (AIP) fez uma análise aos perfis de distribuição dos estados-membros por classe do Rendimento Nacional Bruto e por tipo de programas comunitários no período de 2021–2024.
Concluiu o que era expectável: os países com RNB médio superior a 100% da UE receberam 61% dos €105 mil milhões dos programas de gestão centralizada pela Comissão Europeia, enquanto os países com RNB inferior a 75% da UE tiveram um acesso marginal (9%).
A combinação da redução dos recursos da Política de Coesão e o reforço dos programas de gestão centralizada poderá vir a traduzir-se numa transferência de recursos dos países menos desenvolvidos para os países mais desenvolvidos.
Outra das novidades do programa reside na criação do Fundo Europeu para a Competitividade (FEC), com uma dotação de €245 mil milhões. O relatório Draghi calculou as necessidades de investimento no reforço da competitividade e inovação para resolver o gap que separa a UE dos EUA e da China em €750 mil milhões por ano entre 2025 e 2030. Se adicionarmos ao orçamento do FEC de €266 mil milhões (incluído o Fundo de Inovação) mais €65 mil milhões do pilar II do programa Horizonte Europa e €120 mil milhões do Fundo de Coesão, totaliza um valor acumulado disponível de €441 mil milhões no período de 2028–2034 para a competitividade.
Conclui-se assim que o orçamento não estará dotado financeiramente para suportar as necessidades de investimento acima referidas. Haverá necessidade de alavancar recursos públicos com forte mobilização de investidores privados, intervenção do Banco Europeu de Investimento e dos bancos soberanos nacionais, o que não se afigura muito provável.
O desafio para as empresas portuguesas é a concorrência no acesso a estes instrumentos ser feita à escala europeia. Como vemos, Portugal tem tido uma utilização residual. O investimento, a qualidade e a maturidade das candidaturas não se ajustam à dimensão das nossas empresas. Por outro lado, as prioridades do programa: descarbonização e transição energética, digitalização, biotecnologia, inteligência artificial, segurança e defesa têm estado afastados do perfil de investimento das PME portuguesas. Verifique-se o que se está a passar com o programa STEP do atual Portugal 2030.
Por tudo isto, o desafio do próximo QFP é de uma grande dimensão para empresas, associações empresariais, municípios e comunidades urbanas. Implicará profundas alterações na estratégia, prioridades dos projetos, perfil dos investimentos, qualidade, mérito e dimensão muito exigente das candidaturas, cooperação e escala nas empresas, posicionamento e mobilização de empresas, associações empresariais e municípios.





The legislative landscape of immigration in Portugal has undergone one of its deepest mutations with the publication of Law No. 62/2026 of September 10. This new statute radically alters the
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