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La visita de Milei incomoda a la derecha en plena polémica preelectoral sobre el futuro de las pensiones

20 October 2026 at 21:00

El presidente argentino, Javier Milei, aterrizó este martes en Madrid en la que constituye su séptima visita a España desde que se instaló en la Casa Rosada, en diciembre de 2023. Como todas las veces anteriores, no se reunirá con el Rey, ni con el presidente Pedro Sánchez ni ningún otro miembro del Gobierno. Será la primera vez, sin embargo, que tampoco se vea con el líder de Vox, Santiago Abascal, mientras que la Comunidad de Madrid ha evitado confirmar su cita Isabel Díaz Ayuso, anunciada en Argentina. “No lo tenemos en agenda”, aseguraba uno de los asesores más cercanos a la presidenta regional.

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© EPV

El presidente de Argentina, Javier Milei, habla durante un discurso ofrecido este jueves en la Cámara de Comercio de Estados Unidos en Washington (EE.UU.).

Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina

Logo Agência Brasil

O governo da Argentina de Javier Milei publicou decreto, nesta segunda-feira (19), com plano de demissão voluntária que pode alcançar até 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. 

A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.

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A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina destaca que milhões de pessoas vão ficar sem serviço público com essa demissão em massa e acusa o governo de intimidação de funcionários para aderir à proposta. O governo, por sua vez, defende que a adesão é voluntária.

O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente. 

A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.

O ministro da desregulação e transformação do Estado, Fede Sturzenegger, destacou que quem aderir ao plano de demissão não poderá voltar a ocupar emprego no Estado pelos próximos oito anos “para evitar uma porta giratória”.

Motosserra de Milei

Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.

Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.

“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo. 

O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.

“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.

Servidores públicos

Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.

“Se é realmente voluntário, por que estão ameaçando os trabalhadores? Se há intimidação, então o consentimento não é livre. As declarações dos funcionários são como: ‘Ou você assina os papéis da aposentadoria ou eu te coloco em licença e depois te demito’”, destacou o líder sindical. 

Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.

“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.

Desemprego

A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec. 

Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa). 

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Museum for Argentine Jewish ranchers stays open despite leadership feud

20 October 2026 at 19:54
Convoluted hybrid arrangement between local government and Jewish community created tension when images of water damage to complex spread online, led to municipal director quitting

Paralizada casi 60 por ciento de la industria metalúrgica argentina

20 October 2026 at 18:19

Buenos Aires, 20 oct (Prensa Latina) Casi seis de cada 10 máquinas están hoy paradas en la industria metalúrgica argentina, luego que este importante sector volviera a desplomarse 3,3 por ciento en septiembre respecto a igual mes de 2025.

The post Paralizada casi 60 por ciento de la industria metalúrgica argentina first appeared on Noticias Prensa Latina.

Buenos Aires Subway Workers Halt Service After Union Leaders Arrested

20 October 2026 at 17:04

Three union leaders were arrested during a protest over a labor sanction and the hiring of workers outside the union agreement.

On Tuesday, workers on the Buenos Aires subway unexpectedly halted service on all six lines following the arrest of three union leaders during a protest against a labor sanction imposed on a worker and the hiring of personnel outside the union agreement.

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The work stoppage began at around 10 a.m. local time and affected all lines, as well as the Premetro, according to the Subway and Premetro Workers Union (AGTSyP). The union denounced the workers’ arrests as “arbitrary” and announced that service would remain suspended until they were released.

The arrests took place while workers were opening the turnstiles at Juan Manuel de Rosas station on Line B, a protest measure that allows passengers to enter for free.

The action was in response to a sanction imposed on a fellow worker and the lack of dialogue with Emova, the company that operates the subway under a concession.

Urgente, nueva provocación de la policía de la Ciudad gracias a la cual no funcionan las líneas de subte. Se llevan detenidos a delegados porque estaban participando de una protesta. Es un escándalo.
Libertad ya a Claudio y a Facundo ya! pic.twitter.com/5DCsVdZ67x

— Vanina Biasi (@vaninabiasi) October 20, 2026

The text reads, “Urgent: a new provocation by the City police has caused the subway lines to stop running. Union representatives have been taken into custody for participating in a protest. It’s an outrage. Free Claudio and Facundo —now!”

The protest is part of a dispute over the presence of subcontracted companies performing tasks that fall within the responsibilities of maintenance staff.

On Monday, the union organization rejected this practice, considering it a violation of the collective bargaining agreement and a form of illegal hiring intended to address staff shortages.

Union leader Claudio Dellecarbonara denounced an “illegal and unconstitutional escalation of repression” on his social media account on X. Minutes later, he was arrested along with another union leader, Sebastian Carrizo.

Later, the union confirmed that Nestor Segovia, the organization’s general secretary, was the third union leader detained. The police intervention took place amid a large deployment of officers from the Buenos Aires City Police’s Subway Division.

teleSUR/ JF

Source: EFE

Ayuso retrasa su decisión sobre reunirse con Milei en Madrid: “No lo tenemos cerrado en agenda”

20 October 2026 at 11:52
Ayuso condecora  a Milei en la Comunidad de Madrid, en junio de 2024.

La comitiva presidencial argentina aterriza este martes en Madrid con una agenda cargada de actividades para Javier Milei. En la Casa Rosada dan por hecho que el presidente argentino se encontrará con Isabel Díaz Ayuso a las cinco de la tarde, en un lugar todavía sin especificar, pero en Sol no lo ven tan claro. “No lo tenemos cerrado en agenda”, dice uno de los asesores más cercanos a la líder del PP en Madrid.

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Argentina: riesgo país salta al máximo anual tras caída de bonos y acciones

19 October 2026 at 23:40
El índice alcanzó los 675 puntos básicos. La cifra alcanzada en el arranque de las operaciones marca el valor más elevado no solo en lo que va del año, sino también de los últimos doce meses.

Argentine Police Face Criminal Complaint Over Repression of University March

19 October 2026 at 21:48
Human rights bodies filed legal complaints following the disproportionate police action against university demonstrations in Buenos Aires. Photo: EFE.

Argentina’s Provincial Commission for Memory (CPM, in Spanish) filed a criminal complaint Monday against national government officials over the police operation that left more than 550 people injured during the fifth federal university march in Buenos Aires.


The complaint, submitted to the Federal Court led by Judge Sebastián Ramos, calls for an investigation into both the officers who took part in the operation and the political authorities who ordered the security deployment during the day of protest.

A report prepared by the autonomous body found that the police intervention stretched on for more than three hours.

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Security forces fired rubber bullets horizontally at the bodies of demonstrators, deployed water cannons at high pressure and launched more than 120 tear gas grenades in what the report described as a disproportionate use of force.

The formal filing also stated that the attacks reached medical assistance teams, press workers and human rights observers. At the same time, the National Committee for the Prevention of Torture monitored the street actions and warned of an abusive use of force that led to the detention of four adults and two teenagers.

Over 550 Injured

The figure of more than 550 people affected or injured gives the operation a scale recorded in Argentine protests. The Argentine Provincial Commission for Memory report documented the trajectory of the rubber bullets, the intensity of the water cannons and the volume of chemical agents deployed against a crowd that included students, teachers and ordinary citizens.

The fifth federal university march brought thousands of people into the streets across the country to demand that President Javier Milei enforce the University Financing Law. The legislation, approved by the National Congress and reaffirmed after being vetoed by the executive branch, has the backing of the judiciary to guarantee the budget of the public education system.

Human rights organizations demanded the urgent delimitation of criminal and institutional responsibilities in the face of the reported escalation of violence. Torture prevention bodies stressed that the use of less lethal weapons requires strict protocols to protect the integrity of those exercising their constitutional right to protest.

Judicial Action Advances

The advance of the legal actions keeps the conduct of the Ministry of Security and the management of social conflict in the Argentine capital at the center of national debate. The complaint before Judge Ramos seeks to establish who ordered the deployment and who allowed the operation to continue for hours despite the growing number of injuries.

University communities announced that they will maintain institutional and street actions to demand the budget allocation that the law grants to higher education institutions. The protest movement shows no sign of retreat, even as the judicial process begins to examine the events of the march.

The Provincial Commission for Memory (CPM, in Spanish), an autonomous body with a long record of documenting state violence, placed the operation within a broader pattern of concern. Its report argues that the use of force crossed the line separating legitimate public order maintenance from punishment aimed at those who dissent.

The case now rests with the Federal Court, which must decide whether to summon the security agents and the political officials identified in the filing. The outcome will shape how Argentina addresses the use of force against social protest, a question that has divided the country since the march left its toll of injured demonstrators on the streets of the capital.

França alcança mundial inédito de hóquei em patins

19 October 2026 at 08:14
Desempate foi decidido nas grandes penalidades (2-1). França fez história e marcou presença pela primeira vez numa final, depois de ter afastado a seleção portuguesa nas meias-finais.

© ESTELA SILVA/LUSA

Portugal, cujo último dos seus 16 títulos mundiais foi conquistado em 2019, terminou a competição no terceiro lugar

Milei y el califato de las Malvinas

16 October 2026 at 23:03
El presidente de Argentina, en la Cámara de Comercio de Estados Unidos en Washington.

Santiago Caputo, asesor presidencial del presidente Javier Milei, ha dicho que Argentina debe recuperar las Islas Malvinas porque el Reino Unido está siendo colonizado por el islam. En esa línea, consideró que la reivindicación sobre las Malvinas es ya una causa de Occidente, y no solamente nacional. La cuestión ha escalado porque Milei dio difusión en redes sociales al mensaje de su asesor, lo que ha tensionado la relación entre Argentina y Reino Unido. El mensaje no es nuevo. Donald Trump ya dijo antes que Caputo que el Reino Unido sería la primera potencia islamista con armamento nuclear. No debe de saber que Pakistán hace 54 años que posee armas nucleares.

No es la primera vez que Milei amenaza el Reino Unido con que quiere recuperar las Malvinas como sea. Espera que su amistad con Donald Trump lo haga apoyar el intento de recuperar las islas frente a un Reino Unido que, según el presidente argentino, está internacionalmente debilitado.

Sin embargo, si analizamos la situación de las fuerzas armadas argentinas, podemos ver que la situación no da para amenazas. Hay problemas en los acuartelamientos, donde faltan los bienes básicos para su funcionamiento. Con su salario, los soldados no llegan a final de mes, y tienen que encontrar trabajos alternativos como repartidores o taxistas. Por ello, han introducido subidas salariales. El gobierno libertario entró prometiendo seguridad y orden, y la situación de los cuerpos policiales y militares está peor que antes de que Milei llegara a la Casa Rosada.

La respuesta británica no se ha hecho esperar. El primer ministro, el laborista Andy Burnham, habló con el presidente Donald Trump, y le explicó que la voluntad de las Malvinas es seguir siendo británicas, con el respaldo de Londres. El presidente de la Asamblea de las Islas Malvinas, Jack Ford MLA, lo confirmó: no se plantean dejar de ser británicos. A su vez, el Ejército Británico se desplegó en un ejercicio para saber cómo actuar frente a una invasión, y reconquistar las islas como sucedió en 1982.

Fue en abril cuando el régimen militar encabezado por el general Galtieri tomó las Malvinas, un territorio que se apropió el Reino Unido hace siglo y medio. Aquello fue el principio del fin de la dictadura que sembró el terror en Argentina. Setenta y cuatro días después de la incursión argentina los británicos, que desplegaron la más poderosa flota desde la Segunda Guerra Mundial, recuperaron las Falklands, como las llaman. Hubo mil muertos, 700 de ellos argentinos.

El ministro británico de Exteriores, Ed Miliband, sostiene que los isleños tienen derecho a desarrollar sus recursos naturales como ellos consideren oportuno. Ha anunciado también nuevas medidas para garantizar que las personas y las empresas estén protegidas frente a las amenazas argentinas. El control de los recursos energéticos queda bajo protección británica.

Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven"

No es la primera vez que Milei recurre la cuestión de las Malvinas para desviar la atención doméstica. De hecho, la Junta Militar usó la guerra de las Malvinas para desviar la atención de sus problemas internos. Enviaron a luchar a gente sin experiencia, ni formación. Ahora Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven. Milei espera que Estados Unidos e Israel se pongan de su parte, pero es muy difícil que su apoyo vaya más allá de un golpecito diplomático a la espalda.

En conclusión, la supuesta expansión del islam en las Malvinas, y la consolidación de un gobierno islámico frente a Argentina, es la enésima declaración sin sentido que proviene de Casa Rosada, la sede del gobierno argentino. Apenas el 0,3% de los habitantes de la isla practican la religión islámica.

La necesidad constante del gobierno argentino de generar polémicas estridentes y tensionar el orden internacional es una muestra de la debilidad diplomática del país. Si recordamos el precedente de Venezuela sobre el Esequibo, podemos ver que la cuestión de un cambio territorial por la fuerza tiene escasos apoyos, incluso entre los amigos más cercanos.


Guillem Pursals es doctor en Derecho (UAB), máster en Seguridad (UNED) y politólogo (UPF), especialista en conflictos, seguridad pública y Teoría del Estado. Aquí puede leer sus artículos publicados en www.elindependiente.com

Argentina Rights Group Files Complaint Over Police Crackdown

18 October 2026 at 08:34
Argentine security forces during a police crackdown on university protesters in Buenos Aires on October 16.

The complaint alleges excessive force during an October 16 university protest in Buenos Aires, where at least 550 people required medical attention.


Argentina’s Provincial Commission for Memory (CPM) has filed a criminal complaint against President Javier Milei’s government and security officials over a police crackdown on a university protest in Buenos Aires that left at least 550 people requiring medical attention. The filing accuses security forces of abuse of authority, dereliction of official duties and other crimes.

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The complaint concerns the October 16 Federal University March and a demonstration against Decree of Necessity and Urgency (DNU) 70 in Plaza del Congreso. It names the Unified National Security Command and authorities in the Autonomous City of Buenos Aires, alleging that the security operation exceeded legal limits.

The operation involved the Federal Police, Naval Prefecture, National Gendarmerie, Airport Security Police and Buenos Aires City Police. According to the CPM, officers intervened while the mass demonstration was underway, forcing university leaders to interrupt their reading of the main statement from the stage.

The commission reported that officers fired rubber bullets directly at protesters’ faces and heads and used water-cannon trucks against demonstrators. At least 550 people required medical attention, and at least 120 tear-gas grenades were fired, according to the organization.

Journalists and human rights monitors injured

A CPM report documented injuries to 50 media workers and 15 members of the commission, which is chaired by Adolfo Pérez Esquivel and Dora Barrancos.

Among those injured were Página/12 photographer Guido Piotrkowski, who was struck twice in the chest by rubber bullets, and TeleSISA journalist Laura Quispe, who sustained nine rubber-bullet impacts.

Footage circulated by the Center for Legal and Social Studies (CELS) showed officers aiming at protesters’ eyes. Later that evening, television cameras recorded Gendarmerie officers collecting spent cartridges from the streets and placing them in bags. The CPM raised concerns about the preservation of potential evidence.

Six people arrested during the demonstration

Six people were arrested during the protest and its dispersal. Two students from Nicolás Avellaneda School were detained at 5:11 p.m. at the intersection of Montevideo and Sarmiento streets.

One student, aged 14, was held for two hours. The other, aged 17, was charged with resisting authority and faces criminal proceedings under the recently introduced juvenile justice regime.

Police later arrested four adults — three men and one woman — at the intersection of Chacabuco Street and Avenida de Mayo. Human rights organizations said the woman, a student at the National University of Tres de Febrero, was stopped because she was carrying a Colombian flag. All four were charged with resisting authority.

Commission seeks records and independent investigation

The CPM’s complaint alleges that the actions of officers and their political superiors were coordinated and carried out under orders from senior officials who knowingly authorized the use of coercion outside the legal framework and in violation of Argentina’s international commitments.

The commission has asked the national and Buenos Aires city security ministries to provide a complete list of personnel deployed during the operation, details of the vehicles, weapons and equipment used, and copies of orders transmitted over police radio frequencies.

It is also seeking information about officers who photographed or filmed protesters, including whether they had prior judicial authorization, as well as footage from the city’s surveillance cameras.

The CPM has called for independent forensic examinations and for the collection, custody and analysis of testimony, commercial recordings and other evidence to remain under the control of the competent court or prosecutor. The request specifically excludes the security forces implicated in the events from handling that evidence.

Economía argentina sufre sostenida fuga de capitales estimada en 48.800 mdd

18 October 2026 at 09:35
Los datos recopilados muestran que apenas una parte reducida de esos recursos permaneció dentro del sistema financiero argentino, lo que limita su impacto sobre la economía nacional.

Ricercatrice per un progetto Ue sospesa dal suo istituto in Argentina per aver svelato le conseguenze sulla popolazione dell’uso massiccio di agrofarmaci

18 October 2026 at 08:39

Ha eseguito una ricerca sulla presenza di veleni agricoli in esseri umani e animali, nel sudovest di Buenos Aires, coinvolgendo 73 volontari. Lo studio, iniziato nel 2020, finanziato da fondi Ue nell’ambito del progetto Sprint, Sustainable plant protection transition, con l’approvazione dell’Inta, Instituto nacional de tecnología agropecuaria, ha rilevato la presenza di almeno due pesticidi nel sangue del 100% dei volontari coinvolti e di glifosato nelle urine dell’84%. In alcuni test si registra la presenza di decine di fitofarmaci diversi nell’organismo dei volontari. I veleni sono ovunque, anche nella polvere domestica, che nasconde fino a 86 molecole chimiche differenti. L’esito non è piaciuto affatto ai vertici dell’Inta né ai colossi agricoli, i cui rappresentanti siedono nel Consiglio direttivo dell’ente. E ora Virginia Aparicio, 53 anni, responsabile scientifica della ricerca, affronta una procedura di esonero che comporterebbe il licenziamento e l’esclusione da ogni incarico pubblico per i prossimi cinque anni.

“La mia vita è cambiata profondamente”, confida Aparicio a Ilfattoquotidiano.it. Dopo più di vent’anni di lavoro presso l’Inta, affronta una decisione di esonero dalla pubblica amministrazione vincolata a una ricerca scientifica internazionale. “È una decisione che compromette il mio percorso professionale e la mia continuità lavorativa”. L’Inta l’accusa di diverse irregolarità, come l’aver “scavalcato i superiori” e “occultato informazioni“, ma Aparicio ha notificato per iscritto ogni singola azione, protocollo e avanzamento del progetto. Sotto pressione degli agroindustriali, l’ente ha provato a fermare la divulgazione dei risultati, che invece erano già arrivati in Europa. Per rappresaglia, l’Argentina si è formalmente ritirata dal progetto Sprint. Aparicio, già ritenuta la migliore ricercatrice dell’Inta in materia di agrochimici con oltre 150 pubblicazioni e 3.500 citazioni scientifiche dice: “Temo per il mio futuro lavorativo e personale. Ma a preoccuparmi di più è il messaggio che, con questa situazione, viene trasmesso ad altri ricercatori. Produrre e comunicare la conoscenza scientifica può avere ripercussioni negative per chi lo fa”.

Interpellata sui risultati della ricerca, Aparicio racconta: “Ho provato preoccupazione, ma anche un’enorme responsabilità scientifica ed etica. I risultati costituiscono un’evidente esposizione che occorre indagare, comunicare e tenere in considerazione nell’attuazione di politiche pubbliche”. E rilancia con una domanda: “Cosa succede quando i risultati di una ricerca scomodano chi ha potere decisionale?”. La ricercatrice rivendica perciò “l’indipendenza” della scienza pubblica nel “porre domande, ottenere risultati e comunicarli, anche quando mettono in discussione prassi prestabilite e interessi economici”.

La sua ricerca ha non a caso smentito il discorso ufficiale della lobby degli agrofarmaci, secondo cui i fitofarmaci sono “strumenti sicuri per l’uomo e per l’ambiente“, come affermato da Aacrea, Asociación argentina de consorcios regionales de experimentación agrícola. Tesi sostenuta anche da Sociedad rural argentina e Coninagro che in Argentina gestiscono la logistica dell’utilizzo dei prodotti Bayer (già Monsanto) e Syngenta. “Se invece i ricercatori temono di perdere il lavoro per le loro scoperte si favorisce l’autocensura. E questo impoverisce tutta la società”, aggiunge.

Aparicio esorta i colleghi a “difendere la scienza con dignità, indipendenza e rigore” e alla cittadinanza a “tutelare il proprio diritto alla conoscenza”. È una questione di principio: “La ricerca finanziata con fondi pubblici dev’essere posta al servizio del bene comune – osserva – I dati scientifici non appartengono a governi, imprese e ricercatori. La conoscenza che produciamo è un patrimonio della società“.

Negli ultimi giorni, la causa di Aparicio ha riscosso l’adesione di diverse realtà che vanno da sindacati locali a istituti di ricerca esteri. “La sanzione massima contro una ricercatrice per fatti prodotti nell’ambito del suo progetto istituzionale avrebbe conseguenze su tutto il personale e indebolirebbe la ricerca pubblica”, ha denunciato il sindacato nazionale del personale dell’Inta. Reagiscono anche la Facoltà di Agronomia dell’Università di Buenos Aires e la Coordinadora de pueblos fumigados (rete di popoli irrorati) per i quali la procedura contro Aparicio punta a “ostacolare il diritto cittadino di sapere chi inquina i territori”. Anche i rappresentanti del progetto Sprint hanno difeso la trasparenza dell’operato di Aparicio e il rispetto dei protocolli. “È evidente che ciò che abbiamo trovato non è stato conveniente per molte persone”, ha commentato a El País la ricercatrice Violette Geissen, dell’Università di Wageningen (Paesi Bassi) e coordinatrice generale dell’intero progetto. Il governo di Javier Milei, più volte interpellato sulla vicenda, resta in silenzio.

L'articolo Ricercatrice per un progetto Ue sospesa dal suo istituto in Argentina per aver svelato le conseguenze sulla popolazione dell’uso massiccio di agrofarmaci proviene da Il Fatto Quotidiano.

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