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El Ejército israelí afirma haber matado a un alto cargo de Hamás en Gaza

By: EFE
20 October 2026 at 20:56

El Ejército israelí ha afirmado haber matado este martes a un alto cargo del aparato de Seguridad del grupo islamista palestino Hamás en un ataque contra la ciudad de Gaza (centro de la Franja), según un comunicado publicado en sus canales.

"Hoy (martes), las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI) y el Shin Bet (servicio de inteligencia interior israelí), basándose en información de inteligencia, llevaron a cabo un ataque en la ciudad de Gaza en el que eliminaron a Akram Basam Shaban Yasin, un alto cargo del aparato de Seguridad General de la organización terrorista Hamás en la Franja de Gaza", recoge la nota castrense.

Según el Ejército israelí, entre las funciones de este aparato de Seguridad, al que según su versión pertenecía el supuesto miliciano, se encuentran "garantizar la seguridad y el traslado de los líderes de Hamás entre instalaciones de emergencia, elaborar evaluaciones de inteligencia y ejecutar planes de ataques terroristas contra Israel".

Según el comunicado, Yasin fue abatido en un ataque aéreo para el que "se adoptaron medidas para mitigar los daños a la población civil", entre los que cita el empleo de munición de precisión y la realización de labores de vigilancia aérea.

Según han informado fuentes médicas del enclave palestino, el Ejército israelí ha matado a un total de 7 personas, incluyendo a un adolescente de 15 años, a lo largo de este martes en diversos ataques dirigidos contra distintos puntos de la Franja.

Por el momento, las fuerzas armadas no se han pronunciado sobre el resto de bombardeos. Pese a la tregua vigente desde hace un año, Israel lanza a diario ataques en Gaza que causan muertos, en algunas ocasiones con drones a objetivos específicos que suele atribuir a presuntos miembros de Hamás, pero que a menudo matan también a civiles, entre ellos mujeres y niños; y en otras a palestinos cerca de la llamada línea amarilla, a partir de la cual están apostadas las tropas israelíes.

De acuerdo con el último recuento del Ministerio de Sanidad gazatí, que no incluye a estas víctimas mortales, las tropas israelíes han matado a 74.480 personas desde el inicio de la ofensiva de Israel en Gaza en octubre de 2023, de ellas 1.522 desde la entrada en vigor del alto el fuego hace un año.

Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina

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O governo da Argentina de Javier Milei publicou decreto, nesta segunda-feira (19), com plano de demissão voluntária que pode alcançar até 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. 

A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.

Notícias relacionadas:

A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina destaca que milhões de pessoas vão ficar sem serviço público com essa demissão em massa e acusa o governo de intimidação de funcionários para aderir à proposta. O governo, por sua vez, defende que a adesão é voluntária.

O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente. 

A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.

O ministro da desregulação e transformação do Estado, Fede Sturzenegger, destacou que quem aderir ao plano de demissão não poderá voltar a ocupar emprego no Estado pelos próximos oito anos “para evitar uma porta giratória”.

Motosserra de Milei

Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.

Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.

“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo. 

O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.

“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.

Servidores públicos

Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.

“Se é realmente voluntário, por que estão ameaçando os trabalhadores? Se há intimidação, então o consentimento não é livre. As declarações dos funcionários são como: ‘Ou você assina os papéis da aposentadoria ou eu te coloco em licença e depois te demito’”, destacou o líder sindical. 

Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.

“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.

Desemprego

A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec. 

Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa). 

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Trump dice que España fue "invadida" por inmigrantes y que "no está haciendo nada al respecto"

By: EFE
20 October 2026 at 20:28

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha asegurado este martes, en referencia a la entrada masiva de inmigrantes en Ceuta este verano, que España fue "invadida de forma repentina y masiva" por extranjeros y que el país "no está haciendo nada al respecto".

"En el caso de Francia y de toda Europa, fíjense en lo que ocurrió en España: el país fue invadido de forma repentina y masiva", ha explicado Trump a los medios de comunicación durante un acto celebrado en el Despacho Oval de la Casa Blanca.

"Llegaron por decenas de miles, entraron a raudales en España, y el país no está haciendo nada al respecto. Simplemente aceptaron su llegada. Venían de todas partes del mundo, de países que atraviesan situaciones sumamente difíciles", ha añadido el mandatario al hablar de sus políticas migratorias de mano dura, que se basan en incrementar el número de deportaciones.

El republicano se ha pronunciado de esta manera en un acto convocado para presentar una iniciativa para denunciar en Estados Unidos casos de fraude y malversación, algo en lo que, según su Gobierno, se han embarcado comunidades de inmigrantes en estados como Minnesota.

"Vuelvo a insistir: miren lo que pasó en España. Hace apenas un par de semanas, más de cien mil personas irrumpieron en el país en cuestión de minutos. Y no hacen nada al respecto. No sé dónde están viviendo (los migrantes) no lo sé. Es una situación de locura", ha afirmado Trump antes de subrayar que toda Europa vive una emergencia migratoria que amenaza con destruir el continente. "Europa tiene que cambiar su rumbo. De lo contrario, no quedará nada de Europa", ha aseverado.

Governo Meloni aprova detenção preventiva de menores e novo crime para protestos violentos

20 October 2026 at 19:59

O Governo de Giorgia Meloni aprovou esta terça-feira um novo pacote de segurança que permite aplicar a detenção preventiva também a menores e cria o crime de participação violenta em manifestações, na sequência dos confrontos ocorridos nos últimos dias em cidades italianas.

Governo Meloni aprova detenção preventiva de menores e novo crime para protestos violentos

20 October 2026 at 19:59

O Governo de Giorgia Meloni aprovou esta terça-feira um novo pacote de segurança que permite aplicar a detenção preventiva também a menores e cria o crime de participação violenta em manifestações, na sequência dos confrontos ocorridos nos últimos dias em cidades italianas.

Irán asegura que no tiene "nada nuevo que decir" a EEUU y exige que cumpla sus condiciones para la paz

By: EFE
20 October 2026 at 19:54

El negociador jefe de Irán y presidente del Parlamento, Mohamad Baqer Qalibaf, ha asegurado este martes que Teherán no tiene "nada nuevo que decir" a Estados Unidos y ha exigido a Washington que cumpla las siete condiciones planteadas por la República Islámica para poner fin a la guerra y recuperar la confianza entre ambos países.

"No tenemos nada nuevo que decir", ha afirmado Qalibaf durante una reunión con el jefe del Ejército de Pakistán, Asim Munir, que se encuentra de visita en Teherán en el marco de los esfuerzos de mediación para desbloquear las negociaciones. "Estados Unidos no podrá ganarse la confianza de Irán a menos que cumpla las siete condiciones", ha insistido el dirigente iraní.

Entre las exigencias de Teherán figuran el cese de las hostilidades en todos los frentes, incluido el Líbano, la liberación de los fondos iraníes congelados en el extranjero, el fin del bloqueo naval estadounidense y el control del estrecho de Ormuz. Estas condiciones fueron presentadas durante la Asamblea General de Naciones Unidas en Nueva York, aunque Washington las rechazó y planteó una contrapropuesta que todavía no ha recibido respuesta iraní.

Durante su visita, Munir también se ha reunido con el secretario del Consejo Supremo de Seguridad Nacional iraní, Mohsen Rezaei, quien ha reiterado que Teherán no está dispuesto a realizar concesiones en materia nuclear. "Ni una sola partícula enriquecida nuclear saldrá de Irán, es un activo nacional para uso interno", ha advertido. El militar paquistaní también ha mantenido un encuentro con el presidente iraní, Masud Pezeshkian.

Las conversaciones permanecen estancadas después de la guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra Irán el pasado 28 de febrero. Pese a la suspensión de las hostilidades militares, la tensión continúa en el estrecho de Ormuz, donde se siguen registrando ataques iraníes contra embarcaciones que intentan atravesar esta estratégica vía marítima, mientras Washington trata de garantizar el tránsito de petroleros.

Meloni extiende a los menores de edad la detención preventiva ante los disturbios en el país

20 October 2026 at 18:58

El Gobierno de Italia autorizó este martes reforzar con otros 500 soldados el dispositivo de seguridad pública en Milán (norte) tras los disturbios y saqueos del pasado fin de semana, según confirmó la primera ministra, Giorgia Meloni, en un vídeo en sus redes sociales. La medida, tramitada como decreto-ley y aprobada en Consejo de Ministros, también establece que los menores de edad podrán ser objeto de la figura de detención preventiva que hasta ahora solo se aplicaba a adultos y crea el delito de "participación violenta en manifestaciones". Así, las fuerzas del orden podrán detener a menores de 18 años en las comisarías durante 12 horas, siempre que existan pruebas de que representan un peligro.

"A Milán llegan 500 militares más, hasta finales de año junto a la policía y los carabinieri. Y a la justicia de menores le damos más magistrados y más plazas en los centros, para que la certeza de la pena valga también para quien tiene 16 años", anunció la mandataria en el mensaje transmitido tras el Consejo de Ministros que aprobó la medida. Los militares permanecerán desplegados hasta el 31 de diciembre y estarán a disposición de las autoridades para colaborar en el control del territorio y el mantenimiento de la seguridad pública.

Meloni calificó de "inaceptables" las escenas vividas tras una serie de altercados que dejaron cerca de 200 agentes heridos y daños materiales que solo en la capital lombarda rozan el millón de euros. Según datos oficiales, las fuerzas del orden detuvieron o identificaron a 330 personas, la mitad de ellas de origen extranjero. El nuevo contingente reforzará la operación Calles Seguras, una iniciativa implementada en 2008 que mantiene a unos 5.000 efectivos del Ejército desplegados en numerosos 'puntos calientes' del país para garantizar el orden público. La medida entrará en vigor inmediatamente y dispondrá de un plazo de 60 días para ser ratificada por el Parlamento italiano.

El paquete de medidas incluye la creación del delito de participación violenta en una manifestación, que contempla penas de hasta cinco años de prisión y multas de hasta 20.000 euros para quienes participen en acciones violentas en grupo. "Si durante una marcha o una manifestación te unes a un grupo de cinco o más personas, te pones a tirar piedras, petardos, palos, pones en peligro la seguridad de todos, te arriesgas a hasta cinco años de cárcel y hasta 20.000 euros de multa", precisó Meloni. Además, el decreto introduce el principio de que "quien rompe paga, y si quien rompe es un menor, pagan sus padres", añadió

En el ámbito penal, se tipifica con eficacia inmediata la presunción de imputabilidad para menores de 14 a 18 años y se permite al jefe de policía aplicar apercibimientos orales y veto de reunión en lugares públicos a jóvenes con antecedentes por actos violentos. El borrador del decreto contemplaba también atribuir excepcionalmente a los militares funciones policiales durante tres meses, lo que les habría permitido efectuar detenciones, pero esta disposición finalmente quedó fuera del texto aprobado.

Al referirse a las manifestaciones del pasado fin de semana, Meloni señaló que, además de las "franjas antagónicas de siempre", participaron cientos de jóvenes, muchos de ellos menores de edad. "No hay nada de revolucionario en devastar y robar. Devastar y robar no es protesta, es criminalidad, y la respuesta del Estado debe ser firme", afirmó. La primera ministra añadió que las fuerzas del orden habían detenido o identificado a 330 personas, la mitad de ellas de origen extranjero, incluidas personas nacidas fuera de Italia y otras nacidas en el país en familias extranjeras.

"Espero que los delitos cometidos sean perseguidos con rapidez y que todas las normas a disposición, incluidas las de los recientes decretos de seguridad, se apliquen con rigor", sostuvo. Meloni destacó que el menor de los identificados tenía 11 años, una circunstancia que, según afirmó, "duele y da miedo, y nos interpela a todos".

La decisión del Gobierno llega en un clima de tensión por las convocatorias de protesta impulsadas para este sábado en Roma, Milán y otras zonas del país por el Movimiento 17 de octubre, un grupo de protesta juvenil surgido a raíz de los recientes altercados en el centro de Milán que ha anunciado movilizaciones permanentes "hasta la caída del gobierno ladrón".

480 millones en ayudas a transportistas

El Gobierno italiano también anunció este martes el desembolso de unos 480 millones de euros en ayudas pendientes para los transportistas, en un intento de aliviar la crisis del sector por el encarecimiento de los carburantes, mientras las protestas siguen dificultando el abastecimiento en varias regiones del sur del país. El anuncio se produjo tras una reunión en la Prefectura de Milán encabezada por el viceprimer ministro y ministro de Transportes, Matteo Salvini, y el viceministro del ramo, Edoardo Rixi, con representantes de las principales asociaciones empresariales del transporte por carretera.

"A partir de hoy comenzamos a desembolsar las contribuciones correspondientes a las solicitudes recibidas hasta agosto, que ascienden a aproximadamente 480 millones de euros", declaró Rixi al término del encuentro, confiando en que los paros se levanten en las próximas horas. Además explicó que el Gobierno ha identificado recursos adicionales para afrontar el aumento de los costes del transporte, aunque parte de las medidas previstas para compensar los gastos de septiembre y octubre, mediante créditos fiscales, se materializarán en 2027.

La huelga, que estaba prevista inicialmente hasta este martes, continúa en varias regiones del sur, donde representantes de los transportistas han anunciado que mantendrán las protestas, al menos, hasta la próxima reunión con el Gobierno, convocada para el 27 de octubre. En Sicilia, el Comité de Transportistas Sicilianos (CTS) anunció la revocación del paro para facilitar la recuperación de la actividad logística y dar una señal de apertura al Ejecutivo, aunque precisó que las empresas permanecerán en "estado de agitación" hasta que se resuelvan sus reivindicaciones pendientes.

En el quinto día de protestas, los bloqueos del transporte por carretera siguen dificultando la distribución de alimentos frescos y carburantes en varias regiones del sur de Italia. La escasez de combustible, inicialmente concentrada en la provincia de Taranto (Apulia), se extendió durante el fin de semana a otras zonas de esa región, así como a Basilicata y Calabria, y alcanzó a varias estaciones de servicio de Nápoles y de islas del archipiélago napolitano como Ischia.

El sector agrícola es uno de los más afectados por las interrupciones, debido a las dificultades para transportar frutas y hortalizas y al riesgo de que parte de la mercancía quede almacenada sin llegar a los puntos de venta. Entretanto, decenas de usuarios denuncian en redes sociales la falta de existencias en los supermercados, con baldas totalmente vacías y gasolineras con carteles de "sin gasóleo ni gasolina" o "producto agotado".

ONU alerta: governos vão “ler mentes” através de interfaces com ondas cerebrais

By: ZAP
20 October 2026 at 19:30
Guterres avisa para a expansão da neurotecnologia à justiça. Embora a habilidade de “ler pensamentos” ainda não exista, a ONU considera que os avanços tecnológicos poderão tornar esta realidade possível no futuro. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, na semana passada, para os perigos associados ao rápido desenvolvimento da neurotecnologia, que poderá um dia permitir aos governos aceder à atividade cerebral dos cidadãos e até influenciar os seus pensamentos. Num relatório citado pelo New York Times, a ONU sublinha que estas tecnologias representam uma ameaça potencial aos direitos humanos — especialmente à privacidade, à liberdade de pensamento e à

Zelenski traslada al enviado de Trump propuestas de paz para que se las presente a Putin este miércoles en San Petersburgo

20 October 2026 at 19:17

El presidente de Ucrania, Volodímir Zelenski, ha anunciado este martes que ha trasladado al enviado especial de la Casa Blanca, Steve Witkoff, una serie de propuestas para avanzar hacia el final de la guerra con Rusia, que el representante estadounidense llevará este miércoles a San Petersburgo para abordarlas con el Gobierno ruso.

"Steve (Witkoff) irá a Rusia mañana y verá lo que (Vladímir) Putin tiene que decir al respecto", ha afirmado Zelenski durante una rueda de prensa en Oslo junto al primer ministro noruego, Jonas Gahr Støre, y el presidente finlandés, Alexander Stubb. Entre las propuestas figura una reunión trilateral entre los líderes de Ucrania, Rusia y Estados Unidos, así como posibles garantías de seguridad para Kiev inspiradas en el artículo 5 de la OTAN.

El mandatario ucraniano también ha reiterado su respaldo a la propuesta estadounidense de establecer un alto el fuego sobre las infraestructuras energéticas, aunque ha acusado a Moscú de continuar con sus ataques. Por su parte, Stubb ha explicado que Witkoff trasladará a Rusia iniciativas surgidas de las conversaciones mantenidas previamente entre representantes estadounidenses, europeos y ucranianos en Miami, y ha destacado los avances logrados en las negociaciones.

Zelenski ha insistido en que considera "inaceptable" negociar el futuro de Ucrania sin la participación de Kiev, aunque ha adoptado un tono conciliador hacia Washington después de las tensiones de las últimas semanas con el presidente estadounidense, Donald Trump. En este sentido, ha destacado las "señales positivas" recibidas durante una conversación telefónica con el secretario de Estado, Marco Rubio.

"Ahora tenemos un diálogo muy constructivo porque todos queremos la paz: Ucrania, Europa y Estados Unidos. Veremos qué pasa mañana", ha señalado Zelenski. Por su parte, Støre ha destacado los "avances sustantivos" alcanzados durante los contactos en Oslo y ha anunciado una cena de trabajo con asesores de seguridad nacional de la Unión Europea, la OTAN, Alemania, Italia y Reino Unido.

Entre las propuestas que Witkoff trasladará a Moscú también figuran posibles medidas de desescalada, diferentes fórmulas de alto el fuego y la posibilidad de abordar las cuestiones territoriales directamente entre los líderes de los países implicados. Además, los dirigentes de Noruega y Finlandia han apuntado a que las negociaciones podrían incluir un eventual alivio de las sanciones impuestas a Rusia, al tiempo que han defendido la participación europea en cualquier acuerdo de paz.

Por su parte, el ministro de Exteriores ruso, Serguéi Lavrov, ha asegurado que Moscú estudiará las propuestas estadounidenses, aunque ha descartado realizar concesiones políticas. "Veremos qué ofrecen. Si ofrecen algo que nos beneficie en los ámbitos económico y financiero, ¿por qué no?", ha señalado el jefe de la diplomacia rusa, que ha insistido en que cualquier acercamiento debe producirse sin contrapartidas políticas por parte del Kremlin.

Alberta rejeita independência do Canadá, numa vitória política para Mark Carney

20 October 2026 at 18:21

76% dos eleitores da província canadiana de Alberta votaram contra o início de um processo de separação. O resultado reforça a posição do primeiro-ministro numa altura de tensão comercial com os Estados Unidos. “Acima de tudo escolheram o Canadá”, reagiu o primeiro-ministro Mark Carney

Alberta rejeita independência do Canadá, numa vitória política para Mark Carney

20 October 2026 at 18:21

76% dos eleitores da província canadiana de Alberta votaram contra o início de um processo de separação. O resultado reforça a posição do primeiro-ministro numa altura de tensão comercial com os Estados Unidos. “Acima de tudo escolheram o Canadá”, reagiu o primeiro-ministro Mark Carney

Ativo do dia. Brent ‘espreita’ os 112 dólares e renova máximos de cinco meses

20 October 2026 at 18:00

O ativo

Contratos de futuros do Brent. A referência do petróleo para o mercado europeu escalou até aos 111,99 dólares por barril na sessão desta terça-feira, registando assim o valor mais elevado desde 18 de maio. O marco foi registado às 12h37, hora de Lisboa, que se traduziu numa subida de 2,2% do barril de petróleo. O West Texas Intermediate, referência norte-americana, tocou nos 110 dólares, o nível mais alto desde abril para um contrato de entrega próxima.

Atualmente, o Brent está a corrigir cerca de 1% para 108,6 dólares num contexto de guerra no Irão, de ataques a navios no Golfo e de limitações à passagem pelo estreito de Ormuz, numa altura em que o Irão intensificou os ataques a petroleiros.

Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

O marco

A sessão desta terça-feira tem sido particularmente volátil, com o Brent a negociar entre 105,95 dólares e 111,99 dólares, após ter começado o dia a negociar nos 109,15 dólares. Ao início da tarde, os contratos de Brent para a entrega mais próxima atingiram o valor mais alto desde 18 de maio.

Os preços do petróleo continuam bem sustentados. Isto sugere que o mercado está a incorporar um prémio de risco significativo, dada a volatilidade da situação.

Warren Patterson e Ewa Manthey

Analistas do ING

A causa

Os houthis, aliados do Irão no Iémen, anunciaram na segunda-feira ataques a alvos sauditas, entre os quais uma instalação da Aramco em Yanbu e o campo petrolífero de Shaybah, apesar de as autoridades sauditas não terem confirmado o ataque. A Kpler, uma plataforma global de dados e análise em tempo real focada na inteligência de comércio físico, fluxos de mercadorias e rastreamento marítimo, contabiliza pelo menos 18 navios atacados em duas semanas.

Os analistas do ING indicam que o mercado inclui um prémio de risco significativo no preço. A suspensão de sanções à Rússia, decretada por Donald Trump, não travou a subida da cotação do petróleo nos mercados internacionais, porque os investidores deram mais peso ao risco para as infraestruturas do Golfo.

O que esperar a seguir

O mercado vai acompanhar a decisão final de Washington sobre as sanções à Rússia, que Trump ainda não anunciou, e a evolução dos ataques no Golfo. O ING aponta que o prémio de risco só diminui se os fluxos de crude se mantiverem sem interrupções, o que ainda não se verificou.

A Agência Internacional de Energia (AIE) está pronta para coordenar novas libertações de reservas de emergência e quer acelerar a entrega de mais de 20 milhões de barris de gasóleo. Fatih Birol, diretor executivo da AIE, afirmou não ver “nenhum caminho credível” para a normalização em 2027.

A frase

“Os preços do petróleo continuam bem sustentados. Isto sugere que o mercado está a incorporar um prémio de risco significativo, dada a volatilidade da situação.”, afirmam Warren Patterson e Ewa Manthey, analistas do ING.

Muere una mujer al ser atacada por un tiburón en una playa de Sudáfrica

By: EFE
20 October 2026 at 17:45

Una mujer de 65 años ha muerto este martes tras sufrir el ataque de un tiburón mientras nadaba en Orient Beach, una playa muy concurrida de KuGompo, en el sureste de Sudáfrica, según han confirmado las autoridades y un testigo.

El Gobierno de la municipalidad de Buffalo City, en la provincia del Cabo Oriental, ha informado del suceso en un comunicado publicado en Facebook. "Se ha confirmado que esta mañana tuvo lugar el ataque de un tiburón en Orient Beach, lo que resultó en un trágico suceso", ha señalado.

Tras el incidente, las autoridades han ordenado el cierre de Orient Beach y Eastern Beach hasta nuevo aviso. "Se insta a los bañistas a extremar las precauciones y a abstenerse de entrar al agua en las playas afectadas", han añadido.

Un amigo de la víctima, que también pertenecía al grupo de nadadores habituales al que estaba vinculada la mujer, ha confirmado su edad a la cadena pública SABC. Según su relato, la fallecida acostumbraba a nadar sola y se encontraba en el agua cuando alertó a sus compañeros de que tenía dificultades.

El testigo ha explicado que, tras acercarse a ella y sacarla del agua, observaron dos mordeduras, una en el muslo y otra en la parte superior del brazo. Otro integrante del grupo, que trabaja como sanitario, intentó auxiliarla, pero la mujer fue declarada muerta poco después en la misma playa.

Según su amigo, la víctima podría haber llevado un dispositivo magnético diseñado para ahuyentar a los tiburones, aunque aparentemente no habría funcionado.

La portavoz provincial del Servicio de Policía de Sudáfrica (SAPS), la coronel Siphokazi Mawisa, ha anunciado, según recoge la prensa local, que las fuerzas de seguridad han abierto una investigación para esclarecer las circunstancias del suceso.

Sudáfrica cuenta con un extenso litoral en el que se han registrado numerosos ataques de tiburones. Según el programa nacional de seguridad y conservación de escualos Shark Spotters, el país ha contabilizado 248 ataques no provocados desde 1905, la mayoría de ellos en la provincia del Cabo Oriental.

Un ferri de pasajeros se incendia en una ruta entre Java y Sumatra, las dos islas más pobladas de Indonesia

By: EFE
20 October 2026 at 17:32

Un ferri de pasajeros que cubría la ruta entre Java y Sumatra, las dos islas más pobladas de Indonesia, se ha incendiado este martes en el acceso al puerto de Merak, en Java, sin que por el momento se hayan confirmado víctimas.

La oficina de búsqueda y rescate de Banten, provincia situada en el oeste de Java donde se encuentra el puerto, ha informado en un comunicado de que las autoridades han desplegado un equipo de emergencia para atender el incidente. Los servicios de rescate continúan recabando información sobre el número de pasajeros que viajaban a bordo y las posibles víctimas.

El aviso se recibió a las 16:24 hora local, cuando el Servicio de Tráfico Marítimo de Merak alertó del incendio del ferri Batu Mandi, que realizaba el trayecto entre Bakauheni, en la isla de Sumatra, y el puerto de Merak, en Java.

"Tras recibir la información, el equipo de guardia de la unidad de búsqueda y rescate de Merak inició las operaciones", ha señalado el organismo. En el dispositivo participan efectivos de esa unidad, personal de la oficina de búsqueda y rescate de Banten y la embarcación de rescate KN SAR Tetuka.

Las autoridades todavía no han podido determinar cuántas personas han sido rescatadas ni si hay fallecidos o desaparecidos. Asimismo, han asegurado que comunicarán nuevos detalles sobre la situación y el resultado de las operaciones cuando dispongan de información oficial desde el lugar del incidente.

Accidentes frecuentes

Los accidentes marítimos son frecuentes en Indonesia, donde las infraestructuras deficientes, la sobrecarga de pasajeros y mercancías, el incumplimiento de las normas de seguridad y las condiciones meteorológicas adversas figuran entre los factores que contribuyen a este tipo de sucesos.

El transporte marítimo constituye una de las principales vías de comunicación del archipiélago indonesio, formado por más de 17.000 islas y con una población cercana a los 290 millones de habitantes.

En agosto, un incendio en un ferri frente a la costa de Madura, en Java Oriental, causó tres muertos. Ese mismo mes, una joven de 19 años falleció en otro incidente similar en la turística isla de Bali. En julio de 2025, otras tres personas murieron en el incendio de un ferri que transportaba a 580 pasajeros en la provincia de Célebes Septentrional.

Las protestas recorren Europa: toques de queda en Francia, Italia despliega al Ejército y Portugal desaloja las acampadas

20 October 2026 at 16:03

Europa está que arde. El encarecimiento de la vida, las dificultades para acceder a una vivienda y el deterioro de los servicios públicos han llevado a miles de personas a manifestarse en Francia, Italia, Portugal y Albania. Aunque las reivindicaciones cambian de un país a otro, el descontento con sus respectivos gobiernos es el denominador común de unas protestas que, en algunos lugares, han terminado por prender la mecha de la violencia, con enfrentamientos entre manifestantes y policías, saqueos y numerosas detenciones.

Francia concentra los episodios más graves de esta ola de protestas, con cerca de 2.400 arrestos y varias ciudades bajo toque de queda desde el lunes después de un fin de semana marcado por saqueos, incendios y enfrentamientos que han desbordado a las fuerzas de seguridad. Al otro lado de los Alpes, Italia también ha vivido jornadas convulsas, y el Gobierno de Giorgia Meloni ha anunciado el despliegue de 500 militares adicionales en Milán tras los disturbios registrados en varias ciudades del norte del país. En Albania, donde las movilizaciones contra el Gobierno llevan una semana sacudiendo las calles, la violencia ha dejado ya más de 300 heridos.

En Portugal, el pulso por la vivienda ha llegado hasta las plazas de Lisboa y Oporto. La Policía ha desalojado este martes las acampadas de manifestantes en ambas ciudades, en una operación que se ha saldado con 55 detenidos. No obstante, miles de personas se reunieron por la tarde en el centro de la capital en una asamblea popular en la que decidieron volver a montar las tiendas de campaña este miércoles. "La propuesta es la siguiente: ¿existe voluntad popular en esta plaza para volver a la acampada con tiendas a partir de mañana?", preguntó una de las portavoces del movimiento por la vivienda, antes de dar paso a todos los que quisieran intervenir para plantear sus reivindicaciones. Tras los alegatos, los asistentes votaron "sí" a volver a montar las tiendas.

Las causas son distintas, pero el trasfondo es similar: una creciente frustración ante unas condiciones de vida que muchos ciudadanos consideran cada vez más difíciles de sostener. Jóvenes, trabajadores y sindicatos han encontrado en las calles una forma de hacerse escuchar, mientras los episodios violentos ponen en jaque a varios gobiernos europeos, desbordados por la magnitud de unas movilizaciones que no dan señales de remitir.

Francia anuncia un dispositivo "masivo" para el sábado

Francia afronta su tercera semana de protestas con las calles algo más tranquilas tras los graves disturbios del fin de semana. Sin embargo, la tensión sigue lejos de desaparecer y el Gobierno de Emmanuel Macron mantiene este martes los toques de queda selectivos en varias ciudades. El primer ministro, Sébastien Lecornu, ha advertido este martes de que las restricciones podrán repetirse durante la próxima noche "allí donde la situación lo requiera".

Las medidas ya están en vigor en Lille, Lyon y Niza, además de determinadas zonas de París. Marsella también impondrá desde las 22.00 horas de este martes un toque de queda para menores en algunos barrios, especialmente en el centro, que se mantendrá al menos hasta el viernes. Por el momento, Macron ha descartado declarar el estado de emergencia, aunque ha reclamado reforzar la seguridad y prohibir determinadas manifestaciones.

Además, Lecornu reconoció este martes errores de seguridad en el control de los disturbios que asolaron el país el pasado fin de semana y anunció un dispositivo policial "masivo" para el próximo sábado, cuando están convocadas nuevas manifestaciones de los 'chalecos amarillos' y de los estudiantes. "Hemos aprendido la lección", dijo Lecornu ante la Asamblea Nacional, donde reconoció que el dispositivo policial del pasado fin de semana fue "demasiado estático" y que no movilizaron suficientes agentes.

El jefe del Ejecutivo aseguró que la prioridad es "recuperar el orden de forma inmediata" y aseguró que los toques de queda parciales impuestos desde el lunes por la noche en algunas grandes ciudades "han permitido devolver la calma".

La escalada de tensión alcanzó su punto álgido el pasado sábado, cuando 550.000 personas, según el Ministro del Interior, y hasta 800.000, según los organizadores, salieron a las calles para protestar contra la gestión del Gobierno. Las movilizaciones desembocaron en saqueos, incendios y enfrentamientos con la Policía, con un balance de cerca de 2.400 arrestos, más de 500 agentes heridos y 123 personas que ya han ingresado en prisión. Uno de los episodios más graves se produjo en Limoges, donde el Ayuntamiento quedó gravemente dañado por un incendio. El ministro de Justicia, Gérald Darmanin, ha reconocido este martes que "efectivamente, el Estado ha fallado", mientras la Asamblea Nacional ha acordado impulsar una comisión de investigación sobre los disturbios y la actuación policial.

Los saqueos también han dejado unos 3.000 comercios afectados por robos o destrozos, lo que ha llevado al Ejecutivo a reunirse con empresarios, comerciantes y aseguradoras para abordar las consecuencias económicas. Además, el Gobierno ha alcanzado un acuerdo con plataformas como Vinted, Amazon, eBay, Leboncoin, Meta y TikTok para impedir que los productos robados durante los disturbios terminen vendiéndose por internet.

Sin embargo, el origen de las protestas va mucho más allá de los episodios violentos. Las movilizaciones comenzaron a finales de septiembre con estudiantes que denunciaban la falta de profesores, el deterioro de los centros educativos y los recortes presupuestarios. Con el paso de las semanas, el movimiento ha ido incorporando a sindicatos, trabajadores públicos, agricultores y transportistas, que reclaman mejores salarios, servicios públicos de calidad y medidas frente al encarecimiento de la vida. Entre estas demandas destaca la de la Confederación Francesa Democrática del Trabajo (CFDT), que este martes ha pedido una subida salarial generalizada de 100 euros mensuales para hacer frente a la pérdida de poder adquisitivo.

Italia despliega 500 militares adicionales en Milán

La chispa revolucionaria también ha prendido en el norte de Italia, donde las protestas contra la carestía de la vida acabaron el domingo en enfrentamientos con la Policía, barricadas y destrozos en Milán, Turín y Bolonia. Los incidentes más graves se registraron en Milán, donde más de 5.000 personas se manifestaron contra la inflación, los bajos salarios y el deterioro de los servicios públicos. La marcha, que comenzó en la plaza del Duomo, terminó con grupos de encapuchados lanzando piedras, petardos y botellas contra los agentes. Unas 160 personas fueron detenidas o identificadas, muchas de ellas menores de edad.

La respuesta del Gobierno de Meloni llegó este lunes, cuando el vicepresidente y ministro de Infraestructuras, Matteo Salvini, anunció el despliegue de 500 militares adicionales en Milán para reforzar la seguridad. La medida, aprobada este martes en Consejo de Ministros, establece que los soldados permanecerán desplegados hasta el 31 de diciembre y estarán a disposición de las autoridades para colaborar en el mantenimiento de la seguridad pública. El decreto-ley, que ya ha entrado e vigor, también ha extendido a los menores la detención preventiva y ha creado el delito de "participación violenta en manifestaciones". A partir de ahora, los que participen en acciones violentas en grupo se enfrentarán a penas de hasta cinco años de prisión y multas de hasta 20.000 euros.

En el sur, una huelga de transportistas contra el elevado precio de los combustibles, iniciada el pasado viernes, ha provocado cortes de carreteras y bloqueos en puntos estratégicos, como la refinería de Eni en Taranto, dificultando el suministro de mercancías. Ante esta situación, el Gobierno italiano ha anunciado este martes el desembolso de unos 480 millones de euros en ayudas pendientes para los transportistas. La oposición, por su parte, ha criticado que el Gobierno apueste por reforzar la presencia policial sin abordar las causas económicas que alimentan las protestas.

Portugal desaloja las acampadas: 55 detenidos y una huelga ibérica

La crisis de la vivienda ha sacado a los portugueses a la calle y ha convertido las plazas de Lisboa y Oporto en improvisados campamentos de protesta. Sin embargo, este martes de madrugada, la Policía ha puesto fin a las acampadas con un operativo que se ha saldado con 55 detenidos y al menos dos heridos leves en la capital. Los desalojos, llevados a cabo en la plaza del Rossio de Lisboa y en la de Dom João I de Oporto, han supuesto la retirada de 228 estructuras, mientras algunos manifestantes trataban de impedir que los agentes desmontaran sus tiendas.

La intervención ha provocado un cruce de acusaciones. Los manifestantes denuncian golpes, empujones y la retirada de tiendas con personas todavía dentro, mientras la Policía asegura que intentó negociar una salida voluntaria y que solo recurrió a la fuerza ante la resistencia de algunos acampados. El Gobierno portugués ha respaldado la actuación policial, pero el desalojo no ha frenado las movilizaciones: los participantes han anunciado que regresarán este mismo martes a las plazas para decidir sus próximos pasos.

Lejos de dar por terminada la protesta, los acampados quieren llevarla más allá de las fronteras portuguesas. Su objetivo es impulsar una huelga general ibérica por la vivienda el próximo 11 de noviembre, para la que ya han iniciado contactos entre Lisboa, Oporto y Madrid y buscan el apoyo de la central sindical CGTP. "Vamos a seguir acampando, vamos a seguir resistiendo", ha advertido a EFE Ana Luiza, una de las participantes en la movilización de Lisboa.

El precio de la vivienda ayuda a explicar la magnitud del descontento. En Portugal, los inmuebles se encarecieron un 16,5% interanual en el segundo trimestre de 2026, frente al 4,7% de media en la Unión Europea, según Eurostat. Ante esta situación, los manifestantes exigen limitar los alquileres, ampliar el parque público de viviendas y retirar la reforma de los arrendamientos del Gobierno de Luís Montenegro. A la crisis habitacional se suma el malestar por los salarios, que también ha llevado a los sindicatos a movilizarse contra la pérdida de poder adquisitivo.

Más de 300 heridos en Albania y recompensas para los policías

Albania lleva una semana con las calles encendidas. Lo que comenzó el pasado 13 de octubre como una movilización estudiantil contra el Gobierno de Edi Rama ha terminado extendiéndose a reivindicaciones por el coste de la vida, la corrupción y la falta de oportunidades. En Tirana, las manifestaciones han desembocado en graves enfrentamientos con la Policía, con lanzamientos de piedras y cócteles molotov, incendios y ataques a edificios públicos. La violencia ha dejado ya 303 heridos, entre ellos 190 policías, 87 manifestantes y 26 transeúntes.

En plena escalada de tensión, el Ejecutivo albanés ha aprobado 7,5 millones de euros para recompensar a 2.750 policías, que recibirán unos 2.500 euros por agente por su actuación durante las protestas. Mientras tanto, Rama se ha mostrado dispuesto a dialogar con los manifestantes, aunque ha excluido a quienes participen en actos violentos. Desde Bruselas, la Comisión Europea ha condenado los ataques contra edificios públicos y ha reclamado que la respuesta policial sea proporcionada.

Europa sigue así con varios frentes abiertos y unas calles que, lejos de recuperar la calma, reflejan un descontento cada vez más extendido. Los gobiernos buscan contener la tensión, pero las reivindicaciones que llevaron a miles de ciudadanos a manifestarse siguen, por ahora, sin respuesta.

El Parlamento Europeo pide crear reservas comunes de tierras raras y restringir su exportación para hacer frente a China y EEUU

20 October 2026 at 15:44

El Parlamento Europeo se empeña en que la UE controle sus propios recursos y ha aprobado una resolución en la que pide que se creen reservas estratégicas de tierras raras, con gestión común, y que además se limite la exportación de estos materiales, decisivos para, entre otras cosas, el desarrollo tecnológico y por tanto la autonomía en el escenario global. La Eurocámara, de hecho, ha aprobado esa resolución con 470 votos a favor, 83 en contra y 108 abstenciones en el pleno de esta semana en Estrasburgo. El documento plantea reforzar las normas europeas sobre materias primas críticas para aumentar su extracción, transformación y reciclaje dentro de la UE.

En definitiva, el Parlamento pretende reducir la dependencia de proveedores extranjeros y evitar que posibles conflictos comerciales o problemas internacionales dificulten el acceso a recursos esenciales para la economía europea, sobre todo ante el impulso de China o de Estados Unidos.

Los eurodiputados, en su resolución, plantean introducir una cláusula que permita a la Comisión Europea restringir, en determinadas circunstancias, la exportación de residuos y restos de, por ejemplo, imanes permanentes, que se usan en la elaboración de motores. El objetivo es recuperar los materiales que todavía puedan utilizarse y destinarlos a nuevas aplicaciones industriales, en lugar de perderlos a través de su salida del mercado comunitario.

Otra de las principales medidas es la creación de una agencia europea dedicada a las materias primas críticas, que contaría con financiación propia y capacidad para analizar la evolución de los mercados, añade la resolución. Este organismo tendría la función de detectar posibles riesgos de desabastecimiento, organizar compras conjuntas y coordinar las reservas estratégicas de los países de la Unión. Los eurodiputados consideran que una mayor cooperación permitiría anticiparse a las dificultades de suministro y mejorar la respuesta europea ante posibles restricciones comerciales o interrupciones en las cadenas de producción.

Para poner en marcha esta iniciativa, el informe plantea que la agencia disponga de recursos suficientes, entre ellos un fondo de 2.000 millones de euros incluido en la propuesta del próximo presupuesto comunitario para el periodo 2028-2034. Estos recursos estarían destinados a respaldar proyectos que contribuyan a mejorar la disponibilidad de materias primas esenciales. Además, el Parlamento propone ampliar los sistemas de compra conjunta para que los gobiernos y las empresas puedan adquirir y almacenar estos materiales de forma coordinada, reduciendo los riesgos derivados de la dependencia de mercados internacionales.

El documento también introduce cambios en la supervisión de las grandes compañías que utilizan materias primas críticas. En concreto, los eurodiputados proponen que sea la Comisión Europea, y no cada Gobierno nacional por separado, la encargada de identificar a las empresas que operan en sectores estratégicos. Entre ellos figuran la fabricación de baterías, aeronaves, drones, satélites, equipos relacionados con el hidrógeno y microchips avanzados, actividades que necesitan materiales específicos para mantener su producción y desarrollo tecnológico.

Las compañías que entren dentro de esta clasificación tendrían que cumplir determinadas obligaciones para conocer mejor el origen de sus suministros y evaluar los riesgos relacionados con su dependencia de proveedores. También deberían adoptar medidas para reducir su exposición a posibles interrupciones en el acceso a estos recursos. La intención, insiste la Eurocámara, es que tanto las instituciones europeas como las empresas puedan anticiparse a los problemas de abastecimiento y diversificar sus fuentes de suministro cuando sea necesario.

Además, la Eurocámara pide a Bruselas que abra al menos dos convocatorias al año para seleccionar proyectos estratégicos relacionados con la extracción, el procesamiento y el reciclaje de materias primas críticas. Los eurodiputados también proponen mecanismos para dar mayor estabilidad económica a estas inversiones, mediante contratos que compensen determinadas diferencias entre los precios del mercado y unos valores de referencia acordados previamente.

El realidad, el informe relaciona esta estrategia con las necesidades de seguridad y defensa de la Unión Europea. Los eurodiputados proponen utilizar el futuro programa europeo para la industria de defensa para financiar proyectos vinculados a materias primas necesarias en la fabricación de equipamiento militar y otras capacidades estratégicas.

"Las materias primas críticas se han convertido en la moneda del poder geopolítico. Quienes las controlan, controlan nuestro futuro industrial, nuestra transición energética y nuestra seguridad. Europa no puede permitirse quedarse al margen mientras otros refuerzan su control sobre las materias primas críticas", sostuvo el ponente del informe, el eurodiputado socialdemócrata neerlandés Mohammed Chahim. "Necesitamos un centro europeo de materias primas críticas que cuente con los recursos financieros y el mandato necesarios para actuar con rapidez, con el fin de anticiparse a las interrupciones en el suministro y garantizar que nuestras necesidades no puedan convertirse en instrumentos de presión geopolítica", sentenció.

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