El Salvador señala a Nicaragua como origen de una red de tráfico de cocaína


El presidente argentino, Javier Milei, aterrizó este martes en Madrid en la que constituye su séptima visita a España desde que se instaló en la Casa Rosada, en diciembre de 2023. Como todas las veces anteriores, no se reunirá con el Rey, ni con el presidente Pedro Sánchez ni ningún otro miembro del Gobierno. Será la primera vez, sin embargo, que tampoco se vea con el líder de Vox, Santiago Abascal, mientras que la Comunidad de Madrid ha evitado confirmar su cita Isabel Díaz Ayuso, anunciada en Argentina. “No lo tenemos en agenda”, aseguraba uno de los asesores más cercanos a la presidenta regional.

© EPV
A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.
O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente.
A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.
O ministro da desregulação e transformação do Estado, Fede Sturzenegger, destacou que quem aderir ao plano de demissão não poderá voltar a ocupar emprego no Estado pelos próximos oito anos “para evitar uma porta giratória”.
Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.
Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.
“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo.
O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.
“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.
Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.
“Se é realmente voluntário, por que estão ameaçando os trabalhadores? Se há intimidação, então o consentimento não é livre. As declarações dos funcionários são como: ‘Ou você assina os papéis da aposentadoria ou eu te coloco em licença e depois te demito’”, destacou o líder sindical.
Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.
“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.
A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec.
Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa).
Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil


Estos son los titulares:
The post Segundo boletín de deportes first appeared on Noticias Prensa Latina.
Buenos Aires, 20 oct (Prensa Latina) Casi seis de cada 10 máquinas están hoy paradas en la industria metalúrgica argentina, luego que este importante sector volviera a desplomarse 3,3 por ciento en septiembre respecto a igual mes de 2025.
The post Paralizada casi 60 por ciento de la industria metalúrgica argentina first appeared on Noticias Prensa Latina.
On Tuesday, workers on the Buenos Aires subway unexpectedly halted service on all six lines following the arrest of three union leaders during a protest against a labor sanction imposed on a worker and the hiring of personnel outside the union agreement.
RELATED:
Argentina Rights Group Files Complaint Over Police Crackdown
The work stoppage began at around 10 a.m. local time and affected all lines, as well as the Premetro, according to the Subway and Premetro Workers Union (AGTSyP). The union denounced the workers’ arrests as “arbitrary” and announced that service would remain suspended until they were released.
The arrests took place while workers were opening the turnstiles at Juan Manuel de Rosas station on Line B, a protest measure that allows passengers to enter for free.
The action was in response to a sanction imposed on a fellow worker and the lack of dialogue with Emova, the company that operates the subway under a concession.
Urgente, nueva provocación de la policía de la Ciudad gracias a la cual no funcionan las líneas de subte. Se llevan detenidos a delegados porque estaban participando de una protesta. Es un escándalo.
— Vanina Biasi (@vaninabiasi) October 20, 2026
Libertad ya a Claudio y a Facundo ya! pic.twitter.com/5DCsVdZ67x
The text reads, “Urgent: a new provocation by the City police has caused the subway lines to stop running. Union representatives have been taken into custody for participating in a protest. It’s an outrage. Free Claudio and Facundo —now!”
The protest is part of a dispute over the presence of subcontracted companies performing tasks that fall within the responsibilities of maintenance staff.
On Monday, the union organization rejected this practice, considering it a violation of the collective bargaining agreement and a form of illegal hiring intended to address staff shortages.
Union leader Claudio Dellecarbonara denounced an “illegal and unconstitutional escalation of repression” on his social media account on X. Minutes later, he was arrested along with another union leader, Sebastian Carrizo.
Later, the union confirmed that Nestor Segovia, the organization’s general secretary, was the third union leader detained. The police intervention took place amid a large deployment of officers from the Buenos Aires City Police’s Subway Division.
teleSUR/ JF
Source: EFE
La cosecha de la aceituna está dejando imágenes de extrema violencia en la Cisjordania ocupada. Los colonos israelíes han emprendido una campaña de acoso contra los campesinos palestinos, pero también contra todo aquel que se atreva a denunciar sus ataques. Este ha sido el caso de una delegación de diplomáticos europeos, que el sábado experimentaron de primera mano la violencia de los colonos. Un ataque al que la Unión Europea ha respondido con la inacción.
Tras conocerse que, durante el fin de semana, la Cónsul General de Bélgica y diplomáticos franceses y polacos fueron atacados en una localidad próxima a Jerusalén, el ministro de Exteriores belga, Maxime Prevot, expresó su más enérgica repulsa sobre este hecho. También la UE se ha pronunciado al respecto. En una declaración de su portavoz de Exteriores, Bruselas ha condenado "enérgicamente" los últimos ataques.
Sin embargo, más allá de comunicados con condenas enérgicas, las autoridades europeas no han movido un dedo para mostrar su rechazo a las acciones cometidas por los colonos. Más allá de pedir el fin de "la impunidad para los colonos violentos" y prometer que Bélgica "continuará presionando por sanciones de la UE contra los responsables y aquellos que los apoyan", su titular de Exteriores no ha anunciado otro tipo de medidas. El Gobierno belga no llama a consultas a su embajador en Israel, a pesar de que una responsable diplomática y un vehículo oficial del Consulado han sido atacados.
Tampoco Francia ha anunciado medidas contundentes, más allá de una condena de su ministro de Exteriores. Jean-Nöel Barrot también se ha limitado a pedir que las autoridades israelíes detengan a los responsables de la agresión. En su caso, un alcalde francés resultó herido durante el ataque contra la delegación de diplomáticos europeos.
Las autoridades israelíes parecen haber escuchado las "contundentes" quejas que les han llegado desde la UE. Este lunes han detenido a diez personas por su presunta relación con los ataques. En un comunicado recogido por Haaretz, el jefe de la Policía israelí, Daniel Levy, ha prometido una aplicación "equitativa e imparcial de la ley, basada en las pruebas y la legislación vigente".
BREAKING: Masked Israeli "settlers" attacked a convoy of European diplomats from France, Belgium and Poland during an olive harvest visit to the Christian Palestinian village of Taybeh, near Ramallah.
— Clash Report (@clashreport) October 17, 2026
Seven settlers on ATVs surrounded the vehicles, demanded IDs, threw stones and… pic.twitter.com/3NYbLBY1dv
Pero los precedentes no acompañan a la afirmación de Levy. La mayoría de los ataques de colonos en Cisjordania quedan impunes, al menos cuando se cometen contra la población palestina. De hecho, una investigación de la ONU concluyó en junio que el propio Gobierno israelí facilita estos actos mediante apoyo financiero y militar. También apuntaba a un clima de impunidad fomentado por los propios organismos judiciales y las instituciones encargadas de aplicar la ley.
De hecho, Haaretz ha desvelado cómo el Ejército israelí ignoró las "reiteradas llamadas de auxilio" que advertían de que los colonos estaban amenazando a la delegación europea. Según este periódico, los mensajes de alerta llegaron horas antes del ataque, pero los soldados "ignoraron" las advertencias, que incluían la ubicación de los diplomáticos y grabaciones de vídeo de los agresores. Ni el Ejército ni la Policía se presentaron en el lugar –una aldea cristiana a 5 kilómetros de Jerusalén– para prevenir o detener el ataque. Este mismo medio asegura que el Ejército ha abierto una investigación "para examinar su actuación en el suceso".
Después del ataque, varios dirigentes israelíes condenaron lo sucedido. También el Ejército y la Policía. Al igual que sus colegas europeos, el ministro de Exteriores, Gideon Saar, condenó "enérgicamente" el ataque, para después añadir que su cartera está en contacto con los embajadores de los países implicados "con el fin de asistir a las autoridades encargadas de hacer cumplir la ley". Aún con estas, hubo espacio para los "peros".
"Sin menoscabar la gravedad del incidente, es lamentable que la visita no se haya coordinado previamente con las Fuerzas Armadas. Tal coordinación podría haber ayudado a salvaguardar la seguridad de los visitantes", dijo el ministro. Al día siguiente, Haaretz publicó la información que apuntaba a que los diplomáticos y las personas que iban con ellos pidieron ayuda, pero el Ejército les ignoró.
A pesar de esa condena con reproches a las víctimas del ataque, el portavoz de Exteriores de la UE optó por agradecer "las declaraciones de varios representantes israelíes que condenaron los ataques". Por el contrario, no ha habido mención alguna a la rección de Benjamín Netanyahu.
Aunque existen pruebas gráficas del ataque y las propias fuerzas de seguridad israelíes han repudiado los hechos, el primer ministro ha puesto en duda lo sucedido. Netanyahu afirmó el sábado por la noche que no existían "pruebas sólidas", llegando a sugerir que podía tratarse de "una campaña coordinada para difamar a Israel".
Sobre las imágenes publicadas en redes que muestran el ataque, el jefe de Gobierno israelí manifestó que "por sí solas" no establecen la responsabilidad individual de los atacantes. Tampoco la secuencia completa de los hechos. Según Netanyahu, unas muestran a individuos enmascarados confrontando un vehículo diplomático, mientras que otras imágenes separadas "muestran una ventana rota y una persona tendida en el suelo".
El ataque contra la delegación europea no ha sido la única agresión contra extranjeros este fin de semana en Cisjordania. Una periodista del Washington Post sufrió una brutal paliza a manos de colonos israelíes procedentes de un asentamiento ilegal el viernes.

Según relató la BBC, cuyo equipo presenció el ataque, la fotógrafa estadounidense Heidi Levine fue sorprendida por los atacantes mientras cubría la recogida de la aceituna. La reportera veterana acabó en el hospital, con cuatro fracturas vertebrales y una costilla rota. Fue la propia Levine quien describió a otros compañeros periodistas cómo recibió patadas mientras estaba en el suelo.
Entre las diez personas detenidas este lunes también figuran sospechosos por el ataque contra Levine. No obstante, testigos de lo ocurrido han narrado que los soldados israelíes en la zona no hicieron nada para impedir la agresión. Así lo recoge el Washington Post, medio para el que trabaja la fotógrafa.
Y, a pesar de estas denuncias de complicidad por parte de las autoridades, Donald Trump ha anunciado este domingo su "apoyo total" a Netanyahu de cara a las elecciones israelíes, que se celebran la semana que viene. Lo ha hecho dos días después del brutal ataque contra una ciudadana estadounidense. No deja de ser significativo que haya escogido justo este momento, teniendo en cuenta que durante semanas ha evitado hacerlo.
La comitiva presidencial argentina aterriza este martes en Madrid con una agenda cargada de actividades para Javier Milei. En la Casa Rosada dan por hecho que el presidente argentino se encontrará con Isabel Díaz Ayuso a las cinco de la tarde, en un lugar todavía sin especificar, pero en Sol no lo ven tan claro. “No lo tenemos cerrado en agenda”, dice uno de los asesores más cercanos a la líder del PP en Madrid.
A perceção de insegurança está a contribuir para redesenhar as cidades latino-americanas. Bairros, casas, complexos empresariais ou centros comerciais fecham-se entre muros, grades, câmaras de vigilância e seguranças à porta, isolando quem os frequenta. Esta lógica de segregação leva os cidadãos a sentirem-se estrangeiros nas suas cidades. E dá às organizações criminosas uma oportunidade para se mostrarem úteis, cobrando por proteção contra o medo que ajudaram a criar


© JUAN IGNACIO RONCORONI/EPA
The complaint, submitted to the Federal Court led by Judge Sebastián Ramos, calls for an investigation into both the officers who took part in the operation and the political authorities who ordered the security deployment during the day of protest.
A report prepared by the autonomous body found that the police intervention stretched on for more than three hours.
RELATED: Repression at Argentina’s University March: Over 30 Detained
Security forces fired rubber bullets horizontally at the bodies of demonstrators, deployed water cannons at high pressure and launched more than 120 tear gas grenades in what the report described as a disproportionate use of force.
The formal filing also stated that the attacks reached medical assistance teams, press workers and human rights observers. At the same time, the National Committee for the Prevention of Torture monitored the street actions and warned of an abusive use of force that led to the detention of four adults and two teenagers.
The figure of more than 550 people affected or injured gives the operation a scale recorded in Argentine protests. The Argentine Provincial Commission for Memory report documented the trajectory of the rubber bullets, the intensity of the water cannons and the volume of chemical agents deployed against a crowd that included students, teachers and ordinary citizens.
The fifth federal university march brought thousands of people into the streets across the country to demand that President Javier Milei enforce the University Financing Law. The legislation, approved by the National Congress and reaffirmed after being vetoed by the executive branch, has the backing of the judiciary to guarantee the budget of the public education system.
Human rights organizations demanded the urgent delimitation of criminal and institutional responsibilities in the face of the reported escalation of violence. Torture prevention bodies stressed that the use of less lethal weapons requires strict protocols to protect the integrity of those exercising their constitutional right to protest.
The advance of the legal actions keeps the conduct of the Ministry of Security and the management of social conflict in the Argentine capital at the center of national debate. The complaint before Judge Ramos seeks to establish who ordered the deployment and who allowed the operation to continue for hours despite the growing number of injuries.
University communities announced that they will maintain institutional and street actions to demand the budget allocation that the law grants to higher education institutions. The protest movement shows no sign of retreat, even as the judicial process begins to examine the events of the march.
The Provincial Commission for Memory (CPM, in Spanish), an autonomous body with a long record of documenting state violence, placed the operation within a broader pattern of concern. Its report argues that the use of force crossed the line separating legitimate public order maintenance from punishment aimed at those who dissent.
The case now rests with the Federal Court, which must decide whether to summon the security agents and the political officials identified in the filing. The outcome will shape how Argentina addresses the use of force against social protest, a question that has divided the country since the march left its toll of injured demonstrators on the streets of the capital.