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Município de Tavira abre concurso para exploração de sete lojas nos Mercados de Tavira, Cabanas e Luz

21 October 2026 at 19:48

O Município de Tavira abriu concurso público para a exploração de sete espaços comerciais nos mercados municipais de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira, criando novas oportunidades para empreendedores e investidores desenvolverem projetos nas áreas do comércio, serviços e restauração.

O concurso contempla três lojas no Mercado Municipal de Tavira, uma loja no Mercado da Freguesia de Cabanas de Tavira e três lojas no Mercado da Freguesia da Luz de Tavira, espaços que se destacam pela sua localização estratégica e pelo potencial para dinamizar a atividade económica local.

As concessões poderão vigorar por um período máximo de 10 anos, incluindo renovações, permitindo aos futuros concessionários assegurar estabilidade e consolidar a sua atividade em equipamentos municipais que recebem diariamente residentes e visitantes.

O valor mínimo global da taxa de compensação por loja é seguinte:

  • Lote 1 – Loja n.º 4 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 2 – Loja n.º 5 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 3 – Loja n.º 13 do Mercado Municipal de Tavira: 5.000 €
  • Lote 4 – Loja “Padaria” do Mercado de Cabanas de Tavira: 1.000 €
  • Lote 5 – Loja “Verde” do Mercado da Luz de Tavira: 500 €
  • Lote 6 – Loja “Vermelha” do Mercado da Luz de Tavira: 250 €
  • Lote 7 – Loja “Azul” do Mercado da Luz de Tavira: 250 €

Os interessados podem apresentar propostas até às 17h00 do dia 19 de novembro.

Com esta iniciativa, o Município pretende reforçar a atratividade dos mercados municipais, incentivar a criação de novos negócios e contribuir para a dinamização económica das freguesias, valorizando estes espaços como polos de proximidade, convivência e desenvolvimento local.

As peças do procedimento e demais informações encontram-se disponíveis nos serviços municipais e no site do Município de Tavira.

Sete lojas nos mercados de Tavira estão a concurso com concessões até dez anos

21 October 2026 at 19:13

O concurso abrange espaços em Tavira, Cabanas e Luz de Tavira. As propostas podem ser apresentadas até às 17h00 de 19 de novembro, com valores mínimos entre 250 e 5000 euros por loja.

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Quer abrir o seu próprio negócio? Tavira tem 7 espaços comerciais à sua espera

21 October 2026 at 19:09

O Município de Tavira abriu um concurso público para a exploração de sete espaços comerciais nos mercados municipais de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira.

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Município abre concurso para exploração de sete lojas nos Mercados de Tavira, Cabanas e Luz

21 October 2026 at 16:37

O Município de Tavira abriu concurso público para a exploração de sete espaços comerciais nos mercados municipais de Tavira, Cabanas

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Museu de Tavira promove visita à história da comunidade judaica da cidade

21 October 2026 at 09:07

O Museu Municipal de Tavira promove, no sábado, 24 de outubro, às 10h30, uma visita orientada à exposição “Judeus em Tavira: fragmentos de uma história”, conduzida por Marco Sousa Santos, historiador do museu. A iniciativa dá a conhecer a história da comunidade judaica que viveu na cidade até 1496 e tem um limite de 15 participantes.

A exposição reúne documentos, obras de arte e um conjunto de artefactos arqueológicos, alguns sem paralelos conhecidos a nível mundial, que ajudam a reconstituir a presença e o legado da comunidade judaica em Tavira.

A visita constitui uma oportunidade para descobrir uma parte menos conhecida da história da cidade, através dos vestígios materiais e documentais que permitem compreender melhor o passado da comunidade.

Os interessados em participar devem preencher o formulário de inscrição até 23 de outubro. A participação está limitada a 15 pessoas.

Visita orientada à exposição ‘Judeus em Tavira: fragmentos de uma história’

20 October 2026 at 19:44

O Museu Municipal de Tavira promove, no dia 24 de outubro (sábado), pelas 10h30, sob a orientação de Marco Sousa Santos (Historiador do Museu Municipal), uma visita orientada à exposição “Judeus em Tavira: fragmentos de uma história”. 

Através de documentos, obras de arte e um extraordinário conjunto de artefactos arqueológicos, alguns dos quais sem paralelos conhecidos em todo o mundo, a exposição “Judeus em Tavira: fragmentos de uma história” recupera a história da comunidade judaica que existiu na cidade até 1496. Uma oportunidade para conhecer uma página quase desconhecida da história de Tavira.

Os interessados em participar, no número máximo de 15 pessoas, deverão preencher, até dia 23 de outubro, o formulário de inscrição clicando aqui.

Para mais informações contate pelo e-mail: edu.museus@cm-tavira.pt , ou pelo telefone 281 320 545.

Luís Botelho vence XXXVII Campeonato Distrital de Semi- Rápidas 2026/2027 em Lagoa

20 October 2026 at 10:31

Realizou-se no passado dia 18 de outubro, no Salão Nobre do Quartel dos Bombeiros Voluntários de Lagoa, o XXXVII Campeonato Distrital de Semi- Rápidas 2026/2027.

Organizado pela ACXA – Associação dos Clubes de Xadrez do Algarve, com o apoio do Núcleo de Xadrez de Lagoa, do Município de Lagoa e dos Bombeiros Voluntários de Lagoa, o campeonato contou com a participação de 43 atletas, em representação de sete coletividades algarvias.

Excecionalmente, os cinco primeiros classificados terão direito a um desconto nas inscrições em todas as provas do Campeonato Europeu, que se realizará em Portimão, de 4 a 9 de dezembro.

Luís Botelho, do Clube de Tavira, é o grande vencedor desta edição. Com 2035 pontos Elo, venceu seis partidas e empatou apenas uma, somando 6,5 pontos em sete rondas e conquistando, assim, o título de Campeão Distrital de Semi-Rápidas 2026/2027.

O segundo lugar foi alcançado por Mogens Knudsen (1890 pontos Elo), das Torres de Loulé, com 6 pontos. A fechar o pódio ficou Risika Matthamagoda (1897 pontos Elo), da Afn Gil Eanes – Secção de Xadrez, com 5,5 pontos.

Logo atrás, três atletas terminaram com 5 pontos: Dejan Belojevic (1948 pontos Elo), das Torres de Loulé, e André Dionizio (2123 pontos Elo) e Gonçalo Esteves (1890 pontos Elo), ambos do Clube de Tavira.

Até ao décimo lugar, classificaram-se ainda quatro atletas da AFN Gil Eanes, todos com 4,5 pontos: Diogo Sousa (1933 pontos Elo), Hélio Pena (1770 pontos Elo), Danylo Opatskyy (1777 pontos Elo) e Angelo André (1735 pontos Elo).

A primeira prova do calendário de 2026/2027 foi muito participada e equilibrada, decorrendo num ambiente de competição saudável, marcado pelo respeito mútuo e pelo espírito desportivo.

O Núcleo de Xadrez de Lagoa também esteve em destaque. Os seis representantes do Núcleo realizaram uma excelente prestação, registando todos uma melhoria de performance:

  • Pedro Duarte — 4 pontos, 18.º classificado (+4%);
  • Alberto Cabral — 4 pontos, 19.º classificado (+9%);
  • Pangideon Butar — 4 pontos, 20.º classificado (+3%);
  • Rafael Ribeiro — 3 pontos, 29.º classificado (+5%);
  • Tiago Cravo — 3 pontos, 33.º classificado (+3%);
  • Miguel Cossa — 1,5 pontos, 40.º classificado (+6%), sendo ainda um jovem atleta do escalão Sub-12.

Também na classificação coletiva, o Núcleo de Xadrez de Lagoa alcançou um resultado muito positivo. Considerando os três melhores atletas de cada equipa participante, a formação lagoense conquistou o 4.º lugar coletivo, ficando atrás das Torres de Loulé, da AFN Gil Eanes e do Clube de Tavira, e à frente da Clube de Xadrez da SIRM e da AXAL – Academia de Xadrez do Algarve.

Uma prestação que demonstra o bom trabalho desenvolvido pelos atletas do Núcleo e que deixa boas perspetivas para as próximas provas da época! Parabéns a todos os participantes e, em especial, aos atletas do Núcleo de Xadrez de Lagoa pelo empenho, pela evolução e pelos excelentes resultados. Para aceder à informação completa do campeonato clique aqui.

Ecotopia Activa faz nova «Festa na Horta!» com piquenique, música e concurso de hortícolas em Tavira

20 October 2026 at 09:56

A Horta Comunitária da Amendoeira recebe a iniciativa a 22 de novembro, das 9h00 às 18h00. A participação é gratuita, mas a maioria das atividades exige inscrição.

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‘Festa na Horta!’ convida a comunidade a conhecer as hortas comunitárias em Tavira

20 October 2026 at 10:15

22 de novembro | 09h00–18h00 | Horta Comunitária da Amendoeira – CEAT

No âmbito do programa municipal Equinócios 2026, promovido pelo Município de Tavira, a Associação Ecotopia Activa organiza, no próximo dia 22 de novembro, a segunda edição da ‘Festa na Horta!’, na Horta Comunitária da Amendoeira, no Centro de Experimentação Agrária de Tavira (CEAT), onde a entrada e a participação nas actividades são gratuitas, estando algumas sujeitas a inscrição prévia.

Ao longo de um dia, a iniciativa pretende aproximar a comunidade das hortas comunitárias, valorizar as hortas comunitárias enquanto espaços de aprendizagem, convívio e participação, promovendo a agricultura sustentável, a biodiversidade e a alimentação saudável, em sintonia com os princípios da Dieta Mediterrânica.

O programa arranca às 09h00, com uma visita guiada às coleções fruteiras do CEAT, seguindo-se diversas actividades para públicos de diferentes idades, incluindo a oficina infantil “Músicas na Horta”, facilitada por Ana Pi, uma Oficina de Cozinha Solar e uma Oficina de Biofertilizantes, estas duas últimas facilitadas por Ângela Rosa.

Às 13h00, realiza-se um Piquenique Comunitário, a propósito das comemorações dos 100 anos do Posto Agrário de Tavira, seguindo-se, durante a tarde, um Concurso de Hortícolas, que conta com o apoio das empresas A Loja da Maria e Sementes Vivas, e, às 16h00, um momento musical com o acordeonista Silvino Campos.

A sua actuação promete trazer à ‘Festa na Horta!’ um ambiente de animação e convívio, através do som do acordeão, num cenário onde a música se cruza com a celebração da cultura, da comunidade e do território. O programa prossegue às 17h30, com uma Troca de Sementes encerrando às 18h00.

A participação nas atividades será, na sua maioria, mediante inscrição prévia através do e-mail: ecotopiaactiva@gmail.com , ou do pelo preenchimento do formulário clicando aqui. A participação no Concurso de Hortícolas está sujeita a uma pré-inscrição específica, a realizar até às 24h00 do dia 21 de novembro. Os concorrentes deverão consultar previamente o regulamento do concurso, o qual está disponível clicando aqui.

A ‘Festa na Horta!’ será também uma oportunidade para conhecer melhor as Hortas Comunitárias e promover a partilha de conhecimentos e experiências entre hortelãos, visitantes e comunidade local.

Durante o evento, que se realiza Horta Comunitária da Amendoeira – Centro de Experimentação Agrária de Tavira (CEAT), Largo de Santo Amaro, em Tavira, numa organização da Associação Ecotopia Activa, os visitantes deverão circular pelos caminhos comuns, respeitar os talhões cultivados e as indicações da organização, contribuindo para a preservação e boa utilização deste espaço comunitário.

Casa do Povo de Santo Estêvão apresenta nova edição dos Serões de Outono

19 October 2026 at 17:40

Na Casa do Povo de Santo Estêvão vai decorrer uma nova edição dos Serões de Outono. Branco Toca Marco Paulo, e convida Samuel Úria, Ana Lua Caiano e Diogo Zambujo

“Há lugares onde a cultura acontece longe dos grandes centros. E há pequenas casas que, pela sua história, pela forma como acolhem artistas e público e pela ambição dos seus projetos, se transformam em importantes espaços de encontro e criação cultural.” Esta é a forma encontrada pela Casa do Povo de Santo Estêvão, no concelho de Tavira, para chamar a atenção da sociedade.

Na pequena aldeia do barrocal do concelho de Tavira, Santo Estêvão, entre outubro e dezembro, os Serões de Outono regressam com três concertos que cruzam diferentes gerações, linguagens e sensibilidades da música portuguesa contemporânea.

Primeiramente, Branco Toca Marco Paulo, com a participação especial de Samuel Úria, Ana Lua Caiano e Diogo Zambujo são os protagonistas de uma programação que continua a afirmar a singularidade deste projeto cultural.

Refere a nota de imprensa da Casa do Povo de Santo Estêvão que esta época do ano, tradicionalmente marcada pela diminuição da atividade turística e cultural no Algarve, a Casa do Povo decidiu manter “uma aposta consistente numa programação de qualidade, contribuindo para a descentralização da oferta cultural, a dinamização das comunidades rurais e a criação de novos públicos.”

É importante salientar que ao longo dos últimos anos, este pequeno espaço associativo “tem recebido alguns dos nomes mais relevantes e singulares da música portuguesa, como Manel Cruz, A Garota Não, B Fachada, Márcia, Bruno Pernadas, Aline Frazão, Tó Trips ou Club Makumba, construindo um percurso reconhecido pela diversidade artística e pela proximidade entre músicos e espectadores.”

Ou seja, mais do que uma sucessão de concertos, os Serões de Outono representam “uma forma de pensar e viver a cultura: próxima das pessoas, enraizada no território e aberta à criação contemporânea.”

Trata-se de uma proposta que “complementa a programação cultural do concelho de Tavira e demonstra que a qualidade e a ambição artística não dependem da dimensão das salas nem da localização geográfica.”

Uma pequena Casa com uma grande ambição cultural

Diz-nos a Casa do Povo de Santo Estêvão que estamos numa região e num território onde “a programação cultural tende a concentrar-se nos principais centros urbanos e nos períodos de maior afluência turística”, mas que, “os Serões de Outono afirmam-se como um exemplo da capacidade do associativismo local para gerar projetos culturais consistentes e diferenciadores.”

E acrescenta que apesar de recursos limitados, mas “com uma identidade artística bem definida, a Casa do Povo de Santo Estêvão tem demonstrado que também nas pequenas comunidades é possível desenvolver uma programação exigente, diversificada e capaz de atrair públicos para além do seu território de proximidade.”

O projeto em apreço valoriza igualmente o interior do concelho de Tavira, promovendo a descoberta das suas aldeias e contribuindo para uma relação mais próxima entre cultura, comunidade e território.

Os Serões de Outono são organizados pela Casa do Povo de Santo Estêvão, com o apoio do Município de Tavira e da Junta de Freguesia de Santo Estêvão, parceiros fundamentais na continuidade desta iniciativa e na valorização da atividade cultural desenvolvida no meio rural.

Neste outono, há sempre lugar para mais um na nossa Casa

Por fim, assinala que “com os dias a ficarem mais curtos e as temperaturas a descer, regressa também o tempo dos encontros, das conversas demoradas e das noites passadas à volta da música.”

A Casa do Povo de Santo Estêvão convida todos os que a têm acompanhado ao longo dos anos, e aqueles que ainda não tiveram oportunidade de a conhecer, a fazer caminho até esta pequena aldeia do barrocal de Tavira.

A não perder, concertos que se vivem de outra forma quando a distância entre o artista e o público quase desaparece. E porque, por vezes, são os palcos mais pequenos que proporcionam os encontros mais memoráveis.

Museu Zer0 acolhe em outubro duas programações de música enraizadas no território

19 October 2026 at 15:41

O mês de outubro traz música ao Museu Zer0: António Bastos e a comunidade de Santa Catarina da Fonte do Bispo, a 25, e AFTER ZER0 #3, com DANZ, dia 30, sendo a primeira, a apresentação pública do resultado do trabalho desenvolvido na residência artística “SEMENTE”, de António Bastos, com a comunidade de Santa Catarina da Fonte do Bispo, agendada para dia 25 de outubro, às 16h00.

A segunda programação é o concerto de DANZ, músico e produtor algarvio que vem apresentar o seu mais recente disco, no dia 30 de outubro, pelas 21h30, no já costumeiro AFTER ZER0 (últimas sextas-feiras de cada mês no Museu Zer0).

SEMENTE, performance da residência artística de António Bastos com a comunidade de Santa Catarina

António Bastos escreve canções, é compositor, produtor e professor e tem mais de 30 EPs e discos lançados com os nomes Johnwaynes e António Bastos – movendo-se entre o jazz, house, funk, música tradicional portuguesa, techno e clássica, ultrapassando constantemente barreiras de estilo com a sua música. A sua residência artística, SEMENTE, inscreve-se na estratégia programática do Museu Zer0, enquanto prática de criação e produção artística participada, inclusiva e situada no território, de carácter colaborativo com a comunidade de Santa Catarina da Fonte do Bispo.

Envolve diferentes agentes e entidades locais – nomeadamente a Charola da Amizade, o grupo de bordado tradicional, o Centro Social Nossa Senhora das Dores e a comunidade em geral – num processo de co-criação que valoriza o conhecimento local, as práticas tradicionais e a diversidade de experiências, estabelecendo relação entre tradição e contemporaneidade, pela integração de práticas locais com linguagens contemporâneas e tecnológicas, num contexto de experimentação.

O concerto-performance resultante desta residência tem lugar a 25 de outubro, às 16:00, a entrada está incluída no bilhete da exposição e tem o apoio da CCDR Algarve – Cultura, da Junta de Freguesia de Santa Catarina da Fonte do Bispo e da Associação Cultural Memória Viva.

AFTER ZER0 #3: DANZ

DANZ é a extensão artística mais pura e genuína de Rui Daniel. Músico, produtor, DJ e técnico de som algarvio, alimentado pelo que o rodeia, do mais próximo ao distante, e fiel a uma interação orgânica entre o acústico e eletrónico.

Neste trio explora exatamente essa dinâmica: um diálogo entre um kit de bateria e percussão acústico e uma caixa de ritmos de sonoridade sintetizada e industrial. Neste concerto o trio é composto também por Henrique Guerreiro, nos sintetizadores “mellow/ácidos”, e por Ângelo Neto nas guitarras “quentes e atmosféricas”.

Excerto do cartaz promocional

Juntos interpretam o seu mais recente álbum GETTING COMFORTABLE WITH YOUR OWN DARKNESS, um convite à escuta interior, rico em intersecções entre electrónica, rock, indie dance e ambiente, com ecos subtis de grunge.

O concerto de DANZ tem o apoio do programa Equinócios, da Câmara Municipal de Tavira. Cafetaria e exposição lugar-depois abertas a partir 15h00. Entrada: 8,00€, com acesso à exposição até às 21h30 e ao espetáculo. Visita orientada à exposição, às 19h30, incluída.

PpDM afirma que habitação digna é um direito – sem ela, não há igualdade nem liberdade para as mulheres

19 October 2026 at 15:01

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM), em comunicado enviado às redações, que se transcreve a seguir, afirma que «“Habitação digna é um direito. Sem ela, não há igualdade nem liberdade para as mulheres”, no qual alerta para o impacto da crise habitacional na autonomia, na segurança e nos direitos das mulheres.

A habitação é um direito fundamental e constitucional e uma condição indispensável à igualdade. O acesso a uma casa digna e acessível determina as possibilidades de autonomia económica, segurança e liberdade das mulheres.

Num contexto de crise habitacional, as desigualdades de género agravam as dificuldades de acesso e permanência numa habitação, comprometendo o exercício dos direitos das mulheres.

Salários mais baixos, precariedade laboral e a distribuição desigual do trabalho doméstico e dos cuidados limitam a capacidade das mulheres para aceder a uma habitação independente. Mulheres jovens, mães em famílias monoparentais, mulheres mais velhas, mulheres com deficiência, mulheres em situação de pobreza e mulheres em situação de sem-abrigo enfrentam obstáculos acrescidos.

A situação de sem-abrigo entre as mulheres permanece frequentemente invisível, incluindo quando vivem em alojamentos temporários ou dependem de terceiros, por vezes em contextos de violência e exploração.

Nenhuma mulher deve ser obrigada a permanecer numa situação de violência por não ter para onde ir

A falta de alternativas habitacionais seguras e acessíveis compromete a proteção das sobreviventes de violência doméstica e o seu direito a uma vida livre de violência. Garantir habitação segura é uma responsabilidade pública.

Para as mulheres com filhos e filhas a cargo, a insegurança habitacional pode ainda traduzir-se no receio de perder a guarda das crianças, agravando a vulnerabilidade e dificultando a procura de apoio ou a saída de relações violentas.

A precariedade habitacional pode também ser instrumentalizada para exercer coação e violência sexual, nomeadamente através do sex for rent – propostas de alojamento em troca de relações sexuais.

A necessidade de uma casa não pode ser explorada para obter acesso sexual ao corpo das mulheres

O racismo, o antigitanismo e a segregação habitacional agravam estas desigualdades, afetando particularmente as mulheres migrantes, mulheres ciganas e as que vivem em bairros informais ou alojamentos precários, muitas vezes sem condições dignas, infraestruturas essenciais ou segurança habitacional.

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM), que reúne 35 organizações, incluindo a Mulheres na Arquitetura, defende políticas públicas de habitação que coloquem os direitos humanos e a igualdade entre mulheres e homens no centro. Para tal, considera prioritário:

  • Aumentar a oferta de habitação pública, social e acessível, garantindo rendas compatíveis com os rendimentos e proteção contra despejos sem alternativa habitacional digna.
  • Promover a autonomia habitacional das pessoas jovens, através de arrendamento acessível e alojamento estudantil que não dependa dos recursos familiares.
  • Garantir alojamento de emergência e soluções habitacionais duradouras para mulheres em situação de sem-abrigo, sobreviventes de violência doméstica e mães com filhos e filhas a cargo.
  • Garantir que a pobreza e a precariedade habitacional não constituem, por si só, motivo para a retirada de crianças às suas famílias ou para a sua institucionalização, assegurando respostas habitacionais dignas e apoios sociais. A falta de uma casa adequada exige uma resposta pública de habitação e proteção social, sem penalizar as mães pela pobreza em que vivem.
  • Prevenir e combater a violência e a exploração sexual associadas à insegurança habitacional, incluindo o sex for rent, assegurando mecanismos de denúncia, proteção e apoio às mulheres afetadas.
  • Combater a discriminação e a segregação habitacional, incluindo o racismo e o antigitanismo, garantindo condições dignas e respeito pelos direitos humanos.
  • Integrar uma perspetiva feminista nas políticas de habitação, com avaliação dos seus impactos sobre mulheres e homens, dados desagregados por sexo e idade, metas verificáveis e participação efetiva das organizações de mulheres.

A habitação deve ser assumida pelo Governo e pelos municípios como uma prioridade de direitos humanos e de igualdade, reconhecendo o seu impacto na autonomia das mulheres e na prevenção da violência.

Garantir habitação digna e acessível exige políticas públicas concretas, investimento adequado e um compromisso efetivo com a igualdade e a liberdade de todas as mulheres.

Sem casa, não há autonomia; sem autonomia, a liberdade das mulheres fica comprometida. Os direitos das mulheres exigem ação, investimento e resultados concretos», termina assim a missiva da PpDM.

Museu Zer0 apresenta «SEMENTE» e recebe DANZ em trio em outubro

19 October 2026 at 12:39

António Bastos mostra a criação com a comunidade de Santa Catarina a 25 de outubro. DANZ apresenta o seu mais recente álbum no dia 30.

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A crise da habitação: menos proibições, mais soluções

18 October 2026 at 11:14

O Alojamento Local tornou-se um dos principais alvos do debate sobre a habitação. Mas, enquanto se multiplicam as restrições, continua por resolver a questão essencial: onde estão as casas de que as famílias precisam?

A crise da habitação em Portugal é real. No Algarve, afeta os jovens, as famílias e os trabalhadores que precisam de viver perto dos seus empregos. Mas reconhecer o problema não significa aceitar que limitar o Alojamento Local (AL) seja, por si só, a solução.

Nos últimos anos, o AL tornou-se um dos principais alvos das políticas habitacionais. A ideia é simples: reduzir os alojamentos turísticos fará regressar casas ao mercado residencial e baixar os preços. Mas a realidade é mais complexa.

Lisboa perdeu uma parte significativa dos seus registos de AL nos últimos anos, sem que isso tenha produzido a descida das rendas que muitos esperavam. Este facto não prova que o AL não tenha impacto na habitação; demonstra, isso sim, que cancelar registos não garante, por si só, mais casas disponíveis ou rendas mais acessíveis.

Uma licença cancelada não constrói uma casa, não recupera um imóvel devoluto nem obriga um proprietário a arrendar.

A crise é também de oferta

Como tem sido defendido pelo economista Manuel Caldeira Cabral, a crise da habitação é também uma crise de oferta. A falta de construção, os licenciamentos demorados, os custos elevados e os obstáculos à reabilitação dificultam a resposta às necessidades das famílias.

No Algarve, a análise exige ainda mais cuidado. Albufeira não é Faro, Lagos ou um município do interior. As realidades habitacionais variam entre concelhos e até entre freguesias. Precisamos de dados locais que permitam perceber onde existe pressão habitacional, quais as suas causas e que medidas podem produzir resultados.

Também merece reflexão a utilização de apartamentos como escritórios, consultórios, clínicas e outros espaços profissionais. São atividades legítimas, mas importa estudar quantas frações poderiam, legal e tecnicamente, regressar à habitação e se algumas destas atividades poderiam ocupar espaços comerciais devolutos. Não se trata de proibir, mas de avaliar todas as possibilidades de aproveitar melhor o património imobiliário.

Uma política habitacional eficaz deve, por isso, facilitar a construção, acelerar licenciamentos, incentivar a reabilitação e criar condições para aumentar a oferta, incluindo no arrendamento de longa duração.

Liberdade com responsabilidade

Uma perspetiva liberal defende a liberdade económica, o respeito pela propriedade privada e um Estado que remova obstáculos desnecessários, em vez de multiplicar restrições sem demonstrar a sua eficácia.

Isto não significa defender um mercado sem regras. Significa exigir que as regras sejam claras, proporcionais e fundamentadas, protegendo o interesse público sem penalizar indiscriminadamente quem investe e cumpre a lei.

Também a discussão europeia sobre a regulação do alojamento de curta duração deve ser conduzida com clareza e proporcionalidade. A ALEP — Associação do Alojamento Local em Portugal — tem levantado preocupações quanto à falta de clareza e aos riscos de restrições desproporcionadas. O impacto do AL deve ser avaliado com dados e medidas adequadas à realidade de cada território, não com soluções uniformes para problemas diferentes.

O turismo é essencial para a economia algarvia, gerando emprego e rendimento para milhares de pessoas e empresas. Defender o turismo não significa ignorar as dificuldades dos residentes. Significa reconhecer que habitação acessível e atividade económica podem e devem coexistir.

O que deve fazer Albufeira?

Albufeira precisa de conhecer melhor o seu parque habitacional, identificar imóveis devolutos, compreender os obstáculos à construção e à reabilitação e estudar incentivos à disponibilização de casas para arrendamento permanente.

Precisa também de limpar e atualizar os registos de Alojamento Local, identificando estabelecimentos que já não estão em atividade, não dispõem do seguro obrigatório ou não cumprem os requisitos legais. A fiscalização deve ser efetiva e as irregularidades devem ter as consequências legalmente previstas, garantindo os direitos dos titulares.

Esta não é uma posição contra o AL. É uma defesa de um setor mais transparente, profissional e responsável, com condições justas para quem cumpre as suas obrigações.

O objetivo não pode ser simplesmente reduzir o número de alojamentos turísticos. Tem de ser aumentar as possibilidades reais de os residentes encontrarem uma casa onde possam viver.

Menos ideologia, mais resultados

A crise da habitação não se resolve escolhendo culpados. Resolve-se identificando os problemas, removendo Obstáculos e avaliando as políticas pelos seus resultados.

A minha experiência profissional na gestão de Alojamento Local e a minha ligação à Delegação do Algarve da ALEP permitem-me acompanhar as dificuldades de proprietários e operadores. Essa experiência reforça a importância de ouvir diferentes intervenientes e de tomar decisões baseadas em factos.

No Algarve, a pergunta essencial não é quantas licenças conseguimos cancelar. É quantas casas conseguimos disponibilizar e que condições criamos para que as próximas gerações possam continuar a viver e trabalhar na região.

Menos burocracia. Mais oferta. Regras proporcionais. Liberdade com responsabilidade.

É por aqui que devemos começar.

* Vice-Coordenadora do Núcleo Territorial da Iniciativa Liberal de Albufeira

Depressão Adam leva IPMA a colocar vários distritos sob Aviso Amarelo

17 October 2026 at 19:18

De acordo com um comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitido esta sábado, 17 de outubro, Adam é o nome atribuído pela AEMET (Serviço Meteorológico de Espanha) a uma depressão, que às 00h00 UTC do próximo dia 19, segunda-feira, se irá localizar sobre França, e à qual estará associado um período de precipitação forte e persistente na costa Mediterrânica de Espanha e nas ilhas Baleares.

A referida depressão não deverá ter efeitos diretos significativos no estado tempo em Portugal continental, no entanto, a depressão Adam faz parte de uma região depressionária mais vasta, que irá afetar também o território do continente a partir de sábado, dia 17.

Assim, o IPMA prevê aguaceiros no interior da região Norte a partir da manhã de sábado, estendendo-se gradualmente para o interior das regiões Centro e Sul, e persistindo no Algarve até segunda-feira. Durante a tarde os aguaceiros poderão ser localmente fortes, de granizo e acompanhados de trovoada.

O vento deverá ser fraco ou moderado de nordeste, soprando moderado a forte durante a noite nas terras altas do Norte e Centro, por vezes com rajadas até 70 km/h no dia 18, domingo, e rodando temporariamente para norte no litoral oeste durante a tarde. O IPMA adianta ainda que se espera uma descida acentuada da temperatura ao longo dos próximos dias.

O IPMA emitiu avisos meteorológicos de nível Amarelo relativos a esta situação, que no Algarve tal como nos restantes distritos, está ativo até ás 21h00.

Algarve está em emergência habitacional e Telmo Pinto diz que “Precisamos de decidir agora”

16 October 2026 at 17:00

Concelho de Loulé passou de 70.266 residentes em 2011 para 94.447 em 2025. Mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021

«O Algarve vive hoje uma emergência habitacional. E uma emergência habitacional é, sem eufemismos, uma emergência humana. Multiplicam-se as construções ilegais e as casas amovíveis instaladas à margem de qualquer enquadramento. Trabalhadores da construção civil, os mesmos que erguem as casas que nunca poderão habitar, vivem amontoados em contentores, em condições indignas de um país europeu do século XXI. Isto não é uma previsão nem um cenário. Está a acontecer agora, à vista de todos, e todos fingem não ver», começa assim um comunicado da Câmara Municipal de Loulé, que se transcreve a seguir, sobre a crise na habitação em Portugal e em particular no Algarve e no concelho de Loulé.

«Os números não deixam margem para dúvidas. O concelho de Loulé passou de 70 266 residentes em 2011 para 94 447 em 2025: mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021. O Algarve ganhou mais de 70 mil residentes em apenas quatro anos e foi a região do país que mais cresceu. No mesmo período, o preço médio da habitação no concelho de Loulé subiu cerca de 75%. Os concursos públicos para construção de habitação ficam desertos, porque os valores de referência já não correspondem aos custos reais. Para quem vive do seu trabalho, ter uma casa no Algarve tornou-se uma impossibilidade.

A Câmara Municipal de Loulé não está parada: tem em curso operações que somam mais de uma centena de fogos e continua a adquirir habitações para resposta pública. Mas nenhum município consegue responder a uma pressão desta escala quando os instrumentos de que dispõe foram desenhados para outra realidade e quando cada passo depende de quem não está no terreno, não conhece as pessoas e não responde perante elas.

Vista aérea de Loulé

O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve foi aprovado em 2007, para um Algarve que já não existe. Os instrumentos de gestão territorial continuam a responder a lógicas de contenção pensadas há quase duas décadas, enquanto a região mudou de escala, de população e de necessidades. O resultado é perverso: o que a lei não permite fazer de forma digna e planeada acaba por acontecer de forma precária e ilegal. Enquanto se espera pelos planos, as pessoas não esperam: instalam-se onde podem e como podem.

Digamo-lo sem rodeios: em matéria de território, não há democracia em Portugal. Os Planos Diretores Municipais, os instrumentos com que cada concelho decide o seu futuro, estão subordinados a pareceres de entidades regionais, conduzidos por técnicos que ninguém elegeu, que não prestam contas aos cidadãos e que não conhecem o rosto de quem espera por uma casa. Os autarcas são eleitos para resolver, mas não têm poder para decidir.

As respostas que as populações exigem ficam presas, durante meses e anos, em circuitos intermináveis de pareceres e prazos que ninguém cumpre. Cada parecer que se arrasta é uma família que continua sem casa. E no fim é o presidente de câmara que é julgado nas urnas por aquilo que não o deixaram fazer. Isto não é democracia. É uma ficção democrática.

Sucessivos governos, este e os anteriores, não têm sabido ler a realidade do Algarve. A região que sustenta uma parte decisiva da economia do país não consegue alojar quem nela trabalha: professores, enfermeiros, forças de segurança, trabalhadores da hotelaria e da construção. Uma região que não consegue fixar quem a faz funcionar está a hipotecar o seu próprio futuro.

Vista aérea de Loulé (Foto: Extraída de vídeo de Rodrigo Costa)

Quando é que vamos acordar? Já vimos as tendas nos jardins de Lisboa. Já vimos centenas de pessoas acampadas na Puerta del Sol, em Madrid, e tendas montadas em protesto no Porto, por quem já não consegue pagar uma renda. Vamos esperar que aconteça o mesmo em Faro, em Loulé, em Portimão? A paciência de quem trabalha e não tem onde viver esgotou-se. Quando o Estado não responde, responde a rua. O tempo da paciência acabou.

“Precisamos de decisões arrojadas. Precisamos de decidir agora. Precisamos de agir pelas pessoas, pela economia e pela segurança e futuro da nossa região. Temos de ter coragem, situações de emergência exigem líderes fortes e capazes de ter as pessoas na base da sua atuação. Em Loulé agimos, mas agimos apenas dentro de um quadro legal inadequado, de poderes desajustados às reais necessidades do território e das pessoas”, afirma convictamente o Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto.

A Câmara Municipal de Loulé exige, por isso, e exige agora:

  • 1. A conclusão urgente da revisão, já em curso, do PROT Algarve, ajustada à realidade demográfica atual.
  • 2. Um regime excecional e temporário que permita aos municípios libertar solo para habitação acessível, com prazos de decisão curtos e vinculativos para as entidades com competência de parecer e deferimento tácito sempre que esses prazos não sejam cumpridos.
  • 3. A fiscalização efetiva e a erradicação do alojamento em contentores, acompanhada de soluções dignas para os trabalhadores.
  • 4. Uma linha de financiamento específica para regiões sob pressão demográfica extraordinária, com valores de referência ajustados aos custos reais de construção.
  • 5. Uma reforma profunda da estrutura do Estado, que devolva aos eleitos locais o poder de decidir sobre o seu território e robusteça as autarquias com competências, meios e autonomia para dar às pessoas as respostas de que precisam, no tempo em que delas precisam.

A habitação não é um tema técnico. É a condição mínima para que uma comunidade exista. E decidir perto das pessoas é a condição mínima para que exista democracia.

Ou o Estado acorda agora, ou acordará tarde demais. O Algarve não pode esperar mais!» termina assim a missiva do Município de Loulé.

Tavira acolhe o 20.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios (ICP26) / 7º ICP-Online

16 October 2026 at 16:01

Cidade do rio Gilão transforma-se na capital mundial da paremiologia

A Associação Internacional de Paremiologia (AIP-IAP) realiza, entre os dias 1 e 8 de novembro de 2026, em Tavira, o 20.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios (ICP26) / 7º ICP-Online em formato híbrido.

Organizado em colaboração com a Câmara Municipal de Tavira, o prestigiado certame comemora duas décadas de atividade contínua na vanguarda da investigação cultural e da tradição oral.

A Sessão de Abertura Oficial está agendada para domingo, 1 de novembro, às 15h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Tavira, tendo as conferências transmissão digital global simultânea para interligar os participantes das mais diversas latitudes.

Esta edição especial de aniversário assume particular relevo ao congregar mais de uma centena de conceituados investigadores oriundos de 33 países, convertendo Tavira num ecossistema internacional de partilha e fazendo jus ao lema oficial: “Todos os caminhos vão dar a Tavira”.

A AIP-IAP, fundada em 2008 e sedeada em Tavira, destaca-se globalmente por ser a única instituição do seu género focada exclusivamente no estudo científico dos provérbios (paremiologia) e promovendo o intercâmbio de conhecimentos e o diálogo intercultural.

Fruto do seu rigor científico, a associação detém o estatuto oficial de ONG acreditada pela UNESCO, atuando diretamente como consultora oficial do Comité do Património Cultural Imaterial (PCI) na área da tradição oral. A AIP-IAP é, também a dinamizadora do Clube UNESCO de Paremiologia-Tavira (CUP-T).

“Chegar à vigésima edição deste Colóquio é a validação de um esforço internacional coletivo pela salvaguarda da sabedoria popular”, afirma Rui Soares, Presidente da AIP-IAP e do CUP-T, acrescentando que “os provérbios cruzam fronteiras e Tavira assume-se orgulhosamente como a ponte que une investigadores dos quatro cantos do mundo”.

O programa esquemático do ICP26 pode ser consultado clicando aqui, pelo que para mais informações os interessados devem contatar pelo telefone: 919 629 699 e ou pelo e-mail: aipiap.tavira@gmail.com .

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