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Flamengo acusa torcedores do Vasco de “atos de vandalismo” no Maracanã

21 October 2026 at 17:08

O Flamengo acusou torcedores do Vasco de praticarem “atos de vandalismo” no Maracanã durante a partida contra o Boca Juniors válida pela semifinal da Copa Sul-Americana, que foi disputada no estádio na noite de terça-feira (20).

Segundo nota publicada pelo clube, o Consórcio Maracanã comunicou na manhã desta quarta-feira (21) o registro de depredações ocorridas no estádio.

“Segundo a documentação encaminhada ao clube,centenas de cadeiras foram quebradas, banheiros e bares vandalizados, além de estruturas das rampas de acesso e da sinalização do estádio depredadas. São atos de vandalismo praticados por uma parcela dos torcedores presentes, que demonstrou absoluto desprezo pelo patrimônio de um dos estádios mais emblemáticos do futebol mundial”, escreveu o Flamengo.

Ainda segundo a nota, a administração trabalha para reparar os danos antes da partida de quinta-feira (22) entre Flamengo e Estudiantes pela semifinal da Libertadores. As equipes entram em campo às 21h30 (de Brasília).

Disputa pelo Maracanã

Vasco e o Consórcio Fla-Flu, que administra o Maracanã, travaram uma verdadeira batalha judicial nas últimas semanas pelo uso do estádio.

Sem poder utilizar São Januário para o jogo contra o Boca Juniors devido à exigência da Conmebol de que o estádio para a partida deveria ter no mínimo 30 mil lugares, o Vasco pediu para mandar o jogo no Maracanã.

O pedido foi negado pelo Consórcio e, então, iniciou-se a briga, com trocas de farpas públicas e reviravoltas até a decisão definitiva da Justiça do Rio autorizando o uso do Vasco.

Veja a nota do Flamengo na íntegra

O Clube de Regatas do Flamengo informa que recebeu, na manhã desta quarta-feira (21), comunicado do Consórcio Maracanã acerca das graves depredações registradas no estádio após a partida entre Vasco e Boca Juniors, realizada na última terça-feira (20), pela CONMEBOL Sul-Americana.

Segundo a documentação encaminhada ao clube,centenas de cadeiras foram quebradas, banheiros e bares vandalizados, além de estruturas das rampas de acesso e da sinalização do estádio depredadas.

São atos de vandalismo praticados por uma parcela dos torcedores presentes, que demonstrou absoluto desprezo pelo patrimônio de um dos estádios mais emblemáticos do futebol mundial.

O Flamengo também recebeu a informação de que o Consórcio Maracanã não está medindo esforços na difícil missão de reparar os danos e restabelecer as condições necessárias para receber os mais de 70 mil torcedores que esgotaram os ingressos para Flamengo x Estudiantes, pela CONMEBOL Libertadores.

O clube confia na competência e no empenho dos profissionais responsáveis pela operação do estádio, que viraram a noite trabalhando intensamente para superar as consequências de um episódio absolutamente inaceitável.

Por que Neymar e Thiago Mendes não se cumprimentaram em Vasco x Santos

Los jueces dan la razón a Xabi Alonso al declarar legal el chalé que construye en San Sebastián

21 October 2026 at 15:38
Vista del chalé que la familia de Xabi Alonso está construyendo en el barrio donostiarra de Igeldo.

Los jueces han vuelto a darle la razón a Xabi Alonso, actual entrenador del Chelsea inglés. El técnico guipuzcoano, exjugador de la Real Sociedad y del Real Madrid, ha recibido un espaldarazo del Tribunal Superior de Justicia del País Vasco (TSJPV) para continuar adelante con las obras de construcción de un lujoso chalé en el barrio de Igeldo de San Sebastián. Los vecinos y grupos de ecologistas lograron a comienzos de 2024 que un juzgado donostiarra declarase “ilegal” la mansión que se estaba preparando en este privilegiado paraje costero de la capital guipuzcoana, pero el Superior vasco entiende ahora que la construcción cumple íntegramente con los parámetros y estándares constructivos y paisajísticos exigidos por el marco normativo vigente.

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El Gobierno vasco compra 510 viviendas a Blackstone para mantenerlos como pisos protegidos

21 October 2026 at 14:31
Viviendas protegidas del barrio Benta Berri de San Sebastián

Medio millar de familias del barrio Benta Berri de San Sebastián han vivido los últimos meses bajo la amenaza de verse obligados a abandonar sus hogares. Son inquilinos que residen en viviendas de protección oficial que iban a perder esta calificación social en noviembre de 2028 y habían recibido notificaciones del propietario, la compañía inmobilaria Testa (filial del fondo de inversiones Blackstone), advirtiéndoles de que sus pisos pasaban al mercado libre desde esa fecha. Si ahora estaban pagando un alquiler de 800 a 1.000 euros mensuales, la pérdida del régimen de protección abría la puerta a encarecer muchísimo esa renta. El Gobierno vasco ha venido a rescatar a los vecinos con una operación de compra de las 510 viviendas afectadas. Es la primera vez que una Administración pública en España adquiere un paquete de pisos de estas dimensiones a un fondo de inversiones, con lo que podrá prolongar el régimen de protección de las casas.

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La Justicia avala la legalidad del chalet de Xabi Alonso en San Sebastián

21 October 2026 at 13:59
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Giro en el litigio sobre el chalet de Xabi Alonso en Donostia/San Sebastián. El Tribunal Superior de Justicia del País Vasco (TSJPV) ha avalado la legalidad de la vivienda que el exfutbolista y entrenador Xabi Alonso construyó en el monte Igeldo, en San Sebastián. La resolución, notificada este miércoles, estima los recursos presentados por la sociedad promotora de la vivienda, Tavaro XXI, y por el Ayuntamiento donostiarra. En consecuencia, revoca la sentencia de 2024 que había anulado la licencia de obras al considerar que la construcción no se ajustaba a la normativa urbanística.

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El Gobierno vasco compra 510 viviendas protegidas en San Sebastián para mantenerlas como alquiler público

21 October 2026 at 12:21
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El Gobierno vasco ha alcanzado un principio de acuerdo con Testa Residencial, sociedad vinculada al fondo de inversión estadounidense Blackstone, para adquirir por 100 millones de euros el derecho de superficie sobre 510 viviendas protegidas del barrio donostiarra de Benta Berri. 

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Jogador do Boca provoca Thiago Mendes, toma bronca do técnico e apaga post

21 October 2026 at 12:20

O jogador Leonel Flores, do Boca Juniors, aproveitou a classificação à final da Copa Sul-Americana, conquistada nesta terça-feira (20) com a vitória por 3 a 1, no Maracanã, para provocar o volante Thiago Mendes, do Vasco.

Em sua conta no Instagram, Flores publicou uma imagem nos Stories — feita com inteligência artificial — em que aparece rasgando o escudo do clube carioca.

A provocação teve exatamente o mesmo teor de uma postagem feita por Thiago Mendes depois do triunfo por 1 a 0 na partida de ida da semifinal, na Bombonera, na qual o meio-campista cruzmaltino rasgava o distintivo do Boca.

Flores aparece rasgando o escudo do Vasco em publicação no Instagram
Flores aparece rasgando o escudo do Vasco em publicação no Instagram • Reprodução/Instagram

Após a classificação no Maracanã, o técnico xeneize Rodolfo Arruabarrena disse que conversaria com Flores sobre o ocorrido. Na sequência, o jogador apagou a publicação de seu Instagram.

“Me parece que algum dos nossos subiu algo [nas redes sociais] e vamos conversar. Isso é um jogo de futebol, existe provocação, é normal. Mas não há incentivo maior do que jogar uma semifinal no Brasil”, disse Arruabarrena, pouco antes de Flores deletar a postagem.

Promessa argentina

Leonel Flores é tratado como uma das grandes promessas do Boca Juniors. Aos 19 anos, já ganhou até convocação para a Seleção Argentina principal.

Na última Data Fifa, o ponta participou dos três amistosos da equipe de Lionel Scaloni, incluindo a partida de despedida de Lionel Messi, e ganhou elogios da comissão técnica da Albiceleste.

“Ele é um talento que precisa ser lapidado. Seria incrível se ele reproduzisse em todos os jogos o que mostrou aqui em 10 minutos, mas precisamos manter a calma. Da nossa parte, sempre vamos cuidar dele”, afirmou Scaloni.

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    Merentiel comemora gol em Vasco x Boca Juniors, pela Copa Sul-Americana • Divulgação/Copa Sul-Americana

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    Jogadores do Boca Juniors comemoram gol sobre o Vasco na semifinal da Copa Sul-Americana • Divulgação/Copa Sul-Americana

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    Lance de Vasco x Boca Juniors, pela Copa Sul-Americana

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    Di Lollo comemora gol em Vasco x Boca Juniors, pela Copa Sul-Americana • Divulgação/Boca Juniors

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    Torcida do Vasco faz mosaico antes da partida contra o Boca Juniors • Luccas Oliveira/CNN

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    Torcida do Vasco na semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors • Luccas Oliveira/CNN

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    Os jogadores do Boca Juniors durante o reconhecimento do gramado do Maracanã • Divulgação/Boca Juniors

Sul-Americana: Boca volta a fazer jus à fama de "terror" brasileiro

Logo Agência Brasil

É verdade que o passado recente dos encontros entre Boca Juniors e o futebol brasileiro tem sido mais positivo para o lado de cá. O que não significa que a fama do tradicional clube argentino nesse tipo de confronto deva ser desprezada. O Vasco entrou para a estatística ao ver terminar o sonho de ir à final da Copa Sul-Americana.

O confronto finalizado na noite dessa terça-feira (20), com vitória do Boca por 3 a 1 em um Maracanã lotado, foi a 19ª classificação dos hermanos em 27 duelos eliminatórios - finais inclusas - contra rivais do Brasil. O aproveitamento é impressionante: 70,4%.

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Nos últimos anos, os times brasileiros até conseguiram diminuir essa diferença para o Boca. De 2021 para cá, Santos, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Fluminense - este em uma final de Libertadores - levaram a melhor em mata-matas contra os argentinos. Eles, inclusive, não ganhavam um jogo em território brasileiro desde 2010, quando bateram o Internacional por 1 a 0, no Beira-Rio, em Porto Alegre.

Nesta Sul-Americana, porém, o Cruzmaltino já é a segunda vítima brasileira do Boca. Nas quartas de final, eles superaram o São Paulo. Após vencerem na Bombonera, em Buenos Aires, por 1 a 0, os argentinos foram à capital paulista e seguraram o 1 a 1 no Morumbis para assegurar a classificação.

O adversário na decisão pode ser mais um brasileiro. Nesta quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), o Atlético-MG enfrenta o Montevideo City Torque no Centenário, principal estádio da capital uruguaia. Na semana passada, o Galo venceu por 3 a 0 na Arena MRV, em Belo Horizonte, conquistando uma importante vantagem. Os mineiros podem até perder por dois gols de diferença que, ainda assim, vão à final.

O cenário no qual o Vasco foi eliminado torna a queda ainda mais dolorida. A equipe tinha vencido o jogo de ida, na Bombonera, por 1 a 0, uma semana antes, tornando-se apenas o oitavo time brasileiro a superar o rival na casa deles em partidas oficiais.

O problema é que algumas das vitórias mais marcantes do Boca em mata-matas ocorreram justamente no Brasil. Em 2003, pelas oitavas de final da Libertadores, recuperou-se da inesperada derrota por 1 a 0 para o Paysandu na Argentina com um 4 a 2 no Mangueirão, em Belém. No mesmo ano, fez a festa no Morumbi ao vencer o Santos por 3 a 1 na grande final.

Quatro anos depois, não tomou conhecimento do Grêmio, fazendo 2 a 0 no Olímpico, em Porto Alegre para assegurar outra vez o título do principal torneio do continente. A noite de terça é mais uma daquelas para manter viva a chama desse Boca que, independentemente da fase, "aterroriza" o futebol brasileiro.

Drama no Maracanã

A realização da partida no Maracanã foi alvo de longa disputa judicial entre Vasco e o consórcio formado por Flamengo e Fluminense, responsável pela administração do estádio. Foram três semanas com idas e vindas e ameaça da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) de transferir o jogo para o Paraguai.

O torcedor que se empolgou com a vitória nos bastidores, porém, levou um balde de água fria logo aos quatro minutos do primeiro tempo. O lateral Lautaro Blanco cobrou escanteio pela esquerda e o zagueiro Lautaro Di Lollo, de cabeça, abriu o marcador para o Boca. A vantagem obtida pelo Vasco na Argentina já não existia mais.

Aos 33, ficou pior. O zagueiro Alan Saldívia afastou mal a bola no círculo central e Sebastian Villa, de primeira, lançou o também atacante Miguel Merentiel às costas da marcação cruzmaltina. O camisa 16 do Boca finalizou na saída do goleiro Léo Jardim e ampliou para os argentinos, que passaram à frente na soma dos placares.

Na volta do intervalo, o Boca acumulou erros em contra-ataques e as substituições do técnico Pedro Emanuel surtiram efeito no Vasco. As entradas dos atacantes Marino Hinestroza e Brenner nas vagas de David e Adson, e do lateral Puma Rodríguez no lugar de Paulo Henrique, deram mais qualidade ao setor ofensivo cruzmaltino.

A recompensa veio aos 20 minutos. A partir de um desarme do zagueiro Robert Renan, a bola chegou no lateral Cuiabano, que cruzou pela esquerda. Saindo da outra ponta, Puma apareceu na área e bateu forte, no canto do goleiro Álvaro Montero.

O momento era do Gigante da Colina. A maioria dos cerca 66 mil presentes no Maracanã cantava que o Vasco era "o time da virada". Os torcedores, porém, não contavam que um chute de fora da área do volante Leandro Paredes, com força e efeito, no meio do gol, surpreenderia Léo Jardim. A falha do goleiro acabaria decretando a eliminação do time da casa.

Sul-Americana: Fluminense provoca Vasco após eliminação para Boca Juniors

21 October 2026 at 04:43

O Fluminense utilizou as redes sociais para provocar o Vasco da Gama após a eliminação na Sul-Americana, nesta terça-feira (20). O Cruz-maltino perdeu para o Boca Juniors por 3 a 1, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), e caiu nas semifinais.

No Twitter, o Tricolor relembrou a final da Libertadores de 2023. Naquela ocasião, o Fluminense venceu os xeneizes, por 2 a 1, também no Maracanã, e conquistou o título inédito. VEJA ABAIXO:

Sempre superamos grandes desafios, em casa ou fora! Amanhã temos mais um. VAMOS VIRAR, NENSE! https://t.co/95WG52XWpt

— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) October 21, 2026

A eliminação do Vasco

O Vasco da Gama está fora da Sul-Americana. Após vencer o jogo de ida na Bombonera, em Buenos Aires, na Argentina, o Cruz-maltino foi derrotado por 3 a 1 pelo Boca Juniors no Maracanã, em Rio de Janeiro (RJ), diante de um estádio lotado, sendo eliminado.

O goleiro Léo Jardim foi apontado como o “vilão” da eliminação. O Boca abriu 2 a 0 no primeiro tempo, com gols de Di Lollo e Merentiel. O segundo gol, especialmente, evidenciou falha de toda a defesa e do próprio goleiro vascaíno.

Puma Rodríguez descontou, levando o duelo para o placar agregado que forçaria os pênaltis. Contudo, nos minutos finais, Léo Jardim aceitou um chute de Paredes, que decretou a derrota a eliminação vascaína.

Fluminense na Libertadores e a final da Sul-Americana

Enquanto o Vasco lamenta a saída, o Fluminense terá uma difícil missão nesta quarta-feira (21), em São Paulo (SP). Para avançar à final da Libertadores, o Tricolor precisa vencer o Palmeiras no Nubank Parque. No jogo de ida, no Maracanã, o Alviverde venceu por 2 a 1 e tem a vantagem do empate.

A decisão da Sul-Americana será disputada no dia 21 de novembro, no estádio Metropolitano, em Barranquilla, na Colômbia. O Boca Juniors aguarda o vencedor do confronto entre Montevideo City Torque e Atlético-MG, após vitória alvinegra na Arena MRV, por 3 a 0.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Thiago Mendes pede desculpas à torcida do Vasco: “Aprendizado”

21 October 2026 at 04:39

Personagem central do confronto entre Vasco e Boca Juniors, o volante Thiago Mendes pediu desculpas à torcida vascaína que lotou o Maracanã nesta terça-feira (20), na volta da semifinal da Copa Sul-Americana, e viu o time ser derrotado por 3 a 1 e eliminado pelos argentinos.

O capitão vascaíno virou personagem do duelo após republicar uma foto em que ele destruía o escudo do Boca depois do jogo da ida, quando o Cruzmaltino venceu por 1 a 0 na Bombonera. Agora na volta, o Vasco viu os argentinos aproveitarem as chances e calarem o Maracanã.

Para Thiago Mendes, o time cometeu falhas e não entrou com a atenção devida, e por isso deve o pedido de desculpas.

“Não tenho que apontar o dedo aos jogadores. Sabemos da dificuldade no primeiro tempo, que eles iriam vir com atenção, coisas que a gente não teve. Tivemos falhas e que isso sirva de aprendizado”, disse ao “Paramount”.

“O time tem que entrar mais ligado, porque nos 10 primeiros minutos só jogou o time adversário. É pedir desculpas ao torcedor, que compareceu e incentivou, mas infelizmente a gente não buscou a sonhada classificação para dar orgulho à eles”, afirmou.

O Maracanã recebeu mais de 66 mil torcedores nesta terça, que viram o Boca acabar com a vantagem construída pelo Vasco em quatro minutos e depois aproveitar duas falhas, do zagueiro Saldivia e do goleiro Léo Jardim, para sair vitorioso e classificado.

“Estávamos jogando com o resultado na mão, e com quatro minutos de jogo tomamos o gol e não adiantou nada o resultado que conseguimos fora de casa. Tivemos pequenas falhas e cometemos erros que resultaram em gol”, completou Mendes.

O Vasco volta a campo no sábado (24), quando recebe o Corinthians, em confronto direto na luta contra o rebaixamento no Brasileiro. O Cruzmaltino ainda tem, no início de novembro, as semifinais da Copa do Brasil, contra o Palmeiras.

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Puma desabafa após queda do Vasco: “Faltou jogar um pouco mais como homem”

21 October 2026 at 04:09

O Vasco saiu na frente do confronto com o Boca Juniors-ARG ao vencer por 1 a 0 na Bombonera, há uma semana, mas a derrota por 3 a 1 nesta terça (20), no Maracanã, colocou fim à campanha do Cruzmaltino na Copa Sul-Americana.

Autor do gol do Vasco nesta noite, o lateral-direito Puma Rodríguez desabafou sobre o resultado e a atuação da equipe no Rio de Janeiro.

“Muito triste. Tomamos o gol quando achamos que íamos aos pênaltis ou até poderíamos fazer outro, mas infelizmente não ganhamos e não passamos”, iniciou.

“Acho que faltou jogar um pouco mais como homem. Cometemos erros infantis e estava muito pressionado no jogo”, completou, em entrevista ao “SBT”.

Boca aguarda confronto entre Atlético-MG e City Torque

O Boca aguarda o vencedor do duelo entre Atlético-MG e Montevideo City Torque-URU, que se enfrentam nesta quarta-feira (21), no Uruguai.

No primeiro jogo, o Galo atropelou e encaminhou a vaga com uma vitória por 3 a 0, em Belo Horizonte.

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El juez envía a prisión por terrorismo a los dos disidentes de la izquierda ‘abertzale’ detenidos por la Ertzaintza

20 October 2026 at 18:52

El juez de la Audiencia Nacional Antonio Piña ha enviado a prisión, acusados de delitos de terrorismo, a los dos disidentes de la izquierda abertzale detenidos por la Ertzaintza el sábado después de que se presentaran en la comisaría de Irún acompañados de su abogado. Se trata de Aratz Bilbao Gómez, de 34 años, y Malen Grünig Ibáñez, de 23 años, a los que el magistrado considera integrantes de Jardun Koordinadora, una organización integrada por disidentes de la izquierda abertzale supuestamente contrarios a la decisión que tomó ETA en octubre de 2011 de abandonar la violencia. Bilbao es señalado como “el motor principal” de este colectivo e “impulsor y dinamizador” del mismo. A su compañera, el magistrado la describe como “militante activa”. El magistrado esgrime para ordenar su encarcelamiento tanto riesgo de fuga como de reiteración delictiva de ambos, que tenían antecedentes policiales por “actos violentos” en otros países europeos.

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© Jardun Koordinadora

Imagen del acto organizado el pasado 27 de setiembre por Jardun en el frontón de Ciboure (Francia) con motivo del 'Gudari Eguna', en una imagen difundida por esta organización.

Los disidentes de la izquierda abertzale detenidos acusados de terrorismo, trasladados a la Audiencia Nacional

20 October 2026 at 08:36
Ertzaintza, policía del País Vasco

Los dos detenidos por la Ertzaintza en Irun (Gipuzkoa), investigados por un presunto delito de terrorismo y vinculados a sectores disidentes de la izquierda abertzale, pasan este martes a disposición de la Audiencia Nacional, según ha informado el Departamento vasco de Seguridad. Los arrestados, un hombre de 34 años y una mujer de 22, que permanecían desde el pasado sábado en dependencias de la Policía autonómica vasca en Irun, están siendo trasladados en estos momentos a Madrid.

Los dos detenidos cuentan con antecedentes relevantes, según indicó el Departamento de Seguridad en un comunicado en el que no especificó a qué tipo de antecedentes se refiere.

La investigación se inició el 26 de septiembre cuando, durante un control en Eskoriatza (Gipuzkoa), los agentes identificaron a tres personas que portaban material muy sensible sobre las fuerzas y cuerpos de seguridad, así como una posible localización de un lugar con material, presumiblemente armas y explosivos.

La Policía autonómica vasca abrió una investigación e informó a la Audiencia Nacional, al apreciar que los hechos podrían constituir delitos de terrorismo. En los últimos días las pesquisas, coordinadas en todo momento, avanzaron de manera muy relevante, según indicó la Ertzaintza.

En la jornada del sábado, dos de las personas investigadas se personaron voluntariamente en la comisaría de Irun, acompañadas por su abogado, y fueron detenidas. Ambas están siendo investigadas por un presunto delito de terrorismo. Tras tomarles declaración y cumplimentar las diligencias policiales pertinentes, los dos arrestados están siendo trasladados a Madrid.

Fuentes de la investigación han indicado a EFE que se trata de dos personas vinculadas con sectores radicales de la izquierda abertzale, contrarias a la estrategia oficial seguida tras el fin de la violencia de ETA, del que hoy, martes, se cumplen 15 años.

La AUGC alerta de que "el riesgo terrorista contra la Guardia Civil no ha desaparecido"

20 October 2026 at 07:59
La AUGC alerta de que "el riesgo terrorista contra la Guardia Civil no ha desaparecido"

La Asociación Unificada de Guardias Civiles (AUGC) ha anunciado que se va a personar en la causa abierta tras la detención de dos personas en Irun (Gipuzkoa) por parte de la Ertzaintza investigadas por un presunto delito de terrorismo y ha pedido que se refuerce la vigilancia de los acuartelamientos.

Los dos detenidos, vinculados a sectores disidentes de la izquierda abertzale, pasan este martes a disposición de la Audiencia Nacional, según informa Efe.

La investigación se inició el 26 de septiembre cuando, durante un control en Eskoriatza (Gipuzkoa), los agentes identificaron a tres personas que "portaban diverso material muy sensible" sobre fuerzas y cuerpos de seguridad, "así como una posible localización de un lugar con material, presumiblemente armas y explosivos".

En un comunicado, la AUGC ha considerado que el Departamento vasco de Seguridad "ha evitado precisar" cuántos agentes y cuántas instalaciones aparecen en la documentación intervenida, así como el formato en el que estaba recogida.

"Una lista de guardias civiles y cuarteles en manos de personas investigadas por terrorismo no es un papel más entre otros indicios de una causa judicial, es la radiografía de una amenaza directa sobre la vida de hombres y mujeres que prestan servicio al Estado, y sobre sus familias", ha advertido.

En este sentido, ha apuntado que la aparición de este tipo de documentación "no puede tratarse como una anécdota policial, sino como una señal de alarma que exige respuesta inmediata".

Asimismo, ha reclamado al Ministerio del Interior que actúe de manera inmediata al asegurar que "la Ertzaintza no ha compartido esta información con la Guardia Civil". "En la lucha contra el terrorismo no caben compartimentos estancos ni cálculos competenciales", ha defendido.

Por ello, ha reclamado el "traspaso urgente" de toda la documentación a la Dirección General de la Guardia Civil, el "refuerzo inmediato" de la vigilancia en los acuartelamientos y entornos que pudieran verse afectados, y la dotación de los medios humanos y materiales necesarios para proteger a los agentes señalados.

"Este episodio demuestra que el riesgo terrorista contra la Guardia Civil no ha desaparecido, cambia de forma, cambia de origen, pero no desaparece", ha afirmado esta asociación, que ha subrayado que "bajar la guardia o restar importancia a hallazgos como este sería un error". 

600 presos de ETA han salido en libertad desde que la banda dejó de matar

19 October 2026 at 23:01

Son cientos. La mayoría hace tiempo que peina canas. Su aspecto poco se parece al que mostraron años atrás en las fichas policiales. Se pasean por los municipios vascos. Se les puede ver comprando o tomando vinos. La mayoría se ha alejado del foco social y apuesta sumergirse en el anonimato. Unos pocos, en cambio, han optado por seguir 'luchando' formando parte de listas electorales o integrándose en la política activa. A casi todos, sólo les queda el apoyo discreto de los más afines, de los que les aplaudían cuando sembraron el rastro de dolor que partió a la sociedad vasca en dos. La mayoría se enteró en la cárcel del final de la tragedia que habían alimentado. El 20 de octubre de 2011, hace hoy 15 años, ETA anunció el “cese definitivo” de sus acciones criminales. Desde entonces, alrededor de 600 miembros de la banda terrorista han salido en libertad.

Cuando los tres encapuchados de ETA proclamaron el inicio de “un nuevo ciclo” y la apuesta por las vías exclusivamente políticas, en las prisiones españolas cumplían condena cerca de 700 terroristas de la organización. Tres lustros después, son algo menos de un centenar: 93 presos de ETA, según el colectivo de familiares Etxerat. En esa contabilidad no se incluye al puñado de presos críticos con el colectivo ‘oficial’ de presos, el EPPK, afín a la izquierda abertzale que lidera Arnaldo Otegi.

Ese cupo se reduce aún más si se analiza la situación penitenciaria de ese escaso centenar de presos. Son apenas 36 los que cumplen condena sin salir de prisión, en régimen ordinario. El resto lo hace saliendo de la cárcel y regresando a prisión solo a dormir gracias a progresiones a tercer grado o a la concesión del artículo 100.2 del reglamento penitenciario. Esta fórmula, previa al tercer grado, permite flexibilizar la situación del interno y le permite salir para trabajar o cooperar en una ONG.

Cuando los tres encapuchados -David Pla, Iratxe Sorzabal e Izaskun Lesaka- difundieron el vídeo del final de ETA la tarde del 20 de octubre de 2011, la banda aún tenía una última baza con la que negociar: su disolución y desarme. La demoraría aún ocho años. En ese periodo, ETA siguió existiendo como organización, presionando con la posibilidad de revertir la situación si no se le concedía una salida para sus cientos de presos en las cárceles españolas. Incluso se intentó negociar con el Gobierno francés el acercamiento de los 140 presos de ETA que entonces cumplían condena en cárceles francesas.

El fracaso de la 'última baza' de ETA: desarme y disolución

Entre 2011 y 2018 los intentos para presionar al Gobierno de Mariano Rajoy fueron reiterados. Incluso el Gobierno vasco de Iñigo Urkullu intentó mediar un acuerdo que acelerara la desaparición definitiva de la estructura de ETA. Ni con Rajoy ni con Urkullu, que llegaría a reprochar a ETA su falta de voluntad real de buscar una salida para disolverse, hubo acuerdos ni cesiones.

Finalmente, y ante el convencimiento de que no podrían obtener beneficios en su final, ETA optó por recurrir a una disolución y desarme unilateral. Lo hizo apoyándose en un hasta entonces desconocido grupo de intermediarios: los ‘artesanos de la paz’, procedentes de colectivos afines a la izquierda abertzale. El 8 de abril de 2017, en Bayona, la banda escenificó el desarme entregando la localización de ocho depósitos o ‘zulos’ con armas y ante la mirada de ‘invitados’ como algunos de sus militantes más sanguinarios como Josu Zabarte, el ‘carnicero de Mondragón’.

En los años transcurridos desde el cese de sus acciones terroristas, cerca de medio centenar de presos siguieron saliendo en libertad cada año. Cuando el 3 de mayo de 2018, en la localidad vascofrancesa de Cambo-les-Bains, ETA escenificó y oficializó su disolución con la lectura a cargo de ‘Josu Ternera’ y ‘Anboto’ del último comunicado de ETA, la banda aún tenía en las cárceles a casi 300 militantes. Ese mismo mes, todo empezaría a cambiar… tras la moción de censura que aupó a Pedro Sánchez al Palacio de la Moncloa.

Política penitenciaria, Bildu y PNV

El relevo gubernamental no hubiera sido posible sin el apoyo de los dos partidos nacionalistas vascos: el PNV y EH Bildu. La coalición de Otegi siempre ha puesto la ‘cuestión de los presos’ encima de la mesa para seguir apoyando al Ejecutivo socialista. Las condiciones del acuerdo nunca han trascendido oficialmente, pero los hechos han evidenciado que el cambio de la política penitenciaria aplicada a los presos de ETA figuraba en la lista.

Habían transcurrido solo tres meses desde la moción de censura cuando Pedro Sánchez optó por revertir una política que el PSOE había aprobado y aplicado desde 1989: la dispersión de los presos en cárceles alejadas de Euskadi y Navarra. En septiembre de 2018 comenzaron los primeros acercamientos de presos de la banda a prisiones próximas a Euskadi. Poco después, a carceles vascas. El goteo de acercamientos no paró, hasta que en marzo de 2023 se dio por concluida la operación. Para entonces, todos los presos de ETA cumplían condena en cárceles vascas o navarras. En este periodo también se facilitó el traslado de los presos que cumplían condena en prisiones galas para que lo hicieran en cárceles españolas.

Según el observatorio de la Asociación de Víctimas del Terrorismo (AVT), entre septiembre de 2018 y agosto de 2022 se trasladaron a 202 presos de ETA a cárceles vascas o próximas a Euskadi, la mitad de ellos con delitos de sangre y acumulando 303 víctimas.

Acercamiento a Euskadi y gestión de prisiones

Por el camino, Sánchez y Bildu siguieron apoyándose. El 20 de octubre de 2021, cuando se cumplían diez años del cese de la actividad de ETA, fue el propio Otegi quien reconoció en un encuentro con simpatizantes de Bildu que apoyaría los presupuestos de Sánchez para favorecer la salida de prisión de los etarras: “Tenemos 200 dentro y hay que sacarlos; si para eso hay que votar los presupuestos, los votaremos. Sin problema, muy tranquilos. Lo tenemos en nuestro frontispicio. Ahora es el momento”, dijo.

En este vaciado de presos de ETA de las cárceles, también el PNV ha jugado su papel. Desde que el PSOE comenzó a gobernar España, la formación nacionalista ha presionado para que se acelerara la transferencia de la gestión de las prisiones vascas. El 1 de octubre de 2021, el Gobierno vasco logró su objetivo y comenzó a gestionar las tres cárceles vascas. En ese momento, eran cerca de 200 los internos de la banda cumpliendo condena.

Desde 2018 y hasta que cedió la gestión al Ejecutivo vasco, Instituciones Penitenciarias había concedido 27 terceros grados a presos de la banda. Desde que Euskadi está al frente, han sido cerca de un centenar los presos que han progresado hasta el tercer grado, el que les concede un régimen de semilibertad. En los últimos años, la aplicación de la vía previa, el artículo 100.2, concebido como un proceso preparatorio para la semilibertad, se ha concedido a cerca de una treintena de internos. Concesiones que en muchos casos han sido revocadas por la Justicia, obligando al reingreso en prisión de los internos.

La Fiscalía se opone por segunda vez a ampliar la semilibertad al exjefe de ETA Olarra Guridi

20 October 2026 at 12:34

La Fiscalía ha recurrido por “prematura” la reciente decisión del Departamento de Justicia y Derechos Humanos del Gobierno vasco de conceder por segunda vez el tercer grado o régimen abierto al exjefe de ETA Juan Antonio Olarra Guridi. El ministerio público alega para ello que solo han pasado tres meses desde que el juez de Vigilancia Penitenciaria José Luis Castro le revocara en julio una medida similar al considerar ya entonces que el recluso no había acreditado una “maduración suficiente del proceso de reinserción”. Es la cuarta vez en el último mes y medio que la Fiscalía se opone a aplicar una medida similar a presos de ETA. El juez Castro debe resolver aún los recursos por las semilibertades de Henri Parot, alias Unai; la exjefa etarra Soledad Iparragirre, Anboto; e Idoia Mendizábal, Iliargi.

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Juan Antonio Olarra Guridi, a su llegada en agosto de 2008 a España procedente de Francia para ser juzgado en la Audiencia Nacional.

Órgão Especial do TJRJ confirma Vasco x Boca Juniors no Maracanã

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em sessão realizada nesta segunda-feira, (19), decidiu, por unanimidade, que a partida válida pela semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco da Gama e Boca Juniors será realizada nesta terça-feira, (20), às 21h30, no Estádio Jornalista Mário Filho – Maracanã. O órgão especial é formado pelos 25 desembargadores mais antigos do tribunal.

Durante o seu voto, o relator Joaquim Domingos ratificou o seu entendimento, do último dia 13 de outubro, no sentido de restabelecer a decisão que deferiu a tutela recursal antecipada, determinando à Fla-Flu Serviços S.A que efetivasse a disponibilização do Maracanã para a realização do jogo válido pelas semifinais da Sul-Americana 2026.

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De acordo com o magistrado, “os ingressos para a partida entre Vasco e Boca Juniors já tinham sido comercializados" e "o jogo de basquete entre Flamengo e Botafogo, incialmente agendado para a mesma data no Maracanãzinho, foi transferido para o Tijuca Tênis Clube”.

Para que a partida fosse realizada no Maracanã, ocorreram quase três semanas de batalhas judiciais entre o Vasco da Gama e o Consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do estádio.

Na terça-feira passada (13), no jogo de ida, o Vasco venceu o Boca Juniors, no estádio da Bombonera, em Buenos Aires por 1 a 0 e se classificou para a decisão da Copa Sul-Americana, com a vantagem do empate, no Maracanã.

Os ingressos colocados à venda pelo Vasco da Gama se esgotaram rapidamente, após a decisão final da Justiça do Rio. O clube não divulgou o número de ingressos vendidos, mas a estimativa é que a comercialização tenha atingido os 65 mil bilhetes.

Un hombre arroja un carro de la compra a un vigilante tras intentar robar en un comercio de Vitoria

19 October 2026 at 17:50

Agentes de las Policía Local de Vitoria-Gasteiz detuvieron el pasado sábado a un varón, de 38 años, como presunto autor de un delito de robo con violencia, después de que sustrajera varios productos alimenticios de un establecimiento comercial y lanzara un carro de la compra a un vigilante cuando fue interceptado.

La Guardia Urbana ha trasladado que el suceso ocurrió en un establecimiento comercial de la calle Los Herrán. El presunto ladrón fue interceptado por el vigilante de seguridad, que lo reintrodujo al local mientras el varón lanzaba los productos que había escondido entre sus pertenencias.

Hasta la llegada de los agentes, el hombre trató de huir de nuevo y le lanzó un carro de compra al vigilante de seguridad. Una vez en el lugar, los agentes escucharon las manifestaciones de la víctima y visionaron las imágenes de video vigilancia, donde pudieron corroborar lo relatado por esta y procedieron a su detención.

Fin de ETA: 15 años de paz, deudas y desmemoria

17 October 2026 at 23:01

Las tres capuchas blancas auguraban que esa vez sería diferente, que los rumores que sobrevolaban desde hacía semanas la sociedad vasca podrían ser ciertos. Tras un sinfín de anuncios frustrados y esperanzas hechas añicos, el sueño de que ETA lo dejaba estaba cerca. La izquierda abertzale había preparado a la banda una 'pista de aterrizaje' en forma de una suerte de 'conferencia internacional de paz'. El entorno de Otegi había logrado atraer hasta el Palacio de Aiete de San Sebastián a destacados nombres relacionados con la resolución internacional de conflictos: Kofi Annan, Jonathan Powell y al siempre próximo al independentismo radical vasco, Gerry Adams. En aquella escenificación también participaron partidos como el PSE o el PNV.

El objetivo que se buscaba era la aprobación de un manifiesto para «pedir a ETA» el cese definitivo de toda acción armada y solicitar públicamente a los gobiernos de España y Francia que dialogaran con la banda para acordar los términos de su disolución, la gestión del futuro de sus presos y las condiciones del 'escenario' para un final de la violencia que los terroristas habían iniciado 52 años atrás.

Sólo habían transcurrido tres días desde aquel encuentro cuando llegó la respuesta. El jueves 20 de octubre, en torno a las 19:00 horas, el vídeo que ETA había hecho llegar a Gara/Naiz y medios como la BBC o The New York Times, recorría ya las redacciones de medio mundo. La banda terrorista que había asesinado a más de 850 personas y había dejado un rastro de miles de heridos y amenazados anunciaba el «cese definitivo» de sus acciones criminales y anunciaba que buscaría la soberanía vasca sólo por vías políticas e institucionales.

Una banda debilitada, 350 asesinatos sin resolver y un "cambio de ciclo"

Tras las capuchas, David Pla -quien luego, tras cumplir varios años de prisión, pasaría a integrarse en la dirección de Sortu-, Iratxe Sorzabal e Izaskun Lesaka. De algún modo se habían erigido en la última y diezmada cúpula de ETA. La banda terrorista esgrimió entonces razones de «cambio de ciclo político». En su comunicado puño en alto no hubo ni petición de perdón, ni arrepentimiento.

«Aún existe profesorado y familias que les incomoda hablar de este tema, temen que sus hijos les interpelen y les pregunten dónde estuvieron ellos"

La realidad era bien distinta. Hacía años que ETA agonizaba. La presión policial y judicial y la colaboración internacional habían reducido la estructura terrorista de modo extremo hasta hacerla casi inoperativa. Pese a todo, la organización criminal había seguido matando, amenazando y asfixiando a la sociedad vasca. Su último asesinato lo cometió el 16 de marzo de 2010. Un tiroteo mortal que acabó con la vida del gendarme Jean-Serge Nérin en la localidad de Villiers-en-Bière.

Han transcurrido 15 años desde aquel cese definitivo que fue recibido con alivio, algarabía y desconfianza por la sociedad vasca. Tres lustros en los que muchas cosas han cambiado. Otras apenas se han movido. Apenas una veintena de los cerca de 350 asesinatos sin resolver ha sido juzgada desde entonces. Tampoco la condena de la violencia y de la historia de ETA ha estado en boca de sus militantes ni de quienes le aplaudieron y apoyaron.

Reagrupados, con beneficios y legalizados

El entorno de ETA ha logrado en estos años que se acabara con su dispersión penitenciaria. Hoy todos cumplen condena en cárceles vascas o navarras. En 2017 el colectivo de presos de ETA, el EPPK, acordó dejar atrás su negativa a acogerse a beneficios penitenciarios de la legislación carcelaria 'del enemigo'. Lo hizo con el respaldo del 73% de los presos. Desde entonces, las progresiones de grado y las salidas de prisión se han acelerado. De los 700 presos de 2011 se ha pasado a poco más de un centenar en la actualidad, la mayor parte en régimen de semilibertad.

En la izquierda abertzale por un lado han apostado por la vía pragmática de hacer política, pero por otro no han cortado el cordón umbilical que les une a ETA"

Tres lustros en los que la izquierda abertzale también ha llevado a cabo su proceso. El recorrido le ha llevado desde la ilegalidad hasta convertirse en aliado fiel de un gobierno del PSOE, la formación contra la que ETA atentó durante décadas. Batasuna fue ilegalizada en 2003. Sus sucesivas marcas también. En febrero de 2011, ocho meses antes del «cese definitivo» de la actividad de ETA, nació Sortu, la nueva marca de la izquierda abertzale. En sus estatutos proclamaba la condena de la violencia y la apuesta por las vías políticas. No fue hasta el 20 de junio de 2012 cuando el Tribunal Constitucional autorizó su registro como partido legalizado. Poco después, se integró y controló la coalición Bildu que EA y Alternatiba habían constituido.

En estos años, la izquierda abertzale ha visto cómo su apoyo social crecía. En las elecciones autonómicas de 2012 Bildu logró 21 escaños en el Parlamento Vasco y 278.000 votos. En los comicios de 2024 su respaldo había crecido ya hasta los 27 parlamentarios y 343.000 votos.

Desde el comunicado de las capuchas blancas hasta la disolución de ETA aún tuvieron que pasar seis años y medio. ETA fracasó en su intento de negociar una solución y excarcelación de sus presos a cambio de disolverse. El 3 de mayo de 2018, en la localidad vascofrancesa de Cambo, Josu Urrutikoetxea, 'Josu Ternera', y Soledad Iparraguirre, 'Anboto', oficializaron el comunicado oficial de disolución.

El tabú de ETA en las aulas y las familias

En estos años tampoco la sociedad vasca es la misma. En gran medida, se apresuró a pasar página, a iniciar un nuevo tiempo sin apenas mirar atrás. En la escuela y en muchas familias, ETA sigue siendo un tema tabú del que mejor no hablar. En el entorno de la izquierda abertzale la cuestión sigue esquivándose. El pasado pesa e incomoda y la urgencia para el entorno de Otegi pasa por liquidar «la cuestión de los presos» y desprenderse de esa «mochila».

«Nunca imaginé que gente a la que yo he sentado en el banquillo terminase integrando listas electorales o formando parte del partido socio del Gobierno»

«Este periodo de tránsito está siendo duro e incómodo para mucha gente. No podemos olvidar que hubo un porcentaje nada desdeñable de la sociedad que justificó que esto ocurriera. Hay una parte recalcitrante que sigue pensando que estuvo bien, que era justificable, son minoría», asegura Alberto Alonso, director de Gogora, el Instituto de la Memoria, la Convivencia y los Derechos Humanos del Gobierno vasco.

Asegura que esa incomodidad puede ser la razón por la que aún cuesta trasladar contenidos de memoria y convivencia relacionados con los años de violencia a la escuela vasca: «No puedo negar que existe profesorado al que le incomoda este tema, o incluso padres y madres, no sólo porque estuvieron en la esfera de la izquierda abertzale, sino porque temen que sus hijos les interpelen y les pregunten dónde estuvieron ellos. Quizá tienen miedo a esa pregunta», asegura Alonso.

Considera que a la generación que ha crecido sin la losa de ETA hay que contarles qué ocurrió y las consecuencias de tanto dolor. «Los jóvenes tienen interés. Por eso debemos saber darles las herramientas para que hagan esa revisión crítica del pasado. No les podemos contar una milonga. A ellos no les da miedo hablar de ello, es a nuestra generación a la que quizá sí nos da».

"No han cortado el cordón umbilical que les une a ETA"

Gaizka Fernández de Soldevilla es historiador, doctor en Historia por la Universidad del País Vasco y experto en ETA. Reconoce que su sensación es «agridulce» al analizar lo sucedido desde el cese de actividad que anunció ETA. Considera que en estos 15 años ha habido «cierta prisa por pasar página»: «El trabajo de memoria no ha sido lo demasiado profundo que hubiera sido deseable. El desconocimiento entre los jóvenes está ahí. También el abandono que han sentido las víctimas. Les ha faltado el amparo institucional y el de la sociedad, que ha vuelto a mirar hacia otro lado».

En las elecciones autonómicas de 2012 Bildu logró 21 escaños y 278.000 votos. En los comicios de 2024 su respaldo había crecido ya hasta los 27 parlamentarios y 343.000 votos"

Recuerda que el interés en ETA y sus consecuencias ha caído en la sociedad y en los medios de comunicación, «se ve como algo lejano, cuando la última víctima es de 2010, no hace tantos años». Fernández de Soldevilla alerta de que la pedagogía por hacer sigue pendiente en las nuevas generaciones y destaca que es especialmente importante en un contexto como el actual en el que en muchos sectores juveniles «vemos que ha regresado cierto clima bronco, de enfrentamiento que creíamos superado. Están volviendo ciertos brotes de violencia y fanatismo».

Fernández de Soldevilla señala la evolución de la izquierda abertzale como uno de los factores que han marcado el devenir de estos años. Apela al proceso que siguió ETA-PM tras el abandono de las armas y su integración en Euskadiko Ezkerra primero y en el PSE después: «En el caso de la izquierda abertzale, la diferencia es que no ha cortado el cordón umbilical que le une a ETA, ni renuncia o hace autocrítica de la violencia. Por un lado han apostado por la vía pragmática de hacer política, pero por otro siguen enfangados en ese pasado. No sé si tienen voluntad de acabar con eso, pero no lo parece».

"No imagine ver condenados en listas electorales"

Carmen Ladrón de Guevara conoce como pocas personas cómo actuó ETA. Ha vivido muy de cerca el rastro de víctimas y dolor que dejó. Como abogada de la Asociación de Víctimas del Terrorismo (AVT) recuerda con satisfacción aquel anuncio: «El final de la violencia fue una buena noticia, es innegable, pero la gestión del periodo posterior tiene muchas carencias». Aquel temor que entonces sintió lo ha confirmado el paso del tiempo. «Nunca imaginé que Bildu o gente a la que yo he sentado en el banquillo terminase integrando listas electorales o formando parte del partido que ha sido socio preferente del Gobierno».

Reconoce que tampoco hubiese predicho entonces que apenas 15 años más tarde, de los 700 presos de ETA que entonces cumplían pena en la cárcel, apenas 36 lo hagan hoy en régimen ordinario, «el resto, unos 70, entran y salen o ya ni siquiera acuden a prisión»: «Yo pensaba que ese final sin presos en prisión lo vería cuando me jubilase, pero en apenas cinco años ocurrirá».

En este tiempo asegura que al menos 18 de los 350 casos han podido ser resueltos: «Llegar a juicio con un caso es una victoria. Confío en que aún se pueda lograr con algún caso más». Ladrón de Guevara considera que el verdadero problema en este tiempo ha sido la política penitenciaria que se ha aplicado a los presos de ETA. En especial desde que el Gobierno vasco asumió en octubre de 2021 la gestión de las prisiones vascas: «La nueva política está destinada a solucionar el problema de los presos y a vaciar las cárceles». Añade que la dignidad y la humillación hacia las víctimas tampoco han desaparecido en todos estos años: «A los etarras en muchos municipios y ámbitos se les sigue recibiendo como héroes, cuando no son más que asesinos. Queda mucho por hacer».

Desde el punto de vista social no oculta que percibe un deseo generalizado de pasar página, en muchos casos por dejar el dolor atrás y en otros, por mero «blanqueamiento» político: «Hay gente que lo ha hecho por dejar esto atrás, pero desde el punto de vista político, ha habido un claro blanqueamiento». La abogada de la AVT lamenta también que en los centros educativos y en las familias la transmisión de lo ocurrido no esté muy presente: «Si no está en la calle ni en los medios, es difícil que esté en las familias. Debe ser una responsabilidad compartida».

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