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Normal view

Latino voters helped put Trump back in the White House. What's their next move?

The path to a U.S. House majority runs through heavily Latino districts in states such as Arizona, Colorado and Texas, where Democrats are counting on disaffected Trump supporters to swing back their way.

‘So appalling’: Obama rebukes Trump over Rep. Ilhan Omar investigation

18 October 2026 at 21:27

Former President Barack Obama issued a rare statement Sunday rebuking the Trump administration for targeting the president’s political enemies, namely for launching a federal investigation into Democratic Rep. Ilhan Omar of Minnesota.

“It is a basic principle of American democracy that the government can’t selectively target individuals simply because of their political beliefs or what they say,” Obama said in a lengthy statement shared on social media. “But that’s exactly what the Trump Administration is doing to Congresswoman Ilhan Omar of Minnesota.”

The remarks come after federal agents raided Omar’s Washington D.C., home last week, confiscating her laptop, cellphone and passport, as well as other notebooks and documents related to her and her family’s immigration.

“To understand why this is so appalling, it’s important to know the facts. Congresswoman Omar came to this country with her father when she was 12 years old,” Obama said, noting that both she and her father became naturalized citizens five years after arriving from Somalia.

In diatribes against Democrats, President Donald Trump has repeatedly singled out Omar, whom Obama described as “one of the Trump Administration’s fiercest critics.”

Trump has called Omar “garbage” and broadly condemned Somalis. Vice President JD Vance has also joined in, at one point claiming in March, without evidence, that Omar “definitely committed immigration fraud against the United States of America.”

U.S. Attorney Jeanine Pirro said last week that her office is investigating potential improprieties related to Omar’s financial disclosures, but the search warrant that authorized agents to seize Omar’s belongings listed potential violations related to immigration, not finances.

Lawyers for Omar have demanded the immediate return of all of her property.

Omar has not been charged with a crime and has denied wrongdoing, accusing the Trump administration of “political intimidation.”

“Federal agents have raided her home, confiscated personal records, and seized her phone — all to try and uncover a nonexistent smoking gun from 20 years ago that will somehow make their case,” Obama wrote on Sunday. “Think about that. The full weight of the federal government is being brought down on a law-abiding elected official because she has dared to criticize the president.”

The search came just weeks ahead of the pivotal midterm elections. Obama weighed in as he prepared to take his star power to Michigan next weekend to campaign for Democratic Senate nominee Abdul El-Sayed and gubernatorial nominee Jocelyn Benson.

The former president added that “the fact that any president, or any administration, is willing to engage in such transparent efforts to intimidate someone should outrage all Americans, regardless of how they feel about Congresswoman Omar’s political views. Because if this becomes the new normal, there’s no reason to believe it will stop with her — or that future presidents, in either party, won’t do the same.”

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Minerais críticos e estratégicos empregam 129 mil pessoas no Brasil

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As atividades relacionadas ao setor de minerais críticos e estratégicos (MCE) para o Brasil somaram 129.423 empregos, em 2025, o equivalente a 57% dos 226.634 empregos da indústria extrativa mineral do país.

Quando comparado ao mesmo mercado de trabalho registrado em 2023, houve crescimento de 8,6% no período.

Notícias relacionadas:

Os dados estão disponíveis no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos, lançado na última semana pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

As unidades da federação que mais empregam são Minas Gerais (62.631 postos de trabalho); Pará (27.047); e Bahia (9.147).

Além dos dados sobre empregos, o painel permite consultar informações sobre o perfil dos trabalhadores, remuneração média e as 21 substâncias relacionadas a essas atividades, entre elas, alumínio, ouro, ferro, cobre, terras-raras, nióbio, titânio e lítio.

A análise do mercado formal de trabalho da indústria extrativa mineral da plataforma foi realizada a partir dos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), disponibilizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Perfil dos trabalhadores

De acordo com os dados do portal, a participação masculina (100.765 empregos) equivale a 78% do total de empregos relacionados a minerais críticos e estratégicos (129.423). As mulheres ocupam os 22% restantes, 28.658 postos.

No gráfico de empregos, relacionados aos MCE, 51.714 são de mão de obra qualificada, o equivalente a 23% de todos os empregos.

Os trabalhadores com ensino superior somam 30.707, que representa 14%. Destes mais de 30 mil postos de trabalho, 19.060 são ocupados por homens e 11.647, por mulheres.

Quando considerados os empregos gerados por tipo de mineral, o extrativismo que mais emprega é do ferro (70.027 postos de trabalho). Seguido por metais preciosos que somam 21.313 empregos.

Remuneração

Em 2025, as remunerações médias dos trabalhadores de níveis de escolaridade fundamental, médio e superior foram respectivamente de R$ 3.218; R$ 4.142 e R$ 11.856.

Localidades

O portal também mostra a distribuição territorial dos municípios produtores com um mapa geoespacial.

Entre os municípios com maior número de trabalhadores em atividades relacionadas aos MCE estão Parauapebas (PA), com 8.234 empregos; Nova Lima (MG), com 8.218; e Congonhas (MG), com 7.114.

Em Parauapebas, são 8.234 trabalhadores (71,4% do gênero masculino e 28,6% do gênero feminino), sendo 1.851 com nível superior.

Em Nova Lima, dos 8.218 empregados (63,3% do gênero masculino e 36,7% do gênero feminino), 4.776 tem nível superior.

Em Congonhas, são 7.114 trabalhadores (73,2% do gênero masculino e 26,8% gênero feminino), sendo 1.234 trabalhadores com nível superior.

Produção

Para contribuir com a transparência e a divulgação de informações sobre o desempenho da mineração no país, o site apresenta informações de exploração, valor investido e produção e comércio exterior.

De acordo com os indicadores, em 2025 o país tinha 1.012 áreas em produção que resultaram em R$ 250,4 bilhões ao país.

 

Trump allenta le sanzioni contro la Russia: «Una decisione positiva per il mondo»

Donald Trump rivendica la scelta di sospendere parte delle sanzioni e dei dazi contro la Russia previsti dalla legge promossa dal defunto senatore guerrafondaio repubblicano Lindsey Graham, noto per le sue posizioni duramente russofobe. Una decisione che segnala le contraddizioni della strategia sanzionatoria di Washington e i costi che questa politica rischia di imporre alla stessa economia statunitense. «È un'ottima decisione. Sarà vantaggiosa per il Paese e, a mio avviso, anche per il mondo, perché ci troviamo in uno scenario globale», ha dichiarato il presidente USA, difendendo la scelta in nome dell'interesse nazionale degli Stati Uniti.

L'ordine esecutivo adottato dalla Casa Bianca esenta dall'applicazione alcune delle misure previste dalla legge Graham, tra cui i dazi del 500% sui prodotti russi e quelli secondari fino al 100% contro i principali acquirenti internazionali di energia russa. Misure punitive che avrebbero potuto colpire non soltanto Mosca, ma anche i partner commerciali della Russia e gli equilibri dei mercati internazionali. Da Mosca è arrivata una reazione positiva. Kirill Dmitriev, direttore del Fondo russo per gli investimenti diretti e inviato speciale della presidenza russa, ha definito la sospensione «un momento decisivo e storico».

Secondo Dmitriev, l'applicazione della legge avrebbe potuto paralizzare la cooperazione economica tra Russia e Stati Uniti, provocando danni significativi soprattutto all'economia statunitense e ai mercati globali. Il rappresentante russo ha inoltre sottolineato che la cooperazione economica tra i due Paesi può favorire la stabilità internazionale, rafforzare la fiducia reciproca e creare le condizioni per una pace duratura. La decisione di Trump mette così in evidenza i limiti di una strategia che punta a utilizzare dazi e sanzioni come strumenti di pressione geopolitica, anche a costo di produrre conseguenze negative per gli stessi Stati Uniti.

Mentre una parte dell'establishment USA continua a promuovere una linea di confronto con Mosca, la Casa Bianca riconosce che la cooperazione economica può rispondere meglio agli interessi nazionali e contribuire alla stabilità globale. Resta da vedere se questa sospensione rappresenterà un passo concreto verso il superamento della logica della guerra economica o soltanto una pausa tattica nella contrapposizione tra Washington e Mosca.


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Gaza, orrore senza fine: 8.000 palestinesi ancora sepolti sotto le macerie

A Gaza City si sono svolti i funerali di 75 palestinesi, tra cui donne e bambini, i cui resti sono stati recuperati dalle macerie di abitazioni bombardate da Israele nei primi mesi della guerra. Le vittime appartenevano a circa 20 famiglie. Le operazioni di recupero proseguono tra enormi difficoltà, a causa della mancanza di mezzi pesanti e attrezzature adeguate.

Secondo la Protezione civile palestinese, oltre 8.000 palestinesi risultano ancora dispersi sotto le macerie e, con le risorse attualmente disponibili, il recupero dei corpi potrebbe richiedere circa otto anni.

Nonostante gli impegni previsti dall'accordo di cessate il fuoco in vigore dal 10 ottobre 2025, le autorità palestinesi accusano Israele di non aver consentito l'ingresso dei macchinari necessari.

Dall'ottobre 2023, l'offensiva israeliana ha provocato oltre 74.000 morti e 175.000 feriti, distruggendo circa il 90% delle infrastrutture civili della Striscia.

Nasce in Cina una rete mediatica del Sud Globale

La Cina ha ospitato la fondazione del Centro di Comunicazione dei Media del Sud Globale, iniziativa che riunisce quattro testate: teleSUR, l’agenzia cubana Prensa Latina, il brasiliano Brasil de Fato e la ghanese Pan Africa TV. L’obiettivo è rafforzare la collaborazione giornalistica e costruire narrazioni autonome, capaci di superare i paradigmi dominanti dei media occidentali.

La nuova piattaforma punta inoltre a consolidare i legami tra la Cina e i Paesi del Sud Globale, promuovendo lo scambio di contenuti e competenze tecnologiche. Tra le proposte emerse figurano una formazione permanente sull’intelligenza artificiale per i giornalisti e una maggiore cooperazione per ridurre la dipendenza dalle infrastrutture digitali controllate da attori esterni.

L’iniziativa mira così a rafforzare la sovranità comunicativa e l’indipendenza informativa dei Paesi del Sud Globale, offrendo maggiore spazio alle loro prospettive sui cambiamenti internazionali.


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Trump's decision to import Russian diesel is an 'incentive to end the war,' energy secretary says

18 October 2026 at 19:37
Donald Trump
President Donald Trump signed an executive order waiving new sanctions on Russia.

Aaron Schwartz/Getty Images

  • US Energy Secretary Chris Wright defended Trump's decision to buy Russian diesel.
  • Wright said the relief is actually an "incentive" for Russia to end its war with Ukraine.
  • Ukraine's President Zelenskyy and several US lawmakers have criticized the move.

President Donald Trump is still playing hardball with Russia, according to US Department of Energy Secretary Chris Wright.

Wright defended Trump's decision to waive sanctions on Russia during a Sunday interview on CNN's "State of the Union with Jake Tapper and Dana Bash."

In September, Trump signed into law a sanctions package targeting Russian officials and parts of its economy in an effort to pressure Russia amid its war on Ukraine. Last week, Trump issued an executive order waiving those new sanctions, other restrictions, and some duties on Russia.

In early October, Trump also announced an agreement with President Vladimir Putin under which Russia would supply over 300,000 tons of diesel fuel to America and the global market.

"President Trump waived sanctions just on diesel exports, and what's the one thing Russia has not been able to export over the last month or so? Diesel, because they're short of diesel," Wright said.

The Energy Secretary said waiving the sanctions solves two problems: the diesel oil shortage and Russia's ongoing war with Ukraine.

"This is pressuring Russia. Russia does not have diesel to export," Wright said. "The only way they can get additional diesel to export is if they turn down the conflict with Ukraine."

Wright said Russia would have to enter into an energy ceasefire or reduce its war efforts to have enough additional diesel to export.

"This is not going soft on Russia. This is an incentive to end the war," Wright added.

Trump elaborated on his reasoning further on Sunday in a Truth Social post.

"I am in the process of negotiating Peace in the war between Russia and Ukraine, and don't want to do anything that will drive, foolishly, Russia away from the bargaining table," he wrote.

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy said waiving sanctions on Russia "seems wrong" to him. US lawmakers on both sides of the political aisle also criticized the move, including Republican Sen. Thom Tillis.

"Beyond irresponsible. What part of enforcing a law passed 86-11 by the Senate does the President and his advisors not understand? It's unconscionable that this administration is capitulating to a Russian dictator who illegally invaded Ukraine and butchers innocent civilians every single day," Tillis wrote on X.

He added, "If the President wants to actually bring down energy prices, he can do it by solving the Iran problem, not by doing a solid for Vladimir Putin."

Diesel and regular gas prices have skyrocketed globally as the US war on Iran drags on. Following surprise attacks by the US and Israel on Iran in February, Iran effectively shut down the Strait of Hormuz, which is a major waterway through which much of the world's diesel and oil is shipped. Last week, the International Energy Agency ‌said the diesel shortage could run into 2027.

That's a problem for Trump, who is hoping voters overlook high gas prices and concerns over the cost of living when they head to the polls this November for the midterm elections. Higher diesel prices mean higher shipping costs, which trickle down to consumers as inflated prices for everyday goods.

Wright also appeared on ABC's "This Week" on Sunday, during which he said Trump was trying to find "innovative" ways to end the Russia-Ukraine war.

"This is a motivation for Russia to figure out how they can actually export some diesel," he said.

Read the original article on Business Insider

Foreign Affairs - L’asse della resistenza agli USA diventa una rete geopolitica globale

Per decenni, uno dei principali vantaggi geopolitici degli Stati Uniti è stato rappresentato dalla loro rete globale di alleanze, basi militari e accordi di cooperazione. Un sistema che ha permesso a Washington di proiettare la propria potenza su scala mondiale, condividendo informazioni d’intelligence, tecnologie e capacità militari con partner/vassalli distribuiti in Europa, Medio Oriente e Asia. Oggi, tuttavia, questo vantaggio non appare più così incontrastato.

Come osserva Foreign Affairs, Russia, Cina, Iran e Corea del Nord stanno trasformando le loro relazioni bilaterali in una rete di cooperazione sempre più articolata, capace di rafforzare ciascun membro e di ridurre l’efficacia delle pressioni statunitensi.

La guerra in Ucraina ha accelerato questo processo. Teheran ha fornito a Mosca droni, Pyongyang munizioni, missili balistici e truppe, mentre Pechino ha garantito alla Russia un importante sostegno economico e tecnologico, attraverso l’acquisto di petrolio e la fornitura di componenti indispensabili alla produzione militare. In cambio, Mosca ha condiviso tecnologie ed esperienze maturate sul campo di battaglia, contribuendo a migliorare le capacità militari dei propri partner.

La novità è che questa collaborazione non si limita più a sostenere la Russia nella guerra per procura mossa dall’Occidente collettivo contro Mosca. Le conoscenze acquisite in Ucraina circolano all’interno della rete, alimentando l’evoluzione di droni, sistemi di navigazione e tattiche operative. Un processo che potrebbe avere conseguenze dirette anche in Medio Oriente, dove l’Iran beneficia del sostegno tecnologico e informativo di Mosca e Pechino.

Secondo la ricostruzione di Foreign Affairs, la Cina avrebbe fornito immagini satellitari utili a individuare obiettivi militari statunitensi, mentre la Russia avrebbe condiviso informazioni d’intelligence con Teheran, contribuendo alla precisione degli attacchi contro installazioni USA e alleate. Entrambe le potenze, tuttavia, hanno evitato di entrare direttamente in guerra contro Washington. La loro strategia consiste nel rafforzare le capacità iraniane senza assumersi i rischi di uno scontro militare diretto con gli Stati Uniti.

È proprio questa flessibilità a rendere più difficile contrastare la cooperazione tra i quattro Paesi. Non serve che tutti combattano sullo stesso fronte: il sostegno diplomatico, economico, tecnologico e militare può produrre effetti strategici rilevanti anche senza un intervento diretto.

Nel frattempo, Washington rischia di compromettere uno dei suoi principali punti di forza. Le pressioni esercitate sugli alleati, le politiche protezionistiche e l’approccio dell’amministrazione Trump hanno alimentato tensioni con partner tradizionali. Alcuni governi si sono mostrati riluttanti a sostenere le operazioni statunitensi, mentre altri hanno negato, almeno temporaneamente, specifiche forme di accesso militare.

Il paradosso è evidente: mentre Russia, Cina, Iran e Corea del Nord imparano a mettere in comune le proprie risorse per resistere alle sanzioni e alle pressioni occidentali, gli Stati Uniti rischiano di indebolire la coesione della rete internazionale sulla quale hanno costruito la propria superiorità.

La cooperazione tra questi quattro Paesi, inoltre, produce vantaggi che vanno oltre il teatro di guerra nel quale si sviluppa. Le difficoltà USA in Medio Oriente, per esempio, hanno imposto lo spostamento di importanti risorse militari dall’Indo-Pacifico, creando maggiori margini di manovra per la Cina. Allo stesso modo, le conseguenze economiche dei conflitti possono offrire nuove opportunità alla Russia, anche attraverso l'aumento dei prezzi energetici e le temporanee modifiche alle restrizioni sul suo petrolio.

Non si tratta, dunque, soltanto di un’alleanza contro gli Stati Uniti, ma di un sistema di relazioni che consente ai suoi membri di compensare le rispettive debolezze e sfruttare le difficoltà dell’avversario. La capacità di trasformare risorse nazionali separate in una forza collettiva sta diventando un elemento decisivo della competizione internazionale.

Il punto centrale è che la superiorità militare ed economica USA non garantisce automaticamente la vittoria strategica. Gli Stati Uniti dispongono ancora di risorse considerevoli e di una rete di alleanze molto più estesa. Ma la loro efficacia dipende dalla capacità di mantenere la fiducia dei partner e di coordinare le rispettive forze.

La sfida che emerge è quindi più profonda di un semplice confronto tra potenze. È una competizione tra reti geopolitiche, nella quale contano non soltanto le risorse disponibili, ma anche la capacità di condividerle, adattarsi e sostenersi reciprocamente. E mentre Washington continua a fare affidamento sulla propria superiorità tradizionale, i suoi avversari stanno imparando a trasformare la cooperazione in uno strumento concreto per ridimensionarla. In un mondo sempre più multipolare questo è un aspetto fondamentale.

Trump’s approval rating hits record low as GOP faces midterm reckoning

18 October 2026 at 19:07

President Donald Trump’s approval rating has hit a record low as his party faces a reckoning with voters just 16 days before Election Day, new polls show.

A Washington Post-ABC News-Ipsos survey released Sunday shows 33% of U.S. adults approve of Trump’s job performance, with 66% disapproving and 52% strongly disapproving. That represents a drop of four percentage points from July and eight points from this time last year — an all-time low in this polling.

As MS NOW’s Elections & Analytics team has noted, Trump’s approval rating has hovered below 40% for months in most surveys, signaling a politically perilous environment for Republicans.

Democrats’ fortunes are rising in the final stretch to the Nov. 3 midterm elections as they seek to regain control of Congress.

The poll, conducted Oct. 9-13, shows 52% of likely voters said they would vote for a Democratic candidate in their congressional district while 44% said they would choose a Republican. That’s a 5-point gain from the same poll conducted in July.

An NBC News Decision Desk poll released Sunday also puts Democrats ahead.

Among registered voters, 55% favor Democrats, with 44% preferring Republicans. MS NOW’s polling data with partner FiftyPlusOne shows Democrats with a 9-point edge on the generic ballot.

The NBC survey shows 71% of U.S. adults say the country is on the “wrong track” — a resounding rebuke of Trump and the Republican Party two weeks before the midterms as GOP candidates face stiff competition on their home red turfs.

The findings underscore widespread dissatisfaction with the president’s unilateral decision to take the U.S. to war with Iran and its costly effects on the economy, including the steep price of gasoline and diesel. The poll shows that 67% of respondents identified gas prices as a “very serious” or “somewhat serious” problem.

“Those disapproval ratings are just a reflection of the pain people are feeling on the ground when, you know, they see this administration enter into this $50 billion war that is deeply unpopular and misguided,” South Carolina Senate Democratic candidate Annie Andrews said Sunday on MS NOW’s “The Weekend” when asked about recent polling in her state showing Trump’s unpopularity.

Andrews, who is facing Republican Sen. Darline Graham, said shrimpers and fishermen in the Low Country “are barely making ends meet because they’re being crushed by these diesel prices.”

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Pepe Cerezo: "Trump quiere hablar de una 'superinteligencia' bajo el control de EEUU"

18 October 2026 at 19:04

Hace solo unas semanas, un alto cargo de Anthropic, una de las empresas de inteligencia artificial más importantes del mundo, estimó en un 10% la probabilidad de que la IA pueda acabar con la humanidad en la próxima década. ¿Es exagerado o estamos ante una verdadera amenaza real? El experto en impacto de la IA en empresas, Pepe Cerezo (Madrid, 1967), visita el pódcast Leyendo el periódico 20minutos para responder a esta pregunta y analizar los intereses detrás de las últimas advertencias de Donald Trump sobre la nueva 'superinteligencia'.

Antes de empezar a repasar la actualidad tecnológica con Cerezo, le damos una cartulina y un bolígrafo, para que escriba qué probabilidad cree que existe de que la IA acabe con la humanidad, como recientemente alertó un investigador de Anthropic. Enseñará su predicción al final de la entrevista, pero se recomienda al lector que lea primero sus respuestas a otros asuntos para así entender mejor la visión del experto.

La IA no tiene agencia por sí misma: somos nosotros quienes se la damos. Los europeos debemos apostar por nuestra agencia, no la de Estados Unidos ni China

La palabra 'regulación' se ha presentado en España y en Europa como algo negativo. Como si fuera sinónimo de burocracia. No solo regula la Unión Europea...

Estudios apuntan que la IA tendrá un impacto en el 60% de los empleos que conocemos en menos de una década

Tensões voltam a crescer; França contabiliza custos de protestos

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Novos confrontos eclodiram em Paris neste domingo (18), um dia depois de a França ter vivido um dos piores dias de agitação dos últimos anos, com protestos contra os preços altos que deixaram um manifestante morto, milhares de pessoas presas e lojas saqueadas ou danificadas em todo o país.

Manifestações em todo o país se transformaram em tumultos no sábado, com uma prefeitura incendiada, lojas saqueadas e prédios cobertos de pichações, enquanto grupos violentos entraram em confronto com a polícia em cidades por todo o país.

Notícias relacionadas:

Um manifestante morreu após sofrer uma parada cardíaca durante os protestos em Paris. A polícia realizou mais de 2 mil prisões em toda a França, enquanto mais de 600 policiais ficaram feridos, informou o ministro do Interior.
 
Flames and smoke rise, during civil unrest, the day after a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor Flames and smoke rise, during civil unrest, the day after a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor
Chamas e fumaça nas ruas de Paris, durante protestos da população contra os custos de vida e a alta dos preços dos combustíveis - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

“Aqui parece uma zona de guerra”, disse o empresário holandês Tije De Boer, que havia vindo a Paris com seus filhos para visitar um amigo e afirmou que os protestos o forçaram a deixar seu hotel na Place de la République, um dos pontos mais conturbados no sábado (17).

A polícia voltou a lançar gás lacrimogêneo contra os manifestantes na Place de la République e bicicletas foram incendiadas na tarde de domingo, um sinal de que as tensões ainda não haviam se acalmado totalmente na capital.

Mais de meio milhão de pessoas participaram de marchas em dezenas de cidades no sábado, marcando a convergência de um movimento estudantil que já dura um mês com um descontentamento social mais amplo contra o aumento do custo de vida e o declínio dos serviços públicos.
 

A destroyed car near the Marianne statue at the Place de la Republique, with a yellow vest put on it, the day after clashes during a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. The back of the vest reads: 'In 1961 the police drowns Algerian women'. REUTERS/Abdul Saboor     TPX IMAGES OF THE DAY A destroyed car near the Marianne statue at the Place de la Republique, with a yellow vest put on it, the day after clashes during a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. The back of the vest reads: 'In 1961 the police drowns Algerian women'. REUTERS/Abdul Saboor     TPX IMAGES OF THE DAY
Carro incendiado perto da estátua de Marianne, na Place de la Rèpublique - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

O presidente Emmanuel Macron fará um pronunciamento à nação às 20h, horário local, no domingo, informou seu gabinete.

Os distúrbios de sábado revelaram a profunda raiva contra Macron, que deixará o cargo em 2027 após uma década no poder cada vez mais marcada pelo descontentamento social, uma economia fraca e uma dívida galopante.

O governo atribuiu a violência a grupos de extrema esquerda e ultra-esquerda, bem como a criminosos que, segundo o governo, instigaram os saques.

O líder da extrema direita francesa, Jordan Bardella, afirmou que a França havia sido “humilhada” e pediu que Macron renunciasse.

“Estamos pagando por décadas de negligência, perda de autoridade e pelo desarmamento moral, psicológico e material de nossas forças de segurança interna”, disse ele durante visita a uma delegacia de polícia em Paris.

Lojas danificadas
 

A demonstrator wearing a costume stands in front of burning flames, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor A demonstrator wearing a costume stands in front of burning flames, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor
Ruas comerciais foram tomadas por incêndios provocados pelos manifestantes - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

Enquanto centenas de milhares protestavam pacificamente, grupos marginais violentos atacaram prédios públicos, saquearam butiques de luxo e supermercados e atacaram veículos e policiais.

Uma operação maciça de limpeza teve início em cidades que vão de Lille, no norte, a Marselha, no sul, e de Estrasburgo, no leste, a Bordeaux, no sudoeste, onde uma multidão mascarada invadiu a residência do prefeito local.

O ministro do Interior, Laurent Nunez, afirmou que várias centenas de lojas foram danificadas no sábado.

Em Limoges, no sudoeste da França, o prefeito Guillaume Guerin denunciou o caos após a prefeitura da cidade, de 143 anos, ter sido incendiada e amplamente destruída em um ataque criminoso no sábado, o que gerou comparações com o incêndio de 2019 que devastou a Catedral de Notre-Dame, em Paris.

“Houve uma intenção clara e premeditada de incendiar a prefeitura, e as pessoas que estavam lá dentro temeram por suas vidas”, disse Guerin à Reuters. Ele ameaçou renunciar caso a cidade não recebesse os recursos necessários para reparar a prefeitura.
 

A firefighting truck next to the burnt and destroyed Limoges town hall, which was set ablaze and largely destroyed in an arson attack amid demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Limoges, France, October 18, 2026. Picture taken by mobile phone. REUTERS/Clotaire Achi A firefighting truck next to the burnt and destroyed Limoges town hall, which was set ablaze and largely destroyed in an arson attack amid demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Limoges, France, October 18, 2026. Picture taken by mobile phone. REUTERS/Clotaire Achi
Caminhão dos Bombeiros trabalha no rescaldo do incêndio ocorrido na noite de Sábado, na prefeitura de Limoges, na França - Reuters/Clotaire Achi/proibida reprodução

Eleições

Os distúrbios aumentaram a pressão sobre o presidente Macron e seu governo antes da eleição presidencial prevista para o próximo ano. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu atribuiu os distúrbios à “extrema esquerda” e aos criminosos.

O ministro da Economia, Roland Lescure, prometeu apoio no domingo aos empresários que sofreram prejuízos. “Quem destruir coisas vai pagar, reparar os danos e ser responsabilizado por sua intenção de semear o caos”, disse Lescure em comunicado.

O prefeito de Bordeaux, Thomas Cazenave, disse que até 100 lojas foram saqueadas em sua cidade, enquanto o prefeito de Marselha, Benoit Payan, anunciou ajuda financeira de emergência para apoiar as empresas afetadas pela violência.

O presidente-executivo da rede francesa de varejo Carrefour, Alexandre Bompard, disse à emissora francesa BFMTV que 50 lojas da empresa foram danificadas, incluindo 20 que foram saqueadas, com prejuízos decorrentes dos danos chegando a dezenas de milhões de euros.

Os protestos começaram no mês passado devido às condições das escolas e à escassez de professores nos subúrbios da classe trabalhadora, antes de se transformarem em um movimento contra a desigualdade, os cortes nos gastos públicos e o aumento do custo de vida.

*Reportagem adicional de Natasa Bansagi, Janis Laizans, Abdul Saboor e Clotaire Achi

Crews battle fire at vacant Colorado Springs building, no one hurt

18 October 2026 at 18:46

No injuries were reported in a fire at a vacant building in Colorado Springs Sunday morning, officials say.

The fire department says fire crews responded around 10:15 a.m. to E. Platte Avenue near Iowa Avenue after receiving multiple 911 calls about smoke coming from a building.

A drone from the Real Time Crime Center was deployed and arrived within two minutes to help firefighters assess the fire before they got there. Firefighters requested more crews to help.

Firefighters went inside but pulled out when the roof started collapsing. They say about two-thirds of the roof collapsed. Some exterior walls also collapsed onto trees and vacant cottages nearby. The buildings involved were all vacant and boarded up, and no one has been reported injured.

The fire was in a building near The Black Sheep music venue, but officials said it was not damaged.

E. Platte Avenue shut down in both directions between Swope Avenue and E. Boulder Street. People were asked to avoid the area while crews investigate at the scene. The closure is expected to last about a few hours into the afternoon.

It's unclear at this time what caused the fire. Authorities are investigating and expect to know the cause later this week.

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“Una pagliacciata”: Lavrov sulla reazione dell'Europa e dell'Ucraina all'accordo sul diesel tra Russia e USA

Il ministro degli Esteri russo, Sergej Lavrov, ha affermato che le critiche mosse dai paesi europei e dal regime di Kiev all’accordo sul diesel tra Russia e Stati Uniti sono «una farsa» e «autopromozione».

«L'accordo sul gasolio tra Mosca e Washington è una questione che riguarda Mosca e Washington. Mentre l'Unione Europea lo considera un tradimento nei confronti dell'Ucraina, lo stesso Zelensky afferma che la questione dell'esportazione del gasolio russo debba essere discussa con lui, perché solo lui può dare l'autorizzazione. Ma questo non ha nulla a che vedere con la sicurezza energetica, si tratta piuttosto di autopromozione e di una pagliacciata», ha dichiarato.

Lavrov ha spiegato i recenti attacchi di Zelensky contro Donald Trump come il risultato del timore del leader del regime ucraino che qualcuno possa dimenticarsi della sua esistenza. «Ieri ha chiesto loro altre decine di miliardi e non hanno ancora risposto», ha affermato il ministro. Ha proseguito affermando che la sicurezza energetica (utilizzata come pretesto da coloro che criticano l’accordo) è ciò che unisce tutti i paesi e costituisce la base della cooperazione della Russia con gli altri paesi nell’ambito dell’OPEC+.

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