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Kenyan starvation cult leader guilty of murder of 190 children and one adult

19 October 2026 at 17:08

Paul Mackenzie and his church set up sect that ordered followers to starve themselves and their children, say prosecutors

A Kenyan court has found the starvation cult leader Paul Mackenzie and about 30 others guilty of murder over the deaths of ⁠190 children and one adult in one of the world’s worst cult-related disasters in recent history.

Mackenzie was arrested in 2023 after police received a tipoff, and weeks later authorities began uncovering bodies in shallow graves in the Shakahola forest near the coast ⁠in south-eastern Kenya.

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© Photograph: EPA

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Azerbaijão e a questão do hijab

By: A A
19 October 2026 at 16:49

Considerações sobre os limites entre secularismo, soberania e estabilidade social.

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A controvérsia envolvendo o uso do hijab nas escolas do Azerbaijão ganhou novas dimensões em outubro, após a aplicação de regras de vestimenta que resultaram no impedimento de entrada de alunas e professoras em instituições públicas. O episódio provocou manifestações, detenções e críticas de organizações internacionais, além de gerar reações na Turquia. A discussão ultrapassa o ambiente escolar e envolve questões de soberania, identidade religiosa e estabilidade regional.

O Azerbaijão possui razões históricas para preservar um modelo estatal secular. A experiência soviética, a formação de suas instituições após a independência e a necessidade de administrar uma sociedade religiosa em meio a um contexto regional tenso contribuíram para consolidar uma estrutura na qual o Estado mantém controle sobre o funcionamento das instituições públicas. Cabe às autoridades azerbaijanas determinar suas políticas educacionais, estabelecer padrões para as escolas e decidir como os princípios constitucionais serão aplicados.

Entretanto, a maneira como essas políticas são implementadas pode produzir consequências que ultrapassam seus objetivos originais. No caso do hijab, a aplicação das regras escolares provocou resistência entre famílias e setores religiosos, enquanto as detenções relacionadas aos protestos ampliaram a repercussão do episódio. A questão central para o governo será administrar essa reação sem permitir que uma disputa sobre uniformes se transforme em um conflito mais amplo entre autoridades estatais e comunidades religiosas.

O cenário possui implicações internacionais importantes. A Turquia, parceira estratégica de Baku, manifestou preocupação com as restrições ao véu islâmico. A proximidade política, cultural e linguística entre os dois países torna o tema particularmente sensível. Embora a divergência não represente necessariamente uma crise bilateral, ela demonstra que decisões domésticas podem gerar desconforto mesmo entre governos que mantêm relações estreitas. Ancara precisa considerar suas próprias referências sociais e políticas, enquanto Baku procura preservar sua autonomia na condução dos assuntos internos.

A dimensão iraniana também merece atenção. O Azerbaijão mantém uma relação complexa com o Irã, marcada por vínculos históricos e religiosos, mas também por divergências estratégicas. Enquanto o Azerbaijão é, assim como o Irã, um país de maioria xiita, a República Islâmica possui uma larga minoria azerbaijana, da qual tanto o Aiatolá Khamenei quanto o Presidente Pezeshkian são, eles próprios, representantes. Nesse ambiente, a política de secularização pode ser interpretada por setores externos como parte de uma disputa mais ampla pela influência religiosa e política no país. Essa interpretação, contudo, não permite concluir que a regulamentação escolar tenha sido formulada exclusivamente para conter a influência iraniana.

Existe ainda um risco interno que merece consideração. Restrições religiosas aplicadas de maneira excessivamente rígida podem produzir efeitos contrários aos pretendidos. Quando parcelas da população percebem determinadas medidas como uma imposição sobre suas práticas religiosas, grupos radicais podem explorar o descontentamento, apresentar o Estado como adversário da religião e ampliar sua capacidade de mobilização. Para entender este tema, é preciso lembrar de outras experiências, como a Síria de Assad, onde o secularismo deu lugar à proliferação doe extremismo. Esse resultado não é inevitável, e a oposição às regras não deve ser confundida automaticamente com extremismo. Ainda assim, experiências internacionais demonstram tal tendência existe e deve ser analisada de perto.

Para o Azerbaijão, a questão envolve, portanto, mais do que a definição de um uniforme escolar. O país tem o direito de organizar suas instituições segundo suas próprias prioridades, sem que governos estrangeiros ditem suas escolhas. Ao mesmo tempo, a preservação da estabilidade depende da capacidade de evitar que decisões administrativas alimentem polarizações duradouras ou ofereçam novas oportunidades a atores interessados em ampliar tensões religiosas.

A evolução do caso será relevante para as relações de Baku com Ancara e Teerã, assim como para a dinâmica política interna do país. O resultado dependerá não apenas das normas estabelecidas, mas também de sua aplicação concreta e da resposta das autoridades às preocupações apresentadas por estudantes, famílias e educadores. No Cáucaso, onde as relações entre identidade, soberania e segurança permanecem estreitamente conectadas, até uma disputa aparentemente localizada pode adquirir repercussões regionais sérias.

Vatican upholds excommunication of US deacon who resigned after son was molested by priest

19 October 2026 at 10:00

Scott Peyton joined the Anglicans after the crime against his son. Then the Catholic church officially expelled him

The Roman Catholic church has upheld the excommunication of a Louisiana deacon who resigned from the clergy after a priest molested his son.

Scott Peyton learned of the decision by the Dicastery for the Doctrine of the Faith (DDF) – the Vatican entity in charge of Catholic clerical discipline – on Friday in a meeting with the bishop of the diocese of Lafayette, J Douglas Deshotel. The DDF cited technical grounds in rejecting Peyton’s appeal, saying he had joined an Anglican congregation, “published [that] fact … on social media” and therefore refused to submit to the Catholic pope, who since May 2025 has been Leo XIV.

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© Photograph: Courtesy of Scott Peyton

© Photograph: Courtesy of Scott Peyton

© Photograph: Courtesy of Scott Peyton

Priest killed by falling crucifix during livestreamed Mass as worshippers rush to help

18 October 2026 at 22:00

A priest preparing Communion was fatally struck by a falling crucifix during a livestreamed Mass in Ecuador, turning a moment of worship into a frantic rush to save him.

Father Patricio Alfredo Sánchez Molinari was standing at the altar of Nuestra Señora del Perpetuo Socorro Church in Guayaquil on Saturday when the large wooden crucifix behind him suddenly fell forward and struck him.

Video of the service captures screams erupting inside the church as worshippers ran to his side and called for help.

HISTORIC NYC CHURCH ENGULFED IN 5-ALARM BLAZE; 6 FIREFIGHTERS INJURED BATTLING STUBBORN FLAMES

The Archdiocese of Guayaquil confirmed his death in a Facebook statement, identifying him as the parish priest of Perpetuo Socorro Church in its Central Vicariate.

"Our dear Fr. Patricio Alfredo Sánchez Molinari … has departed to the Father’s House to enjoy His presence and His glory," the archdiocese wrote in Spanish.

"Eternal rest grant unto him, O Lord. And let perpetual light shine upon him. May he rest in peace. Amen," the statement concluded in Latin.

The tragedy unfolded just one day after the archdiocese congratulated Sánchez Molinari on the anniversary of his ordination, Ecuadorian news outlet Primicias reported.

MASKED MAN CAUGHT ON CAMERA SMASHING VIRGIN MARY STATUE WITH A HAMMER OUTSIDE NYC CHURCH

The Mass was being livestreamed on social media when the crucifix fell, recording both the fatal incident and the desperate response from those inside the church.

"Father, Father … call an ambulance," a woman can be heard shouting in the video.

Sánchez Molinari belonged to the Congregation of the Most Holy Redeemer, commonly known as the Redemptorists. Before serving in Guayaquil, he spent several years as parish priest at San Lorenzo in Vinces, in Ecuador’s Los Ríos province, according to Primicias.

His former parish mourned his death in a social media tribute, remembering the dedication and pastoral love he brought to its community, El Universo reported.

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What caused the crucifix to fall remained unclear Sunday. Church officials had not publicly provided an explanation for the collapse.

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