Em Oeiras, um estudo com 3427 alunos diz que, sem telemóvel, há mais atenção e mais brincadeira. Mas quase metade sente falta dele. Será que proibir resolve?
Discussões, mudanças de humor e vontade de estar sozinho fazem parte da adolescência. Mas como distinguir uma transição normal de sinais de sofrimento que não devemos ignorar?