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Macron acusa a Trump y Netanyahu de azuzar las protestas con fines electorales

21 October 2026 at 17:30

El motor y el zumbido de las aspas del helicóptero de la policía, que sobrevuela el centro de París con un potente foco que alumbra sus callejones desde hace dos días, es lo único que rompe el silencio impuesto en las últimas noches. La capital de Francia, como las otras grandes ciudades donde hubo disturbios el pasado sábado, se ha blindado a través de un despliegue policial enorme y toques de queda que restringen los movimientos de los ciudadanos a partir de las nueve de la noche. Pero el ruido continúa durante el día en la esfera política y mediática y en las redes sociales, donde se cocina la manifestación convocada para el sábado: el segundo acto, según los chalecos amarillos.

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© Stephane Mahe (REUTERS)

Un grupo de transeúntes pasa por delante de uno de los comercios saqueados en París.

Flávio se beneficia da rejeição ao governo Lula, diz fundador do Ideia

21 October 2026 at 13:23

Uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulação de segundo turno, com 51,1% e 48,9% dos votos válidos, respectivamente.

O fundador do Instituto Ideia, Mauricio Moura, analisou os dados ao CNN Novo Dia e destacou que a disputa reflete, sobretudo, o baixo índice de aprovação do governo atual. Segundo Moura, a diferença de dois pontos percentuais a favor de Flávio Bolsonaro, dentro da margem de erro, evidencia o grau de equilíbrio da corrida eleitoral.

Aprovação do governo como termômetro eleitoral

Mauricio Moura destacou que medidas recentes adotadas pelo governo — como acenos aos microempreendedores individuais e a aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 — não foram suficientes para alterar a aprovação governamental.

“A gente vê que essas medidas não surtiram efeito nessa principal variável que é a aprovação de governo”, explicou. Para ele, a aprovação do governo é diretamente correlacionada à intenção de voto, especialmente em eleições de reeleição.

“A aprovação de governo é basicamente o resultado da intenção de voto. Então a gente chega, o eleitor chega no segundo turno com o julgamento do governo”, completou.

O especialista também apontou que o governo mantém um teto de popularidade historicamente baixo, uma vez que todos os eleitores que votaram no adversário no segundo turno de 2022 nunca aprovaram a atual gestão.

“Esse governo sempre teve um teto de popularidade muito baixo”, afirmou Moura. Além disso, o governo teria perdido de três a quatro pontos entre eleitores que o apoiaram anteriormente e passaram a reprová-lo — margem que, segundo o especialista, corresponde exatamente ao crescimento de Flávio Bolsonaro em relação ao desempenho de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), em 2022.

Terceira via e transferência de votos

A terceira via registrou o pior desempenho desde 1989 no primeiro turno, com nenhum candidato alcançando mais de 3% dos votos válidos. Moura atribuiu esse resultado a um movimento que chamou de “antipetismo de chegada”: eleitores que inicialmente cogitavam votar em candidatos alternativos acabaram migrando para Flávio Bolsonaro por considerá-lo a melhor opção para tirar o PT do poder.

A maioria dos candidatos derrotados no primeiro turno — com exceção de Renan Santos (Missão) — sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, com Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Apesar do apoio declarado, Moura avaliou que a influência desses candidatos sobre seus eleitores é limitada. “Muito pouco. O eleitor, obviamente, se mostra cada vez mais independente em relação ao voto dele”, disse.

Dados de transferência mostraram que cerca de 90% dos eleitores de Renan Santos (Missão) migraram para Flávio Bolsonaro, mesmo diante de críticas do próprio candidato ao postulante do PL.

Abstenção e estratégias para o segundo turno

Com aproximadamente 33,4 milhões de brasileiros que poderiam ter votado no primeiro turno e não o fizeram, a disputa pela abstenção se tornou central para ambas as campanhas. Moura apontou que Lula lidera entre os eleitores que não votaram no primeiro turno e pretendem votar no segundo, o que seria uma boa notícia para sua campanha.

No entanto, o especialista alertou que mobilizar eleitores entre os dois turnos é historicamente raro. “A má notícia é que o histórico de mobilizar eleitores do primeiro para o segundo turno é muito raro”, ponderou.

Para uma eventual virada, Moura avaliou que a campanha de Lula precisaria não apenas captar a abstenção, mas também converter eleitores de Flávio Bolsonaro. “Para que tenha uma virada em relação ao resultado do primeiro turno, é fundamental para a campanha do Lula converter eleitores do Flávio e passarem a votar no Lula no segundo turno”, explicou.

Já a campanha de Flávio Bolsonaro teria potencial para ampliar sua vantagem, especialmente no estado de São Paulo.

Debate, redes sociais e o eleitor decisivo

Moura avaliou que o debate realizado entre os candidatos não contribuiu para reduzir a rejeição de nenhum deles, tendo inclusive desengajado eleitores indecisos. “Foi um debate que, na verdade, mais desengajou os indecisos do que ajudou a definir voto”, disse.

Para o especialista, o debate previsto para a sexta-feira (23) representa uma oportunidade importante, tanto para solidificar uma liderança quanto para trabalhar uma possível virada.

Sobre o papel das redes sociais, Moura reconheceu sua importância estrutural nas campanhas, mas ponderou que o eleitor mais decisivo — descrito por ele como mulheres empreendedoras das periferias das grandes cidades do Sudeste — é justamente o menos engajado nessas plataformas.

“Aquele eleitor e eleitora, principalmente, que vai decidir a eleição, é o menos engajado na rede social”, afirmou. Segundo ele, esse grupo tende a tomar sua decisão de voto na reta final e pode ser influenciado por um debate com ampla audiência.

O especialista também destacou que o governo perdeu espaço entre as mulheres por questões ligadas à economia e à segurança pública, dois temas que, na sua avaliação, precisam ser abordados de forma direta na campanha.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Visa's CMO is giving the brand a new look and betting that less is more

21 October 2026 at 13:00
NEW YORK, NEW YORK - SEPTEMBER 25: Frank Cooper III speaks onstage during the Whitaker Peace & Development Initiative (WPDI) 2026 Gala at Gotham Hall on September 25, 2026 in New York City. (Photo by Jason Mendez/Getty Images for The Whitaker Peace & Development Initiative )
Visa CMO Frank Cooper III is freshening up the company's look.

Jason Mendez/Getty Images for The Whitaker Peace & Development Initiative

  • Visa is rolling out a new "V" to pop on mobile screens as people move to contactless payments.
  • It's the company's first refresh of this size since 2021.
  • Other brands have increasingly leaned on symbols and pared-down names for better mobile visibility.

Visa is betting that less is more when it comes to how it shows up to customers.

Starting Wednesday, the letter "V" will replace "Visa" in the center of its credit cards and on its digital properties, the company exclusively told Business Insider.

Visa's move signals that after 50 years of using the name, it feels it has enough brand recognition to be represented by a single letter. The change is also meant to pop more on small screens as people conduct more of their lives on their mobile devices.

In addition to the "V," Visa is introducing a new font, called Visa Sans, lopping off the serif in the first letter of "Visa."

Visa promotional photo showing new corporate branding
"V" will now stand in for "Visa."

Visa

The changes were developed by Visa's in-house creative studio and Base Design. It's Visa's first significant refresh since 2021, when it introduced a blue, white, and yellow flag-like brand symbol and a new font. With the new "V," that brand symbol will go away.

"There was an opportunity for us to modernize that and make it feel fresh, particularly for the next generation of consumers," Frank Cooper III, CMO of Visa, told CMO Insider. "We think it marries well with the evolution of the brand overall."

Cooper said the process took about a year.

"We do not have an awareness issue. We have deep trust. Playing around with the brand positioning is no light matter," he said.

Other big brands have increasingly leaned on symbols and pared-down names for better visibility on smaller screens.

Mastercard dropped its name from its logo in 2019. Google introduced a sans-serif logo and a new, four-color "G" icon in 2015.

Dan Nicholas, design director at creative studio Super Okay, said the move to a singular V aligns with a mobile-first approach that tech and media brands like Verizon and The New York Times have taken, in which they adopt a single letter as an icon.

He said the move simplifies Visa's appearance but could undermine brand recognition.

"What remains to be seen in the rollout is how Visa manages this new equity," he said. "If thoughtfully and strategically executed and invested in over the next few years, we can see it becoming a strong way for the brand to express itself."

Visa sees its visual changes as a companion to an effort to associate itself with culture and aspiration. It enlisted celebrities like Pharrell Williams for its "Power of Small Steps" campaign and has a partnership with the FIFA World Cup that extends through 2030. This year's World Cup campaign promoted its contactless payment option to emphasize that Visa's long-running slogan, "everywhere you want to be," was more than just a physical destination.

"We see that phrase now as representing both a physical destination and a personal aspiration," Cooper said.

Read the original article on Business Insider

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