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Chuva continua sem dar sinais de regresso a Portugal: outubro termina com temperaturas até 5 graus acima do normal

21 October 2026 at 18:10

O mês de outubro está a chegar ao fim, mas o outono parece continuar sem se instalar em pleno em Portugal continental. As previsões meteorológicas para a semana de 26 de outubro a 2 de novembro apontam para temperaturas acima do habitual e pouca precipitação, apesar da formação de várias depressões no oceano Atlântico.

De acordo com a Meteored, que analisou as mais recentes projeções do modelo europeu ECMWF, o anticiclone deverá continuar a proteger a Península Ibérica, impedindo que os principais sistemas de chuva atinjam o território português.

O resultado poderá ser uma última semana de outubro marcada por grandes diferenças de temperatura entre as primeiras horas da manhã e o período da tarde, com algumas regiões a aproximarem-se dos 26 graus.

Chuva continua afastada de Portugal apesar das depressões no Atlântico

A segunda-feira, 26 de outubro, deverá começar com uma depressão bastante profunda posicionada a oeste das Ilhas Britânicas, acompanhada por um extenso sistema frontal.

Apesar da dimensão desta perturbação atmosférica, o seu núcleo deverá permanecer afastado de Portugal, enquanto as altas pressões continuarão a exercer influência sobre a Península Ibérica.

Segundo a Meteored, esta configuração tem sido frequente nos últimos dias. As depressões formam-se no Atlântico Norte e avançam em direção à Europa, mas acabam por ser desviadas para latitudes mais elevadas devido à presença do anticiclone.

Algumas frentes poderão aproximar-se do território português, mas deverão chegar bastante enfraquecidas, sem capacidade para provocar episódios significativos de precipitação.

Termómetros podem descer até aos 6 graus nestas regiões

Apesar da previsão de temperaturas acima da média, as manhãs deverão continuar bastante frescas, especialmente no interior Norte e Centro.

Na madrugada de segunda-feira, 26 de outubro, os termómetros poderão descer para valores inferiores a 10 graus em várias localidades destas regiões.

De acordo com as projeções do ECMWF, Bragança poderá registar temperaturas mínimas próximas dos 7 graus, enquanto na Guarda os valores poderão descer até aos 6 graus.

Nas regiões mais próximas do litoral e no Sul, as temperaturas mínimas deverão ser mais elevadas, proporcionando manhãs menos frias.

Estas diferenças deverão contribuir para amplitudes térmicas consideráveis, obrigando os portugueses a adaptar o vestuário às mudanças de temperatura ao longo do dia.

Tardes podem chegar aos 26 graus e surpreender os portugueses

Se as manhãs prometem ser frescas, as tardes poderão apresentar um cenário bastante diferente.

Segundo a Meteored, as temperaturas deverão recuperar significativamente durante as horas de maior exposição solar, podendo ficar entre 3 e 5 graus acima da média climatológica em várias regiões do interior.

No Sul do país, algumas localidades poderão mesmo aproximar-se dos 25 a 26 graus durante a tarde de segunda-feira.

Este comportamento deverá prolongar-se ao longo da semana, contribuindo para que o balanço térmico entre 26 de outubro e 2 de novembro seja superior ao habitual para esta altura do ano.

Contudo, importa esclarecer que uma temperatura média semanal acima do normal não significa que todos os dias sejam quentes. As manhãs poderão continuar frias, sobretudo nas zonas do interior.

Outubro pode terminar sem chuva significativa em grande parte do país

A precipitação deverá ser um dos elementos meteorológicos mais afastados dos valores habituais para esta época.

De acordo com os mapas analisados pela Meteored, não está prevista, até pelo menos 31 de outubro, a passagem de qualquer sistema frontal capaz de provocar chuva generalizada e significativa em Portugal continental.

As projeções semanais do ECMWF apontam para um défice de precipitação relativamente à média climatológica, sugerindo que a última semana do mês poderá ser mais seca do que seria habitual.

Isto não significa que não possa chover pontualmente em algumas regiões, mas indica que as quantidades acumuladas deverão ficar abaixo dos valores normais para o final de outubro.

E novembro? Previsões ainda podem mudar

A tendência para o início de novembro continua a apontar para temperaturas superiores à média e precipitação inferior ao habitual, mas a incerteza aumenta à medida que o horizonte de previsão se prolonga.

Segundo a Meteored, Portugal deverá permanecer afastado dos principais corredores de depressões atlânticas, pelo menos de acordo com as projeções atualmente disponíveis.

Ainda assim, a posição do anticiclone e a trajetória das depressões poderão sofrer alterações nos próximos dias, pelo que será importante acompanhar as atualizações meteorológicas.

Para já, tudo indica que outubro terminará com um cenário pouco habitual para esta fase do outono: manhãs frias, tardes amenas e chuva abaixo do normal em grande parte de Portugal continental.

Leia também: Ar polar em Portugal: estas 10 capitais de distrito podem ficar abaixo dos 8 ºC no dia mais frio da semana

Apoios do mau tempo excluem vinhas plantadas ao abrigo do VITIS há menos de 5 anos

By: LUSA
21 October 2026 at 18:06

VTM

“A exclusão das vinhas em período de compromisso é incompreensível. Esse período destina-se a garantir a manutenção do investimento em condições normais, não a uma calamidade alheia à vontade do beneficiário”, afirmou hoje a Prodouro, associação sediada no Peso da Régua, distrito de Vila Real.

Decorre até 30 de outubro um período excecional de candidaturas ao regime de apoio VITIS 2026/2027, destinado à reestruturação e reconversão da vinha em Portugal continental, com uma dotação financeira de cinco milhões de euros e privilegia viticultores afetados pelo mau tempo verificado entre janeiro e fevereiro.

O presidente da Prodouro, Rui Soares, acrescentou à Lusa que, já no decurso do período de candidaturas, alguns associados deram conta desta situação de “exclusão das parcelas de vinha plantadas ao abrigo do apoio VITIS, há menos de cinco anos, que, por se encontrarem ainda em período de compromisso, não são elegíveis em termos de candidatura a este período excecional”.

“Ora, se nós aceitamos e compreendemos perfeitamente que uma parcela que tenha sido reestruturada há menos de cinco anos não se possa candidatar a um novo período de candidatura para um programa VITIS ‘normal’, não pode haver duplo financiamento para a mesma parcela, já não nos parece razoável que esta regra se aplique a um concurso extraordinário”, salientou.

O responsável defendeu que, num concurso excecional, as regras aplicadas não deveriam ser as de um concurso geral e apontou para um contrassenso com esta exclusão, porque em situações de precipitação intensa, são precisamente as vinhas mais novas as mais vulneráveis, por terem as terras ainda pouco consolidadas, pouco compactadas.

“Ora, não nos parece que isto faça qualquer sentido”, apontou.

Numa exposição remetida hoje ao ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, ao presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), Francisco Toscano Rico, e ao presidente do conselho diretivo do Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), Luís Souto Barreiros, a Prodouro pede que admitam, a título excecional, as parcelas ainda em período de compromisso com danos declarados às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, “aplicando-se o regime de força maior ao compromisso”.

Pedem ainda que confirmem que as parcelas com menos de 15 anos e danos declarados sejam autorizadas de forma generalizada, excluindo apenas as abrangidas por apoios incompatíveis.

Já em setembro, a Prodouro contestou a área mínima de candidatura que é de 0,3 hectares (3.000 metros quadrados) para este concurso extraordinário, não tendo obtido, até ao momento qualquer resposta à exposição então feita às mesmas entidades.

“As intempéries são muito aleatórias e nós não podemos qualificá-las se são maiores ou se são menores. São o que são. Estar a excluir candidaturas porque não têm uma área mínima de 0,3 hectares como se este fosse um concurso normal, na nossa opinião, não tem sentido”, referiu ainda Rui Soares.

No comunicado de hoje, a Prodouro disse que apurou que as vinhas históricas, na definição do IVV, não estão sujeitas à área mínima de 3.000 metros quadrados, congratulando-se “com esta solução, que reconhece o valor patrimonial dessas vinhas e as especificidades do Douro”.

“Mantém-se, porém, o pedido de esclarecimento sobre a aplicação da área mínima às restantes situações”, frisou a associação, que disse esperar que a “situação seja corrigida a tempo do encerramento das candidaturas”.

o prazo para apresentação de candidaturas à medida B.3.4 — Reestruturação e Conversão de Vinhas – VITIS Continente, campanha 2026/2027, acabava hoje, mas foi prorrogado até dia 30 de outubro.

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Chuvas voltam a ganhar força na maior parte do país

21 October 2026 at 12:33

Logo Agência Brasil

A formação de uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia favorece o retorno das chuvas e tempestades ao Sul do Brasil, nesta quarta-feira (21).

No oeste da Amazônia, as chuvas persistem e deixam os dois extremos do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Notícias relacionadas:

Na Região Norte, o Acre, centro e norte de Rondônia, sudoeste do Pará e em grande parte do Amazonas chove de forma intensa com trovoadas. Também a possibilidade de chuvas nas demais áreas de Rondônia, em Roraima, no centro e sul do Pará, no oeste e sul de Tocantins e no norte e leste do Amapá.

 A temperatura mínima entre as capitais será de 23°C em Rio Branco e a máxima de 36°C em Palmas.

No Sul do país, há previsão de chuva e trovoadas no oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, durante a maior parte do dia. Conforme anoitece, as pancadas de chuva com trovoadas avançam sobre as demais áreas do Paraná e persistem no oeste de Santa Catarina e no extremo noroeste do Rio Grande do Sul.

Nas capitais, a mínima será de 11°C em Curitiba, e a máxima chegará a 23°C em Porto Alegre.

Na Região Centro-Oeste, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas no noroeste de Mato Grosso e de chuvas isoladas na região central e no leste de Mato Grosso, no norte de Goiás e no Distrito Federal.

A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 19°C, em Brasília, e a máxima de 36°C, em Cuiabá.

No Sudeste brasileiro, deve chover de forma isolada no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste e norte de Minas Gerais. Conforme o dia passa, aumenta a possibilidade de chuva nas regiões central e leste de São Paulo.

Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 13°C, em São Paulo, e a máxima de 30°C, em Belo Horizonte.

Na Região Nordeste, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas ocorrerem no leste de Alagoas, de Pernambuco e da Paraíba. Pode haver também chuva isolada no sul da Bahia. No restante da região, predomina o céu aberto com poucas nuvens.

A temperatura mínima nas capitais será de 23°C em Recife e a máxima de 39°C em Teresina.

Previsão do tempo: Região Sul volta a ficar em alerta para temporais

21 October 2026 at 12:25

A região Sul do Brasil volta a enfrentar condições severas de tempo nesta quarta-feira (21), com alerta para temporais em diversos estados. Um sistema de baixa pressão na altura do Paraguai está direcionando umidade do Norte para o Sul do país, enquanto um cavado meteorológico também atua sobre a região, criando um cenário favorável para chuvas intensas.

O resultado da combinação desses dois sistemas é o retorno de condições propícias para chuva forte no oeste dos três estados sulistas. Nuvens carregadas já se concentram entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Cidades e capitais em destaque

Cidades como São Borja (RS), Chapecó (SC) e Cascavel (PR) devem registrar entre 30 e 50 milímetros de chuva ao longo do dia. Entre as capitais da região, Curitiba (PR) será a mais afetada, permanecendo em alerta para temporais até sexta-feira (23). Porto Alegre (RS), por sua vez, é a única capital sulista que ainda terá tempo firme, com temperatura máxima de 24°C.

O sul da Bahia e o estado do Amazonas também devem enfrentar chuvas fortes. No entanto, em Manaus (AM), as pancadas não devem ocorrer na capital, onde a chuva está bem abaixo da média. Até o momento, não choveu nem um terço do esperado para o mês de outubro na cidade, que registra máxima de 35°C nesta quarta-feira (21).

Em Belém (PA), a máxima prevista é de 32°C, em pleno período seco e quente do verão amazônico.

Calor intenso no Centro-Oeste e no Norte

Cuiabá (MT), Teresina (PI) e Palmas (TO) figuram entre as capitais mais quentes do Brasil nesta quarta-feira (21). A capital do Mato Grosso, Cuiabá, pode registrar máxima de até 41°C. Em Campo Grande (MS), os termômetros chegam a 33°C. Salvador (BA) e Recife (PE) registram 29°C e 30°C, respectivamente, com previsão de apenas chuva fraca para Recife.

Brasília (DF) deve atingir 32°C, com tendência de aumento da nebulosidade ao longo do dia à medida que a temperatura sobe, podendo provocar chuvas à tarde. A previsão é de até 10 milímetros de precipitação na capital federal.

São Paulo com garoa e chuva forte prevista para quinta-feira

Na capital paulista, a temperatura está mais amena, com máxima de 25°C. Na região da Avenida Paulista, os termômetros marcavam 17°C no início da manhã, com o tempo bem nublado. Para esta quarta-feira (21), há risco de chuvisco, a típica garoa paulistana. No interior do estado, o sol deve predominar. Já na quinta-feira (22), as pancadas devem voltar a ganhar intensidade em São Paulo.

Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) também estão entre as capitais com maior previsão de chuva para o dia.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Albero travolge l’auto mentre va al lavoro: muore un militare di 46 anni a Jesolo. Oltre 370 interventi dei vigili del fuoco per maltempo

21 October 2026 at 08:45

Un militare di 46 anni è morto a Jesolo, in provincia di Venezia, dopo essere stato travolto da un albero che si è abbattuto sulla sua auto. L’incidente è avvenuto questa mattina in via Roma Destra, dove il tronco, ceduto a causa delle condizioni meteorologiche, ha colpito il tetto della vettura sulla quale viaggiava l’uomo. Un impatto che non gli ha lasciato scampo.

La macchina era in transito lungo la strada mentre il militare si stava recando al lavoro. Poi, improvvisamente, l’albero ha ceduto ed è precipitato sulla vettura. L’allarme ha fatto scattare l’intervento dei soccorritori, compresi i vigili del fuoco, arrivati sul posto per prestare assistenza. Ogni tentativo, tuttavia, si è rivelato inutile: per il 46enne non c’è stato nulla da fare.

In via Roma Destra sono intervenuti anche i carabinieri di Jesolo, che stanno svolgendo gli accertamenti necessari per ricostruire l’esatta dinamica dell’accaduto. La tragedia si è verificata in un contesto di maltempo che, nelle stesse ore, ha provocato danni e situazioni di pericolo in diverse parti d’Italia, mettendo alla prova le squadre di soccorso e costringendo numerose persone a chiedere aiuto.

Sono stati oltre 370 gli interventi effettuati dai vigili del fuoco in Liguria, Sardegna, Toscana e Lazio per fronteggiare le conseguenze delle condizioni meteorologiche avverse. Gli operatori sono stati impegnati soprattutto per alberi caduti sulle strade o in prossimità degli edifici, allagamenti, elementi pericolanti da mettere in sicurezza e automobilisti rimasti bloccati in situazioni difficili. Un quadro diffuso di criticità, con interventi diversi a seconda delle zone maggiormente colpite dalle precipitazioni.

In Sardegna circa 170 interventi

Tra le regioni più impegnate c’è la Sardegna, dove i vigili del fuoco hanno effettuato circa 170 interventi, concentrati soprattutto nelle province di Nuoro, Oristano e Sassari. Le richieste di soccorso hanno riguardato principalmente allagamenti, alberi caduti e automobilisti che si sono trovati in difficoltà mentre percorrevano strade interessate dall’acqua.

Una delle situazioni più delicate si è verificata a Siniscola, in provincia di Nuoro. Qui una famiglia composta da cinque persone è rimasta bloccata nella propria abitazione a causa dell’acqua, rendendo necessaria l’evacuazione. Un intervento che restituisce la misura delle difficoltà affrontate nelle aree interessate dal maltempo, dove l’accumulo d’acqua può trasformare rapidamente le condizioni di sicurezza di abitazioni e viabilità.

Le squadre dei vigili del fuoco sono state impegnate anche in numerosi interventi legati alla caduta di alberi, un fenomeno che rappresenta un rischio tanto per chi si trova in strada quanto per gli edifici e le infrastrutture. Proprio la caduta di un albero è stata all’origine della tragedia di Jesolo, dove il tronco ha travolto l’auto del militare mentre stava raggiungendo il posto di lavoro.

In Liguria cento interventi tra Genova e Savona

Anche la Liguria ha dovuto fare i conti con le conseguenze del maltempo. Tra le province di Genova e Savona i vigili del fuoco hanno portato a termine circa cento interventi, operando per rimuovere alberi caduti, affrontare allagamenti e mettere in sicurezza elementi pericolanti dagli edifici.

Tra gli episodi segnalati c’è quello di Celle Ligure, dove un masso è caduto sulla carreggiata della strada statale 1 Aurelia. La presenza del materiale sulla sede stradale ha reso necessaria la chiusura dell’arteria in entrambe le direzioni, interrompendo la circolazione per consentire di gestire la situazione in condizioni di sicurezza.

Gli interventi hanno riguardato anche strutture ed elementi esposti al rischio di cedimento, oltre alle situazioni in cui l’acqua ha invaso spazi e aree che necessitavano dell’intervento delle squadre di emergenza. Le operazioni si sono distribuite sul territorio provinciale, con l’obiettivo di affrontare le diverse criticità segnalate e ridurre i rischi per le persone.

Dall’isola d’Elba al litorale livornese

In Toscana, le squadre dei vigili del fuoco sono intervenute sull’isola d’Elba e lungo il litorale livornese, dove le intense precipitazioni hanno provocato danni e richiesto operazioni di soccorso. Anche in queste aree, gli interventi si sono inseriti nel quadro delle attività avviate per fronteggiare gli effetti delle condizioni meteorologiche avverse.

Nel Lazio, le situazioni più critiche si sono registrate nelle province di Roma e Latina. Qui i vigili del fuoco sono stati impegnati per far fronte agli allagamenti, intervenire dopo la caduta di alberi e rimuovere ostacoli pericolanti. Un’attività che ha richiesto di affrontare problemi differenti, dalla presenza di acqua nelle aree interessate alle situazioni in cui elementi instabili potevano costituire un pericolo per la circolazione e per chi si trovava nelle vicinanze.

Nel Crotonese cinque persone bloccate tra acqua e fango

Altri momenti di difficoltà si sono verificati in Calabria, nel Crotonese, dove cinque persone sono state soccorse dai vigili del fuoco dopo essere rimaste bloccate all’interno di un’automobile circondata da acqua e fango. L’intervento è stato effettuato lungo la strada statale 107 e la strada provinciale 30, nel tratto compreso tra Santa Severina e Belvedere di Spinello.

Le persone si trovavano in una situazione che ha richiesto l’intervento delle squadre di soccorso per consentire loro di uscire dalle condizioni di pericolo.

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Ar polar em Portugal: estas 10 capitais de distrito podem ficar abaixo dos 8 ºC no dia mais frio da semana

21 October 2026 at 06:00

Uma manhã fria espera várias regiões de Portugal continental na quinta-feira, 22 de outubro. A influência de uma massa de ar de origem polar mantém as temperaturas baixas, com especial expressão durante a madrugada e nas primeiras horas do dia.

A previsão por localidade do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aponta para temperaturas mínimas inferiores a 8 ºC em dez capitais de distrito. Bragança e Leiria destacam-se entre as cidades com os valores mais baixos, ambas abaixo dos 5 ºC.

Estas são as cidades com mínimas abaixo dos 8 ºC

Os dados disponíveis apontam para a seguinte distribuição na quinta-feira:

Capital de distritoTemperatura mínima prevista
Bragança4,4 ºC
Leiria4,6 ºC
Guarda5,9 ºC
Braga6,3 ºC
Évora6,4 ºC
Viseu6,5 ºC
Vila Real6,6 ºC
Beja7,5 ºC
Coimbra7,6 ºC
Viana do Castelo7,9 ºC

Estes valores correspondem às mínimas diárias previstas para cada cidade. Coimbra e Viana do Castelo ficam próximas do limiar dos 8 ºC, enquanto Bragança e Leiria deverão registar um arrefecimento mais acentuado.

Porque se sente mais frio no interior?

Na análise publicada pela Meteored, a meteorologista Joana Campos explica que “o interior Norte e Centro tem tendência a arrefecer mais face ao litoral devido à influência continental”.

A proximidade do mar ajuda a moderar as temperaturas nas zonas costeiras. A altitude e as características de cada local também contribuem para diferenças entre cidades, pelo que o arrefecimento não se faz sentir com a mesma intensidade em todo o território.

E no Algarve, quanto vão marcar os termómetros?

Faro deverá manter valores mais amenos, com uma mínima de 11 ºC e uma máxima próxima dos 23 ºC. A previsão aponta, assim, para uma diferença considerável entre o início do dia e a tarde.

Em Sagres, o IPMA prevê aproximadamente 11 ºC de mínima e 19 ºC de máxima. Estes valores dizem respeito às duas localidades e não representam, por si só, toda a região algarvia.

As temperaturas recuperam durante o dia e na sexta-feira

As mínimas baixas não significam que os termómetros se mantenham nesses valores ao longo de quinta-feira. Évora e Beja, por exemplo, poderão atingir máximas próximas dos 22 ºC.

Na sexta-feira, 23 de outubro, prevê-se uma subida das mínimas em várias cidades: Beja poderá chegar aos 10,4 ºC, Évora aos 10,5 ºC e Faro aos 13 ºC. O frio matinal deverá, contudo, continuar a marcar o interior nos dias seguintes: para sábado, o IPMA aponta mínimas próximas dos 4 ºC em Bragança e na Guarda.

Leia também: Frio ‘aperta’ em Portugal: temperaturas até 6 ºC abaixo da média e este poderá ser o dia mais frio da semana

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