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VRSA | X Milhas do Guadiana unem Portugal e Espanha através da corrida

22 October 2026 at 17:53

31.ª edição da prova realiza-se a 8 de novembro, com partida na Praça Marquês de Pombal, em Vila Real de Santo António, e chegada à Plaza de la Ribera, em Ayamonte. O programa inclui ainda uma etapa destinada aos mais jovens. No próximo dia 8 de novembro de 2026, as X Milhas do Guadiana regressam […]

El PP se burla del PSOE por su aparición en ‘La Revuelta’ y lanza una pulla a Sánchez: “Pórtate bien, que te manda a Los Rochos”

By: Diego · Real
22 October 2026 at 17:40

La visita de Pedro Sánchez al programa La Revuelta de David Broncano no se ha emitido todavía, pero ya ha generado una nueva batalla política en redes sociales. La entrevista del presidente del Gobierno en el espacio de RTVE ha servido de excusa para que PSOE y PP protagonicen un intercambio de mensajes cargados de ironía y ataques políticos.

Todo comenzó cuando la cuenta oficial del PSOE decidió bromear con la presencia de Sánchez en el programa presentado por Broncano. Los socialistas publicaron un mensaje dirigido al presentador en el que advertían, en tono humorístico, de la importancia de la entrevista.

“A ver, David, el futuro del programa depende de esta entrevista”, escribió el PSOE en la red social X antes de la emisión del programa.

 

La publicación no tardó en hacerse viral y rápidamente obtuvo respuesta desde la sede nacional del Partido Popular.

El PP aprovecha la ocasión para lanzar un dardo a Sánchez

Los populares entraron en la conversación utilizando el mismo tono irónico, pero aprovechando la oportunidad para atacar directamente al presidente del Gobierno.

“David, no seas muy duro con Pedro, que te manda a Los Rochos”, respondió la cuenta oficial del PP.

 

La referencia no pasó desapercibida. El mensaje hacía alusión a la polémica que durante las últimas semanas ha rodeado al PSOE a raíz de diferentes informaciones relacionadas con el denominado clan de Los Rochos, un asunto que ha sido utilizado por la oposición para intentar desgastar al Gobierno.

El comentario fue interpretado por numerosos usuarios como una forma de vincular la entrevista televisiva con las controversias políticas que rodean al Ejecutivo en plena precampaña electoral.

La publicación generó miles de reacciones y comentarios en apenas unas horas, convirtiéndose en uno de los mensajes políticos más compartidos de la jornada.

La entrevista de Sánchez se convierte en un nuevo frente político

La presencia de Sánchez en La Revuelta se produce en un momento especialmente sensible, a poco más de un mes de las elecciones generales del 29 de noviembre.

La estrategia del presidente pasa por reforzar su presencia mediática y acercarse a públicos más jóvenes a través de formatos televisivos alejados de la entrevista política tradicional.

Mientras el PSOE intenta convertir la entrevista en un escaparate para su líder, el PP ha optado por utilizar el acontecimiento para mantener la presión sobre Sánchez y recordar algunas de las polémicas que han marcado la legislatura.

El intercambio de mensajes evidencia hasta qué punto la precampaña electoral se está librando también en redes sociales, donde una simple broma puede transformarse en una nueva herramienta de confrontación política.

Por el momento, la entrevista todavía no se ha emitido, pero el cruce entre populares y socialistas ya ha conseguido convertirla en uno de los acontecimientos políticos más comentados del día.

© EUROPAPRESS

29N.- Sánchez será entrevistado este jueves en 'La Revuelta' por David Broncano

© EUROPAPRESS

López (RTVE): "El caché de Broncano está en los valores de mercado y es acorde con lo que se paga en este formato"

WATCH: Blanche and Patel announce charges for Democratic Virginia lawmaker Lucas

Virginia state Sen. L. Louise Lucas, one of the state's most powerful Democrats, was charged on Thursday in connection with what federal authorities alleged was a role leading a wide-ranging criminal enterprise that acquired and distributed large quantities of marijuana and laundered the proceeds.

Eliminação do Vasco ameaça G9 no Brasileirão, enquanto Atlético-MG mantém chance de ampliar vagas

22 October 2026 at 16:59

A disputa por uma nona vaga brasileira na Libertadores de 2027 ficou mais complicada após a eliminação do Vasco para o Boca Juniors na semifinal da Copa Sul-Americana. A possibilidade de o Campeonato Brasileiro terminar com um G9 continua aberta, mas depende de resultados nas competições continentais e na Copa do Brasil.

O Atlético-MG mantém uma das possibilidades de ampliação das vagas. O time mineiro eliminou o Montevideo City Torque e avançou à final da Sul-Americana. Além disso, o clube está na semifinal da Copa do Brasil e ocupa a sexta posição no Brasileirão, combinação que pode favorecer a abertura de vagas adicionais.

Atualmente, o Brasil tem sete vagas na Libertadores distribuídas pelas competições nacionais. No Campeonato Brasileiro, os quatro primeiros colocados garantem classificação direta para a fase de grupos, enquanto o quinto vai para a fase preliminar. A Copa do Brasil também concede vagas, incluindo uma para o campeão e outra para o vice, conforme o regulamento da competição.

A ampliação pode ocorrer quando um clube conquista uma vaga continental por mais de um caminho. Se uma equipe se classificar para a Libertadores pelo Brasileirão ou pela Copa do Brasil e também vencer a Libertadores ou a Sul-Americana, a vaga destinada ao campeão continental não elimina a vaga obtida na competição nacional. O espaço liberado pode beneficiar outro clube.

O mesmo princípio se aplica a equipes que conquistam vagas simultaneamente pelo Campeonato Brasileiro e pela Copa do Brasil. A distribuição depende do regulamento e da posição final dos clubes nas competições.

A eliminação do Vasco diminuiu as possibilidades porque o clube também está na semifinal da Copa do Brasil. Caso tivesse avançado à decisão da Sul-Americana e conquistado o título continental, poderia entrar em uma combinação favorável à abertura de vaga adicional.

O Palmeiras já garantiu presença na final da Libertadores e aguarda o confronto entre Flamengo e Estudiantes, marcado para esta sexta-feira (23), no Maracanã.

Se o Flamengo avançar, o Brasil terá um representante na decisão que já possui posição entre os quatro primeiros do Campeonato Brasileiro. Como o clube carioca também pode conquistar a Libertadores, o resultado pode abrir espaço para uma vaga adicional na distribuição nacional.

O Palmeiras vive situação semelhante. Além de estar na final continental, o time paulista disputa as primeiras posições do Brasileirão e continua na Copa do Brasil. Uma eventual conquista em mais de uma competição pode provocar alterações na distribuição das vagas.

Copa do Brasil também pode alterar a classificação

A Copa do Brasil é outra peça importante para a definição do possível G9. Atlético-MG, Grêmio, Palmeiras e Vasco disputam as semifinais do torneio.

O Atlético-MG pode conquistar uma vaga continental pelo Brasileirão, pela Copa do Brasil ou pela Sul-Americana. Se obtiver mais de uma classificação, a distribuição poderá beneficiar clubes que estejam logo abaixo das posições de acesso.

O Grêmio também aparece entre os times que podem influenciar o cenário. A equipe ocupa a zona de rebaixamento do Brasileirão, mas segue na semifinal da Copa do Brasil. Se avançar à decisão e conquistar a vaga prevista pelo torneio, a situação dependerá também de sua permanência na primeira divisão e das regras de elegibilidade para as competições continentais.

Santos e São Paulo acompanham a disputa

Na tabela apresentada, Flamengo e Palmeiras lideram o Campeonato Brasileiro, com 67 e 66 pontos, respectivamente. Athletico-PR, com 53, e Cruzeiro, com 51, completam o G4.

O Fluminense aparece em quinto lugar, também com 51 pontos, enquanto Atlético-MG e Bahia ocupam a sexta e a sétima posições, com 50 e 49 pontos.

Santos e São Paulo estão mais distantes da zona de classificação. O time santista ocupa o oitavo lugar, com 45 pontos, e o clube paulista aparece em nono, com 42. Caso o Brasileirão termine com nove vagas para a Libertadores, ambos poderiam entrar na disputa por uma classificação continental.

O Red Bull Bragantino, décimo colocado com 41 pontos, também acompanha as possibilidades de ampliação.

A definição dependerá dos resultados das finais continentais, do desfecho da Copa do Brasil e da classificação final do Campeonato Brasileiro, previsto para terminar em 2 de dezembro.

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El PSOE acepta un cara a cara con Feijóo el 16 de noviembre y sigue en el aire la celebración del debate a cuatro

22 October 2026 at 16:54

El Partido Socialista ha confirmado este jueves que participará en un cara a cara con el principal líder de la oposición el próximo 16 de noviembre, primer lunes de campaña electoral. De esta forma, Pedro Sánchez y Alberto Núñez Feijóo se volverán a encontrar en un debate organizado por una cadena privada, tal y como ocurrió el 11 de julio de 2023 antes de las elecciones generales en Antena 3 (Atresmedia). Desde principios de octubre, el Partido Popular ya había confirmado su disposición para celebrar el cara a cara con el líder socialista en esta fecha. El PP quiere que tenga lugar en Mediaset, aunque el PSOE no lo ha confirmado.

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© JUANJO MARTIN (EFE)

Los candidatos a la presidencia del Gobierno, el socialista Pedro Sánchez (i) y el popular Alberto Núñez Feijóo, antes de iniciar el debate electoral del 11 de julio de 2023.

El vicepresidente andaluz de Vox llama a gritos “sinvergüenza” a María Jesús Montero en el Parlamento andaluz

22 October 2026 at 16:46

Desde que formaron Gobierno de coalición con el PP tras las elecciones andaluzas, los diputados de Vox se sienten más fuertes y envalentonados. Y entre esos parlamentarios hay uno que es además vicepresidente segundo, consejero de Turismo, Justicia, Desregulación y Administración Local. Se llama Manuel Gavira, fue candidato a la presidencia de la Junta por Vox, es abogado, es de Cádiz y tiene 57 años. En el primer pleno ordinario de la XIII Legislatura llamó “puteros” a los socialistas en el debate de una iniciativa presentada por el PSOE sobre la asistencia a las mujeres víctimas de violencia de género. Lo hizo desde el banco verde del Ejecutivo.

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El vicepresidente segundo y consejero de Turismo, Justicia, Desregulación y Administración Local, Manuel Gavira, durante la sesión de control del Parlamento de Andalucía, este jueves en Sevilla.

El PSOE pide más tiempo al juez del ‘caso Leire’ para entregar la información que reclama sobre sus abogados

22 October 2026 at 16:46

El PSOE ha pedido al juez a cargo del caso Leire Díez que le dé más tiempo para poder entregar a la Audiencia Nacional la documentación que le reclamó sobre la contratación de abogados y consultores del partido entre 2021 y 2025. En un escrito, al que ha tenido acceso EL PAÍS, la formación ha explicado que se encuentra a la espera de que el Consejo General de la Abogacía Española le conteste si la información requerida afecta al secreto profesional, una petición que, según ha incidido, “no persigue ni dilatar ni eludir el cumplimiento de lo acordado” por el instructor. Además, ha incidido en que los datos reclamados no están centralizados y que ahora, como está “concentrada” en el “desarrollo de la campaña” electoral, su capacidad de “respuesta inmediata” se ve “obviamente mermada”.

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© Santi Burgos

Agentes de la Policía Nacional frente a la sede del PSOE el pasado mayo.

¿Qué pasa si estoy de baja laboral y me llaman para ir en mesa electoral en las elecciones del 29N?

22 October 2026 at 16:47

En los próximos días se realizará el sorteo para determinar a los miembros de las mesas electorales de cara a las elecciones generales del próximo 29 de noviembre. Entre el 31 de octubre y el 4 de noviembre, los ayuntamientos designarán mediante sorteo a quienes serán presidentes y vocales de las mesas y deberán comunicarles su designación en un plazo máximo de tres días.

A partir de ese momento, los elegidos tendrán siete días para presentar alegaciones si no están en condiciones de participar en la jornada electoral. Uno de los motivos para quedar eximido de esta responsabilidad, recogido en la Instrucción 6/2011, de 28 de abril, de la Junta Electoral Central, es encontrarse en situación de incapacidad temporal para el trabajo, acreditada mediante la correspondiente baja médica.

Por tanto, si estás de baja laboral puedes solicitar quedar eximido de formar parte de una mesa electoral durante el 29N, siempre que acredites debidamente esta situación.

Si el impedimento aparece posteriormente, también puede comunicarse. Cuando falten al menos 72 horas para las elecciones, el ciudadano deberá informar a la Junta Electoral de Zona y presentar la documentación que justifique la imposibilidad de acudir. En situaciones sobrevenidas y de última hora, cuando ya no sea posible cumplir ese plazo, será necesario comunicarlo inmediatamente a la Junta Electoral y, en todo caso, antes de la constitución de la mesa.

Eso sí, la Junta Electoral dispone de un plazo de cinco días para resolver las alegaciones presentadas. Solo la Junta Electoral de Zona tiene la potestad de aceptar o rechazar las excusas para no formar parte de la mesa electoral.

Otros motivos que permiten quedar eximido de una mesa electoral

  • Ser mayor de 65 años y menor de 70.
  • Estar en situación de discapacidad.
  • Ser pensionista de incapacidad permanente absoluta o gran invalidez.
  • Estar embarazada de seis meses o más o encontrarse en el período correspondiente de descanso para el cuidado del menor.
  • Estar internado en un centro penitenciario o en un hospital psiquiátrico.
  • Haber formado parte de una mesa electoral al menos tres veces en los últimos diez años.
  • Ser víctima de un delito cuando exista una resolución judicial en vigor que imponga al condenado o investigado una prohibición de aproximación y este figure inscrito en alguna de las mesas del mismo colegio electoral.

También debes recordar que no presentarse sin una causa justificada o abandonar las funciones asignadas puede tener consecuencias penales. La Ley Orgánica del Régimen Electoral General establece penas de prisión de tres meses a un año o multas de seis a 24 meses para presidentes, vocales y suplentes que incumplan determinadas obligaciones relacionadas con el desempeño de estos cargos.

© Canva

El caso laboral que está dando que hablar: dos años de baja, 500 reclamaciones y una indemnización por despido

El Gobierno retira medidas de seguridad a la Guardia Civil en País Vasco y Navarra

By: J.M. · Zuloaga
22 October 2026 at 16:44

El Ministerio del Interior ha tomado la decisión de retirar las placas de matrícula reservadas que, con fines de seguridad personal y de sus familias, tenían los miembros de la Guardia Civil de las comandancias del País Vasco y Navarra, según han informado a LA RAZÓN fuentes conocedoras del asunto. Se mantienen las que usan los grupos operativos, lo que no resta gravedad a la resolución adoptada. Esta nueva situación coincide con la entrada en la cárcel de dos miembros del movimiento disidente proetarra Jardun, que tenían en su poder información relevante sobre agentes de las Fuerzas de Seguridad del Estado.

Los fines por los que habían acumulado los datos sólo los conocen los ahora encarcelados, ya que se negaron a declarar ante el juez, pero resulta preocupante que estuvieran en manos de unos individuos, uno de los cuales fue el encargado de leer el manifiesto del «Gudari Eguna» (Día del Soldado Vasco), que se celebró en una localidad fronteriza francesa al día siguiente de que fueran interceptados por una patrulla de Tráfico de la Ertzaintza que, inexplicablemente, no procedió a su detención para que se pusieran en marcha los protocolos habituales en estos casos, entre ellos el registro de sus domicilios. Además, lo ocurrido el 26 de septiembre se mantuvo oculto a la opinión pública hasta que el Gobierno del PNV-PSE decidió darlos a conocer días pasados.

El manejo de la información que se incautó, fuera por razones políticas u otras, no resta gravedad al asunto, por lo que no se entiende la medida adoptada por el Ministerio del Interior que afecta a la seguridad de los agentes y sus familias.

Las placas reservadas de matrícula es una medida de seguridad destinada a que los individuos, por las razones que sean, quieran controlar los movimientos de las Fuerzas de Seguridad en el País Vasco y Navarra. Se trata de algo absolutamente necesario cuando ETA estaba operativa. Es verdad que la banda terrorista ha dejado de matar lo que no significa que su siniestra presencia no se mantenga en las provincias del norte, bien sea con pintadas, homenajes y una omnipresencia de determinados elementos que estuvieron vinculados a su entorno y que ejercen una presión sobre los sectores considerados como españolistas.

Las fuentes que ha consultado este periódico no se explican por qué se ha adoptado esta medida y qué necesidad había de hacerlo ahora. En las dos últimas legislaturas, la opinión pública ha asistido, singularmente las víctimas del terrorismo, al blanqueamiento de ETA y sus crímenes, como si la banda no hubiera existido, tal vez para justificar unos pactos políticos necesarios para el mantenimiento del poder.

Es responsabilidad de quien lo ha hecho que deberá someterse al veredicto de las urnas el 29N, pero retirar una medida de seguridad necesaria no va a contribuir a cambiar una historia que está ahí, para dolor de tantos españoles.

Las placas reservadas de matrícula es una de tantas medidas para evitar que determinados individuos, como al parecer ocurría con los encarcelados de Jardun, pudieran identificar a los miembros de las Fuerzas de Seguridad.

Al retirar la medida a los vehículos particulares se expone no sólo a los agentes sino también a sus familias, que pueden viajar con ellos para cualquier desplazamiento, como ir al colegio, compras, vacaciones, etcétera.

Se dirá que ya no hay peligro, los últimos acontecimientos parecen indicar lo contrario; en cualquier caso, como medida preventiva no costaba tanto mantenerla porque a ningún agente que trabaje en el País Vasco y a sus familiares les gusta ser identificados por los señalamientos existen con fines claramente intimidatorios.

“Normalización” es una palabra que durante décadas utilizó el entorno de la banda terrorista dentro de su estrategia de poner en el mismo fiel de la balanza a víctimas y verdugos.

Las referidas fuentes señalaron que los agentes no entran en asuntos políticos sino a los que pueden afectar a su seguridad personal y familiar y, sobre todo, al derecho que tiene todo español a disfrutar de una vida tranquila sin tener que poner en marcha medidas suplementarias en lo que afecta a sus vehículos.

Se supone que, al igual que en los vehículos operativos, las placas reservadas se mantienen para su uso en los vehículos oficiales camuflados de instituciones oficiales dado la amenaza terrorista de carácter global que sufre Occidente.

© EUROPAPRESS

Un guardia civil junto con un coche oficial

En directo: 25 años de la edición impresa de LA RAZÓN Comunitat Valenciana, escribir periodismo para un mundo audiovisual

22 October 2026 at 16:30

La evolución del periodismo en un ecosistema cada vez más digital y audiovisual centra este jueves la mesa redonda «25 años de LA RAZÓN en la Comunitat Valenciana. Escribir periodismo para un mundo audiovisual. Crisis y retos del siglo XXI», quiere abordar los retos de los medios en un momento en el que prima lo audiovisual. Este espacio de reflexión cuenta con la colaboración de la Universidad Internacional de Valencia (VIU), en el marco de la Cátedra de Cultura Audiovisual que la universidad desarrolla con el Consell de l’Audiovisual de la Comunitat Valenciana.

El encuentro reúne a representantes del ámbito periodístico, educativo, académico y cultural para debatir sobre los cambios que afronta la profesión y sobre cómo preservar los principios esenciales del oficio en un contexto marcado por la inmediatez, la multiplicación de plataformas y la transformación de los hábitos de consumo informativo.

La mesa cuenta con la participación de Sergio Alonso, director adjunto de LA RAZÓN; Xaro Escrig, directora general de Innovación e Inclusión Educativa de la Generalitat Valenciana; Joan M. Oleaque, decano de la Facultad de Artes, Humanidades y Comunicación; Ana Merino, directora de la Cátedra Planeta de Literatura y Sociedad; y Arnau Vilaró, director del Centro de Estudios HUMA.

Uno de los ejes del debate será la convivencia entre la prensa impresa y los formatos digitales y audiovisuales. La apuesta de LA RAZÓN por mantener la edición en papel y una presencia informativa propia en la Comunitat Valenciana invita a reflexionar sobre el valor de la lectura pausada, el análisis y la proximidad informativa en una época dominada por la velocidad de las publicaciones digitales.

La conversación se articulará en torno a cuatro grandes temas: qué significa escribir periodismo hoy; cómo preservar la atención y la credibilidad en un entorno saturado de información; cómo cambia la manera de contar al pasar del texto a la imagen; y qué perfil profesional requiere el periodismo del siglo XXI, con especial atención a la inteligencia artificial, el criterio profesional y la formación.

La desinformación, la presión por captar audiencias, la verificación de los contenidos y la alfabetización mediática serán también cuestiones centrales de un encuentro que pretende abordar tanto las oportunidades que ofrecen las nuevas tecnologías como los desafíos que plantean para la calidad y la confianza en la información.

La celebración de los 25 años de LA RAZÓN en la Comunitat Valenciana se convierte así en una oportunidad para trasladar al ámbito universitario una reflexión sobre el presente y el futuro del periodismo. La colaboración con la VIU y la Cátedra de Cultura Audiovisual, desarrollada junto al Consell de l’Audiovisual de la Comunitat Valenciana, subraya la dimensión educativa del encuentro y la importancia de formar profesionales y ciudadanos capaces de interpretar críticamente los mensajes mediáticos.

Así es el proyecto de 2.000 millones que debía sustituir a los históricos TOA y que Defensa acaba de paralizar

By: Diego · Real
22 October 2026 at 16:30

Uno de los programas más ambiciosos de modernización de las Fuerzas Armadas españolas ha quedado temporalmente bloqueado.

Se trata del Vehículo de Apoyo de Cadenas (VAC), un proyecto valorado en cerca de 2.000 millones de euros que debía renovar una parte importante de los medios acorazados del Ejército de Tierra y sustituir a los veteranos TOA que llevan décadas en servicio.

Según informa El País, el Ministerio de Defensa ha decidido paralizar el inicio del programa después de las diferencias surgidas con el consorcio adjudicatario, Tess Defence, liderado por Indra. La propuesta económica planteada por las empresas habría superado ampliamente las previsiones iniciales del departamento.

El proyecto estaba considerado estratégico por el Ejército de Tierra debido a la antigüedad de muchos de los vehículos que actualmente siguen operativos y que fueron diseñados hace varias décadas.

El blindado llamado a sustituir a los históricos TOA

El objetivo principal del programa VAC era sustituir a los conocidos TOA M-113, vehículos blindados de transporte de tropas que comenzaron a incorporarse hace más de medio siglo y que todavía continúan prestando servicio en numerosas unidades.

Aunque estos vehículos han sido actualizados en varias ocasiones, sus capacidades se encuentran muy alejadas de las exigencias operativas actuales. Por ello, Defensa apostó por una nueva plataforma capaz de ofrecer mayor protección, más movilidad, mejores comunicaciones y una integración completa en los sistemas digitales de combate.

El programa contemplaba distintas versiones especializadas destinadas al transporte de tropas, evacuación sanitaria, apoyo logístico, mando y control o recuperación de vehículos dañados.

No se trataba de una compra menor. Con casi 2.000 millones de euros de presupuesto, el VAC se había convertido en uno de los mayores contratos para la industria militar terrestre española.

Defensa mantiene abiertas las negociaciones

Pese a la paralización, el proyecto no se considera cancelado. Según explica El País, las conversaciones entre el Ministerio de Defensa y el consorcio industrial continúan abiertas y ambas partes siguen trabajando sobre una nueva propuesta presentada durante el pasado mes de septiembre.

Fuentes gubernamentales citadas por el diario aseguran que el objetivo es desbloquear una iniciativa considerada esencial para el futuro de las capacidades terrestres españolas.

El interés de Defensa es evidente. La sustitución de los TOA forma parte de un proceso mucho más amplio que incluye programas como el 8x8 Dragón, nuevos sistemas de defensa aérea y diversos proyectos de digitalización y modernización militar.

Mientras continúan las negociaciones, el futuro del VAC permanece en suspenso. Sin embargo, una cosa parece clara: el Ejército de Tierra necesitará reemplazar tarde o temprano unos vehículos que, pese a su fiabilidad y trayectoria, se acercan al final de su vida operativa.

© Defense

Pronto será una realidad: así será el futuro blindado anfibio para la infantería de marina española

Blindados españoles en Letonia, donde España ha reforzado su presencia por la guerra
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