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Anvisa determina apreensão de lote do suplemento NAC por falsificação
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta quinta-feira (22), a apreensão do lote 11-2025 do suplemento NAC N-Acetil L-Cisteína da marca Lauton Suplementos que é vendido na plataforma online Shopee.
O lote do produto segundo a agência corresponde a todas as unidades com validade para novembro deste ano, e que são vendidos na plataforma de vendas online.
Segundo a Anvisa esses produtos são falsificados, já que não foram encontradas informações sobre a sua fabricante, e desse modo a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o uso dele foram proibidas.
No entanto, a agência não especificou quais vendedores estão com o produto falsificado, e ao acessar a plataforma, vários anúncios do NAC da marca Lauton seguem ativos, e sem informações na descrição sobre o lote em questão e a data de validade do produto que os compradores estão comprando.
O suplemento é conhecido por proteger o organismo dos radicais livres, funcionando como um antioxidante. Além disso, ele pode fortalecer o sistema imunológico e respiratório.
A CNN Brasil tentou contato com a Lauton Suplementos sobre o NAC e com a Shopee sobre a sua política nos anúncios, mas até a publicação desta matéria não recebeu resposta. O espaço segue aberto.
*Sob supervisão de André Rigue
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Anvisa suspende medicamento Fauldleuco por suspeita de partículas no frasco
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou na manhã desta quinta-feira (22) a proibição da venda do medicamento Fauldleuco 10 mg/mL solução injetável vendido em frascos de 30 mL, produzido pela Libbs farmacêutica.
Em resolução publicada no DOI (Diário da União, a agência determinou a interdição cautelar por 90 dias do lote 25D0808 por suspeita de desvio de qualidade relacionado à presença de material particulado.
Isso significa uma possível presença de materiais não dissolvidos da fórmula ou partículas estranhas como borracha, plástico ou vidro dentro do frasco, o que viola além de violar as normas sanitárias pode causar o entupimento de pequenos vasos sanguíneos e reações alérgicas quando injetado nos pacientes.
O Fauldleuco é um medicamento usado para reduzir a toxicidade e como antídoto após tratamentos de quimioterapia, no tratamento de anemia megaloblástica quando a absorção oral não funciona, e ainda no tratamento paleativo de pacientes com carcicoma colorretal.
Em nota, a Libbs Farmacêutica informou que está adotando todas as medidas necessárias em atendimento à determinação da Anvisa, que é preventiva e restrita exclusivamente ao lote mencionado.
A empresa alega que conforme investigação técnica própria, o material particulado observado é da formação de cristais do próprio princípio ativo do medicamento, o folinato de cálcio, o que pode pode acontecer por fatores como variações de temperatura durante o armazenamento.
Além disso, a Libbs orienta que caso a formação dos cristais seja identificado pelos profissionais da saúde, ele não deve ser administrado ao paciente, conforme descrito em bula, e seguirá acompanhando a investigação junto à Anvisa e às demais autoridades competentes.
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Empoderadas: del “no es nada” a investigar tu propio tumor
Belén Carreño, la periodista que escribe en este diario el boletín Inteligencia económica, publicó la semana pasada un artículo de opinión sobre un tema muy distinto a los que suele tratar: su vida sufriendo una adenomiosis dolorosísima, desde una primera regla incapacitante hasta el diagnóstico tardío de este tipo de endometriosis. La frase que más ha escuchado y que articula su relato de terror es “no es nada”. Las redes sociales, escribe, se volvieron su ventana a la enfermedad, informándola. Ahora consigue manejar el dolor de su cuerpo gracias a una red de profesionales privados que le ayudan a ello. No es la única. “Es un infierno. Yo dedico casi 500 euros al mes a mantenerme en pie y seguir trabajando. Hoy he tenido que pedir presupuesto en una clínica privada porque me han desaparecido las citas que tenía en la pública”, le responde en X Aida dos Santos, último Premio Nacional de Ensayo por Hijas del hormigón. La Vecina Rubia, una autora y personalidad digital, inspiró a Carreño a hablar en público tras contar a casi un millón de seguidores de X y tres millones en Instagram que había perdido su útero y diez años de vida “soportando que ginecólogos y ginecólogas normalizasen mi dolor y el resto de síntomas”.
