Petróleo ultrapassa os 114 dólares. É o valor mais alto desde maio


A prata atingiu durante a sessão de quinta-feira 22 de outubro um mínimo de novembro de 2025, quando negociou nos 54,17 dólares, tendo por base os dados do Investing. Atualmente o metal desvaloriza mais de 24% desde o início do ano e desceu mais de 15% no último mês.
O mínimo da prata veio também acompanhado de um mínimo de três meses do ouro quando o metal negociou perto dos quatro mil dólares por onça durante a sessão de 22 de outubro.
“Os preços do ouro não beneficiaram da queda acentuada das ações [na quinta-feira 22 de outubro] e da redução significativa dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (EUA), com o rendimento do título a 10 anos a cair abaixo dos 5%”, referiram os analistas da ING, numa nota transcrita pelo Investing. “O mercado do ouro parece mais focado nos preços mais elevados do petróleo e no que isso pode significar para a inflação — e, em última análise, para a política dos bancos centrais”, acrescentaram.
O ouro atingiu um mínimo de três meses durante a sessão de quinta-feira 22 de outubro quando negociava nos 4.013 dólares por onça. O metal já caiu mais de 7% desde o início do ano e no último mês desceu mais de 6%.
“Os preços do ouro não beneficiaram da queda acentuada das ações [na quinta-feira 22 de outubro] e da redução significativa dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (EUA), com o rendimento do título a 10 anos a cair abaixo dos 5%”, referiram os analistas da ING, numa nota transcrita pelo Investing. “O mercado do ouro parece mais focado nos preços mais elevados do petróleo e no que isso pode significar para a inflação — e, em última análise, para a política dos bancos centrais”, acrescentaram.
Na sessão de quinta-feira 22 de outubro vários índices bolsistas fecharam o dia com quedas. No caso dos índices norte-americanos o Nasdaq desvalorizou mais de 2,5% enquanto que o S&P 500 caiu 1,21%. O Dow Jones fechou no verde com um avanço de 0,02%. Nas bolsas europeias o índice português (PSI) desceu 1,46%. Destaca-se ainda a queda de 1,07% do DAX (Alemanha), da quebra de 2,54% do FTSE MIB (Itália), da quebra de 2,12% do IBEX 35 (Espanha), e a descida de 1,39% do CAC 40 (França).