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Tensões com Trump “não são pessoais”, diz Zelensky à CNN

Após uma ruptura amarga com Donald Trump ter deixado muitos na Ucrânia temendo que o presidente dos EUA tivesse se alinhado novamente à Rússia, o presidente Volodymyr Zelensky abordou a disputa de frente: não há nada de pessoal entre mim e Trump, disse ele à CNN, mas se aproximar de Vladimir Putin só iria “torná-lo mais forte”.

Os laços entre os EUA e a Ucrânia se deterioraram gravemente nas últimas semanas.

Zelensky disse que Trump estava “do lado errado da história” após ele anunciar um acordo para comprar combustível russo, desfazendo os esforços internacionais para isolar a Rússia. Trump então suspendeu algumas sanções contra a Rússia, gerando críticas até mesmo de seu próprio partido. As forças da Ucrânia viram seu acesso ao serviço Starlink, administrado por Elon Musk, ser restringido.

Falando à CNN a partir de Kyiv na quinta-feira, Zelensky adotou um tom conciliatório, dizendo que as tensões “não eram sobre personalidades” — mas advertiu que Putin não tinha intenção de parar a guerra.

“Minha atitude em relação a Putin é muito clara. Acho que se levantarmos as sanções, vamos torná-lo mais forte. Não é algo pessoal entre mim e o presidente Trump, e é claro que sou contra qualquer levantamento de sanções.”

Zelensky falou à CNN em meio a uma renovada pressão diplomática dos enviados de Trump para encontrar uma resolução para o conflito de quatro anos e meio.

Na quarta-feira, o enviado especial dos EUA Steve Witkoff passou três horas conversando com o presidente russo Vladimir Putin em São Petersburgo, descrevendo-o de forma controversa como um “humanitário” por sua decisão de libertar o prisioneiro americano Stephen Hubbard, de 74 anos. Witkoff havia se reunido com Zelensky na Noruega um dia antes.

Trump insistiu na quarta-feira que apertar as sanções contra a Rússia teria significado que Hubbard permaneceria preso. “Você poderia se esquecer dele, nunca o veria de novo, ele voltaria para a prisão por 25 anos”, disse ele em resposta a uma pergunta da jornalista da CNN Kaitlin Collins.

Ele acrescentou que sanções mais rígidas colocariam em risco as chances de um acordo sobre a Ucrânia: “Quando você está perto de um acordo e tem negociações delicadas, você não impõe sanções.”

Putin “joga” com vidas

Zelensky disse que sua reunião na capital norueguesa Oslo foi produtiva, mas que não estava convencido do compromisso de Putin com a paz. Após a visita de Witkoff, Putin concordou com conversações em novembro, sem fornecer muitos detalhes concretos.

“Putin está jogando, sabe, ele é um jogador”, disse Zelensky.

“É uma pena porque ele joga com a vida de outras pessoas, e claro que ele não quer (parar a guerra). Então o que queremos de nossos parceiros (é) não dar a ele a possibilidade de ficar mais forte e nos destruir.”

Trump disse na quarta-feira que seu governo está “mais próximo do que nunca” de resolver a guerra na Ucrânia — apenas para a Rússia lançar centenas de drones e mísseis balísticos contra seu vizinho durante a noite.

Até agora, Putin também manteve suas exigências maximalistas em relação à Ucrânia — incluindo território. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse a repórteres na quarta-feira que “a disputa agora está realmente concentrada no que acontece com o restante do Donbas”, a região leste da Ucrânia que está majoritariamente sob controle russo. Ele disse que “surgiram algumas ideias criativas sobre como resolver essa diferença.”

Congelar as linhas de frente?

Em entrevista à CNN, Zelensky aludiu à possibilidade de congelar as atuais linhas de frente para “cessar-fogo, parar com as mortes, sentar e conversar.” No entanto, ele deixou claro que a ideia de a Ucrânia ceder seu território à Rússia é inaceitável.

“Nossa terra é muito importante porque é sobre pessoas. Não é sobre quilômetros”, disse ele. “Muitas pessoas morreram defendendo esta terra, defendendo nossa independência, nosso país.”

“Ninguém vai reconhecer esses territórios, que estão temporariamente ocupados, como territórios russos, e acho que a Rússia entende isso. É uma pena se alguém não entende, mas isso é problema deles”, acrescentou o presidente ucraniano.

Houve alguns sinais de distensão após Kiev acusar os EUA de limitar o compartilhamento de inteligência sobre mísseis russos em aproximação, de retardar os serviços vitais do Starlink e de atrasar o fornecimento de armas.

Zelensky disse no início desta semana que o compartilhamento de inteligência foi restabelecido, mas afirmou à CNN que o Starshield, o serviço militar da SpaceX, ainda não foi totalmente restaurado.

Mas a escassez crítica de mísseis interceptores da Ucrânia significa que, mesmo que suas forças militares recebam agora um alerta sobre um míssil balístico russo se aproximando, não há nada para abatê-lo.

Zelensky também disse à CNN na quinta-feira que, embora os aliados europeus da Ucrânia tenham fornecido alguns mísseis de defesa aérea ao país, “não é suficiente para nos defendermos”.

A Ucrânia, disse Zelensky, precisa agora principalmente de duas coisas de seus aliados: “Não levantar as sanções contra Putin… (e) nos dar mísseis melhores”.

Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia

 

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Petróleo atinge máxima de cinco meses com novas tensões no Oriente Médio

Os preços do petróleo Brent subiram nesta quinta-feira (22) ao maior nível desde maio, depois que novos ataques dos houthis na Arábia Saudita aumentaram as preocupações com uma escalada do conflito no Oriente Médio e novas interrupções no fornecimento de petróleo bruto da principal região exportadora mundial.

Os contratos futuros do petróleo Brent avançavam US$ 3,19, ou 2,9%, para US$ 112,01 por barril. Mais cedo, chegaram a US$ 112,68 por barril, o maior valor desde 18 de maio.

 

 

O petróleo WTI (West Texas Intermediate), dos Estados Unidos, subia US$ 2,41, ou 2,5%, para US$ 99,56 por barril, após atingir US$ 100,09 mais cedo.

“Relatos de que as exportações de petróleo bruto do Oriente Médio superaram os níveis anteriores ao conflito são mais do que compensados pelos ataques a navios no Estreito de Ormuz e pelos ataques dos houthis à Arábia Saudita e à sua infraestrutura petrolífera”, afirmou Tamas Varga, analista da PVM Oil.

“Não se espera uma redução das tensões até as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos, o que deve manter os preços do petróleo elevados.”

Analistas do Morgan Stanley estimaram, em relatório, que as exportações de petróleo bruto do Oriente Médio ficaram em cerca de 17 milhões de barris por dia na semana passada.

A gigante petrolífera Saudi Aramco instruiu funcionários a evacuarem sua sede em Dhahran e a trabalharem remotamente, disseram nesta quinta-feira seis pessoas familiarizadas com o assunto.

O Departamento de Estado dos EUA ordenou que alguns diplomatas e familiares deixassem suas missões na Arábia Saudita e planeja retirar familiares de diversas outras representações americanas no Oriente Médio, disseram autoridades dos Estados Unidos à Reuters.

As decisões foram tomadas após os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, atacarem diversos alvos na Arábia Saudita na quarta-feira. Pelo menos uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas em um aeroporto civil em Dammam.

Duas pessoas também morreram em um ataque com drones contra um campo petrolífero saudita.

Explosões também foram ouvidas em Sirik, no sul do Irã, informou a imprensa iraniana na quarta-feira, acrescentando que a natureza e a origem das detonações eram desconhecidas.

As interrupções no fornecimento continuaram afetando os estoques globais.

A Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou nesta quinta-feira que quatro embarcações envolvidas em transferências ilegais de petróleo no norte do Golfo foram atingidas simultaneamente e pegaram fogo após serem rastreadas por suas forças na quarta-feira.

A Guarda Revolucionária acrescentou que outras três embarcações colidiram com minas a oeste do Estreito de Ormuz.

Enquanto isso, uma válvula de um oleoduto que liga os campos petrolíferos de Hamada e Tahara, na Líbia, ao porto de Zawiya foi fechada, reduzindo a produção nos dois campos, disse à Reuters o presidente da Companhia Nacional de Petróleo da Líbia.

Em uma tentativa de conter os preços, que dispararam em meio à escassez de diesel provocada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã e pela guerra entre Rússia e Ucrânia, o governo Trump está oferecendo emprestar quase um terço das reservas emergenciais americanas de óleo para aquecimento, que totalizam 1 milhão de barris.

O Parlamento Europeu também votou a favor de adiar por três anos a aplicação das regras da União Europeia sobre emissões de metano para importações de petróleo e gás, após pressão de governos como os da França e dos Estados Unidos.

Petróleo, café e aeronaves: veja itens mais exportados pelo Brasil aos EUA

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Onde Estamos

Sempre existiram sem-abrigo. As razões são variadas; uma grande parte sofre de perturbações mentais, o que os leva a evitar a sociedade e as suas regras.

A redução de financiamento dos cuidados de saúde mental subsidiados contribuiu certamente para estes números. Sem dúvida, o nosso sistema económico foi sempre um dos grandes responsáveis pelo sem-abriguismo. O próprio sistema gera tanto pobreza como riqueza.

Como todos estamos a testemunhar, as pessoas saíram à rua em Paris, Lisboa e Barcelona para exigir o direito a uma habitação digna e acessível, protestando contra os preços de arrendamento especulativos, orientados maioritariamente para a indústria do turismo. Em Lisboa e no Porto, os manifestantes têm vindo a armar tendas nas praças principais para vincar a sua posição. Os estudantes estão a ser especialmente afetados. Ambas as principais cidades tornaram-se completamente incomportáveis, e outras estão a seguir-lhes o caminho. Os jovens estão revoltados por todo o lado e já era sem tempo. Surpreendentemente, a nossa polícia respondeu com violência no primeiro dia; as imagens perturbadoras faziam parecer que tudo acontecia noutro país. Felizmente, isso não os demoveu; os acampamentos e os cânticos continuam. O nosso atual governo conservador parece estar em negação, desvalorizando os protestos, com o Primeiro-Ministro até a chamar-lhes “egoístas”.

Em França, os protestos parecem assumir sempre um tom quase bélico. Os franceses estão fartos e demonstram-no. Os lamentáveis saques e incêndios já são marcas registadas de um povo que exige ação imediata. Sem dúvida que há muitos envolvidos apenas pela oportunidade de deitar a mão a coisas grátis, enquanto outros participam para descarregar as suas frustrações em montras de vidro e veículos estacionados.

Em Barcelona, milhares de pessoas saíram à rua para impedir que um senhorio despejasse uma senhora idosa do apartamento onde vivia há décadas. Ela foi despejada na mesma, acabando por morrer num par de dias depois. É evidente que isto não é sobre saques. As pessoas estão a ser levadas ao seu limite.

Em Toronto, os residentes sentem o aperto do imobiliário há mais tempo. Os preços das casas e das rendas subiram para níveis inacreditáveis nos últimos 20 anos. Viver e trabalhar perto de uma grande cidade exige mais sacrifícios do que nunca, e a situação continua a piorar. Há hoje muitas pessoas que, mesmo com todo o esforço que conseguem fazer, simplesmente não se orientam. É exatamente assim que as coisas estão para muitas pessoas aqui na Europa também.

Tudo isto me leva a perguntar como chegámos até aqui. Não fomos nós que fizemos isto a nós próprios, porque não somos nós que estamos ao volante. Todos os políticos, todos os atores corporativos que sempre afirmaram agir no nosso melhor interesse, trouxeram-nos até aqui. É a única explicação. Aconteceu em todos os países do mundo ocidental. Países com governos e culturas diferentes acabam, com poucas exceções, com os mesmos problemas sociais. Não é coincidência, é intencional.

Para a maioria das pessoas, viver exige esforço, mas muitos dos que estão vivos hoje lembram-se de conseguir pagar muitas coisas no passado que agora estão fora do seu alcance e fora do alcance da geração seguinte. Foi para aqui que fomos encaminhados, sem qualquer culpa nossa, a não ser pela confiança cega naqueles que deveriam ter os nossos melhores interesses em primeiro lugar. Que grande treta.

Fiquem bem,

Raul Freitas/MS

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Siderurgia, metalurgia e mineração arrematam 320 mil m³/dia de gás da União

Os setores siderúrgico, metalúrgico e de mineração arremataram todos os lotes ofertados no primeiro leilão de gás natural da União, realizado nesta quinta-feira (22), em São Paulo.

O volume adquirido corresponde a 320 mil metros cúbicos por dia.

Os lotes ficaram com a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), Gerdau, Samarco Mineração, Ternium e Vale.

A etapa destinada aos três segmentos ofertou 32 lotes, equivalentes a 320 mil metros cúbicos diários. Foi a segunda maior cota da primeira rodada, atrás apenas do grupo químico e petroquímico, que contou com 350 mil metros cúbicos por dia.

O adicional médio ponderado das ofertas vencedoras do segmento ficou em US$ 2,30 por milhão de BTU. O preço dos contratos será calculado mensalmente com base em 115% da média das cotações de referência do Henry Hub no mês anterior ao fornecimento, acrescidos do adicional de cada oferta vencedora e convertidos em reais pela taxa de câmbio prevista no edital.

Os tributos e os custos necessários para levar o gás até as fábricas serão incorporados ao custo de aquisição. A entrega pela PPSA ocorrerá na saída da unidade de tratamento da Petrobras em Itaboraí, no Rio de Janeiro, e a logística a partir desse ponto será de responsabilidade dos compradores.

Organizado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo), o leilão ofertou 1,1 milhão de metros cúbicos por dia para cinco grupos industriais, com fornecimento previsto entre março e dezembro de 2027. Na primeira rodada, cada grupo econômico podia adquirir até 16 lotes, equivalentes a 160 mil metros cúbicos diários.

“Estamos colocando o pré-sal a serviço da indústria brasileira”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A iniciativa tem como objetivo ampliar a oferta e reduzir o custo do combustível para a indústria nacional.

Antes da disputa, o presidente da PPSA, Luís Fernando Paroli, estimou à CNN que o combustível poderia chegar à indústria por cerca de US$ 9 por milhão de BTU, incluindo impostos, transporte e distribuição.

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Time proves those who saved TAP right: the merit of Pedro Nuno Santos

The Council of Ministers’ recent decision to select the Lufthansa Group for the acquisition of a stake of up to 49.9% in TAP’s capital for 1.2 billion euros is not merely an excellent financial deal; it is clear proof of the success of the restructuring plan designed in the past and the recognition of Pedro Nuno Santos’s unequivocal merit.

As we well remember, this sale to the German giant was only made possible because there was the political courage to rescue and save the airline when its survival was severely threatened. Looking back, the actions of the previous government led by António Costa were consistently guided by a stance of responsibility, acceptance of consequences, and defense of the public interest, standing in stark contrast to the legacy and completely flawed approach of the PSD. When the Inspectorate-General of Finance concluded that Alexandra Reis’s severance agreement was invalid, the Socialist executive’s response was immediate, rigorous, and transparent. The government acted correctly by demanding the return of the compensation and removing the company’s leadership, whose roles were manifestly compromised by severe management failings. Contrary to what the opposition attempted to project onto public opinion, political accountability occurred in due time, materialized in the resignation of government officials from both the Infrastructure and Finance Ministries. The PS demonstrated that it does not waver when it comes to safeguarding public funds and respecting institutions.

The choice of Luís Silva Rodrigues to assume the leadership of TAP was a wise move of undeniable merit. Coming from a track record of excellence at SATA, where he proved his management capabilities in complex island environments, the executive brought to TAP the technical competence and operational composure the company so desperately needed. His tenure proved that stability and financial rigor, including common sense regarding top executive salaries, are the only path to restoring confidence among markets, clients, and the Portuguese people, who were the legitimate investors in the airline’s restructuring plan.

To understand TAP’s present, it is imperative to remember its past. The PSD government designed a ruinous privatization process, where an attempt was made to purchase the company using the airline’s own money through questionable capitalization schemes. It was the PS, largely thanks to the merit of Pedro Nuno Santos, that stabilized the company and secured a deep restructuring whose positive impact is reflected today in the fleet’s modernization and the strength of its routes. It is this modern fleet and this highly attractive route network, especially its leadership in the transatlantic market and connections to South America, that today lead Lufthansa to describe TAP as an “unmissable opportunity” for European consolidation.

Today, time completely proves Pedro Nuno Santos’s stance right. The current outcome of the deal, won by Lufthansa after a fierce competition, is the definitive validation that the billions injected were a strategic and profitable investment for Portugal, not a waste. The current Prime Minister’s evident discomfort when announcing these impressive figures only demonstrates that the right-wing narrative has collapsed in the face of reality.

TAP needs time, rigorous management, and stability to fulfill its strategic role in the national economy and in connecting with the Diaspora. Accountability was taken, management was professionalized, and the country now recognizes that the value generated by TAP is the direct fruit of Pedro Nuno Santos’s resilient vision and merit.

Vitor M. Silva/MS

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Debutante escolhe o próprio cachorro como príncipe em festa de 15 anos, e vídeo viraliza: 'Eu quis que fosse surpresa'


Ter uma festa de 15 anos é, para muitas meninas, a realização de um grande sonho. Com Joana Abella, não foi diferente. Mas um detalhe tornou a celebração da debutante, neste mês, especial: a escolha de seu príncipe. Para a dança, a jovem escolheu Luke, seu cachorro. O registro do momento viralizou nas redes sociais, e O GLOBO foi atrás para descobrir a história por trás da decisão. Deolane Bezerra diz ter sofrido ameaça de morte e intolerância religiosa na prisão, relata irmã da influenciadora Dragão gigante formado por mais de 10 mil drones bate recorde mundial nos EUA; entenda Veja o vídeo: Debutante viraliza ao ter seu cachorro como ‘príncipe’ em festa de 15 anos A justificativa para a escolha de seu "príncipe" é muito simples: o amor que ela sente pelo cachorrinho, de dois anos. Joana e Luke, inclusive, fazem juntos as "dancinhas" do TikTok, o que aumentou ainda mais a vontade da debutante de tê-lo como par na dança. — Ele é muito bonzinho, carinhoso e deixa a gente pegar no colo para dançar. Eu sempre gravei aquelas dancinhas de TikTok com ele, porque ele é incrível, né? Ele é muito expressivo, faz umas caras que, meu Deus! Eu tinha pensado há muito tempo em dançar com ele na minha festa. A identidade do príncipe da cerimônia foi mantida em sigilo por Joana. Suas amigas, inclusive, questionavam a jovem sobre quem ela escolheria para a dança. Quando Luke foi revelado, a surpresa "tomou conta" do salão. — Eu quis que fosse surpresa, porque foi um impacto, foi uma coisa que ninguém imaginava. Foi um nervoso para descobrir quem era o príncipe. Quando ele desceu a escada, foi lindo, todo mundo riu, todo mundo achou incrível, muita gente gritou e até chorou. Foi muito legal. O vídeo da dança, publicado nas redes sociais, soma quase 400 mil curtidas e 90 mil compartilhamentos. Joana diz que nunca imaginou tanta repercussão e que ficou "chocada". Apesar da surpresa, afirma estar muito feliz com a repercussão. Mãe da aniversariante, a empresária Li Fernandes comentou a alegria de ver a filha vivendo aquele momento definido como inesquecível. — Eu acho que essa é a maior herança que a gente deixa pros nossos filhos: as memórias, o conhecimento e os momentos felizes. Então, eu invisto muito nisso na Joana, em dar uma educação de qualidade, deixar registros de memórias e bons valores pra ela. Foi tudo muito mágico, foi um dia muito feliz pra Joana e pro Luke, que adora ser "o bonito". Sobre agora ter um cachorro "famoso", Li conta que os vizinhos do condomínio pedem até para tirar fotos com Luke. Ela já pensa, inclusive, em fazer um carimbo com a patinha do animal para que ele dê autógrafos. Os preparativos para a dança Para a dança, o maior desafio, segundo Joana, foi treinar a descida da escada do salão. Para acertar os movimentos, ela e Luke ensaiaram na escada do condomínio. O maior medo era que o cachorrinho "travasse" na hora da apresentação. Os passos também foram ensaiados com a ajuda de uma coreógrafa, em um centro cultural do bairro onde moram. Luke descendo as escadas do salão de festas Reprodução Outra curiosidade é o visual do cachorrinho. Joana e a mãe revelaram que Luke ficou cinco meses sem tosar para manter uma "juba" característica da Fera, personagem de "A Bela e a Fera". Já a roupinha foi comprada pela internet, após um período de buscas.
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WAS THE BURGLARY OF VENTURA’S OFFICE ACTUALLY REAL?

The matter has been treated with utmost seriousness. There was allegedly a burglary at an office belonging to a member of parliament—André Ventura, leader of Chega—and the Judicial Police (Polícia Judiciária – PJ) are investigating. Even the PJ’s Counterterrorism Unit has been brought in. The matter is serious, therefore. It is unthinkable for the office of a political leader, any MP, or parliamentary staff member to be targeted by intruders, burglarized, spied upon, or vandalized.

What is curious is that all those who have spoken with restraint regarding the alleged burglary cannot hide the underlying suspicion that the whole thing might be nothing more than another theatrical stunt. Now, however, it is the Judicial Police themselves who are not ruling out that hypothesis, as revealed by Sábado magazine. But prudence dictates that, until there is concrete evidence, it is best not to make hasty claims.

The truth is that this case is strange. It is one of two things: either the intruder was careless and prone to disorder, or they deliberately wanted to draw attention, as papers and other items were strewn everywhere. If the objective was to steal allegedly sensitive documents compromising the Prime Minister and the Minister of Internal Administration, as Ventura claimed, there was no need to throw everything onto the floor, scattering paperwork across the room, and even opening the photocopier’s paper tray.

Curiously, the prospective vandal must have suffered a crisis of conscience because, in the middle of the mess, they chose to leave a personal message of respect and religious devotion—carefully placing a crucifix attached to the picture frame containing a photograph of Our Lady. Naturally, such meticulous care amidst the chaos of scattered papers makes the entire scene seem highly implausible.

Resembling this act of alleged office vandalism is that unique moment on stage during Ventura’s presidential campaign, when he addressed the crowd covered in bandages shortly after leaving the hospital due to gastric reflux. The photo posted to social media remains legendary: the leader bedridden in a hospital gown, with a dull gaze and a thumbs-up, social-media-style.

Much like Trump said when he was grazed by a bullet, Ventura also claimed that divine intervention spared him for his crusades—even if, in those crusades, he distinguishes himself primarily by spreading hatred against immigrants. Once on stage, he feels a sudden sharp pain, as if something were coming over him, places his hand on his chest (the stomach is further down), and doubles over with a faint look of suffering, only to quickly compose himself and reassure his acolytes. Everything is fine!

Therefore, this could simply be another theatrical scene, convenient for leaving a mark to echo throughout the summer break. What is also strange is that neither Ventura nor any MP or party official is talking about the matter; whenever there is a crime story, they never tire of denouncing it, yet now everyone remains silent when they themselves are burglarized in the sacred House of Democracy. They do not even express indignation at the fact that the Judicial Police admit there may have been a staged setup.

Let us see where this leads. For now, according to press reports, the Judicial Police—in their own peculiar way of communicating—have floated the idea that everything might just be a staged performance. This would hardly be surprising, as André Ventura operates as if he were perpetually on stage, fulfilling his role as a great actor, though many also view him as a master charlatan.

However, unlike what is customary with Ventura and his followers, one should not jump to conclusions or drop malicious insinuations, even if it is the Judicial Police themselves floating the hypothesis of a staged event. Let us await the conclusions of the investigations so we can judge whether the episode starring Ventura should be taken seriously and, above all, what will happen next.

Paulo Pisco – Director of the PS Department of Communities

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Saudi Aramco orienta funcionários a saírem de sede na Arábia Saudita

A Saudi Aramco, estatal petrolífera da Arábia Saudita, orientou seus funcionários a se retirarem da sede da empresa em Dhahran e a trabalharem remotamente, informaram seis pessoas a par do assunto nesta quinta-feira (22) — um dia após duas pessoas morrerem em um ataque a um aeroporto nas proximidades.

Essa medida marca a primeira vez que a Aramco solicita a retirada de sua sede desde o início do conflito envolvendo o Irã.

A Aramco não respondeu prontamente a um pedido de comentário.

O grupo Houthi, do Iêmen — alinhado ao Irã —, causou danos extensos à sede da empresa no início deste mês ao atingir o edifício, provocando um incêndio que se espalhou por vários andares, relataram à agência de notícias Reuters três pessoas com conhecimento direto da situação.

O local abriga um centro de operações que auxilia a maior empresa de petróleo do mundo a supervisionar plataformas de petróleo (em terra e no mar), refinarias, terminais de exportação e milhares de quilômetros de oleodutos e gasodutos.

Não ficou claro qual foi o motivo específico da retirada.

Duas pessoas morreram e oito ficaram feridas em um ataque ao Aeroporto Internacional Rei Fahd, em Dammam — polo petrolífero na região leste da Arábia Saudita —, na noite de quarta-feira (21), informou a Autoridade Geral de Aviação Civil do país nesta quinta-feira.

Em um episódio separado, duas pessoas morreram na quarta-feira após as defesas aéreas sauditas interceptarem um drone que tentava atingir uma instalação no campo petrolífero de Shaybah, pertencente à Aramco e localizado a centenas de quilômetros a sudeste, informou o Ministério de Energia.

A Arábia Saudita tem respondido aos ataques dos Houthis com uma série de investidas contra locais de lançamento de mísseis, reafirmando seu compromisso de proteger o reino; o país afirma, ainda, ter interceptado diversos mísseis balísticos disparados pelo grupo.

O reino tem buscado um apoio mais amplo de seus aliados para a campanha contra os Houthis, visando conter os ataques com mísseis e drones realizados pelo grupo.

Washington — principal aliado da Arábia Saudita e, há muito tempo, garantidor de sua segurança — tem, até o momento, resistido aos esforços sauditas para envolver os Estados Unidos diretamente na guerra contra os Houthis.

O Departamento de Estado dos EUA determinou que alguns diplomatas e seus familiares deixassem as missões diplomáticas no país, além de planejar a retirada de familiares de funcionários lotados em outras missões americanas na região, informaram autoridades dos EUA à agência de notícias Reuters na quarta-feira.

Washington havia levado de volta parte de seu pessoal diplomático à região nos últimos meses, após a retirada de muitos deles quando Teerã lançou ataques contra instalações dos EUA — episódios ocorridos depois do início da guerra entre EUA e Israel contra o Irã, no final de fevereiro.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

 

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Emma Lazarus and her Portuguese roots: from Sephardic memory to the Statue of Liberty

Emma Lazarus (1849-1887). DR

In the history of relations between Portugal and the United States of America—marked by more than two centuries of diplomatic friendship and strong human ties—the figure of Emma Lazarus (1849–1887) stands out. A celebrated American poet of Portuguese Jewish-Sephardic descent, she is the author of the poem The New Colossus, inscribed on a bronze plaque inside the pedestal of the Statue of Liberty, one of the greatest universal symbols of freedom, hope, and welcome.

Emma Lazarus was born on July 22, 1849, in New York, into a Jewish family of Sephardic descent linked to the history of the Jews of Portugal and Spain. The expulsion of the Jews from Spain in 1492, followed by the decrees enacted in Portugal starting in 1496 and the forced conversions of 1497, gave rise to successive waves of exile. Their descendants settled in different countries, preserving memories, traditions, and ties to the Iberian Peninsula.

In 1883, Emma Lazarus wrote The New Colossus at the request of William Maxwell Evarts as part of a fundraising effort for the construction of the Statue of Liberty’s pedestal. Dedicated on October 28, 1886, the monument—a gift from France to the United States—acquired a meaning that transcended the celebration of political liberty, due in part to the poem, coming to represent the hope of immigrants and refugees as well. Emma Lazarus passed away in 1887, and her verses were only inscribed on a bronze plaque inside the pedestal in 1903.

Long before, in the 17th century, the history of Portuguese Sephardic Jews had already intersected with the formation of Jewish communities in North America. During the Dutch rule over parts of northeastern Brazil, Recife welcomed a Jewish community that enjoyed greater religious freedom. Following the Portuguese reconquest of the region in 1654, and fearing inquisitorial persecution, a group of Jews sought refuge in New Amsterdam, then a Dutch colony on Manhattan Island, laying the foundation for a lasting Jewish presence in the city that would later be named New York.

The Shearith Israel Congregation, of Sephardic tradition and historically known as the Spanish and Portuguese Synagogue, became one of the central institutions of this community. Its history bears witness to the importance of Jews of Iberian origin in the religious, economic, and cultural life of North America.

Among the families illustrating this heritage is the Mendes Seixas family. Isaac Mendes Seixas, born in Lisbon in the early 18th century, was the great-great-great-grandfather of Emma Lazarus. Established in North America, the family played a prominent role in the religious, economic, and civic life of the Jewish communities. Among his descendants, Moses Mendes Seixas stood out as a leader of the Jewish community in Newport, Rhode Island, who, in 1790, addressed a letter to George Washington on the occasion of the President’s visit to the city. In his reply, Washington reaffirmed the principles of religious freedom and civic equality, providing a significant testament to the ideals of the new American republic.

Emma Lazarus’s Portuguese Sephardic ancestry is part of this journey of exile, reconstruction, and civic participation. Her work, however, was not limited to evoking family origins. Sensitive to the plight of persecuted Jews in Europe, the poet became actively involved in supporting immigrants in New York—an experience that contributed to the humanistic dimension of her thought.

In her famous sonnet, the Statue of Liberty ceases to be merely a monument to national greatness. Emma Lazarus transforms her into the “Mother of Exiles,” a figure raising her torch to welcome those arriving from distant lands, tired of persecution, poverty, and oppression. The lines “Give me your tired, your poor, / Your huddled masses yearning to breathe free” have become one of the most recognizable expressions of the ideal of welcome associated with the United States.

This message remains relevant today in a world marked by wars, forced displacement, and debates surrounding immigration. History demonstrates that freedom is not exhausted by the proclamation of principles; it also demands respect for human dignity, the protection of the persecuted, and the capacity to welcome those seeking to rebuild their lives.

The Portuguese diaspora is likewise part of this story. Today, approximately 1.5 million people in the United States identify as having Portuguese ancestry, according to estimates based on census data. Over generations, Portuguese immigrants and their descendants have contributed to the economic, social, and cultural life of the country, preserving their ties to Portugal and building bridges across both sides of the Atlantic.

The story of Emma Lazarus reminds us that national identities are also built through family journeys that cross borders. Her Portuguese Sephardic roots link the memory of the Iberian Peninsula to the history of the United States and the universal experience of diaspora.

The torch that illuminates the entrance to New York Harbor thus remains a symbol of a story that also passes through Portugal—a story of exile and hope, memory and integration, which continues to resonate with the Portuguese diaspora and the contemporary world.

Daniel Bastos/MS

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Real Madrid pede renúncia de Tebas após comparação com propaganda nazista

O Conselho Nacional de Esportes (CSD, na sigla em espanhol) encaminhou Javier Tebas, presidente de LaLiga, ao tribunal esportivo da Espanha após o dirigente comparar a estratégia de comunicação do Real Madrid à propaganda nazista.

O CSD pediu que o tribunal avalie se as declarações de Tebas podem ter violado as normas que protegem a dignidade e o decoro no esporte.

Tebas fez os comentários na sexta-feira (16), nas redes sociais. Em resposta, o Real Madrid publicou um comunicado exigindo a renúncia imediata do dirigente, de 64 anos.

O presidente de LaLiga afirmou que não estava comparando a ideologia do Real Madrid ou de sua torcida à do Partido Nazista, mas apenas as técnicas de propaganda utilizadas pelo clube. Na quinta-feira (22), o CSD informou que havia encaminhado o caso ao tribunal esportivo.

CSD avalia possível infração de Javier Tebas

O CSD solicitou ao tribunal esportivo que avalie se as declarações de Tebas configuram uma “possível violação do artigo 76.4.b da Lei 10/1990, do Esporte”, que classifica como infrações graves os “atos notórios e públicos que atentem contra a dignidade ou o decoro esportivo”.

As sanções previstas para esse tipo de infração incluem advertências, multas ou até mesmo suspensão. Procurada para comentar o caso, LaLiga não respondeu imediatamente ao pedido de manifestação.

Mourinho toma decisão sobre o futuro de Endrick no Real Madrid

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Danger is just a click away

Parental Controls IPhone
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Grooming, financial sextortion, and organized predatory networks represent the primary digital threats facing youth today. The Toronto Police Service explains how offenders operate, what families should do within the first few hours, and where to seek help.

A single smartphone, a messaging app, or an online game is all it takes for danger to enter the home unannounced. This is the reality. In fact, in responses provided to our newspaper, the Toronto Police Service (TPS) paints a troubling picture of the crimes targeting children and adolescents in the digital realm.

Cindy Chung
Cindy Chung (DR)

Cindy Chung, media relations officer for the TPS, leaves no room for doubt regarding the primary threat. “The most prevalent digital threats facing children and teenagers currently involve Internet Child Sexual Exploitation (ICSE), which encompasses child luring, exploitation material, and financial sexual extortion,” she explains.

Added to these crimes is a more recent phenomenon that has prompted warnings from law enforcement. “Police have warned of emerging predatory networks, such as ‘The Com,’ that actively target youth online to coerce them into severe real-world harms,” the spokesperson notes.

The method used by offenders follows a repeated pattern. According to police, “offenders frequently operate across popular messaging apps and gaming networks.” These are precisely the digital spaces where young people spend much of their free time.

The first step is gaining the victim’s trust. “Predators often use fake profiles to pose as teenagers to build rapid trust,” describes Cindy Chung. From there, situation can escalate very quickly: the offender “coerces the minor into sending explicit images or videos and immediately pivots to blackmail.” This is the core mechanism of “sextortion.” The obtained images are weaponized to extort money or additional explicit content from the victim under the threat of exposure to family, friends, or schoolmates.

One of the most striking findings is the profile of the preferred targets for this type of crime. “Financial sextortion groups heavily target young males,” states the police representative. Explaining why, she notes that these groups “exploit the fear and reluctance these boys have to speak out about what is happening to them.” Shame and silence thus become the perpetrators’ greatest allies. A teenager who feels humiliated and fears parental reaction tends to hide the problem, giving blackmailers more time and leverage over the victim.

Nevertheless, police emphasize that the risk is not confined to boys. “It is important to note that both boys and girls can be victims,” Chung cautions.

What, then, should a parent do if they discover their child is being blackmailed or harassed online? The police response is clear and begins with severing communication: the first step is to “stop all communication with the offender immediately.”

Next, preserving evidence that could help identify the offender is essential. Police advise parents to “safely save all evidence by copying the text URL, account handles, and platform names.”

Finally, Cindy Chung stresses that emotional support from parents is just as crucial as practical measures. Parents should “reassure your child that they are the victim,” and “seek immediate support from the police or a trusted resource.” Youth often feel guilty and ashamed, and hearing from their parents that they did nothing wrong can make all the difference.

Chung also highlights critical mistakes to avoid at all costs. The first is giving in to threats, with clear guidance provided: “Do not reply to the threats and do not pay the extortionists,” the police insist. The reason is that “paying rarely stops the blackmail and often leads to higher demands.”

The second error, often made in the heat of the moment, is attempting to literally delete the problem. Cindy Chung issues a clear warning: “Police ask families to avoid deleting the account or the chat history, as doing so destroys vital digital evidence needed for a police investigation.”

How should parents proceed when they suspect something is wrong? Whether suspecting or confirming an issue with a child or adolescent, several official channels are available for reporting. In severe cases, the direction is unequivocal: “Always dial 9-1-1 immediately if a child is in imminent danger.”

In non-emergency situations, families can “call the Toronto Police non-emergency line at 416-808-2222, or submit a report through the TPS Online Reporting Tool” for eligible offenses.

For cases involving sexual exploitation, a specialized route is available. Police recommend “reporting child sexual exploitation directly to Canada’s national tip line at Cybertip.ca.”

What happens next? When a cyberbullying or exploitation case reaches authorities, police deploy specialized internal resources. “The TPS leverages specialized units like the Internet Child Exploitation (ICE) alongside School Liaison Officers who can intervene or offer guidance in extreme cases,” explains Cindy Chung.

However, the response extends beyond criminal investigation. Police also direct families to a network of partner resources outlined on their bullying prevention page. Among these are the Canadian Centre for Child Protection and Kids Help Phone, which offers “professional, confidential support” via 1-800-668-6868.

For parents, the TPS provides a social media safety tips portal offering “comprehensive guidance” to “help families establish healthy digital boundaries.”

Police also focus on proactive prevention, bringing the message directly to those who need it most. “The Toronto Police Service delivers proactive education directly to youth and parents through interactive community safety workshops and school presentations hosted by community constables,” notes the spokesperson.

These sessions address practical, everyday topics relevant to youth. According to police, “these initiatives focus on the risks of sharing personal details or photos, auditing privacy settings, and understanding the hidden dangers built into modern multiplayer gaming environments.”

Online gaming, often viewed by parents as a harmless pastime, emerges as one of the venues where predators seek victims. For families seeking continued guidance, police recommend reviewing the TPS Social Media Safety Guide.

From Cindy Chung’s responses, a central theme emerges: offenders feed on fear and isolation. The longer a young person keeps the problem to themselves, the greater the blackmailer’s power becomes.

Therefore, the message to families is both practical and reassuring: keep dialogue open, act quickly, preserve evidence, and above all, reassure children that if something happens, they are never to blame. In a world where danger is just a click away, trust between parents and children remains the strongest protection.

Madalena Balça/MS

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When working is no longer enough, who should take responsibility?

My dear readers, we live in times of disillusionment with the policies and promises of many political leaders. This is my opinion, and I do not have to apologize to anyone for thinking this way. It pains me to see people who contributed to certain problems now showing up to support protests against what they helped create. It pains me even more to see politics turn so often into a scramble for positions, favors, and political patronage, rather than being a space of competence, responsibility, and public service.

I do not need to appear in the newspapers, nor seek the spotlight, to offer my opinion. I am happy to be able to say what I think without chasing titles or trying to be anyone’s golden child. It worries me to see appointments made out of friendship, convenience, or interests that have little to do with the qualifications of those chosen. What kind of example are we setting for future leaders and public servants?

My dear friends, I have spoken my mind. But there is a reality that deserves our reflection, both in Portugal and right across Europe. There is a question that more and more Portuguese people are asking—often in silence: how is it possible to work, fulfill one’s obligations, pay taxes, and still be unable to buy a home, pay rent, or live with peace of mind?

We are not talking about luxuries, foreign vacations, or new cars. We are talking about the essentials: having a roof over our heads, starting a family, and looking to the future without feeling like we are in a constant struggle just to make ends meet.

Facing this reality, it is important to ask: did we arrive here by chance, or were there political decisions that contributed to this situation?

I do not believe that everything is the fault of a single government, nor that all problems originate in national politics. But I also do not accept that no one takes responsibility. Governments exist to make decisions, set priorities, and solve problems. They must, therefore, be judged by the results they deliver, and not merely by the promises they make.

The housing crisis did not happen overnight. For years, successive governments had opportunities to act. The Socialist governments that held power during much of the period between 2015 and 2024 are not responsible for everything, but they cannot be left out of this assessment either. There was time to identify problems, adjust policies, and create conditions to increase the supply of affordable housing.

When support packages are announced but construction remains insufficient, we may help a few families in the short term without solving the underlying issue. When bureaucracy, taxes, and uncertainty stifle investment, it is those searching for a house at a reasonable price who end up suffering the consequences.

I am not arguing that the State should abandon the most vulnerable, nor do I believe that the market can solve everything on its own. I do argue, however, that solidarity must be accompanied by effective policies, sound management, and concrete results. Protecting people cannot serve as an excuse for indefinitely postponing necessary reforms.

And there is another question we cannot ignore: in Portugal, we have seen governments come to power without having won the elections, through parliamentary agreements that united political forces with vastly different visions. It is legitimate to question the consequences of those choices and assess what they brought to the country. Governing is not about handing out promises to secure votes; it is about making decisions, even when they are difficult, and accepting the consequences.

Let us also look at other European countries that have been governed by socialist forces or left-wing coalitions. We cannot attribute all of their problems to the same ideology, because each country has its own reality. But we should not ignore the outcomes of the policies pursued either. After all, that is what looking back is for: to learn from past mistakes rather than repeating them.

Portugal needs fewer announcements and more execution, faster permitting, conditions that encourage building, better use of available properties, and sustained investment in public housing. It also needs stable rules that reconcile tenants’ rights with the need to expand supply.

This is not about disrespecting those who think differently. It is about demanding accountability from those who govern. A country cannot live forever waiting for the next government to fix what the previous one left unresolved.

True solidarity does not consist of promising everything to everyone. It consists of creating the conditions for people to work, advance, and live with dignity. Individual effort matters, yes, but there must also be a country where that effort stands a real chance of bearing fruit.

When a generation begins to doubt that working and saving will allow them to buy a home and build a future, we are not merely facing a housing crisis. We are facing a warning sign for society as a whole.

My dear readers, I am not opposed to things out of habit. I am opposed to impossible promises, incompetence, and politicians who seem to do everything to reach power, only to forget those who entrusted them with their vote. We cannot keep applauding those who promise the impossible to gain access to power, when what is needed first is to repair what they helped destroy.

Forgive my outburst, but open your eyes and look to the past. The present is also a consequence of yesterday’s decisions. Those who govern have an obligation to deliver results and take responsibility.

Have a good weekend.

Augusto Bandeira/MS

The content on the Milénio Stadium website is automatically translated using Google Translate.

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Ex-top 1 do mundo é sincero sobre João Fonseca: “Precisa ficar mais forte”

Andy Roddick, ex-número 1 do mundo no tênis, avaliou a pausa na carreira anunciada por João Fonseca. Para o americano, o jovem talento brasileiro de 20 anos pode usar esse período de inatividade para um intenso preparo físico e se transformar em um “monstro físico” no circuito.

Roddick enfatiza a necessidade de Fonseca ganhar massa muscular para melhorar sua movimentação em quadra. Ele destacou que a potência natural já existe, mas o corpo precisa de preparo para suportar as exigências de uma temporada de 30 a 35 semanas de competições, classificando isso como uma evolução natural.

“Ele precisa ficar fisicamente mais forte para se movimentar melhor em direção aos cantos da quadra. A potência natural ele já tem, e isso não se ensina. Mas seu corpo precisa aprender a suportar de 30 a 35 semanas de competição por ano. É uma evolução natural para um jogador dessa idade”, afirmou Roddick, em entrevista traduzida pelo site Tênis News.

Retorno mais forte na Austrália

O ex-top 1 do mundo expressou otimismo quanto ao retorno de Fonseca no Australian Open, esperando que ele possa demonstrar não apenas recuperação, mas um ganho notável de massa muscular, o que permitiria ao brasileiro vencer partidas defendendo.

“Se ganhar força, também poderá vencer partidas defendendo. Espero que, quando voltar à Austrália, possamos dizer: Ele não apenas se recuperou, mas também ganhou massa muscular”, disse Roddick, que alcançou o posto de número 1 do mundo em 2003.

O americano também ressaltou a expectativa do Brasil em ter um novo tenista no topo, desde os tempos de Guga. Para Roddick, João Fonseca tem potencial para se tornar um jogador muito importante no circuito, com a possibilidade de voltar como um “verdadeiro monstro físico”.

Roland Garros: João Fonseca conquista a internet após vitórias

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Troféu da Copa do Mundo de 2022 erguido por Messi vai a leilão

O título conquistado pela Argentina na Copa de 2022, no Catar, pode ser considerado o momento mais emblemático da carreira do astro Lionel Messi. Porém, poucos devem saber que o troféu erguido pelo camisa 10, na verdade, se tratava de uma réplica — que agora está à venda.

O troféu ficou cerca de 45 minutos no gramado do Estádio Lusail, após a Argentina bater a França em uma final memorável. Além de Messi, a réplica foi autografada por outros atletas argentinos, como Lautaro Martínez e Gonzalo Montiel, autor do gol da vitória na disputa de pênaltis.

“O remetente do item levou da Argentina para o Catar. Na verdade, era apenas para ser um adereço fotográfico para ele, sua família e amigos. Eles conseguiram levar para dentro do estádio. Há muitas fotos deles e de suas famílias com o campo ao fundo. Após o gol da vitória, um dos jogadores viu a réplica do troféu nas arquibancadas e achou que seria legal tê-la em campo com o resto do time. Ele se aproximou e perguntou se podia pegar emprestado, e o dono deixou”, explicou Jordan Richmond, fundador da Richmond Auctions, para o inglês “The Sun”.

“O troféu acabou ficando no campo por uns 45 minutos, e foi erguido por vários jogadores diferentes, inclusive pelo próprio Messi”, completou.

A réplica também fez parte da publicação mais curtida da história do Instagram. Ela foi compartilhada por Messi e recebeu mais de 75 milhões de curtidas.

Leilão por troféu da Copa de 2022

A taça não oficial está sendo leiloada junto de um card colecionável com Messi segurando a réplica no Catar pela Richmond Auctions.

Ainda segundo a casa de leilões, a comprovação de que o objeto é o mesmo usado pelos argentinos está documentado em imagens, vídeos e registros notariais. O troféu chegou a ficar exposto em um museu em Buenos Aires.

“Posso apenas dizer que é um item de colecionador que se baseia em três pontos principais: a história, a procedência e a raridade da oportunidade. A história é incrível, e em qualquer mercado de colecionáveis, é o que impulsiona o valor. Temos todo tipo de documentação. Há cartas autenticadas, fotos, vídeos. A procedência está totalmente protegida, o que é importante em algo assim”, declarou o responsável pela ação.

O leilão acontece no dia 7 de novembro, mas o torcedor que quiser ter uma peça que entrou para história do futebol mundial já pode dar seus lances no site oficial da Richmond Auctions.

Jordan Richmond acredita que o troféu possa ser vendido por um valor recorde, mas evita precificar a peça rara: “Nunca fui muito a favor de se estabelecer um limite máximo ou mínimo para um item colecionável.”

“Messi é o maior da história, não há mais dúvida”, decreta Scaloni

 

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Influenciadora Malévola se pronuncia pela 1ª vez após prisão no Egito

A influenciadora digital Malévola Alves, 22, se pronunciou nesta quinta-feira (22), após ser presa no Egito junto com uma amiga, depois de uma investigação sobre vídeos que circularam nas redes sociais.

A criadora de conteúdo foi liberada na manhã da última quarta-feira (21). A informação foi confirmada à CNN Brasil pela defesa e assessoria dela.

 

“Eles deixaram claro que a prisão foi porque éramos trans. Vocês não estavam lá, não acreditem no que vocês veem na internet”, começou dizendo em uma sequência de publicações no X (antigo Twitter).

Ainda na publicação, Malévola afirmou ter sido obrigada a ficar nua e, ao notarem seu órgão sexual, passou se tratada de maneira melhor. “Eu disse que não era trans. Só Deus sabe o que eu passei. Eu estou com crise de pânico, tenho ansiedade e depressão. Chegando no Brasil, vou direto ao médico. Estou tendo crise a todo momento”, explicou.

“Tudo vai ficar bem, eu fui abusada com minha amiga por diversos policiais. Vocês não sabem o que passamos naquela delegaria e agora estão rindo. Vocês são podres. O mundo dá volta. Um dia vocês podem passar por isso”, continuou.

“Eu fui muito humilhada”, diz Malévola Alves

Antes, a influenciadora também compartilhou um vídeo dizendo ter sido muito humilhada. “Eu fui muito humilhada, muito humilhada. Eu não paro de chorar desde que eu cheguei aqui no Marrocos. Eu vou gravar um vídeo contando tudo”.

Gente, a Ma não tá com celular porque não devolveram pra ela ainda, mas ela pediu pra postar esse vídeo pra tranquilizar vocês. Ela teve a liberdade e estamos voltando para o Brasil. ❤️‍🩹 https://t.co/CrMG37lnbw

— Malévola (@maleficaalves) October 22, 2026

Entenda o que aconteceu

Segundo o Ministério do Interior do Egito, as mulheres foram presas em Alexandria. O Egito é conhecido por ações arbitrárias contra mulheres e contra a comunidade LGBTQIA+, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

Em uma publicação, o órgão também divulgou os vídeos que motivaram a investigação.

Veja:

Ainda de acordo com a pasta, durante o interrogatório, as duas confessaram os atos descritos e admitiram ter gravado e publicado os vídeos nas redes sociais com o objetivo de aumentar o número de visualizações.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil no Cairo, informou que acompanha o caso desde a noite de terça-feira (20), quando foi acionado por meio do plantão consular no Egito.

Segundo o órgão, a Embaixada tem prestado assistência consular às influenciadoras e a seus familiares no Brasil, “disponibilizando serviço de orientação jurídica e auxiliando na interlocução com as autoridades locais’.

*Com informações de Khauan Wood, da CNN Brasil

 

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SUS deixaria de receber R$ 30 bi por ano se gasto em saúde for corrigido só pela inflação, diz estudo


O SUS pode deixar de receber R$ 30 bilhões por ano nos próximos dez anos se o gasto federal com saúde passar a ser corrigido apenas pela inflação. No acumulado da década, o montante pode chegar a R$ 300 bilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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