Um vaso sanitário feito com mais de 100 quilos de ouro maciço foi leiloado por cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) na casa de leilões Sotheby’s, em Nova York. A obra, intitulada “América”, de autoria do italiano Maurizio Cattelan, já contou com três exemplares desde a sua execução, em 2016.
A versão que foi vendida pertencia a um colecionador não identificado desde 2017. Já a outra versão foi exibida em um banheiro individual totalmente funcional no Museu Guggenheim, em Nova York, onde, ao longo de um ano, mais de 100 mil visitantes esperaram para utilizá-lo.
Posteriormente, o museu ofereceu o vaso sanitário ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu primeiro mandato, após o líder americano pedir um quadro de Van Gogh emprestado. Em 2019, ele ficou exposto no Palácio de Blenheim, onde Winston Churchill nasceu.
Em setembro do mesmo ano, a privada de ouro foi roubada, causando danos significativos e inundações na estrutura, informou a polícia na época.
James Sheen, de 39 anos, confessou-se culpado de roubo no Tribunal da Coroa de Oxford, segundo a agência de notícias PA Media do Reino Unido, citando o Serviço de Acusação da Coroa.
O vaso de ouro, segundo a descrição da Sotheby’s, foi defendido, escandalizado e creditado por fomentar um discurso revolucionário sobre o que a arte deveria significar e qual o valor desse significado. Hoje, porém, “America” constitui uma espécie de xeque-mate, opondo-se até aos adversários mais mordazes de Cattelan com a objetividade absoluta do seu valor.
Morar na Austrália significa que você pode encontrar uma ou duas cobras dentro de casa em algum momento. Mas um morador de Sydney, capital do país, teve uma surpresa desagradável quando um apanhador de cobras desenterrou 102 desses répteis rastejantes escondidos em seu jardim.
David Stein avistou algumas cobras em uma pilha de material orgâncio no quintal em 2025 e ligou para o Reptile Relocation Sydney, principal serviço de remoção de cobras da capital, para que eles dessem uma olhada.
Quando o apanhador de cobras Dylan Cooper terminou de escavar o material orgânico, ele havia recuperado um total de 102 cobras, cinco adultas e 97 filhotes, disse Cory Kerewaro, proprietário da Reptile Relocation Sydney, à CNN.
“As cobras-pretas-de-barriga-vermelha são um tipo de cobra venenosa, e as fêmeas são conhecidas por se reunirem para dar à luz. O que é incomum neste caso é o fato de alguém ter testemunhado o nascimento coletivo de dezenas de cobras”, disse Kerewaro.
Apanhador desenterra mais de 100 cobras do quintal de uma casa na Austrália • Relocação de Répteis em Sydney
Uma das fêmeas grávidas que havia sido retirada da pilha deu à luz mais filhotes dentro do saco de remoção, acrescentou Kerewaro. Cooper levou cerca de três horas para remover todas as cobras.
Stein, que mora em Horsley Park, a cerca de 32 quilômetros do centro da cidade, disse ao programa matinal “Sunrise” na época que avistou as criaturas nas áreas onde havia colocado o material orgânico para manter suas árvores saudáveis.
“Eu vi um monte de cobras na pilha de material orgânico… o que me deu arrepios”, disse ele. “Quando consegui pegar minha câmera… elas já tinham entrado na pilha.”
Ele disse que sua esposa pesquisou na internet e descobriu que as fêmeas costumam se reunir quando estão prestes a dar à luz, o que fez com que eles entrassem em contato com o serviço de remoção de cobras.
Embora tivesse sido “emocionante assistir a tudo”, Stein disse se sentia “bem agora que os animais se foram”. Hoje, as cobras vivem em um parque nacional.
O mercado online de artigos em segunda mão, Vinted, removeu anúncios de produtos franceses saqueados e intensificou a verificação de anúncios “suspeitos”, numa tentativa das autoridades do país de impedir que bens roubados durante os protestos sejam vendidos online.
A Vinted afirma que as equipes tomaram “medidas imediatas para identificar e remover anúncios ligados aos saques”.
“A venda de produtos roubados, ou a solicitação dos mesmos, é estritamente proibida no Vinted, e temos tolerância zero para isso”, afirmou a empresa em comunicado, observando que “intensificou o monitoramento de anúncios suspeitos”.
Contas que violarem as regras poderão ser banidas permanentemente, afirmou a Vinted, acrescentando que está trabalhando com as autoridades policiais e francesas para “detectar e combater riscos emergentes e comportamentos maliciosos”.
A resposta surge num momento em que o governo francês intensifica a fiscalização dos mercados online, após relatos de que bens roubados durante os protestos no fim de semana apareceram a venda na internet.
Serge Papin, ministro francês para as Pequenas Empresas, disse no X que as autoridades convocaram uma reunião com operadores de mercados online e representantes dos ministérios do Interior e da Justiça.
Na terça-feira (20), ele afirmou que o governo obteve o compromisso das plataformas de detectar e remover anúncios de itens saqueados, e que também estava monitorando as vendas, alertando que qualquer pessoa que vender produtos roubados será rastreada e processada.
Grandes varejistas, incluindo grupos de luxo como Louis Vuitton e Rolex, e a varejista de cosméticos Sephora, foram atingidos pelaviolência, informou a Reuters.
Youngrak-ri, uma pequena vila costeira no extremo oeste da ilha de Jeju, na Coreia do Sul, costumava ser famosa por duas coisas: solo fértil e o aparecimento ocasional de golfinhos. Mas, nos últimos anos, ficou conhecida por abrigar uma verdadeira raridade no país: uma haenyeo americana.
Haenyeo (“hae” significa mar e “nyeo” significa mulher) são mergulhadoras, historicamente originárias da Ilha de Jeju, que mergulham no oceano sem equipamento de respiração para pescar frutos do mar e sobreviver.
E, até este ano, Kylie Genter é a única estrangeira a possuir uma licença de haenyeo, de acordo com autoridades locais — obrigatória para quem deseja exercer o mergulho livre tradicional comercialmente no país.
“Não imaginava que estivesse abrindo caminho… Como estrangeira fazendo isso, especialmente por não ser cidadã coreana, é uma grande responsabilidade”, disse ela à CNN. Os mergulhos são uma façanha que a transformaram numa espécie de celebridade local.
“Nossa aldeia tem a primeira haenyeo americana, então muita gente tem vindo nos visitar para entrevistá-la!”, diz Kim Chang-sik, chefe da pesca da aldeia, entusiasmado.
Tendo vivido toda a sua vida em Youngrak-ri, uma pequena vila costeira na ilha, ele afirma que a dura realidade do presente, um povo composto em sua maioria por idosos, é uma tendência que se estende às haenyeo.
Mas a chegada de Genter, de 36 anos, despertou a esperança de que a Coreia do Sul também possa abrir o setor para mais estrangeiros e preservar seu patrimônio.
Kylie Genter é a única americana na Coreia do Sul a possuir uma licença de haenyeo. • Jenna Lee Kim
De Nova York à Coreia do Sul
Tornar-se uma haenyeo não estava nos planos de Genter, quando ela se formou na faculdade. Apaixonada por viagens, ela estudou na Europa e decidiu que seu próximo destino seria a Ásia. Inicialmente, seu objetivo era o Japão, já que havia estudado o idioma na faculdade, mas uma vaga na Coreia do Sul, que oferecia moradia gratuita, chamou sua atenção.
Naquele mesmo ano, ela se tornou professora de inglês em Jinju, uma cidade histórica na província de Gyeongsang do Sul.
Ela percebeu enormes diferenças culturais entre sua casa nos EUA e a Coreia do Sul, mas disse que também havia semelhanças.
“Acho que os nova-iorquinos e os coreanos são parecidos no sentido de que não há muita conversa fiada, as pessoas trabalham muito e se divertem muito, e são muito gentis, mas podem ter uma aparência um tanto dura. Foi um ótimo lugar para começar na Coreia, porque meio que me obrigou a aprender coreano”, contou Genter.
Após quatro anos, ela sentiu vontade de se mudar para outra cidade.
“Eu estava pensando em morar em Seul porque ia a shows de K-pop o tempo todo, então achei que poderia economizar dinheiro morando lá. Mas aí surgiu uma oportunidade em Jeju que era mais interessante e pagava melhor, então pensei: ‘Ok, vou tentar, Jeju parece legal, posso morar lá por um tempo’, e isso foi há 10 anos”, afirmou ela.
Vinda do interior de Nova York, que ela descreve como “bastante rural”, Genter diz que se sentiu imediatamente conectada à ilha.
Preenchimento das vagas
As haenyeo não têm uma idade de aposentadoria definida e, muitas vezes, continuam mergulhando até os 80 e até mesmo 90 anos, conforme sua resistência física permitir.
E, enquanto as haenyeo existentes envelhecem, menos mulheres jovens estão se juntando a elas.
No ano passado, 63% das 2.371 haenyeo em atividade tinham 70 anos ou mais, e pouco mais de 1%, ou apenas 30 do total, tinham 39 anos ou menos, de acordo com o Museu Haenyeo, o que aumenta a preocupação de que essa profissão tradicional possa desaparecer.
Consequentemente, em 2024, a aldeia divulgou uma mensagem por meio de grupos informais e no “boca a boca”, dizendo que estavam à procura de jovens candidatas para se juntarem à comunidade de haenyeo.
Genter, na extrema direita, demonstrou seu comprometimento com suas colegas mergulhadoras ao comparecer todos os dias • Jenna Lee Kim
“Comecei a mergulhar em Youngrak-ri e eles precisam de outras jovens haenyeo. Alguém está interessado?”, escreveu uma mergulhadora livre em um grupo de bate-papo cujos integrantes incluíam o marido coreano de Genter, um mergulhador autônomo.
Ele se ofereceu como voluntário em nome de sua esposa, mas ela foi prontamente impedida de participar por ser estrangeira.
“Ele não pediu minha permissão primeiro; simplesmente me ofereceu como voluntária… Eu pensei: ‘Ok, não há nenhuma haenyeo americana, então posso muito bem tentar, nem que seja só para ter essa experiência’”, ela relembra.
Um mês depois, Kim cedeu na proibição de entrada de estrangeiros e pediu a Genter que comparecesse para uma entrevista.
“Ele disse: ‘Você pode começar, mas saiba que ser uma haenyeo é muito difícil. Se não for algo que você queira fazer, não se sinta mal, apenas nos diga'”, conta Genter.
“Comecei em janeiro de 2024 e mergulho aqui desde então.”
Genter tinha alguma experiência. Depois de se mudar para a ilha, ela se matriculou em uma escola de haenyeo — não com a intenção de se tornar uma, mas para aprender mais sobre as famosas mergulhadoras para um programa de inglês que ela coordenava.
A garota nova na cidade
A maioria das aldeias tem seus próprios grupos de haenyeo. E o vínculo entre elas é tão forte que se consideram família, e não colegas de trabalho. Comem, mergulham, tomam banho e relaxam juntas — e, o mais importante, zelam pela segurança umas das outras.
“Deve ser uma comunidade onde você cuida uns dos outros e liga para an polícia em caso de acidente”, diz o chefe da pesca, Kim. “Se você sair da água antes de todo mundo, não saberá se algo acontecer com os outros enquanto eles ainda estão mergulhando. É uma vida comunitária de mergulho em conjunto, não um trabalho isolado.”
“Você não pode simplesmente sair sozinho porque tem outros compromissos. Se três entraram na água, então os três precisam sair juntos.”
Quando a americana de cabelos castanhos chegou à aldeia, a presidente das haenyeo, Hong, duvidou que ela fosse ficar por lá. Inicialmente, as oito haenyeo veteranas tiveram dificuldade em pronunciar o nome estrangeiro desconhecido: Kylie. Mas ela provou seu comprometimento comparecendo todos os dias, e a presidente passou a chamá-la de “Kyla”.
Com o tempo, Genter conquistou a confiança das mergulhadoras, e elas finalmente aprenderam a pronunciar seu nome corretamente — depois de muita prática.
“Ela é ainda melhor do que nós, coreanos, e do que nós, nativos de Jeju, no mergulho – eu gosto muito dela”, diz Hong.
A presidente chega a chamar Genter de “minha filha”, um título exclusivo reservado a poucos.
“Como alguém que mora muito longe dos meus pais, é realmente ótimo ter essa experiência”, diz Genter sobre o apoio recebido.
Um mundo em transformação
A cidadania americana de Genter não era a única coisa incomum nela quando chegou à aldeia. Como graduada universitária, ela conta que algumas das haenyeo mais velhas se perguntavam por que ela seguiria essa carreira.
“Eles ficaram meio que perguntando: ‘O que ela está fazendo aqui?’”, lembra Genter.
Historicamente, as mulheres na Ilha de Jeju desempenhavam um importante papel econômico em seus lares, diferentemente do continente, onde os homens trabalhavam e a maioria das mulheres ficava em casa como donas de casa, de acordo com o Museu Haenyeo local.
A maioria das mulheres de Jeju mergulhava e também cultivava tangerinas e vegetais — a maioria delas ainda faz as duas coisas — enquanto cuidava da família. Com rotinas tão agitadas, a educação era vista como um luxo, enquanto o mergulho era simplesmente o trabalho para o qual estavam destinados.
Quando não está mergulhando, ou durante a baixa temporada entre agosto e setembro, Genter passeia com cachorros e cuida de gatos e coelhos em um hotel para animais de estimação que administra com o marido.
“Eu queria corrigir alguns equívocos que as pessoas têm sobre as haenyeo. As pessoas dizem coisas como: ‘A última geração de haenyeo, as haenyeo vão desaparecer em breve!’, e eu respondo: ‘Não, as jovens haenyeo ainda estão aqui!’”, diz ela.
Uma nova descoberta durante escavações arqueológicas na cidade de Stara Zagora, na Bulgária, revelou uma necrópole e vestígios de diversos objetos da época romana. Entre os tesouros, havia uma moeda e um par de brincos posicionados em cima de um túmulo infantil, o que arqueólogos sugerem ser uma oferenda para os deuses do submundo.
Os romanos costumavam colocar uma moeda em cima dos túmulos para pagar o barqueiro que transportaria suas almas para o submundo. O ritual tem origem grega, mas foi incorporado a outras culturas com o passar do tempo.
A moeda encontrada é um antoniniano do imperador Aureliano, cunhado em Sérdica, nome antifo de Sófia, atual capital da Bulgária, entre 274 e 275 d.C. A estrutura funerária também foi datada desse mesmo período, informou o Museu de História Regional de Stara Zagora em uma publicação do Facebook.
Durante a escavação, também foram descobertos vestígios e objetos de outros períodos, como do final do século II ao século IV, dos séculos IV a V, dos séculos XVII a XVIII e do final do século XIX ao século XX.
A necrópole compreende 135 estruturas funerárias de variados tipos: covas simples contendo restos cremados; covas simples cobertas com telhas; covas simples cobertas com tijolos; covas simples cobertas com lajes de pedra e covas simples sem cobertura.
Necrópole encontrada durante escavação na Bulgária • Reprodução/Facebook/Museu de História Regional de Stara Zagora
Os arqueólogos afirmaram que dois ritos funerários eram praticados na época: quatro dos sepultamentos envolviam cremação, enquanto os demais envolviam inumação, quando os restos mortais são colocados direto na terra.
“Meu cachorro comeu o dever de casa” e “meu gato fez xixi no meu caderno” são desculpas recorrentes em comédias para explicar por que um personagem não entregou a tarefa escolar. Mas e se, em vez de atrapalhar os estudos, um gato decidisse ir além e se tornasse o autor de um artigo científico?
Em 1975, o físico Jack Hetherington pediu para um colega revisar um artigo sobre o comportamento atômico que, posteriormente, seria publicado na revista Physical Review Letters. O colega percebeu que o texto foi escrito usando o plural “nós” e “nosso”, o que resultaria no descarte do artigo pela revista e em Hetherington tendo que reescrevê-lo novamente, substituindo essas palavras.
“Mudar o artigo para algo impessoal parecia muito difícil, e, como tudo já estava escrito e digitado, depois de pensar durante a noite, simplesmente pedi à secretária que alterasse a página de rosto para incluir o nome do gato da família, um siamês chamado Chester“, explica Hetherington em seu livro “More Random Walks in Science”.
Chester, filho de um gato chamado Willard, recebeu o pseudônimo de FDC Willard, que significa “Felis Domesticus Chester Willard.”
Na época, dez amigos do físico receberam cópias autografadas do artigo, que continham tanto a assinatura de Hetherington quanto a do gato Chester. Anos depois, em 2014, APS (Sociedade Americana de Física) anunciou que todos os artigos com autoria de gatos ficariam disponíveis gratuitamente para leitura.
A língua portuguesa é marcada por expressões e ditados populares utilizados em diferentes situações do cotidiano. Entre eles está o famoso “a pressa é inimiga da perfeição”, usado para definir situações em que a falta de paciência ou o excesso de velocidade podem comprometer o resultado final.
A expressão foi usada pela primeira vez no início do século XX pelo advogado, jornalista, escritor e jurista baiano RuiBarbosa, que criticou o curto espaço de tempo em que o Código Civil brasileiro era redigido. Na chamada Réplica, publicada em 1903, Barbosa escreveu negativamente sobre a redação e os erros de linguagem do documento, usando a frase como forma de “alfinetar” o governo.
Em 1907, de acordo com a Academia Brasileira de Letras, Barbosa foi escolhido como o representante brasileiro para a 2ª Conferência Internacional de Paz de Haia, na Holanda. Em seu discurso no evento, ele voltou a usar a expressão de uma forma diferente, dizendo: “a pressa é também a mãe do tumulto e do erro”.
O encontro internacional histórico teve como objetivo estabelecer a paz e a igualdade jurídica e evitar conflitos entre as nações. O papel de Barbosa foi de grande importância, o que levou a se tornar um dos “Sete Sábios de Haia”, comitê especial que visava criar um tribunal internacional de justiça.
Na vida política, Rui Barbosa também se dedicou à defesa da abolição da escravidão e ao fortalecimento do sistema federativo.Ele exerceu o cargo de ministro da Fazenda do Governo Provisório (1930 – 1934) e foi senador de 1890 a 1922, desempenhando um papel fundamental na elaboração das linhas fundamentais da Constituição Federal de 24 de fevereiro de 1891.
Os gêmeos siameses José Luis e José Armando Cevallos Herrera, conhecidos como “os gêmeos do Equador”, morreram na última semana, aos 27 anos. Desafiando as expectativas dos médicos, que acreditavam que a dupla não conseguiria chegar até os 10 anos, eles construíram um legado de superação, mostrando a rotina nas redes sociais e passando a mensagem de que a deficiência não impede ninguém de ser feliz.
Os dois nasceram no dia 8 de setembro de 1999, na província de Guayas. Durante a gravidez, a mãe dos gêmeos esperava apenas um bebê, e todos ficaram surpresos quando descobriram que se tratava de duas crianças unidas pelo tórax e pela pélvis.
Durante a infância, José Luis e José Armando sofreram bullying por conta de sua condição física, que os impedia de andar. Eles precisavam se arrastar para se locomover, posteriormente usando um carrinho com rodas, semelhante a um skate. Nos vídeos publicados no Instagram, os gêmeos aparecem em cima do instrumento em diversos registros.
A possibilidade de se separarem sempre existiu, com um elevado risco de apenas um sobreviver. No entanto, a cirurgia nunca aconteceu, pois eles sentiam um laço que os unia para além do físico. Em um documentário do Discovery Channel, José Luis afirmou que “se nascêssemos de novo, seríamos gêmeos siameses.”
Em abril desse ano, os dois desembarcaram na Colômbia para um tratamento para melhorar o movimento das pernas e realizar o sonho de caminhar. Segundo a família e a mídia local, as mortes ocorreram na última quinta-feira (15), após uma parada cardíaca.
Segundo a Revista Vistazo, do Equador, José Armando relatou fortes dores na perna e no abdômen. A equipe médica administrou analgésicos, mas, nesse momento, José Luis sofreu uma parada cardíaca, da qual conseguiram reanimá-lo.
José Armando viu a cena em estado de choque. Duas horas depois, ele sofreu um ataque cardíaco e, em seguida, o coração do irmão também parou.
No Instagram, a família publicou um comunicado oficial sobre a morte.
Misturar alimentos e frutas no liquidificador pode gerar combinações nutritivas e com muitos benefícios para a saúde. No caso da beterraba e do limão, alimentos que já possuem qualidades nutricionais se consumidos sozinhos, formam uma dupla poderosa quando misturados.
Abeterraba combina fibras que são boas para a digestão, nutrientes e compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória, como nitratos, convertidos em óxido nítrico pelo organismo. Já o limão é uma fruta rica em fibras e vitaminas, além de promover a saúde cardiovascular e fortalecer a resposta imunológica contra infecções e doenças.
De acordo com um vídeo da nutricionista Helma Veloso, esses alimentos são ricos em nitrato, melhoram a circulação sanguínea e diminuem a retenção de líquidos no organismo. A combinação gera efeitos anti-inflamatórios, possui baixa carga glicêmica, melhora a performance ao realizar exercícios físicos e diminui a inflamação de quem sofre com lipedema.
Para preparar a receita, basta misturar 50g de beterraba crua, 1/2 limão e água no liquidificador. A profissional aconselha adicionar adoçante e 3g de creatina caso o suco seja consumido antes do treino.
Um novo estudo realizado na província de Yunnan, na China, descobriu um fungo gigante de cerca de 50 centímetros de altura, pesando mais de dois quilos, que surgiu logo após a extinção dos dinossauros. Segundo a pesquisa, publicada na revista Frontiers in Fungal Biology, a espécie Dianjunus rex foi apelidada de “D-Rex”, o que pode soar como uma referência ao “T-Rex”, a espécie de dinossauro mais famosa do mundo.
Os pesquisadores estimam que esse fungo surgiu há 65 milhões de anos, cerca de 1 milhão de anos após a extinção dos dinossauros. No entanto, o surgimento do fungo não comprova que ele esteja relacionado diretamente com a extinção.
As estruturas foram cultivadas em laboratório para analisar o material genético. De acordo com os cientistas, o “D-Rex” faz parte da Dianjunaceae, uma família totalmente nova de fungos.
Para os pesquisadores, a descoberta levanta uma possibilidade intrigante. Após a extinção dos dinossauros, a abundância de matéria vegetal morta abriu novas oportunidades para o surgimento de novas espécies de fungos, o que pode ter colaborado para a formação do “D-Rex”.
Ainda segundo o estudo, a descoberta da espécie Dianjunusex e da família Dianjunaceae ressalta a inexplorada diversidade fúngica nas florestas do Leste Asiático, particularmente nas regiões do sudoeste da China.
A pesquisa reafirma a importância da continuidade da exploração micológica integrada à sistemática molecular moderna, que permanece essencial para revelar linhagens ocultas, compreender as trajetórias evolutivas da morfologia fúngica e elucidar a complexa história dos ecossistemas da Terra.