A group of cartel gunmen fired into a passing bus loaded with students in the Mexican state of Sinaloa, spreading terror among the local community. The driver sustained shrapnel injuries. The students were unharmed.
Alegados cabecilhas do grupo criminoso Barrio 18 estão associados a mais de 14.400 crimes envolvendo rebelião, homicídio qualificado, extorsão qualificada, tráfico ilícito e atos de terrorismo.
Casa Branca diz que a primeira-dama dos EUA tomou a iniciativa dos contactos com as lideranças russa e ucraniana. Oleshky, sem luz, água ou aquecimento, enfrenta grave crise humanitária.
O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 provocou uma onda de análises na esquerda brasileira. Com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na votação, muitos comentaristas voltaram a procurar explicações no comportamento dos evangélicos, no conservadorismo moral e na influência das lideranças religiosas. Esses fatores têm importância, mas não explicam tudo. Uma parcela significativa do eleitorado demonstra insatisfação com prioridades culturais da esquerda e, sobretudo, com a percepção de que o Estado perdeu capacidade de garantir segurança à população.
A segurança pública ocupa posição central nesse debate. Segundo levantamento Nexus/BTG divulgado em julho de 2026, 30% dos entrevistados identificaram violência, criminalidade ou segurança pública como o principal problema do país. A preocupação é especialmente relevante entre eleitores que apoiam Flávio Bolsonaro, para os quais o combate ao crime constitui uma das principais expectativas em relação ao próximo governo.
A situação do Rio de Janeiro ilustra a dimensão concreta desse problema. Um estudo do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da UFF e do Instituto Fogo Cruzado estimou que, em 2024, aproximadamente quatro milhões de pessoas na Região Metropolitana viviam sob controle ou influência de grupos armados. Isso correspondia a 34,9% da população da região. Facções criminosas e milícias exercem formas de poder territorial que afetam a circulação, as atividades econômicas e a vida cotidiana dos moradores. Algumas estimativas apontam que entre 60% e 70% do território do Rio de Janeiro é atualmente controlado pelo crime organizado.
Nesse contexto, discursos que enfatizam direitos sociais, soberania nacional e política externa podem perder força eleitoral quando não oferecem respostas convincentes à insegurança cotidiana. Lula tem defendido o enfrentamento do crime organizado por meio da integração das forças de segurança, da investigação financeira e da retomada de territórios. E isso só está acontecendo agora, após quatro anos de absoluta negligência na questão de segurança, com o crime organizado alcançando recordes históricos de expansão territorial.
Flávio, por sua vez, aposta em uma abordagem mais punitiva, incluindo o enquadramento de facções como organizações narcoterroristas. A disputa envolve diferentes concepções de segurança, mas também a capacidade de cada candidato de transmitir determinação diante do problema. Se considerar estes grupos terroristas ajuda ou não no combate ao crime é uma longa discussão, mas sem dúvidas a mera classificação com terroristas já agrada uma parcela substancial da população que vive sob o (verdadeiro) terror desses criminosos.
Existe ainda uma dimensão cultural que a esquerda frequentemente subestima. Parte do eleitorado rejeita o vocabulário político associado à agenda woke e interpreta determinadas iniciativas progressistas como tentativas de impor novas normas de comportamento. A decisão draconiana do Supremo Tribunal Federal reconhecendo “transfobia” como “crime equiparável ao racismo” tem gerado, naturalmente, reações extremamente negativas. Afinal, parece absolutamente normal que milhões de brasileiros rejeitem uma decisão que literalmente pode colocar na cadeia (e já está colocando) por até cinco anos pessoas que erram pronome de tratamento durante comunicação com indivíduos trans.
O descontentamento cultural é muitas vezes irresponsavelmente ignorado nas análises políticas. Muitos analises insistem em ver os eleitores como máquinas em busca do benefício material constante, dispostas a sacrificar seus valores imateriais em troca de migalhas assistencialistas – que é tudo que até agora o governo PT conseguiu dar ao povo brasileiro. Mas essa análise é equivocada. Para muitos brasileiros, questões relacionadas à educação dos filhos, à religião e aos limites da intervenção estatal fazem parte de suas prioridades políticas. Esses eleitores obviamente tendem a votar na oposição num cenário nacional onde hospitais estatais universitários – com apoio do establishment esquerdista – promovem bloqueio hormonal e outras formas de “intervenções não-cirúrgicas” em “crianças trans”.
Para desespero dos analistas acadêmicos desconectados da realidade nacional, a política externa ocupa um espaço limitado na experiência diária da maioria da população. As relações com os Estados Unidos, a atuação brasileira nos BRICS e a posição diplomática sobre a Palestina são temas relevantes, mas dificilmente substituem preocupações imediatas como violência urbana e pautas culturais.
A votação de Flávio Bolsonaro deve ser compreendida a partir dessa combinação de fatores, sem atribuir a milhões de eleitores uma motivação única. Segurança pública, valores tradicionais, insatisfação com o governo e rejeição a determinadas pautas progressistas podem convergir em um mesmo voto. Se a esquerda quiser melhorar sua popularidade, o caminho correto é através da revisão de seus erros, não da invenção de falsos motivos para o crescimento da direita.
In The Federalist No. 78, Alexander Hamilton famously promised that the federal judiciary would have "neither FORCE nor WILL, but merely judgment." The climate lawfare movement has spent the better part of a decade trying to prove Hamilton wrong.
Earlier this month, the Supreme Court heard oral argument in Suncor Energy v. County Commissioners of Boulder County, in which Boulder seeks to use Colorado public nuisance law to make two energy companies pay for the effects of global climate change.
A small, well-funded network of climate activists, convinced that drastic action is needed to save the planet and frustrated that their fellow citizens have not voted to dismantle the fossil-fuel industry, have turned to state and local courts after the Supreme Court unanimously shut down federal climate-nuisance suits in 2011’s American Electric Power v. Connecticut. Their strategy rests on a single premise: When the front door of democracy is closed, try the courthouse back door.
But thanks to documents released September 30 by the House Judiciary Committee, we no longer have to guess. One of the movement’s architects put the strategy in writing.
"It seemed to me that without legislative or executive action to address the climate problem, real government action might still be derived from court decisions," Paul Hanle wrote in a May 2022 email. Hanle founded the Environmental Law Institute’s Climate Judiciary Project, which has put at least 140 federal judges through its climate "education" seminars. In the same email, he laid out CJP’s strategy to target "key judges" with seminars, hoping to "make a great difference in the final outcome of cases."
The crown jewel was the judges’ own science manual. In December 2022, the National Academies of Sciences, Engineering, and Medicine invited Michael Burger to write the climate chapter of the Reference Manual on Scientific Evidence, the federal judiciary’s go-to science guide. Burger runs Columbia’s Sabin Center for Climate Change Law and is of counsel at Sher Edling, a firm representing many of the cities and counties suing oil companies. The Federal Judicial Center balked, citing his litigation work.
The next day, Burger told his Sabin Center colleagues, the chapter’s eventual named authors, that he’d "be happy to contribute behind the scenes." Within weeks, one of them was circulating a draft with "Mike’s edits" and revising the legal section in response to his comments. Soon after the manual was published, the FJC withdrew the climate chapter. The National Academies finally followed suit in August.
Why all the stealth? Because climate plaintiffs have a causation problem they cannot solve in the open.
At the Suncor Energy oral argument, Justice Elena Kagan told the oil companies’ lawyer, "Well, you sound like you have a very good causation argument." She meant it as a brush-off; she immediately questioned why causation should matter for preemption.
But Kagan is right: No climate plaintiff has a good causation argument. Greenhouse gases mix globally, and about 90 percent of emissions occur outside the United States. Tying a drought in Boulder to any particular company’s barrels of oil is simply not possible.
That is why the climate lawfare movement needs judges to swallow "extreme event attribution." Boulder’s trial court has already shown what the endgame looks like, declaring, "in a multiple contributor tort case, there is no need to tie specific injuries to the actions of defendants." If you can’t meet the standard, lower it.
This is precisely what the Constitution’s structure exists to prevent: a small minority weaponizing federalism to impose its policy preferences on the entire nation. One county cannot regulate the world. If Boulder prevails, the companies’ lawyer warned, some 90,000 municipalities could make national energy policy through jury awards. Pressed by Justice Clarence Thomas at oral argument, Boulder’s lawyer conceded that "nothing in our theory" prevents suing retailers too.
And it won’t stop with oil companies. The Climate Judiciary Project’s own curriculum for judges shows where this is headed. One module touts "source attribution" studies tracing nearly two-thirds of all carbon dioxide emitted since the 1750s to 90 fossil-fuel and cement producers. Then it turns to the dinner table: "Though its members have not yet been named as defendants in climate change lawsuits, the heavily concentrated industrial animal agriculture industry also has been subjected to source attribution analysis." Note the word "yet."
The module is candid about the point of the exercise. These studies take an alleged problem that could be attributed to "several billion past and present human individuals" and reduce it "to one driven by a few dozen companies," which makes climate change "appear to be more amenable to traditional tort law adjudication." This is regulation by litigation, pure and simple. Punish the companies that supply Americans’ fuel, food and building materials, and every family pays the bill at the pump and the grocery store.
Chief Justice John Roberts cut to the heart of the matter: "Isn’t your suit an attempt to evade those decisions?" He meant the Court’s long line of cases treating interstate air pollution as a matter of federal law, which Justice Brett Kavanaugh had called "a wall of precedent." Kavanaugh then read aloud from Justice Ruth Bader Ginsburg’s opinion in AEP: Federal judges "lack the scientific, economic, and technological resources" to set emissions policy. If that is true of federal judges, Kavanaugh asked, doesn’t it apply to "a six-person state jury in Boulder?"
Take it from Ginsburg herself. Greenhouse-gas regulation, she wrote, "cannot be prescribed in a vacuum." It demands weighing environmental benefits against "our Nation’s energy needs and the possibility of economic disruption."
The climate lawfare complex lost at the ballot box. It lost in AEP. So its backers went behind the scenes—into judicial seminars and judges’ own science manual. Enough already. The Supreme Court should shut the courthouse door for good.
O Palmeiras não perdeu tempo e publicou provocações ao Flamengo nas redes sociais após a eliminação do rival na semifinal da Copa Libertadores. O time paulista enfrentará o Estudiantes, da Argentina, na grande decisão do torneio.
O Verdão fez duas postagens direcionadas ao time carioca. Em uma delas, divulgou a previsão do tempo de Montevidéu, no Uruguai, cidade que sediará a final. A legenda dizia: “que os bons ventos soprem novamente a nosso favor em Montevidéu”.
A postagem remete à final de 2021, também disputada na capital uruguaia, quando o Palmeiras venceu o Flamengo. Na ocasião, torcedores rubro-negros alegaram que o vento forte atrapalhou os cânticos nas arquibancadas.
“Desfrutem”
O Palmeiras também ironizou uma publicação antiga do Flamengo, que tinha a legenda “desfrutem”. O clube alviverde respondeu que desfrutaria “com humildade”.
A frase original do Flamengo foi postada quando o clube carioca assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro, ultrapassando o próprio Palmeiras. A publicação fazia referência a uma fala do técnico Abel Ferreira.
A final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Estudiantes será realizada em 28 de novembro, um sábado, no Estádio Centenário, em Montevidéu, Uruguai.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Antigo algoz do Flamengo, Deyverson revelou o motivo de não ter provocado após a eliminação do Rubro-Negro na semifinal da Copa Libertadores para o Estudiantes, ocorrida nessa quinta-feira (22). Após 0 a 0 no tempo regulamentar, o clube argentino venceu por 3 a 2 nas penalidades.
“Pessoal, não vou zoar ninguém. Eu também fui eliminado! Mais que seja uma grande final”, escreveu, em uma rede social.
Estudiantes e Palmeiras vão se encontrar na grande final da Copa Libertadores em 28 de novembro, no Estádio Centenário, no Uruguai. Quem se sagrar campeão, dará ainda ao seu país o posto de maior vencedor da história da competição.
Ao todo, os clubes argentinos conquistaram 25 taças da Libertadores, mesmo número conquistado pelos brasileiros, que venceram as últimas sete edições e igualou o feito dos “hermanos”.
Sendo assim, Estudiantes e Palmeiras também vão carregar a responsabilidade de tornar o seu respectivo país o maior vencedor da história da Libertadores.
O Estudiantes de La Plata fez história na noite desta quinta-feira (22) ao derrotar o Flamengo nos pênaltis e avançar para a final da Copa Libertadores. Na grande decisão, o clube vai encarar o Palmeiras, que eliminou o Fluminense neste meio de semana.
Se dentro de campo o Estudiantes colhe os frutos, os bastidores em solo argentino revelam um clube engajado em uma das maiores rupturas institucionais da história do futebol sul-americano.
Ao contrário da esmagadora maioria das equipes de seu país, historicamente organizadas como associações civis sem fins lucrativos, o clube de La Plata transformou-se na principal trincheira a favor da abertura para o modelo de Sociedades Anônimas Desportivas (SADs) na Argentina.
Sob a liderança convicta de seu presidente, o ex-jogador Juan Sebastián Verón, o “Pincha” assumiu um posicionamento solitário e corajoso no cenário local, batendo de frente com a ideologia vigente e as rígidas diretrizes da Associação de Futebol Argentino (AFA).
Segundo Eduardo Carlezzo, advogado especialista em direito desportivo e sócio do Carlezzo Advogados, a briga do Estudiantes a favor da abertura para o modelo de Sociedades Anônimas Desportivas (SADs) na Argentina não é em vão.
“O Brasil já passou por esse debate. A SAF trouxe investimento, profissionalizou a gestão e devolveu competitividade a clubes que estavam afundados em dívidas. A Argentina não precisa copiar o modelo brasileiro, mas precisa ao menos dar aos seus clubes o direito de escolher que caminho querem seguir”, acrescentou.
Esse embate institucional não ocorre no vácuo e reflete uma guerra política que se arrasta há anos na Argentina. Desde que assumiu o poder, o presidente Javier Milei transformou a liberação das SADs em uma de suas grandes bandeiras para modernizar o desporto e atrair capital estrangeiro, mas o processo encontra-se atualmente num forte impasse jurídico.
Embora o governo federal tente forçar a abertura comercial por meio de decretos de necessidade e urgência, a AFA, controlada por Claudio “Chiqui” Tapia, tem conseguido travar as medidas nos tribunais e chegou a alterar o seu próprio estatuto para prever a punição com desfiliação imediata de qualquer clube que adote capitais externos. Nesse tabuleiro de pressões que divide o país, o Estudiantes desponta praticamente como o único clube de peso a desafiar o sistema da federação.
O próprio Verón chegou a sofrer uma dura suspensão de três meses imposta pelo tribunal disciplinar da entidade máxima argentina após incidentes e protestos públicos contra os mandos da AFA, explicitando o preço político pago por bater de frente com o status quo.
Nesse tabuleiro de pressões, intimidações coletivas e ameaças de retaliação que dividem o governo federal e a federação, o Estudiantes desponta praticamente como o único clube de peso a abraçar abertamente as reformas propostas pela gestão de Milei. O próprio Verón chegou a sofrer duras suspensões do tribunal disciplinar da entidade máxima argentina após protestar publicamente contra o sistema centralizador da AFA, explicitando o preço político pago por desafiar o status quo do futebol local.
Estudiantes está na semifinal da Libertadores • @EdelpOficial
Para Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports no Brasil, empresa de entretenimento norte-americana, a abertura para constituição das SADs na Argentina promoveria no país um conjunto de mudanças maior e mais célere do que vimos no Brasil. No entanto, com frutos sendo colhidos a médio e longo prazo.
“O equilíbrio no âmbito técnico e esportivo, demandaria alguns anos, e não seria atingido ainda nessa década. Na próxima, certamente. De imediato, teríamos uma significativa redução de interesse dos investidores qualificados, europeus e norte-americanos na aquisição das ações dos clubes brasileiros, com a concorrência dos argentinos por seus recursos”, disse, antes de completar:
“Ainda que o futebol no país vizinho tenha abdicado do calendário alinhado com o europeu, e tenham inchado sua primeira divisão, já vivenciaram um cenário ideal, o que nunca tivemos, por conta da forma como nossas federações estaduais “capturam” datas e dinheiro dos nossos principais clubes”, explicou.
Para além do alinhamento ideológico, a atuação nos bastidores já se reflete na prática por meio de uma profunda reestruturação interna. O clube vem promovendo a profissionalização de seus departamentos administrativos através de um ousado pré-acordo milionário de 30 anos firmado com o magnata norte-americano Foster Gillett, que prevê a injeção de 150 milhões de dólares destinados à modernização do Estádio UNO Jorge Luis Hirschi, à ampliação do centro de treinos e ao investimento no plantel e nas categorias de base.
O projeto adota uma engenharia jurídica de modelo híbrido de cogestão, na qual o Estudiantes não será vendido e manterá a sua identidade associativa nas mãos dos sócios, mas passará a partilhar receitas de bilheteira, prêmios de competições e transferências de atletas com o investidor.
Ao blindar o futebol de interferências políticas passionais e implementar auditorias e planejamentos corporativos típicos do mercado de capitais, o clube comandado por “La Brujita” Verón pretende pavimentar o caminho para a modernização financeira.
Após 14 anos de exílio e burocracia, o clube inaugurou em 2019 um conceito de “estádio vivo”, que funciona 365 dias por ano e gera receitas constantes, reduzindo drasticamente a dependência financeira dos dias de jogo.
O projeto, orçado em cerca de 45 milhões de dólares, foi financiado através de uma engenharia financeira saudável que uniu a venda de ativos, capitais próprios e patrocínios estratégicos, recorrendo a apenas 5 milhões de dólares de crédito bancário.
No plano institucional, o UNO posicionou o Estudiantes na vanguarda global ao tornar-se o primeiro estádio do mundo com certificação ambientalEDGE, atraindo marcas multinacionais associadas à tecnologia e à sustentabilidade, como a Telecom (Flow) e a Philips/Signify.
A nível comercial, o Estudiantes reconfigurou a exploração do seu espaço físico através do “Mercado Uno”, um vibrante polo gastronómico e comercial integrado na base da bancada principal que opera diariamente para o público em geral. Entre os principais destaques está o León Bar & Bistro, um restaurante premium com vista direta para o relvado nos dias sem jogo, além de escritórios corporativos arrendados e parques de estacionamento privativos.
Estádio Jorge Luis Hirschi, casa do Estudiantes, recebe o jogo desta quinta • Foto: Marcelo Endelli/Getty Images
“O Estudiantes mostra como os investimentos internacionais e o planejamento patrimonial podem transformar a estrutura de um clube. A modernização do Estádio UNO vai além da experiência nos dias de jogos: o espaço deixa de ser apenas um palco esportivo e passa a funcionar como um ativo estratégico para a geração de receitas e a sustentabilidade financeira da instituição”, destaca Heraldo Evans, diretor comercial da Recoma, empresa especializada em infraestrutura esportiva.
No plano desportivo e de lazer, o clube realizou uma concessão de longo prazo do seu ginásio polidesportivo para a rede Sport Club, garantindo um encaixe antecipado de 1 milhão de dólares para a amortização do projeto. A comercialização de ativos corporativos atingiu o seu expoente máximo com a construção de duas linhas verticais de camarotes VIP e assentos premium — geridos em parceria com a empresa Experiencia Fútbol, que adiantou cerca de 6 milhões de dólares ao clube —, esgotando os espaços através de contratos de direito de uso anual altamente lucrativos.
“Hoje, estádios e arenas precisam ir além do futebol. Espaços como camarotes e restaurantes têm potencial para se tornarem verdadeiros pontos turísticos. Funcionando durante o ano inteiro com shows, eventos, jogos e até experiências gastronômicas, a ideia é transformar o torcedor ocasional em um frequentador desses ambientes e atrair outros públicos”, afirma Leo Rizzo, CEO da Soccer Hospitality, empresa especializada em ambientes premium, que possui camarotes em doze estádios brasileiros.
Os impactos financeiros diretos desta transformação ficaram consolidados no encerramento do mais recente exercício fiscal do clube, onde o Estudiantes registou um expressivo superávit contável de 457 milhões de pesos e uma impressionante redução de 21,47% no seu passivo total.
Impulsionado pelo orgulho da nova casa, o clube viu a sua massa associativa disparar para a marca histórica de 63.002 sócios ativos, gerando um crescimento contínuo na arrecadação de quotas. Com um aumento de 95% nas receitas de publicidade e marketing, o Estudiantes conseguiu expandir os investimentos no seu plantel profissional e reduzir as suas dívidas operacionais, provando que a modernização patrimonial é o alicerce definitivo para o sucesso desportivo a longo prazo.
Por fimn, essa busca por novos rumos institucionais motivou um bombástico encontro recente e secreto no Estádio Monumental de Núñez entre Verón e o presidente do River Plate, Stefano Di Carlo. O objetivo central da reunião foi selar uma aliança política histórica e criar uma mesa de trabalho permanente para formular propostas conjuntas sobre os calendários, a renegociação de receitas de transmissão televisiva e a descentralização do poder político exercido por Tapia na AFA.
Embora o River Plate tenha reafirmado o seu compromisso tradicional com o modelo de associação civil sem fins lucrativos e não pretenda transformar-se em empresa, a diretoria “millonaria” partilha do profundo descontentamento do Estudiantes com os rumos organizativos e com a qualidade do futebol nacional.
Ao blindar o futebol de interferências políticas passionais e implementar auditorias e planejamentos de mercado típicos do mundo corporativo, o clube comandado por “La Brujita” Verón pretende criar um formato de gestão híbrido que garanta competitividade internacional a longo prazo.
Herói do Estudiantes contra o Flamengo, Fernando Muslera falou após a partida nessa quinta-feira (22), no jogo de volta da semifinal da Copa Libertadores. O goleiro uruguaio pegou três penalidades na vitória por 4 a 2 da equipe de La Plata, em pleno Maracanã.
O arqueiro se mostrou feliz por conseguir dar a volta por cima, após falhar na Copa do Mundo. Além disso, projetou o retorno a Montevideo. O estádio Centenário sediará a final da Libertadores.
“Me sinto orgulhoso e feliz. Pessoalmente, o futebol sempre te dá uma nova chance. Vou jogar novamente no lendário estádio que sediará a Copa do Mundo. É uma honra para mim estar naquele campo”.
Palmeiras x Estudiantes na Libertadores
Estudiantes e Palmeiras vão se encontrar na grande final da Copa Libertadores em 28 de novembro, no Estádio Centenário, no Uruguai. Quem se sagrar campeão, dará ainda ao seu país o posto de maior vencedor da história da competição.
Ao todo, os clubes argentinos conquistaram 25 taças da Libertadores, mesmo número conquistado pelos brasileiros, que venceram as últimas sete edições e igualou o feito dos “hermanos”.
Sendo assim, Estudiantes e Palmeiras também vão carregar a responsabilidade de tornar o seu respectivo país o maior vencedor da história da Libertadores.
Three years after the start of the war in Gaza, thousands of families still do not know what happened to their loved ones. Some vanished beneath buildings bombed by Israel; others remain unaccounted for. The destruction of territory, the displacement of millions of people and the lack of resources to recover and identify remains make it increasingly difficult to reconstruct their stories. The longer time goes by, the greater the risk of losing the evidence that could lead to them.
La temporada de premios de la música latina continúa en auge con la celebración de los Billboard Latin Music Awards, que tuvieron lugar este jueves, 22 de octubre, en el James L. Knight Center de Miami. Una gala destinada a reconocer a los artistas, canciones y álbumes más presentes en las listas de Billboard dedicadas a la música latina, que se retransmitió en directo por Telemundo y puede volver a verse en Peacock.
La cantante española Rosalía posa en la alfombra azul de los Premios Billboard de la Música Latina este jueves en el James L. Kinght Center en Miami, Florida.
O deputado Francisco Gomes vai mais longe e pede a demissão de todo o governo. Ainda, arrancou esta manhã na generalidade a discussão do Orçamento do Estado.
Bruno Cardoso Reis aponta falhas no Starshield como razão e diz que a Europa deve investir na sua própria indústria de defesa. O historiador considera ainda que Putin exige a "satelização" da Ucrânia.
Paulina Montesinos met a man named Baruc, an Italian in his thirties with an attractive profile, on the dating app Bumble. After they matched, their story moved quickly: they chatted for days, went out on a few dates and soon he started showing strong affection and lavish gestures. “I’ve met the perfect man,” she thought. He also presented himself as vulnerable, neurodivergent and with an intense past that aroused deep empathy in Montesinos.
The judge said Trump must sit for a deposition by December 11 or face sanctions including the possible dismissal of his $14.2 billion lawsuit against the British broadcaster.
The judge said Trump must sit for a deposition by December 11 or face sanctions including the possible dismissal of his $14.2 billion lawsuit against the British broadcaster.
A final da Libertadores de 2026 colocará frente a frente Palmeiras e Estudiantes em uma decisão que vale mais do que o título continental. No dia 28 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai, os clubes disputarão a chance de colocar seu país na liderança isolada do ranking histórico da competição.
Brasil e Argentina somam 25 títulos cada e chegam à decisão empatados pela primeira posição entre as nações mais vencedoras do torneio. Com isso, o campeão da edição de 2026 garantirá ao seu país a 26ª conquista e encerrará a igualdade histórica entre os dois rivais sul-americanos.
O Palmeiras chega à decisão após eliminar o Fluminense nos pênaltis, por 5 a 3. Já o Estudiantes conquistou a classificação depois de superar o Flamengo, também nos pênaltis, por 3 a 2.
Brasil e Argentina disputam liderança histórica
O equilíbrio entre os países mudou nos últimos anos. A Argentina manteve a liderança durante décadas, mas os clubes brasileiros reduziram a diferença com uma sequência de conquistas recentes.
Desde 2019, Flamengo, Palmeiras, Botafogo e Fluminense levantaram a taça e ampliaram a presença do Brasil entre os campeões.
Os argentinos, por outro lado, não conquistam a Libertadores desde 2018, quando o River Plate venceu o Boca Juniors na final. A sequência de títulos brasileiros levou ao empate no ranking por países em 2025 — e a decisão deste ano definirá quem ficará à frente.
Depois de Brasil e Argentina, o Uruguai aparece na terceira posição, com oito títulos. Colômbia e Paraguai somam três conquistas cada, enquanto Chile e Equador têm uma taça cada.
Palmeiras busca o tetracampeonato
O Palmeiras chega à sua oitava final de Libertadores e tenta conquistar o quarto título de sua história. Campeão em 1999, 2020 e 2021, o clube paulista busca voltar ao topo do continente após cinco anos.
Estudiantes tenta voltar ao topo após 17 anos
Do outro lado, o Estudiantes busca o quinto título da Libertadores. O clube de La Plata foi campeão em 1968, 1969 e 1970, em uma sequência histórica, e voltou a conquistar o torneio em 2009, quando superou o Cruzeiro na decisão. Agora, 17 anos depois, terá a oportunidade de levantar novamente a taça.
Final reedita decisão histórica de 1968
No dia 28 de novembro, Palmeiras e Estudiantes irão reeditar a final da Libertadores de 1968. Os argentinos levaram a melhor em uma decisão que precisou de três partidas. Na ida, em La Plata, venceram por 2 a 1. Na volta, no Pacaembu, o Palmeiras ganhou por 3 a 1, resultado que levou a disputa para um terceiro confronto.
O desempate aconteceu no Estádio Centenário, em Montevidéu, o mesmo palco escolhido para a final de 2026. Na ocasião, o Estudiantes venceu por 2 a 0 e conquistou sua primeira Libertadores. Quase seis décadas depois, os dois clubes voltarão a se enfrentar no estádio uruguaio, desta vez em jogo único.
Adam Hamilton, que dirige una Iglesia con nueve sedes y 25.000 fieles, salta a la política para desbancar a Roger Marshall, el favorito de Trump que mandó a prisión a sus pacientes pobres. Kansas no envía un demócrata al Senado desde 1932 Leer
Adam Hamilton, que dirige una Iglesia con nueve sedes y 25.000 fieles, salta a la política para desbancar a Roger Marshall, el favorito de Trump que mandó a prisión a sus pacientes pobres. Kansas no envía un demócrata al Senado desde 1932