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El espacio entre embarazos podría condicionar la salud a largo plazo y la edad biológica materna

Las gestaciones muy seguidas impactan en la adecuada recuperación biológica de la mujer, lo que podría tener consecuencias negativas para la salud materna a largo plazo Leer

Las gestaciones muy seguidas impactan en la adecuada recuperación biológica de la mujer, lo que podría tener consecuencias negativas para la salud materna a largo plazo
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Empoderadas: del “no es nada” a investigar tu propio tumor

Belén Carreño, la periodista que escribe en este diario el boletín Inteligencia económica, publicó la semana pasada un artículo de opinión sobre un tema muy distinto a los que suele tratar: su vida sufriendo una adenomiosis dolorosísima, desde una primera regla incapacitante hasta el diagnóstico tardío de este tipo de endometriosis. La frase que más ha escuchado y que articula su relato de terror es “no es nada”. Las redes sociales, escribe, se volvieron su ventana a la enfermedad, informándola. Ahora consigue manejar el dolor de su cuerpo gracias a una red de profesionales privados que le ayudan a ello. No es la única. “Es un infierno. Yo dedico casi 500 euros al mes a mantenerme en pie y seguir trabajando. Hoy he tenido que pedir presupuesto en una clínica privada porque me han desaparecido las citas que tenía en la pública”, le responde en X Aida dos Santos, último Premio Nacional de Ensayo por Hijas del hormigón. La Vecina Rubia, una autora y personalidad digital, inspiró a Carreño a hablar en público tras contar a casi un millón de seguidores de X y tres millones en Instagram que había perdido su útero y diez años de vida “soportando que ginecólogos y ginecólogas normalizasen mi dolor y el resto de síntomas”.

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Miriam González, ingeniera que ha usado la IA para consultas médicas, en una imagen cedida por ella.
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Loulé partrilha solução digital de Gestão Energética em Encontro Luso -Brasileiro

O Município de Loulé irá participar no 22º Encontro de Engenharia Sanitária e Ambiental – 22.º Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (ENaSB SILUBESA), com a apresentação da comunicação oral “Plataforma Integrada para a Sustentabilidade Energética: Município de Loulé”, dando a conhecer uma ferramenta digital desenvolvida internamente para reforçar a gestão energética municipal.

O evento decorrerá entre 30 de setembro e 2 de outubro, na Universidade do Algarve – Campus de Gambelas, em Faro, reunindo especialistas, investigadores e profissionais das áreas da água, ambiente e energia, num espaço dedicado à partilha de conhecimento e boas práticas.

A comunicação técnica, desenvolvida por técnicos da Divisão de Sustentabilidade e Recursos Naturais, dará a conhecer o trabalho desenvolvido pelo Município de Loulé na área da gestão energética municipal, evidenciando o contributo da inovação tecnológica e das ferramentas digitais para uma gestão pública mais eficiente e sustentável.

A plataforma centraliza e integra informação relativa aos consumos energéticos das diferentes infraestruturas municipais, permitindo monitorizar de forma contínua os consumos de eletricidade, os custos associados e as emissões de dióxido de carbono (CO₂). A informação disponibilizada contribui para uma gestão mais eficiente dos recursos e apoia o planeamento energético municipal.

A automatização dos processos de recolha e tratamento de dados permite reduzir tarefas manuais, melhorar a qualidade da informação disponível e disponibilizar indicadores que facilitam a identificação de oportunidades de melhoria e a definição de prioridades de intervenção.

Os dados analisados permitem identificar os setores com maior expressão no consumo energético do concelho, destacando-se a iluminação pública e o sistema de abastecimento de água. Esta informação constitui um importante suporte à definição de medidas de eficiência energética e à orientação do investimento municipal.

A participação no ENaSB SILUBESA permitirá ainda ao Município de Loulé partilhar conhecimento e experiência com especialistas e entidades dos setores da água, ambiente e energia, reforçando o seu compromisso com a inovação, a eficiência energética e a sustentabilidade.

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Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Loulé: Autarquia promove sessões participativas

“A mobilidade sustentável constrói-se com a participação de todos!”. Este é o mote para as sessões participativas que a Autarquia de Loulé irá realizar no próximo dia 28 de setembro, dirigidas a entidades e à população em geral, no âmbito da elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Loulé (PMUS de Loulé).

Pretende-se promover espaços de diálogo, reflexão e partilha de conhecimentos, experiências e perspetivas sobre a mobilidade no concelho.

Durante a manhã, terá lugar a sessão de trabalho com os serviços municipais e com as entidades representativas do território, procurando reunir diferentes visões e conhecimentos técnicos e reforçar a articulação entre os diversos intervenientes com responsabilidade e competências nas áreas da mobilidade, acessibilidade, transportes, território e espaço público.

Mas neste processo, a participação da comunidade constitui uma dimensão essencial. Depois de, numa fase anterior, ter sido realizado um Inquérito à Mobilidade dirigido à população, destinado a caracterizar os padrões de deslocação existentes no concelho e a identificar necessidades e desafios, o Município pretende agora aprofundar esta auscultação. Um dos momentos centrais deste processo será a sessão pública dirigida à população em geral, que acontece pelas 17h30, na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen.

A sessão será aberta à participação de todos os munícipes e entidades representativas da sociedade civil, constituindo uma oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido no âmbito do PMUS e, sobretudo, partilhar ideias, preocupações, experiências e propostas sobre a mobilidade no concelho.

Refira-se que o Município está a desenvolver o PMUS de Loulé, um instrumento estratégico que pretende definir uma nova visão para a mobilidade no concelho, promovendo deslocações mais sustentáveis, acessíveis e seguras, espaços públicos mais humanizados e um território mais preparado para os desafios do presente e do futuro.

Financiado pelo Fundo de Transportes e pelo Fundo Ambiental, o Plano conta com a assessoria técnica da MPT – Mobilidade e Planeamento do Território, Lda. e encontra-se atualmente numa fase em que a participação das instituições, entidades e da população assume particular importância para consolidar as opções a integrar no Plano.

O PMUS de Loulé pretende, assim, contribuir para uma mudança positiva na forma como as pessoas se deslocam e experienciam o território, promovendo uma mobilidade mais sustentável, inclusiva e eficiente, sem esquecer as especificidades de um concelho diversificado, que integra diferentes realidades urbanas, rurais e costeiras.

Mais do que um plano elaborado para a população, o Município pretende construir um plano com a população, incorporando diferentes perspetivas e experiências na definição das opções para a mobilidade futura de Loulé, valorizando o conhecimento de quem vive, trabalha, estuda e se desloca diariamente no território.

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