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Cuando hasta el ruido de un avión te hace temblar

Los trabajadores humanitarios a veces creen que pueden con todo, y cómo no lo van a pensar si su labor consiste en ayudar a personas vulnerables en situaciones extremas, si están para eso, si son los encargados de evacuar a miles de refugiados del Cuerno de África que se encuentran retenidos por las autoridades libias en medio de un conflicto activo; asistir a mujeres que han sido violadas cuando cruzaban el desierto en su camino hacia una salida por el Mediterráneo; o atender a refugiados que llegan en patera al borde de la muerte (algunos llegan ya inertes y mueren en brazos de los primeros que los asisten).

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Paula Barrachina da una entrevista después de que 44 migrantes murieran en un centro de detención en Libia.

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© ACNUR

Una recopilación del trabajo del personal de Acnur en distintas emergencias humanitarias por todo el mundo.
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Companyia TNC: 3a part (i última?)

El Teatre Nacional de Catalunya.

La temporada que ve, 2027-2028, el TNC comptarà amb una companyia estable formada per 12 actors i actrius menors de 35 anys. El titular és bonic, a banda de ser un detall important del que serà el mandat de Josep Maria Mestres al capdavant de l’equipament teatral més gran del país. Però no és cap novetat. Perquè això de la companyia del TNC ve de lluny.

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Olvidos o pensamiento lento, ¿qué hay detrás del llamado ‘brain fog’ o niebla mental?

Levantarse por la mañana con la sensación de que cuesta más pensar con claridad puede deberse a un mal descanso. No dormir lo suficiente, el calor extremo, el estrés o determinados cambios en los hábitos pueden afectar al rendimiento cognitivo y provocar falta de concentración, confusión, espesura o fatiga mental, entre otras. Pero ¿cuáles son las causas y por qué aparece? ¿Se puede medir? ¿Afecta a todos por igual? Y, sobre todo, ¿cómo se puede distinguir entre un cansancio normal y una niebla mental que conviene revisar? Sus causas son variadas y van más allá de dormir mal.

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© .shock (Getty Images)

Una mujer trabaja a oscuras.
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Há por aí mundos bem mais habitáveis do que a Terra. Como são?

Mundos maiores, mais estáveis, com mares e milhares de ilhas. “Numa perspetiva universal, porque haveria a Terra de ser a referência?”. A Terra pode não ser o planeta mais favorável à vida no Universo. Muitos cientistas acreditam que existem mundos onde os seres vivos podem prosperar durante muito mais tempo e desenvolver uma diversidade ainda maior do que a que conhecemos. São os chamados planetas superhabitáveis — e alguns poderão estar relativamente perto de nós. Estes mundos seriam ligeiramente maiores do que a Terra, teriam uma atmosfera mais espessa, temperaturas estáveis e vastas extensões de mares pouco profundos. E em

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Tua Festival de Percursos Pedestres reforça impacto turístico e económico no Vale do Tua

VTM

O TFPP terminou este fim de semana, em Mirandela, a edição 2026 novamente com inscrições esgotadas . Ao longo de cinco fins de semana, o festival percorreu os cinco municípios do Vale do Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor), com forte envolvimento das comunidades locais e uma aposta crescente na sustentabilidade e no  conceito turismo em família.

Promovido pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT) e organizado em parceria com os Municípios e o serviço especializado da  PORTUGALNTN, o festival volta a afirmar-se como uma referência nacional no turismo de natureza e no pedestrianismo, conjugando a descoberta da paisagem com a valorização da identidade, da cultura e dos produtos de base local.

Para António Luís Marques, diretor do PNRVT, esta edição confirma a dimensão e a capacidade de atratividade do evento, o maior festival de percursos pedestres de Portugal. “Falamos de cinco fins de semana, cinco municípios e 1250 participantes, com inscrições esgotadas em todos os momentos. É um sinal muito claro do interesse que o festival desperta e da capacidade do Vale do Tua para atrair visitantes de norte a sul do país. Um produto que não sofre de sazonalidade”, destaca.

Mais do que caminhar, participar no TFPP é conhecer o território através de quem nele vive. O envolvimento das comunidades locais constitui uma das principais marcas do evento, com as localidades anfitriãs a assumirem um papel ativo no acolhimento dos visitantes e na dinamização de atividades complementares.

Workshops dedicados aos saberes tradicionais, visitas guiadas ao património, histórias contadas pelos residentes, apresentação e venda de produtos da terra e participação de produtores, empresários e associações locais contribuem para criar uma experiência autêntica, ao mesmo tempo que geram oportunidades económicas para as comunidades.

“O festival tem vindo a fortalecer a identidade das comunidades e é cada vez mais evidente a proximidade entre quem recebe e quem participa”, sublinha Domingos Pires, da PORTUGALNTN, empresa parceira envolvida na organização desde a primeira edição.

Esta dinâmica tem um impacto direto forte na economia do território. Mais de 60% dos participantes são provenientes de fora da região e muitos aproveitam o festival para permanecer no Vale do Tua durante dois ou três dias, numa época do ano em que a atividade turística é habitualmente mais reduzida. A procura chega, em alguns municípios, a esgotar a capacidade de alojamento local, estendendo-se mesmo a concelhos vizinhos.

A restauração, o alojamento, o comércio e os produtores locais beneficiam desta procura, num modelo que procura fazer com que o valor gerado pelo turismo permaneça no território. Para além de participarem nas caminhadas, muitos visitantes aproveitam a estadia no Vale do Tua para descobrir a gastronomia, os vinhos, o património e outras propostas de turismo de natureza disponíveis na região.

Famílias

A edição deste ano ficou também marcada por uma novidade: a criação de oficinas criativas e pedagógicos destinados aos mais pequenos. Enquanto os pais participavam nos percursos pedestres, os mais novos podem aprender, brincar e descobrir novas experiências ligadas ao território, acompanhados por uma equipa dedicada. A iniciativa reforça a dimensão familiar que o festival pretende consolidar, alargando as possibilidades de participação e tornando o evento mais acessível a diferentes públicos e gerações.

A sustentabilidade é outro dos pilares do TFPP, traduzindo-se em medidas concretas para reduzir o impacto ambiental do evento e incentivar comportamentos responsáveis. Por exemplo, todos os participantes recebem uma garrafa e uma caneca reutilizáveis. A organização aboliu a utilização de garrafas de água descartáveis, assegurando pontos de reabastecimento ao longo dos percursos. A gestão dos resíduos é igualmente uma preocupação, com a organização a recolher o lixo encontrado durante a passagem pelos trilhos. Nos reforços alimentares e nas refeições, privilegiam-se produtos de origem local e, sempre que possível, o envolvimento de empresários e associações das próprias localidades.

A avaliação dos participantes é uma componente importante da melhoria contínua do festival. Em cada etapa, os caminhantes são convidados a responder a inquéritos de satisfação, podendo partilhar opiniões, sugestões e eventuais reparos sobre a organização e as atividades e, segundo a organização, as avaliações confirmam o bom caminho que se está a seguir.

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Tres glifos pintados hace 1.500 años en una cueva mexicana confirman que Teotihuacan tuvo un sistema de escritura como el de los mayas o los aztecas

Durante décadas, los expertos discutieron si Teotihuacan —la ciudad que dominó el centro de México entre los siglos I y VI d. C., con una población que pudo alcanzar los 125.000 habitantes— poseía un sistema de escritura verdadero o si, por el contrario, sus signos eran simples emblemas decorativos. La pregunta no era menor: los […]

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