Idoso detido por provocar incêndio com queima de sobrantes

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El juzgado de instrucción número 49 de Madrid ha abierto una investigación penal por imprudencia en el caso de los trasteros incendiados el pasado junio en el distrito madrileño de Villaverde. “No he visto una cosa igual en 20 años de profesión de abogado”, confiesa a este diario Miguel Ángel Rodríguez Vacelar, director del bufete especializado en herencias y divorcios Vacelar Abogados, que fue quien el pasado martes 13 presentó una denuncia penal al detectar posibles indicios de delito en un suceso del que fue, dolorosamente, víctima. Rodríguez perdió todo el legado de tres generaciones de su familia, por el que reclama a la empresa 49.000 euros, 30.000 de ellos en concepto de daños morales. Es una de las 800 personas que vieron cómo las llamas consumían todo lo que tenían guardado en la nave y que quieren saber qué fue lo que ocurrió.


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Los Ortiz dormían vestidos por si la casa ardía esa noche. Los Ortiz, o los Brennan, o los Washington, da igual, podría ser cualquier apellido, podría ser un apellido como el tuyo, exactamente igual que el tuyo. Vivían en South Bronx, en edificios de casi cien años, de fachadas de ladrillo con cuatro o cinco o seis plantas y ningún ascensor, y se acostaban con la ropa del día siguiente puesta, con los zapatos puestos, los niños sobre todo, porque bajar tres pisos en calcetines por una escalera en llamas podía suponer la diferencia entre vivir o morir. Las madres dejaban una bolsa junto a la puerta con documentos, una foto de la familia, el dinero en metálico que tuviesen disponible, siempre la misma bolsa, lista, como la gente que vive cerca de un frente de guerra. Porque, de algún modo, la década del fuego de Nueva York fue un frente de guerra.

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A PF (Polícia Federal) informou, na manhã desta quarta-feira (21), que abriu nove inquéritos para investigar possíveis incêndios criminosos no Amazonas. Os trabalhos, que também incluem ações de monitoramento, tem foco na identificação das causas e dos responsáveis pelas recentes ocorrências.
Os inquéritos foram abertos ao longo do novo período de queimadas que atinge o estado.
Segundo a corporação, as apurações abrangem diferentes municípios do Amazonas e incluem a análise de dados de satélite e levantamento de informações junto a órgãos públicos.
Entre as medidas que a PF adotou estão o acompanhamento semanal de alertas de incêndio, com base em dados de satélite, e a requisição de informações a órgão federais, estaduais e municipais.
Há investigações relacionadas à ocorrências nos municípios de Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Manaquiri, Manaus, Iranduba e Canutama. Também estão previstos sobrevoos em áreas de interesse investigativo para auxiliar na identificação de possíveis pontos de origem do fogo.
Somente entre 2023 e 2026, a unidade responsável pelas investigações relatou 516 inquéritos policiais relacionados a crimes ambientais. Entre eles, 11 são especificamente de incêndios.
No mesmo período, 228 pessoas foram identificadas como possíveis autoras dos fatos e 113 foram indiciadas. Atualmente, 186 inquéritos policiais ambientais permanecem em andamento.
Ao menos 41 municípios no estado do Amazonas estão em situação de emergência, 16 em alerta e outros cinco em atenção.
Até o momento, já são 102.445 famílias atingidas por conta da estiagem, de acordo com o boletim do Governo de Amazonas dibvulgado nesta terça-feira (20).

O governo federal informou que vai intensificar as ações de combate aos incêndios florestais e aos efeitos da estiagem no Amazonas.
Entre as medidas anunciadas nesta quarta-feira (21) estão o repasse de mais R$ 3,5 milhões para quatro municípios afetados, o início das atividades de uma base regional da FN-SUS (Força Nacional do SUS) em Manaus e o reforço das operações de fiscalização e investigação de possíveis crimes ambientais.
Até o momento, foram aprovados R$ 21,1 milhões em nove planos de trabalho da Defesa Civil Nacional, incluindo R$ 14,3 milhões encaminhados anteriormente e o novo repasse.

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O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) aplicou cerca de R$ 2 milhões em multas devido a incêndios florestais ilegais no Amazonas.
O Estado enfrenta, nos últimos dias, incêndios florestais que somam quase 2 mil focos apenas no mês de outubro. Como consequência, a fumaça densa impacta diretamente cidades como Manaus, que chegou a registrar, por vários dias, a pior qualidade do ar do Brasil, segundo a plataforma internacional IQAir. Por causa disso, a Defesa Civil orientou os moradores a saírem de casa com máscaras do tipo PFF2 ou N95.
Desde a semana passada, nas redes municipal e estadual de ensino as aulas presenciais continuam suspensas em todos os turnos. A medida também para as atividades presenciais, nesta semana, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Nos últimos sete dias de operações na região, foram feitas 19 ações de fiscalização nas cidades de Autazes e Careiro da Várzea onde a situação dos incêndios florestais é mais crítica. Também foram aplicadas 17 multas. De acordo com o órgão, os agentes ambientais embargaram 12 áreas que somam cerca de 252 hectares.
Também foi aplicada punição pelo funcionamento de atividade sem licença ambiental. Entre os proprietários penalizados, três pararam de adotar as medidas de prevenção e de combate a incêndios florestais estabelecidas em editais de notificação do Ibama.
Dentre os outros autuados, seis causaram danos à vegetação nativa e dois destruíram áreas de floresta.
O Ministério Público do Amazonas (MPAM) realizou uma reunião interinstitucional no último sábado, 17, para definir estratégias de enfrentamento às queimadas criminosas e fortalecer a atuação conjunta dos órgãos estaduais e federais na responsabilização dos envolvidos.
Uma das decisões estabelecidas foi o compromisso do Ibama de repassar ao MPAM os autos de infração lavrados durante as fiscalizações relacionadas às queimadas.
O órgão informou que a documentação será usada para analisar e definir quais serão as medidas judiciais cabíveis, incluindo o ajuizamento de ações penais contra pessoas identificadas como responsáveis por queimadas criminosas na capital e no interior do Amazonas.
O Estado do Amazonas registrou 1.921 focos de queimadas entre os dias 1º e 19 deste mês de outubro e 8.178 desde o início de 2026 totalizando 4.260 ocorrências a mais em comparação com o mesmo período do ano anterior, com 3.918. Os dados fazem parte do programa de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


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Um incêndio florestal está a atingir, esta tarde, a Mata do Ramiscal, uma Zona de Proteção Total (ZPT), integrando o estatuto de máxima salvaguarda do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), em Arcos de Valdevez.
A zona de difícil acesso, no vale do rio Ramiscal, com escarpas graníticas, é considerada um ‘tesouro’ da biodiversidade no PNPG. Guarda árvores centenárias, nomeadamente carvalhos e azevinhos, sendo ainda território do lobo-ibérico.
Segundo o sítio da Proteção Civil, pelas 16:45, encontravam-se no combate quatro meios aéreos, 22 operacionais e cinco veículos terrestres.






O alerta para o incêndio foi dado às 14:15, para a freguesia de Cabreiro, localidade de Carvalheda.
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O concelho de Vouzela, em Viseu, é o único que apresenta hoje risco máximo de incêndio rural em Portugal continental, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Com risco muito elevado de incêndio estão perto de 50 concelhos dos distritos do Porto, Coimbra, Viseu, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre e Faro estão em risco muito elevado de incêndio, de acordo com a informação disponível no ‘site’ do IPMA.
O perigo de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
Por causa da previsão de trovoada, o IPMA pôs os distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro sob aviso amarelo até às 18:00 de hoje.
O aviso amarelo é emitido pelo IPMA por situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para hoje períodos de céu muito nublado, tornando-se pouco nublado ou limpo nas regiões Norte e Centro a partir da manhã.
As previsões apontam para a possibilidade de aguaceiros, mais prováveis na região Sul durante a tarde, podendo ser de granizo e acompanhados de trovoada, e uma descida da temperatura.
O vento soprará fraco a moderado de nordeste, sendo moderado a forte nas terras altas, em especial do Norte e Centro até ao fim da manhã e a partir do fim da tarde, e por vezes com rajadas até 70 km/h, soprando temporariamente moderado a forte de norte no litoral a norte do cabo Raso durante a tarde.
As temperaturas máximas vão oscilar entre os 26 graus em Évora e Setúbal e os 15 graus na Guarda.
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Um incêndio florestal deflagrou, na tarde desta sexta-feira, na freguesia de Covas, Vila Nova de Cerveira, e está a ser combatido por quatro meios aéreos.
Ao que O MINHO apurou junto de fonte da Proteção Civil, as chamas consomem uma zona de eucaliptal.
Pelas 17:50, o combate estava a ser realizado por 49 bombeiros e 13 veículos, assim como quatro meios aéreos.
A mesma fonte indicou ao nosso jornal que os trabalhos dos operacionais estão “a correr bem” e prevê-se a resolução do incêndio nas próximas horas.
O alerta foi dado às 14:18.
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