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Miles de estudiantes y profesores protestan en Grecia por los recortes en educación y el coste de la vida

Miles de estudiantes y profesores han salido este miércoles a la calle en toda Grecia para protestar de nuevo por las condiciones en los centros educativos, los amplios recortes en el sector y la situación de la vivienda, en unas marchas que han ido cobrando fuerza a medida que discurre la jornada.

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© ORESTIS PANAGIOTOU (EFE)

Centenares de jóvenes, este miércoles en la manifestación convocada en Atenas.
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La brecha entre salarios y precios se ensancha por el pico de la inflación y la parálisis en los convenios

El fuerte incremento de la inflación, que ha alcanzado casi el 5% en septiembre, impulsado por un encarecimiento de más del 20% en los productos energéticos, está abriendo una brecha cada vez más acusada con el poder adquisitivo de los trabajadores. Mientras el índice general de precios escala a su máximo nivel desde febrero de 2023, los asalariados se enfrentan a este embate con mucha incertidumbre. Los convenios colectivos firmados en lo que va de ejercicio recogen un incremento medio del 3,76%, pero la subida ponderada del conjunto de los acuerdos vigentes —sumando aquellos acordados en años anteriores con efectos para 2026— se queda estancada en el 3%, encadenando meses consecutivos de pérdida en la capacidad de compra. La merma en septiembre asciende ya a dos puntos porcentuales respecto al incremento salarial de los trabajadores que ya tienen sus condiciones cerradas para 2026, aunque el efecto se mitiga en el promedio del conjunto del año.

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© RAMÓN COMET (EUROPA PRESS)

Trabajadores en la planta de Stellantis en Figueruelas (Zaragoza). Foto de archivo
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El Gobierno garantiza a los sindicatos que subirá el sueldo a los funcionarios un 5% en 2027

Los responsables de Función Pública han garantizado este martes a los sindicatos que, pese al adelanto electoral, aplicarán la subida salarial del 5% para más de tres millones de empleados públicos en 2027. Así lo han confirmado fuentes sindicales al término de la reunión mantenida entre los responsables gubernamentales y representantes de CC OO, UGT y CSIF. La subida fue comprometida en el último acuerdo del Gobierno con el colectivo, en noviembre de 2025.

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© Kiko Huesca (EFE)

Un empleado público de Correos, en una imagen de archivo.
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Açores. CGTP-IN propõe aumento geral de todos os salários

O coordenador da central sindical na região, Rui Teixeira, a estrutura reivindica o aumento geral de todos os salários de pelo menos 15%, num mínimo de 150 euros, para todos os trabalhadores, em 2027.

© Facebook Visitnordeste

A estrutura também defende a fixação de preços máximos nos bens e serviços públicos essenciais para "aliviar as famílias e as micro e pequenas empresas"
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El Consejo de Ministros aprueba ampliar la pensión de viudedad a parejas con hijos que no formalizasen la relación

El Gobierno ha aprobado este martes el decreto ley que contiene la ampliación del derecho a la pensión de viudedad a las parejas con hijos que ni se casasen ni se registrasen como parejas de hecho. Desde la publicación en el Boletín Oficial del Estado de esta norma, tanto los futuros supervivientes como los pasados tienen derecho a pedir esta prestación si acreditan dos años de convivencia ininterrumpida mediante el padrón. Para el segundo grupo se abre una ventana de un año para que aporten pruebas del derecho a la misma.

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Varias personas en Sevilla, el 9 de octubre
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Grupo Volkswagen pondera congelar salários até 2030

Jornal alemão Süddeutsche Zeitung diz ter tido acesso a documentos internos da Volkswagen, onde o grupo "prevê congelar os salários de muitos dos seus 600.000 colaboradores em todo o mundo até 2030".

© FILIP SINGER/EPA

Segundo os planos da empresa, este congelamento "implicaria, para os afetados, uma perda real de rendimentos de 10%"
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O que deve saber sobre o corte no IRS em novembro – DECO PROteste

Os salários e pensões de novembro vão ser melhorados devido ao corte do IRS, conforme foi anunciado pelo Governo, mas os contribuintes devem aproveitar para guardar alguma folga extra para o acerto de contas com o Fisco, em 2027. É o que aconselha a porta-voz da DECO PROteste numa entrevista da jornalista Beatriz Vasconcelos para o Notícias ao Minuto.

Trocando por miúdos, a “DECO PROteste aconselha os consumidores a não confundirem este reforço pontual do rendimento disponível com um acréscimo definitivo do rendimento. Quem receber mais em novembro deverá ponderar reservar parte desse valor, sobretudo se costuma contar com o reembolso do IRS para fazer face a despesas futuras.”

Por outro lado, importa salientar que é igualmente importante analisar os recibos de vencimento ou de pensão, confirmar a aplicação das retenções, continuar a pedir faturas com NIF, acompanhar e validar as despesas no e-Fatura, e atualizar o agregado familiar até ao final do mês de fevereiro, se tiver havido alguma alteração, para assegurar o aproveitamento de todas as deduções legalmente previstas”, disse Magda Canas, porta-voz da DECO PROteste, ao Notícias ao Minuto.

“Não obstante a aproximação das retenções ao verdadeiro imposto a pagar sejam genericamente positivas, é possível que mais contribuintes tenham de pagar IRS em 2027.
O resultado dependerá dos rendimentos anuais, da situação pessoal e familiar, das deduções aplicáveis e do total de imposto retido ao longo do ano”, como explicou a representante da instituição.

De acordo com a explicação veiculada pela DECO PROteste, o Governo coloca mais dinheiro no bolso das famílias portuguesas em novembro, uma vez que a retenção do IRS na fonte vai ter um corte de 50% em novembro para refletir a descida intercalar do imposto aprovada no Parlamento, voltando a aplicar-se as taxas atuais em dezembro.

A DECO PROteste considera que “esta medida vai representar um alívio imediato para os orçamentos familiares, ao permitir que trabalhadores e pensionistas disponham de mais rendimento líquido num mês em que muitas famílias recebem também o subsídio de Natal”, salientou Magda Canas ao Notícias ao Minuto.

Porém, lembrou que “receber mais dinheiro em novembro não significa necessariamente ter uma redução do IRS”, sendo que as “contas finais serão apresentadas mais tarde, aquando da apresentação do IRS, em 2027”.
A responsável recordou também que a “retenção na fonte é um adiantamento do imposto e não o imposto definitivo”.

“A redução anunciada pelo Governo pretende antecipar os efeitos da descida das taxas de IRS aprovada para os rendimentos de 2026, com efeitos retroativos a 1 de janeiro. Em novembro, a retenção será reduzida para metade do valor habitualmente apurado, nos casos abrangidos pela medida. Mas em dezembro já não haverá extras”, sublinhou Magda Canas.

É oportuno lembrar que o Ministério das Finanças explicou, em comunicado, que “após a aprovação no parlamento da nova redução do IRS, com efeitos desde 01 de janeiro de 2026, o Governo decidiu reduzir em 50% as retenções na fonte aplicáveis aos rendimentos do trabalho e às pensões pagas durante o mês de novembro, incluindo o subsídio de natal devido nesse mês”.

O alívio procura traduzir, com efeitos retroativos ao início deste ano, o desagravamento das taxas de IRS nos primeiros seis escalões de rendimento.

Quando, em 2027, o fisco calcular o IRS sobre os rendimentos de 2026, em vez de usar como referência as taxas que estão atualmente em vigor, irá ter em consideração as taxas que vigorarão em 31 de dezembro de 2026, com a redução entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais decidida pelo executivo até ao 6.º degrau do escalonamento.

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Portugal, o país que se tornou difícil ignorar

O desafio já não é provar que somos um bom país, mas que sabemos transformar essa atratividade em produtividade, em salários, em habitação acessível, em serviços públicos de qualidade.

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16h. UGT desafia PM a rever acordo de valorização salarial

Desafio lançado pelo secretário-geral na abertura do 15.º Congresso da UGT. Ainda, presidente dos socialistas garante que PS está em concordância com José Luís Carneiro quanto à viabilização do OE.

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