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Tentativa e erro

Lee Iacocca, gestor, antigo líder da Ford e da Chrysler, diz que votava democrata ou republicano, dependendo do objetivo. Votava nuns se achasse que era necessário mudar, noutros se fosse para manter a tendência.

Claro que as ideologias contam. Iacocca lembra, também, que só conseguiu salvar o terceiro maior construtor automóvel norte-americano com um empréstimo estatal porque eram os democratas que, nessa altura, estavam no poder. Teria sido impossível com os republicanos. Mesmo assim, a alternância no poder servia para mudar o rumo. Se a situação não tinha a dinâmica necessária, escolhia um lado, se era preciso continuar na mesma direção, porque estava a correr bem, preferia o outro.

Hoje, é mais difícil fazer uma escolha deste tipo. A ideologia pesa mais, as posições estão mais extremadas. Ou um lado ou outro. Mas a sensação que temos é de que, mesmo mudando de protagonistas, parece não acontecer nada de relevante. Escolhida a alternativa, não notamos diferença no dia a dia.

Nadim Habib, professor da Nova SBE, diz que nos esforçamos muito para manter tudo na mesma. Tentamos resolver problemas novos com as mesmas soluções que vêm de trás. Recusamos a transformação. Confundimos agitação com movimento. O horizonte de uma legislatura ou de um mandato também é redutor, não ajuda.

Olhando para a atual efervescência social, generalizada, estamos mesmo à procura de mudança. Mesmo não sabendo para onde. Renovam-se escolhas, opta-se por novidades para tentar encontrar alternativas, quando as procuramos. Acreditamos que vamos lá por tentativa e erro. Com o risco imenso de o fazer sem referências e, muitas vezes, sem perceber que as decisões têm custos. A mudança também pode ser para pior.

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No que acertam as comunidades online sobre jogar juntos mais vezes

A opinião mais comum atribui a um catálogo por subscrição a razão pela qual os amigos jogam juntos mais vezes. Mas essa é uma inversão da ordem dos fatores. O acesso pode eliminar uma barreira prática, mas são o contacto repetido, um horário regular e fiável e um objetivo cooperativo que transformam uma noite livre num hábito partilhado. A investigação descreve os videojogos como uma atividade potencialmente social em que a comunicação, a cooperação e as relações se estendem a amigos já existentes, conhecidos online e comunidades mais amplas. Os jogadores podem comprar jogos digitais nas lojas oficiais das plataformas

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DECO | O que influencia as escolhas dos consumidores

O que influencia as escolhas dos consumidores, como planeiam as compras e que fatores determinam a escolha das lojas e dos produtos? A DECO INFORMA… Estas são algumas das questões analisadas no estudo “O Novo Consumidor do Retalho”, realizado pela Behavioral Insights Unit da Católica Lisbon School of Business & Economics, que a DECO, com […]

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Onde acertam os jogos multijogador quando se trata de manter o contacto com os amigos

O argumento mais forte a favor dos jogos multijogador não é o espetáculo de uma partida nem a dimensão de uma comunidade online. É a possibilidade de repetir uma sessão partilhada. Uma noite de jogo cooperativo dá aos amigos um ponto de encontro fiável para conversar quando agendas preenchidas deixam pouco espaço para conversas espontâneas. Esta rotina tem mais valor social do que tratar o jogo em conjunto como um evento ocasional ligado ao lançamento de um grande título. As opções de acesso devem fazer parte desse plano e não ser pensadas posteriormente. Um grupo que procure um ponto de

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