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Un juez abre una investigación penal por imprudencia en el caso de los trasteros incendiados de Villaverde

El juzgado de instrucción número 49 de Madrid ha abierto una investigación penal por imprudencia en el caso de los trasteros incendiados el pasado junio en el distrito madrileño de Villaverde. “No he visto una cosa igual en 20 años de profesión de abogado”, confiesa a este diario Miguel Ángel Rodríguez Vacelar, director del bufete especializado en herencias y divorcios Vacelar Abogados, que fue quien el pasado martes 13 presentó una denuncia penal al detectar posibles indicios de delito en un suceso del que fue, dolorosamente, víctima. Rodríguez perdió todo el legado de tres generaciones de su familia, por el que reclama a la empresa 49.000 euros, 30.000 de ellos en concepto de daños morales. Es una de las 800 personas que vieron cómo las llamas consumían todo lo que tenían guardado en la nave y que quieren saber qué fue lo que ocurrió.

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Fotograma de un vídeo publicado por Emergencias Madrid en X del incendio en la nave de trasteros de la calle de San Mamés, en el distrito madrileño de Villaverde, el pasado 18 de junio.
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Lo que aún podemos aprender de los incendios del Bronx: un barrio reducido a cenizas

Los Ortiz dormían vestidos por si la casa ardía esa noche. Los Ortiz, o los Brennan, o los Washington, da igual, podría ser cualquier apellido, podría ser un apellido como el tuyo, exactamente igual que el tuyo. Vivían en South Bronx, en edificios de casi cien años, de fachadas de ladrillo con cuatro o cinco o seis plantas y ningún ascensor, y se acostaban con la ropa del día siguiente puesta, con los zapatos puestos, los niños sobre todo, porque bajar tres pisos en calcetines por una escalera en llamas podía suponer la diferencia entre vivir o morir. Las madres dejaban una bolsa junto a la puerta con documentos, una foto de la familia, el dinero en metálico que tuviesen disponible, siempre la misma bolsa, lista, como la gente que vive cerca de un frente de guerra. Porque, de algún modo, la década del fuego de Nueva York fue un frente de guerra.

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© Ricky Flores (Getty Images)

Los bomberos apagan un incendio en el Bronx en 1983.
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PF abre nove inquéritos para investigar incêndios no Amazonas

A PF (Polícia Federal) informou, na manhã desta quarta-feira (21), que abriu nove inquéritos para investigar possíveis incêndios criminosos no Amazonas. Os trabalhos, que também incluem ações de monitoramento, tem foco na identificação das causas e dos responsáveis pelas recentes ocorrências.

Os inquéritos foram abertos ao longo do novo período de queimadas que atinge o estado.

Segundo a corporação, as apurações abrangem diferentes municípios do Amazonas e incluem a análise de dados de satélite e levantamento de informações junto a órgãos públicos.

Entre as medidas que a PF adotou estão o acompanhamento semanal de alertas de incêndio, com base em dados de satélite, e a requisição de informações a órgão federais, estaduais e municipais. 

Há investigações relacionadas à ocorrências nos municípios de Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Manaquiri, Manaus, Iranduba e Canutama. Também estão previstos sobrevoos em áreas de interesse investigativo para auxiliar na identificação de possíveis pontos de origem do fogo. 

Cenário de investigações

Somente entre 2023 e 2026, a unidade responsável pelas investigações relatou 516 inquéritos policiais relacionados a crimes ambientais. Entre eles, 11 são especificamente de incêndios.

No mesmo período, 228 pessoas foram identificadas como possíveis autoras dos fatos e 113 foram indiciadas. Atualmente, 186 inquéritos policiais ambientais permanecem em andamento.

Situção de emergência

Ao menos 41 municípios no estado do Amazonas estão em situação de emergência, 16 em alerta e outros cinco em atenção.

Até o momento, já são 102.445 famílias atingidas por conta da estiagem, de acordo com o boletim do Governo de Amazonas dibvulgado nesta terça-feira (20).

• Governo do Amazonas

O governo federal informou que vai intensificar as ações de combate aos incêndios florestais e aos efeitos da estiagem no Amazonas.

Entre as medidas anunciadas nesta quarta-feira (21) estão o repasse de mais R$ 3,5 milhões para quatro municípios afetados, o início das atividades de uma base regional da FN-SUS (Força Nacional do SUS) em Manaus e o reforço das operações de fiscalização e investigação de possíveis crimes ambientais.

Até o momento, foram aprovados R$ 21,1 milhões em nove planos de trabalho da Defesa Civil Nacional, incluindo R$ 14,3 milhões encaminhados anteriormente e o novo repasse.

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Ação humana continua a ser preponderante nos fogos em Leiria

Com 270 fogos e 68 hectares ardidos até meados de outubro, o comandante sub-regional pede mais sensibilização para "inverter este ciclo de incêndios causados pelo homem".

© NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

Para o responsável da Proteção Civil, não se pode "continuar a ter uma floresta que se torna refém da ação humana negligente"
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Ibama aplica R$ 2 milhões em multas no Amazonas em ação contra queimadas; incêndios fecharam escolas

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) aplicou cerca de R$ 2 milhões em multas devido a incêndios florestais ilegais no Amazonas.

O Estado enfrenta, nos últimos dias, incêndios florestais que somam quase 2 mil focos apenas no mês de outubro. Como consequência, a fumaça densa impacta diretamente cidades como Manaus, que chegou a registrar, por vários dias, a pior qualidade do ar do Brasil, segundo a plataforma internacional IQAir. Por causa disso, a Defesa Civil orientou os moradores a saírem de casa com máscaras do tipo PFF2 ou N95.

Desde a semana passada, nas redes municipal e estadual de ensino as aulas presenciais continuam suspensas em todos os turnos. A medida também para as atividades presenciais, nesta semana, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Nos últimos sete dias de operações na região, foram feitas 19 ações de fiscalização nas cidades de Autazes e Careiro da Várzea onde a situação dos incêndios florestais é mais crítica. Também foram aplicadas 17 multas. De acordo com o órgão, os agentes ambientais embargaram 12 áreas que somam cerca de 252 hectares.

Também foi aplicada punição pelo funcionamento de atividade sem licença ambiental. Entre os proprietários penalizados, três pararam de adotar as medidas de prevenção e de combate a incêndios florestais estabelecidas em editais de notificação do Ibama.

Dentre os outros autuados, seis causaram danos à vegetação nativa e dois destruíram áreas de floresta.

Atuação conjunta no combate a queimadas

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) realizou uma reunião interinstitucional no último sábado, 17, para definir estratégias de enfrentamento às queimadas criminosas e fortalecer a atuação conjunta dos órgãos estaduais e federais na responsabilização dos envolvidos.

Uma das decisões estabelecidas foi o compromisso do Ibama de repassar ao MPAM os autos de infração lavrados durante as fiscalizações relacionadas às queimadas.

O órgão informou que a documentação será usada para analisar e definir quais serão as medidas judiciais cabíveis, incluindo o ajuizamento de ações penais contra pessoas identificadas como responsáveis por queimadas criminosas na capital e no interior do Amazonas.

O Estado do Amazonas registrou 1.921 focos de queimadas entre os dias 1º e 19 deste mês de outubro e 8.178 desde o início de 2026 totalizando 4.260 ocorrências a mais em comparação com o mesmo período do ano anterior, com 3.918. Os dados fazem parte do programa de monitoramento de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

© EDMAR BARROS/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Manaus atinge níveis graves de poluição do ar por fumaça de queimadas
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Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês

Um incêndio florestal está a atingir, esta tarde, a Mata do Ramiscal, uma Zona de Proteção Total (ZPT), integrando o estatuto de máxima salvaguarda do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), em Arcos de Valdevez.

A zona de difícil acesso, no vale do rio Ramiscal, com escarpas graníticas, é considerada um ‘tesouro’ da biodiversidade no PNPG. Guarda árvores centenárias, nomeadamente carvalhos e azevinhos, sendo ainda território do lobo-ibérico.

Segundo o sítio da Proteção Civil, pelas 16:45, encontravam-se no combate quatro meios aéreos, 22 operacionais e cinco veículos terrestres.

Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO
Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO
Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO
Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO
Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO
Incêndio atinge mata em zona de proteção total no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: João Martinho / O MINHO

O alerta para o incêndio foi dado às 14:15, para a freguesia de Cabreiro, localidade de Carvalheda.

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Projeto prevê que drones chegam a fogos em 10 minutos

Ministro da Agricultura diz que os meios de combate a incêndio e as autoridades demoram em média 30 minutos a chegar e que o projeto-piloto visa uma intervenção "quase imediata".

© PAULO NOVAIS/LUSA

Os primeiros testes devem ser realizados daqui a um ano, sendo que o projeto prevê a utilização de enxames de drones com capacidade para transportar até 50 quilogramas de líquido retardante e intervir na fase inicial de um potencial incêndio
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Testados drones usados para o combate inicial a incêndios

O projeto tem como objetivo identificar potenciais incêndios, transmitir alertas e apoiar uma intervenção inicial. Prevê-se que os drones consigam transportar 50 quilos de líquido retardante.

© TIAGO PETINGA/LUSA

O projeto será apresentado na terça-feira e contará com a presença do ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes
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1,9 milhões de hectares de florestas arderam na Indonésia

O número é uma pequena estimativa porque o fumo dificultou a verificação via satélite dos focos. O Governo indonésio não forneceu mais números oficiais sobre as áreas ardidas desde o final de julho.

© MAST IRHAM/EPA

A extensão real dos incêndios é, provavelmente, muito superior aos 1.916.588 hectares ardidos estimados, até a data, pela sua organização.
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11h. Tendas mantêm-se no Rossio e na Praça D. João I

Os manifestantes pedem habitação digna e tecem críticas às políticas do Governo de Luís Montenegro. E ainda, a imprensa canadiana diz que pelo sete pessoas morreram num incêndio numa base militar.

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9h. Fogo em base militar no Canadá causa mortos e feridos

Ainda não são conhecidos os números oficiais deste incidente, na província de Alberta. E ainda, centenas de manifestantes passaram a noite nas ruas de Lisboa e do Porto.

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Um concelho em risco máximo de incêndio e quase 50 em risco muito elevado

O concelho de Vouzela, em Viseu, é o único que apresenta hoje risco máximo de incêndio rural em Portugal continental, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Com risco muito elevado de incêndio estão perto de 50 concelhos dos distritos do Porto, Coimbra, Viseu, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre e Faro estão em risco muito elevado de incêndio, de acordo com a informação disponível no ‘site’ do IPMA.

O perigo de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Por causa da previsão de trovoada, o IPMA pôs os distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro sob aviso amarelo até às 18:00 de hoje.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA por situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para hoje períodos de céu muito nublado, tornando-se pouco nublado ou limpo nas regiões Norte e Centro a partir da manhã.

As previsões apontam para a possibilidade de aguaceiros, mais prováveis na região Sul durante a tarde, podendo ser de granizo e acompanhados de trovoada, e uma descida da temperatura.

O vento soprará fraco a moderado de nordeste, sendo moderado a forte nas terras altas, em especial do Norte e Centro até ao fim da manhã e a partir do fim da tarde, e por vezes com rajadas até 70 km/h, soprando temporariamente moderado a forte de norte no litoral a norte do cabo Raso durante a tarde.

As temperaturas máximas vão oscilar entre os 26 graus em Évora e Setúbal e os 15 graus na Guarda.

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Quatro meios aéreos combatem incêndio em Cerveira

Um incêndio florestal deflagrou, na tarde desta sexta-feira, na freguesia de Covas, Vila Nova de Cerveira, e está a ser combatido por quatro meios aéreos.

Ao que O MINHO apurou junto de fonte da Proteção Civil, as chamas consomem uma zona de eucaliptal.

Pelas 17:50, o combate estava a ser realizado por 49 bombeiros e 13 veículos, assim como quatro meios aéreos.

A mesma fonte indicou ao nosso jornal que os trabalhos dos operacionais estão “a correr bem” e prevê-se a resolução do incêndio nas próximas horas.

O alerta foi dado às 14:18.

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Focos de incêndio no Amazonas diminuem após ação de força-tarefa

Logo Agência Brasil

Mais de 300 focos de incêndio florestal foram extintos, nos últimos cinco dias, pelas equipes da força-tarefa que atuam no combate às chamas que atingem o Amazonas.

Após o pico de 494 novos focos, no dia 10 de outubro, o estado registra nesta sexta-feira (16) 188 focos de incêndio, segundo o painel Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Notícias relacionadas:

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, atuam na força-tarefa 330 brigadistas em equipes coordenadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Também foram deslocadas para o estado 11 aeronaves, além de 32 veículos terrestres e oito embarcações.

Segundo o ministro do MMA, João Paulo Capobianco, ao focos resultam de ação humana intencional e as polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil do Amazonas já investigam a origem dos incêndios.

Entenda

A diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, explica que quase a totalidade dos incêndios na Amazônia têm origem na ação humana.

“A única forma natural de ignição para incêndios na Amazônia são os raios, mas normalmente quando eles acontecem, está chovendo e a vegetação está úmida, então é muito difícil carregar um fogo, tem que ter uma condição muito especial”, explica.

Em regra geral, o uso do fogo na vegetação é proibido pela legislação brasileira, salvo em exceções previstas em lei, como a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que exigem autorizações e condições legais.

O período de estiagem na Amazônia, de agosto até novembro, é quando a vegetação fica mais propensa a propagação do fogo, por isso historicamente é o período em que a região mais sofre com incêndios florestais. Neste ano, no entanto, o dado aumentou pois a base de comparação em 2025 teve redução dos focos.

“Ano passado foi o ano que a gente menos teve fogo na Amazônia como um todo, na série histórica. Então, neste ano a gente teve um aumento, mas esse aumento, quando a gente compara com os meses de agosto a outubro de outros anos, a gente teve anos anteriores com muito mais fogo”, explica Ane Alencar.

El Niño

A atuação de um super El Niño em 2026 agrava ainda mais a situação dos incêndios em toda a região amazônica. O fenômeno se caracteriza pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical e torna os volumes de chuvas irregulares.

Para Ane Alencar, todos esses fatores contribuíram para que os focos de incêndio aumentassem:

“A gente está tendo um momento da influência do El Niño, em uma região onde passamos por um período em que o fogo tende à propagação. E, eu não sei se é uma coincidência ou não, mas as pessoas começaram a usar mais o fogo depois das eleições.”

Grilagem

As imagens de satélite analisadas pela pesquisadora mostram que, nos 19 municípios próximos a Manaus, onde estão concentrados os focos, são áreas de floresta – seja floresta alagada, seja floresta de terra firme –, em terras públicas ainda não destinadas a cumprir função socioambiental.

“Então, aí tem um indício forte de grilagem que pode estar incentivando esse processo de geração desses focos”, explica.

A pesquisadora Ane alerta que nos próximos meses é preciso controlar ainda mais novas fontes de ignição, porque a região estará mais seca e os efeitos do El Niño estarão mais intensos.

“A gente começa a sentir os efeitos do El Niño a partir de agora, nessa região centro-norte da Amazônia. Então, a partir de agora, essa região de Manaus, de Santarém, do nordeste paraense, do norte do Maranhão, Amapá, Roraima, todas essas áreas vão sofrer bastante”, conclui.

Saiba mais sobre a situação da qualidade do ar em Manaus no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

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