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El mercado se asoma al abismo: la inestabilidad política y las dudas sobre la IA azuzan los nervios en una bolsa en máximos

La excusa para corregir se cierne sobre la cabeza de los inversores. OpenAI ha rebajado su valoración de cara a su debut en Wall Street a principios de 2027. En Europa, Volvo Cars y Gucci se pliegan ante el dominio chino y Francia tensa la cuerda de la deuda Leer

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Volvo plans to cut 2,500 jobs due to China's bruising pricing war

A Volvo Car AB EX30 electric sport utility vehicle during the Beijing Auto Show in Beijing, China, on Thursday, April 25, 2024.
Legacy automakers are struggling to compete in China.

Bloomberg/Getty Images

  • Legacy carmakers continue to report slumping sales in China.
  • Volvo is the latest. It's planning 2,500 global job cuts to save about $530 million.
  • America is a problem, too. Tariffs, crushed EV incentives, and Polestar's exit also hurt.

China's merciless car market is taking a bite out of Volvo.

On Friday, the Swedish luxury automaker said revenue in China fell by almost 50% over the past year. The company said, like many legacy premium automakers, it's facing increasing "hypercompetition" from Chinese competitors.

Volvo plans to cut 2,500 jobs globally in response, it said, including roughly 2,000 in Sweden. That's part of an effort to slash costs by about $530 million.

"We continue to operate in a very tough environment with strong external challenges: de-globalisation, hypercompetition and climate change," CEO Håkan Samuelsson said in a statement.

It's the latest stark example of the increasing pressure on legacy automakers in China. Several big-name car companies — including Volkswagen, BMW, and Mercedes-Benz — have recently reported slowing sales from their Chinese dealerships.

Volvo is majority-owned by Geely Auto Group, a Chinese automaking conglomerate.

The company said the reductions will be made by a combination of ending consultant contracts, natural attrition, and targeted employee exit packages.

China is not Volvo's only problem. The company also said that US tariffs and the loss of Washington's consumer incentives for electrified cars squeezed margins. Volvo previously bet heavily on a rapid consumer transition to electric vehicles, aiming for an all-electric portfolio by 2030. It's since walked back that goal to include plug-in hybrid vehicles.

The automaker also said that Polestar — its EV offshoot that is exiting the US market — also posted losses.

Volvo's answer is to get more local: the automaker said it would introduce two fresh cars tailored specifically for the Chinese market by the middle of next year. Those cars will be developed in close collaboration with Geely and will include a Chinese tech stack and advanced driver-assist technologies "to make them fully competitive in China."

Read the original article on Business Insider

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Volvo Cars se desploma en bolsa un 30% tras anunciar el despido de 2.500 trabajadores y confirmar la dominancia absoluta de China en su mercado

El CEO reconoce que el tiempo para los fabricantes europeos de coches "ha terminado" si se pretende seguir fabricando aquí y vendiendo en China con un precio superior Leer

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Volvo anuncia corte superior a 2.500 empregos

A fabricante automóvel Volvo anunciou esta sexta-feira 23 de outubro o corte de mais de 2.500 postos de trabalho, cerca de 6% do total, com dois mil a serem na Suécia, país onde tem a sua sede. A isto junta-se 449 milhões de euros em reduções de despesas indiretas e custos variáveis além dos programas de redução de custos já em vigor. Os efeitos financeiros destas medidas serão realizados no final de 2027, altura em que as despesas indiretas totais serão quase 25% inferiores às do ano fiscal de 2024, refere a marca. A empresa já tinha reduzido anteriormente três mil postos de emprego.

A redução dos postos de trabalho será feita através do “encerramento de contratos de consultoria, da rotatividade natural de pessoal e de pacotes de saída direcionados aos colaboradores”, explicou.

A decisão acabou por ser anunciada depois da marca sueca ter revelado os dados referentes ao terceiro trimestre. A empresa teve um prejuízo operacional de 5,6 mil milhões de coroas suecas (503 milhões de euros), a receita caiu 22% para os 66,9 mil milhões de coroas suecas (seis mil milhões de euros).

“O resultado reflete uma deterioração ainda maior do ambiente externo, impulsionada pela evolução dos mercados da China e dos Estados Unidos”, disse a marca automóvel. “O terceiro trimestre de 2026 foi muito dececionante e reflete um ano que se tornou muito mais desafiante do que o inicialmente previsto. O nosso plano de reestruturação em curso necessita, portanto, de um reforço decisivo”, disse o CEO da Volvo, Hakan Samuelsson, citado pela agência noticiosa Reuters.

No âmbito do plano de reestruturação a fabricante automóvel sueca já tinha anunciado cortes de custos de 23 mil milhões de coroas (dois mil milhões de euros). A marca confirmou também que tem a intenção de reduzir mais cinco mil milhões de coroas suecas (449 milhões de euros) em despesas indiretas e custos variáveis, para além dos programas de redução de custos já concluídos com sucesso.

“Os efeitos financeiros destas medidas serão realizados no final de 2027, altura em que as despesas indiretas totais serão quase 25% inferiores às do ano fiscal de 2024”, acrescenta.

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