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Ana Clara economiza R$ 900 mil em negociação e compra mansão de R$ 12 milhões no Rio, mas adia mudança por um detalhe

A apresentadora Ana Clara Lima, da TV Globo, comprou uma mansão no condomínio Alphaville Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, por R$ 12 milhões, em outubro de 2026.

A aquisição foi divulgada pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal “O Dia”, e envolve uma propriedade de alto padrão com 900 m² de área construída, recursos tecnológicos e espaços dedicados ao lazer.Antes de fechar o negócio, a comunicadora conseguiu reduzir o preço inicialmente anunciado em R$ 900 mil.

Imóvel teve preço reduzido durante a negociação

A residência estava à venda por R$ 12,9 milhões, mas a negociação terminou em um valor inferior ao pedido inicial. Com o acordo, Ana Clara economizou R$ 900 mil na compra do imóvel, situado em um condomínio que também tem entre seus moradores nomes conhecidos do entretenimento e do esporte, como Belo, Ludmilla e Vini Jr.

O novo endereço fica em uma região valorizada da capital fluminense. A propriedade reúne características de uma residência de luxo e oferece uma estrutura que combina ambientes amplos, comodidades e equipamentos de automação.

Estrutura da casa combina espaços amplos e tecnologia

Com terreno de 605 m², a mansão tem quatro suítes, sendo três delas com closet. A suíte principal conta com uma sala de banho espaçosa, enquanto um elevador privativo conecta os diferentes pavimentos da residência.

A estrutura inclui ainda garagem para quatro carros e dependência completa. Na parte tecnológica, o sistema de automação integrado à Alexa permite controlar a iluminação e outras funções da casa por comandos de voz.

Piscina e espaço gourmet estão entre as comodidades

A área externa concentra parte das opções de lazer da propriedade. O espaço conta com piscina equipada com cascata, sauna, churrasqueira e uma área gourmet coberta, ambientes que ampliam as possibilidades de uso da residência.

Os banheiros também já dispõem de louças, metais e boxes instalados. Esses itens fazem parte da estrutura existente do imóvel, que ainda deverá passar por adaptações antes de receber a apresentadora.

Apresentadora ainda deve preparar o novo endereço

A compra não significa que Ana Clara vá se mudar imediatamente. De acordo com as informações divulgadas pelo colunista, a casa deverá passar por ajustes e por um projeto de decoração conduzido por profissionais de arquitetura e decoração, que irão adequar os espaços às preferências da nova proprietária.

Enquanto essa etapa não for concluída, a apresentadora continuará vivendo em sua cobertura duplex na Barra da Tijuca. A aquisição da mansão, portanto, representa a escolha de um novo imóvel, mas a mudança ainda depende da finalização dos preparativos.

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Peter Jackson, diretor de “O Senhor dos Anéis”, compra ovo de 600 anos para tentar “ressuscitar” ave gigante que foi extinta

O cineasta Peter Jackson, conhecido por dirigir a franquia de filmes “O Senhor dos Anéis”, uniu forças com a empresa de biotecnologia Colossal Biosciences para comprar um raríssimo ovo de moa de 600 anos de idade em um leilão no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

O fóssil de aproximadamente 22 centímetros de altura, que permaneceu em uma coleção privada por seis décadas, passará por restauração para ajudar cientistas na tentativa de trazer de volta à vida essa gigante ave não voadora que habitava a Nova Zelândia. O anúncio da aquisição ocorreu nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026.

Do passado lendário para o projeto de desextinção

Antes de ser extinta há cerca de 600 anos após a chegada de caçadores polinésios por volta do ano 1300, a espécie dominante contava com uma população estimada em 2,5 milhões de indivíduos nas ilhas neozelandesas, com espécimes que alcançavam até 3,6 metros de altura.

O ovo recém-adquirido é considerado uma preciosidade arqueológica, já que existem menos de 40 exemplares completos no planeta. O cineasta e sua parceira Fran Walsh já haviam investido 15 milhões de dólares na startup de desextinção, que também trabalha em projetos para recriar o lobo-terrível e o tigre-da-tasmânia.

Ciência e repatriação cultural

A equipe de pesquisadores planeja utilizar métodos de imagem não destrutivos na peça para mapear dados genéticos essenciais sobre a linhagem e a biologia reprodutiva das moas. A cientista-chefe da empresa, Beth Shapiro, confirmou que todos os testes serão guiados por lideranças indígenas locais.

Além do avanço científico, o projeto possui um compromisso cultural: Peter Jackson e a empresa planejam repatriar a relíquia histórica devolvendo-a para a comunidade indígena Ngāi Tahu, no território ancestral da ave.

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Identificou um pó branco nas suas folhas? Descubra o que é essa praga de jardim e aprenda como lidar com esse problema

Você provavelmente já reparou naquela incômoda camada branca, muito parecida com farinha ou pó, cobrindo o verde das plantas da sua casa. Longe de ser poeira inofensiva, esse rastro é o sinal claro do ataque do oídio, uma doença fúngica provocada por parasitas biotróficos que se espalham com facilidade em ambientes com pouca ventilação.

Para conter a infecção sem danificar a floração, a solução pode estar no café da manhã: a aplicação foliar de uma mistura contendo 10% de leite cru integral e 90% de água pura sem cloro surge como um remédio caseiro altamente eficaz.

O tratamento biológico, testado e comprovado por pesquisas da Embrapa Meio Ambiente, deve ser borrifado no início da manhã a cada sete dias, durante três semanas consecutivas.

Entenda a reação biológica que destrói o patógeno

A eficiência do leite de vaca não industrializado no combate ao micro-organismo ocorre por meio de três vias complementares. As proteínas e os sais minerais presentes no líquido servem de alimento para bactérias benéficas que passam a competir por espaço na epiderme foliar, liberando substâncias antimicrobianas.

Para completar, a exposição à luz solar matinal provoca reações fotocatalíticas oxidantes que rompem as estruturas do micélio por estresse fisiológico e alteram o pH da superfície das folhas. Vale ressaltar que o leite pasteurizado UHT (de caixinha) não entrega o mesmo resultado, pois perde parte de suas propriedades enzimáticas ativas durante o processamento.

Como aplicar o tratamento e evitar o contágio no jardim

Apesar da simplicidade, a borrifação do biofungicida exige cuidado com o horário de aplicação para evitar que as gotas d’água funcionem como uma lente, causando queimaduras nos tecidos vegetais sob o sol forte. Ao realizar os cuidados no jardim, o ideal é cobrir tanto a frente quanto o verso das estruturas afetadas até que ocorra um leve escorrimento.

Para evitar que os esporos viajem pelo ar e infectem espécies vizinhas, como roseiras, begônias e hortelãs, os cultivaristas devem manter uma distância mínima de 15 centímetros entre os vasos, fazer a rega diretamente na terra e descartar os brotos deformados no lixo comum, nunca na composteira.

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Nascidos de 26 semanas, gêmeos só podiam ser tocados por buracos no vidro — até o pai testar uma incubadora de ficção científica no próprio colo

O nascimento de um bebê prematuro extremo impõe uma barreira dolorosa para as famílias nas UTI (Unidades de Terapia Intensiva) neonatais: a limitação do toque físico. Quando os gêmeos Silas e Simone nasceram com apenas 26 semanas de gestação, em 7 de agosto, no Children’s Memorial Hermann Hospital, no Texas, Estados Unidos, o destino imediato foi a incubadora tradicional.

Diante do vidro protetor, os pais só podiam tocar os recém-nascidos pelas pequenas aberturas laterais do equipamento.

A mãe das crianças, a médica obstetra Tiffany Ikwuagwu, relatou a angústia de acompanhar a rotina sem poder acolher os filhos no colo. A distância forçada pela fragilidade da saúde dos bebês, no entanto, foi encurtada dez dias após o parto graças a um equipamento experimental chamado Skincubator, descrito por Tiffany como um dispositivo que até parecia “de ficção científica“.

‘Parecia ficção científica’: a estreia de um pai nos EUA

O marido de Tiffany, Dorian Ojemen, tornou-se o primeiro pai nos Estados Unidos a utilizar a tecnologia em um ensaio clínico. A experiência de segurar os filhos diretamente sobre o peito, ouvir a respiração e encará-los de perto trouxe o alívio do vínculo paternal imediato.

Dorian ressaltou que, mesmo não tendo carregado os bebês na barriga, a inovação permitiu sua participação ativa na equipe de bem-estar dos gêmeos.

O estudo pioneiro no hospital norte-americano é conduzido pela médica Jaclyn Ruggiero. Para famílias em situação de prematuridade extrema, a oportunidade de realizar o contato pele a pele de forma segura representa uma transformação na assistência psicológica e física durante a internação hospitalar.

Como funciona o ‘casulo portátil’ seguro para a UTI

Diferente das incubadoras fixas convencionais, o Skincubator funciona como uma estrutura portátil e vestível que se acomoda no colo dos pais.

O bebê é transferido temporariamente para esse casulo móvel, que reproduz rigorosamente o controle de temperatura e mantém níveis altíssimos de umidade para evitar a hipotermia, além de permitir a manutenção de todos os equipamentos de suporte à vida acoplados ao recém-nascido.

Essa arquitetura médica resolve um dos principais entraves do ambiente intensivo. A OMS, (Organização Mundial da Saúde) recomenda mais de oito horas diárias da prática conhecida como método canguru, o contato direto pele a pele, mas a complexidade técnica dos tratamentos faz com que recém-nascidos graves recebam, em média, menos de 30 minutos diários de acolhimento nos braços dos pais.

Benefícios para o bebê e cenário da tecnologia

A ampliação do tempo de contato direto traz ganhos comprovados à saúde dos prematuros, como a regulação da frequência cardíaca, a diminuição do estresse e o fortalecimento do vínculo familiar. Antes de chegar aos ensaios clínicos norte-americanos, o dispositivo já passou por utilizações em hospitais na Alemanha e em Israel.

Embora a técnica humanizada do método canguru seja amplamente consolidada no sistema de saúde pública do Brasil, o equipamento Skincubator ainda se encontra em fase experimental nos Estados Unidos e não está disponível comercialmente no mercado brasileiro.

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Cientistas mandam robô a abismo no Atlântico e encontram ‘Patrick Estrela’ da vida real a milhares de metros de profundidade

Uma expedição científica realizada nas profundezas do Oceano Atlântico revelou uma surpreendente diversidade biológica oculta no fundo do mar. Uma equipe internacional de biólogos identificou um total de 57 novas espécies e cinco novos gêneros de seres marinhos que habitam a costa da Argentina, revelando ecossistemas ainda pouco compreendidos pela ciência.

Entre os achados que mais chamaram a atenção dos pesquisadores estava uma estrela-do-mar com formato e características físicas que lembram o personagem Patrick Estrela, do famoso desenho animado Bob Esponja. Embora o espécime em questão não se trate de uma nova espécie não catalogada, sua semelhança marcante com a atração da cultura pop virou destaque durante a análise das imagens coletadas nas profundezas.

Análises intensas em Buenos Aires

O trabalho de identificação detalhada dos exemplares exigiu duas semanas de análises intensas durante um workshop realizado na Universidade Maimónides, localizada em Buenos Aires. Os organismos haviam sido recolhidos em agosto de 2025 durante uma missão conduzida pelo Instituto Oceanográfico Schmidt, organização de pesquisa sediada nos Estados Unidos.

Para alcançar o ecossistema abissal, os cientistas utilizaram o SuBastian, um veículo operado remotamente (ROV, na sigla em inglês). A maior parte das coletas ocorreu no Cânion de Mar del Plata, uma imensa fenda submarina situada no litoral argentino, local onde a luz do sol não chega e a pressão da água é extremamente elevada.

De pepino-do-mar ‘Loki’ a novos corais abissais

O mapeamento das 57 novas espécies revelou uma expressiva variedade de invertebrados marinhos divididos em grupos específicos. A contagem final incluiu 22 equinodermos (categoria que abrange crinoides e pepinos-do-mar), 20 copépodes (um grupo de pequenos crustáceos), 14 cnidários (como corais pétreos, octocorais e penas-do-mar), além de uma nova espécie de molusco.

A expedição catalogou cinco novos gêneros distribuídos entre crustáceos, corais e pepinos-do-mar. Entre os organismos capturados em imagens pelo robô subaquático destacam-se uma pena-do-mar do gênero Pseudumbellula, um pepino-do-mar apelidado pelos cientistas de “Loki” e outro do gênero Benthothuria.

Dados acessíveis para proteger o Atlântico Sul

A descoberta reforça como os ecossistemas do oceano profundo permanecem amplamente desconhecidos e necessitam de mapeamento contínuo. Em comunicado oficial, a oceanógrafa Jyotika Virmani, diretora do Instituto Oceanográfico Schmidt, ressaltou o impacto do estudo para o conhecimento biológico mundial.

Segundo Jyotika, ao identificar essas novas espécies, os cientistas ampliaram a compreensão sobre a vida marinha no Atlântico Sul. A oceanógrafa destacou ainda que, por meio da parceria com o Censo Oceânico, todos os dados levantados na expedição serão disponibilizados de forma acessível para pesquisadores de todo o planeta.

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Caça aos pinguins e naufrágio na Patagônia: cientistas encontraram embarcação de 1873 em local famoso por destruir navios

Em 1873, o marinheiro argentino Luis Piedra Buena e sua tripulação partiram a bordo do navio Espora rumo ao perigoso Estreito de Le Maire, próximo à Patagônia, com o objetivo de caçar pinguins para extrair gordura e produzir óleo. 

Durante a travessia por essa região conhecida por destruir embarcações, o navio acabou naufragando nas proximidades da Ilha dos Estados. Os marinheiros se tornaram náufragos em um local remoto, onde construíram um acampamento improvisado na encosta de um morro e utilizaram destroços da própria embarcação para montar um pequeno barco a vela, conseguindo posteriormente escapar e chegar até o Chile.

Vestígios achados na Baía de Franklin

Recentemente, arqueólogos que exploravam a Baía de Franklin encontraram as estruturas de madeira de um navio do século 19, acompanhadas por ruínas de um acampamento de sobrevivência. Entre os itens desenterrados pela equipe de pesquisa estão vigas de madeira reaproveitadas, um prisma de convés e objetos pessoais como garrafas de vidro, botões, contas e ferramentas manuais. A descoberta foi publicada no periódico científico Antiquity e divulgada pelo portal IFLScience.

Cautela científica na identificação dos restos

Apesar de a localização e os artefatos resgatados indicarem fortemente que o achado pertence à expedição de Piedra Buena e seus marinheiros, os pesquisadores mantêm a cautela e continuam realizando testes para confirmar oficialmente a identidade do navio. Os dados coletados sugerem que os náufragos desmontaram partes do navio original para fabricar a pequena embarcação que permitiu sua fuga da ilha deserta.

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