Nepal flood survivors reach safe areas as families await news of missing



Mounjaro was first approved by the FDA in 2022 for improving blood sugar control in adults with type 2 diabetes.
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As inundações repentinas na fronteira entre Nepal e Tibete destruíram casas, estradas, pontes e projetos locais de geração de energia hidrelétrica. A inundação do rio Bhote Koshi está afetando 50 mil moradores. Mais de 500 pessoas morreram, e centenas estão desaparecidas, incluindo turistas estrangeiros.
Essa região do Himalaia ainda não havia se recuperado das inundações do rio Bhote Koshi em 2025, que mataram nove pessoas ao arrastar uma “ponte da amizade” que ligava o Nepal à China, interrompendo o comércio e o transporte por meses.
No Sri Lanka, as recentes inundações e deslizamentos de terra atingiram comunidades que ainda estavam se recuperando do ciclone Ditwah, que havia causado danos generalizados há nove meses. Com pouco tempo para se recuperar do ciclone, as comunidades ficaram sem proteção contra novas inundações. Mais de 15 mil pessoas foram diretamente afetadas e 6.800 pessoas foram deslocadas em agosto deste ano.
A gestão do risco de desastres geralmente considera a intensidade da próxima inundação, incêndio florestal, ciclone ou seca. Mas os exemplos do Nepal e do Sri Lanka mostram duas dimensões que costumam ser negligenciadas: quão rapidamente uma comunidade consegue se recuperar e se isso acontecerá antes da chegada do próximo desastre.
Raramente um desastre deixa um lugar exatamente como ele era antes. E quando um segundo desastre acontece, estradas e pontes ainda podem estar danificadas, enquanto famílias já podem ter gastado suas economias. Empresas ainda podem estar em dificuldades. Governos podem continuar financiando a reconstrução, enquanto hospitais e outros serviços públicos permanecem sob pressão.
Se outro evento extremo ocorrer antes que esses sistemas tenham se recuperado, ele não encontrará a mesma comunidade que existia antes do primeiro desastre. Encontrará um lugar com menor resiliência e infraestrutura enfraquecida.

Uma maneira útil de compreender esse fenômeno é entender o chamado “intervalo de recuperação” (recovery gap, em inglês): a relação entre o tempo necessário para a recuperação antes de outro desastre capaz de causar danos.
Imagine duas comunidades que passam por inundações semelhantes. Em uma delas, o último grande desastre ocorreu há dez anos. As casas foram reconstruídas, a infraestrutura foi reparada e os recursos de emergência foram repostos.
Na outra, o desastre mais recente aconteceu há seis meses. As estradas continuam em reconstrução, as famílias ainda estão deslocadas ou endividadas, e as autoridades públicas continuam pagando pela reconstrução. A nova inundação pode ser fisicamente semelhante nos dois locais. Suas consequências, porém, podem não ser.
Uma recuperação incompleta pode aumentar substancialmente as perdas no longo prazo. Um estudo de 2025 sobre inundações recorrentes nas Filipinas constatou que as perdas causadas por estas tragédias aumentaram 40% entre 2000 e 2018 devido à recuperação incompleta.
Isso sugere que as perdas provocadas por desastres recorrentes nem sempre são simplesmente cumulativas. O primeiro desastre pode alterar as condições em que o segundo desastre ocorre, fazendo com que os efeitos das tragédias subsequentes sejam muito mais graves.
A recuperação costuma ser descrita como algo binário, como se uma comunidade conseguisse ou não se reerguer. Na realidade, trata-se mais de uma escala gradual.
O fornecimento de eletricidade e água potável pode ser restabelecido em poucos dias. Mas uma estrada danificada pode levar meses para ser reparada. A reconstrução de moradias pode levar anos. Empresas podem reabrir, enquanto ainda carregam dívidas substanciais.
As finanças das famílias, os ecossistemas e o bem-estar psicológico podem se recuperar em escalas de tempo completamente diferentes.
Assim, um lugar pode parecer recuperado de acordo com um indicador, mas continuar altamente vulnerável de acordo com outro.
Foram necessários mais de dez anos para que Nova Orleans, nos Estados Unidos, conseguisse se recuperar significativamente após o furacão Katrina, em 2005. Embora as operações básicas de emergência e o restabelecimento de energia tenham levado de semanas a meses, a reconstrução completa dos bairros, a estabilização da população e grandes melhorias no sistema de proteção contra inundações se estenderam por 15 anos ou mais. E isso em um dos países mais ricos do mundo.
A recuperação também é desigual. Famílias de maior renda podem contar com seguros, poupança e acesso a crédito. Famílias mais pobres frequentemente têm menos recursos para reparar suas casas, substituir seus pertences ou absorver a perda de renda.
No caso do furacão Katrina, muitas famílias de baixa renda que tinham seguro contra furacões tiveram seus pedidos de indenização negados porque os danos foram considerados decorrentes das inundações provocadas pelo rompimento dos diques, e não do furacão. Portanto, não é apenas o intervalo entre os desastres que importa.
Essa questão ganha importância à medida que as mudanças climáticas alteram a frequência ou a intensidade dos eventos extremos. Se a reconstrução exige cinco anos, mas outro evento capaz de causar danos ocorre dois anos depois, o intervalo entre os desastres começa a competir com o tempo necessário para a recuperação. Isso deveria mudar a forma como administramos o risco de desastres.
Em geral, os governos são bons em registrar as perdas imediatas: edifícios danificados, pessoas deslocadas, infraestrutura destruída e custos financeiros. Mas também precisam saber o que permanece sem reparos meses ou anos depois.
O monitoramento da recuperação deve incluir moradia, funcionamento da infraestrutura, atividade empresarial, situação financeira das famílias, serviços públicos e deslocamento. Não temos de perguntar apenas o quanto perdemos, mas também o quanto ainda estamos vulneráveis.
Os desastres não são ocorrências isoladas. Inundações, incêndios florestais, secas e tempestades são frequentemente avaliados de forma separada. Essas avaliações são essenciais, mas as comunidades vivenciam esses eventos com a mesma infraestrutura, economia e população.
A estrada danificada por um evento pode ser necessária para uma evacuação durante o próximo. Um sistema elétrico enfraquecido hoje pode estar abastecendo hospitais ou serviços de água amanhã. As avaliações de risco deveriam, portanto, considerar sequências plausíveis de eventos e as condições em que os sistemas críticos podem se encontrar quando outro desastre ocorrer.
Isso não significa prever a ordem exata dos futuros desastres. Significa abandonar a suposição de que cada novo desastre encontra um sistema plenamente recuperado.
A recuperação não deve ser vista apenas como a etapa final do desastre que acabou de acontecer. Ela também é uma preparação para o que vier. Restaurar a infraestrutura, apoiar as famílias e reabrir rapidamente os serviços essenciais pode reduzir a vulnerabilidade para o próximo evento.
Mas reconstruir os mesmos sistemas vulneráveis recria os mesmos riscos. A recuperação deve, portanto, combinar rapidez com adaptação: infraestrutura mais resistente, planejamento de emergência aprimorado e mais apoio a comunidades que, de outra forma, levariam mais tempo para se recuperar.
Ao perguntar “qual a gravidade do próximo desastre?”, também deveríamos perguntar “o quão recuperados estaremos quando ele chegar?”. Porque o próximo desastre não começa do zero. Ele herda o que o anterior deixou para trás.

Este fim de semana , surpreenda-se em São Brás de Alportel.
Sábado, 29
A manhã começa no Mercado Municipal, com mais uma edição dos Sábados no Mercado. No Espaço Animação, há demonstração gastronómica apresentada pela Chef Ana Rita Clemente.
À noite, a partir das 20h00, a Sociedade Recreativa Alportelense convida para uma Noite de Fados ao Luar, com Beatriz Pereira e Yasmin da Silva, acompanhada de jantar. Uma iniciativa da Sociedade Recreativa Alportelense.
Também às 20h00, o Oribá Café Cultural recebe um Sunset, numa iniciativa do próprio espaço, para encerrar o fim de semana ao ritmo da música e do convívio.Este fim-de-semana convida ainda a passar pelo Polidesportivo Gonçalo Assunção para assistir à 1ª Meia Maratona de Futsal promovida pela Casa do Benfica de São Brás de Alportel.
Este fim-de-semana convida ainda a passar pelo Polidesportivo Gonçalo Assunção para assistir à 1ª Meia Maratona de Futsal promovida pela Casa do Benfica de São Brás de Alportel.
Sábado, 29A manhã começa no Mercado Municipal, com mais uma edição dos Sábados no Mercado. No Espaço Animação, há demonstração gastronómica apresentada pela Chef Ana Rita Clemente.À noite, a partir das 20h00, a Sociedade Recreativa Alportelense convida para uma Noite de Fados ao Luar, com Beatriz Pereira e Yasmin da Silva, acompanhada de jantar. Uma iniciativa da Sociedade Recreativa Alportelense.Também às 20h00, o Oribá Café Cultural recebe um Sunset, numa iniciativa do próprio espaço, para encerrar o fim de ao ritmo da música e do convívio.Este fim-de-semana convida ainda a passar pelo Polidesportivo Gonçalo Assunção para assistir à 1ª Meia Maratona de Futsal promovida pela Casa do Benfica de São Brás de Alportel.Já sabe… em São Brás de Alportel, Viva Mais! | ||
São Brás de Alportel acolheu, a 9 de agosto, a primeira edição do “Trail Entre a Serra e o Mar”, uma iniciativa que convidou os participantes a percorrer alguns dos cenários naturais únicos que marcam a identidade do concelho.
Com paisagens entre a serra e o mar como pano de fundo, a prova aliou desporto, natureza e descoberta do território, proporcionando aos participantes uma experiência marcada pela beleza das paisagens algarvias.
A iniciativa coube à Associação Cultural Sambrasense, com o apoio do Município de São Brás de Alportel, que aposta na realização deste evento como um eixo prioritário na estratégia de valorização desportiva e turística do território.
“Foi muito importante ver concretizada esta primeira edição do Trail Entre a Serra e o Mar, uma aposta fundamental no potencial do nosso território, vivido através do desporto. São iniciativas como esta, que aliam atividade física, natureza e convívio, que contribuem para dar a conhecer São Brás de Alportel e para valorizar da nossa paisagem e dos trilhos que estão ao dispor destas atividades”, reagiu a presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, no final da prova.
A iniciativa foi organizada pela Associação Cultural Sambrasense, e contou com o apoio da Associação de Atletismo do Algarve, do Município de São Brás de Alportel e da Junta de Freguesia de São Brás de Alportel.
Entre trilhos, serra e horizonte, esta primeira edição mostrou também a riqueza de um território que se descobre passo a passo, em contacto com a natureza e com o desafio do desporto.
No término da prova, estiveram presentes na cerimonia de entrega de troféus, todos os elementos do executivo a tempo inteiro: a Presidente Marlene Guerreiro, a Vereadora Mónica Inácio e o Vice-Presidente com o Pelouro do Desporto, Pedro Ornelas, bem como o Presidente da Assembleia Municipal, Vitor Guerreiro.
The wildfires came during a severe heat wave across North Africa.
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President Luiz Inácio Lula da Silva launched his campaign for a fourth and final term before thousands of supporters in São Bernardo do Campo, promising to keep fighting poverty and investing in Brazil’s future. His challenger: Senator Flavio Bolsonaro, running in place of his father, former far-right President Jair Bolsonaro, who is under house arrest after being convicted of attempting a coup. US President Donald Trump has backed the Bolsonaros with tariffs, visa revocations, and open pressure — what experts call a new era of US dominance over Latin America.
Michael Fox reports from São Paulo, with voices from Lula’s campaign launch, evangelical Bolsonaro supporters on the streets of São Paulo, and foreign relations professor Igor Fuser.
Credits:
The campaigns are underway ahead of Brazil’s October elections
And U.S. President Donald Trump is doing his best to sway the vote…
“Lula, Lula!”
Thousands of supporters of leftist president Luiz Inácio Lula da Silva attended his campaign launch in mid August.
Karen Silva
“We came to support Lula, especially in his last election. And we believe that we are going to win. This is a fact.”
They filled May 1st Stadium in Sao Bernardo do Campo….
A place, where Lula led an iconic metal workers strike and rally in 1979.
They say Lula has changed their lives.
Raimunda Silva Santos
“Yeah, he changed my life. He changed the life of my whole family.”
During his years in office, he promoted education, health and social programs. He helped to lift millions from poverty. They have not forgotten.
Raimunda Silva Santos
“Wow, this is the greatest joy of my life. I’m 76 years old. I’m so happy. Lula is coming to stay. He’s an incredible person. He’s helped a lot of people there in the northeast. We owe a lot to Lula.”
They want him back for a fourth and final term.
Valmir Lima, Movement of People Affected by Dams
“Lula will win with the strength of social movements, of the movements of people affected by dams, all the social movements that are helping on his campaign. And all of civil society.”
Applause
Lula has promised to continue to fight poverty, promote industry, create jobs and invest in Brazil’s future.
Lula
“What kind of a future do you want for the Brazilian people if you don’t invest in education? What future do you want for the Brazilian people if you don’t invest in health? What future do you want if you don’t invest in jobs?”
Lula
“We need to win these elections. To elect our people to congress so we can do everything we need to do for this country.”
Lula’s challenger is the son of the former far-right president Jair Bolsonaro.
His name is Flavio Bolsonaro. He’s a Senator and he launched his campaign in his hometown of Rio de Janeiro.
Flavio Bolsonaro
“Come with me and rescue our nation. Brazil above all. God above everyone. Brazil above all. God above everyone!”
Flavio is in the race, because his father is under house arrest.
Former president Jair Bolsonaro was first barred from running for spreading lies about the country’s electoral system. Last year, he was convicted of attempting to carry out a coup to return to power.
His son, Flavio, has attacked the left, and promised to fight crime and insecurity, cut bureaucracy, promote private business and privatizations, and develop close ties with the United States
He spoke at the US Conservative Political Action Conference in March.
Flavio
“Let me look you in the eyes and tell you,“we will win.”
Much of his discourse, and that of his supporters, is wrapped in a religious language of good versus evil.
“You are the son of hope. You are the first born. You received the legacy of representing your father. And now, for everything that is more sacred on the face of the earth, honor your father. Honor his days on earth.”
That goes over well with his evangelical supporters, an important base for Bolsonaro and far-right politicians in Brazil.
Glayson Araujo is a youth pastor at an evangelical church in a working class neighborhood of São Paulo. He joined others on the streets in mid August to promote Bolsonaro and other far-right candidates running for local office.
Glayson Araujo
“I believe that Flavio Bolsonaro is the only viable candidate, who can beat Lula and the Workers Party.”
Glayson Araujo
“I am a Christian here, I behave as a Christian, but I am also a political activist. Here on the streets to defend my beliefs.”
Flavio Bolsonaro also has powerful support in high places.
In particular… from Donald Trump.
The U.S. president is a longtime ally of his father, Jair Bolsonaro.
Last year, Trump imposed 50% tariffs on Brazil, in part, because of the country’s trial against the former president. In May, Trump met with Flavio Bolsonaro at the White House. In June, he reposted an article over Truth Social that said Brazil was his next big challenge. He recently imposed new tariffs on the country and revoked the U.S. visa of the Brazilian ambassador.
Igor Fuser is a professor of foreign relations at Brazil’s ABC Federal University.
Igor Fuser
“This is not just about the United States trying to remove the government of a left-wing party, the workers Party or a left-wing leader, which is Lula. It’s about subjecting Brazil to the policies of the United States. And Brazil, being the largest country in Latin America, is precisely the biggest obstacle to the American project of global dominance of the Western Hemisphere.”
Over the last year, Trump has pushed the United States into a new era of dominance over Latin America the likes of which the region has not seen in decades.
Boat strikes in the Caribbean. The U.S. invasion of Venezuela and the kidnapping of president Nicolas Maduro. The oil blockade on Cuba.
And Trump throwing his weight around… and meddling in elections across Latin America.
It is all justified by a renewed Monroe Doctrine…
Pete Hegseth
”President Trump has established the Trump corollary of the Monroe Doctrine, the Donroe Doctrine. And the War Department is implementing it as fast as we can.”
Brazil is the latest battleground.
Igor Fuser
“So, it is clear that the United States is doing everything, and will do everything possible to prevent the re-election of Lula in the next elections.”
Fuser says that if Flavio Bolsonaro wins, he will bow to Trump and the United States.
Igor Fuser
“Brazil will become a country under the tutelage of the United States, a colony, or almost a colony, of the United States, as it already happens with Argentina, Colombia, Venezuela, and many others. And if Lula is victorious in these elections, we will live a very intense period of confrontation between the two countries.”
Fuser says the U.S. stated dominance over Latin America imposed by Trump is analogous to the control of the Soviet Union over the Eastern Bloc countries during the Cold War, under a Russian foreign policy imposed by Soviet leader Leonid Brezhnev in 1968.
Igor Fuser
“So, Czechoslovakia, Hungary, Poland, Bulgaria, all those countries were formally independent countries, with their own government, their own laws, their representation in the United Nations, but these countries were not autonomous, they did not have sovereignty. Any movement that they made that clashed with the interests of the Soviet Union was repressed. Some of them were invaded, etc. So, we are living in Latin America a Brezhnev Doctrine, capitalist, imperialist, dictated by Donald Trump.”
Lula has accused Trump of trying to influence Brazil’s October election. Lula’s allies are taking action ahead of the vote…. to stand up to Trump and to push for Lula’s reelection. Brazil has denied visas to U.S. State Department officials who they feared wanted to travel to Brazil to cast doubt about the country’s electoral system. People are hitting the streets to campaign for Lula, who has long stood against U.S. intervention in Latin America. Over the next two months, Brazil will be a key battleground for Latin American sovereignty against Trump’s attack on the region.
For The Real News, I’m Michael Fox. Sao Paulo, Brazil.

The campaign aims to reclaim government land and properties from illegal occupation.
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Mustafa Kamal takes responsibility for the PIMS tragedy as Parliament moves to investigate the deaths and hold those responsible accountable.
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EU Reporter journalist Derya Soysal was among the members of the press given direct access to President Kassym-Jomart Tokayev in Astana after he cast his vote in Kazakhstan’s first elections to the newly established Kurultai — an opportunity that offered a rare first-hand insight into the President’s thinking on political reform, government, youth, artificial intelligence and the country’s future direction.
For a journalist covering the rapidly changing political landscape of Central Asia, there are moments when being in the room matters.
For EU Reporter journalist Derya Soysal (pictured with President Kassym-Jomart Tokayev) Kazakhstan’s historic Kurultai election provided precisely such an opportunity.
After President Kassym-Jomart Tokayev cast his vote in the country’s first election to the newly established Kurultai, Soysal was among the journalists with privileged access to the President during the press briefing that followed.
It gave EU Reporter a first-hand opportunity to hear Tokayev address some of the most important questions facing Kazakhstan as the country enters a new political chapter.
The exchanges went far beyond election day itself.
Questions ranged from the consequences of constitutional reform and the creation of the Vice Presidency to the future composition of the government, the role of younger politicians and the increasingly important place of artificial intelligence in Kazakhstan’s economic and social development.
The result was a revealing picture of how Tokayev sees the next phase of his country’s transformation.
Tokayev himself described the election as a historic milestone and the beginning of a new stage in Kazakhstan’s development.
The establishment of the Kurultai forms part of a much broader restructuring of the country’s political institutions.
During the briefing, the President was questioned about what ordinary citizens should expect from the constitutional reforms, how the newly created Vice Presidency would operate and what role the Kazakhstan People’s Council would play.
Tokayev portrayed the changes as essential components of a renewed political system.
He stressed the importance of the Vice Presidency as an institution capable of supporting effective governance during difficult periods, while describing the Kazakhstan People’s Council as a mechanism intended to strengthen public participation and national cohesion.
But the President’s vision was not restricted to political architecture.
He also pointed to ambitious infrastructure and development programmes encompassing healthcare facilities, rehabilitation centres, urban modernisation and environmental projects.
Among the most politically sensitive questions put to Tokayev concerned his own future.
Could he stand again for President?
Following recent constitutional developments concerning his eligibility for a future presidential election, journalists pressed Tokayev on whether he intended to seek another term.
His response was deliberately cautious.
While acknowledging that the legal possibility exists, Tokayev rejected speculation about a future campaign as premature.
Instead, he argued that Kazakhstan should be concentrating on the immediate challenges of modernisation, economic growth, social development and stability in an increasingly unpredictable international environment.
It was a response that sought to move attention away from political succession and back towards the governing agenda.
Soysal’s access to the presidential briefing also provided an opportunity to hear Tokayev set out his expectations of the people who will serve in the new political institutions.
Asked what qualities Kurultai deputies should possess, the President emphasised responsibility and accountability.
Members, he said, should be judged by the quality of the legislation they adopt, whether they fulfil promises made to voters and whether the programmes they pursue genuinely contribute to Kazakhstan’s development.
A recurring theme throughout the briefing was generational change.
Tokayev again argued that Kazakhstan needs younger people to play a greater role in public life.
New faces and new thinking, he suggested, will be essential if the country is to maintain momentum in the years ahead.
The creation of the Kurultai also has consequences for the government.
Journalists therefore questioned Tokayev about the future administration and whether Kazakhstan should expect major personnel changes.
The President praised the work of the existing government but confirmed that changes would come.
At the same time, he cautioned against replacing officials simply to create the appearance of political renewal.
For Tokayev, modernisation appears to mean continuous institutional renewal rather than political theatre: bringing in new energy and expertise where necessary while retaining effective administration.
Another important exchange concerned political competition.
Asked whether the campaign had demonstrated genuine competition, Tokayev pointed to televised debates, public engagement and particularly strong interest among younger voters.
He characterised the electoral process as another milestone in Kazakhstan’s continuing political modernisation and said the campaign had brought new political voices and new ideas into public debate.
For an international audience, however, the question of political pluralism remains one of the key issues against which Kazakhstan’s reforms will ultimately be judged.
The significance of the new institutions will therefore depend not only upon their constitutional design, but on how independently and effectively they operate in practice.
Young people repeatedly returned to the centre of the discussion.
With a significant number of younger candidates participating in the electoral process, Tokayev was asked whether this generation could genuinely transform the country’s political system.
His answer was notable for combining optimism with a measure of realism.
He acknowledged that not every young official promoted into senior positions in recent years had been successful.
Nevertheless, Tokayev insisted that Kazakhstan must continue putting its confidence in younger generations.
For a country with a comparatively young population, he suggested, long-term success will depend heavily upon the responsibility, engagement and leadership of its youth.
Some of the most revealing exchanges witnessed by Soysal moved beyond constitutions and elections.
Tokayev was questioned about his repeated calls for greater civic responsibility, discipline, respect and public ethics.
The President argued that national modernisation cannot be measured solely in economic growth rates or institutional reforms.
It also requires changes in behaviour and public culture.
He connected those ideas with the Taza Kazakhstan initiative, explaining that cleanliness should be understood both literally and symbolically — encompassing respect for public spaces but also ideas of dignity, moral responsibility and civic consciousness.
Perhaps the most forward-looking discussion concerned Kazakhstan’s digital ambitions.
Artificial intelligence has become a central part of Tokayev’s political and economic agenda.
Asked to assess progress in digitalisation, the President argued that Kazakhstan had already completed an important first stage in constructing a digital state by making electronic public services widely accessible.
Citizens can now carry out administrative tasks from home that once required lengthy bureaucratic procedures.
But Tokayev made clear that he regards this as only the beginning.
The next challenge, he said, is to move artificial intelligence and digital technology beyond conferences, presentations and policy documents and turn them into instruments that deliver practical economic benefits.
He highlighted entrepreneurs, farmers and regional communities as groups that should increasingly be able to use technology to improve productivity and generate income.
His message was strikingly simple: the smartphone should no longer be regarded merely as an entertainment device but as an instrument of economic opportunity.
For EU Reporter, Soysal’s participation in the presidential briefing provided something increasingly valuable in international reporting: direct access to the political decision-maker at the centre of the story.
Rather than interpreting Tokayev’s position through official statements alone, she was able to witness at first hand how the President responded when confronted with questions about political succession, institutional change, government performance and the expectations of Kazakhstan’s younger generation.
Soysal’s access is particularly significant at a moment when Kazakhstan is seeking to redefine both its domestic political institutions and its place internationally.
The country occupies an increasingly important strategic position between Europe and Asia, while its economic, energy and diplomatic relationships with the European Union continue to develop.
Understanding the direction Kazakhstan takes therefore matters well beyond its own borders.
What emerged from the presidential exchange in Astana was not simply a discussion about one election.
It was a debate about what kind of Kazakhstan should emerge from the reforms now under way.
How much influence will the new institutions exercise?
Will younger politicians genuinely reshape public life?
Can artificial intelligence translate into economic opportunity outside Kazakhstan’s major cities?
And how far will political modernisation alter the relationship between the state and its citizens?
Those questions will not be answered by one election or one presidential press briefing.
But Derya Soysal’s privileged position inside that briefing gave EU Reporter readers a valuable first-hand view of how Kazakhstan’s President himself answers them.
As the first Kurultai begins its work, the importance of the election may ultimately be judged not by the symbolism of its creation, but by what Kazakhstan’s new political institutions actually deliver.
For the moment, however, one thing is clear: the country has entered a new phase, and the political conversation about what comes next has already begun.
Derya Soysal is an EU Reporter journalist covering European and international affairs. She attended President Kassym-Jomart Tokayev’s press briefing in Astana following his vote in Kazakhstan’s first Kurultai elections.
Le ralentissement des investissements liés aux nouvelles routes de la soie suggère que la Chine mise actuellement davantage sur des accords de libre-échange pour asseoir son « pouvoir structurel ». (Vol. 35, n° 161, septembre, bimestriel, gratuit en ligne. — Denver.)
The king spent more than three decades balancing royal tradition with a modern, inclusive image.
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Dans huit mois, M. Emmanuel Macron quittera l'Élysée. Et, suivant la tradition du journalisme politique, comme si une heure de dissidence rachetait une décennie de révérences, les critiques fusent. L'hebdomadaire The Economist moque un « canard boiteux » après avoir cru au « sauveur de l'Europe ». Deux courtisans parisiens racontent dans un livre « l'histoire d'un homme exceptionnel… qui s'est exceptionnellement planté ». Porte-voix des élites libérales, M. Alain Minc voit en lui le « pire président de la Ve République (1) ».
Ingratis servire nefas — « on ne gagne rien à servir les ingrats ». Car, depuis 2017, M. Macron a, largement, suivi les orientations du rapport Minc (1994) ou de la commission dirigée par M. Jacques Attali (2008), dont il était alors l'adjoint. De même celles de l'Union européenne ou de l'Organisation du traité de l'Atlantique nord (OTAN) sur les dépenses de défense. Davantage qu'aucun de ses prédécesseurs, ce président a débarrassé la diplomatie du Quai d'Orsay des traces d'indépendance qui la distinguait encore. Paris a désormais la politique russe de Kiev, la politique vénézuélienne de Washington, la politique iranienne d'Abou Dhabi, la politique commerciale de Berlin, et plus de politique africaine du tout depuis que les États du Sahel ont congédié son armée.
M. Macron a aussi achevé de transformer l'État en Comité de salut privé, assurant des dividendes record aux actionnaires (2). La France est devenue un paradis pour les fonds spéculatifs, qui ont désormais la main sur des milliers d'entreprises, dont plusieurs fleurons. La Sécurité sociale, elle, n'a plus vocation à allouer à chacun selon ses besoins, tandis que le service public, asphyxié, vire au cauchemar pour les agents et les usagers.
Le président a joué la partition de l'extrême centre libéral atlantiste en virtuose. Mais à contretemps. Héros de la mondialisation et du dépassement de la politique, il n'a vu venir ni l'éclipse de l'une ni le retour de l'autre. Démonétisée par la résurgence internationale de la souveraineté ou de la planification, sa stratégie de l'offre a échoué. Le chômage repart à la hausse, la croissance stagne. Le déficit commercial reste élevé, au point que la moitié de l'empreinte carbone nationale tient aux émissions importées ; celui des finances publiques justifierait le manque de pompiers comme de Canadair.
C'est donc un pays livré aux flammes que M. Macron nargue sur son Jet-Ski en trombe. L'allégorie d'un mandat qui s'achève dans une double fuite en avant. La cause ukrainienne doit, d'une part, ressouder son camp après la dissolution ratée de l'Assemblée nationale et relancer l'industrie de défense européenne. Au nom de l'autonomie stratégique. Au risque, surtout, d'un grand réarmement allemand (lire notre dossier), voire d'une confrontation avec la Russie. D'autre part, le choix récent d'un défenseur des droits réactionnaire ou le soutien du gouvernement à une présomption de légitime défense pour les forces de l'ordre confirment le verrouillage opéré depuis quelques années.
« Voilà un homme qui a réprimé les libertés (…) avec une violence sans précédent (…). Et qui vient dire ensuite que Marine Le Pen est un danger pour les libertés individuelles et la démocratie, constatait déjà la favorite de la prochaine présidentielle dans Le Figaro il y a cinq ans. C'est une plaisanterie. » Au soir du 7 mai 2017, M. Macron avait, lui, eu ce mot à propos des électeurs de Mme Le Pen : « Je ferai tout pour qu'ils n'aient plus aucune raison de voter pour les extrêmes. » Deux quinquennats plus tard, on mesure le résultat.
(1) The Economist, Londres, 8 janvier 2026 ; Nicolas Domenach et Maurice Szafran, Néron à l'Élysée. Comment il a tout gâché, Albin Michel, Paris, 2026 ; Alain Minc dans L'Express, Paris, 7 octobre 2025.
(2) Lire Pierre Rimbert et Grégory Rzepski, « Le Comité de salut privé », Le Monde diplomatique, septembre 2022.


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Reconheço que me aproximei dos programas de governo dos dois principais candidatos à Presidência com a suspeita de que não encontraria muitos elementos para o debate ambiental. Normalmente, a manchete que cravamos a cada eleição presidencial é: “candidatos não incluem a questão ambiental entre suas prioridades”. Pois desta vez me enganei. Me meti ali nas páginas dos programas de governo de Lula e Flávio e encontrei referências frequentes aos temas mais importantes nesta área.
A transição ecológica, as cidades verdes, a adaptação às mudanças climáticas, o combate à mineração ilegal e o saneamento contextualizam ou são parte das propostas dos dois candidatos mais bem posicionados na disputa à Presidência.
Esta profusão de palavras-chave, entretanto, não diminui a percepção de que, qualquer que seja o vencedor, muitas das promessas ficarão no papel. A desconfiança é ainda maior: o próximo governo pode dobrar a aposta em um modelo de crescimento econômico contrário à sustentabilidade. Ou seja, priorizará grandes obras de infraestrutura com débeis processos de licenciamento ambiental e consulta aos povos afetados. Continuará uma corrida desenfreada por minério, petróleo e terra.
Ao ler os dois programas, me surpreendi ao ver que promessas de cuidado ao meio ambiente e de uso dos recursos naturais são tratadas como um tema de soberania. Quando os candidatos abordam setores estratégicos, como as terras raras, o consumo de energia, a infraestrutura digital e o agronegócio, a bandeira é a defesa das nossas riquezas contra interesses externos. Quais? Não fica claro.
Talvez faça sentido que seja assim, já que vivemos num mundo em que as relações comerciais estão abaladas pelas guerras reais e tarifárias. Todos estamos sofrendo as consequências, seja no preço dos combustíveis ou dos alimentos. Porém, me parece falacioso insinuar o nacionalismo nesta discussão, já que o país não poderá prescindir do mercado externo para obter crescimento econômico. Somos uma nação prioritariamente exportadora de commodities agrícolas e minerais.
Ao fazer de seu primeiro evento de campanha a promoção da exploração de petróleo na Foz do Amazonas, o presidente acabou por desacreditar aquilo que está colocado em seu programa. Sim, a Petrobras está à frente da exploração na margem equatorial, mas está ali de mãozinha dada com a americana ExxonMobil, a maior petroleira do mundo.
Não acho que a solução seja o caminho chavista da Venezuela – nacionalização completa da produção de petróleo. Mas explorar combustíveis fósseis nesta altura do campeonato, quando deveríamos estar reduzindo as emissões de carbono, é um caminho bem diferente do proposto no documento de campanha, que garante que estamos em plena transição ecológica.
Ainda no programa de Lula, o argumento sobre uma nova industrialização, com incentivos fiscais para a economia verde, fica bastante frágil diante dos atropelos que estão ocorrendo no licenciamento de grandes obras e projetos. Apesar de publicamente criticar a nova lei de licenciamento ambiental, o governo editou o Decreto 12.673 em outubro de 2025 que enquadra todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento – o Novo PAC dentro da Licença Ambiental Especial. Esse instrumento criado pela Lei Geral de Licenciamento exime algumas obras do estudo de impacto ambiental e, a outras construções, exige que licenças sejam analisadas em um prazo exíguo aos órgãos ambientais.
Um ponto bastante interessante no programa de Lula é a promessa de exigir salvaguardas ambientais, como o consumo consciente de água e a consulta a comunidades afetadas, para a instalação de data centers no Brasil. Certamente será importante impor aos investidores estrangeiros que sigam um planejamento nacional e evitar problemas como os que já estão sendo gerados na instalação de novos data centers no país.
É uma diretriz similar à que adota sobre exploração de minerais estratégicos ou terras raras. No programa de Lula, este tema ganha proeminência: “Desenvolveremos uma política específica para minerais críticos e terras raras, capaz de organizar suas cadeias produtivas, diferenciar seus usos tecnológicos e evitar a simples exportação de matérias-primas estratégicas. Promoveremos uma estratégia regional de mapeamento, beneficiamento e agregação de valor para inserir o país de forma soberana nas cadeias globais de valor desses recursos.”
Fica bem evidente a qualquer pessoa que se disponha a ler os dois programas que o documento produzido pela campanha de Flávio Bolsonaro é substancialmente mais pobre na temática ambiental que o de Lula. O candidato do PL tem poucos detalhes sobre os projetos propostos. Não apresenta diagnósticos sobre os problemas a serem enfrentados e quase não usa dados para sustentar suas propostas. Já o programa de Lula talvez exagere no continuísmo – a todo momento enaltece o sucesso presente para dizer que tudo vai continuar uma maravilha. Mas traz muitos mais detalhes dos recursos orçamentários e metas numéricas para cada proposta.
Três coisas que me chamaram atenção no documento de campanha de Flávio: um tratamento da região amazônica como um território que precisa ser vigiado contra criminosos, uma centralização da fiscalização ambiental e a crise do preço dos alimentos.
Em seu programa, o filho de Bolsonaro anuncia que vai criar um Sistema Nacional de Fronteira, um grupo especial, “de elite”, com membros das Forças Armadas para acabar com “o liberou geral” nas fronteiras. Por um lado, é verdade que muitos dos crimes ambientais – como o tráfico de ouro, drogas e animais – se beneficiam da imensidão das fronteiras da Amazônia. Por outro, é difícil acreditar que crimes como esse, que são operados pelas mesmas máfias do narcotráfico, possam ser sufocados apenas com uma nova força policial.
O olhar vigilante também é prometido num sistema de rastreabilidade total, uma unificação entre as licenças de desmatamento, cadastro ambiental rural e as guias de transporte animal.
“Vamos instituir a rastreabilidade completa das cadeias produtivas, integrando em um só sistema os cadastros fundiários e ambientais, as guias de trânsito animal, as autorizações de supressão vegetal e o monitoramento por satélite. Esse mesmo sistema identifica o pequeno produtor não para vigiá-lo, mas para reconhecê-lo”, detalha o programa do filho 01 de Bolsonaro.
Se implementado, um sistema como esse seria de grande utilidade para investigações sobre os crimes ambientais promovidos pela indústria da carne ou desmatadores ilegais. Basta saber se Flávio, ao contrário de seu pai Jair, vai querer multar os infratores.
É curioso ver o programa de Flávio discorrer sobre soluções para a alta no preço dos alimentos. Toda a culpa sobre a atual inflação recai sobre o genérico custo Brasil. O documento faz uma comparação esdrúxula entre o custo de logística do Brasil e dos Estados Unidos. O que o programa do candidato do PL não fala é que o alimento também está com preço nas alturas nos EUA.
Neste ponto os dois polos se aproximam, pois a solução passa sempre por arranjos de infraestrutura. Ambos os candidatos falam em diminuir a dependência do agronegócio às volatilidades externas, garantindo fornecimento de energia e fertilizantes de produção nacional. Ambos tocam no ponto de aumentar os estoques de alimentos para enfrentar as entressafras. Lula tem a seu favor algo concreto que foi a retomada dos estoques de regulação pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já Flávio parece morder a própria língua ao apresentar um problema que foi exacerbado durante o governo de Bolsonaro, que interrompeu a criação destes estoques.
Ao tratar do acesso à alimentação digna pelos brasileiros, nenhum dos candidatos se esmera em analisar o perfil do uso da terra agricultável no Brasil. Mais uma vez recorro aos conhecimentos trazidos pela minha colega Clara Saliba, que em sua coluna aqui na Pública nesta semana mostrou que o modelo agroexportador está intimamente ligado com a alta estrutural do preço dos alimentos. No Brasil, o uso da terra para commodities de exportação cresce, enquanto aquele para a produção de alimentos, cai.
A soberania neste mundo conectado pelas cadeias de fornecimento não passa por nenhum tipo de isolacionismo. Mas defendê-la pode ser mais difícil do que fazer promessas em documentos de campanha eleitoral.
Para saber mais:

The king was admitted to Oslo University Hospital on August 17 with hemolytic anemia.
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