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Acidente grave na EN223 em Santa Maria da Feira provoca um morto e cinco feridos

Um acidente rodoviário grave provocou a morte a um homem de 23 anos e fez mais cinco feridos, esta tarde de domingo, em Santa Maria da Feira. A colisão, que envolveu três veículos automóveis, ocorreu na estrada EN223 (rua do Comércio), no quilómetro 9+,364, em Lobão, em frente à discoteca Hollywood.

O alerta para a ocorrência foi dado por volta das 15h30 aos Bombeiros Voluntários de Arrifana, tendo também sido mobilizadas para o local as equipas de emergência pré-hospitalar da Cruz Vermelha de Sanguedo e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira.

Segundo a Guarda Nacional Republicana, da violenta colisão resultou um óbito no local, além de dois feridos graves e três feridos ligeiros.

As causas do acidente estão ainda por apurar, encontrando-se sob investigação a cargo da GNR de Canedo e do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) da GNR.

Por: Dino Frazão
Data: 27 de setembro de 2026

📷Redes sociais

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Teotihuacan Could Write Like the Maya and Aztecs — New Cave Glyphs to Honor its War Dead Prove It

For decades, one question has nagged at specialists in ancient Mexico: did Teotihuacan — the city that dominated central Mexico from roughly the first to the sixth century AD, with a population that may have reached 125,000 — actually have a writing system, or were its symbols just decorative emblems? The stakes of that question […]

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Tres glifos pintados hace 1.500 años en una cueva mexicana confirman que Teotihuacan tuvo un sistema de escritura como el de los mayas o los aztecas

Durante décadas, los expertos discutieron si Teotihuacan —la ciudad que dominó el centro de México entre los siglos I y VI d. C., con una población que pudo alcanzar los 125.000 habitantes— poseía un sistema de escritura verdadero o si, por el contrario, sus signos eran simples emblemas decorativos. La pregunta no era menor: los […]

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No adeus a Zuenir, mestre também no humor

Nome maior do jornalismo brasileiro, Zuenir Ventura morreu esta semana, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, no rádio, nos jornais e na tv, colegas de profissão se despediram do autor de 1968: o Ano que Não Terminou com palavras de carinho e admiração. Quem teve a sorte de trabalhar ao seu lado ressaltou também a sua doçura, paciência e disposição para ajudar e ensinar. Muitos jornalistas o chamavam de Mestre Zu. 

Em mais de meio século de ofício, Zuenir se debruçou sobre assuntos que definem o Brasil como nação (a violência urbana, o desrespeito à democracia, a obscena desigualdade social). É autor de algumas reportagens e livros que fazem parte da história do jornalismo no país, como Chico Mendes: Crime e Castigo e Cidade Partida. Recebeu importantes prêmios e reconhecimentos como jornalista, escritor e defensor dos direitos humanos. Ocupava, desde 2015, a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras.

Além do instinto de repórter, do olhar jornalístico apurado e da elegância na escrita, Zuenir tinha um sentido de humor delicioso. E era um maravilhoso contador de histórias. Quando não estava fazendo jornalismo, permitia-se acrescentar uma pitadinha (ou várias) de ficção às suas narrações – sempre sem maldade, para prender a atenção e divertir quem ouvia.

Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo (28/06/2018)
Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo (28/06/2018)
Sessão de homenagem a Zuenir Ventura no 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo

Provavelmente o seu melhor parceiro na arte de fazer graça tenha sido o amigo Luís Fernando Veríssimo. Durante décadas dividiram palco, compartilharam mesas em eventos culturais e fizeram a alegria de quem, em festas e jantares, os teve por perto. Formavam uma dupla perfeita, que se conhecia de olhos fechados. O mineiro era mais falastrão; o gaúcho soltava a palavra certa na hora certa. Um ajudava o outro a brilhar. Os vi contar a mesma anedota, em lugares diferentes, mudando só o protagonista: uma vez tinha passado com um, na outra o protagonista era o outro. 

Um dos cenários recorrentes desses “causos” de Zuenir era Paraty e a sua festa literária (a Flip). Certa feita, dizia, uma jovem se aproximou pedindo um autógrafo. Enquanto procurava uma caneta, ele quis saber qual era, entre os livros que tinha escrito, o que ela mais gostava. “O Menino Maluquinho”, respondeu a moça, sem titubear. Para não estragar a ilusão da admiradora de Ziraldo, Zuenir escreveu: “Para Fulana, minha fã, um beijo”. E assinou assim: Z. Às vezes, contava essa mesma história, substituindo a leitora pelo funcionário de um hotel em Paraty. Quando publicou um livro intitulado Inveja – mal secreto, contou que, certa vez, viu o amigo Ziraldo ser aplaudido por 20 mil pessoas no Maracanãzinho ao ser apresentado como jurado do Festival Internacional da Canção. Quando encontrou o cartunista, disse-lhe: “Você saiba que tinha um sujeito lá em cima que estava te vaiando, eu vi”. 

Zuenir gostava de brincar com a sua semelhança com outros escritores altos, esguios e carecas. Contava ter sido confundido na Flip várias vezes com Millôr Fernandes e com Drauzio Varella. E uma vez com José Saramago. O chiste envolvendo o português era o mais hilariante e funcionava mais ou menos assim: Zuenir sai da pousada onde está hospedado e é cercado por um enxame de fãs. As leitoras – todas mulheres – começam a elogiá-lo e a dizer que adoram os seus livros. Perguntam se podem tirar uma foto, ele assente, e é abraçado pelo grupo. Sente que finalmente tem o reconhecimento que merece, seu ego está nas alturas. Até que uma das moças grita para outra que vem dobrando a esquina: “Fulana, vem aqui conhecer o Saramago”. 

Até quando foi dado como morto, vítima de uma notícia falsa, Zuenir não perdeu o humor. Num dia de 1999, um jovem repórter procurou na agenda do jornal o número de telefone do escritor e ligou. Queria que ele comentasse sobre a morte de uma figura conhecida. Acontece que fazia anos que aquele número já não era mais o de Zuenir. A senhora que atendeu, sabe-se lá por que cargas d’água, achou que era uma boa ideia inventar que o jornalista tinha acabado de morrer em um acidente na Lagoa Rodrigo de Freitas. Sem confirmar a veracidade, o rapaz publicou a informação, que rapidamente se espalhou. Vivinho da Silva, Zuenir estava numa cerimônia cheia de gente importante (incluindo Fernando Henrique Cardoso, então Presidente da República) no Instituto Moreira Salles (IMS). O evento era vedado à imprensa – Zuenir ia na qualidade de convidado – e contava com um forte esquema de segurança. Do lado de fora, a notícia da morte começou a circular entre os jornalistas. 

“Lá pelas 9 horas da noite — eu tinha morrido às 16h — a imprensa descobriu que eu estava no IMS e não no IML. Do lado de fora, dezenas de repórteres e fotógrafos aguardavam o presidente atrás de um cordão de isolamento. Veio então uma ordem das redações para que falassem comigo; não valia mais a versão; eu tinha que ser ouvido ao vivo, se é que a expressão ainda se aplicava a mim. Naquele momento, eu era mais importante do que o presidente, o governador, o prefeito e quem mais estivesse lá dentro. Afinal, não é todo dia que se vê alguém morrer e ressuscitar em cinco horas. O recorde era três dias, mas fora batido há muito tempo”, contou Zuenir numa deliciosa coluna n’O Globo dias depois. “Já de madrugada, abri o computador e vi a descrição da minha morte; era tão precisa que não tive dúvida: devia ser verdade. Uma agência séria não colocaria no ar um boato desses.”

Desta vez, infelizmente, foi verdade. Zuenir se foi, o Brasil fica sem um dos seus melhores jornalistas. E perde também um exímio contador de histórias, dono de um sentido de humor de dar inveja. 

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Jorge Palma: Uma vida feita de canções e palavras

Rita Carmo/Blitz

Jorge Palma, 76 anos, mais de meio século de carreira e uma obra que deixa uma marca profunda na música portuguesa. A notícia da sua morte foi avançada pela família do músico e compositor, numa mensagem publicada nas redes sociais, onde a mulher, os dois filhos e os agentes assinalam a sua “obra assinalável” e pedem que Palma seja recordado, sobretudo, pelas “canções e palavras” de uma vida dedicada à música.

Jorge Palma é um nome incontornável do panorama musical português. Ao longo de décadas, construiu uma obra onde se cruzam a música, a poesia e uma forma muito própria de olhar para a vida. Temas como “Frágil”, “Deixa-me Rir”, “Dá-me Lume” e “Encosta-te a Mim” tornaram-se parte da memória coletiva e atravessaram gerações.

Compositor, poeta, intérprete e pianista exímio, a sua vida e a sua arte sempre se fundiram num único caminho. Começou a aprender piano com apenas seis anos e, mais tarde, percorreu a Europa de guitarra às costas, atuando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga. Concluiu o curso superior de piano em 1990, editou diversos discos de originais, acumulou discos de ouro e atingiu a dupla platina com o álbum Voo Noturno.

Em abril deste ano, e em reconhecimento de uma carreira com mais de cinco décadas, Jorge Palma recebeu o Prémio Carreira nos Prémios Play, numa cerimónia realizada no Coliseu de Lisboa. Um reconhecimento que se junta a muitos outros ao longo de um percurso artístico singular.

Em 2019, tivemos oportunidade de conversar com Jorge Palma. Recuperamos agora algumas das palavras que nos deixou nessa entrevista, numa homenagem à sua vida, à sua música e ao homem por detrás das canções. Quando falava sobre a sua carreira, Palma definia-se com a modéstia que também o caracterizava: “Eu sou um mutante… No fundo, sou a mesma pessoa que era aos dez anos. Mas, como passei por tanto, atravessei tanto espaço, tempo e aventuras, acho que as coisas nos vão moldando. Felizmente, posso dizer que até agora tenho tido uma vida excelente.” Para Jorge Palma, a criação musical era um processo misterioso e contínuo. A inspiração podia surgir nos momentos mais inesperados, até naquele instante entre o sono e a vigília. “Um gravador ou ditafone dá muito jeito, nem que seja quando estou a acordar”, contava-nos. “Muitas vezes, naquele ponto em que já estou praticamente a dormir, ouço coisas e penso: ‘Epá, não me apetece levantar.’ Tenho preguiça e digo para mim mesmo que amanhã me lembro. Faço um memorando mental da pauta e, no dia seguinte, não me lembro de nada!” Sobre a origem das melodias e das palavras, explicava que o processo podia nascer de diferentes formas. Às vezes, surgia um texto que já parecia trazer consigo a música. Outras vezes, tudo começava pela construção de uma linha de baixo, seguida da harmonia e da melodia. Depois, vinha a espera, a procura pela palavra certa: “Ficar meses em ‘banho-maria’, à espera da letra certa.” A grande fonte de inspiração era, afinal, a própria vida. As pessoas, o amor, as experiências, os livros que leu, o cinema, o teatro e até as artes plásticas. Chegou mesmo a compor uma canção inteira depois de observar um quadro. 

Mas a vida de Jorge Palma também foi feita de confrontos pessoais e de escolhas difíceis. Em 2014, decidiu fazer uma pausa e procurar ajuda para cuidar da sua saúde e ultrapassar a dependência do álcool. “O álcool, por acaso, não me estragou a vida, mas podia ter estragado. Tive a sensatez de olhar para mim e dizer: ‘Chega'”, recordava. A consciência da possibilidade de uma recaída levou-o a manter uma atenção permanente sobre si próprio. “Podemos estar quatro ou cinco anos sem beber e, numa festa, tomar um copo. Eu já sei qual é o percurso. Quando percebo que me está a apetecer ou começo a pensar em álcool, tenho o telefone do meu psiquiatra e vou falar com ele para dizer que estou a escorregar.” Nesse caminho, a presença dos amigos revelou-se fundamental. Alguns afastaram-se por falta de paciência durante a fase da “onda líquida”, mas os verdadeiros amigos permaneceram por perto, disponíveis a qualquer hora. “Isso é muito reconfortante”, dizia. Nos últimos anos, o palco ganhou também uma dimensão familiar e particularmente emotiva. Vicente Palma partilhava o palco com o pai há vários anos, revelando um talento crescente. Francisco, o filho mais novo, seguiu igualmente o caminho da música, tendo estudado piano e guitarra. Sobre os filhos, Jorge Palma brincava: “Toca muito sozinho e toca melhor guitarra do que eu, o que também não é difícil!” E acrescentava: “É muito bom ter dois filhos bastante musicais. O Francisco vai ser tão bom músico como o Vicente.” Jorge Palma tinha ainda um baú cheio de novas canções e ideias. 

Até ao fim, manteve o desejo de criar, de partilhar novas músicas com o público e de colaborar com outros artistas. É também por isso que, para além dos discos, dos palcos e dos prémios, ficam as palavras. As que escreveu, as que cantou e aquelas que nos deixou numa conversa em 2019. Uma obra feita de música, poesia, histórias, fragilidades, encontros e vida. Uma obra que permanece e que continuará a fazer de Jorge Palma uma das figuras incontornáveis da música portuguesa.

Para relembrar: pode voltar a ouvir a entrevista de Madalena Balça a Jorge Palma no programa Café Com, da Camões Rádio, e revê-la na Camões TV+. Uma produção MDC Media Group e de Paulo Perdiz, com som e imagem de Guilherme Ferro.

Paulo Perdiz/MS

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Ler por prazer faz bem à saúde (e nunca é tarde para começar)

DR.

Uma boa notícia para quem gosta de livros: um novo estudo sugere que ler por gosto, seja um romance ligeiro, um clássico ou até banda desenhada, traz benefícios reais para a saúde. A investigação da Universidade de Cambridge associou a leitura a melhor saúde mental, maior empatia e menor risco de desenvolver demência. 

Os investigadores não fizeram apenas uma experiência isolada; analisaram dados de estudos já existentes, que envolveram milhares de adultos e crianças. Um deles associou a leitura a uma redução de 33% no risco de doença de Alzheimer. Houve ainda uma descoberta inesperada: além de melhorar a literacia, a leitura foi também relacionada com melhores resultados em matemática, já que ambas partilham processos cognitivos semelhantes. 

A líder do estudo, a professora Barbara Sahakian, defende que o hábito deve ser incentivado desde cedo, mas sublinha que nunca é tarde para começar, e que os benefícios se podem sentir ao longo de toda a vida, até à velhice.  Há países que já estão a transformar esta ideia em política pública. Em Singapura, os habitantes podem agora acompanhar os seus hábitos de leitura e até ganhar recompensas através da nova plataforma Read SG, uma iniciativa da biblioteca nacional para contrariar o tempo passado a fazer scroll no telemóvel. O objetivo inicial é simples: ler apenas 15 minutos por dia, no autocarro, antes de dormir ou ao almoço. Uma meta ao alcance de qualquer pessoa.

MS

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O novo telescópio da NASA já “vê” as estrelas

Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA. (NASA)

O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, acaba de passar um dos testes mais importantes da sua missão. Lançado a 30 de agosto de 2026, o observatório está a caminho do ponto L2, a cerca de um milhão e meio de quilómetros da Terra, e já ligou a sua principal ferramenta. A equipa ativou com sucesso o Wide Field Instrument, uma câmara de infravermelhos de 300 megapíxeis capaz de explorar grandes áreas do cosmos rapidamente sem perder detalhe. 

Para isso foi preciso paciência: a 11 de setembro, os engenheiros desligaram os aquecedores do instrumento e deixaram-no arrefecer até cerca de 143 graus negativos, o que permitiu ativar os 18 detetores de infravermelhos. As primeiras imagens de teste mostram os primeiros fotões de luz estelar a atingir os sensores, e a equipa confirmou também que o controlo térmico está a funcionar como previsto. 

O que torna o Roman especial é a escala. Cada imagem abrangerá uma porção de céu maior do que a Lua cheia, com a nitidez de telescópios como o Hubble. Em cinco anos, deverá cartografar mais de 50 vezes a área de céu que o Hubble observou em 30 anos. Há ainda uma surpresa agradável: uma primeira correção de trajetória muito precisa, juntamente com outras poupanças de combustível, deverá mais do que duplicar a vida útil potencial da missão.  O próximo passo é calibrar os instrumentos. As primeiras imagens deverão chegar por volta da época natalícia, e as operações científicas estão previstas para janeiro de 2027, com foco na matéria escura, na energia escura e em planetas fora do Sistema Solar. 

MS

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La filiera dell’auto vista da dentro *

La filiera automobilistica italiana va ben oltre le case produttrici e i fornitori diretti. I legami indiretti sono altrettanto importanti. E la catena di fornitura comprende molti più settori di quelli tradizionalmente associati all’automotive.

L'articolo La filiera dell’auto vista da dentro * proviene da Lavoce.info.

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Faro Ativo volta a promover mostra desportiva do concelho

Ponto alto do evento acontece este sábado e domingo, 26 e 27 de setembro, no Parque de Lazer das Figuras e Forum Algarve

O Município de Faro volta a promover este ano o Faro Ativo, evento que marca habitualmente o início do ano desportivo no concelho e que conta com muitas actividades desportivas para experimentar, descobrir ou praticar, dirigidas a todas as faixas etárias da população.

Entre os destaques desta iniciativa estão a Mostra Desportiva, nos dias 26 e 27 de setembro, que decorre no Parque de Lazer das Figuras e no Forum Algarve, e o Faro Ativo Náutico, nos dias 3 e 4 de outubro, com várias actividades ligadas ao mar e à Ria Formosa. Como é habitual, o Faro Ativo 2026 acontece em estreita colaboração com o tecido associativo e empresarial do concelho e propõe-se oferecer, a todos os interessados, um conjunto diversificado de experiências desportivas.

Já este fim de semana, sábado e domingo, dias 26 e 27, entre as 10h00 e as 19h00, poderão ser experimentadas modalidades como pilates, dança, futebol, futsal, judo, capoeira, kickboxing, atletismo, ginástica, skate, padel, voleibol, capoeira, boxe, patinagem, basquetebol, golfe, basebol, ténis de mesa, entre outras atividades. De salientar duas novidades: o Faro Run & Glow no sábado, pelas 21h30, e a cãominhada no domingo pelas 10h00. O encerramento acontece pelas 18h00 com a Zumba color.

Já nos dias 3 e 4 de outubro, o Centro Náutico é o ponto de encontro para o Faro Ativo Náutico, com um programa que inclui baptismos de canoagem, stand up paddle, vela, windsurf, surf, bodyboard, kitesurf, passeios em caiaque, entre outras experiências náuticas.Com esta iniciativa, que se tem tornado cada vez mais simbólica para o desporto no concelho, o Município de Faro pretende promover a prática de atividade física e os hábitos de vida saudável, aproximando o desporto da comunidade e dando a conhecer a diversidade de modalidades e projetos desportivos existentes no concelho.

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Shepherds Increasingly the Target of Israel’s Southwest Syria Detentions

Israeli forces continue to raid southwestern Syria on a daily basis, raiding towns and setting up checkpoints. This week, the increasing trend is for them to harass shepherds operating in the countryside of Quneitra Governorate. On Tuesday, a shepherd was captured on the outskirts of al-Rafid, a Quneitra village. Israeli troops came, detained him, and […]
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Praça da República em Loulé transformou-se em Espaço de Convívio e Sustentabilidade no ParK(ing) Day

A Praça da República, em Loulé, abriu dia 22, as suas portas ao convívio, à animação e à promoção da mobilidade sustentável com a realização de mais uma edição do Park(ing) Day.

A iniciativa, inserida na Semana Europeia da Mobilidade de 2026, com o lema “Mobilidade para todos – Justiça entre gerações”e realizada no âmbito do Dia Europeu sem Carros, assinalado esta terça-feira (22 de setembro), desafiou a população a deixar o automóvel em casa e a usufruir do espaço público de uma forma ativa e inclusiva.

Sob o mote “Ocupa o teu lugar na cidade”, o evento transformou os habituais lugares de estacionamento automóvel em áreas vivas destinadas às pessoas. Com propostas pensadas para todas as idades, o programa integrou atividades desportivas,  jogos tradicionais,stands informativos e de sensibilização ambiental, sessões de cinema imersivas e o projeto Mercado de Trocas. Mas a pista de segurança rodoviária da GNR foi uma das zonas que mais interesse despertou junto dos mais novos. 

Em termos de balanço, a organização do Park(ing) Day’26 destaca o forte envolvimento comunitário e institucional. As empresas municipais (Infralobo, Inframoura, Infraquinta e Loulé Concelho Global) marcaram presença e promoveram diversos projetos focados na mobilidade e sustentabilidade urbana, na ação climática e na preservação ambiental. O associativismo local também esteve em grande destaque, com a participação ativa de vários parceiros, como a AMAL – Comunidade intermunicipal do Algarve, a Guarda Nacional Republicana, os Boardgamers de Loulé da Casa da Cultura, o Mercado de Trocas, o Clube BTT Loulé, o MOOV – Fitness Center, o Almancilense Cycling e o Banco Local de Voluntariado de Loulé, entre outras entidades que se associam a esta iniciativa. A diversidade dos parceiros envolvidos permitiu reunir, num mesmo espaço diferentes contributos nas áreas da mobilidade, segurança rodoviária, ambiente, ação climática, saúde, desporto, cultura, educação e participação comunitária, reforçando o carácter transversal do Park(ing) Day.

Outra das ações do evento foi a ativação da marca VELA, o novo sistema de bicicletas partilhadas de Loulé, que será implementado no próximo ano. Esta nova solução de transporte pretende revolucionar a mobilidade suave em Loulé, oferecendo uma alternativa ecológica, económica e eficiente para as deslocações diárias dos munícipes e visitantes.

Com a conclusão de mais uma edição do do Park(ing) Day, o Município de Loulé reforça o seu compromisso contínuo na transformação do ambiente urbano, demonstrando que as cidades podem ser desenhadas para as pessoas e o espaço público pode assumir múltiplas funções, garantindo maior qualidade de vida e para os cidadãos entre gerações. Para a Autarquia, a mobilidade suave é, cada vez mais, uma realidade que se pretende integrar no concelho, em especial nas suas zonas urbanas, sendo um contributo relevante para alcançar a neutralidade carbónica.

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Afro-Indigenous community in Honduras resists forced evictions

Spanish reality show “Survivor” (Supervivientes) has been filming on the land of the Afro-Indigenous Garífuna peoples in Honduras since 2006. The filming of “Supervivientes,” as well as other versions of the “Survivor” show, have sparked intense local protests over land, human rights, restrictions to fishing access, and forced evictions.

In 2025, the Inter-American Court of Human Rights (IACHR) found that the filming of the reality show violated several rights of the members of the Garífuna community. But it wasn’t the first time the Honduran government has been found in violation for its treatment of the Afro-Indigenous people of Central America. In total, the Inter-American Court has issued warnings four times regarding the mistreatment suffered by this community.

This story, though not entirely recent, has resurfaced in recent weeks when, on July 6, nearly two hundred police officers arrived in San Juan to evict several community members, claiming they were on property that did not belong to them.

However, the Garífuna assert that these lands belong to the community, and therefore an eviction order cannot be issued for communal lands that, in essence, are being targeted for privatization in favor of private interests (particularly those of the Rosenthal family, one of the wealthiest and most powerful families in Honduras). The dispute led to the arrest and prosecution of five community members by the Honduran judicial system. Those detained are Deinor Mejía, Irbin López, Carlos Fernández, Onil Hernández, and Sara Acosta.

Protests against evictions

Following this, several members of the Honduran Black Fraternal Organization (OFRANEH) arrived in the capital, Tegucigalpa, to protest in front of the Supreme Court against what they consider to be unfair treatment. They set up the “Viva Berta” Camp and plan to remain there until the proceedings against the five defendants are concluded and the court stops treating the matter as if it were a criminal case.

Furthermore, OFRANEH has rejected the intentions of Supreme Court President Wagner Vallecillo to establish dialogue forums to resolve the conflict, as the organization defending the rights of Black Hondurans asserts that this would imply recognizing that these territories do not belong to the peoples settled there – a fact already established several years ago by international courts and specifically recognized in 2023 by the Inter-American Court of Human Rights, which ruled that the territories of San Juan belonged to the communities settled there.

Thus, while the government promotes negotiations, the Garifuna people continue to resist what they see as an onslaught by private interests that are using the Honduran government to their advantage in order to strip them of something that – despite the racist rhetoric of certain media outlets – is rightfully theirs by virtue of hard-won rights.

Isolated incident or state policy?

However, in the Honduras of right-wing President Nasry Asfura, a law known as the Agroindustrial Law, the Employment and Economic Development Zones (ZEDE), was recently passed. This law authorizes law enforcement to act as they did on the day of the eviction, even though it contradicts the rulings of the IACHR, which could lead to another case against the Honduran state. 

OFRANEH asserts that this is part of a long-standing pattern of the Honduran state’s actions against Indigenous peoples. For two decades, various institutions have promoted the dispossession of lands in favor of private interests, they stated. In one such example, the National Agrarian Institute reportedly failed to recognize more than 172 hectares for the Garifuna people but did recognize them for the company Promotur, a firm linked to Jaime Rosenthal Oliva, a prominent Honduran banker and politician who died in 2019. 

This organization has also denounced the clear ties between the Rosenthals and the Supreme Court of Justice, which could jeopardize fair treatment and recognition of the territories in favor of Indigenous peoples.

For their part, several United Nations special rapporteurs have called on the Honduran government not to carry out more than 1,000 eviction orders that would affect tens of thousands of peasant, Indigenous, and Afro-descendant families. These orders would jeopardize not only territorial rights but also the food security of thousands of people, as these families rely primarily on working the land for their livelihoods.

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IV Desfile do Traje Popular do Ribatejo reúne 400 folcloristas em Santarém

A Praça Sá da Bandeira recebe no próximo dia 26 de setembro, às 21h30, o IV Desfile do Traje Popular do Ribatejo, um dos maiores encontros de folclore e património cultural da região. O evento reúne cerca de 400 folcloristas, em representação de 27 grupos filiados na Federação de Folclore Português, que vão dar vida à história, aos costumes e às tradições das comunidades ribatejanas…

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Santarém volta a receber a guitarra na 3.ª edição do FIGS

O Teatro Sá da Bandeira (TSB), em Santarém, será o palco da terceira edição do FIGS – Festival Internacional de Guitarra de Santarém, nos dias 25 e 26 de setembro. O evento junto o jazz ao fado e a improvisação à tradição, procurando mostrar que a guitarra não conhece fronteiras. O festival abre às 21h30, com uma noite dedicada ao jazz, com Mário Delgado & Carlos Barreto…

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Rumo Certo conquistam o segundo lugar na final do The Voice Gerações

O grupo Rumo Certo, composto por Gabriel Tavares, João Cachado, Rodrigo Santos e Rodrigo Maurício, conquistou o segundo lugar na final da quarta temporada do programa The Voice Gerações, que terminou no passado domingo, dia 20 de setembro. O quarteto, com raízes em Sobral de Monte Agraço, Aveiras de Cima e ligado ao movimento escutista, integrou a equipa do mentor Mickael Carreira e disputou a…

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Hallan el rostro de Uni, la gran diosa etrusca, en el templo que un magistrado le dedicó hace 2.500 años

Hay hallazgos que impresionan por su tamaño o su valor y otros que lo hacen por el lugar exacto donde aparecen. El que ha anunciado la Universidad de Roma La Sapienza pertenece al segundo grupo. En el yacimiento de Pyrgi, en la costa del Lacio, los arqueólogos han encontrado un fragmento de antefija con el […]

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Nova Barragem em Discussão Pública e novo perímetro rega da Várzea de Odeleite, em visita pelo AdP AQUA no concelho de Castro Marim

Em Castro Marim a Câmara Municipal foi visitar o traçado da Rede Rega da Várzea de Odeleite, que estará em testes no próximo mês de Outubro, depois de décadas à espera e uma conturbada obra, assumida pelo município

O Município de Castro Marim realizou recentemente uma visita técnica ao terreno para acompanhar o progresso de duas infraestruturas hídricas decisivas para o futuro do concelho e para a sustentabilidade da agricultura local.

A comitiva municipal esteve a inspecionar o traçado da Rede de Rega da Várzea de Odeleite. Este projeto, aguardado há décadas pela população e pelos produtores locais, entra finalmente na sua fase final de concretização. Após um processo complexo e uma empreitada conturbada — que o próprio Município assumiu para garantir a sua conclusão —, o sistema estará em fase de testes já no próximo mês de outubro. O arranque deste regadio representa uma conquista histórica para o concelho, permitindo otimizar o aproveitamento da água, apoiar os agricultores e revitalizar a economia rural da Várzea de Odeleite.

No âmbito desta mesma deslocação, a comitiva visitou a localidade da Tenência para observar no terreno os locais onde está prevista a implantação do paredão da futura Barragem da Foupana. Esta infraestrutura estratégica é considerada fundamental para reforçar a resiliência hídrica e o armazenamento de água no Algarve.

O processo da Barragem da Foupana encontra-se atualmente numa fase determinante, estando em discussão pública até ao próximo dia 16 de outubro. O Município de Castro Marim sublinha a importância da participação de toda a comunidade, agricultores e entidades locais nesta consulta pública, garantindo que as necessidades do concelho e da região sejam devidamente acauteladas.

Com a entrada em testes da Rede de Rega de Odeleite e o avanço do projeto da Barragem da Foupana, Castro Marim reafirma o seu compromisso direto e empenho na gestão inteligente da água, no combate à escassez hídrica e na valorização do seu território.

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Quarteira recebe apresentação do Catálogo de Intervenção Artística “Roleta”

No dia 26 de setembro, às 16h30, a antiga Lota de Quarteira (Sala Multiusos da Exposição “Com os Pés na Terra e as Mãos no Mar. 6000 anos de História de Quarteira”) acolhe o lançamento do catálogo da intervenção artística “Roleta”, de Ângelo Gonçalves. 

Criada no âmbito do Programa de Apoio às Artes (PAA’23) do Município de Loulé, sob o tema Deriva Natural, a obra parte da apropriação do eixo de uma antiga nora agrícola. Ao deslocar esta tecnologia hidráulica ancestral para o espaço público, o artista estabelece uma ponte com a tradição do ready-made de Marcel Duchamp, usando a água como fio condutor para cruzar a memória rural algarvia e as crises ambientais contemporâneas.

Através do contraste cromático – entre o azul-turquesa do eixo metálico, que evoca o horizonte mediterrânico, e o vermelho de um colete salva-vidas comprimido na base -, “Roleta” confronta o público com a vulnerabilidade humana, as rotas migratórias e a urgência da responsabilidade ecológica coletiva.

Esta iniciativa tem entrada livre.

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