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Câmara de Portimão aprova novo protocolo ‘Comunidade Atuante’ para o ano letivo 2026/2027

Programa com a associação Ensinar a Sorrir envolve cerca de 48 profissionais e assegura apoio a crianças com necessidades específicas e acompanhamento nos recintos escolares, com um investimento de cerca de 345 mil euros

A Câmara Municipal de Portimão aprovou, em reunião de 7 de outubro, a celebração do protocolo de colaboração do programa ‘Comunidade Atuante’ para o ano letivo 2026/2027, a estabelecer entre o Município, a associação Ensinar a Sorrir – Associação de Solidariedade e Apoio à Família e os Agrupamentos de Escolas do concelho de Portimão.

O programa, que o Município mantém há vários anos, visa reforçar a relação entre a escola e a comunidade e garantir a igualdade de oportunidades às crianças que frequentam os Centros de Apoio à Aprendizagem, bem como o acompanhamento e a segurança das crianças dentro e fora dos recintos escolares, nomeadamente no período das refeições.

A iniciativa abrange crianças do Pré-Escolar e alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, e inclui o apoio a atividades lúdico-expressivas e educativas dirigidas a crianças com medidas adicionais de inclusão, o acompanhamento, a vigilância e a segurança no meio escolar e o apoio a atividades que contribuam para as aprendizagens e para o sucesso educativo. Com esta colaboração estão envolvidos cerca de 48 profissionais.

Para este ano letivo, o encargo total é de cerca de 345 mil euros, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor, sendo que o apoio recebido do Estado, através do Ministério da Educação e das verbas transferidas pela DGAL no âmbito da transferência de competências, corresponde a cerca de 21% deste valor. Isto significa que o Município de Portimão assume, com recursos próprios, cerca de 79% do investimento, num compromisso que o Executivo Municipal assume como fundamental para garantir a vigilância e a segurança das crianças nos recintos escolares.

O Município de Portimão sublinha que o “Comunidade Atuante” é um programa de reconhecida importância para o bom funcionamento dos estabelecimentos de ensino, e que a aposta na continuidade deste trabalho, com um esforço financeiro que ultrapassa largamente a comparticipação do Estado, reflete a prioridade que a educação merece na ação municipal.

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Vila do Bispo celebra o Património Cultural Imaterial com iniciativa dedicada à pastorícia

O município de Vila do Bispo associa-se às comemorações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial 2026, promovendo, no próximo dia 17 de outubro, pelas 15h00, a iniciativa ‘Os Pastores do Triângulo Vicentino: documentário & prova de queijo’, no Museu de Vila do Bispo – Celeiro da História.

 O evento integra dois momentos: a exibição do documentário Os Pastores do Triângulo Vicentino, de Patrícia Leal e Vera Abreu, produzido em 2023 pela AVONDE – Associação Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo, e uma prova de queijo de cabra produzido artesanalmente pela Queijaria da Avó Deolinda, em Sagres.

O documentário acompanha o quotidiano de um conjunto de pastores do concelho, cuidadores de ovelhas, cabras e vacas, dando a conhecer a sua relação com os animais, as práticas diárias da atividade pastoril e as transumâncias.

Após a exibição, os participantes terão oportunidade de degustar queijo de cabra produzido por um dos intervenientes no documentário.

Com esta iniciativa, a autarquia pretende valorizar e divulgar o património cultural imaterial associado à pastorícia, dando visibilidade aos saberes e práticas tradicionais que integram a identidade do concelho e promover o encontro entre pastores e público, num momento de partilha de conhecimentos e experiências.

A autarquia salienta que a participação na atividade é gratuita, mediante inscrição prévia até ao dia 11 de outubro, através do e-mail: reservas.museu@cm-viladobispo.pt ou do telemóvel: 927 193 677 (chamada para rede móvel nacional).

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Rita Guapo dinamiza workshop de Educação e Parentalidade Consciente em Silves

No âmbito do projeto Matéria Prima, o Município de Silves, através do Setor da Juventude, promove no próximo dia 24 de outubro, entre as 10h00 e as 13h00, mais uma sessão do workshop de Educação e Parentalidade Consciente ‘A adolescência não é um cadilho nem um sarilho’, dinamizado por Rita Guapo.

A Psicóloga Rita Guapo regressa à Biblioteca Municipal de Silves para promover um espaço de reflexão sobre os desafios e as transformações inerentes ao processo de desenvolvimento na adolescência. A sessão irá abordar a importância de compreender o comportamento dos jovens, incentivando uma comunicação familiar mais significativa, assente em relações positivas e de maior conexão.

Partindo do princípio de que não existem fórmulas universais na missão de educar, este workshop convida pais, educadores e profissionais a aprofundar o seu conhecimento sobre as vivências e o sentir dos adolescentes, reconhecendo também o potencial desta fase de desenvolvimento.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia obrigatória até ao dia 21 de outubro, a qual deve ser efetuada clicando aqui, realçando-se que as vagas são limitadas.

Para mais informações, os interessados poderão contactar o Setor de Juventude da Câmara Municipal de Silves através dos telefones 282 440 800 ou 910 118 277, ou ainda pelo endereço de correio eletrónico juventude@cm-silves.pt.

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Angelina Voloshchuk voltou a vencer e marca presença nos quartos-de-final

Sortes diferentes para as duas tenistas portuguesas de 19 anos, que ultrapassaram a ronda inaugural do III International Ladies Open.
Angelina Voloshchuk voltou a vencer em dois sets e está nos quartos-de-final do torneio da categoria W35, que decorre no Clube de Ténis e Padel de Lagos.

Frente à holandesa Isis Louise Van Den Broek (619.ª), Voloshchuk (333.ª) teve um início hesitante no início de cada set, mas terminou forte ambas as partidas, superando a adversária em uma hora e 43 minutos, com os parciais de 6-2, 6-4.

“Senti-me bem apesar de não ter entrado tão bem, estive a ganhar por 2-0, depois ela entrou mais no jogo e eu, se calhar, baixei um bocadinho, mas acho que consegui manter um bom nível no primeiro set. No segundo, baixei logo no início, podia ter feito algumas coisas diferentes e estar mais focada na minha tarefa, mas depois consegui encontrar o meu caminho”, disse a autora de seis duplas-faltas.

“No início senti nervosismo no serviço que é uma das coisas que tenho tentado de melhorar, mas ao longo do encontro consegui soltar um bocadinho mais e ficar mais tranquila a servir. Foi mais no início dos sets” – argumentou.

A próxima adversária de Voloshchuk é a sétima mais cotada do torneio, a espanhola Celia Cervino Ruiz (587.ª), no segundo encontro do Court 1, cuja jornada tem início às 11 horas. “Nunca a defrontei, mas ainda tenho oportunidade de ver um bocadinho do jogo dela e preparar da melhor maneira para dar o meu melhor e ir o mais longe possível”, adiantou a número três portuguesa.

Já Milana Ivantsiv (1465.ª) não conseguiu ganhar mais do que três jogos à espanhola e sexta cabeça de série Maria Martinez Vaquero (496.ª), que se impôs por 6-1, 6-2.

A jornada de sexta-feira termina com as meias-finais de pares, onde a segunda melhor dupla do torneio, formada pela portuguesa Ana Filipa Santos e a indiana Vasanti Shinde, vai disputar um lugar na final de sábado com as cabeças de série n.3, a chinesa Min Liu e a italiana Carlota Moccia.

Colaboração do Gabinete de Imprensa do III Internacional Ladies Open W35

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‘Olhão antes e depois’ revela a transformação da cidade através da fotografia

Exposição percorre quatro espaços do concelho e coloca imagens históricas lado a lado com recriações feitas por jovens olhanenses.

A exposição fotográfica ‘Olhão antes e depois’ é inaugurada no próximo sábado, 10 de outubro, pelas 10:30, nos Mercados Municipais de Olhão, dando-se aí início a um percurso por quatro espaços do concelho — Mercados Municipais, Ria Shopping, Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão —, onde estará patente até 13 de novembro.

Com curadoria de Luís Torres e integrada na programação cultural do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, a exposição coloca lado a lado imagens históricas da cidade e recriações fotográficas realizadas por jovens olhanenses, propondo um olhar sobre a evolução urbana de Olhão e convidando a comunidade a percorrer a cidade através do tempo.

A mostra nasceu do desafio lançado a alunos do 10.º ano da área de Multimédia da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes para recriarem, nos dias de hoje e nos mesmos locais, uma seleção de cerca de 50 fotografias históricas de Olhão. Participaram no projeto os alunos Miguel Sousa, Samuel Ventura e Maria Moniz, bem como Charline Fournier, elemento do Clube de Fotografia da Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.

Para concretizar o trabalho, foram utilizadas fotografias com cerca de 70 a 80 anos, pertencentes ao Arquivo Municipal de Olhão, e imagens com 40 a 50 anos, provenientes do arquivo pessoal de Luís Torres. Depois de um processo de pesquisa e levantamento, os participantes percorreram as ruas da cidade e procuraram reproduzir os enquadramentos originais, recriando as imagens nos mesmos locais e permitindo uma comparação direta entre diferentes épocas.

O resultado é uma exposição distribuída por quatro núcleos expositivos, que propõe um percurso pela cidade através das suas transformações e permanências. O confronto entre as fotografias históricas e as imagens atuais permite observar a evolução urbana de Olhão, mas também recuperar lugares, edifícios e espaços que fazem parte da memória coletiva da cidade.

No dia da inauguração, o percurso pelos quatro núcleos começa nos Mercados Municipais, às 10:30, seguindo para o Ria Shopping, às 11:15, para a Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, às 11:45, e terminando na Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão, às 12:15. A exposição poderá ser visitada até 13 de novembro, nos quatro espaços, de acordo com os respetivos horários de funcionamento.

Com esta iniciativa, o Município de Olhão pretende valorizar a criatividade e o envolvimento dos jovens olhanenses e, simultaneamente, promover junto da comunidade um maior conhecimento da história contemporânea e da evolução urbana da cidade. O projeto terá ainda continuidade, estando prevista a sua passagem pelas várias freguesias do concelho.

Integrada no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, ‘Olhão antes e depois’ aproxima diferentes gerações através da fotografia e proporciona uma viagem visual entre o Olhão de ontem e o Olhão de hoje.

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800 anos da morte de São Francisco de Assis assinalados com conferência

Na Igreja de São Francisco, em Faro, amanhã, dia 9 de outubro, às 21:00 horas, realiza-se a conferência “Eu fiz a minha parte“, de Fr. José Quintã, ofm, Ministro Provincial da Província Portuguesa da Ordem Franciscana. A iniciativa faz parte das comemorações do VIII Centenário da morte de São Francisco de Assis (1226–2026) e tem entrada livre.

Em nota enviada ao nosso jornal é recordado que São Francisco morreu a 3 de outubro de 1226. Oito séculos depois, continua a ser uma das figuras mais marcantes da história. A sua mensagem de paz, fraternidade, simplicidade e cuidado pela Criação continua atual e fala a crentes e não crentes.

Para assinalar a data, o Papa Leão XIV proclamou um Ano Jubilar de São Francisco, que decorre de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.

O título da conferência vem de uma das últimas frases do santo de Assis aos seus irmãos: “Eu fiz a minha parte; que Cristo vos ensine a vossa.” Estas palavras resumem o que São Francisco deixou, mas também lançam um desafio: cada pessoa é chamada a fazer a sua parte na sociedade, na comunidade e no mundo.

A conferência vai ser apresentada por Fr. José João Quintã Pereira, eleito Ministro Provincial em abril de 2025. Ele vai falar sobre a atualidade da mensagem franciscana e sobre o que ela significa para os desafios de hoje.

A organização da conferência convida toda a população, as comunidades paroquiais, os movimentos, as escolas e as pessoas interessadas em espiritualidade, história e cultura a participar neste momento de reflexão e celebração.

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UCCF/GNR apreende 4 toneladas de cocaína e detém 3 pessoas na Costa Vicentina

A Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Destacamento de Controlo Costeiro de Sines, apreendeu, durante a madrugada desta quinta-feira, 08 de outubro, cerca de 4 toneladas de cocaína, duas embarcações, quatro telemóveis e mais de 1200 euros em numerário, nas imediações da Foz do rio Mira e da Praia da Vieirinha, nos concelhos de Odemira e Sines.

No âmbito de uma ação de Vigilância e Controlo Costeiro, desencadeada na sequência da deteção de embarcações de alta velocidade (EAV) pelo Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC), foram empenhados meios terrestres e marítimos para acompanhar os seus movimentos e prevenir a prática de ilícitos criminais.

No decorrer da ação, foi confirmada a presença de duas embarcações de alta velocidade (EAV) que estariam a transportar volumes para uma embarcação de pesca, nas imediações da foz do rio Mira. A intervenção marítima permitiu intercetar a embarcação de pesca. Foram detidos 3 homens no seu interior, de nacionalidade portuguesa e estrangeira, com idades compreendidas entre os 22 e os 42 anos, tendo-se confirmado a existência de 73 fardos de cocaína.

No seguimento da ação, já no regresso para terra, foi possível detetar-se mais uma embarcação de recreio à deriva, que se verificou ter no seu interior 58 fardos de cocaína.

Da ação resultou a apreensão de duas embarcações, 131 fardos de cocaína com um peso estimado de 3.915 quilos, 4 telemóveis e 1.240 euros em numerário, tendo segundo a UCCF/GNR adintado que esta ação contou com o reforço do Comando Territorial de Setúbal e com o apoio da Polícia Marítima e do Município de Sines.

A UCCF/GNR salienta que esta operação surge menos de 48 horas após uma outra ação policial desenvolvida pela GNR, na madrugada de quarta-feira, dia 7 de outubro, na Praia da Costinha, que culminou na apreensão de cerca de 2,7 toneladas de cocaína.

No conjunto destas duas operações, a GNR apreendeu, em menos de 48 horas, mais de 6,5 toneladas de cocaína, evidenciando o empenhamento permanente da Guarda na vigilância e controlo da costa portuguesa e no combate ao tráfico internacional de estupefacientes por via marítima.

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Parque de Vale Faro acolheu a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira

O Parque de Vale Faro acolheu, nos dias 4 e 5 de outubro, a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira. Organizada pela Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, a iniciativa reuniu atividades dedicadas à sustentabilidade, ao bem-estar e à criatividade, com propostas para diferentes idades.

Ao longo de dois dias, a feira apresentou um programa que conjugou artesanato, workshops, palestras, atividades infantis e momentos musicais. O contacto com as práticas sustentáveis e a valorização de materiais naturais e reutilizados estiveram em destaque, num espaço de partilha e aprendizagem ao ar livre.

A componente musical marcou várias propostas do programa, desde o atelier sustentável à construção de instrumentos com materiais reciclados. Os workshops de tecelagem em tear, sabonete feltrado e arte botânica proporcionaram oportunidades para explorar técnicas artesanais e diferentes formas de expressão criativa.

Para os mais novos, a programação incluiu jogos tradicionais, atividades nas tendas infantis e o bioconto “A Árvore em Mim”. A iniciativa “Algas à Tela – da Praia à Arte” estabeleceu também uma ligação entre os elementos do meio marinho e a criação artística.

FAESA (Foto: Inês Henrique)

O bem-estar constituiu outra vertente da feira, com sessões de pilates e yoga, palestras e uma área dedicada a terapias. A alimentação esteve igualmente presente, através do workshop “Lancheira Mediterrânica”, integrado na programação do primeiro dia.

A música complementou as atividades no Parque de Vale Faro, com atuações de Medicina Laurinha, um concerto de violino por Isabel Carvalhaes e um concerto de saxofone por Ricardo Jesus.

A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente na iniciativa, que associou a sensibilização ambiental ao convívio e à participação da comunidade.

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Exposição ‘A água e o Mar para Mim’ patente na Galeria Municipal de São Brás de Alportel

Até ao final de outubro a exposição de Guarda-chuvas artísticos ensinam a importância da água e apresentam a fusão perfeita entre arte, originalidade, sustentabilidade e inclusão

A Galeria Municipal de São Brás de Alportel exibe, até 31 de outubro, a 3.ª edição da exposição “A Água e o Mar para Mim’, inaugurada a 2 de outubro, e integrada no Ciclo de Exposições do Município de São Brás de Alportel 2026 que mantém esta colaboração ativa.

Promovida pela empresa Águas do Algarve, esta mostra reúne diversas manifestações artísticas criadas a partir de chapéus de chuva transformados em peças de arte, numa abordagem criativa a temas como a importância da água e do mar, a escassez hídrica, as alterações climáticas e a poluição marinha.

Pelo terceiro ano, esta iniciativa voltou a desafiar instituições sem fins lucrativos que trabalham com pessoas idosas e pessoas com deficiência para a criação das peças que agora dão corpo a esta exposição itinerante.

Mais do que uma exposição, ‘A Água e o Mar para Mim’ convida à reflexão sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e dos ecossistemas marinhos, recorrendo à arte como instrumento de sensibilização ambiental e de inclusão social.

Esta iniciativa alia a cultura à educação ambiental e à inclusão, e contribuí para o reforço da estratégia de educação e sensibilização ambiental do Município de São Brás de Alportel.

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Pastelaria entra em competição rumo ao Campeonato Nacional das Profissões

Jovens da Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António (EHTVRSA) e da Câmara de Comércio e Indústria Luso Alemã /Centro DUAL participam na Fase Regional 1 do WorldSkills Portugal Centro 2027, numa prova agendada para 16 de outubro, que decorrerá no Espaço Auchan Live Faro, no Forum Algarve.

Importa destacar que o Algarve participa na Fase Regional 1 do 47.º Campeonato Nacional das Profissões – WorldSkills Portugal Centro 2027 com uma prova de Pastelaria que reúne jovens da EHTVRSA e da DUAL.

A prova constitui uma oportunidade para demonstrar as competências desenvolvidas ao longo da formação e dar visibilidade ao trabalho das entidades formadoras da região. Para quem participa, é também um desafio de aprendizagem: aplicar conhecimentos em contexto de competição, gerir o tempo e responder às exigências da profissão.

Saliente-se que esta etapa integra a Fase Regional 1, que decorre entre 12 e 16 de outubro de 2026 em todo o país, no âmbito do percurso de participação no Campeonato Nacional das Profissões. Segue-se a Fase Regional 2, prevista para 17 a 19 de novembro, com vista ao apuramento para a competição nacional de 2027, em Aveiro.

A participação dos alunos da região do Algarve em Pastelaria coloca em destaque uma área profissional ligada à restauração e à hotelaria e valoriza a formação de jovens que poderão contribuir para estes setores na região. É também uma ocasião para reconhecer o acompanhamento de quem forma e prepara cada participante para este desafio.

Os Campeonatos das Profissões promovidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, através da WorldSkills Portugal, valorizam as competências profissionais e dão a conhecer a diversidade de percursos que a formação profissional oferece.

Ao aproximar jovens, entidades formadoras e empresas, contribuem para o reconhecimento das profissões e da qualidade da formação em Portugal.

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Riyadh e Damasco valutano l'invio di 20.000 truppe siriane in Yemen

 

Secondo quanto riportato da Axios l'8 ottobre, che cita tre funzionari statunitensi, l'Arabia Saudita e la Siria starebbero discutendo il dispiegamento di fino a 20.000 soldati siriani in Yemen. L'obiettivo sarebbe sostenere l'offensiva promossa da Riyadh contro il governo yemenita guidato da Ansarallah (i ribelli Houthi).

Il presidente autoproclamato siriano, Ahmad al-Sharaa, starebbe valutando seriamente la richiesta. Secondo le stesse fonti, l'amministrazione Trump e il Comando Centrale degli Stati Uniti (CENTCOM) sono stati consultati e non si opporrebbero alla proposta in linea di principio.

Attualmente, Riyadh impiega mercenari yemeniti sul campo per contrastare le forze guidate da Ansarallah. Tra le unità siriane prese in considerazione per la missione figurerebbero la 90ª e l'84ª divisione dell'esercito di Damasco; quest'ultima sarebbe composta da combattenti estremisti che hanno militato sotto il comando di Hayat Tahrir al-Sham (HTS).

Un'analisi di Axios rileva come l'invio di truppe siriane rischi di introdurre una marcata dimensione confessionale e di aggravare ulteriormente il conflitto. L'attuale esercito siriano include infatti una forte componente estremista sunnita legata all'ex affiliata di Al-Qaeda HTS — caratterizzata da un'ideologia salafita ostile alle comunità sciite e alawite —, mentre Ansarallah è un movimento musulmano sciita zaydita.

In passato, Donald Trump aveva suggerito l'impiego di combattenti estremisti siriani in Libano a sostegno delle operazioni israeliane contro Hezbollah.

La notizia del possibile accordo giunge in un momento di forte escalation: nel fine settimana, le forze filosaudite, coperte dal supporto aereo di Riyadh, hanno lanciato un'imponente operazione di terra mirata a riconquistare territori strategici, tra cui la capitale Sana'a e lo stretto di Bab al-Mandab. Riyadh punta a ribaltare le recenti sconfitte subite per mano delle Forze Armate yemenite (YAF), che hanno conquistato la città costiera di Mokha e minacciano il controllo saudita su Taiz.

Un funzionario statunitense ha confermato che l'ipotesi del dispiegamento è stata discussa a Riyadh durante l'incontro tra il principe ereditario Mohammed bin Salman (MbS) e il presidente siriano.

Ahmad al-Sharaa (precedentemente noto come Abu Mohammad al-Julani), ex comandante dello Stato Islamico in Iraq ed ex leader di HTS designato come terrorista dalle Nazioni Unite, è salito al potere a Damasco nel dicembre 2024. Sebbene fonti statunitensi definiscano "altamente probabile" l'adesione di Sharaa alla richiesta saudita, Ahmad Muwaffaq Zaidan, consigliere per i media della presidenza siriana, ha smentito ufficialmente la ricostruzione di Axios.

Per Washington, il coinvolgimento delle truppe siriane rappresenterebbe un modo per sostenere l'alleato saudita e consolidare i rapporti con il nuovo corso a Damasco senza impegnare direttamente truppe statunitensi. Tale riavvicinamento trova riscontro nelle recenti decisioni dell'amministrazione Trump: il 30 settembre, il Dipartimento di Stato ha modificato il regolamento ITAR rimuovendo la Siria dalla lista dei paesi soggetti a embargo sulle armi statunitensi e ha annunciato l'intenzione di riaprire l'ambasciata americana a Damasco dopo 14 anni di chiusura.

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La proposta in 7 punti dell'Iran agli USA: "Pronte le contromisure, ma resta la via diplomatica"

 

L'Iran ha annunciato che risponderà entro pochi giorni alla controproposta degli Stati Uniti riguardante il piano di pace, affermando di essere oggi molto più preparato rispetto al passato ad affrontare una potenziale escalation militare.

Il ministro degli Esteri iraniano, Seyed Abbas Araqchi, ha confermato lo scambio di messaggi in corso tra Teheran e Washington, avvenuto tramite intermediari, incentrato sulla proposta in sette punti presentata dall'Iran. Araqchi ha sottolineato che il processo negoziale è attivo e che entrambe le parti continuano a confrontarsi indirettamente. Teheran sta attualmente esaminando i feedback forniti dagli Stati Uniti per poi formalizzare la propria posizione a breve.

Il monito di Teheran: "Un nuovo conflitto coinvolgerà tutti"

Nel ribadire l'auspicio che Washington scelga la via della ragionevolezza, il capo della diplomazia iraniana ha lanciato un chiaro avvertimento: "Se ricorreranno di nuovo a soluzioni militari, saremo più pronti che mai e adotteremo ogni misura necessaria per difenderci. Se invece sceglieranno la via diplomatica, siamo pronti al dialogo."

In seguito all'aggressione israelo-americana iniziata il 28 febbraio, le forze armate iraniane hanno condotto attacchi contro obiettivi strategici statunitensi in diverse aree dell'Asia occidentale e hanno dichiarato la chiusura dello Stretto di Hormuz a tutto il traffico marittimo.

Il conflitto, che dura ormai da sette mesi, si è trasformato in una prolungata guerra di logoramento per Washington, innescando una pesante crisi energetica su scala globale. L'Iran ha più volte ribadito che un ulteriore attacco contro i propri interessi nazionali porterebbe a un ampliamento inevitabile del fronte di guerra.

La proposta in 7 punti per la riapertura dello Stretto di Hormuz

Araqchi ha definito "equa e ragionevole" la proposta formulata da Teheran per la riapertura dello Stretto di Hormuz. I sette punti chiave del piano comprendono:

  1. Cessazione delle operazioni militari: stop alle ostilità su tutti i fronti, incluso quello libanese.

  2. Fine del blocco marittimo: stop alle interferenze e al blocco navale ai danni dell'Iran.

  3. Diritti sovrani nello Stretto di Hormuz: definizione di meccanismi congiunti con l'Oman e i paesi costieri del Golfo Persico per la gestione della navigazione.

  4. Risarcimento dei danni e ricostruzione: garanzia di fondi per la ricostruzione e il risarcimento dei danni subiti dall'Iran.

  5. Revoca totale delle sanzioni: eliminazione di tutte le misure sanzionatorie contro Teheran.

  6. Risoluzione del dossier nucleare: superamento delle divergenze sul programma nucleare iraniano.

  7. Sblocco degli asset congelati: restituzione e pieno accesso ai beni iraniani bloccati all'estero.

Il nodo centrale del negoziato

Secondo fonti iraniane, la risposta degli Stati Uniti trasmessa dagli intermediari evidenzia che il vero punto di disaccordo non riguarda la sostanza dei sette punti, bensì la sequenza temporale e l'ordine di attuazione delle singole misure. Teheran ribadisce che il superamento definitivo del conflitto dipenderà esclusivamente dal pieno riconoscimento dei propri diritti legittimi.

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Crimini a Gaza e Cisgiordania: lo scandalo che travolge l'Ambasciata USA in Israele

 

Un'inchiesta pubblicata dal New York Times l'8 ottobre rivela che David Milstein, alto collaboratore dell'ambasciatore statunitense in Israele Mike Huckabee, avrebbe sistematicamente bloccato e riscritto i rapporti della diplomazia americana destinati a Washington, con l'obiettivo di insabbiare le violazioni e i crimini commessi dalle forze israeliane in Cisgiordania e nella Striscia di Gaza.

Entrato in servizio presso l'ambasciata statunitense a Gerusalemme nell'aprile 2025 come capo di gabinetto di fatto di Huckabee, Milstein supervisiona buona parte delle attività della missione nei territori occupati. Secondo una dozzina di fonti diplomatiche tra Gerusalemme e Washington, avrebbe sfruttato la propria posizione per manipolare o sopprimere i dispacci relativi all'espansione degli insediamenti illegali, agli attacchi dei coloni, alle uccisioni di cittadini statunitensi di origine palestinese e alla gestione letale degli aiuti umanitari a Gaza.

Il caso dei cittadini americani uccisi e la censura al Congresso

Tra i documenti bloccati da Milstein figura un rapporto dell'ambasciata risalente a marzo 2025, che ricostruiva l'uccisione di nove cittadini palestinesi con cittadinanza americana da parte di coloni e soldati israeliani nell'arco di quattro anni. Tra le vittime figurava il diciannovenne Nasrallah Abu Siyam, ucciso a colpi d'arma da fuoco a febbraio da un colono mentre cercava di difendere il bestiame del proprio villaggio.

L'indagine interna era stata promossa a seguito del pressante intervento di 30 membri del Congresso guidati dal senatore Chris Van Hollen, i quali avevano chiesto chiarimenti al Segretario di Stato Marco Rubio. Dal dossier era emerso che la quasi totalità delle inchieste condotte da Israele si era conclusa con un nulla di fatto o con l'archiviazione, senza alcuna incriminazione.

Milstein ne ha impedito la trasmissione a Washington, imponendo invece una risposta formale che rassicurasse i parlamentari sulla corretta gestione dei casi da parte delle autorità israeliane. La lettera inviata dal Dipartimento di Stato al senatore Van Hollen il 4 maggio ometteva del tutto i dati dell'indagine, ponendo l'accento unicamente sull'importanza strategica della cooperazione di sicurezza con Israele. "Non garantire l'accertamento delle responsabilità significa mettere a rischio ulteriori vite di cittadini americani", ha denunciato Van Hollen.

Dalla strage degli aiuti umanitari ai test di lealtà interni

Nel corso dell'estate 2025, le operazioni di distribuzione della cosiddetta Gaza Humanitarian Foundation (GHF) — un programma israelo-statunitense trasformatosi in una trappola mortale — hanno provocato la morte di almeno 1.400 civili in cerca di cibo. Di fronte all'imminente disastro, i diplomatici americani sul campo avevano inviato avvertimenti a Washington sul rischio di un'ulteriore escalation di vittime; Milstein ha riscritto il dispaccio presentando l'operazione come un successo ed eliminando ogni riferimento ai morti dai registri ufficiali.

Gli episodi di manipolazione hanno riguardato diversi ambiti:

Cisgiordania e coloni: ad aprile, di fronte agli allarmi dei vertici militari israeliani su una possibile nuova intifada innescata dalle violenze dei coloni, Milstein ha bloccato i report interni trasmettendo invece un cavo diplomatico a suo nome che lodava il premier Netanyahu per la presunta repressione dei disordini.

Annessione dei terreni: a febbraio, dopo la revoca delle tutele legali sull'acquisto di terreni in Cisgiordania da parte di Israele, l'ambasciata ha giustificato la misura a Washington definendola una risposta ai "bisogni umanitari" dei coloni.

All'interno dell'ambasciata, il clima è diventato opprimente: quattro funzionari hanno riferito che Milstein sottoponeva i colleghi a veri e propri "test di lealtà", chiedendo loro se fossero "filo-israeliani" o "filo-Hamas". Temendo ritorsioni e censura, molti diplomatici hanno smesso di redigere note informative, riducendo la produzione di report sugli affari palestinesi da diversi articoli a settimana a una manciata al mese.

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Assedio di Israele a Gaza: 21.000 pazienti a rischio, attese fino a 8 anni

 

Il Ministero della Salute di Gaza ha lanciato un severo avvertimento l'8 ottobre: oltre 21.000 tra pazienti e feriti gravemente rischiano di dover attendere fino a otto anni prima di poter uscire dalla Striscia per ricevere cure salvavita. A causa del perdurante assedio, la condizione attuale è stata definita dalle autorità sanitarie locali come "una condanna a morte diretta e lenta".

"Queste cifre non sono semplici statistiche, ma un disperato grido d'aiuto da parte di oltre 21.000 persone a cui viene negato quotidianamente il diritto fondamentale alle cure e alla vita", si legge nel comunicato ufficiale del ministero. Con il costante aumento mensile dei casi urgenti, l'evasione delle sole nuove richieste di trasferimento richiederebbe altri quattro anni, portando i tempi complessivi di attesa a un livello critico. Dal ministero sottolineano che migliaia di pazienti hanno "corpi che non possono sopportare di aspettare giorni o settimane, figuriamoci anni".

L'organismo sanitario ha rivolto un urgente appello alle Nazioni Unite, alla comunità internazionale e alle organizzazioni per i diritti umani affinché impongano la riapertura completa dei valichi per consentire le evacuazioni mediche senza restrizioni "prima che sia troppo tardi".

Un sistema sanitario ridotto in macerie

L'allarme giunge in un contesto in cui la rete sanitaria locale è devastata dal lungo conflitto e dalle restrizioni sull'ingresso di forniture ed equipaggiamenti medici essenziali. L'ONG Medical Aid for Palestinians (MAP) ha dichiarato al New Arab che nell'intera Striscia di Gaza non è rimasta neanche una macchina per la risonanza magnetica (RMN) funzionante e sono operativi solo uno o due tomografi computerizzati (TC).

In base ai dati diffusi dal ministero:

Stazioni di ossigeno: ad agosto risultavano operative solo 12 strutture su 34, a servizio di oltre 500 pazienti — inclusi neonati e bambini in terapia intensiva — con il rischio imminente di blocco totale per mancanza di parti di ricambio.

Ospedali: meno di 20 dei 36 ospedali di Gaza sono parzialmente attivi, privi delle scorte necessarie di insulina, carburante per i generatori e strumenti diagnostici. Questo isola in modo drammatico i pazienti oncologici e dializzati.

Personale e strutture colpite: secondo il Direttore Generale dell'Organizzazione Mondiale della Sanità (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, sono stati uccisi oltre 1.700 operatori sanitari e le strutture mediche hanno subito centinaia di attacchi.

Il dramma delle mutilazioni e l'emergenza umanitaria

L'OMS ha segnalato che migliaia di persone, compresi moltissimi bambini, hanno subito l'amputazione degli arti, spesso in assenza di anestesia. Dall'ottobre 2023, solo circa 13.760 pazienti sono riusciti a essere evacuati per ricevere trattamenti all'estero.

A tre anni dall'inizio delle ostilità, il bilancio delle vittime e dei feriti resta drammatico, con oltre 74.000 morti e più di 175.000 feriti secondo i dati del Ministero della Salute. La quasi totalità della popolazione locale ha subito sfollamenti forzati e ripetuti, mentre le infrastrutture civili dell'intera regione rimangono prevalentemente distrutte.

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Cina, il Laos diventa un nuovo punto della cooperazione militare di Pechino

 

La Cina amplia la cooperazione militare nel Sud-est asiatico con l'apertura in Laos di un nuovo centro congiunto di supporto e addestramento presso l'aeroporto di Ban Keun. L'iniziativa, annunciata alla fine di settembre dal Ministero della Difesa cinese, è destinata principalmente alla formazione dei piloti dell'Aeronautica militare laotiana. Pechino ha sottolineato che la struttura «non è diretta contro Paesi terzi», ma punta ad approfondire la cooperazione pratica tra i due eserciti e a contribuire alla pace e alla stabilità regionale.

L'infrastruttura potrebbe tuttavia avere anche un potenziale impiego duale. Un eventuale ampliamento delle piste consentirebbe infatti di ospitare velivoli cinesi di maggiori dimensioni per missioni di ricognizione e sorveglianza. Secondo diversi esperti, però, il nuovo centro avrebbe un'importanza limitata per la proiezione militare cinese, considerando che Pechino dispone già nel sud della Cina di basi in grado di svolgere funzioni analoghe.

Per il Laos, al contrario, la struttura assume un peso significativo. Le limitate capacità delle sue Forze Armate rendono infatti l'assistenza cinese particolarmente importante per la formazione dei militari e per la modernizzazione della propria Aeronautica. Il centro potrebbe inoltre essere utilizzato durante le esercitazioni aeree congiunte che il Laos conduce ogni anno con la Thailandia, consentendo di svolgere addestramenti più vicini a condizioni operative reali.

L'accordo conferma così il rafforzamento dei legami militari tra Pechino e Vientiane. Per la Cina si tratta di un ulteriore strumento per consolidare la propria influenza regionale; per il Laos, di un'opportunità concreta di modernizzare le proprie capacità militari.


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Over 2,000 Gazans have died awaiting medical evacuation amid Israel’s continued siege

Israeli restrictions have resulted in the deaths of over 2,000 patients, with 21,000 more await urgent treatment, including 5,600 children and 2,800 patients requiring cancer treatment

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Saudi Airstrike on Passenger Vehicle in Yemen Kills at Least Two Civilians, Injures Children: Health Ministry

Saudi airstrikes hit a passenger vehicle in Yemen’s southwestern Taiz province on Thursday, killing at least two civilians and wounding six others, as civilian casualties continue to mount in the US-supported bombing campaign. According to the Yemeni Health Ministry within the Ansar Allah-led government, a pregnant woman also lost her baby due to the strike, […]
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Russia called its strikes on Ukrainian data centers a ‘forced digital detox.’ Zelensky says Kyiv has answered by hitting a data center belonging to Russian tech giant Yandex.

Ukraine is responding in kind to Russian strikes, including attacks on data centers, President Volodymyr Zelensky said. He was commenting on a Ukrainian strike on a Yandex data center in Russia’s Ryazan region, RBC-Ukraine reported.

“Data centers — you all know they’ve been hitting our data centers and they still are. We hit back. I can’t give you all the details,” Zelensky said.

Speaking to journalists, Zelensky referred to a Russian strike on Pryluky that killed 29 people, including five children, and a strike on Kramatorsk that killed more than 30 people.

He said Ukraine would respond to these strikes but stressed that Kyiv would never target children.

Related reading

Overnight on October 8, Ukrainian forces carried out a drone strike on a Yandex data center in the town of Sasovo in Russia’s Ryazan region. A fire broke out. No one was hurt, but the data center shut down completely. By the evening of October 8, Yandex said it still did not know whether the equipment could be restored — “the extent of the damage to the infrastructure is still being assessed.” After the strike, users began reporting disruptions to Yandex services, media websites, and other services operated by Avito, IVI, MegaFon, Russian Railways, T-Bank, and several real estate developers.

Russia has regularly struck data centers in Ukraine in recent weeks. Since late September, Russian forces have damaged or destroyed data centers belonging to at least eight companies. Russia’s Defense Ministry called these strikes “a forced digital detox.”

Further reading

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