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Subida Internacional do Rio Arade está de regresso com partida de Portimão e chegada a Silves

A Subida Internacional do Rio Arade está de regresso no próximo dia 25 de outubro, domingo, para mais uma edição que irá reunir atletas federados e entusiastas da canoagem num percurso de 12 quilómetros, marcado pela beleza natural do Rio Arade, com partida de Portimão, passagem por Lagoa e chegada a Silves.

A iniciativa é coorganizada pelos Municípios de Silves, Portimão e Lagoa e pelo Clube Naval de Portimão, com o apoio da Associação de Canoagem do Sul e da Federação Portuguesa de Canoagem. O evento contará com a participação de atletas de competição, distribuídos pelos diversos escalões, bem como de participantes na vertente turística da modalidade.

A partida está agendada para as 10h00, junto ao Clube Naval de Portimão, estando a chegada dos primeiros atletas à magnífica paisagem da cidade de Silves prevista para as 10h40.

Para mais informações e inscrições, os interessados deverão contactar o Clube Naval de Portimão através dos números 282 417 529 / 965 839 013 ou do endereço de correio eletrónico geral@clubenavaldeportimao.com.

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Vai circular entre Lagoa e Portimão pela Ponte Velha? Atenção às obras e aos desvios (com fotos)

As obras de requalificação da Rua Infante de Sagres, no Parchal, já arrancaram e trazem alterações imediatas ao trânsito nesta primeira fase dos trabalhos.

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Águas do Algarve lança 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’

Empresa reforça compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade

Depois do sucesso das edições anteriores, a Águas do Algarve volta a desafiar as instituições da região a transformar a arte numa forma de expressão, participação e sensibilização ambiental, cuja 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’ decorre em 2026/2027, sob o mote ‘A Obra conta uma história’.

A iniciativa tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um projeto de referência na ligação entre a educação ambiental, a responsabilidade social, a criatividade e a inclusão.

Dirigido a instituições do Algarve que trabalham com pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros públicos acompanhados por respostas sociais, o concurso procura dar voz e protagonismo a quem nem sempre encontra oportunidades de participação e reconhecimento na sociedade.

Nesta nova edição, o desafio mantém a sua essência: transformar um simples chapéu de chuva numa obra de arte, recorrendo à criatividade, à reutilização de materiais e às experiências de vida dos participantes, tendo a água e o mar como inspiração.

A inclusão como compromisso, a arte como forma de expressão

Numa sociedade cada vez mais envelhecida e perante a necessidade de construir comunidades verdadeiramente inclusivas, projetos como “A Água e o Mar para Mim” assumem uma importância que ultrapassa a dimensão ambiental.

A iniciativa procura valorizar as capacidades individuais, estimular a criatividade, promover o convívio e proporcionar momentos de participação ativa, reconhecendo que todas as pessoas, independentemente da idade ou condição, têm experiências, conhecimentos e histórias que merecem ser partilhados.

Mais do que criar obras de arte, pretende-se criar oportunidades. Oportunidades para participar, para ser ouvido, para desenvolver competências e, sobretudo, para sentir que se faz parte de um projeto coletivo.

Através da arte, os participantes são convidados a expressar a sua relação com a água e o mar, abordando questões como a preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade, a poluição dos oceanos, as alterações climáticas e as memórias associadas à água.

Um projeto que cresce a cada edição

O crescimento de ‘A Água e o Mar para Mim’ demonstra o interesse e o envolvimento das instituições algarvias. Na 4.ª edição, realizada em 2025/2026, foram registadas 44 candidaturas e apresentados 55 projetos, o maior número de sempre, tendo a cerimónia de entrega de prémios, realizada na Fundação Pedro Ruivo, em Faro, reunido cerca de 300 participantes provenientes de vários municípios da região.

Estes números representam muito mais do que o sucesso de uma iniciativa. Refletem o empenho dos profissionais das instituições, a dedicação dos participantes e a vontade coletiva de contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e ambientalmente consciente.

O reconhecimento nacional chegou também em 2025, quando o projeto conquistou o 1.º prémio na categoria de Responsabilidade Social e Ambiental, nos Prémios Essência do Ambiente, reforçando a importância desta iniciativa enquanto exemplo de boas práticas de responsabilidade social e comunicação ambiental.

Uma obra, muitas histórias para contar

A 5.ª edição pretende continuar a valorizar não apenas o resultado artístico, mas também as pessoas e as histórias que estão por detrás de cada trabalho. Cada chapéu de chuva transformado representa um processo de descoberta, aprendizagem e colaboração. Nele encontram-se memórias, vivências, preocupações ambientais e diferentes formas de olhar para o mundo.

Os trabalhos desenvolvidos integram posteriormente exposições itinerantes em vários municípios do Algarve, permitindo que estas mensagens cheguem a um público mais alargado.

Esta componente é fundamental para o projeto: levar a arte para fora das instituições, dar visibilidade aos seus autores e aproximar a sociedade de realidades que merecem maior atenção e reconhecimento.

A sustentabilidade também se constrói com pessoas

Para a Águas do Algarve, a proteção dos recursos hídricos e a promoção de comportamentos ambientalmente responsáveis devem envolver toda a comunidade.

Através de “A Água e o Mar para Mim”, a empresa reforça a sua estratégia de educação ambiental e responsabilidade social, demonstrando que a sensibilização para a importância da água pode assumir diferentes formas e chegar a públicos que nem sempre são contemplados pelas iniciativas tradicionais.

A 5.ª edição representa, assim, a continuidade de um compromisso que se pretende cada vez mais abrangente, participativo e próximo das pessoas.

Porque cuidar da água é também cuidar das pessoas. E construir um futuro sustentável significa garantir que todos têm a oportunidade de fazer parte dele.

Como participar?

As instituições interessadas em participar na 5.ª edição, referente a 2026/2027, poderão consultar o regulamento do concurso, em www.aguasdoalgarve.pt onde se encontram disponíveis as condições de participação, os procedimentos e os prazos aplicáveis.

Para mais informações, poderá ser contactada a Área de Comunicação e Educação Ambiental da Águas do Algarve, através do endereço: comunicacao.ada@adp.pt .

Arte, Sustentabilidade e Inclusão. A Obra conta uma história.

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ALGARVE 2030 promove encontro regional para reforçar a qualificação de adultos

Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve reuniu entidades e responsáveis para analisar resultados, partilhar experiências e identificar desafios na qualificação e empregabilidade da população adulta.

A Autoridade de Gestão do Programa Regional (PR) ALGARVE 2030 e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, I.P. (CCDR Algarve), em parceria com o Município de Loulé e o EduQA, I.P., promoveram, a 9 de outubro, na Escola Secundária de Loulé, o Encontro Regional dos Centros Qualifica do Algarve, dedicado à análise dos resultados, à partilha de experiências e ao reforço da articulação regional em matéria de qualificação de adultos.

A sessão contou com a participação de José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, Alexandra Gonçalves, vice-presidente da CCDR Algarve com competências na área da Educação, Teresa Rocha, da Associação de Municípios do Algarve.

Também presente esteve Elsa Cordeiro, delegada regional do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Cristiana Bessa, da Direção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Inclusão da Comissão Europeia, e Renata Afonso, diretora da Escola Secundária de Loulé, tendo a iniciativa sido conduzida pela secretária técnica do PR ALGARVE 2030, Patrícia Neto Martins, tendo contado ainda com as comunicações de representantes do EduQA, I.P. e dos Centros Qualifica da região.

Ao longo do encontro, foi destacada a importância da qualificação de adultos e o seu contributo para a empregabilidade e melhoria profissional, numa região que procura alcançar metas europeias na qualificação de adultos.  A sessão incluiu a apresentação de dados sobre o financiamento comunitário e a evolução dos indicadores de acompanhamento, seguindo-se a partilha de experiências pelos Centros Qualifica, financiados na região através do PR ALGARVE 2030.

Entre os temas abordados estiveram a adequação das equipas, a atualização da Carta da Qualidade, a evolução da procura e do perfil dos inscritos, a adequação dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC), os encaminhamentos e as parcerias estabelecidas, confirmando-se o papel dos Centros Qualifica na transformação de vidas, no debate que se seguiu.

O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, destacou o contributo do ALGARVE 2030 para a melhoria das qualificações da população adulta. O Programa financia 11 Centros Qualifica, com o objetivo de elevar as qualificações de quase 16.000 adultos até ao final de 2026, através de um investimento de 2,5 milhões de euros do Fundo Social Europeu Mais (FSE+).

A este apoio acrescem cerca de 7 milhões de euros do FSE+ destinados a outras modalidades de educação e formação, nomeadamente cursos de Educação e Formação de Adultos, Formações Modulares Certificadas e Cursos de Especialização Tecnológica.

A Vice-Presidente para a Educação, Alexandra Rodrigues Gonçalves, defendeu que a CCDR Algarve continuará empenhada em promover a articulação entre entidades, a valorização das qualificações e a aprendizagem ao longo da vida, assumindo a consolidação das parcerias regionais com esta responsabilidade partilhada.

Reforçar a articulação e a cobertura territorial

As conclusões do encontro apontaram para a necessidade de transformar a capacidade de mobilização da rede regional em percursos de qualificação concluídos e certificações sustentadas, com respostas flexíveis e ajustadas às necessidades da economia e da população. A mobilidade laboral, a sazonalidade e a evolução do mercado de trabalho reforçam a importância de uma articulação mais estruturada entre as entidades e as políticas públicas de qualificação de adultos.

Foi também salientada a necessidade de reforçar a cobertura territorial dos Centros Qualifica, em particular nos concelhos do interior. A itinerância pode facilitar o acesso à qualificação nos territórios de baixa densidade, contribuindo para a coesão territorial e a igualdade de oportunidades.

Para dar continuidade a este investimento, está aberta, até 13 de novembro de 2026, uma nova fase de candidaturas para apoiar o funcionamento dos Centros Qualifica da região entre 2027 e 2029, com uma dotação de 2,4 milhões de euros do FSE+.

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Autoridade Marítima Nacional apresenta novo vídeo institucional

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) apresenta o novo vídeo institucional, uma produção que pretende dar a conhecer, de forma próxima e integrada, a missão, as competências e a atividade desenvolvida diariamente pela AMN e pelos diferentes organismos que a integram.

Através de imagens captadas em diferentes contextos de atuação, o vídeo acompanha o trabalho desenvolvido no mar, no litoral e em terra, dando destaque às mulheres e aos homens que, diariamente, asseguram a salvaguarda da vida humana no mar, a segurança da navegação, a fiscalização e a autoridade do Estado nos espaços marítimos sob jurisdição nacional.

O vídeo institucional procura, desta forma, retratar a diversidade das missões da AMN, bem como a articulação permanente entre as diferentes estruturas, meios e valências que contribuem para o cumprimento da mesma missão.

Esta produção pretende ainda reforçar o conhecimento da sociedade sobre a atividade da instituição, aproximando a mesma dos cidadãos e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido em prol da segurança e da proteção das pessoas no mar e na orla costeira. O vídeo​ encontra-se disponível no destaque desta publicação, bem como nas redes sociais e website da AMN.

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Uma alimentação saudável também começa por cuidar do fígado

O Dia Mundial da Alimentação, assinala-se a 16 de outubro, este ano, sob o mote ‘Inovar hoje para nutrir o amanhã’.

Quando pensamos numa alimentação saudável, pensamos frequentemente na saúde cardiovascular, na diabetes ou no controlo do peso. Mas há um órgão que muitas vezes fica fora desta conversa: o fígado.

Assim, é importante recordar que a nossa alimentação de hoje tem impacto no nosso amanhã. Uma alimentação saudável e equilibrada é essencial para garantir um estado nutricional adequado e a manutenção das funções essenciais do fígado, como o metabolismo dos nutrientes (produção de proteínas, armazenamento de energia e vitaminas), a produção de bílis e o processamento de diversas substâncias que circulam no organismo, afinal o fígado é um órgão central no processamento do que comemos e bebemos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a European Association for the Study of the Liver (EASL) recomendam que a alimentação assente, maioritariamente, em alimentos pouco ou minimamente processados, privilegiando o consumo de fruta, legumes e leguminosas, de preferência respeitando a sazonalidade, aliado ao consumo de cereais integrais e fontes de proteína de qualidade. Adicionalmente, deve ser limitado o consumo de alimentos com elevado teor de açúcar, sal e gorduras pouco saudáveis.

A esteatose hepática (a acumulação excessiva de gordura no fígado) é um exemplo concreto de como os hábitos alimentares e a condição metabólica podem ter consequências para a saúde do fígado.  A esteatose hepática, que cursa frequentemente com excesso de peso, obesidade e alterações metabólicas como a diabetes tipo 2 e níveis elevados de colesterol e triglicéridos, está frequentemente associada a uma alimentação mais ocidentalizada, com elevado consumo de alimentos de elevada densidade energética e a um baixo aporte de hortícolas, fruta e cereais integrais.

Assim, a alimentação desempenha um papel importante na prevenção e na abordagem terapêutica desta doença. O padrão alimentar mediterrânico, está alinhado com as recomendações da OMS e da EASL, e está associado a um perfil metabólico mais favorável, sendo uma das abordagens recomendadas para pessoas com doença hepática associada à disfunção metabólica.

A adoção deste padrão alimentar pode contribuir para travar a progressão da doença e, em conjunto com uma perda de peso gradual e sustentada, reduzir a gordura acumulada no fígado e contribuir para melhorar as alterações metabólicas.

E cuidar do fígado não passa apenas pelo que colocamos no prato, mas também pelo que bebemos: o consumo de álcool é um importante fator de risco para a saúde hepática.

Inovar e cuidar do amanhã, como indica o mote do Dia Mundial da Alimentação, não significa necessariamente mudar tudo. Podemos começar por olhar para as nossas rotinas e identificar oportunidades de melhorar, olhar para o que já foi tentado e pensar o que posso fazer de forma diferente? Isto pode traduzir-se numa escolha diferente na próxima refeição, em recuperar hábitos que deixámos para trás ou simplesmente tentar novamente.

Neste Dia Mundial da Alimentação, a Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) reforça uma mensagem simples: cuidar da alimentação é também cuidar do fígado, e nutrir o amanhã.

* Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica, ULS Santa Maria, Faculdade de Medicina Universidade de Lisboa, membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)

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Mercadona chega a Portimão: saiba o horário e tudo o que vai encontrar no novo espaço

É já esta quinta-feira, dia 15 de outubro, que abre portas o novo supermercado na Mercadona de Portimão, o primeiro na região do Algarve.

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World Sailing Inclusion Championships 2026 termina em Portimão após dez dias de competição e inclusão 

Portimão recebeu, entre os dias 1 e 10 de outubro, o World Sailing Inclusion Championships 2026, que reuniu 222 atletas de 40

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Barragem da Foupana é uma falsa solução para a seca, que destrói o património natural do Algarve – Almargem

A Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve, em comunicado enviado às redações, que se transcreve a seguir, diz que submeteu um parecer negativo ao projeto da Barragem da Foupana. A Almargem considera um atentado ambiental, e um potencial desastre financeiro, o investimento de 90 milhões de euros que ameaça transformar-se num “elefante branco” sem água.

A ribeira da Foupana é um dos últimos cursos de água livres do Algarve. Enquanto que a maioria dos rios do Sul foi profundamente alterada por barragens e espécies exóticas, na Foupana, cerca de dois terços dos peixes existentes são espécies autóctones que ali encontram o seu último refúgio. Erguer uma parede de betão significa destruir este ecossistema único.

O “fim da linha” para a vida na ribeira

A alteração do curso da ribeira e a criação de uma albufeira terão um impacto devastador sobre a fauna aquática:  

  • Risco de extinção local do Saramugo: Este pequeno peixe, um dos mais ameaçados da Península Ibérica, é incapaz de sobreviver em águas paradas. A albufeira significará o seu desaparecimento definitivo naquele troço.  
  • Bloqueio de peixes migradores: A parede da barragem impedirá a subida e descida de espécies emblemáticas como o Sável, a Savelha, a Enguia-europeia e a Lampreia-marinha. Sem o sinal dos peixes jovens a descer o rio, os adultos do mar deixarão de entrar na bacia do Guadiana.  
  • Isolamento e Invasão: Espécies nativas como a Boga-do-Guadiana e o Barbo-de-cabeça-pequena ficam encurraladas, tornando-se presa fácil para peixes exóticos invasores predadores (como o Achigã) que proliferam em albufeiras.  
  • Colapso dos mexilhões de água doce: Os mexilhões-de-rio (náiades em perigo de extinção) precisam das guelras dos peixes nativos para se reproduzirem. Sem estes peixes, as náiades desaparecerão também do vale.  

Da serra à praia, os impactes são múltiplos

  • Ameaça ao Lince-Ibérico: A albufeira vai inundar e cortar o corredor natural desta espécie, empurrando-os para as estradas e aumentando o risco de atropelamento.  
  • Perda de floresta e património: Ficarão submersos mais de 500 hectares de vegetação protegida, 70 hectares de azinhais, plantas raras e dezenas de moinhos tradicionais de rodízio e sítios arqueológicos romanos e medievais.  
  • Agravamento da erosão nas praias: Ao reter cerca de 10 milhões de m³ de areias e sedimentos, a barragem vai privar as praias e dunas do Sotavento do material necessário para combater o recuo da linha de costa.  

Aposta em alternativas sustentáveis

A Almargem sublinha que a verdadeira resiliência hídrica não passa por reter mais rios expostos à evaporação, mas sim por gerir a água de forma integrada:  

  • Resolver as fugas nas tubagens: Em vários concelhos do Algarve, grandes volumes de água potável perdem-se em roturas na rede. Reparar as tubagens gera mais água útil do que toda a barragem da Foupana.  
  • Guardar água no subsolo: Infiltrar a água das chuvas nos aquíferos subterrâneos (como Querença-Silves), protegendo-a do sol, da evaporação e da contaminação a um custo muito inferior.  
  • Reutilizar a água das ETAR: Usar água reciclada para a rega, poupando a água potável das barragens existentes para o consumo das populações.  

Participe na Consulta Pública até 16 de outubro

A Almargem exige à Agência Portuguesa do Ambiente a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental Desfavorável e apela a todos os cidadãos para que submetam a sua oposição ao projeto no portal Participa.pt (Processo de AIA n.º 3837) até ao dia 16 de outubro.

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Portimão abre digressão de “Verificando se Você é Humano” com Ricardo Araújo Pereira

É já na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, às 21h30, que o Portimão Arena recebe “Verificando se Você é Humano”, o primeiro espetáculo de stand-up comedy a solo do conhecido humorista português Ricardo Araújo Pereira. Com estreia em 2026, depois de esgotar as sessões em Lisboa e no Porto, Ricardo Araújo Pereira inicia em […]

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Portimão abre digressão de “Verificando se Você é Humano” com Ricardo Araújo Pereira

Portimão Arena, 16 de outubro, às 21h30

É já na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, às 21h30, que o Portimão Arena recebe “Verificando se Você é Humano”, o primeiro espetáculo de stand-up comedy a solo do conhecido humorista português Ricardo Araújo Pereira.

Com estreia em 2026, depois de esgotar as sessões em Lisboa e no Porto, Ricardo Araújo Pereira inicia em Portimão uma digressão por cinco cidades portuguesas, sendo este o único espetáculo agendado a sul do Tejo. Até dezembro, o humorista apresenta-se ainda ao público em Braga, Coimbra, Viana do Castelo e Guimarães.

Figura central do humor e da sátira política em Portugal, líder de audiências com o programa “Isto é Gozar com Quem Trabalha”, transmitido ao domingo à noite na SIC, o humorista promete muitas gargalhadas e uma noite de reflexão sobre a condição humana.

“O que significa, afinal, ser humano?” é apenas uma das questões que, parecendo simples, pode provocar um verdadeiro impasse na resposta. O que não deixa dúvidas é que o conhecido apresentador, dono de uma forma única de fazer humor com a qual tem vindo a conquistar o público ao longo dos anos, irá certamente provocar muitas gargalhadas.

Com a inteligência, a ironia e a capacidade de observação que fazem parte da sua identidade artística, Ricardo Araújo Pereira volta a transformar as contradições do quotidiano em matéria de humor, convidando o público a rir de si próprio e do mundo que o rodeia.

“Verificando se Você é Humano” é um convite a rir do que nos torna humanos, num tempo em que a tecnologia parece saber cada vez mais sobre nós, mas que, em contrariedade, continuamos a ter muitas dificuldades em compreender-nos uns aos outros.

O espetáculo tem duração de 90 minutos, sem intervalo, sendo permitida a entrada a partir dos 16 anos, inclusive. Com produção de Show Bees Management – Anabela Ventura Unipessoal, Lda, os bilhetes custam entre 30 e 65 euros e podem ser adquiridos nos locais habituais ou na bilheteira online em portimaoarena.bol.pt.

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Portimão recebeu World Sailing Inclusion Championships 2026

Portimão recebeu, entre os dias 1 e 10 de outubro, o World Sailing Inclusion Championships 2026, que reuniu 222 atletas de 40 países, num evento dedicado à promoção da vela inclusiva e à igualdade de oportunidades no desporto.

Mais do que uma competição internacional, este mundial afirmou a importância de um desporto acessível a todos, reunindo atletas com diferentes capacidades num campeonato onde o talento, a competitividade e a igualdade de oportunidades estiveram lado a lado.

Organizado pela World Sailing e pela Vela Solidária, o campeonato realizou-se pela primeira vez em Portugal, tornando Portimão num ponto de encontro entre diferentes nacionalidades, experiências e percursos, unidos pela mesma paixão pela vela.

A competição decorreu entre os dias 5 e 10 de outubro, com seis dias de regatas nas diferentes classes e categorias, reunindo velejadores num ambiente marcado pela competitividade e pelo espírito desportivo. O campeonato terminou no sábado, dia 10 de
outubro, com a cerimónia de encerramento e entrega de prémios, que distinguiu os melhores classificados de cada categoria.

Entre os resultados alcançados, destacou-se a participação portuguesa, com a conquista de quatro medalhas. José Campos sagrou-se campeão do mundo na categoria de inclusão cognitiva da classe ILCA 6, enquanto Carlos Santos e João Pinto conquistaram a medalha
de prata na competição de pares da classe Hansa 303. João Pinto alcançou ainda a medalha de bronze na prova individual da mesma classe, tal como Rodrigo Pereira na categoria de inclusão cognitiva.

Para além da competição, o Mundial contou com um programa dedicado à formação e ao desenvolvimento da modalidade. Entre os dias 1 e 3 de outubro, o Inclusive Development Programme (IDP) proporcionou sessões de treino, formação e familiarização com os
equipamentos, contribuindo para a preparação de atletas e treinadores e para a criação de novas oportunidades de participação internacional.

O evento integrou também seminários dedicados ao desporto adaptado, à acessibilidade e ao turismo, que promoveram a reflexão sobre o potencial do desporto inclusivo na valorização dos destinos turísticos e na construção de uma sociedade mais acessível.

A ligação à comunidade esteve igualmente presente através de iniciativas como o Navegar pela Inclusão, que proporcionou experiências de vela a pessoas com diversidade funcional, e o Arade Azul, uma ação de limpeza realizada na Praia da Marina de Portimão, reforçando a importância da responsabilidade ambiental associada à realização de grandes eventos desportivos.

Ao longo do campeonato, o programa social proporcionou ainda diferentes momentos de convívio entre atletas, equipas e organização, com experiências gastronómicas e animação musical, promovendo o contacto entre culturas e a partilha de experiências para além da competição.

Para Luís Brito, presidente da Vela Solidária, a realização deste campeonato representa o culminar de um percurso de 15 anos dedicado à promoção da inclusão através da vela.

Como destacou a propósito da organização do evento, “a vela é uma ferramenta de excelência para a inclusão”, considerando que acolher em Portimão os melhores velejadores mundiais constitui um marco no trabalho desenvolvido pela Vela Solidária.

Com o encerramento do World Sailing Inclusion Championships 2026, Portimão despediu-se de dez dias que deram visibilidade internacional à vela inclusiva e à importância de garantir que mais pessoas possam participar e competir na modalidade.

Para a Vela Solidária, fica o compromisso de continuar este trabalho, contribuindo para o crescimento de um desporto cada vez mais acessível e para o reconhecimento da inclusão como parte fundamental do futuro da vela.

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Marina Sunset juntou música e produtos regionais em Portimão

A Marina de Portimão recebeu, entre 8 e 10 de outubro, mais uma edição do Marina Sunset, uma iniciativa da Associação Teia D’Impulsos que reuniu música ao vivo, artesanato e produtores regionais durante três finais de tarde de convívio e animação.

O programa musical contou com três atuações, uma por dia. A abertura, a 8 de outubro, esteve a cargo do Tiago Celebration Show, seguindo-se, no dia 9, o concerto dos The Protons. Os The Backpockets encerraram o evento no dia 10.

Além da música, o Marina Sunset contou com a participação de artesãos e produtores regionais, que deram a conhecer os seus produtos e criações aos visitantes, num espaço aberto à comunidade.

Integrada na programação social do World Sailing Inclusion Championships 2026, que decorreu de 1 a 10 de outubro, a iniciativa procurou aproximar os participantes na competição da comunidade local, promovendo o encontro entre atletas, equipas, visitantes e população.

O Marina Sunset contou com o apoio do Município de Portimão e da Marina de Portimão.

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